Estoques
Renata Albergaria M. Bandeira, Dr.
PCP
Logística de Transporte
Relações Estratégicas
Planejamento da demanda
Compras
Gestão de Estoques
PCP
Logística de Transporte
Relações Estratégicas
Planejamento da demanda
Compras
Gestão de Estoques
PCP
Logística de Transporte
Relações Estratégicas
Planejamento da demanda
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Gestão de Estoques
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Planejamento da demanda
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Planejamento da demanda
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Planejamento da demanda
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Relações Estratégicas
Planejamento da demanda
Compras
Gestão de Estoques
Estoque
QUALQUER QUANTIDADE DE BENS
FÍSICOS MANTIDA, DE FORMA
IMPRODUTIVA, POR ALGUM INTERVALO
DE TEMPO.
ACÚMULO DE RECURSOS MATERIAIS EM
UM SISTEMA EM TRANSFORMAÇÃO.
A Cultura do Estoque
Homem das cavernas...
A cigarra e a formiga
Guerra e pós-guerra (despensa)
Período de alta inflação (freezer)
Exemplos de estoques mantidos em operações:
Hotel: itens de alimentação, itens
de toalete, materiais de limpeza.
Hospital: gaze, instrumentos,
sangue, alimentos, drogas,
materiais de limpeza.
Distribuidor de autopeças:
autopeças em depósito principal,
autopeças em pontos locais de
distribuição.
Conceitos básicos de estoques
Fase 1 Fase 2
suprimento de água consumo de água da
cidade
t t
taxataxa
necessidade
de acomodar
taxas diferentes
Suprimento
incerto e variável
Consumo contínuo
Estoques - conceitos
Fase 1 Fase 2
suprimento de água consumo de água da
cidade
t t
taxataxa
Estoque
represa
Fase 1 Fase 2estoque
•represa
•estoque em
processo
•estoque de m.p.
•consumo contínuo
•processo seguinte não
interrompido
•processo estável
•chuvas sazonais
•máquina que quebra
•fornecedor incerto
O grau de independência entre as fases de um processo
é proporcional à quantidade de estoque entre elas
Conceitos Básicos de Estoque
•Impossível ou inviável
coordenar suprimento e
demanda:
•Incerteza de
previsões de
suprimento e/ou
demanda:
•Especular com os
estoques:
??
•Preencher o
“pipeline” -
canais de
distribuição
Por que
surgem os
estoques?
•capacidade
•informação
•custo de obtenção
•restrições tecnológicas
•estoques de
segurança
•escassez
•oportunidade
Estoques
Protegem da imprevisibilidade dos processos
MAS TAMBÉM...
Protegem da falta de qualidade dos processos
Níveis elevados de estoques tendem a gerar
conformidade com o erro e as causas dos
problemas não são atacadas.
Just-In-Time (JIT) Exemplo
Refugo
O nível do estoque existente
(esconde problemas)
Falhas nas
vendas
Diferenças de
capacidade
Just-In-Time (JIT) Exemplo
Refugo
Redução de estoque revela
problemas que precisam ser resolvidos
Falhas nas
vendas
Diferenças
de
capacidade
FUNÇÕES DO ESTOQUE
Garantir disponibilidade de insumos para a
produção, neutralizando efeitos de:
• Demora ou atraso no fornecimento de materiais
• Sazonalidade no suprimento
Estoques de produtos não acabados
(intermediários)
• Regular fluxo das operações, amenizando
incertezas
FUNÇÕES DO ESTOQUE
Garantir atendimento ao mercado,
amenizando variações ou incertezas
• Satisfazendo expectativas com relação a
disponibilidade, o estoque melhora o serviço ao
cliente
Especialização Geográfica
• A dispersão da produção exige transferências
de estoque
FUNÇÕES DO ESTOQUE
Amortecer o período de ressuprimento
Proporcionar economias de escala
• Compra ou produção em lotes econômicos
Reduzir custo
• transporte e de compras (maiores lotes)
• Ex: fábrica de papel custo de fabricação
(preparação chega a $3.500,00/hora)
ESTOQUE = IMOBILIZAÇÃO DE CAPITAL
- Minimizar o capital investido em estoque
MAS...
