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ORIENTAÇÕES
TEÓRICO- METODOLÓGICAS
     ENSINO MÉDIO
                                                               FILOSOFIA
       É coerente se falar em educação filosófica no contexto da Educação Básica? Quer dizer,
no contexto do direito à educação como condição para o exercício da cidadania ativa e
contemporânea? Em princípio dois aspectos merecem considerações: primeiro que a iniciação
filosófica é de grande relevância, em particular, para os adolescentes, visando à constituição de
um sujeito capaz de pensar autonomamente, segundo que o exercício pleno da cidadania exige
um compromisso dos professores, no âmbito curricular e pedagógico que não se restringe ao
domínio de um acervo de conteúdos informativos. Portanto, não se trata de oferecer aos
estudantes uma erudição acadêmica, mais de ajudá-los a desenvolver uma forma de apreensão e
de vivência da própria condição humana, o amadurecimento de uma experiência á altura da
dignidade dessa condição, experiência a partir da qual possam conduzir sua existência histórica.
       Por isso, não se pode perder de vista que o que está em pauta é a formação, ou seja, uma
vontade utópica, a que não cabe jamais renunciar: explicitar pedagogicamente ao adolescente o
sentido de sua existência, subsidiando-o na compreensão do lugar que ele ocupa na realidade
histórica de seu mundo. Subsidiar o jovem aprendiz a ler seu mundo para se ler nele.
       O que se objetiva é subsidiar os adolescentes com vistas à conquista e a prática do
exercício de uma reflexão capaz de assegurar-lhes, com autonomia e consistência, uma
compreensão mais segura dos sentidos, conceituais e valorativos, que norteiam sua prática e,
conseqüentemente, sua existência, sem descontextuá-la frente às condições históricas reais em
que ela se desenrola.
       Isso exige dos professores uma inflexão na prática do ensino de Filosofia, de modo que se
possa levar o estudante do ensino médio ao exercício desse pensamento, à apreensão do sentido
de sua existência, o que deve ser feito mediante um processo interativo do adolescente com o
mundo de sua experiência existencial. Esse diálogo supõe mediações, dentre as quais se
destacam aquelas exercidas pelo professor, pelo currículo e pelos conteúdos das disciplinas. É
que esse processo interativo de formação não ocorre só no âmbito da filosofia, mas também no
âmbito de todas as disciplinas.
       Essa mediação formativa se enfatiza no caso da Filosofia porque ela se coloca essa
finalidade de forma explicita direta e imediata, na medida em que procura subsidiar o sujeito
educando a ressignificar sua experiência do mundo. E ela faz isso com a ajuda do conhecimento.
       Mas retornar a experiência de vida não é mover-se no imediatismo espontaneista da
emocionalidade dos sujeitos singulares, como se fosse o cultivo de uma subjetividade intimista
e sentimental. Daí o necessário cuidado para não transformarmos nossas aulas em sessões de
sensibilização emocional, apelando para sentimento pessoal dos educandos. Isso não é cabível na
interação pedagógica da Filosofia, pois cabe e ela inclusive pensar sobre a dimensão emocional
do ser humano. É pela mediação da reflexão conceitual que o aprendiz deve lidar inclusive com
sua própria emocionalidade. A Filosofia não pode ser confundida com um processo terapêutico
ou com uma modalidade de autoajuda. Não se trata de desconhecer e de subestimar a relevância
dessa dimensão afetivo-emocional, imaginativa, de todos nós, mas de marcar a especificidade do
exercício da reflexão racional, que opera como uma atividade de simbolização conceitual.
       O exercício da mediação sobre os temas da existência humana pressupõe a mediação de
conceitos e categorias, que não surgem espontaneamente e que são necessárias para filosofar.
Para lidar com conceitos, precisamos de um mínimo de familiaridade com o acervo cultural
que constitui o campo filosófico, ou seja, com a cultura filosófica acumulada. Porque
utilizaremos os pensadores distantes de nós no tempo e no espaço na medida em que eles
pensaram ou pensam os problemas que atravessam a existência humana. Mas, deles nos
apropriaremos ancorados na problematização da experiência dos educandos. Superando uma
abordagem puramente filosófica de seus textos. Ao estabelecermos um dialogo com o texto,
devemos dialogar com o contexto, ou seja, com a realidade multifacetada do existir que
envolve o pensador.
       Desse modo, as orientações teórico-metodológicas da prática pedagógica do professor de
Filosofia são voltadas para a formação de estudantes nos contextos de interação autor-texto-leitor
e nas práticas socioculturais contemporâneas que necessitam de conhecimento de Filosofia.
       Partindo da concepção de Filosofia como uma forma de pensar que nos ajuda a
compreender melhor quem somos, como vivemos, qual é nosso modo de existência. Sob essa
perspectiva, tais orientações são vistas como referenciais estruturadores das práticas de ensino da
Filosofia como possibilitadora da capacidade de ler e escrever de modo filosófico textos de
diferentes estruturas e registros.
Assim, os eixos organizadores das atividades de Filosofia no ensino médio têm por
 objetivos:

