Método Clínico Centrado na Pessoa
Introdução Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Modelo de relação médico-paciente,   que propõe uma ruptura no papel historicamente passivo dos pacientes no processo do seu cuidado (Gray, 2002). “ O Método Clínico Centrado no Paciente é como um movimento de trazer a prática médica de volta para o centro, de reconciliar aspectos clínicos com aspectos existenciais.” McWhinney, 2003
Introdução Deficiências da medicina centrada na doença: Em cerca de 70% da vezes o médico interrompe o paciente em uma média de 18 segundos (Beckman e Frankel, 1984).  Dois terços dos diagnósticos são feitos apenas pela história clínica. Uma consulta centrada no médico é capaz de revelar apenas 6% dos diagnósticos de esferas psíquicas e sociais (Burack e Carpenter, 1983) Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução Deficiências da medicina centrada na doença: Em cerca de 70% da vezes o médico interrompe o paciente em uma média de 18 segundos (Beckman e Frankel, 1984).  Dois terços dos diagnósticos são feitos apenas pela história clínica. Uma consulta centrada no médico é capaz de revelar apenas 6% dos diagnósticos de esferas psíquicas e sociais (Burack e Carpenter, 1983) Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução Deficiências da medicina centrada na doença: Em cerca de 70% da vezes o médico interrompe o paciente em uma média de 18 segundos (Beckman e Frankel, 1984).  Dois terços dos diagnósticos são feitos apenas pela história clínica  (Cohen-Cole SA, 1991). Uma consulta centrada no médico é capaz de revelar apenas 6% dos diagnósticos de esferas psíquicas e sociais (Burack e Carpenter, 1983) Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução Deficiências da medicina centrada na doença: Em cerca de 70% da vezes o médico interrompe o paciente em uma média de 18 segundos (Beckman e Frankel, 1984).  Dois terços dos diagnósticos são feitos apenas pela história clínica  (Cohen-Cole SA, 1991). Uma consulta centrada no médico é capaz de revelar apenas 6% dos diagnósticos de esferas psíquicas e sociais (Burack e Carpenter, 1983). Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução A entrevista centrada no paciente coleta dados não apenas pessoais ou emocionais, como também elucida muitos dos sintomas físicos queixados pelo paciete que não são esclarecidos pelo método centrado no médico  (Linfors, EW, Neelon, FA, 1981).   Diminuem as queixas por má prática, os encaminhamentos e os pedidos de exames complementares  (TI - Characteristics of potential plaintiffs in malpractice litigation. AU - Huycke LI; Huycke MM. SO - Ann Intern Med 1994) Está associada a um melhor controle glicêmico e pressórico e a menores complicações perinatais e pós-operatórias.  (Kaplan, SH, Greenfield, S, Ware, JE. Impact of the doctor-patient relationship on the outcomes of chronic disease. London 1989.) Aumentam a satisfação e a adesão do paciente  (Roter, D. Which facets of communication have strong effects on outcome--a meta-analysis. London 1989). Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução A entrevista centrada no paciente coleta dados não apenas pessoais ou emocionais, como também elucida muitos dos sintomas físicos queixados pelo paciete que não são esclarecidos pelo método centrado no médico  (Linfors, EW, Neelon, FA, 1981).   Diminuem as queixas por má prática, os encaminhamentos e os pedidos de exames complementares  (TI - Characteristics of potential plaintiffs in malpractice litigation. AU - Huycke LI; Huycke MM. SO - Ann Intern Med 1994) Está associada a um melhor controle glicêmico e pressórico e a menores complicações perinatais e pós-operatórias.  (Kaplan, SH, Greenfield, S, Ware, JE. Impact of the doctor-patient relationship on the outcomes of chronic disease. London 1989.) Aumentam a satisfação e a adesão do paciente  (Roter, D. Which facets of communication have strong effects on outcome--a meta-analysis. London 1989). Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução A entrevista centrada no paciente coleta dados não apenas pessoais ou emocionais, como também elucida muitos dos sintomas físicos queixados pelo paciete que não são esclarecidos pelo método centrado no médico  (Linfors, EW, Neelon, FA, 1981).   Diminuem as queixas por má prática, os encaminhamentos e os pedidos de exames complementares  (TI - Characteristics of potential plaintiffs in malpractice litigation. AU - Huycke LI; Huycke MM. SO - Ann Intern Med 1994) Está associada a um melhor controle glicêmico e pressórico e a menores complicações perinatais e pós-operatórias.  (Kaplan, SH, Greenfield, S, Ware, JE. Impact of the doctor-patient relationship on the outcomes of chronic disease. London 1989.) Aumentam a satisfação e a adesão do paciente  (Roter, D. Which facets of communication have strong effects on outcome--a meta-analysis. London 1989). Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução A entrevista centrada no paciente coleta dados não apenas pessoais ou emocionais, como também elucida muitos dos sintomas físicos queixados pelo paciete que não são esclarecidos pelo método centrado no médico  (Linfors, EW, Neelon, FA, 1981).   Diminuem as queixas por má prática, os encaminhamentos e os pedidos de exames complementares  (TI - Characteristics of potential plaintiffs in malpractice litigation. AU - Huycke LI; Huycke MM. SO - Ann Intern Med 1994) Está associada a um melhor controle glicêmico e pressórico e a menores complicações perinatais e pós-operatórias.  (Kaplan, SH, Greenfield, S, Ware, JE. Impact of the doctor-patient relationship on the outcomes of chronic disease. London 1989.) Aumentam a satisfação e a adesão do paciente  (Roter, D. Which facets of communication have strong effects on outcome--a meta-analysis. London 1989). Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução The Effectiveness of Intensive Training for Residents in Interviewing: A Randomized, Controlled Study Annals, Volume 128 Issue 2, 1998) Background:  Interviewing and the physician-patient relationship are crucial elements of medical care, but residencies provide little formal instruction in these areas.  Objective:  To determine the effects of a training program in interviewing on 1) residents' attitudes toward and skills in interviewing and 2) patients' physical and psychosocial well-being and satisfaction with care TI - The effect of physician behavior on the collection of data. AU - Beckman HB; Frankel RM SO - Ann Intern Med 1984 Nov;101(5):692-6. Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução 1951 – Carl Rogers – “Aconselhamento centrado no cliente” A pessoa como agente de transformação no processo terapêutico 1957 – Michael Balint – “Medicina centrada na pessoa” Oposição entre medicina centrada na doença e centrada na pessoa 1984 – Joseph Levenstein 1995 – Moira Stewart Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução 1951 – Carl Rogers – “Aconselhamento centrado no cliente” A pessoa como agente de transformação no processo terapêutico 1957 – Michael Balint – “Medicina centrada na pessoa” Oposição entre medicina centrada na doença e centrada na pessoa 1984 – Joseph Levenstein 1995 – Moira Stewart Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução 1951 – Carl Rogers – “Aconselhamento centrado no cliente” A pessoa como agente de transformação no processo terapêutico 1957 – Michael Balint – “Medicina centrada na pessoa” Oposição entre medicina centrada na doença e centrada na pessoa 1984 – Joseph Levenstein 1995 – Moira Stewart Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Introdução 1951 – Carl Rogers – “Aconselhamento centrado no cliente” A pessoa como agente de transformação no processo terapêutico 1957 – Michael Balint – “Medicina centrada na pessoa” Oposição entre medicina centrada na doença e centrada na pessoa 1984 – Joseph Levenstein 1995 – Moira Stewart Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Os seis pontos fundamentais Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Os seis pontos fundamentais Explorar a doença e o adoecimento Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Os seis pontos fundamentais Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Os seis pontos fundamentais Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Negociar um terreno comum Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Os seis pontos fundamentais Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Negociar um terreno comum Incorporar prevenção e promoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Os seis pontos fundamentais Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Negociar um terreno comum Incorporar prevenção e promoção Incrementar a relação médico-paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Os seis pontos fundamentais Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Negociar um terreno comum Incorporar prevenção e promoção Incrementar a relação médico-paciente Ser realista Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Doença e Adoecimento Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Doença Etiologia Fisiopatologia Semiologia Taxonomia
Doença e Adoecimento Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Doença Etiologia Fisiopatologia Semiologia Taxonomia
Doença e Adoecimento Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Adoecimento Função Idéias Sentimentos Expectativa (FISE)
Doença e Adoecimento Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Adoecimento Função Idéias Sentimentos Expectativa (FISE)
