1




        GESTÃO DE ESTOQUE NA CADEIA DA
             LOGÍSTICA INTEGRADA
                        Acadêmico (a): Karine Santos Pereira
                             Professor – Antônio Ribeiro
               Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI
Tecnólogo em Logística (LOD 0159/1) – Gestão de estoque na cadeia da logística integrada.
                                     17/10/2012


RESUMO

Em tese, a gestão de estoque é parte da logística integrada que busca a utilização dos
recursos de forma racional para galgar êxito em suas transações comerciais. Inúmeras
questões devem ser abordadas criteriosamente para a consecução dos objetivos. Como
atender o cliente em tempo hábil? Como manter os preços em alta competitividade? Como
evitar dispêndio no estoque? Baseado nesses questionamentos é que busco através de
pesquisa documental e bibliográfica, busco explanar sobre o assunto de forma sucinta,
ampliar a visão do leitor para adotar as melhores técnicas de gestão para o seu modelo de
negócio, incitá-lo a investigação dos ambientes para compreender se o momento é favorável
para o aumento do estoque, enfocar a importância de uma reserva que atenda as
necessidades do mercado sem que se torne absoleto e consequentemente se perca o valor do
investimento aplicado.

Palavras-chave: Estoque. Logística integrada.


INTRODUÇÃO

        Com a alta competitividade e maior exigência do consumidor as empresas
necessitam se adaptarem rapidamente à tendência, melhorar suas performances e agregar
valores aos seus serviços e produtos.
        As empresas dependem do equilíbrio do ambiente externo para o melhor
desempenho nas suas atividades, entretanto esquivar-se de tantas incertezas deve ser o core
business para a ascensão do negócio.
        A logística moderna engloba toda a movimentação dos materiais desde a chegada de
matérias-primas até o momento que o produto está disponível para o consumidor final. Essa
sincronia é a Cadeia de suprimentos ou Supply Chain. A logística tem ocupado um espaço
deslumbrante em todo este cenário, vem demonstrando que é necessária e que define todo o
contexto na negociação.
        No tocante à gestão de estoque é fato de que pertence a essa cadeia de logística
integrada e que carece de ter uma gestão minuciosa e adequada, para tanto, a avaliação dos
2




ambientes e as técnicas de gestão são sumarias. A aplicabilidade de um estoque salutar
associa excelentes resultados na situação econômica da empresa e abre um leque de
oportunidade aos negócios.

DESENVOLVIMENTO

INCERTEZAS

        Diante de um panorama de instabilidade econômica, competição acirrada, e outros
fatores, não existem precisão quanto ao futuro. No estoque, esta inconstância ainda é muito
mais tênue, pois não sabe ao certo quando e quanto estocar. Outrora os estoques eram
abastecidos à espera de clientes para comprá-los e caso isso não acontecesse o material
permanecia armazenado por muito tempo. As quantidades de taxas de manutenção e as
perdas levam os gestores a repensar as formas de estocagem. Sobretudo, existem custos
relacionados ao estoque que podem onerar excessivamente as contas financeiras da
organização, além de manter um recurso estagnado que poderia ser empregado em
investimentos que traria lucros imediatos.

CUSTOS DE ESTOQUE

        Quando se adquire um produto automaticamente existe o custo da compra, porém o
que ainda é pouco cogitado é que o armazenamento é propulsor de encargos financeiros e em
muitos casos, maiores que o custo do bem. Portanto, define-se por custos de estoque em três
categorias.
    Custo de pedir- É o custo gerado no ato da compra do material, todo o processo padrão
       a partir da aquisição do produto.
    Custo de manter- Associado aos custos de armazenagem, seguro, deterioração e
       absolescência do produto.
    Custo Total – É a soma do custo da obtenção do produto e o custo de manter.
       Objetiva-se em conhecer o real valor do material.


