SlideShare uma empresa Scribd logo
ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM Enfº Eduardo Gomes da Silva – COREN 001790 Enfª Juliana Lopes Figueiredo – COREN 99792 Grupo Aliança de Enfermagem - Salvando Vidas com Qualidade de Ensino
Teorias  Teoria científica Teoria clássica Teoria das relações humanas Teoria burocrática Teoria comportamentalista Teoria dos sistemas Teoria contingencial
Teoria Científica Frederick Taylor, 1865-1915 Tem como proposta básica: aumento de produção pela eficiência do nível operacional Fundamentada na divisão do trabalho Na especialização do operário Padronização das atividades e tarefas
Críticas  Pode-se dizer que é mecanicista O homem é uma peça de engrenagem Preocupa-se em como fazer; padronização de escalas Fragmentação da assistência de enfermagem
Teoria Clássica Henry Fayol, 1841-1925 Visa a eficiência da organização pela adoção de uma estrutura adequada e um funcionamento compatível com essa estrutura Homem econômico
Funções Empresariais Técnica: produção, prestação de serviços Comercial: compra e venda de produtos e serviços Segurança: proteção de bens e pessoas
Funções Empresariais Financeira: captação e gerenciamento de capitais Contabilidade: balanço, custos e inventários Adminisatrativa - POCCC
Para atingir resultados... P lanejamento: prever, traçar o programa de ação O rganização: material e social da empresa C oordenação: ligar, unir, harmonizar atos e esforços C omando: dirigir as pessoas C ontrolar: velar, cuidar para que tudo saia como planejado
Então...  A teoria clássica está fundamentada em: Divisão do trabalho,  Na autoridade e responsabilidade Disciplina Unidade  de comando Unidade de direção Subordinação do interesse particular ao geral Remuneração de pessoal Centralização e hierarquia
Crítica  Possui caráter prescritivo e normativo Admite apenas a estrutura formal da organização Estrutura rígida e hierarquizada Estática e limitada
Teoria das Relações Humanas A partir de 1930  (em 1924 por Elton Mayo) Enfatizar variável de pessoas em lugar da variável estrutura Preocupações são com aspecto psicológico do homem, aspecto sociológico deixando de lado os métodos, normas e regras
Teoria das Relações Humanas Fundamentada pelas necessidades de humanização e democratização na administração de pessoal Elton concluiu que o nível de produção não era determinado pela condição física do trabalhador mas pela integração do indivíduo no grupo social
Crítica  Houveram abusos em decorrência da forma paternalista de administrar A busca pela harmonia, os conflitos eram abafados e os confrontos Patrão x Empregado ignorados
Teoria Burocrática Max Weber 1864-1920 Tem enfoque na racionalidade (adequação dos meios utilizados segundo os resultados almejados) Visa eficiência organizacional como objetivo básico (detalhar tudo)
Teoria Burocrática Caráter racional e divisão sistemática do trabalho Impessoalidade nas relações humanas (considera indivíduos em função dos cargos e funções que exercem na administração)
Crítica  Exagero apego às normas, regras, regularidades Valorizam mais as normas e regras que o contingente humano Enfoque que mais influencia na prática da enfermagem Impessoalidade no relacionamento Necessidade de exibir símbolos que evidenciam poder
Teoria Comportamentalista Behaviorismo  Preocupação com a estrutura transferiu-se para o processo e para dinâmica organizacional Ênfase ao homem administrativo Visa a maneira satisfatória na realização do trabalho e não a melhor maneira Baseou-se no comportamento das pessoas e na motivação humana
Maslow e a Teoria da Motivação Está fundamentada nas necessidades humanas básicas de forma hierárquica: Primária: fisiológicas e de segurança Secundária: sociais, estima e auto-realização
Likert  Também seguidos da teoria de Maslow, são 4 os sistemas administrativos: Autoritário coercivo Autoritário benevolente Consultivo Participativo
Crítica Relatividade da motivação humana Mesmas necessidades nos indivíduos  Hierarquização das necessidades
Teoria dos Sistemas Década de 60 3 premissas básicas: Os sistemas existem dentro de sistemas Os sistemas são abertos As funções de um sistema dependem da sua estrutura
Podem ser: Abertos: intercambiam matéria e energia com o meio ambiente, restaurando assim suas perdas de energia. Caracterizam por estímulos – respostas Fechados: não intercambiam com o meio ambiente, ou seja, não interferem e nem recebem interferência deles
Crítica As organizações são aceitas como um subsistema maior ex: Sistema de Saúde aceita apenas o que for compatível com suas políticas de saúde
Teoria Contingencial Surgiu a partir de estudos que investigam como uma mesma empresa funcionava de diferentes formas e em diferentes condições Existe uma relação funcional entre as variáveis ambientais (independentes) e as variáveis técnico-administrativas (dependentes)
Teoria Contingencial Diferenciação: divisão da organização em partes competentes (departamentos e serviços) Integração: esforço convergentes da organização em unir esforços das partes divididas para consecução dos projetos organizacionais Ressaltar a influência da tecnologia
Crítica  Teoria recente e pouco estudada Dependente do sistema econômico e de propostas sociais, regimes políticos, planos e programas educacionais
Metodologia do Planejamento Introdução Conceito Fases do planejamento Instrumentos utilizados Regulamento X Regimento
Introdução 1ª das funções administrativas Uma das mais importantes, pois serve de base para as demais
Conceito de Planejamento  Função administrativa que determina antecipadamente o que se deve fazer e quais os objetivos que devem ser atingidos Modelo teórico para ação futura
