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Educação de Jovens e Adultos
Fundamentos e Metodologias
Aula 11: Fundamentos teóricos da Educação de Jovens e Adultos: desenvolvimento e aprendizagem.
Profa. Me. Míriam Navarro de Castro Nunes
1
Textos
OLIVEIRA, Marta Kohl. Ciclos de vida: algumas questões sobre a psicologia
do adulto. Educação e Pesquisa, Ago 2004, vol.30, no.2, p.211-229. Disponível
em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517-
97022004000200002&script=sci_arttext
2
PSICOLOGIA DO ADULTO
Ciclos de Vida X Estágios do desenvolvimento
3
CICLOS DE VIDA
• Sistemas de ensino (estaduais e municipais) têm adotado a ideia de ciclos de
vida como um modo de organização da escola alternativo ao sistema seriado.
• Essa ideia remete aos estágios de desenvolvimento humano – organização das
etapas da vida humana.
4
DESENVOLVIMENTO HUMANO
• Processos de transformação que ocorrem ao longo de toda a vida,
relacionados a fatores biológicos, culturais e sociais:
1) A etapa da vida em que a pessoa se encontra;
2) As circunstâncias culturais, históricas e sociais nas quais sua existência
transcorre;
3) Experiências particulares privadas de cada um e não generalizáveis a outras
pessoas. (Palacios, 1995)
5
PLANOS GENÉTICOS
Plano Genético = gênese = início, princípio.
• Na abordagem histórico-cultural: o desenvolvimento é resultado da interação
entre quatro planos genéticos: a filogênese, a ontogênese, a sociogênese e a
microgênese.
• Plano filogenético: história da espécie humana.
• Plano ontogenético: história do indivíduo de cada espécie.
• Plano sociogenético: história da cultura em que o sujeito está inserido.
• Plano microgenético: aspecto microscópico do desenvolvimento, elementos
idiossincráticos (especificidades do indivíduo).
6
ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO
• Crítica: Fundamentam-se principalmente no plano ontogenético, focalizando o
indivíduo isolado e as transformações que ocorrem para todos os seres
humanos de forma similar.
• Exemplos: o aparecimento dos dentes, a capacidade de caminhar, a aquisição
da linguagem, o amadurecimento sexual, o envelhecimento do organismo
(processos de maturação biológica).
•
7
DESENVOLVIMENTO HUMANO
“Mas a maturação biológica, essencial para o processo de desenvolvimento, não
representa a totalidade do desenvolvimento: as transformações mais relevantes
para a constituição do desenvolvimento tipicamente humano não estão na
biologia do indivíduo, mas na psicologia do sujeito, [...] isto é, às circunstâncias
histórico-culturais e às peculiaridades da história e das experiências de cada
sujeito”.
(Oliveira, 2004)
8
ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO
• As etapas da vida humana nos têm sido apresentadas como universais e
associadas a características comuns a todas as pessoas e a todos os grupos
humanos:
• Infância: período em que ocorrem as experiências com efeito determinante e
configurador de todo o desenvolvimento posterior.
• Adolescência: época das mudanças drásticas e turbulentas.
• Idade adulta: momento de estabilidade e ausência de mudanças importantes.
• Velhice: deterioração dos processos psicológicos. PERSPECTIVA
UNIVERSALIZANTE
9
ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO
• Não considera os aspectos da história cultural e individual dos sujeitos.
• Não contempla a multiplicidade de possibilidades de desenvolvimento
humano.
• Documentário: Babies https://vimeo.com/67691334
• Registra os dois primeiros anos de vida de quatro crianças e suas famílias
em diferentes lugares do mundo.
10
IGUAIS
OU
DIFERENTES??
11
CICLOS DE VIDA X ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO
• A questão não é eliminar o problema da etarização do desenvolvimento, mas
historicizar sua compreensão.
