08 
de 
novembro 
de 
2014 
Bom 
dia!!! 
J 
J 
J
Quem é você? 
O Que você faz? 
O Que te faz feliz? 
Qual sua expectativa?
www.educadigital.org.br
O Que é??? 
Como 
definição, 
DT 
é 
um 
novo 
jeito 
de 
pensar 
e 
abordar 
problemas 
ou, 
dito 
de 
outra 
forma, 
um 
modelo 
de 
pensamento 
centrado 
nas 
pessoas. 
Design? 
termo 
de 
di)cil 
tradução 
no 
Português: 
“Projeto”? 
“Criação”? 
“Plano”? 
Pode 
ter 
significados 
diferentes 
conforme 
o 
propósito 
de 
uso: 
webdesign, 
design 
de 
interiores, 
design 
gráfico. 
Thinking? 
do 
verbo 
em 
Inglês 
“to 
think”, 
“pensar” 
ou 
“achar” 
em 
alguns 
casos. 
“Design 
Thinking”? 
No 
tradutor 
online: 
“Pensamento 
de 
Design”.
Vídeo 
hJp://vimeo.com/89504853
Raciocínio 
abduTvo, 
criaTvidade 
e 
auto-­‐organização 
hJp://revistas.pucsp.br/index.php/cogniTofilosofia/ 
arTcle/view/13248/9763
Design Thinking 
Organizações e instituições de ensino 
no mundo todo começam a adotar a 
abordagem focada nas pessoas. 
Inovação é valor percebido!
Qual educação queremos? 
1 
-­‐ 
O 
Diploma 
que 
não 
existe: 
“Especialista 
em 
design 
da 
floresta 
amazônica”; 
2 
-­‐ 
Novo 
paradigma 
– 
sociedade 
do 
conhecimento. 
Na 
sociedade 
industrial, 
muita 
gente 
para 
coisas 
robóIcas 
e 
repeIIvas. 
“Sempre 
se 
fala 
dos 
empregos 
perdidos 
com 
robôs 
e 
computadores, 
mas 
é 
porque 
ainda 
treinamos 
as 
pessoas 
para 
serem 
como 
robôs 
e 
computadores. 
“Qual 
a 
resposta 
certa?”, 
“Qual 
o 
teste?”, 
“Vai 
cair 
na 
prova?”; 
3 
– 
Permanente 
busca 
da 
pergunta 
certa 
X 
Tentar 
sair 
da 
universidade 
e 
arrumar 
um 
emprego. 
Precisamos 
formar 
pessoas 
que 
são 
diferentes 
umas 
das 
outras, 
inovadoras, 
colaboraIvas, 
quesIonadoras; 
4 
– 
Manter 
a 
energia 
em 
movimento, 
o 
fluxo 
de 
moIvação 
por 
aprender 
sempre; 
5 
-­‐ 
Conceitos 
da 
Cultura 
Digital: 
pesquisa 
e 
seleção 
de 
informações, 
comparIlhamento, 
colaboração, 
circulação 
de 
conhecimento, 
uso 
de 
licenças 
livres, 
uso 
responsável 
da 
Internet, 
mulIculturalidade 
etc; 
6 
– 
O 
que 
eu 
faço 
pelo 
meu 
bairro, 
por 
minha 
cidade 
e 
pelo 
meu 
país? 
Consciência 
Cidadã
Competências do milênio 
Aprendizagem 
ao 
longo 
da 
vida 
Trabalho 
em 
equipe 
Resolução 
de 
problemas 
complexos 
Auto-­‐regulação 
do 
aprendizado 
Escola 
= 
cenários 
educacionais 
para 
proporcionar/impulsionar 
o 
desenvolvimento 
de 
competências 
cogni7vas 
e 
não 
cogni7vas 
2008 
– 
Convenção 
China
Contexto atual 
Tecnologia digital chega às 
escolas, porém a metodologia 
tradicional se mantém nos 
espaços, tempos e formatos
Contexto desejado 
Aluno como ator fundamental do 
processo educacional, 
opinando, revelando suas 
dificuldades e propondo soluções 
em uma ação coletiva.