Dificuldade  Impressão que o plano não sai do papel Teórico e inaplicável Encontrar maneiras de torná-lo parte integrante do processo ou seja, torná-lo produtivo
Fases do Planejamento Conhecimento do sistema como um todo Determinação dos objetivos Estabelecimento das prioridades Seleção dos recursos disponíveis Estabelecimento do plano operacional  Desenvolvimento Aperfeiçoamento
Conhecimento do Planejamento com um Todo  Técnico: compreende as demandas das tarefas, implantação física e os equipamentos existentes. Responsável pela eficiência potencial em eficiência real Social: compreende as relações dos elementos responsáveis pela execução das tarefas que transformam a eficiência real
Conhecimento do Planejamento com um Todo Conhecer o sistema social: procedendo um levantamento das necessidades de saúde da comunidade onde o serviço será inserido (hábitos, crenças, valores) Caracterizar os recursos humanos disponíveis na região para planejar o programa de desenvolvimento pessoal a ser adotado pelo Serviço de Enfermagem
Conhecimento do Planejamento com um Todo Conhecer o sistema técnico: com informações precisas a respeito dos recursos financeiros e materiais disponíveis para o serviço de enfermagem, para melhor aproveitamento conforme as necessidades da clientela Conhecer o sistema como um todo, para que possa formular objetivos adequadamente e não seja apenas um plano teórico
Determinação dos Objetivos Objetivos são resultados futuros, que se pretendem atingir São as funções primordiais da organização (rentabilidade, pesquisa, prestação de serviços) Uma vez definidos, passam a dirigir e orientar as atividades desenvolvidas
Princípios para Fixação dos Objetivos Princípio da comunicação total Princípio de coerência vertical Princípio da coerência horizontal
Princípio da Comunicação Total Todos os objetivos devem ser comunicados a todos os níveis hierárquicos, para conheçam e participem
Princípio da Coerência Vertical Os objetivos de um determinado nível organizacional devem ser discutidos com o nível acima e o nível abaixo, para que haja coerência na sua execução
Princípio da Coerência Horizontal Deve haver harmonia e coerência entre os órgãos para evitar conflitos e incompatibilidades A partir dos objetivos mais amplos, é que uma instituição passa definir políticas, diretrizes, metas, programas, procedimentos, normas.
Estabelecimento de Prioridades Para definir ações a serem realizadas é preciso estabelecer e selecionar quais as mais propicias  Racionalidade (adequação dos meios utilizados em relação aos resultados almejados)
Seleção dos Recursos Disponíveis Baseado nas ações consideradas prioritárias Primordial proceder um levantamento dos recursos necessários para implementar ações Ter claro quais recursos disponíveis (humanos, físicos e materiais) Estratégias para utilizá-los (redistribuir, agrupar, dividir)
Estabelecimento do Plano Operacional Planejamento estratégico Planejamento operacional Plano estratégico Plano tático Plano operacional
Planejamento Estratégico Planos de longo alcance, estabelecido a nível global, por serem abrangentes, não sendo detalhados. Devido ser de longo alcance, devem ser flexíveis “ O que deve ser feito?”
Planejamento Operacional Planos de curto alcance; são ações atuais da Instituição “ Quem vai fazer o que, quando e onde.”
Planos Estratégico: abrange a Instituição Tático: abrange determinadas áreas de trabalho Operacional: específico de uma unidade
Desenvolvimento  Engloba o desenvolvimento do programa, sua aprovação e execução Envolve ação e coordenação Tempo e espaço disponíveis ocupam parte importante Colocar em prática as questões o que, quem, como e quando são traduzidas em ação
Desenvolvimento Essencial a coordenação: minimizar atritos, definir responsabilidades Ajustes necessários em função das limitações que possam surgir Aprovação do programa pelos níveis superiores – aval de implementação
Aperfeiçoamento  Avaliação Replanejamento
Avaliação  Processo permanente e contínuo Visa medir resultados em relação ao cumprimento dos objetivos Realizada sistematicamente, durante todo o processo, permitindo localizar e corrigir falhas
Replanejamento  Baseada em critérios, que devem checar as seguintes características de um plano adequado
Replanejamento  Deve ser baseado em objetivos claramente definidos, para todos os envolvidos na implantação Além de claro, deve ser simples, porém flexível, capaz de adaptar-se as situações prioritárias, de emergência, de mudanças
Replanejamento Plano deve ser econômico e realista, em termos de recursos necessários para implementá-lo e aproveitados ao máximo Deve proporcionar a possibilidade de análise completa das atividades em cada fase para facilitar a avaliação
Fases  Sequência das atividades é realista e coerente Prioridades estabelecidas são pertinentes Datas e prazos estabelecidos são viáveis Planos voltados para o futuro, prever variáveis econômicas, físicas, humanas, necessidades de expansão, mudanças políticas Plano deve reconhecer o ambiente organizacional, do ponto de vista socioeconômico e cultural
Instrumentos Utilizados Cronograma: deve relacionar atividades em função do tempo disponível e desejável Gráfico de Grant: variável do cronograma, é bastante utilizado por ser simples e de fácil elaboração Pert: indicado para planejamento e controle, em situações com múltiplas atividades e eventos.  CPM: aplicado em diversas áreas do planejamento, onde provêem princípio, meio e fim
Conclusão  O planejamento de todas as atividades desenvolvidas no Serviço de Enfermagem é de fundamental importância para consecução de uma assistência melhor qualidade, bem como para obterem melhores condições de trabalho

