O documento discute a orientação profissional sob uma perspectiva sócio-histórica, destacando a crítica às ideias de liberdade de escolha e igualdade de oportunidades defendidas por modelos tradicionais. Salienta que as escolhas profissionais estão intimamente ligadas às condições sociais, experiências individuais e contextos culturais, propondo uma análise mais integrada do processo de escolha. Enfatiza a importância de reconhecer que a escolha profissional é um reflexo não apenas do indivíduo, mas do conjunto de significações e relações sociais que moldam sua trajetória.