Objetivo da ApresentaçãoConceituar a Psicologia e Identificar seus Principais Campos de Atuação
A Psicologia e o DireitoPsicologia CognitivaTeorias Psicanalíticas e PsicopatologiaPsicologia SocialAgenda
A Psicologia e o DireitoPsicologia CognitivaTeorias Psicanalíticas e PsicopatologiaPsicologia SocialAgenda
A Psicologia e o DireitoPsicologiaDireitoBusca compreender e explicar a conduta humanaPrevê e regula determinados tipos de comportamento com o objetivo de estabelecer um contrato social de convivênciaA Psicologia Jurídica deve restringir-se aos conteúdos da norma, sem procurar explicar se ela é ou não é justa, nem pretender argumentar sobre seus fins
Psicologia JurídicaConsttitui-se de um campo de investigação psicológico especializado, cuja a finalidade é o estudo do comportamento dos atores jurídicos no âmbito do Direito, da lei e da justiçaFonte: Jesus (2006)
DiferenciaçãoPsicologia na LeiProfissionais da Lei requisitam a atuação dos Psicólogos.Trata-se de uma Psicologia aplicada à resolução de problemasPsicologia e LeiA Psicologia analisa componentes psicológicos no Direito, desenvolvendo investigação e teoriaPsicologia da LeiRepresenta uma aproximação abstrata da lei como determinante do comportamento. Como a lei afeta a conduta humanaFonte: Jesus (2006)
Diversas podem ser as especialidades da Psicologia Jurídica:Psicologia da DelinquênciaPsicologia Judicial (Juízes, Jurados e Testemunhos)Psicologia Policial e das Forças ArmadasPsicologia PenitenciáriaMediação FamiliarTécnicas de Entrevista e InterrogatórioPsicopatologia Etc…
Funções do Psicólogo JurídicoAs condutas psicológicas dos atores jurídicosAvaliar e DiagnosticarComo perito, visando trazer para os autos informações psicológicas essenciais para a tomada de decisãoAssessorarPlanejar e organizar programas de prevenção, tratamento de reabilitação e de integração de atores jurídicos Treinar e selecionar profissionais  IntervirEducarFonte: Jesus (2006)
Funções do Psicólogo JurídicoColaborar com campanhas de prevenção social contra a criminalidade em meios de comunicação ConscientizarProblemas da Psicologia JurídicaPesquisarContribuir para a melhoria da situação da vítima e para a sua interação com o sistema legalApresentar soluções negociadas aos conflitos jurídicos por meio da intervenção mediodora  Ajudar a vítimaMediarFonte: Jesus (2006)
ConclusãoAs técnicas e os procedimentos empregados pela Psicologia moderna necessitam de um marco conceitual, que não poderia ser reduzido a uma inocente utilização de uma teoria psicológica, mas deveria consistir em uma teoria dentro do mundo legal, de maneira que possa haver uma integração entre campos psicológico e legalO desafio para a Psicologia Jurídica brasileira está lançado Jesus (2006)Fonte: Jesus (2006)
A Psicologia e o DireitoPsicologia CognitivaTeorias Psicanalíticas e PsicopatologiaPsicologia SocialAgenda
Sensação – Percepção – Cognição
Sensação – Percepção – CogniçãoPercepçãoSensaçãoOs processos perceptivos são inconscientesA percepção é direta ou imediataA percepção é discriminativa e constante (ou altamente condicionada)AtençãoProcesso de detecção e de decodificação da energia de um estímulo do mundo exteriorA sensação se refere às informações que são apresentadas aos órgãos dos sentidosA visão mais aceita é que os processos cognitivos são tão complexos que é muito difícil estabelecer uma nítida diferença entre sensação e percepção
Sensação – Percepção – Cognição
CogniçãoConjunto de atividades e processos pelos quais um organismo adquire informação e desenvolve conhecimentosMecanismos mentais que agem sobre a informação sensorial, buscando a sua interpretação, classificação e organizaçãoProcessos Cognitivos: memória, categorização, atenção, resolução de problemas, tomadas de decisão, tipos de raciocínio, linguagemCognição é o processo de conhecer
Sensação – Percepção – CogniçãoFonte: Velásquez, Losano e Escalante  (1995)
Interpretação e Integração das características do objetoaos conhecimentos do sujeitoObjetoRESPOSTASCérebroCaptaçãopelo SistemaSensorialEstruturascorticaisMemóriaCategorizaçãoAtençãoResolução de Problemas: tipos de raciocínioLinguagemSistema CognitivoCaracterísticas:- cor- textura- tamanho- formato- profundidadeProcessos CognitivosProcesso PerceptivoSensação – Percepção – CogniçãoFonte: ABRAHÃO (2003)
Representação Mental do ConhecimentoRepresentações são como estados mentais que promovem um elo entre o organismo e um determinado contexto. Têm como característica trazer em si mesmas os objetos aos quais se referem, independentemente de os mesmos estarem ou não em sua presençaFonte: TEIXEIRA (1993)
Representação Mental do Conhecimento
Representação Mental do ConhecimentoA noção de representação pode ser entendida tanto num sentido técnico, quanto num sentido psicológico e num semiológicorepresentação é como um conjunto de propriedades, relações e valores ligados a um objeto do pensamentoSentido Psicológicoé a expressão de um conhecimento por meio de um sistema de signosSentido Técnicoa representação é a relação entre o significante de um signo e seu objetoSentido SemiológicoFonte: LE-NY (1994)
Representação Mental do ConhecimentoSua elaboração e desenvolvimento supõe pelo menostrês tipos de processos cognitivosMemorização e EvocaçãoEsquematização (Categorização)AntecipaçãoFonte: TEIGER (1993)
MemóriaComponentes fundamentaisPercepção(entrada)AçãoUtilização(saída)CodificaçãoArmazenamentoRecuperaçãoProcesso de memorizaçãoCaracterísticas da memóriaA memória é associativa - fazemos constantemente ligações entre representações
A memória de curto termo tem uma capacidade muito limitadaMemóriaMemória SensorialBufferMemória de CurtoTermo - MCTRAMMemória de LongoTermo - MCTDisco Rígido
Categorização Identificação e definição do problema
 Construção de uma estratégia de resolução
 Organização das informações
 Alocação de recursos cognitivos, a monitoração e a avaliação da resoluçãoé a forma como reconhecemos padrões entre diferentes estímulos e os agrupamos de maneira a elaborar modelos ou identificar características de um dado contexto ou situaçãoAtençãoTambém é dirigida pela experiência e conhecimentos, logo é seletiva e determina aspectos da realidade que serão descartados ou retidosCategorizaçãoOrganiza a realidade segundo uma lógica que se apóia em crenças, valores e normas