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Anotaçoes de enfermagem
Anotaçoes de enfermagemAnotaçoes de enfermagem
Anotaçoes de enfermagem
Guiomar Dutra Lima
 
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEMAula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Luziane Costa
 
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de EnfermagemEstrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Centro Universitário Ages
 
Fundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagemFundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagem
Jardiel7
 
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
ivanaferraz
 
Administração apliacada à enfermagem apostila
Administração apliacada à enfermagem   apostilaAdministração apliacada à enfermagem   apostila
Administração apliacada à enfermagem apostila
Wilma Medeiros
 
Apostila técnicas básicas de enfermagem
Apostila técnicas básicas de enfermagemApostila técnicas básicas de enfermagem
Apostila técnicas básicas de enfermagem
EDSON OLIVEIRA
 
Lei do exercicio profissional
Lei do exercicio profissionalLei do exercicio profissional
Lei do exercicio profissional
anapatricialima
 
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde ColetivaAula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
Karynne Alves do Nascimento
 
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em EnfermagemSemiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Marco Antonio
 
SAÚDE DA MULHER: ENFERMAGEM
SAÚDE DA MULHER: ENFERMAGEMSAÚDE DA MULHER: ENFERMAGEM
SAÚDE DA MULHER: ENFERMAGEM
Centro Universitário Ages
 
1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagem1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagem
Elter Alves
 
Gerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúde
Gerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúdeGerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúde
Gerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúde
Aroldo Gavioli
 
Código de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagemCódigo de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagem
Tuanny Sampaio - Estética Avançada
 
Ética e legislação em enfermagem
Ética e legislação em enfermagemÉtica e legislação em enfermagem
Ética e legislação em enfermagem
luzienne moraes
 
História da enfermagem
História da enfermagemHistória da enfermagem
História da enfermagem
Fernanda Marinho
 
Ética Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagemÉtica Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagem
fnanda
 
Slide Centro Cirúrgico
Slide Centro CirúrgicoSlide Centro Cirúrgico
Slide Centro Cirúrgico
Luana Santos
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurança
Renatbar
 
Infecção hospitalar
Infecção hospitalarInfecção hospitalar
Infecção hospitalar
Rafaela Carvalho
 

Mais procurados (20)

Anotaçoes de enfermagem
Anotaçoes de enfermagemAnotaçoes de enfermagem
Anotaçoes de enfermagem
 
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEMAula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
Aula 1 - HISTÓRIA, ÉTICA E LEGISLAÇÃO EM ENFERMAGEM
 
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de EnfermagemEstrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
Estrutura Organizacional e os Serviços de Enfermagem
 
Fundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagemFundamentos de enfermagem
Fundamentos de enfermagem
 
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH) Comissão de  Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
Comissão de Controle de Infecção Hospitalar (CCIH)
 
Administração apliacada à enfermagem apostila
Administração apliacada à enfermagem   apostilaAdministração apliacada à enfermagem   apostila
Administração apliacada à enfermagem apostila
 
Apostila técnicas básicas de enfermagem
Apostila técnicas básicas de enfermagemApostila técnicas básicas de enfermagem
Apostila técnicas básicas de enfermagem
 
Lei do exercicio profissional
Lei do exercicio profissionalLei do exercicio profissional
Lei do exercicio profissional
 
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde ColetivaAula Introdutória de Saúde Coletiva
Aula Introdutória de Saúde Coletiva
 
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em EnfermagemSemiologia e Semiotécnica em Enfermagem
Semiologia e Semiotécnica em Enfermagem
 