       Hong Yuh (2010) Diz:


                       Estabelecer os níveis de estoque e sua localização é apenas uma parte
                       do problema do controle de estoque. Considerando esse objetivo mais
                       amplo, uma questão crítica é balancear os custos de manter e de pedir
3




                           estoque, porque esses custos têm comportamentos conflitantes. Pág.
                           15




                                                  Figura 1.1
            Fonte: Gestão de estoques na cadeia de logística Integrada- Hong Yuh Ching Ed. Atlas


GESTÃO DE ESTOQUE

           Peter Wanke Logística para micro e pequenas empresas -2011 afirma:

                           A importância da gestão de estoque bem como a necessidade de suas
                           coordenar as suas decisões com os demais componentes das
                           operações, tem se tornando cada vez mais evidentes nas MPE’s. De
                           modo geral é fundamental para as MPE’s garantir maior
                           disponibilidade de produto ao consumidor ou cliente final com o
                           menor nível de estoque possível. (P. 72)

            O autor descreve a gestão de estoque para micro e pequenas empresas, destacando
a importância de se trabalhar com estoque enxuto e livre de ônus sobressalentes. Porém
existem decisões a serem avaliadas para que o estoque seja um aliado em toda a negociação.
Visando a toda complexidade operacional é necessário traçar planos estratégicos e eficazes.
As variações dos ambientes irão provocar os princípios de planejar, controlar e
retroalimentação.
           O planejamento é a triagem e determina os valores que o estoque terá com o passar
do tempo, planejar datas de entrada e previsão de saídas. O controle é basicamente o registro
de dados e informações de acordo com o planejamento. A retroalimentação é o comparativo
dos dados já citados. Visa embargar os desvios e corrigir os planos, levando a torná-lo real e
preciso.
           A gestão de estoque conta com técnicas que podem sanar problemáticas e podem
colaborar para o melhor desempenho organizacional. Para que tais técnicas sejam funcionais
dependerá da realidade que envolve o macro e microambiente.
4




TÉCNICA JUST IN TIME ( JIT)

          Modelo adotado pelo Japão no início dos anos 50 e desenvolvida na Toyota Motor
Company a princípio com o objetivo de reorganizar a produtividade, procura minimizar os
desperdícios, pôr a empresa em situação de destaque e propõe qualidade e preços
competitivos. Possui por bases as seguintes diretrizes:


      Qualidade
      Velocidade
      Confiabilidade
      Flexibilidade
      Compromisso

       No JIT o suprimento é adquirido apenas para a produção solicitada pelo cliente, ou
seja, o modelo make to order (sob encomenda), evita dissipação dos materiais. O contrário do
que se acontecia, nesta técnica não existe acúmulo nos armazéns e as perdas são
consideravelmente menores, identifica os problemas imediatamente, diminui a complexidade,
impõe sistemas e procedimentos.
Grandes benefícios são trazidos pelo JIT:
    Redução de custo
    Direcionamento a poucos fornecedores
    Diminuição de espaço na estocagem
    Melhoria de serviços
    Lead times reduzidos
    Redução de resíduos


   Aparentemente o JUST IN TIME seria a solução ideal para todos os tipos de negócios,
porém é importante ressaltar que toda introdução de novas técnicas na operação deve ser
muito bem avaliada, testada e principalmente conhecer os novos rumos a serem tomados.
Considerando algumas possíveis limitações do JIT.

    Necessidade de fornecedor eficiente e comprometido
    Funciona melhor nas empresas de pequeno e médio porte
    Exigência de profissionais altamente qualificados e flexíveis
5




    Resistência às mudanças
    Dependência de terceiros para execução de algum processo


       Hong Yuh (2010) fala sobre o JIT .


                       JIT é uma derivação do sistema japonês “Kaban”. Os cartões kaban de
                       processo de produção especificam quanto será feito (a quantidade de
                       reabastecimento) e quando será necessário (o momento da necessidade
                       do reabastecimento). Os cartões kaban de requisição especificam
                       quanto será retirado do estoque do “fornecedor”. Pág. 23

FLUXO DESCONTÍNUO DE MATERIAS (PUSH)

     Método Push em português empurrar estoque, o material é “empurrado” pela fábrica até
a distribuição para atender a demanda. Inicia-se na previsão de saídas. Produz e estoca o
material para atender as solicitações de pronto. Esta técnica é bastante benéfica quando o
fluxo de saída é superior ao de produção.