Atenção Seletiva – Rota CorticalVer a palavra que designa uma cor ativa uma rota corticalRealize o conjunto de tarefas a seguir e perceba que a tarefa (3) será a mais difícil(1) Leia esta lista de nomes de cores o mais rápido possível. Leia da direita para a esquerda em cada linhaVermelhoAmareloAzulVerdeAzulVermelhoVerdeAmareloAmareloVerdeVermelhoAzul
(2) Nomeie estas etiquetas coloridas o mais rápido possível.Nomeie da esquerda para direita em cada linha(3) Nomeie mais rápido possível a cor de tinta com a qual cada palavra foi impressa. Nomeie da esquerda para direita em cada linhaVermelhoAzulVerdeAmareloAmareloVermelhoAzulVerdeAzulAmareloVerdeVermelhoTentar identificar o nome da cor da tinta ativa uma rota cortical diferente, e a primeira interfere na segunda     Efeito Stroop (John Ridley Stroop – 1935)
AntecipaçãoEstratégiasOperatóriasResolução de problemasTomada de decisãoTipos de RaciocínioHeurísticas
Ciclo de Resolução de ProblemasIdentificação do Problema1 Avaliando aresolução de problemas7Definição do Problema2Construindo uma estratégia3 Monitorando a resolução de problemas6Organizando a informação4Alocação de recursos5Fonte: STERNBERG (2001)
Arquiteturas CognitivasSOARRegras de ProduçãoResolução de Problemas 	a) espaço inicial,	b) espaço do problema	c) estado final desejadoFonte: NEWELL, A. Unified theories of cognition. Harvard University Press, Cambridge MA, 1990Estado finalEstado inicial12534transformações – estados intermediáriosSolução Problema
Tomada de DecisãoHerbert SimonPrêmio Nobel - 1978A pessoa como um ser limitado e racionalDevido as limitações da cognição humana, devemos usar métodos de aproximação para executar a maioria das tarefas – (e.g. Xadrez)Introduz o conceito de satisfação que consiste em fazer uma escolha em um grupo de opções quando não se sabe muito sobre as probabilidades adiante. Implica em se tomar um atalho (Heurísticas), baseado no nível de aspiração
Tomada de DecisãoH. Simon (1960)Categorização do processo da Tomada de Decisão   1. Inteligência - identificação de um problema ou oportunidade   2. Projeto - identificação das soluções alternativas   3. Escolha  -  seleção de uma alterna-tiva ou uma combinação de alternati-vas)Para Cañas e Waerns (2001) as atividades que uma pessoa realiza quando está tomando decisões são as seguintes:1. Observação – ou seja, antes de tomar uma decisão é necessário que a pessoa tenha toda a informação que precisa2. Avaliação – com a informação obtida deve-se avaliar a situação. Neste sentido a informação deve combinar com os conhecimentos que a pessoa tem3. Seleção de uma resposta – uma vez avaliada a situação, é necessário tomar uma decisão
HeurísticasHeurísticas são “Atalhos” Cognitivos para reduzir a complexidade dos processos de tomada de decisão e fazer julgamentos de forma mais simples e imediataTais atalhos tornam mais leve a carga cognitiva de tomar decisões, mas possibilitam uma chance maior de erroHeurística de representatividade  -  Heurística de disponibilidade
Análise Cognitiva: construir representações (no sentido técnico) acerca das representações (no sentido psicológico e semiológico)representação é como um conjunto de propriedades, relações e valores ligados a um objeto do pensamentoSentido Psicológicoé a expressão de um conhecimento por meio de um sistema de signosSentido Técnicoa representação é a relação entre o significante de um signo e seu objetoSentido SemiológicoFonte: LE-NY (1994)
Modelo MentalModelo Mental como uma representação dinâmica criada na Memória de Trabalho pela combinação de informações estocadas na Memória de Longo Termo e as características extraídas do ambienteFonte: CAÑAS, ANTOLI E WAERNS (2001)
Modelo Mentalum modelo mental da interação deve servir para especificar como as variáveis psicológicas se relacionam com as variáveis do sistemaNorman (1986)A mais importante característica do Modelo Mental é a função de simular a realidade na memória da trabalho(Cañas, Salméron e Gomez, 2004)
ModelosUm modelo é sempre uma redução intencional e empobrecida da realidade, “nessa dimensão, a perda ocasionada pela simplificação é compensada pela inteligibilidade que resulta da maior clareza assim expressa entre seus componentes
Modelo CognitivoAtkinson & ShiffrinMemóriaCurto-termo(MCT)MemóriaLongo termo(MLT)RegistrosensorialProcesso deControle:Autorepetição
Codificação
Decisões
Estratégias de recuperaçãoVisualStimulus(som, luz, etc.) proveniente do ambienteAuditivoTátilResposta
Modelo CognitivoChapanisFunçãoEntradasSaídasTratamentoda InformaçãoStimuliRespostasCodificação e decodificação
Memorização
Lembrança
Raciocínio
Tomada de decisão
Julgamento de valores
Transmissão de Informação
Execução
Respostas físicas
Acompanhamento
Sensação
PercepçãoModelo CognitivoNormanObjetivoExpectativaintençãoavaliaçãoAção de especificaçãointerpretaçãoexecuçãopercepçãoAtividade mental............Atividade física
Modelo CognitivoWinckensRecursosde atençãoMemória SensorialResposta de ExecuçãoDecisão e Seleção de RespostaPerceptionPercepçãoEstímuloRespostasMemória deTrabalhoMemória deLongo-termoMemóriaFeedback
Modelo CognitivoEndsley
Modelo CognitivoEndsley
Modelo Cognitivo SRK - RasmussenObjetivosDecisão da tarefaComportamento baseado em ConhecimentosIdentificaçãoPlanejamentoSimbólicaComportamento baseado em RegrasAssociaçãoestado/tarefaEstoque de regras para tarefaReconhecimentoSignosPadrões sensórios motores automatizadosSinaisComportamento baseado na HabilidadeFormação Entrada sensorialSinaisAções
Modelo Cognitivo SRK - RasmussenComportamento baseado em habilidades conduz à busca no ambiente de sinais que ativam as representações procedimentais relativas à situação na MLT. São dados sensoriais que representam as variáveis espaço - temporais de um ambiente dinâmico e são tratadas como variáveis contínuasComportamento baseado em regras requer a busca de signosque permitem a ativação de regras memorizadas - signos representam um estado do ambiente e são associados a ações, a padrões de comportamento memorizadosComportamento baseado em Conhecimento conduz à busca no ambiente de símbolos que ativam representações em distintos modelos conceituais e as interrelacionam
AprendizagemZona Proximal de Desenvolvimento – VygotskyAprendizagem SignificativaSubsunçores (Teoria de Auzubel)Aprendizagem SituadaPiaget – Estágios do Desenvolvimento Cognitivo
Piaget – Teoria do Desenvolvimento CognitivoEstágio Sensório-motor (0-2 anos)Confiam em seus sistemas sensoriais e motores