SAÚDE DA MULHER: ENFERMAGEM
SAÚDE DA MULHER: ENFERMAGEMSAÚDE DA MULHER: ENFERMAGEM
SAÚDE DA MULHER: ENFERMAGEM
 
1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagem1ª aula introducao de-enfermagem
1ª aula introducao de-enfermagem
 
Gerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúde
Gerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúdeGerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúde
Gerenciamento de enfermagem: avaliação de serviços de saúde
 
Código de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagemCódigo de ética dos profissionais de enfermagem
Código de ética dos profissionais de enfermagem
 
Ética e legislação em enfermagem
Ética e legislação em enfermagemÉtica e legislação em enfermagem
Ética e legislação em enfermagem
 
História da enfermagem
História da enfermagemHistória da enfermagem
História da enfermagem
 
Ética Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagemÉtica Profissional de enfermagem
Ética Profissional de enfermagem
 
Slide Centro Cirúrgico
Slide Centro CirúrgicoSlide Centro Cirúrgico
Slide Centro Cirúrgico
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurança
 
Infecção hospitalar
Infecção hospitalarInfecção hospitalar
Infecção hospitalar
 

Semelhante a AdministraçãO De Enfermagem Parte 1

A D M I N I S T R AÇÃ O
A D M I N I S T R AÇÃ OA D M I N I S T R AÇÃ O
A D M I N I S T R AÇÃ O
taniamaciel
 
Administraodeenfermagemparte1 091017140019-phpapp02
Administraodeenfermagemparte1 091017140019-phpapp02Administraodeenfermagemparte1 091017140019-phpapp02
Administraodeenfermagemparte1 091017140019-phpapp02
Georgina Lomanto
 
Aula 02- Organização 24-02.pdf
Aula 02- Organização 24-02.pdfAula 02- Organização 24-02.pdf
Aula 02- Organização 24-02.pdf
NayaraMelo23
 
Para que servem as teorias administrativas
Para que servem as teorias administrativasPara que servem as teorias administrativas
Para que servem as teorias administrativas
Marta Figueiredo
 
Teorias de Administração - 1ª aula.pdf
Teorias de Administração - 1ª aula.pdfTeorias de Administração - 1ª aula.pdf
Teorias de Administração - 1ª aula.pdf
JonasDias35
 
A area de organização e métodos
A area de organização e métodosA area de organização e métodos
A area de organização e métodos
igorcmg
 
FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO - AULA EXPOSITIVA
FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO - AULA EXPOSITIVAFUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO - AULA EXPOSITIVA
FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO - AULA EXPOSITIVA
thamirescunha8
 
2014 01 04 gestão careconsulting
2014 01 04 gestão careconsulting2014 01 04 gestão careconsulting
2014 01 04 gestão careconsulting
Wagner Louzada
 
Aula17
Aula17Aula17
Organização do trabalho
Organização do trabalhoOrganização do trabalho
Organização do trabalho
Marcelo Vianello
 
Organizações mecanicistas x organizações flexíveis
Organizações mecanicistas x organizações flexíveisOrganizações mecanicistas x organizações flexíveis
Organizações mecanicistas x organizações flexíveis
Joici Borges
 
ENFERMAGEM - ADMINISTRAÇÃO - AULA 1.pptx
ENFERMAGEM - ADMINISTRAÇÃO - AULA 1.pptxENFERMAGEM - ADMINISTRAÇÃO - AULA 1.pptx
ENFERMAGEM - ADMINISTRAÇÃO - AULA 1.pptx
HelosaFerreira9
 
Aula 1 (2)
Aula 1 (2)Aula 1 (2)
Aula 1 (2)
Felipe Pereira
 
Aula 1
Aula 1Aula 1
Aula 1
Aula 1Aula 1
Aula 1
Aula 1Aula 1
Apostila organização de empresa
Apostila organização de empresaApostila organização de empresa
Apostila organização de empresa
Fabio Aguiar
 
Apostila adm rh
Apostila adm rhApostila adm rh
Apostila adm rh
admcontabil
 
Apostila adm rh
Apostila adm rhApostila adm rh
Apostila adm rh
apostilacontabil
 
Administrao
AdministraoAdministrao
Administrao
Daniel Nery
 

Semelhante a AdministraçãO De Enfermagem Parte 1 (20)

A D M I N I S T R AÇÃ O
A D M I N I S T R AÇÃ OA D M I N I S T R AÇÃ O
A D M I N I S T R AÇÃ O
 
Administraodeenfermagemparte1 091017140019-phpapp02
Administraodeenfermagemparte1 091017140019-phpapp02Administraodeenfermagemparte1 091017140019-phpapp02
Administraodeenfermagemparte1 091017140019-phpapp02
 
Aula 02- Organização 24-02.pdf
Aula 02- Organização 24-02.pdfAula 02- Organização 24-02.pdf
Aula 02- Organização 24-02.pdf
 