Doença e Adoecimento Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Adoecimento Função Idéias Sentimentos Expectativa (FISE) Doença Etiologia Fisiopatologia Semiologia Taxonomia
O contexto integral Contexto próximo: família e indivíduo Contexto distante: comunidade, ecossistema, cultura Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
O terreno comum Definindo os problemas Um nome para o problema Quais as hipóteses do paciente? Evitar linguagem inacessível ao paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
O terreno comum Definindo metas e prioridades expectativas de ambos prós e contras dos planos propostos estimular a participação do paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
O terreno comum Definindo o papel do paciente e do médico Situações simples com papeis implícitos Situações complexas com papeis conflituosos Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Incorporando prevenção e promoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Desenvolver junto com o paciente um plano prático de prevenção e promoção para toda a vida. Monitorar os riscos já identificados de cada paciente e rastrear aqueles ainda não identificados. Registrar e arquivar adequadamente. Estimular a auto-estima e confiança do paciente no cuidado consigo.
Incorporando prevenção e promoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Desenvolver junto com o paciente um plano prático de prevenção e promoção para toda a vida. Monitorar os riscos já identificados de cada paciente e rastrear aqueles ainda não identificados. Registrar e arquivar adequadamente. Estimular a auto-estima e confiança do paciente no cuidado consigo.
Incorporando prevenção e promoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Desenvolver junto com o paciente um plano prático de prevenção e promoção para toda a vida. Monitorar os riscos já identificados de cada paciente e rastrear aqueles ainda não identificados. Registrar e arquivar adequadamente. Estimular a auto-estima e confiança do paciente no cuidado consigo.
Incorporando prevenção e promoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Desenvolver junto com o paciente um plano prático de prevenção e promoção para toda a vida. Monitorar os riscos já identificados de cada paciente e rastrear aqueles ainda não identificados. Registrar e arquivar adequadamente. Estimular a auto-estima e confiança do paciente no cuidado consigo.
Incorporando prevenção e promoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Desenvolver junto com o paciente um plano prático de prevenção e promoção para toda a vida. Monitorar os riscos já identificados de cada paciente e rastrear aqueles ainda não identificados. Registrar e arquivar adequadamente. Estimular a auto-estima e confiança do paciente no cuidado consigo.
Compaixão, Empatia e Cuidado Dividir as decisões e responsabilidades Transferência e contra-transferência Auto-conhecimento Curar / administrar Incrementando a relação médico paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Compaixão, Empatia e Cuidado Dividir as decisões e responsabilidades Transferência e contra-transferência Auto-conhecimento Curar / administrar Incrementando a relação médico paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Incrementando a relação médico paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Compaixão, Empatia e Cuidado Dividir as decisões e responsabilidades Transferência e contra-transferência Auto-conhecimento Curar / administrar
Incrementando a relação médico paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Compaixão, Empatia e Cuidado Dividir as decisões e responsabilidades Transferência e contra-transferência Auto-conhecimento Curar / administrar
Incrementando a relação médico paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Compaixão, Empatia e Cuidado Dividir as decisões e responsabilidades Transferência e contra-transferência Auto-conhecimento Curar / administrar
Incrementando a relação médico paciente “ Curar às vezes,  aliviar frequentemente,  confortar sempre.” Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
Sendo realista Fonte: UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing” -  Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas.  “ Teambuilding” e “teamworking” -  Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos (papel de gerente dos recursos para o paciente) -  Pesar as necessidades do paciente e da comunidade.
Sendo realista Fonte: UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing”  -  Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas.  “ Teambuilding” e “teamworking” -  Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos (papel de gerente dos recursos para o paciente) -  Pesar as necessidades do paciente e da comunidade.