    •   Capacidade crítico-analítica: fornecer condições à constituição de uma atividade
        propriamente reflexiva por parte dos estudantes, proporcionando a compreensão da
        necessidade de exercitar o discernimento crítico frente a temas e questões da filosofia,
        por meio de debates, discussões e polêmicas oriundos de várias fontes pedagógicas
        (recursos didáticos).

    •   Capacidade argumentativa: desenvolver a capacidade de analisar, interpretar,
        relacionar, problematizar, articular e conceber idéias nos âmbitos dos questionamentos
        postos pelo discurso filosófico, através de um coerente e consistente manuseio da própria
        língua, o qual deve ser verificado tanto na oralidade como na escrita.

    •   Capacidade de organização dos raciocínios: impulsionar a construção de competências
        referentes à capacidade de organizar e concatenar os próprios raciocínios de modo claro e
        bem fundamentado, recorrendo à prática da leitura e interpretação de textos filosóficos, à
        produção de textos e à participação nos debates e discussões em sala de aula.

    •   Postura filosófica: criar junto aos estudantes uma atitude e um posicionamento ante os
        diversos problemas filosóficos que implique a pré-ocupação em questionar, em investigar
        e ampliar de modo significativo o próprio conhecimento, enquanto forma perene de
        exercício do pensamento, caracterizador do filosofar.
 Assim, na 1ª unidade do ensino de filosofia no ensino médio objetiva-se:

    • Instrumentalizar os estudantes na postura filosófica, possibilitando a construção de
      conhecimento em torno das etapas da atitude filosófica, bem como, munindo-os do
      espaço necessário ao desenvolvimento da reflexão filosófica.

    • Apresentar o contexto histórico-cultural em que surge a filosofia enquanto resposta
      racional à forma quimérica dos mitos, proporcionando-os o contato com uma forma
      historicamente privilegiada de experiência crítica que consiste no discurso filosófico.


Componente Curricular: Filosofia

ENSINO MÉDIO                     ANO 2º                                       UNIDADE: 1

                  ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

 1. O problema da racionalidade (filosofia, razão e ciência)
     • Conceituação de filosofia e do ato de filosofar

    •   Contextualização da reflexão filosófica

    •   Retextualização das narrativas mitológicas do discurso filosófico.
    •   Identificação das condições que preparam o surgimento da filosofia (condições históricas,
        econômicas, sociais e culturais).
Na 2ª unidade do ensino de filosofia no ensino médio objetiva-se:

    • Adentrar na discussão em torno das concepções antropológicas no âmbito da filosofia.

    • Compreender a dimensão cultural do homem enquanto estrutura fundamental de sua
      constituição, percebendo-o como produtor de saber.

    • Examinar a maneira como transformamos o saber em práticas existenciais efetivas

    • Refletir sobre as conseqüências éticas da utilização dos saberes e técnicas oriundos das
      ciências para a consolidação de vivências significativas e projetos coletivos.