Para que servem as teorias administrativas
Para que servem as teorias administrativasPara que servem as teorias administrativas
Para que servem as teorias administrativas
 
Teorias de Administração - 1ª aula.pdf
Teorias de Administração - 1ª aula.pdfTeorias de Administração - 1ª aula.pdf
Teorias de Administração - 1ª aula.pdf
 
A area de organização e métodos
A area de organização e métodosA area de organização e métodos
A area de organização e métodos
 
FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO - AULA EXPOSITIVA
FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO - AULA EXPOSITIVAFUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO - AULA EXPOSITIVA
FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO - AULA EXPOSITIVA
 
2014 01 04 gestão careconsulting
2014 01 04 gestão careconsulting2014 01 04 gestão careconsulting
2014 01 04 gestão careconsulting
 
Aula17
Aula17Aula17
Aula17
 
Organização do trabalho
Organização do trabalhoOrganização do trabalho
Organização do trabalho
 
Organizações mecanicistas x organizações flexíveis
Organizações mecanicistas x organizações flexíveisOrganizações mecanicistas x organizações flexíveis
Organizações mecanicistas x organizações flexíveis
 
ENFERMAGEM - ADMINISTRAÇÃO - AULA 1.pptx
ENFERMAGEM - ADMINISTRAÇÃO - AULA 1.pptxENFERMAGEM - ADMINISTRAÇÃO - AULA 1.pptx
ENFERMAGEM - ADMINISTRAÇÃO - AULA 1.pptx
 
Aula 1 (2)
Aula 1 (2)Aula 1 (2)
Aula 1 (2)
 
Aula 1
Aula 1Aula 1
Aula 1
 
Aula 1
Aula 1Aula 1
Aula 1
 
Aula 1
Aula 1Aula 1
Aula 1
 
Apostila organização de empresa
Apostila organização de empresaApostila organização de empresa
Apostila organização de empresa
 
Apostila adm rh
Apostila adm rhApostila adm rh
Apostila adm rh
 
Apostila adm rh
Apostila adm rhApostila adm rh
Apostila adm rh
 
Administrao
AdministraoAdministrao
Administrao
 

Mais de Eduardo Gomes da Silva

Palestra Parada Cárdiorrespiratória
Palestra Parada CárdiorrespiratóriaPalestra Parada Cárdiorrespiratória
Palestra Parada Cárdiorrespiratória
Eduardo Gomes da Silva
 
Integração
IntegraçãoIntegração
Integração BEM Base Santos
Integração BEM Base SantosIntegração BEM Base Santos
Integração BEM Base Santos
Eduardo Gomes da Silva
 
Profissão enfermeiro
Profissão enfermeiroProfissão enfermeiro
Profissão enfermeiro
Eduardo Gomes da Silva
 
Código Q
Código QCódigo Q
Novas Diretrizes da AHA 2010
Novas Diretrizes da AHA 2010Novas Diretrizes da AHA 2010
Novas Diretrizes da AHA 2010
Eduardo Gomes da Silva
 
Afogamento
AfogamentoAfogamento
Rotinas internas samu parte 1
Rotinas internas samu   parte 1Rotinas internas samu   parte 1
Rotinas internas samu parte 1
Eduardo Gomes da Silva
 
Rotinas internas samu parte 1
Rotinas internas samu   parte 1Rotinas internas samu   parte 1
Rotinas internas samu parte 1
Eduardo Gomes da Silva
 
História e reforma psiquiátrica parte 1
História e reforma psiquiátrica parte 1História e reforma psiquiátrica parte 1
História e reforma psiquiátrica parte 1
Eduardo Gomes da Silva
 
Atendimento pré hospitalar -1
Atendimento pré hospitalar -1Atendimento pré hospitalar -1
Atendimento pré hospitalar -1
Eduardo Gomes da Silva
 
Atendimento pré hospitalar -1
Atendimento pré hospitalar -1Atendimento pré hospitalar -1
Atendimento pré hospitalar -1
Eduardo Gomes da Silva
 
Prontuário
ProntuárioProntuário
Sistema óSseo
Sistema óSseoSistema óSseo
Sistema óSseo
Eduardo Gomes da Silva
 
Introdução à anatomia
Introdução à anatomiaIntrodução à anatomia
Introdução à anatomia
Eduardo Gomes da Silva
 
Manual Padroes Visuais Samu
Manual Padroes Visuais SamuManual Padroes Visuais Samu
Manual Padroes Visuais Samu
Eduardo Gomes da Silva
 
Ajustamento Sadio
Ajustamento SadioAjustamento Sadio
Ajustamento Sadio
Eduardo Gomes da Silva
 
Manual PráTico De TéCnicas De Enfermagem
Manual PráTico De TéCnicas De EnfermagemManual PráTico De TéCnicas De Enfermagem
Manual PráTico De TéCnicas De Enfermagem
Eduardo Gomes da Silva
 