Formação de professores 
COMO É NORMALMENTE 
Top-down 
COMO ACREDITAMOS QUE DEVE SER 
Bottom-up 
Especialistas ou técnicos ensinam 
professores a aprimorarem suas 
aulas utilizando modernas 
ferramentas tecnológicas 
Educadores compartilham dúvidas e 
trocam experiências entre pares para 
resolver desafios educacionais de seu 
cotidiano, considerando o contexto da 
cultura digital
www.dtparaeducadores.org.br
SONHOS
SONHOS PESADELOS
SONHOS PESADELOS
Momento individual 
Redija um desafio a partir da chamada 
“Como podemos…” 
Momento coletivo 
Compartilhem as frases e votem 
considerando: entusiasmo e ingerência
Compartilhando desafios! 
Com 
quem 
nosso 
desafio 
fala? 
Quem 
são 
as 
pessoas 
envolvidas 
no 
nosso 
desafio?
Vídeo-animação 
hJp://vimeo.com/88799637
Empatia 
Roman 
Krznaric 
Primeiro 
Museu 
da 
EmpaTa 
do 
Mundo 
(sonho) 
Fundador 
e 
professor 
da 
The 
School 
of 
Life, 
conselheiro 
de 
organizações 
como 
a 
Oxfam 
e 
a 
ONU 
hJp://www.romankrznaric.com/ 
hJp://www.theschooloflife.com/ 
hJp://www.virgin.com/unite/entrepreneurship/the-­‐ 
world%E2%80%99s-­‐first-­‐empathy-­‐museum 
“Habilidade 
de 
se 
colocar 
no 
lugar 
de 
outra 
pessoa, 
compreender 
seus 
senImentos, 
sensações 
e 
perspecIvas 
para 
ter 
uma 
melhor 
compreensão 
sobre 
como 
guiar 
suas 
ações 
em 
relação 
a 
essa 
pessoa”
Empatia 
Observe 
as 
pessoas 
envolvidas 
no 
seu 
desafio 
Visite 
espaços 
análogos 
ao 
ambiente 
do 
seu 
desafio 
Hábitos 
de 
uma 
pessoa 
empáTca, 
segundo 
Roman 
Krznaric 
-­‐ 
CulNva 
a 
curiosidade 
diante 
de 
estranhos 
(sabe 
aquela 
pessoa 
do 
lado 
no 
ônibus?) 
-­‐ 
Desafia 
seus 
próprios 
preconceitos 
e 
busca 
coisas 
em 
comum 
(patricinhas, 
hipster, 
mauricinhos, 
coxinhas 
e 
afins) 
-­‐ 
Tenta 
viver 
a 
vida 
de 
outra 
pessoa 
(ambientes, 
esTlos, 
roTna, 
vestuário 
e 
sapatos) 
-­‐ 
Ouve 
muito 
e 
se 
abre 
(vulnerabilidade, 
sem 
máscaras, 
generosidade 
e 
humildade) 
-­‐ 
Desenvolve 
uma 
imaginação 
ambiciosa 
(pessoas 
com 
crença 
diferente 
da 
nossa) 
Inspiração! 
hJp://www.youtube.com/watch?v=cDDWvj_q-­‐o8
Almoço!!!