“É nesse sentido que a ideia dos ciclos da vida pode ser mais promissora para
uma compreensão minuciosa do fenômeno do desenvolvimento do que a ideia
dos estágios: não nos remete a uma passagem por um percurso abstrato
(natural) da vida humana, mas por um percurso contextualizado historicamente
(cultural)”.
(Oliveira, 2004)
12
PSICOLOGIA DO ADULTO
Relação entre funcionamento intelectual, vida
adulta, escola e trabalho
13
ATIVIDADE
• Leontiev, 1978: coloca que um traço distintivo entre o homem e os outros animais é
a sua capacidade de planejar e atingir objetivos conscientemente, acredita que as
atividades são formas do homem se relacionar com o mundo, traçando e
perseguindo objetivos, de forma intencional, por meio de ações planejadas.
• Atividade predominante na infância: BRINCAR
• Atividade predominante na vida adulta: TRABALHAR
• A atividade psicológica interna do indivíduo tem sua origem na atividade externa.
• O instrumento medeia a atividade, possibilitando ao homem relacionar-se com os
objetos e também com outros homens.
14
ATIVIDADE
• Uma pesquisa realizada por Luria e Vigotski (1931-1932) mostrou que:
• Os adultos pouco escolarizados tenderam a apresentar um modo de pensamento
baseado na experiência individual e nas relações concretas observadas na vida
cotidiana, ao passo que aqueles com maior grau de escolaridade operaram de forma
desvinculada das situações concretas, trabalhando de modo abstrato e
descontextualizado (Luria, 1990).
• Perguntas frequentes dos educadores: Por que os outros não funcionam como nós?
O que lhes falta?
• Erro comum: comparação com um adulto abstrato, supostamente universal, mas que
na verdade é um adulto bastante específico e historicamente contextualizado:
ocidental, urbano, branco, pertencente às camadas médias da população, com um
nível instrucional relativamente elevado e com inserção no mundo do trabalho em
ocupações razoavelmente qualificadas (Oliveira, 2001).
15
CULTURA
• Deve ser o princípio explicativo da mente humana.
• As atividades executadas numa cultura constituem o fator que permite explicar
os processos mentais superiores.
• Pessoas envolvidas em diferentes tipos de atividade, resolvendo diferentes
tipos de tarefas, usando diferentes tipos de instrumentos, pensarão de formas
diferentes (Tulviste, 1999).
• O pensamento humano, em qualquer cultura, é heterogêneo por natureza.
16
CICLOS DE VIDA
• Nesse quadro, os ciclos de vida, poderiam ser definidos a partir dos tipos de
atividade em que os sujeitos estão envolvidos e os correspondentes
instrumentos, signos e modos de pensar.
• É preciso entender de forma aprofundada a organização das diferentes práticas
culturais, a construção compartilhada de sentidos e significados, a
internalização de modos de fazer, de pensar e de produzir a cultura em cada
âmbito concreto da cultura.
17
CARACTERÍSTICAS DA VIDA ADULTA
• Estágios do desenvolvimento: um estágio psicológico de estabilidade e
ausência de mudanças importantes (quase que excluído, portanto, da própria
essência do desenvolvimento) – perspectiva universalizante.
• Ciclos de vida: O adulto está inserido no mundo do trabalho e das relações
interpessoais de um modo diferente daquele da criança e do jovem, trazendo
consigo uma história mais longa de experiências, conhecimentos acumulados e
reflexões sobre o mundo externo, sobre si mesmo e sobre as outras pessoas.
18
PESQUISA COM ADULTOS TRABALHADORES DA EJA
• Como os adultos trabalhadores pensam e aprendem? Quais as relações entre
funcionamento intelectual, vida adulta, escola e trabalho?
19
RESULTADOS
• Destacou-se a necessidade de historicização da investigação sobre a
psicologia do adulto e a importância de se tomar a cultura como princípio
explicativo do psiquismo.
• Entendeu-se que a principal modalidade de inserção da pessoa adulta na
cultura é o trabalho e essa seria a categoria fundamental de análise no
processo de construção de uma psicologia do adulto.