FLUXO CONTÍNUO DE MATERIAIS (PULL)

    Esta metodologia é conhecida com Pull em português Puxar. Consiste em possuir um
estoque curto que atenda a seus clientes. É uma estratégia planejada e regulada assim como o
JIT busca minimizar as perdas.

FLUXO SINCRÔNICO DE MATERIAIS

   Neste método a sincronia com o fornecedor precisa num ser lead time muito curto, neste
caso a demanda é recebida automaticamente processada e produzida. Importante ter um
excelente know-how para não falhar em compromissos firmados com o cliente.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

        É notório o quanto a evolução global torna necessária a reinvenção e reformulação de
projetos e práticas. As empresas necessitam abranger ao máximo de atividades em suas
operações para satisfazer plenamente as expectativas do consumidor. Todos os dias as
organizações são confrontadas com dificuldades para na tentativa manter-se em equilíbrio
econômico e financeiro.
        A utilização de recursos e técnicas, são capazes de contribuir significativamente para
a diminuição de custos, agilidade de produção, sobretudo qualificar seus serviços e produtos.
6




O estoque possui custos fixos que podem onerar seu produto final, contudo é imprescindível
conhecer as técnicas que se ajustem ao seu tipo de negócio.
        Por possuir várias vertentes, melhorar o desempenho das empresas, mantê-las em
avanço e contribuir para vencer os desafios proposto no cotidiano, a gestão de estoque tem
sobressaído nas questões administrativas e de produção nas entidades. Cada empresa possui
características próprias, e para tal, a utilização de técnicas eficazes que atenda o tipo de
negócio em questão. Um estoque eficiente aumenta a lucratividade além elevar as
probabilidades excelentes de negócios.


REFERÊNCIAS


WANKE Peter, Logística para micro e pequenas empresas - 2012 Ed. Atlas

CAXITO Fabiano, Logística um enfoque prático - 2011 Ed. Saraiva

CHING Yuh Hong, Gestão de estoque na cadeia da logística integrada - 2010 Ed. Atlas

PANITZ E. Carlos, Dicionário da logística, Gestão de Suprimento e Operações- 2006 Ed.
Alternativa