Sendo realista Fonte: UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing” -  Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas.  “ Teambuilding” e “teamworking” -  Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos (papel de gerente dos recursos para o paciente) -  Pesar as necessidades do paciente e da comunidade.
Sendo realista Fonte: UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing”   -  Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas.   “ Teambuilding” e “teamworking”  -  Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos (papel de gerente dos recursos para o paciente) -  Pesar as necessidades do paciente e da comunidade.
Sendo realista Fonte: UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing”   -  Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas.  “ Teambuilding” e “teamworking” –  Entender os limites da medicina e estabelecer objetivos e prioridades razoáveis. Uso inteligente dos recursos (papel de gerente dos recursos para o paciente) -  Pesar as necessidades do paciente e da comunidade.
Sendo realista Fonte: UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing”   -  Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas.  “ Teambuilding” e “teamworking”   -  Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos  -  gerenciar os recursos para o paciente pesando as necessidades dele e as da comunidade.
Sendo realista Fonte: UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing”   -  Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas.  “ Teambuilding” e “teamworking”   -  Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos -  Gerenciar os recursos para o paciente pesando as necessidades dele e as da comunidade.
Revisando os seis pontos fundamentais Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Negociar um terreno comum Incorporar prevenção e promoção Incrementar a relação médico-paciente Ser realista
 
Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
clínica centrada na doença clínica centrada na pessoa

MCCP aula internato APS UFOP

  • 1.
  • 2.
    Introdução Fonte: UFMG;HOB (Seminário) Modelo de relação médico-paciente, que propõe uma ruptura no papel historicamente passivo dos pacientes no processo do seu cuidado (Gray, 2002). “ O Método Clínico Centrado no Paciente é como um movimento de trazer a prática médica de volta para o centro, de reconciliar aspectos clínicos com aspectos existenciais.” McWhinney, 2003
  • 3.
    Introdução Deficiências damedicina centrada na doença: Em cerca de 70% da vezes o médico interrompe o paciente em uma média de 18 segundos (Beckman e Frankel, 1984). Dois terços dos diagnósticos são feitos apenas pela história clínica. Uma consulta centrada no médico é capaz de revelar apenas 6% dos diagnósticos de esferas psíquicas e sociais (Burack e Carpenter, 1983) Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 4.
    Introdução Deficiências damedicina centrada na doença: Em cerca de 70% da vezes o médico interrompe o paciente em uma média de 18 segundos (Beckman e Frankel, 1984). Dois terços dos diagnósticos são feitos apenas pela história clínica. Uma consulta centrada no médico é capaz de revelar apenas 6% dos diagnósticos de esferas psíquicas e sociais (Burack e Carpenter, 1983) Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 5.
    Introdução Deficiências damedicina centrada na doença: Em cerca de 70% da vezes o médico interrompe o paciente em uma média de 18 segundos (Beckman e Frankel, 1984). Dois terços dos diagnósticos são feitos apenas pela história clínica (Cohen-Cole SA, 1991). Uma consulta centrada no médico é capaz de revelar apenas 6% dos diagnósticos de esferas psíquicas e sociais (Burack e Carpenter, 1983) Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 6.
    Introdução Deficiências damedicina centrada na doença: Em cerca de 70% da vezes o médico interrompe o paciente em uma média de 18 segundos (Beckman e Frankel, 1984). Dois terços dos diagnósticos são feitos apenas pela história clínica (Cohen-Cole SA, 1991). Uma consulta centrada no médico é capaz de revelar apenas 6% dos diagnósticos de esferas psíquicas e sociais (Burack e Carpenter, 1983). Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 7.
    Introdução A entrevistacentrada no paciente coleta dados não apenas pessoais ou emocionais, como também elucida muitos dos sintomas físicos queixados pelo paciete que não são esclarecidos pelo método centrado no médico (Linfors, EW, Neelon, FA, 1981). Diminuem as queixas por má prática, os encaminhamentos e os pedidos de exames complementares (TI - Characteristics of potential plaintiffs in malpractice litigation. AU - Huycke LI; Huycke MM. SO - Ann Intern Med 1994) Está associada a um melhor controle glicêmico e pressórico e a menores complicações perinatais e pós-operatórias. (Kaplan, SH, Greenfield, S, Ware, JE. Impact of the doctor-patient relationship on the outcomes of chronic disease. London 1989.) Aumentam a satisfação e a adesão do paciente (Roter, D. Which facets of communication have strong effects on outcome--a meta-analysis. London 1989). Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 8.