GenéTica
GenéTicaGenéTica
Medicina HiperbáRica
Medicina HiperbáRicaMedicina HiperbáRica
Medicina HiperbáRica
Eduardo Gomes da Silva
 

Mais de Eduardo Gomes da Silva (20)

Palestra Parada Cárdiorrespiratória
Palestra Parada CárdiorrespiratóriaPalestra Parada Cárdiorrespiratória
Palestra Parada Cárdiorrespiratória
 
Integração
IntegraçãoIntegração
Integração
 
Integração BEM Base Santos
Integração BEM Base SantosIntegração BEM Base Santos
Integração BEM Base Santos
 
Profissão enfermeiro
Profissão enfermeiroProfissão enfermeiro
Profissão enfermeiro
 
Código Q
Código QCódigo Q
Código Q
 
Novas Diretrizes da AHA 2010
Novas Diretrizes da AHA 2010Novas Diretrizes da AHA 2010
Novas Diretrizes da AHA 2010
 
Afogamento
AfogamentoAfogamento
Afogamento
 
Rotinas internas samu parte 1
Rotinas internas samu   parte 1Rotinas internas samu   parte 1
Rotinas internas samu parte 1
 
Rotinas internas samu parte 1
Rotinas internas samu   parte 1Rotinas internas samu   parte 1
Rotinas internas samu parte 1
 
História e reforma psiquiátrica parte 1
História e reforma psiquiátrica parte 1História e reforma psiquiátrica parte 1
História e reforma psiquiátrica parte 1
 
Atendimento pré hospitalar -1
Atendimento pré hospitalar -1Atendimento pré hospitalar -1
Atendimento pré hospitalar -1
 
Atendimento pré hospitalar -1
Atendimento pré hospitalar -1Atendimento pré hospitalar -1
Atendimento pré hospitalar -1
 
Prontuário
ProntuárioProntuário
Prontuário
 
Sistema óSseo
Sistema óSseoSistema óSseo
Sistema óSseo
 
Introdução à anatomia
Introdução à anatomiaIntrodução à anatomia
Introdução à anatomia
 
Manual Padroes Visuais Samu
Manual Padroes Visuais SamuManual Padroes Visuais Samu
Manual Padroes Visuais Samu
 
Ajustamento Sadio
Ajustamento SadioAjustamento Sadio
Ajustamento Sadio
 
Manual PráTico De TéCnicas De Enfermagem
Manual PráTico De TéCnicas De EnfermagemManual PráTico De TéCnicas De Enfermagem
Manual PráTico De TéCnicas De Enfermagem
 
GenéTica
GenéTicaGenéTica
GenéTica
 
Medicina HiperbáRica
Medicina HiperbáRicaMedicina HiperbáRica
Medicina HiperbáRica
 