O pensamento da criança é em grande parte confinado à açãoEstágio Pré-Operacional (2-7 anos)Apreensão dos símbolos
Pensamento egocêntrico
Tende a ver o mundo, em grande parte,  de suas próprias perspectivas
Encontram dificuldades em se colocarem no lugar dos outros e compreender pontos de vistas alternativosPiaget – Teoria do Desenvolvimento CognitivoEstágio das Operações Concretas (7-11 anos)Param de confiar tão fortemente em informação sensorial e passam a confiar na razão
Raciocínio procedural -  Se... logo
Capacidade cognitiva aumenta (classificação e categorização)
Ainda não são capazes de lidar racionalmente com idéias abstratasEstágio Operações FormaisPensa a respeito do pensamento
A Psicologia e o DireitoPsicologia CognitivaTeorias Psicanalíticas e PsicopatologiaPsicologia SocialAgenda
Teorias Psicanalíticas e PsicopatologiaAs Pulsões e os Princípios que regem o funcionamento mentalFreud: representação coisa (visual) – Ics  representação palavra (acústica) – PCs-Cs2ª Tópica de Freud: ID – EGO - SUPEREGO Recalque da representação e Repressão do afetoRepresentação substitutiva
Teorias Psicanalíticas e PsicopatologiaAs Pulsões e os Princípios que regem o funcionamento mentalFreud: representação coisa (visual) – Ics  representação palavra (acústica) – PCs-Cs2ª Tópica de Freud: ID – EGO - SUPEREGO Recalque da representação e Repressão do afetoClivagem da RepresentaçãoDois caminhos distintos de tratamento da informação
Teorias Psicanalíticas e PsicopatologiaCompulsão à RepetiçãoImagos Parentais e o Complexo de ÉdipoCatarse e Sublimação Método Psicanalítico: “recordar, repetir e elaborar” Resistência
Jung, Reich e OutrosCarl G. Jung e o NuminosoReich e o Corpo
Mecanismos de Defesa do EgoNegaçãoRacionalizaçãoFormação ReativaIsolamentoRegressãoSão formas que a psique tem de se proteger  da tensão interna ou externa. As defesas evitam a realidade (repressão), excluem a realidade (negação), redefinem a realidade (racionalização) ou a invertem (formação reativa). Elas colocam sentimentos internos no mundo externo (projeção), dividem a realidade (isolamento) ou dela escapam (regressão)
Psicopatologia - NosologiaPSICOSENEUROSEPerversão Psicopatias
Imputabilidade PenalArt. 26 – É insento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento
Imputabilidade PenalArt. 28 – Não excluem a imputabilidade penal:I – a emoção ou a paixão;II – a embriaguez, voluntária ou culposa, pelo álcool ou substância de efeitos análogos É isento de pena o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com seu entendimento
 A pena pode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, por embriaguez, proveniente de caso fortuito ou força maior, não possuía, ao tempo da ação ou da omissão, a plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimentoA Psicologia e o DireitoPsicologia CognitivaTeorias Psicanalíticas e PsicopatologiaPsicologia SocialAgenda
Psicologia SocialEstudo científico da maneira como os pensamentos, os sentimentos e os comportamentos das pessoas são influenciadas pela presença real ou imaginária de outras pessoasMétodo ObservacionaldescriçãoMétodo CorrelacionalprediçãoMétodo ExperimentalcausalidadeElemento Crucial: Níveis de Análise
Percepção SocialPsicólogos Sociais que investigam a percepção das pessoas estão interessados em determinar a maneira pela qual as pessoas fazem julgamentos sobre os outros (Formação da Impressão) e como elas controlam o julgamento que os outros fazem dela (Gerenciamento da Impressão)Formada por informações limitadas: Traços Centrais; Efeito da Primazia e Efeito Recente; Viés da Negatividade; Atração Física; Estigma; Viés do Falso Consenso; Contexto SocialEstuda as estratégias que são usadas pelas pessoas para criarem uma imagem ou identidade aceita socialmente: Engraçamento (ex: elogio e concordância); Auto MonitoramentoFormação daImpressãoGerenciamentoda Impressão
Influência Social    Ocorre quando as atitudes ou comportamentos de uma pessoa são o resultado direto ou indireto de pressão socialA pessoa muda o cpto para obter uma recompensa ou evitar uma punição, como resposta à pressão social indireta, real ou imaginadaA pessoa muda o cpto para ser “querida” ou se identifica com uma outra pessoaA pessoa muda o cpto porque realmente ou privadamente) aceita as crenças, cptos, atitudes e valores de outra pessoaConformidadeIdentificaçãoInternalizaçãoKelman (1961) propôs que a influência Social poderá ter três efeitos:
Algumas pesquisas sobre ConformidadeUnanimidade do GrupoTamanho do GrupoCoesão do GrupoAnonimidadeDiscrepânciaCaracterísticas PessoaisCulturaConcordância (pé na porta – cara na porta)
French e Raven (1959) identificam seis bases do poder socialQuando o agente influenciador tem controle sobre as puniçõesQuando o agente influenciador tem controle sobre as recompensas e recursos que são valorizadosQuando se acredita que o agente influenciador tem conhecimento ou habilidade superiorQuando a pessoa é atraída ou influencia-se com o  agente influenciadorQuando a pessoa acredita que o agente influenciador tem uma autoridade legítimaQuando o agente influenciador possui uma informação específica que é necessária à pessoaCoercivoRecompensadorEspecialidadeReferênciaLegitimaçãoInformacionalLandy (1989): poder de incremento – Especialidade + Referência
“é um sentimento (positivo ou negativo) relativamente constante sobre uma pessoa, um objeto ou uma questão. São respostas avaliativas perante a um objeto”AtitudeArnould (2004)
Duas visões sobre a estrutura da Atitude Modelo de Componente  ÙnicoModelo de três componentesAtitudes são compostas de componentes cognitivos, afetivos e comportamentaisAtitude compreende só o componente AfetivoAronson, Wilson e Akert (2002)
Componentes da Atitudeconstituído de pensamentos e opiniões acerca do objetoCognitivoCrenças, idéiasconsiste nas reações emocionais ao objetoAfetivoSentimentos, emoçõesconsiste no comportamento observável em relação ao objetoComportamentalPredisposição para agirComponenteExemplo
Componentes da Atitude com relação ao TurismoViajar é relaxanteCognitivoCrenças, idéiasEu gosto de praiasAfetivoSentimentos, emoçõesVou viajar para FlorianópolisComportamentalPredisposição para agirComponenteExemplo