Interpretação dos dados
20
Feed-back 
grupos
Vídeo 
Prestar 
atenção: 
Composição 
dos 
grupos 
Perfil 
das 
pessoas 
Como 
fizeram 
a 
fase 
da 
“Descoberta” 
Carrinho 
de 
supermercado 
https://www.youtube.com/watch?v=QkfC4p0o7Lc
Página 
60 
do 
livro
Sugestões 
de 
leitura 
e 
vídeos 
The 
power 
of 
OutrospecTon 
hJp://migre.me/mAOAD 
Emphaty 
– 
The 
Cleveland 
Clinic 
hJp://migre.me/mAOEf 
Seis 
hábitos 
da 
pessoa 
altamente 
empáTca 
hJp://migre.me/mAOHx 
Tim 
Brown 
– 
CEO 
da 
IDEO 
hJp://www.ted.com/speakers/Tm_brown 
Open 
IDEO 
hJp://migre.me/mATAH 
Entrevista 
com 
Joe 
Ito, 
Mídia 
Lab 
MIT 
hJp://migre.me/mAOV6 
Toolkit 
DT 
para 
Educadores 
www.dtparaeducadores.org.br 
Quando 
Sinto 
que 
já 
Sei 
hJp://migre.me/mAPaA
Referências 
sobre 
pensamento 
deduTvo 
e 
abduTvo 
ArNgo 
Raciocínio 
AbduTvo, 
CriaTvidade 
e 
Auto-­‐organização 
hJp://revistas.pucsp.br/index.php/cogniTofilosofia/arTcle/view/13248/9763 
Livros 
LAKATOS, 
Eva 
Maria; 
MARCONI, 
Marina 
de 
Andrade. 
Metodologia 
cienxfica. 
SP, 
ATLAS, 
1991. 
hJp://www.dem.fmed.uc.pt/Bibliografia/Livros_Educacao_Medica/Livro27.pdf 
LAKATOS, 
Eva 
Maria; 
Marconi, 
Marina 
de 
Andrade. 
Fundamentos 
da 
metodologia 
cienxfica. 
SP. 
Editora 
Atlas. 
5ª 
edição, 
2003. 
(cap. 
04) 
hJp://docente.ifrn.edu.br/olivianeta/disciplinas/copy_of_historia-­‐i/historia-­‐ii/china-­‐e-­‐ 
india 
Nascimento, 
Dinalva 
Melo 
do. 
Metodologia 
do 
trabalho 
cienxfico: 
teoria 
e 
práTca. 
Editora 
Fórum, 
2008. 
hJp://books.google.com.br/books?hl=pt-­‐ 
BR&lr=&id=HpoGi324VSIC&oi=fnd&pg=PP1&dq=metodo+induTvo+e 
+deduTvo&ots=75DlxHNGoq&sig=AgIx-­‐7CnsyJtcdWSy2VN8qFGgiY#v=onepage&q&f=false 
Web 
Abdução 
(lógica 
filosófica) 
hJp://pt.wikipedia.org/wiki/Abdu%C3%A7%C3%A3o_(l%C3%B3gica_filos%C3%B3fica) 
Raciocínio 
InduTvo: 
hJp://pt.wikipedia.org/wiki/Racioc%C3%ADnio_induTvo
Eventos 
de 
educação 
e 
design 
pelo 
mundo 
EducaTon 
Design 
Shop 
-­‐ 
MIT 
hJp://edudesignshop.mit.edu/ 
Big 
Ideas 
Fest 
– 
ISKME 
hJp://www.bigideasfest.org/ 
Design 
(fucking) 
Thinking 
hJp://designfuckingthinking.tumblr.com/ 
Make 
Space 
– 
D 
School 
Stanford 
hJp://dschool.stanford.edu/makespace/ 
Design 
Thinking 
para 
Museus 
hJp://designthinkingformuseums.net 
SXSW 
Edu 
– 
Texas 
EducaTon 
Agency 
hJp://sxswedu.com/ 
45 
Estudos 
sobre 
Design 
Thinking 
na 
Educação 
hJp://www.teachthought.com/teaching/45-­‐design-­‐thinking-­‐resources-­‐for-­‐educators/
Priscila Gonsales 
prigon@educadigital.org.br

Oficina plug

  • 1.
    08 de novembro de 2014 Bom dia!!! J J J
  • 2.
    Quem é você? O Que você faz? O Que te faz feliz? Qual sua expectativa?
  • 3.
  • 4.