- Uma empresa não trabalha sem estoque
- Estoque = amortecedor entre os estágios
de produção até a venda do produto final
Justificativas para os estoques
Internas:
quebras de equipamentos,
não cumprimento de prazos e condições de
fornecimentos pelos fornecedores,
fragilidade dos processos gerenciais – especialmente
planejamento;
Externas:
variação da demanda,
condições climáticas,
sócio-econômicas, entre outros, são eventos externos
à organização e que podem demandar estoques de
proteção para regular o processo de produção e
entrega de produtos.
Na falta de produtos ...
Metas conflitantes entre departamentos
Para a gerência financeira...
• Minimizar estoques  capital investido
• Otimizar o investimento
Para o gerente de produção...
• Estoques  meio de ajuda para a produção
Para o gerente de vendas...
• Estoques alto para atender os clientes
Desafio: Conciliar os objetivos dos diferentes
departamentos sem prejudicar a operacionalidade
da empresa
Tipos de Estoques Dias – pág 25, 26 e 27
Estoques matérias-primas
Materiais agregados ao produto acabado
Volume depende:
• Tempo de reposição
• Freqüência do uso
• Investimento
• Características do material (tamanho e durabilidade)
Auxiliares ou de manutenção
Ex: Peças de reposição
Tipos de Estoques
Estoques Produtos em Processo
Produtos parcialmente acabados em estágio intermediário
de produção
Estoques Produtos Acabados
Produção por encomenda  estoque baixo
Nível de produtos é determinado:
• Previsão de vendas (satisfazer a demanda)
• Processo produtivo
– Preparação e programação de máquinas c/ altos custos fixos
• Maior Liquidez e menor obsolescência maior possibilidade
de estoque
Tipos de Estoques
Gestão do
Estoque
Agregado
Estoques de matérias-primas
Estoques de material semi-acabado
Estoque de produtos acabados
FÁBRICA
MATÉRIAS-PRIMAS
PRODUTOS EM PROCESSAMENTO
EMBALAGENS
PRODUTOS ACABADOS
PEÇAS DE REPOSIÇÃO
MATERIAL DE ESCRITÓRIO
PRODUTOS ACABADOS
EMBALAGENS
PEÇAS REPOSIÇÃO (DISTRIBUIÇÃO)
MATERIAL DE ESCRITÓRIO
CD/VAREJO MERCADO
 PRODUTOS ACABADOS
Estoques e fluxos de materiais
Estoque
Estágio na
cadeia
Tipo da
Demanda
Quantidade
Valor
Outras
Matéria Prima
Produção
Em trânsito
Produtos acabados
Independente
Dependente
A Itens
B Itens
C Itens
Manutenção
Operação
Classificações dos Estoques
Desafio
Garantir determinada disponibilidade
de produto com o menor nível de
estoque possível
Reduzir o estoque sem um colapso da
produção/vendas e sem aumento dos
custos
Objetivos do planejamento de estoques
Objetivo de custo
Ponto ótimo dos custos de armazenagem,
de pedidos e de falta para atender à
demanda de mercado e aos acionistas.
Objetivo de Nível de Serviço
Atender necessidades do cliente em
relação a datas de entrega dos pedidos
% de grau de atendimento
Grau de atendimento custo
manutenção de estoque.