AdministraçãO De Enfermagem Parte 1

  • 1. ADMINISTRAÇÃO EM ENFERMAGEM Enfº Eduardo Gomes da Silva – COREN 001790 Enfª Juliana Lopes Figueiredo – COREN 99792 Grupo Aliança de Enfermagem - Salvando Vidas com Qualidade de Ensino
  • 2. Teorias Teoria científica Teoria clássica Teoria das relações humanas Teoria burocrática Teoria comportamentalista Teoria dos sistemas Teoria contingencial
  • 3. Teoria Científica Frederick Taylor, 1865-1915 Tem como proposta básica: aumento de produção pela eficiência do nível operacional Fundamentada na divisão do trabalho Na especialização do operário Padronização das atividades e tarefas
  • 4. Críticas Pode-se dizer que é mecanicista O homem é uma peça de engrenagem Preocupa-se em como fazer; padronização de escalas Fragmentação da assistência de enfermagem
  • 5. Teoria Clássica Henry Fayol, 1841-1925 Visa a eficiência da organização pela adoção de uma estrutura adequada e um funcionamento compatível com essa estrutura Homem econômico
  • 6. Funções Empresariais Técnica: produção, prestação de serviços Comercial: compra e venda de produtos e serviços Segurança: proteção de bens e pessoas
  • 7. Funções Empresariais Financeira: captação e gerenciamento de capitais Contabilidade: balanço, custos e inventários Adminisatrativa - POCCC
  • 8. Para atingir resultados... P lanejamento: prever, traçar o programa de ação O rganização: material e social da empresa C oordenação: ligar, unir, harmonizar atos e esforços C omando: dirigir as pessoas C ontrolar: velar, cuidar para que tudo saia como planejado
  • 9. Então... A teoria clássica está fundamentada em: Divisão do trabalho, Na autoridade e responsabilidade Disciplina Unidade de comando Unidade de direção Subordinação do interesse particular ao geral Remuneração de pessoal Centralização e hierarquia
  • 10. Crítica Possui caráter prescritivo e normativo Admite apenas a estrutura formal da organização Estrutura rígida e hierarquizada Estática e limitada
  • 11. Teoria das Relações Humanas A partir de 1930 (em 1924 por Elton Mayo) Enfatizar variável de pessoas em lugar da variável estrutura Preocupações são com aspecto psicológico do homem, aspecto sociológico deixando de lado os métodos, normas e regras
  • 12. Teoria das Relações Humanas Fundamentada pelas necessidades de humanização e democratização na administração de pessoal Elton concluiu que o nível de produção não era determinado pela condição física do trabalhador mas pela integração do indivíduo no grupo social
  • 13. Crítica Houveram abusos em decorrência da forma paternalista de administrar A busca pela harmonia, os conflitos eram abafados e os confrontos Patrão x Empregado ignorados
  • 14. Teoria Burocrática Max Weber 1864-1920 Tem enfoque na racionalidade (adequação dos meios utilizados segundo os resultados almejados) Visa eficiência organizacional como objetivo básico (detalhar tudo)
  • 15. Teoria Burocrática Caráter racional e divisão sistemática do trabalho Impessoalidade nas relações humanas (considera indivíduos em função dos cargos e funções que exercem na administração)
  • 16. Crítica Exagero apego às normas, regras, regularidades Valorizam mais as normas e regras que o contingente humano Enfoque que mais influencia na prática da enfermagem Impessoalidade no relacionamento Necessidade de exibir símbolos que evidenciam poder
  • 17. Teoria Comportamentalista Behaviorismo Preocupação com a estrutura transferiu-se para o processo e para dinâmica organizacional Ênfase ao homem administrativo Visa a maneira satisfatória na realização do trabalho e não a melhor maneira Baseou-se no comportamento das pessoas e na motivação humana
  • 18. Maslow e a Teoria da Motivação Está fundamentada nas necessidades humanas básicas de forma hierárquica: Primária: fisiológicas e de segurança Secundária: sociais, estima e auto-realização
  • 19. Likert Também seguidos da teoria de Maslow, são 4 os sistemas administrativos: Autoritário coercivo Autoritário benevolente Consultivo Participativo
  • 20. Crítica Relatividade da motivação humana Mesmas necessidades nos indivíduos Hierarquização das necessidades
  • 21. Teoria dos Sistemas Década de 60 3 premissas básicas: Os sistemas existem dentro de sistemas Os sistemas são abertos As funções de um sistema dependem da sua estrutura
  • 22. Podem ser: Abertos: intercambiam matéria e energia com o meio ambiente, restaurando assim suas perdas de energia. Caracterizam por estímulos – respostas Fechados: não intercambiam com o meio ambiente, ou seja, não interferem e nem recebem interferência deles
  • 23. Crítica As organizações são aceitas como um subsistema maior ex: Sistema de Saúde aceita apenas o que for compatível com suas políticas de saúde
  • 24. Teoria Contingencial Surgiu a partir de estudos que investigam como uma mesma empresa funcionava de diferentes formas e em diferentes condições Existe uma relação funcional entre as variáveis ambientais (independentes) e as variáveis técnico-administrativas (dependentes)
  • 25. Teoria Contingencial Diferenciação: divisão da organização em partes competentes (departamentos e serviços) Integração: esforço convergentes da organização em unir esforços das partes divididas para consecução dos projetos organizacionais Ressaltar a influência da tecnologia
  • 26. Crítica Teoria recente e pouco estudada Dependente do sistema econômico e de propostas sociais, regimes políticos, planos e programas educacionais
  • 27. Metodologia do Planejamento Introdução Conceito Fases do planejamento Instrumentos utilizados Regulamento X Regimento
  • 28. Introdução 1ª das funções administrativas Uma das mais importantes, pois serve de base para as demais
  • 29. Conceito de Planejamento Função administrativa que determina antecipadamente o que se deve fazer e quais os objetivos que devem ser atingidos Modelo teórico para ação futura