    O Que é??? Como definição, DT é um novo jeito de pensar e abordar problemas ou, dito de outra forma, um modelo de pensamento centrado nas pessoas. Design? termo de di)cil tradução no Português: “Projeto”? “Criação”? “Plano”? Pode ter significados diferentes conforme o propósito de uso: webdesign, design de interiores, design gráfico. Thinking? do verbo em Inglês “to think”, “pensar” ou “achar” em alguns casos. “Design Thinking”? No tradutor online: “Pensamento de Design”.
  • 5.
  • 8.
    Raciocínio abduTvo, criaTvidade e auto-­‐organização hJp://revistas.pucsp.br/index.php/cogniTofilosofia/ arTcle/view/13248/9763
  • 9.
    Design Thinking Organizaçõese instituições de ensino no mundo todo começam a adotar a abordagem focada nas pessoas. Inovação é valor percebido!
  • 11.
    Qual educação queremos? 1 -­‐ O Diploma que não existe: “Especialista em design da floresta amazônica”; 2 -­‐ Novo paradigma – sociedade do conhecimento. Na sociedade industrial, muita gente para coisas robóIcas e repeIIvas. “Sempre se fala dos empregos perdidos com robôs e computadores, mas é porque ainda treinamos as pessoas para serem como robôs e computadores. “Qual a resposta certa?”, “Qual o teste?”, “Vai cair na prova?”; 3 – Permanente busca da pergunta certa X Tentar sair da universidade e arrumar um emprego. Precisamos formar pessoas que são diferentes umas das outras, inovadoras, colaboraIvas, quesIonadoras; 4 – Manter a energia em movimento, o fluxo de moIvação por aprender sempre; 5 -­‐ Conceitos da Cultura Digital: pesquisa e seleção de informações, comparIlhamento, colaboração, circulação de conhecimento, uso de licenças livres, uso responsável da Internet, mulIculturalidade etc; 6 – O que eu faço pelo meu bairro, por minha cidade e pelo meu país? Consciência Cidadã
  • 12.
    Competências do milênio Aprendizagem ao longo da vida Trabalho em equipe Resolução de problemas complexos Auto-­‐regulação do aprendizado Escola = cenários educacionais para proporcionar/impulsionar o desenvolvimento de competências cogni7vas e não cogni7vas 2008 – Convenção China
  • 13.
    Contexto atual Tecnologiadigital chega às escolas, porém a metodologia tradicional se mantém nos espaços, tempos e formatos
  • 14.
    Contexto desejado Alunocomo ator fundamental do processo educacional, opinando, revelando suas dificuldades e propondo soluções em uma ação coletiva.
  • 15.
    Formação de professores COMO É NORMALMENTE Top-down COMO ACREDITAMOS QUE DEVE SER Bottom-up Especialistas ou técnicos ensinam professores a aprimorarem suas aulas utilizando modernas ferramentas tecnológicas Educadores compartilham dúvidas e trocam experiências entre pares para resolver desafios educacionais de seu cotidiano, considerando o contexto da cultura digital
  • 19.
  • 25.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
    Momento individual Redijaum desafio a partir da chamada “Como podemos…” Momento coletivo Compartilhem as frases e votem considerando: entusiasmo e ingerência
  • 29.
    Compartilhando desafios! Com quem nosso desafio fala? Quem são as pessoas envolvidas no nosso desafio?
  • 30.
  • 32.
    Empatia Roman Krznaric Primeiro Museu da EmpaTa do Mundo (sonho) Fundador e professor da The School of Life, conselheiro de organizações como a Oxfam e a ONU hJp://www.romankrznaric.com/ hJp://www.theschooloflife.com/ hJp://www.virgin.com/unite/entrepreneurship/the-­‐ world%E2%80%99s-­‐first-­‐empathy-­‐museum “Habilidade de se colocar no lugar de outra pessoa, compreender seus senImentos, sensações e perspecIvas para ter uma melhor compreensão sobre como guiar suas ações em relação a essa pessoa”
  • 33.