Gestão de estoque

  • 1.
    1 GESTÃO DE ESTOQUE NA CADEIA DA LOGÍSTICA INTEGRADA Acadêmico (a): Karine Santos Pereira Professor – Antônio Ribeiro Centro Universitário Leonardo da Vinci - UNIASSELVI Tecnólogo em Logística (LOD 0159/1) – Gestão de estoque na cadeia da logística integrada. 17/10/2012 RESUMO Em tese, a gestão de estoque é parte da logística integrada que busca a utilização dos recursos de forma racional para galgar êxito em suas transações comerciais. Inúmeras questões devem ser abordadas criteriosamente para a consecução dos objetivos. Como atender o cliente em tempo hábil? Como manter os preços em alta competitividade? Como evitar dispêndio no estoque? Baseado nesses questionamentos é que busco através de pesquisa documental e bibliográfica, busco explanar sobre o assunto de forma sucinta, ampliar a visão do leitor para adotar as melhores técnicas de gestão para o seu modelo de negócio, incitá-lo a investigação dos ambientes para compreender se o momento é favorável para o aumento do estoque, enfocar a importância de uma reserva que atenda as necessidades do mercado sem que se torne absoleto e consequentemente se perca o valor do investimento aplicado. Palavras-chave: Estoque. Logística integrada. INTRODUÇÃO Com a alta competitividade e maior exigência do consumidor as empresas necessitam se adaptarem rapidamente à tendência, melhorar suas performances e agregar valores aos seus serviços e produtos. As empresas dependem do equilíbrio do ambiente externo para o melhor desempenho nas suas atividades, entretanto esquivar-se de tantas incertezas deve ser o core business para a ascensão do negócio. A logística moderna engloba toda a movimentação dos materiais desde a chegada de matérias-primas até o momento que o produto está disponível para o consumidor final. Essa sincronia é a Cadeia de suprimentos ou Supply Chain. A logística tem ocupado um espaço deslumbrante em todo este cenário, vem demonstrando que é necessária e que define todo o contexto na negociação. No tocante à gestão de estoque é fato de que pertence a essa cadeia de logística integrada e que carece de ter uma gestão minuciosa e adequada, para tanto, a avaliação dos
  • 2.
    2 ambientes e astécnicas de gestão são sumarias. A aplicabilidade de um estoque salutar associa excelentes resultados na situação econômica da empresa e abre um leque de oportunidade aos negócios. DESENVOLVIMENTO INCERTEZAS Diante de um panorama de instabilidade econômica, competição acirrada, e outros fatores, não existem precisão quanto ao futuro. No estoque, esta inconstância ainda é muito mais tênue, pois não sabe ao certo quando e quanto estocar. Outrora os estoques eram abastecidos à espera de clientes para comprá-los e caso isso não acontecesse o material permanecia armazenado por muito tempo. As quantidades de taxas de manutenção e as perdas levam os gestores a repensar as formas de estocagem. Sobretudo, existem custos relacionados ao estoque que podem onerar excessivamente as contas financeiras da organização, além de manter um recurso estagnado que poderia ser empregado em investimentos que traria lucros imediatos. CUSTOS DE ESTOQUE Quando se adquire um produto automaticamente existe o custo da compra, porém o que ainda é pouco cogitado é que o armazenamento é propulsor de encargos financeiros e em muitos casos, maiores que o custo do bem. Portanto, define-se por custos de estoque em três categorias.  Custo de pedir- É o custo gerado no ato da compra do material, todo o processo padrão a partir da aquisição do produto.  Custo de manter- Associado aos custos de armazenagem, seguro, deterioração e absolescência do produto.  Custo Total – É a soma do custo da obtenção do produto e o custo de manter. Objetiva-se em conhecer o real valor do material. Hong Yuh (2010) Diz: Estabelecer os níveis de estoque e sua localização é apenas uma parte do problema do controle de estoque. Considerando esse objetivo mais amplo, uma questão crítica é balancear os custos de manter e de pedir
  • 3.
    3 estoque, porque esses custos têm comportamentos conflitantes. Pág. 15 Figura 1.1 Fonte: Gestão de estoques na cadeia de logística Integrada- Hong Yuh Ching Ed. Atlas GESTÃO DE ESTOQUE Peter Wanke Logística para micro e pequenas empresas -2011 afirma: A importância da gestão de estoque bem como a necessidade de suas coordenar as suas decisões com os demais componentes das operações, tem se tornando cada vez mais evidentes nas MPE’s. De modo geral é fundamental para as MPE’s garantir maior disponibilidade de produto ao consumidor ou cliente final com o menor nível de estoque possível. (P. 72) O autor descreve a gestão de estoque para micro e pequenas empresas, destacando a importância de se trabalhar com estoque enxuto e livre de ônus sobressalentes. Porém existem decisões a serem avaliadas para que o estoque seja um aliado em toda a negociação. Visando a toda complexidade operacional é necessário traçar planos estratégicos e eficazes. As variações dos ambientes irão provocar os princípios de planejar, controlar e retroalimentação. O planejamento é a triagem e determina os valores que o estoque terá com o passar do tempo, planejar datas de entrada e previsão de saídas. O controle é basicamente o registro de dados e informações de acordo com o planejamento. A retroalimentação é o comparativo dos dados já citados. Visa embargar os desvios e corrigir os planos, levando a torná-lo real e preciso. A gestão de estoque conta com técnicas que podem sanar problemáticas e podem colaborar para o melhor desempenho organizacional. Para que tais técnicas sejam funcionais dependerá da realidade que envolve o macro e microambiente.