Componente Curricular: Filosofia

ENSINO MÉDIO                     ANO 2º                                    UNIDADE: 2

                  ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

    1. Do homem ao problema do conhecimento

    • Problematização da questão antropológica: quem ou o que somos?

    • Compreensão da condição humana e da dimensão da cultura

    • Distinções entre o homem da cultura moderna e da pós-moderna

    • Conceituação de senso comum e atitude crítica: saber e ignorância

    • Tematização da questão do conhecimento: conhecimento mítico, filosófico e científico




 Na 3ª unidade do ensino de filosofia no ensino médio objetiva-se:


    • Tratar da esfera da comunicabilidade enquanto domínio fundamental da existência
      humana.

    • Analisar as questões filosóficas condizentes à aproximação entre linguagem e
      pensamento.

    • Demonstrar as várias questões que compõem a problemática da liberdade e suas
      implicações na cotidianidade.
Componente Curricular: Filosofia

ENSINO MÉDIO                     ANO 2º                                   UNIDADE: 3

                 ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

        3. Os domínios da linguagem e da liberdade

    • Discussão em torno da importância da comunicação

    • Percepção da dinâmica entre linguagem e pensamento: falamos da mesma coisa?

    • Contextualização do problema da liberdade

    • Investigação das noções de determinismo e fatalismo




 Na 4ª unidade do ensino de filosofia no ensino médio objetiva-se:

    • Explorar o problema da atual crise de valores da atual sociedade, reconhecendo a
      necessidade fundamental da reflexão ético-filosófica na construção de novas formas de e
      agir frente às vicissitudes e os desafios do mundo contemporâneo.

    • Compreender a esfera das relações de poder entre os homens, para assim entender a
      dimensão sociopolítica.

    • Conceber a importância e inevitabilidade de nossa condição como cidadãos e cidadãs.

    • Produzir argumentos em torno da vigência ou não vigência de uma conduta cidadã no
      contexto da realidade brasileira.


ENSINO MÉDIO                     ANO 2º                                   UNIDADE: 4

                 ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS

    2. Problemas de filosofia prática (ética e política)

    • Conceituação de ética e moral: a questão dos valores

    • Identificação da dimensão política: poder e governo

    • Problematização das noções de democracia e cidadania: indiferença e participação
      política
    •   Compreensão da relação entre ética e política