    Introdução A entrevistacentrada no paciente coleta dados não apenas pessoais ou emocionais, como também elucida muitos dos sintomas físicos queixados pelo paciete que não são esclarecidos pelo método centrado no médico (Linfors, EW, Neelon, FA, 1981). Diminuem as queixas por má prática, os encaminhamentos e os pedidos de exames complementares (TI - Characteristics of potential plaintiffs in malpractice litigation. AU - Huycke LI; Huycke MM. SO - Ann Intern Med 1994) Está associada a um melhor controle glicêmico e pressórico e a menores complicações perinatais e pós-operatórias. (Kaplan, SH, Greenfield, S, Ware, JE. Impact of the doctor-patient relationship on the outcomes of chronic disease. London 1989.) Aumentam a satisfação e a adesão do paciente (Roter, D. Which facets of communication have strong effects on outcome--a meta-analysis. London 1989). Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 9.
    Introdução A entrevistacentrada no paciente coleta dados não apenas pessoais ou emocionais, como também elucida muitos dos sintomas físicos queixados pelo paciete que não são esclarecidos pelo método centrado no médico (Linfors, EW, Neelon, FA, 1981). Diminuem as queixas por má prática, os encaminhamentos e os pedidos de exames complementares (TI - Characteristics of potential plaintiffs in malpractice litigation. AU - Huycke LI; Huycke MM. SO - Ann Intern Med 1994) Está associada a um melhor controle glicêmico e pressórico e a menores complicações perinatais e pós-operatórias. (Kaplan, SH, Greenfield, S, Ware, JE. Impact of the doctor-patient relationship on the outcomes of chronic disease. London 1989.) Aumentam a satisfação e a adesão do paciente (Roter, D. Which facets of communication have strong effects on outcome--a meta-analysis. London 1989). Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 10.
    Introdução A entrevistacentrada no paciente coleta dados não apenas pessoais ou emocionais, como também elucida muitos dos sintomas físicos queixados pelo paciete que não são esclarecidos pelo método centrado no médico (Linfors, EW, Neelon, FA, 1981). Diminuem as queixas por má prática, os encaminhamentos e os pedidos de exames complementares (TI - Characteristics of potential plaintiffs in malpractice litigation. AU - Huycke LI; Huycke MM. SO - Ann Intern Med 1994) Está associada a um melhor controle glicêmico e pressórico e a menores complicações perinatais e pós-operatórias. (Kaplan, SH, Greenfield, S, Ware, JE. Impact of the doctor-patient relationship on the outcomes of chronic disease. London 1989.) Aumentam a satisfação e a adesão do paciente (Roter, D. Which facets of communication have strong effects on outcome--a meta-analysis. London 1989). Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 11.
    Introdução The Effectivenessof Intensive Training for Residents in Interviewing: A Randomized, Controlled Study Annals, Volume 128 Issue 2, 1998) Background: Interviewing and the physician-patient relationship are crucial elements of medical care, but residencies provide little formal instruction in these areas. Objective: To determine the effects of a training program in interviewing on 1) residents' attitudes toward and skills in interviewing and 2) patients' physical and psychosocial well-being and satisfaction with care TI - The effect of physician behavior on the collection of data. AU - Beckman HB; Frankel RM SO - Ann Intern Med 1984 Nov;101(5):692-6. Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 12.
    Introdução 1951 –Carl Rogers – “Aconselhamento centrado no cliente” A pessoa como agente de transformação no processo terapêutico 1957 – Michael Balint – “Medicina centrada na pessoa” Oposição entre medicina centrada na doença e centrada na pessoa 1984 – Joseph Levenstein 1995 – Moira Stewart Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 13.