Atitudes e ComportamentoApesar da crença: Não existe uma forte relação entre atitudes e comportamentoLaPierre (1934) – discrepância entre atitudes e cpto  (restaurantes / chineses)Pessoas com baixo auto monitoramento, as atitudes são melhores preditoras de cptoA relação entre atitude e cpto é maior quando a medida de atitude é avaliada com relação a um cpto do que com relação a um objeto
Mudança de AtitudeModelo de Elaboração de ProbabilidadePetty (1994)Rota CentralRota PeriféricaMaior probabilidade de ocorrência quando o ouvinte acha a mensagem interessante, importante ou pessoalmente relevante, Assim, submete a informação a um raciocínio procedimental. A mudança de atitude vai depender da qualidade do argumentoMaior probabilidade de ocorrência quando a mensagem é irrelevante. A mudança de atitude envolve menos esforço mental, depende da quantidade (versus a qualidade) dos argumentos e da presença de fatores persuasivos, tais como a atratividade ou status do comunicadorA rota central produz uma mudança de atitude que é mais duradoura
Allen, Ng e Wilson (2002) sugerem que a atitude possui duas funções psicológicas que devem ser influenciadas por valores humanosFunção instrumentalFunção expressivaO desejo que motiva a função instrumental é de que se pode competentemente e efetivamente controlar e manipular o meio. Assim, os benefícios que prendem um sujeito na função instrumental são as qualidades intrínsecas do objeto, o expediente para o fim, a habilidade do objeto para controlar o meioa motivação para a função psicológica da atitude expressiva é a necessidade de expressão do self
Valores Humanosfuncionam como necessidades que determinam a conduta orientada para um fimFeather (1995)ajudam a determinar princípios cognitivos e perceptuais que, por sua vez, influenciam as atitudes das pessoas
em toda a moral efetiva elaboram-se certos princípios, valores ou normastodo ato moral inclui a necessidade de escolher entre vários atos possíveisas escolhas não existem a priori, instalam-se na relação entre o desejo e uma açãodevem basear-se numa preferênciaEssa preferência deve-se porque os atos se apresentamcomo atos valiosos (valor que atribuímos às coisas e aos objetos)como atos de valor moral (valor com respeito à conduta humana)Para Sartre (1970), a pessoa se faz escolhendo a sua moralDepende da pessoa o sentido que ela dá à vida, e o valor nada mais é do que esse sentido escolhidoFonte: Vasquez (2006)
Respostas avaliativas perante a um objetoResultantes de um processo de Abstração e Generalização, formando um exemplarAtitudesValoresSão carregados afetivamente e são subjetivos, e estão no topo da hierarquia da abstração e generalizaçãoSão dominantes em relação à Atitude
Rokeach (1973) amplia a distinção entre valores e atitudes1) enquanto o valor é uma única crença, a atitude refere-se à organização de várias crenças que têm como foco um objeto ou uma situação 2) o valor é um padrão, a atitude não 3) o número de valores é reduzido em relação ao número de atitudes já que existem tantos valores quantos modos de conduta ou estados de existência desejados e tantas atitudes quantos situações ou objetos4) valores ocupam uma posição mais central na personalidade e no sistema cognitivo do que as atitudes, sendo os valores determinantes das atitudes 5) valor possui uma ligação mais imediata com a motivação e é um conceito mais dinâmico do que as atitudes6) o conceito substantivo do valor pode estar diretamente relacionado com as funções de ajustamento, defesa do ego, atualização do self enquanto a atitude se relaciona inferencialmente a essas funções
Valores Humanos BásicosPossuem importância por estarem no topo da hierarquia da abstração do pensamento humanoTranscendem situações específicas e direcionam a conduta da pessoaPodem ser ordenados por sua importância e servem como princípios que guiam à vida da pessoaSão metas que guiam a conduta de uma pessoaSão subjetivos, no entanto possuem significados compartilhados e podem agregar-se em tipos motivacionaisSchwartz (2005)Molpeceres, Llinhares  e Matisu  (2006)
O estudo dos Valores pode ser feito em diferentes níveiso interesse está na contextualização dos indivíduos no meio onde eles vivemCulturalEmicEtic   o   interesse está na comparação entre diversos contextos,     permitindo comparações transculturaisGrupalOs valores culturais servem para estabelecer crenças compartilhadas que definem que tipo de conduta é apropriada nas diversas situações, além de servir para justificar o motivo daquela escolhaIndividualPorto (2005)
Teoria dos ValoresSchwartz (2005)1Valores são crenças2Valores são um construto motivacional3São transituacionais4Guiam a seleção e avaliação de açõe, políticas, pessoas e eventos5São ordenados pela importância relativa aos demaisIdentifica as principais características dos Valores de cinco formas:Crenças intrinsecamente ligadas a emoção e não a idéias. Quando os valores são ativados, conscientemente ou não, eliciam sentimentos positivos e negativosReferem-se a objetivos desejáveis que as pessoas se esforçam por obterSão objetivos abstratosCrenças intrinsecamente ligadas a emoção e não a idéias. Quando os valores são ativados, conscientemente ou não, eliciam atitudesOs Valores das pessoas formam um sistema ordenado de prioridades axiológicas que as caracteriza como indivíduos
Tipos Motivacionais(1) AutodeterminaçãoA autodeterminação é derivada de necessidades orgânicas por controle e dominância e de requisitos interacionais de autonomia e independênciapensamento e ação independente – escolher, criar, explorarObjetivo que o definecriatividade, liberdade, escolher os próprios objetivos, curioso, independente, (auto-respeito, inteligente, privacidade)Valores(2) EstimulaçãoValores de estimulação são derivados da necessidade orgânica de variedade e estimulação de forma a manter um nível de ativação ótimo e positivo, em vez de ameaçador. Essa necessidade provavelmente se relaciona às necessidades subjacentes ao tipo motivacional de autodeterminaçãoexcitação, novidade, desafio na vidaObjetivo que o defineuma vida variada, uma vida excitante, ousadoValores

Introdução à Psicologia Jurídica

  • 2.
    Objetivo da ApresentaçãoConceituara Psicologia e Identificar seus Principais Campos de Atuação
  • 3.
    A Psicologia eo DireitoPsicologia CognitivaTeorias Psicanalíticas e PsicopatologiaPsicologia SocialAgenda
  • 4.
    A Psicologia eo DireitoPsicologia CognitivaTeorias Psicanalíticas e PsicopatologiaPsicologia SocialAgenda
  • 5.