• Observou-se que a própria busca de elevação da escolaridade desses adultos
que procuraram a EJA está claramente associada à demanda de certificação
por parte dos empregadores e às novas necessidades de formação ligadas às
inovações tecnológicas no mundo do trabalho.
20
• Os adultos pouco escolarizados apresentaram um pensamento referido ao
contexto da experiência pessoal imediata, dificuldade de operação com
categorias abstratas, dificuldade de utilização de estratégias de planejamento e
controle da própria atividade cognitiva, bem como pouca utilização de
procedimentos metacognitivos.
• A escola parece estar ligada, portanto, à promoção de um modo de
funcionamento intelectual que envolve capacidade de análise e reflexão, de
articulação do pensamento verbal, de planejamento e tomada de decisão, de
distanciamento do contexto concreto da vida cotidiana, de transcendência das
condições objetivamente vivenciadas.
• A passagem pela escola não garante, de modo homogêneo, o acesso a essa
forma de funcionamento intelectual.
21
• É necessário buscar outras práticas culturais que poderiam constituir fontes
relevantes de desenvolvimento psicológico numa determinada direção.
• As experiências adquiridas no trabalho, o uso sistemático de agendas, o uso do
registro escrito em reuniões, a participação na atividade sindical etc.
• Trabalho, escola e sindicato apareceram como fontes alternativas ou
complementares de desenvolvimento psicológico.
• As relações entre funcionamento intelectual e vida adulta, escola e trabalho
indicaram, de modo geral, a importância de se considerar as trajetórias
singulares dos diferentes sujeitos e a questão de que não haveria um único
caminho de desenvolvimento ou uma única forma de funcionamento
psicológico para o ser humano.
22
VÍDEO
• COLEÇÃO GRANDES EDUCADORES LEV VYGOTSKY:
https://youtu.be/T1sDZNSTuyE - Com Marta Kohl de Oliveira.
23

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EJA AULA 11: Fundamentos teóricos da Educação de Jovens e Adultos: desenvolvimento e aprendizagem

  • 1. Educação de Jovens e Adultos Fundamentos e Metodologias Aula 11: Fundamentos teóricos da Educação de Jovens e Adultos: desenvolvimento e aprendizagem. Profa. Me. Míriam Navarro de Castro Nunes 1
  • 2. Textos OLIVEIRA, Marta Kohl. Ciclos de vida: algumas questões sobre a psicologia do adulto. Educação e Pesquisa, Ago 2004, vol.30, no.2, p.211-229. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1517- 97022004000200002&script=sci_arttext 2
  • 3. PSICOLOGIA DO ADULTO Ciclos de Vida X Estágios do desenvolvimento 3
  • 4. CICLOS DE VIDA • Sistemas de ensino (estaduais e municipais) têm adotado a ideia de ciclos de vida como um modo de organização da escola alternativo ao sistema seriado. • Essa ideia remete aos estágios de desenvolvimento humano – organização das etapas da vida humana. 4
  • 5. DESENVOLVIMENTO HUMANO • Processos de transformação que ocorrem ao longo de toda a vida, relacionados a fatores biológicos, culturais e sociais: 1) A etapa da vida em que a pessoa se encontra; 2) As circunstâncias culturais, históricas e sociais nas quais sua existência transcorre; 3) Experiências particulares privadas de cada um e não generalizáveis a outras pessoas. (Palacios, 1995) 5
  • 6. PLANOS GENÉTICOS Plano Genético = gênese = início, princípio. • Na abordagem histórico-cultural: o desenvolvimento é resultado da interação entre quatro planos genéticos: a filogênese, a ontogênese, a sociogênese e a microgênese. • Plano filogenético: história da espécie humana. • Plano ontogenético: história do indivíduo de cada espécie. • Plano sociogenético: história da cultura em que o sujeito está inserido. • Plano microgenético: aspecto microscópico do desenvolvimento, elementos idiossincráticos (especificidades do indivíduo). 6