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Otm filosofia

  • 1. ORIENTAÇÕES TEÓRICO- METODOLÓGICAS ENSINO MÉDIO FILOSOFIA É coerente se falar em educação filosófica no contexto da Educação Básica? Quer dizer, no contexto do direito à educação como condição para o exercício da cidadania ativa e contemporânea? Em princípio dois aspectos merecem considerações: primeiro que a iniciação filosófica é de grande relevância, em particular, para os adolescentes, visando à constituição de um sujeito capaz de pensar autonomamente, segundo que o exercício pleno da cidadania exige um compromisso dos professores, no âmbito curricular e pedagógico que não se restringe ao domínio de um acervo de conteúdos informativos. Portanto, não se trata de oferecer aos estudantes uma erudição acadêmica, mais de ajudá-los a desenvolver uma forma de apreensão e de vivência da própria condição humana, o amadurecimento de uma experiência á altura da dignidade dessa condição, experiência a partir da qual possam conduzir sua existência histórica. Por isso, não se pode perder de vista que o que está em pauta é a formação, ou seja, uma vontade utópica, a que não cabe jamais renunciar: explicitar pedagogicamente ao adolescente o sentido de sua existência, subsidiando-o na compreensão do lugar que ele ocupa na realidade histórica de seu mundo. Subsidiar o jovem aprendiz a ler seu mundo para se ler nele. O que se objetiva é subsidiar os adolescentes com vistas à conquista e a prática do exercício de uma reflexão capaz de assegurar-lhes, com autonomia e consistência, uma compreensão mais segura dos sentidos, conceituais e valorativos, que norteiam sua prática e, conseqüentemente, sua existência, sem descontextuá-la frente às condições históricas reais em que ela se desenrola. Isso exige dos professores uma inflexão na prática do ensino de Filosofia, de modo que se possa levar o estudante do ensino médio ao exercício desse pensamento, à apreensão do sentido de sua existência, o que deve ser feito mediante um processo interativo do adolescente com o mundo de sua experiência existencial. Esse diálogo supõe mediações, dentre as quais se destacam aquelas exercidas pelo professor, pelo currículo e pelos conteúdos das disciplinas. É
  • 2. que esse processo interativo de formação não ocorre só no âmbito da filosofia, mas também no âmbito de todas as disciplinas. Essa mediação formativa se enfatiza no caso da Filosofia porque ela se coloca essa finalidade de forma explicita direta e imediata, na medida em que procura subsidiar o sujeito educando a ressignificar sua experiência do mundo. E ela faz isso com a ajuda do conhecimento. Mas retornar a experiência de vida não é mover-se no imediatismo espontaneista da emocionalidade dos sujeitos singulares, como se fosse o cultivo de uma subjetividade intimista e sentimental. Daí o necessário cuidado para não transformarmos nossas aulas em sessões de sensibilização emocional, apelando para sentimento pessoal dos educandos. Isso não é cabível na interação pedagógica da Filosofia, pois cabe e ela inclusive pensar sobre a dimensão emocional do ser humano. É pela mediação da reflexão conceitual que o aprendiz deve lidar inclusive com sua própria emocionalidade. A Filosofia não pode ser confundida com um processo terapêutico ou com uma modalidade de autoajuda. Não se trata de desconhecer e de subestimar a relevância dessa dimensão afetivo-emocional, imaginativa, de todos nós, mas de marcar a especificidade do exercício da reflexão racional, que opera como uma atividade de simbolização conceitual. O exercício da mediação sobre os temas da existência humana pressupõe a mediação de conceitos e categorias, que não surgem espontaneamente e que são necessárias para filosofar. Para lidar com conceitos, precisamos de um mínimo de familiaridade com o acervo cultural que constitui o campo filosófico, ou seja, com a cultura filosófica acumulada. Porque utilizaremos os pensadores distantes de nós no tempo e no espaço na medida em que eles pensaram ou pensam os problemas que atravessam a existência humana. Mas, deles nos apropriaremos ancorados na problematização da experiência dos educandos. Superando uma abordagem puramente filosófica de seus textos. Ao estabelecermos um dialogo com o texto, devemos dialogar com o contexto, ou seja, com a realidade multifacetada do existir que envolve o pensador. Desse modo, as orientações teórico-metodológicas da prática pedagógica do professor de Filosofia são voltadas para a formação de estudantes nos contextos de interação autor-texto-leitor e nas práticas socioculturais contemporâneas que necessitam de conhecimento de Filosofia. Partindo da concepção de Filosofia como uma forma de pensar que nos ajuda a compreender melhor quem somos, como vivemos, qual é nosso modo de existência. Sob essa perspectiva, tais orientações são vistas como referenciais estruturadores das práticas de ensino da Filosofia como possibilitadora da capacidade de ler e escrever de modo filosófico textos de diferentes estruturas e registros.