    Empatia Observe as pessoas envolvidas no seu desafio Visite espaços análogos ao ambiente do seu desafio Hábitos de uma pessoa empáTca, segundo Roman Krznaric -­‐ CulNva a curiosidade diante de estranhos (sabe aquela pessoa do lado no ônibus?) -­‐ Desafia seus próprios preconceitos e busca coisas em comum (patricinhas, hipster, mauricinhos, coxinhas e afins) -­‐ Tenta viver a vida de outra pessoa (ambientes, esTlos, roTna, vestuário e sapatos) -­‐ Ouve muito e se abre (vulnerabilidade, sem máscaras, generosidade e humildade) -­‐ Desenvolve uma imaginação ambiciosa (pessoas com crença diferente da nossa) Inspiração! hJp://www.youtube.com/watch?v=cDDWvj_q-­‐o8
  • 35.
  • 37.
  • 40.
  • 41.
  • 42.
    Vídeo Prestar atenção: Composição dos grupos Perfil das pessoas Como fizeram a fase da “Descoberta” Carrinho de supermercado https://www.youtube.com/watch?v=QkfC4p0o7Lc
  • 45.
  • 48.
    Sugestões de leitura e vídeos The power of OutrospecTon hJp://migre.me/mAOAD Emphaty – The Cleveland Clinic hJp://migre.me/mAOEf Seis hábitos da pessoa altamente empáTca hJp://migre.me/mAOHx Tim Brown – CEO da IDEO hJp://www.ted.com/speakers/Tm_brown Open IDEO hJp://migre.me/mATAH Entrevista com Joe Ito, Mídia Lab MIT hJp://migre.me/mAOV6 Toolkit DT para Educadores www.dtparaeducadores.org.br Quando Sinto que já Sei hJp://migre.me/mAPaA
  • 49.
    Referências sobre pensamento deduTvo e abduTvo ArNgo Raciocínio AbduTvo, CriaTvidade e Auto-­‐organização hJp://revistas.pucsp.br/index.php/cogniTofilosofia/arTcle/view/13248/9763 Livros LAKATOS, Eva Maria; MARCONI, Marina de Andrade. Metodologia cienxfica. SP, ATLAS, 1991. hJp://www.dem.fmed.uc.pt/Bibliografia/Livros_Educacao_Medica/Livro27.pdf LAKATOS, Eva Maria; Marconi, Marina de Andrade. Fundamentos da metodologia cienxfica. SP. Editora Atlas. 5ª edição, 2003. (cap. 04) hJp://docente.ifrn.edu.br/olivianeta/disciplinas/copy_of_historia-­‐i/historia-­‐ii/china-­‐e-­‐ india Nascimento, Dinalva Melo do. Metodologia do trabalho cienxfico: teoria e práTca. Editora Fórum, 2008. hJp://books.google.com.br/books?hl=pt-­‐ BR&lr=&id=HpoGi324VSIC&oi=fnd&pg=PP1&dq=metodo+induTvo+e +deduTvo&ots=75DlxHNGoq&sig=AgIx-­‐7CnsyJtcdWSy2VN8qFGgiY#v=onepage&q&f=false Web Abdução (lógica filosófica) hJp://pt.wikipedia.org/wiki/Abdu%C3%A7%C3%A3o_(l%C3%B3gica_filos%C3%B3fica) Raciocínio InduTvo: hJp://pt.wikipedia.org/wiki/Racioc%C3%ADnio_induTvo
  • 50.
    Eventos de educação e design pelo mundo EducaTon Design Shop -­‐ MIT hJp://edudesignshop.mit.edu/ Big Ideas Fest – ISKME hJp://www.bigideasfest.org/ Design (fucking) Thinking hJp://designfuckingthinking.tumblr.com/ Make Space – D School Stanford hJp://dschool.stanford.edu/makespace/ Design Thinking para Museus hJp://designthinkingformuseums.net SXSW Edu – Texas EducaTon Agency hJp://sxswedu.com/ 45 Estudos sobre Design Thinking na Educação hJp://www.teachthought.com/teaching/45-­‐design-­‐thinking-­‐resources-­‐for-­‐educators/
  • 51.