  • 7. ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO • Crítica: Fundamentam-se principalmente no plano ontogenético, focalizando o indivíduo isolado e as transformações que ocorrem para todos os seres humanos de forma similar. • Exemplos: o aparecimento dos dentes, a capacidade de caminhar, a aquisição da linguagem, o amadurecimento sexual, o envelhecimento do organismo (processos de maturação biológica). • 7
  • 8. DESENVOLVIMENTO HUMANO “Mas a maturação biológica, essencial para o processo de desenvolvimento, não representa a totalidade do desenvolvimento: as transformações mais relevantes para a constituição do desenvolvimento tipicamente humano não estão na biologia do indivíduo, mas na psicologia do sujeito, [...] isto é, às circunstâncias histórico-culturais e às peculiaridades da história e das experiências de cada sujeito”. (Oliveira, 2004) 8
  • 9. ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO • As etapas da vida humana nos têm sido apresentadas como universais e associadas a características comuns a todas as pessoas e a todos os grupos humanos: • Infância: período em que ocorrem as experiências com efeito determinante e configurador de todo o desenvolvimento posterior. • Adolescência: época das mudanças drásticas e turbulentas. • Idade adulta: momento de estabilidade e ausência de mudanças importantes. • Velhice: deterioração dos processos psicológicos. PERSPECTIVA UNIVERSALIZANTE 9
  • 10. ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO • Não considera os aspectos da história cultural e individual dos sujeitos. • Não contempla a multiplicidade de possibilidades de desenvolvimento humano. • Documentário: Babies https://vimeo.com/67691334 • Registra os dois primeiros anos de vida de quatro crianças e suas famílias em diferentes lugares do mundo. 10
  • 12. CICLOS DE VIDA X ESTÁGIOS DE DESENVOLVIMENTO • A questão não é eliminar o problema da etarização do desenvolvimento, mas historicizar sua compreensão. “É nesse sentido que a ideia dos ciclos da vida pode ser mais promissora para uma compreensão minuciosa do fenômeno do desenvolvimento do que a ideia dos estágios: não nos remete a uma passagem por um percurso abstrato (natural) da vida humana, mas por um percurso contextualizado historicamente (cultural)”. (Oliveira, 2004) 12
  • 13. PSICOLOGIA DO ADULTO Relação entre funcionamento intelectual, vida adulta, escola e trabalho 13
  • 14. ATIVIDADE • Leontiev, 1978: coloca que um traço distintivo entre o homem e os outros animais é a sua capacidade de planejar e atingir objetivos conscientemente, acredita que as atividades são formas do homem se relacionar com o mundo, traçando e perseguindo objetivos, de forma intencional, por meio de ações planejadas. • Atividade predominante na infância: BRINCAR • Atividade predominante na vida adulta: TRABALHAR • A atividade psicológica interna do indivíduo tem sua origem na atividade externa. • O instrumento medeia a atividade, possibilitando ao homem relacionar-se com os objetos e também com outros homens. 14
  • 15. ATIVIDADE • Uma pesquisa realizada por Luria e Vigotski (1931-1932) mostrou que: • Os adultos pouco escolarizados tenderam a apresentar um modo de pensamento baseado na experiência individual e nas relações concretas observadas na vida cotidiana, ao passo que aqueles com maior grau de escolaridade operaram de forma desvinculada das situações concretas, trabalhando de modo abstrato e descontextualizado (Luria, 1990). • Perguntas frequentes dos educadores: Por que os outros não funcionam como nós? O que lhes falta? • Erro comum: comparação com um adulto abstrato, supostamente universal, mas que na verdade é um adulto bastante específico e historicamente contextualizado: ocidental, urbano, branco, pertencente às camadas médias da população, com um nível instrucional relativamente elevado e com inserção no mundo do trabalho em ocupações razoavelmente qualificadas (Oliveira, 2001). 15