    A Psicologia eo DireitoPsicologiaDireitoBusca compreender e explicar a conduta humanaPrevê e regula determinados tipos de comportamento com o objetivo de estabelecer um contrato social de convivênciaA Psicologia Jurídica deve restringir-se aos conteúdos da norma, sem procurar explicar se ela é ou não é justa, nem pretender argumentar sobre seus fins
  • 6.
    Psicologia JurídicaConsttitui-se deum campo de investigação psicológico especializado, cuja a finalidade é o estudo do comportamento dos atores jurídicos no âmbito do Direito, da lei e da justiçaFonte: Jesus (2006)
  • 7.
    DiferenciaçãoPsicologia na LeiProfissionaisda Lei requisitam a atuação dos Psicólogos.Trata-se de uma Psicologia aplicada à resolução de problemasPsicologia e LeiA Psicologia analisa componentes psicológicos no Direito, desenvolvendo investigação e teoriaPsicologia da LeiRepresenta uma aproximação abstrata da lei como determinante do comportamento. Como a lei afeta a conduta humanaFonte: Jesus (2006)
  • 8.
    Diversas podem seras especialidades da Psicologia Jurídica:Psicologia da DelinquênciaPsicologia Judicial (Juízes, Jurados e Testemunhos)Psicologia Policial e das Forças ArmadasPsicologia PenitenciáriaMediação FamiliarTécnicas de Entrevista e InterrogatórioPsicopatologia Etc…
  • 9.
    Funções do PsicólogoJurídicoAs condutas psicológicas dos atores jurídicosAvaliar e DiagnosticarComo perito, visando trazer para os autos informações psicológicas essenciais para a tomada de decisãoAssessorarPlanejar e organizar programas de prevenção, tratamento de reabilitação e de integração de atores jurídicos Treinar e selecionar profissionais IntervirEducarFonte: Jesus (2006)
  • 10.
    Funções do PsicólogoJurídicoColaborar com campanhas de prevenção social contra a criminalidade em meios de comunicação ConscientizarProblemas da Psicologia JurídicaPesquisarContribuir para a melhoria da situação da vítima e para a sua interação com o sistema legalApresentar soluções negociadas aos conflitos jurídicos por meio da intervenção mediodora Ajudar a vítimaMediarFonte: Jesus (2006)
  • 11.
    ConclusãoAs técnicas eos procedimentos empregados pela Psicologia moderna necessitam de um marco conceitual, que não poderia ser reduzido a uma inocente utilização de uma teoria psicológica, mas deveria consistir em uma teoria dentro do mundo legal, de maneira que possa haver uma integração entre campos psicológico e legalO desafio para a Psicologia Jurídica brasileira está lançado Jesus (2006)Fonte: Jesus (2006)
  • 12.
    A Psicologia eo DireitoPsicologia CognitivaTeorias Psicanalíticas e PsicopatologiaPsicologia SocialAgenda
  • 13.
  • 14.
    Sensação – Percepção– CogniçãoPercepçãoSensaçãoOs processos perceptivos são inconscientesA percepção é direta ou imediataA percepção é discriminativa e constante (ou altamente condicionada)AtençãoProcesso de detecção e de decodificação da energia de um estímulo do mundo exteriorA sensação se refere às informações que são apresentadas aos órgãos dos sentidosA visão mais aceita é que os processos cognitivos são tão complexos que é muito difícil estabelecer uma nítida diferença entre sensação e percepção
  • 15.
  • 16.
    CogniçãoConjunto de atividadese processos pelos quais um organismo adquire informação e desenvolve conhecimentosMecanismos mentais que agem sobre a informação sensorial, buscando a sua interpretação, classificação e organizaçãoProcessos Cognitivos: memória, categorização, atenção, resolução de problemas, tomadas de decisão, tipos de raciocínio, linguagemCognição é o processo de conhecer
  • 17.
    Sensação – Percepção– CogniçãoFonte: Velásquez, Losano e Escalante (1995)
  • 18.
    Interpretação e Integraçãodas características do objetoaos conhecimentos do sujeitoObjetoRESPOSTASCérebroCaptaçãopelo SistemaSensorialEstruturascorticaisMemóriaCategorizaçãoAtençãoResolução de Problemas: tipos de raciocínioLinguagemSistema CognitivoCaracterísticas:- cor- textura- tamanho- formato- profundidadeProcessos CognitivosProcesso PerceptivoSensação – Percepção – CogniçãoFonte: ABRAHÃO (2003)
  • 19.
    Representação Mental doConhecimentoRepresentações são como estados mentais que promovem um elo entre o organismo e um determinado contexto. Têm como característica trazer em si mesmas os objetos aos quais se referem, independentemente de os mesmos estarem ou não em sua presençaFonte: TEIXEIRA (1993)
  • 20.
  • 21.
    Representação Mental doConhecimentoA noção de representação pode ser entendida tanto num sentido técnico, quanto num sentido psicológico e num semiológicorepresentação é como um conjunto de propriedades, relações e valores ligados a um objeto do pensamentoSentido Psicológicoé a expressão de um conhecimento por meio de um sistema de signosSentido Técnicoa representação é a relação entre o significante de um signo e seu objetoSentido SemiológicoFonte: LE-NY (1994)
  • 22.
    Representação Mental doConhecimentoSua elaboração e desenvolvimento supõe pelo menostrês tipos de processos cognitivosMemorização e EvocaçãoEsquematização (Categorização)AntecipaçãoFonte: TEIGER (1993)
  • 23.
    MemóriaComponentes fundamentaisPercepção(entrada)AçãoUtilização(saída)CodificaçãoArmazenamentoRecuperaçãoProcesso dememorizaçãoCaracterísticas da memóriaA memória é associativa - fazemos constantemente ligações entre representações
  • 24.
    A memória decurto termo tem uma capacidade muito limitadaMemóriaMemória SensorialBufferMemória de CurtoTermo - MCTRAMMemória de LongoTermo - MCTDisco Rígido
  • 25.
    Categorização Identificação edefinição do problema
  • 26.
    Construção deuma estratégia de resolução
  • 27.
    Organização dasinformações
  • 28.
    Alocação derecursos cognitivos, a monitoração e a avaliação da resoluçãoé a forma como reconhecemos padrões entre diferentes estímulos e os agrupamos de maneira a elaborar modelos ou identificar características de um dado contexto ou situaçãoAtençãoTambém é dirigida pela experiência e conhecimentos, logo é seletiva e determina aspectos da realidade que serão descartados ou retidosCategorizaçãoOrganiza a realidade segundo uma lógica que se apóia em crenças, valores e normas
  • 29.