    Introdução 1951 –Carl Rogers – “Aconselhamento centrado no cliente” A pessoa como agente de transformação no processo terapêutico 1957 – Michael Balint – “Medicina centrada na pessoa” Oposição entre medicina centrada na doença e centrada na pessoa 1984 – Joseph Levenstein 1995 – Moira Stewart Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 14.
    Introdução 1951 –Carl Rogers – “Aconselhamento centrado no cliente” A pessoa como agente de transformação no processo terapêutico 1957 – Michael Balint – “Medicina centrada na pessoa” Oposição entre medicina centrada na doença e centrada na pessoa 1984 – Joseph Levenstein 1995 – Moira Stewart Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 15.
    Introdução 1951 –Carl Rogers – “Aconselhamento centrado no cliente” A pessoa como agente de transformação no processo terapêutico 1957 – Michael Balint – “Medicina centrada na pessoa” Oposição entre medicina centrada na doença e centrada na pessoa 1984 – Joseph Levenstein 1995 – Moira Stewart Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 16.
    Os seis pontosfundamentais Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 17.
    Os seis pontosfundamentais Explorar a doença e o adoecimento Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 18.
    Os seis pontosfundamentais Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 19.
    Os seis pontosfundamentais Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Negociar um terreno comum Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 20.
    Os seis pontosfundamentais Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Negociar um terreno comum Incorporar prevenção e promoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 21.
    Os seis pontosfundamentais Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Negociar um terreno comum Incorporar prevenção e promoção Incrementar a relação médico-paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 22.
    Os seis pontosfundamentais Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Negociar um terreno comum Incorporar prevenção e promoção Incrementar a relação médico-paciente Ser realista Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 23.
    Doença e AdoecimentoFonte: UFMG; HOB (Seminário) Doença Etiologia Fisiopatologia Semiologia Taxonomia
  • 24.
    Doença e AdoecimentoFonte: UFMG; HOB (Seminário) Doença Etiologia Fisiopatologia Semiologia Taxonomia
  • 25.
    Doença e AdoecimentoFonte: UFMG; HOB (Seminário) Adoecimento Função Idéias Sentimentos Expectativa (FISE)
  • 26.
    Doença e AdoecimentoFonte: UFMG; HOB (Seminário) Adoecimento Função Idéias Sentimentos Expectativa (FISE)
  • 27.
    Doença e AdoecimentoFonte: UFMG; HOB (Seminário) Adoecimento Função Idéias Sentimentos Expectativa (FISE) Doença Etiologia Fisiopatologia Semiologia Taxonomia
  • 28.
    O contexto integralContexto próximo: família e indivíduo Contexto distante: comunidade, ecossistema, cultura Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 29.
    O terreno comumDefinindo os problemas Um nome para o problema Quais as hipóteses do paciente? Evitar linguagem inacessível ao paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 30.
    O terreno comumDefinindo metas e prioridades expectativas de ambos prós e contras dos planos propostos estimular a participação do paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 31.
    O terreno comumDefinindo o papel do paciente e do médico Situações simples com papeis implícitos Situações complexas com papeis conflituosos Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 32.
    Incorporando prevenção epromoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Desenvolver junto com o paciente um plano prático de prevenção e promoção para toda a vida. Monitorar os riscos já identificados de cada paciente e rastrear aqueles ainda não identificados. Registrar e arquivar adequadamente. Estimular a auto-estima e confiança do paciente no cuidado consigo.
  • 33.
    Incorporando prevenção epromoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Desenvolver junto com o paciente um plano prático de prevenção e promoção para toda a vida. Monitorar os riscos já identificados de cada paciente e rastrear aqueles ainda não identificados. Registrar e arquivar adequadamente. Estimular a auto-estima e confiança do paciente no cuidado consigo.
  • 34.
    Incorporando prevenção epromoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Desenvolver junto com o paciente um plano prático de prevenção e promoção para toda a vida. Monitorar os riscos já identificados de cada paciente e rastrear aqueles ainda não identificados. Registrar e arquivar adequadamente. Estimular a auto-estima e confiança do paciente no cuidado consigo.