  • 3. Assim, os eixos organizadores das atividades de Filosofia no ensino médio têm por objetivos: • Capacidade crítico-analítica: fornecer condições à constituição de uma atividade propriamente reflexiva por parte dos estudantes, proporcionando a compreensão da necessidade de exercitar o discernimento crítico frente a temas e questões da filosofia, por meio de debates, discussões e polêmicas oriundos de várias fontes pedagógicas (recursos didáticos). • Capacidade argumentativa: desenvolver a capacidade de analisar, interpretar, relacionar, problematizar, articular e conceber idéias nos âmbitos dos questionamentos postos pelo discurso filosófico, através de um coerente e consistente manuseio da própria língua, o qual deve ser verificado tanto na oralidade como na escrita. • Capacidade de organização dos raciocínios: impulsionar a construção de competências referentes à capacidade de organizar e concatenar os próprios raciocínios de modo claro e bem fundamentado, recorrendo à prática da leitura e interpretação de textos filosóficos, à produção de textos e à participação nos debates e discussões em sala de aula. • Postura filosófica: criar junto aos estudantes uma atitude e um posicionamento ante os diversos problemas filosóficos que implique a pré-ocupação em questionar, em investigar e ampliar de modo significativo o próprio conhecimento, enquanto forma perene de exercício do pensamento, caracterizador do filosofar. Assim, na 1ª unidade do ensino de filosofia no ensino médio objetiva-se: • Instrumentalizar os estudantes na postura filosófica, possibilitando a construção de conhecimento em torno das etapas da atitude filosófica, bem como, munindo-os do espaço necessário ao desenvolvimento da reflexão filosófica. • Apresentar o contexto histórico-cultural em que surge a filosofia enquanto resposta racional à forma quimérica dos mitos, proporcionando-os o contato com uma forma historicamente privilegiada de experiência crítica que consiste no discurso filosófico. Componente Curricular: Filosofia ENSINO MÉDIO ANO 2º UNIDADE: 1 ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS 1. O problema da racionalidade (filosofia, razão e ciência) • Conceituação de filosofia e do ato de filosofar • Contextualização da reflexão filosófica • Retextualização das narrativas mitológicas do discurso filosófico. • Identificação das condições que preparam o surgimento da filosofia (condições históricas, econômicas, sociais e culturais).
  • 4. Na 2ª unidade do ensino de filosofia no ensino médio objetiva-se: • Adentrar na discussão em torno das concepções antropológicas no âmbito da filosofia. • Compreender a dimensão cultural do homem enquanto estrutura fundamental de sua constituição, percebendo-o como produtor de saber. • Examinar a maneira como transformamos o saber em práticas existenciais efetivas • Refletir sobre as conseqüências éticas da utilização dos saberes e técnicas oriundos das ciências para a consolidação de vivências significativas e projetos coletivos. Componente Curricular: Filosofia ENSINO MÉDIO ANO 2º UNIDADE: 2 ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS 1. Do homem ao problema do conhecimento • Problematização da questão antropológica: quem ou o que somos? • Compreensão da condição humana e da dimensão da cultura • Distinções entre o homem da cultura moderna e da pós-moderna • Conceituação de senso comum e atitude crítica: saber e ignorância • Tematização da questão do conhecimento: conhecimento mítico, filosófico e científico Na 3ª unidade do ensino de filosofia no ensino médio objetiva-se: • Tratar da esfera da comunicabilidade enquanto domínio fundamental da existência humana. • Analisar as questões filosóficas condizentes à aproximação entre linguagem e pensamento. • Demonstrar as várias questões que compõem a problemática da liberdade e suas implicações na cotidianidade.
  • 5. Componente Curricular: Filosofia ENSINO MÉDIO ANO 2º UNIDADE: 3 ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS 3. Os domínios da linguagem e da liberdade • Discussão em torno da importância da comunicação • Percepção da dinâmica entre linguagem e pensamento: falamos da mesma coisa? • Contextualização do problema da liberdade • Investigação das noções de determinismo e fatalismo Na 4ª unidade do ensino de filosofia no ensino médio objetiva-se: • Explorar o problema da atual crise de valores da atual sociedade, reconhecendo a necessidade fundamental da reflexão ético-filosófica na construção de novas formas de e agir frente às vicissitudes e os desafios do mundo contemporâneo. • Compreender a esfera das relações de poder entre os homens, para assim entender a dimensão sociopolítica. • Conceber a importância e inevitabilidade de nossa condição como cidadãos e cidadãs. • Produzir argumentos em torno da vigência ou não vigência de uma conduta cidadã no contexto da realidade brasileira. ENSINO MÉDIO ANO 2º UNIDADE: 4 ORIENTAÇÕES TEÓRICO-METODOLÓGICAS 2. Problemas de filosofia prática (ética e política) • Conceituação de ética e moral: a questão dos valores • Identificação da dimensão política: poder e governo • Problematização das noções de democracia e cidadania: indiferença e participação política • Compreensão da relação entre ética e política