    Atenção Seletiva –Rota CorticalVer a palavra que designa uma cor ativa uma rota corticalRealize o conjunto de tarefas a seguir e perceba que a tarefa (3) será a mais difícil(1) Leia esta lista de nomes de cores o mais rápido possível. Leia da direita para a esquerda em cada linhaVermelhoAmareloAzulVerdeAzulVermelhoVerdeAmareloAmareloVerdeVermelhoAzul
  • 30.
    (2) Nomeie estasetiquetas coloridas o mais rápido possível.Nomeie da esquerda para direita em cada linha(3) Nomeie mais rápido possível a cor de tinta com a qual cada palavra foi impressa. Nomeie da esquerda para direita em cada linhaVermelhoAzulVerdeAmareloAmareloVermelhoAzulVerdeAzulAmareloVerdeVermelhoTentar identificar o nome da cor da tinta ativa uma rota cortical diferente, e a primeira interfere na segunda Efeito Stroop (John Ridley Stroop – 1935)
  • 31.
  • 32.
    Ciclo de Resoluçãode ProblemasIdentificação do Problema1 Avaliando aresolução de problemas7Definição do Problema2Construindo uma estratégia3 Monitorando a resolução de problemas6Organizando a informação4Alocação de recursos5Fonte: STERNBERG (2001)
  • 33.
    Arquiteturas CognitivasSOARRegras deProduçãoResolução de Problemas a) espaço inicial, b) espaço do problema c) estado final desejadoFonte: NEWELL, A. Unified theories of cognition. Harvard University Press, Cambridge MA, 1990Estado finalEstado inicial12534transformações – estados intermediáriosSolução Problema
  • 34.
    Tomada de DecisãoHerbertSimonPrêmio Nobel - 1978A pessoa como um ser limitado e racionalDevido as limitações da cognição humana, devemos usar métodos de aproximação para executar a maioria das tarefas – (e.g. Xadrez)Introduz o conceito de satisfação que consiste em fazer uma escolha em um grupo de opções quando não se sabe muito sobre as probabilidades adiante. Implica em se tomar um atalho (Heurísticas), baseado no nível de aspiração
  • 35.
    Tomada de DecisãoH.Simon (1960)Categorização do processo da Tomada de Decisão 1. Inteligência - identificação de um problema ou oportunidade 2. Projeto - identificação das soluções alternativas 3. Escolha - seleção de uma alterna-tiva ou uma combinação de alternati-vas)Para Cañas e Waerns (2001) as atividades que uma pessoa realiza quando está tomando decisões são as seguintes:1. Observação – ou seja, antes de tomar uma decisão é necessário que a pessoa tenha toda a informação que precisa2. Avaliação – com a informação obtida deve-se avaliar a situação. Neste sentido a informação deve combinar com os conhecimentos que a pessoa tem3. Seleção de uma resposta – uma vez avaliada a situação, é necessário tomar uma decisão
  • 36.
    HeurísticasHeurísticas são “Atalhos”Cognitivos para reduzir a complexidade dos processos de tomada de decisão e fazer julgamentos de forma mais simples e imediataTais atalhos tornam mais leve a carga cognitiva de tomar decisões, mas possibilitam uma chance maior de erroHeurística de representatividade - Heurística de disponibilidade
  • 37.
    Análise Cognitiva: construirrepresentações (no sentido técnico) acerca das representações (no sentido psicológico e semiológico)representação é como um conjunto de propriedades, relações e valores ligados a um objeto do pensamentoSentido Psicológicoé a expressão de um conhecimento por meio de um sistema de signosSentido Técnicoa representação é a relação entre o significante de um signo e seu objetoSentido SemiológicoFonte: LE-NY (1994)
  • 38.
    Modelo MentalModelo Mentalcomo uma representação dinâmica criada na Memória de Trabalho pela combinação de informações estocadas na Memória de Longo Termo e as características extraídas do ambienteFonte: CAÑAS, ANTOLI E WAERNS (2001)
  • 39.
    Modelo Mentalum modelomental da interação deve servir para especificar como as variáveis psicológicas se relacionam com as variáveis do sistemaNorman (1986)A mais importante característica do Modelo Mental é a função de simular a realidade na memória da trabalho(Cañas, Salméron e Gomez, 2004)
  • 40.
    ModelosUm modelo ésempre uma redução intencional e empobrecida da realidade, “nessa dimensão, a perda ocasionada pela simplificação é compensada pela inteligibilidade que resulta da maior clareza assim expressa entre seus componentes
  • 41.
    Modelo CognitivoAtkinson &ShiffrinMemóriaCurto-termo(MCT)MemóriaLongo termo(MLT)RegistrosensorialProcesso deControle:Autorepetição
  • 42.
  • 43.
  • 44.
    Estratégias de recuperaçãoVisualStimulus(som,luz, etc.) proveniente do ambienteAuditivoTátilResposta
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
  • 49.
  • 50.
  • 51.
  • 52.
  • 53.
  • 54.
  • 55.
  • 56.
    PercepçãoModelo CognitivoNormanObjetivoExpectativaintençãoavaliaçãoAção deespecificaçãointerpretaçãoexecuçãopercepçãoAtividade mental............Atividade física
  • 57.
    Modelo CognitivoWinckensRecursosde atençãoMemóriaSensorialResposta de ExecuçãoDecisão e Seleção de RespostaPerceptionPercepçãoEstímuloRespostasMemória deTrabalhoMemória deLongo-termoMemóriaFeedback
  • 58.
  • 59.
  • 60.
    Modelo Cognitivo SRK- RasmussenObjetivosDecisão da tarefaComportamento baseado em ConhecimentosIdentificaçãoPlanejamentoSimbólicaComportamento baseado em RegrasAssociaçãoestado/tarefaEstoque de regras para tarefaReconhecimentoSignosPadrões sensórios motores automatizadosSinaisComportamento baseado na HabilidadeFormação Entrada sensorialSinaisAções
  • 61.
    Modelo Cognitivo SRK- RasmussenComportamento baseado em habilidades conduz à busca no ambiente de sinais que ativam as representações procedimentais relativas à situação na MLT. São dados sensoriais que representam as variáveis espaço - temporais de um ambiente dinâmico e são tratadas como variáveis contínuasComportamento baseado em regras requer a busca de signosque permitem a ativação de regras memorizadas - signos representam um estado do ambiente e são associados a ações, a padrões de comportamento memorizadosComportamento baseado em Conhecimento conduz à busca no ambiente de símbolos que ativam representações em distintos modelos conceituais e as interrelacionam
  • 62.
    AprendizagemZona Proximal deDesenvolvimento – VygotskyAprendizagem SignificativaSubsunçores (Teoria de Auzubel)Aprendizagem SituadaPiaget – Estágios do Desenvolvimento Cognitivo
  • 63.