  • 16. CULTURA • Deve ser o princípio explicativo da mente humana. • As atividades executadas numa cultura constituem o fator que permite explicar os processos mentais superiores. • Pessoas envolvidas em diferentes tipos de atividade, resolvendo diferentes tipos de tarefas, usando diferentes tipos de instrumentos, pensarão de formas diferentes (Tulviste, 1999). • O pensamento humano, em qualquer cultura, é heterogêneo por natureza. 16
  • 17. CICLOS DE VIDA • Nesse quadro, os ciclos de vida, poderiam ser definidos a partir dos tipos de atividade em que os sujeitos estão envolvidos e os correspondentes instrumentos, signos e modos de pensar. • É preciso entender de forma aprofundada a organização das diferentes práticas culturais, a construção compartilhada de sentidos e significados, a internalização de modos de fazer, de pensar e de produzir a cultura em cada âmbito concreto da cultura. 17
  • 18. CARACTERÍSTICAS DA VIDA ADULTA • Estágios do desenvolvimento: um estágio psicológico de estabilidade e ausência de mudanças importantes (quase que excluído, portanto, da própria essência do desenvolvimento) – perspectiva universalizante. • Ciclos de vida: O adulto está inserido no mundo do trabalho e das relações interpessoais de um modo diferente daquele da criança e do jovem, trazendo consigo uma história mais longa de experiências, conhecimentos acumulados e reflexões sobre o mundo externo, sobre si mesmo e sobre as outras pessoas. 18
  • 19. PESQUISA COM ADULTOS TRABALHADORES DA EJA • Como os adultos trabalhadores pensam e aprendem? Quais as relações entre funcionamento intelectual, vida adulta, escola e trabalho? 19
  • 20. RESULTADOS • Destacou-se a necessidade de historicização da investigação sobre a psicologia do adulto e a importância de se tomar a cultura como princípio explicativo do psiquismo. • Entendeu-se que a principal modalidade de inserção da pessoa adulta na cultura é o trabalho e essa seria a categoria fundamental de análise no processo de construção de uma psicologia do adulto. • Observou-se que a própria busca de elevação da escolaridade desses adultos que procuraram a EJA está claramente associada à demanda de certificação por parte dos empregadores e às novas necessidades de formação ligadas às inovações tecnológicas no mundo do trabalho. 20
  • 21. • Os adultos pouco escolarizados apresentaram um pensamento referido ao contexto da experiência pessoal imediata, dificuldade de operação com categorias abstratas, dificuldade de utilização de estratégias de planejamento e controle da própria atividade cognitiva, bem como pouca utilização de procedimentos metacognitivos. • A escola parece estar ligada, portanto, à promoção de um modo de funcionamento intelectual que envolve capacidade de análise e reflexão, de articulação do pensamento verbal, de planejamento e tomada de decisão, de distanciamento do contexto concreto da vida cotidiana, de transcendência das condições objetivamente vivenciadas. • A passagem pela escola não garante, de modo homogêneo, o acesso a essa forma de funcionamento intelectual. 21
  • 22. • É necessário buscar outras práticas culturais que poderiam constituir fontes relevantes de desenvolvimento psicológico numa determinada direção. • As experiências adquiridas no trabalho, o uso sistemático de agendas, o uso do registro escrito em reuniões, a participação na atividade sindical etc. • Trabalho, escola e sindicato apareceram como fontes alternativas ou complementares de desenvolvimento psicológico. • As relações entre funcionamento intelectual e vida adulta, escola e trabalho indicaram, de modo geral, a importância de se considerar as trajetórias singulares dos diferentes sujeitos e a questão de que não haveria um único caminho de desenvolvimento ou uma única forma de funcionamento psicológico para o ser humano. 22
  • 23. VÍDEO • COLEÇÃO GRANDES EDUCADORES LEV VYGOTSKY: https://youtu.be/T1sDZNSTuyE - Com Marta Kohl de Oliveira. 23