  • 4.
    4 TÉCNICA JUST INTIME ( JIT) Modelo adotado pelo Japão no início dos anos 50 e desenvolvida na Toyota Motor Company a princípio com o objetivo de reorganizar a produtividade, procura minimizar os desperdícios, pôr a empresa em situação de destaque e propõe qualidade e preços competitivos. Possui por bases as seguintes diretrizes:  Qualidade  Velocidade  Confiabilidade  Flexibilidade  Compromisso No JIT o suprimento é adquirido apenas para a produção solicitada pelo cliente, ou seja, o modelo make to order (sob encomenda), evita dissipação dos materiais. O contrário do que se acontecia, nesta técnica não existe acúmulo nos armazéns e as perdas são consideravelmente menores, identifica os problemas imediatamente, diminui a complexidade, impõe sistemas e procedimentos. Grandes benefícios são trazidos pelo JIT:  Redução de custo  Direcionamento a poucos fornecedores  Diminuição de espaço na estocagem  Melhoria de serviços  Lead times reduzidos  Redução de resíduos Aparentemente o JUST IN TIME seria a solução ideal para todos os tipos de negócios, porém é importante ressaltar que toda introdução de novas técnicas na operação deve ser muito bem avaliada, testada e principalmente conhecer os novos rumos a serem tomados. Considerando algumas possíveis limitações do JIT.  Necessidade de fornecedor eficiente e comprometido  Funciona melhor nas empresas de pequeno e médio porte  Exigência de profissionais altamente qualificados e flexíveis
  • 5.
    5  Resistência às mudanças  Dependência de terceiros para execução de algum processo Hong Yuh (2010) fala sobre o JIT . JIT é uma derivação do sistema japonês “Kaban”. Os cartões kaban de processo de produção especificam quanto será feito (a quantidade de reabastecimento) e quando será necessário (o momento da necessidade do reabastecimento). Os cartões kaban de requisição especificam quanto será retirado do estoque do “fornecedor”. Pág. 23 FLUXO DESCONTÍNUO DE MATERIAS (PUSH) Método Push em português empurrar estoque, o material é “empurrado” pela fábrica até a distribuição para atender a demanda. Inicia-se na previsão de saídas. Produz e estoca o material para atender as solicitações de pronto. Esta técnica é bastante benéfica quando o fluxo de saída é superior ao de produção. FLUXO CONTÍNUO DE MATERIAIS (PULL) Esta metodologia é conhecida com Pull em português Puxar. Consiste em possuir um estoque curto que atenda a seus clientes. É uma estratégia planejada e regulada assim como o JIT busca minimizar as perdas. FLUXO SINCRÔNICO DE MATERIAIS Neste método a sincronia com o fornecedor precisa num ser lead time muito curto, neste caso a demanda é recebida automaticamente processada e produzida. Importante ter um excelente know-how para não falhar em compromissos firmados com o cliente. CONSIDERAÇÕES FINAIS É notório o quanto a evolução global torna necessária a reinvenção e reformulação de projetos e práticas. As empresas necessitam abranger ao máximo de atividades em suas operações para satisfazer plenamente as expectativas do consumidor. Todos os dias as organizações são confrontadas com dificuldades para na tentativa manter-se em equilíbrio econômico e financeiro. A utilização de recursos e técnicas, são capazes de contribuir significativamente para a diminuição de custos, agilidade de produção, sobretudo qualificar seus serviços e produtos.
  • 6.
    6 O estoque possuicustos fixos que podem onerar seu produto final, contudo é imprescindível conhecer as técnicas que se ajustem ao seu tipo de negócio. Por possuir várias vertentes, melhorar o desempenho das empresas, mantê-las em avanço e contribuir para vencer os desafios proposto no cotidiano, a gestão de estoque tem sobressaído nas questões administrativas e de produção nas entidades. Cada empresa possui características próprias, e para tal, a utilização de técnicas eficazes que atenda o tipo de negócio em questão. Um estoque eficiente aumenta a lucratividade além elevar as probabilidades excelentes de negócios. REFERÊNCIAS WANKE Peter, Logística para micro e pequenas empresas - 2012 Ed. Atlas CAXITO Fabiano, Logística um enfoque prático - 2011 Ed. Saraiva CHING Yuh Hong, Gestão de estoque na cadeia da logística integrada - 2010 Ed. Atlas PANITZ E. Carlos, Dicionário da logística, Gestão de Suprimento e Operações- 2006 Ed. Alternativa