    Piaget – Teoriado Desenvolvimento CognitivoEstágio Sensório-motor (0-2 anos)Confiam em seus sistemas sensoriais e motores
  • 64.
    O pensamento dacriança é em grande parte confinado à açãoEstágio Pré-Operacional (2-7 anos)Apreensão dos símbolos
  • 65.
  • 66.
    Tende a vero mundo, em grande parte, de suas próprias perspectivas
  • 67.
    Encontram dificuldades emse colocarem no lugar dos outros e compreender pontos de vistas alternativosPiaget – Teoria do Desenvolvimento CognitivoEstágio das Operações Concretas (7-11 anos)Param de confiar tão fortemente em informação sensorial e passam a confiar na razão
  • 68.
  • 69.
    Capacidade cognitiva aumenta(classificação e categorização)
  • 70.
    Ainda não sãocapazes de lidar racionalmente com idéias abstratasEstágio Operações FormaisPensa a respeito do pensamento
  • 71.
    A Psicologia eo DireitoPsicologia CognitivaTeorias Psicanalíticas e PsicopatologiaPsicologia SocialAgenda
  • 72.
    Teorias Psicanalíticas ePsicopatologiaAs Pulsões e os Princípios que regem o funcionamento mentalFreud: representação coisa (visual) – Ics representação palavra (acústica) – PCs-Cs2ª Tópica de Freud: ID – EGO - SUPEREGO Recalque da representação e Repressão do afetoRepresentação substitutiva
  • 73.
    Teorias Psicanalíticas ePsicopatologiaAs Pulsões e os Princípios que regem o funcionamento mentalFreud: representação coisa (visual) – Ics representação palavra (acústica) – PCs-Cs2ª Tópica de Freud: ID – EGO - SUPEREGO Recalque da representação e Repressão do afetoClivagem da RepresentaçãoDois caminhos distintos de tratamento da informação
  • 74.
    Teorias Psicanalíticas ePsicopatologiaCompulsão à RepetiçãoImagos Parentais e o Complexo de ÉdipoCatarse e Sublimação Método Psicanalítico: “recordar, repetir e elaborar” Resistência
  • 75.
    Jung, Reich eOutrosCarl G. Jung e o NuminosoReich e o Corpo
  • 76.
    Mecanismos de Defesado EgoNegaçãoRacionalizaçãoFormação ReativaIsolamentoRegressãoSão formas que a psique tem de se proteger da tensão interna ou externa. As defesas evitam a realidade (repressão), excluem a realidade (negação), redefinem a realidade (racionalização) ou a invertem (formação reativa). Elas colocam sentimentos internos no mundo externo (projeção), dividem a realidade (isolamento) ou dela escapam (regressão)
  • 77.
  • 78.
    Imputabilidade PenalArt. 26– É insento de pena o agente que, por doença mental ou desenvolvimento mental incompleto ou retardado, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento
  • 79.
    Imputabilidade PenalArt. 28– Não excluem a imputabilidade penal:I – a emoção ou a paixão;II – a embriaguez, voluntária ou culposa, pelo álcool ou substância de efeitos análogos É isento de pena o agente que, por embriaguez completa, proveniente de caso fortuito ou força maior, era, ao tempo da ação ou da omissão, inteiramente incapaz de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com seu entendimento
  • 80.
    A penapode ser reduzida de um a dois terços, se o agente, por embriaguez, proveniente de caso fortuito ou força maior, não possuía, ao tempo da ação ou da omissão, a plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimentoA Psicologia e o DireitoPsicologia CognitivaTeorias Psicanalíticas e PsicopatologiaPsicologia SocialAgenda
  • 81.
    Psicologia SocialEstudo científicoda maneira como os pensamentos, os sentimentos e os comportamentos das pessoas são influenciadas pela presença real ou imaginária de outras pessoasMétodo ObservacionaldescriçãoMétodo CorrelacionalprediçãoMétodo ExperimentalcausalidadeElemento Crucial: Níveis de Análise
  • 82.
    Percepção SocialPsicólogos Sociaisque investigam a percepção das pessoas estão interessados em determinar a maneira pela qual as pessoas fazem julgamentos sobre os outros (Formação da Impressão) e como elas controlam o julgamento que os outros fazem dela (Gerenciamento da Impressão)Formada por informações limitadas: Traços Centrais; Efeito da Primazia e Efeito Recente; Viés da Negatividade; Atração Física; Estigma; Viés do Falso Consenso; Contexto SocialEstuda as estratégias que são usadas pelas pessoas para criarem uma imagem ou identidade aceita socialmente: Engraçamento (ex: elogio e concordância); Auto MonitoramentoFormação daImpressãoGerenciamentoda Impressão
  • 83.
    Influência Social Ocorre quando as atitudes ou comportamentos de uma pessoa são o resultado direto ou indireto de pressão socialA pessoa muda o cpto para obter uma recompensa ou evitar uma punição, como resposta à pressão social indireta, real ou imaginadaA pessoa muda o cpto para ser “querida” ou se identifica com uma outra pessoaA pessoa muda o cpto porque realmente ou privadamente) aceita as crenças, cptos, atitudes e valores de outra pessoaConformidadeIdentificaçãoInternalizaçãoKelman (1961) propôs que a influência Social poderá ter três efeitos:
  • 84.
    Algumas pesquisas sobreConformidadeUnanimidade do GrupoTamanho do GrupoCoesão do GrupoAnonimidadeDiscrepânciaCaracterísticas PessoaisCulturaConcordância (pé na porta – cara na porta)
  • 85.
    French e Raven(1959) identificam seis bases do poder socialQuando o agente influenciador tem controle sobre as puniçõesQuando o agente influenciador tem controle sobre as recompensas e recursos que são valorizadosQuando se acredita que o agente influenciador tem conhecimento ou habilidade superiorQuando a pessoa é atraída ou influencia-se com o agente influenciadorQuando a pessoa acredita que o agente influenciador tem uma autoridade legítimaQuando o agente influenciador possui uma informação específica que é necessária à pessoaCoercivoRecompensadorEspecialidadeReferênciaLegitimaçãoInformacionalLandy (1989): poder de incremento – Especialidade + Referência
  • 86.
    “é um sentimento(positivo ou negativo) relativamente constante sobre uma pessoa, um objeto ou uma questão. São respostas avaliativas perante a um objeto”AtitudeArnould (2004)
  • 87.
    Duas visões sobrea estrutura da Atitude Modelo de Componente ÙnicoModelo de três componentesAtitudes são compostas de componentes cognitivos, afetivos e comportamentaisAtitude compreende só o componente AfetivoAronson, Wilson e Akert (2002)
  • 88.