  • 30. Dificuldade Impressão que o plano não sai do papel Teórico e inaplicável Encontrar maneiras de torná-lo parte integrante do processo ou seja, torná-lo produtivo
  • 31. Fases do Planejamento Conhecimento do sistema como um todo Determinação dos objetivos Estabelecimento das prioridades Seleção dos recursos disponíveis Estabelecimento do plano operacional Desenvolvimento Aperfeiçoamento
  • 32. Conhecimento do Planejamento com um Todo Técnico: compreende as demandas das tarefas, implantação física e os equipamentos existentes. Responsável pela eficiência potencial em eficiência real Social: compreende as relações dos elementos responsáveis pela execução das tarefas que transformam a eficiência real
  • 33. Conhecimento do Planejamento com um Todo Conhecer o sistema social: procedendo um levantamento das necessidades de saúde da comunidade onde o serviço será inserido (hábitos, crenças, valores) Caracterizar os recursos humanos disponíveis na região para planejar o programa de desenvolvimento pessoal a ser adotado pelo Serviço de Enfermagem
  • 34. Conhecimento do Planejamento com um Todo Conhecer o sistema técnico: com informações precisas a respeito dos recursos financeiros e materiais disponíveis para o serviço de enfermagem, para melhor aproveitamento conforme as necessidades da clientela Conhecer o sistema como um todo, para que possa formular objetivos adequadamente e não seja apenas um plano teórico
  • 35. Determinação dos Objetivos Objetivos são resultados futuros, que se pretendem atingir São as funções primordiais da organização (rentabilidade, pesquisa, prestação de serviços) Uma vez definidos, passam a dirigir e orientar as atividades desenvolvidas
  • 36. Princípios para Fixação dos Objetivos Princípio da comunicação total Princípio de coerência vertical Princípio da coerência horizontal
  • 37. Princípio da Comunicação Total Todos os objetivos devem ser comunicados a todos os níveis hierárquicos, para conheçam e participem
  • 38. Princípio da Coerência Vertical Os objetivos de um determinado nível organizacional devem ser discutidos com o nível acima e o nível abaixo, para que haja coerência na sua execução
  • 39. Princípio da Coerência Horizontal Deve haver harmonia e coerência entre os órgãos para evitar conflitos e incompatibilidades A partir dos objetivos mais amplos, é que uma instituição passa definir políticas, diretrizes, metas, programas, procedimentos, normas.
  • 40. Estabelecimento de Prioridades Para definir ações a serem realizadas é preciso estabelecer e selecionar quais as mais propicias Racionalidade (adequação dos meios utilizados em relação aos resultados almejados)
  • 41. Seleção dos Recursos Disponíveis Baseado nas ações consideradas prioritárias Primordial proceder um levantamento dos recursos necessários para implementar ações Ter claro quais recursos disponíveis (humanos, físicos e materiais) Estratégias para utilizá-los (redistribuir, agrupar, dividir)
  • 42. Estabelecimento do Plano Operacional Planejamento estratégico Planejamento operacional Plano estratégico Plano tático Plano operacional
  • 43. Planejamento Estratégico Planos de longo alcance, estabelecido a nível global, por serem abrangentes, não sendo detalhados. Devido ser de longo alcance, devem ser flexíveis “ O que deve ser feito?”
  • 44. Planejamento Operacional Planos de curto alcance; são ações atuais da Instituição “ Quem vai fazer o que, quando e onde.”
  • 45. Planos Estratégico: abrange a Instituição Tático: abrange determinadas áreas de trabalho Operacional: específico de uma unidade
  • 46. Desenvolvimento Engloba o desenvolvimento do programa, sua aprovação e execução Envolve ação e coordenação Tempo e espaço disponíveis ocupam parte importante Colocar em prática as questões o que, quem, como e quando são traduzidas em ação
  • 47. Desenvolvimento Essencial a coordenação: minimizar atritos, definir responsabilidades Ajustes necessários em função das limitações que possam surgir Aprovação do programa pelos níveis superiores – aval de implementação
  • 49. Avaliação Processo permanente e contínuo Visa medir resultados em relação ao cumprimento dos objetivos Realizada sistematicamente, durante todo o processo, permitindo localizar e corrigir falhas
  • 50. Replanejamento Baseada em critérios, que devem checar as seguintes características de um plano adequado
  • 51. Replanejamento Deve ser baseado em objetivos claramente definidos, para todos os envolvidos na implantação Além de claro, deve ser simples, porém flexível, capaz de adaptar-se as situações prioritárias, de emergência, de mudanças
  • 52. Replanejamento Plano deve ser econômico e realista, em termos de recursos necessários para implementá-lo e aproveitados ao máximo Deve proporcionar a possibilidade de análise completa das atividades em cada fase para facilitar a avaliação
  • 53. Fases Sequência das atividades é realista e coerente Prioridades estabelecidas são pertinentes Datas e prazos estabelecidos são viáveis Planos voltados para o futuro, prever variáveis econômicas, físicas, humanas, necessidades de expansão, mudanças políticas Plano deve reconhecer o ambiente organizacional, do ponto de vista socioeconômico e cultural
  • 54. Instrumentos Utilizados Cronograma: deve relacionar atividades em função do tempo disponível e desejável Gráfico de Grant: variável do cronograma, é bastante utilizado por ser simples e de fácil elaboração Pert: indicado para planejamento e controle, em situações com múltiplas atividades e eventos. CPM: aplicado em diversas áreas do planejamento, onde provêem princípio, meio e fim
  • 55. Conclusão O planejamento de todas as atividades desenvolvidas no Serviço de Enfermagem é de fundamental importância para consecução de uma assistência melhor qualidade, bem como para obterem melhores condições de trabalho