  • 35.
    Incorporando prevenção epromoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Desenvolver junto com o paciente um plano prático de prevenção e promoção para toda a vida. Monitorar os riscos já identificados de cada paciente e rastrear aqueles ainda não identificados. Registrar e arquivar adequadamente. Estimular a auto-estima e confiança do paciente no cuidado consigo.
  • 36.
    Incorporando prevenção epromoção Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Desenvolver junto com o paciente um plano prático de prevenção e promoção para toda a vida. Monitorar os riscos já identificados de cada paciente e rastrear aqueles ainda não identificados. Registrar e arquivar adequadamente. Estimular a auto-estima e confiança do paciente no cuidado consigo.
  • 37.
    Compaixão, Empatia eCuidado Dividir as decisões e responsabilidades Transferência e contra-transferência Auto-conhecimento Curar / administrar Incrementando a relação médico paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 38.
    Compaixão, Empatia eCuidado Dividir as decisões e responsabilidades Transferência e contra-transferência Auto-conhecimento Curar / administrar Incrementando a relação médico paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 39.
    Incrementando a relaçãomédico paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Compaixão, Empatia e Cuidado Dividir as decisões e responsabilidades Transferência e contra-transferência Auto-conhecimento Curar / administrar
  • 40.
    Incrementando a relaçãomédico paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Compaixão, Empatia e Cuidado Dividir as decisões e responsabilidades Transferência e contra-transferência Auto-conhecimento Curar / administrar
  • 41.
    Incrementando a relaçãomédico paciente Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Compaixão, Empatia e Cuidado Dividir as decisões e responsabilidades Transferência e contra-transferência Auto-conhecimento Curar / administrar
  • 42.
    Incrementando a relaçãomédico paciente “ Curar às vezes, aliviar frequentemente, confortar sempre.” Fonte: UFMG; HOB (Seminário)
  • 43.
    Sendo realista Fonte:UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing” - Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas. “ Teambuilding” e “teamworking” - Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos (papel de gerente dos recursos para o paciente) - Pesar as necessidades do paciente e da comunidade.
  • 44.
    Sendo realista Fonte:UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing” - Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas. “ Teambuilding” e “teamworking” - Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos (papel de gerente dos recursos para o paciente) - Pesar as necessidades do paciente e da comunidade.
  • 45.
    Sendo realista Fonte:UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing” - Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas. “ Teambuilding” e “teamworking” - Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos (papel de gerente dos recursos para o paciente) - Pesar as necessidades do paciente e da comunidade.
  • 46.
    Sendo realista Fonte:UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing” - Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas. “ Teambuilding” e “teamworking” - Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos (papel de gerente dos recursos para o paciente) - Pesar as necessidades do paciente e da comunidade.
  • 47.
    Sendo realista Fonte:UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing” - Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas. “ Teambuilding” e “teamworking” – Entender os limites da medicina e estabelecer objetivos e prioridades razoáveis. Uso inteligente dos recursos (papel de gerente dos recursos para o paciente) - Pesar as necessidades do paciente e da comunidade.
  • 48.
    Sendo realista Fonte:UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing” - Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas. “ Teambuilding” e “teamworking” - Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos - gerenciar os recursos para o paciente pesando as necessidades dele e as da comunidade.
  • 49.
    Sendo realista Fonte:UFMG; HOB (Seminário) “ Time” e “timing” - Não tente fazer tudo para todos os pacientes em todas as visitas. “ Teambuilding” e “teamworking” - Estabeleça objetivos e prioridades razoáveis e factíveis. Uso inteligente dos recursos - Gerenciar os recursos para o paciente pesando as necessidades dele e as da comunidade.
  • 50.
    Revisando os seispontos fundamentais Fonte: UFMG; HOB (Seminário) Explorar a doença e o adoecimento Compreender a pessoa como um todo Negociar um terreno comum Incorporar prevenção e promoção Incrementar a relação médico-paciente Ser realista
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  • 52.
    Fonte: UFMG; HOB(Seminário)
  • 53.
    clínica centrada nadoença clínica centrada na pessoa