    Componentes da Atitudeconstituídode pensamentos e opiniões acerca do objetoCognitivoCrenças, idéiasconsiste nas reações emocionais ao objetoAfetivoSentimentos, emoçõesconsiste no comportamento observável em relação ao objetoComportamentalPredisposição para agirComponenteExemplo
  • 89.
    Componentes da Atitudecom relação ao TurismoViajar é relaxanteCognitivoCrenças, idéiasEu gosto de praiasAfetivoSentimentos, emoçõesVou viajar para FlorianópolisComportamentalPredisposição para agirComponenteExemplo
  • 90.
    Atitudes e ComportamentoApesarda crença: Não existe uma forte relação entre atitudes e comportamentoLaPierre (1934) – discrepância entre atitudes e cpto (restaurantes / chineses)Pessoas com baixo auto monitoramento, as atitudes são melhores preditoras de cptoA relação entre atitude e cpto é maior quando a medida de atitude é avaliada com relação a um cpto do que com relação a um objeto
  • 91.
    Mudança de AtitudeModelode Elaboração de ProbabilidadePetty (1994)Rota CentralRota PeriféricaMaior probabilidade de ocorrência quando o ouvinte acha a mensagem interessante, importante ou pessoalmente relevante, Assim, submete a informação a um raciocínio procedimental. A mudança de atitude vai depender da qualidade do argumentoMaior probabilidade de ocorrência quando a mensagem é irrelevante. A mudança de atitude envolve menos esforço mental, depende da quantidade (versus a qualidade) dos argumentos e da presença de fatores persuasivos, tais como a atratividade ou status do comunicadorA rota central produz uma mudança de atitude que é mais duradoura
  • 92.
    Allen, Ng eWilson (2002) sugerem que a atitude possui duas funções psicológicas que devem ser influenciadas por valores humanosFunção instrumentalFunção expressivaO desejo que motiva a função instrumental é de que se pode competentemente e efetivamente controlar e manipular o meio. Assim, os benefícios que prendem um sujeito na função instrumental são as qualidades intrínsecas do objeto, o expediente para o fim, a habilidade do objeto para controlar o meioa motivação para a função psicológica da atitude expressiva é a necessidade de expressão do self
  • 93.
    Valores Humanosfuncionam comonecessidades que determinam a conduta orientada para um fimFeather (1995)ajudam a determinar princípios cognitivos e perceptuais que, por sua vez, influenciam as atitudes das pessoas
  • 94.
    em toda amoral efetiva elaboram-se certos princípios, valores ou normastodo ato moral inclui a necessidade de escolher entre vários atos possíveisas escolhas não existem a priori, instalam-se na relação entre o desejo e uma açãodevem basear-se numa preferênciaEssa preferência deve-se porque os atos se apresentamcomo atos valiosos (valor que atribuímos às coisas e aos objetos)como atos de valor moral (valor com respeito à conduta humana)Para Sartre (1970), a pessoa se faz escolhendo a sua moralDepende da pessoa o sentido que ela dá à vida, e o valor nada mais é do que esse sentido escolhidoFonte: Vasquez (2006)
  • 95.
    Respostas avaliativas perantea um objetoResultantes de um processo de Abstração e Generalização, formando um exemplarAtitudesValoresSão carregados afetivamente e são subjetivos, e estão no topo da hierarquia da abstração e generalizaçãoSão dominantes em relação à Atitude
  • 96.
    Rokeach (1973) ampliaa distinção entre valores e atitudes1) enquanto o valor é uma única crença, a atitude refere-se à organização de várias crenças que têm como foco um objeto ou uma situação 2) o valor é um padrão, a atitude não 3) o número de valores é reduzido em relação ao número de atitudes já que existem tantos valores quantos modos de conduta ou estados de existência desejados e tantas atitudes quantos situações ou objetos4) valores ocupam uma posição mais central na personalidade e no sistema cognitivo do que as atitudes, sendo os valores determinantes das atitudes 5) valor possui uma ligação mais imediata com a motivação e é um conceito mais dinâmico do que as atitudes6) o conceito substantivo do valor pode estar diretamente relacionado com as funções de ajustamento, defesa do ego, atualização do self enquanto a atitude se relaciona inferencialmente a essas funções
  • 97.
    Valores Humanos BásicosPossuemimportância por estarem no topo da hierarquia da abstração do pensamento humanoTranscendem situações específicas e direcionam a conduta da pessoaPodem ser ordenados por sua importância e servem como princípios que guiam à vida da pessoaSão metas que guiam a conduta de uma pessoaSão subjetivos, no entanto possuem significados compartilhados e podem agregar-se em tipos motivacionaisSchwartz (2005)Molpeceres, Llinhares e Matisu (2006)
  • 98.
    O estudo dosValores pode ser feito em diferentes níveiso interesse está na contextualização dos indivíduos no meio onde eles vivemCulturalEmicEtic o interesse está na comparação entre diversos contextos, permitindo comparações transculturaisGrupalOs valores culturais servem para estabelecer crenças compartilhadas que definem que tipo de conduta é apropriada nas diversas situações, além de servir para justificar o motivo daquela escolhaIndividualPorto (2005)
  • 99.
    Teoria dos ValoresSchwartz(2005)1Valores são crenças2Valores são um construto motivacional3São transituacionais4Guiam a seleção e avaliação de açõe, políticas, pessoas e eventos5São ordenados pela importância relativa aos demaisIdentifica as principais características dos Valores de cinco formas:Crenças intrinsecamente ligadas a emoção e não a idéias. Quando os valores são ativados, conscientemente ou não, eliciam sentimentos positivos e negativosReferem-se a objetivos desejáveis que as pessoas se esforçam por obterSão objetivos abstratosCrenças intrinsecamente ligadas a emoção e não a idéias. Quando os valores são ativados, conscientemente ou não, eliciam atitudesOs Valores das pessoas formam um sistema ordenado de prioridades axiológicas que as caracteriza como indivíduos
  • 100.
    Tipos Motivacionais(1) AutodeterminaçãoAautodeterminação é derivada de necessidades orgânicas por controle e dominância e de requisitos interacionais de autonomia e independênciapensamento e ação independente – escolher, criar, explorarObjetivo que o definecriatividade, liberdade, escolher os próprios objetivos, curioso, independente, (auto-respeito, inteligente, privacidade)Valores(2) EstimulaçãoValores de estimulação são derivados da necessidade orgânica de variedade e estimulação de forma a manter um nível de ativação ótimo e positivo, em vez de ameaçador. Essa necessidade provavelmente se relaciona às necessidades subjacentes ao tipo motivacional de autodeterminaçãoexcitação, novidade, desafio na vidaObjetivo que o defineuma vida variada, uma vida excitante, ousadoValores