Decisões de Estoque
O que pedir
Quanto pedir
Número de itens
Quando pedir
Periodicidade
Como controlar o sistema
Quantidade, valor, inventário, itens obsoletos e
danificados
CUSTOS DE ESTOQUE
Custo de pedido: decorrente da compra
Mão de obra, formulário, telefone, correio etc
Custo de armazenagem: manter estoque
Espaço, Capital, seguro, armazenagem,
obsolescência, deterioração, avarias, etc
Custo de faltar estoque: Cancelamento
do pedido do item faltante e perda de
clientes
CUSTO DE PEDIDO (B)
B X N= Custo total anual de pedidos (CTP)
B= custo de um pedido de compra
N= número de pedidos em um ano = D/Q
CUSTO DE PEDIDO
Cálculo do custo de pedido (CTP)
Mão de Obra
• Para emissão e processamento
–Salários e encargos para:
–Gerentes de compras
–Compradores
–Secretárias
–Motoristas
–Boy etc
CUSTO DE PEDIDO
Material
Utilizado na confecção do pedido
• Formulários
• Material auxiliar (envelopes, impressora etc)
Custos Indiretos
• Telefone
• Energia
• Correios
• Reprodução
• Viagens
• Custo da área ocupada
CUSTO DE PEDIDO
Juros
Depreciação
Salários
Encargos sociais
Aluguel
Impostos
Equipamentos de movimentação
Deterioração
Obsolescência
Custo de Capital
Custo com pessoal
Custo com edificação
Custo de
manutenção
CUSTO DE ARMAZENAGEM
Obsolescência e deterioração
Obsolescência alta em setores como vestuário e
informática
Deterioração alta em setores como alimentação
e farmacêuticos
Quantidade
em estoque Custo
Tempo de
permanência
em estoque
Custo
CUSTO DE ARMAZENAGEM
Custo de armazenagem em relação ao
estoque médio  Q/2
CUSTO DE ARMAZENAGEM
Custo de Armazenagem = Q/2 x T x P x I
Q= quantidade de material em estoque
P= preço unitário do material
I = taxa de armazenamento
T= tempo de armazenagem
Taxa de Armazenagem (I)
Taxa de retorno de capital (Lucro/ valor)
Taxa de armazenamento físico
• (Área do estoque * Custo anual por m²/ valor
estoque)
Taxa de seguro
Taxa de depreciação
Taxa de obsolescência
Outras taxas: água, luz etc
I = % do valor o item/ano
CUSTO DE ARMAZENAGEM
Pedido atrasa ou não pode ser
entregue
Cálculo sem precisão
Perdas de lucros  cancelamentos
Custos adicionais por fornecimento em
substituição
Multas, prejuízos ou bloqueios de reajustes
devido ao atraso
Quebra da imagem da empresa
Custo de Falta de Estoque
$ Custo Total
Custo Armazenagem
I P Q/2
Nível de Estoque
Custo pedido BC/Q
Custo total = armazenagem + pedido
Ct= (I.P.Q)/2 + (C.B)/Q
Curva do Custo Total em fç Q
Demanda atual em unidade 1800
Taxa de armazenagem 2,50
Custo unitário de reposição 250,00
Preço de aquisição do material 10,00
Quantidade por encomenda Custo de armazenagem Custo de pedido
100 125 4500
200 250 2250
300 375 1500
450 562,5 1000
600 750 750
900 1125 500
1800 2250 250
Curva do Custo Total em fç Q
Quantidade por
encomenda
Custo de
armazenagem
Custo de
pedido
Custo
Total
100 125,00 4500,00 4625,00
200 250,00 2250,00 2500,00
300 375,00 1500,00 1875,00
450 562,50 1000,00 1562,50
600 750,00 750,00 1500,00
900 1125,00 500,00 1625,00
1800 2250,00 250,00 2500,00
0,00
500,00
1000,00
1500,00
2000,00
2500,00
3000,00
3500,00
4000,00
4500,00
5000,00
0 500 1000 1500 2000
Custo de
armazenagem
Custo de pedido
Custo Total
iP
BC
LEC
2

Custo total = armazenagem + pedido
Ct= (I.P.Q)/2 + (C.B)/Q
LEC= quantidade de pedido ótima
Tempo ótimo entre pedidos (T*) = LEC/C
Nº pedidos por ano (N*)=C/LEC
1. Serão compradas durante um ano 2000
unidades de uma peça. O custo de pedido
é de $ 50,00, o custo de armazenagem é
de 10% e o preço de compra é de $ 3,00.
Qual será o custo total se as compras
forem em lotes de 50, 100, 200, 500,
1000 unidades?
Exercícios – Dias, pg. 53
1. I (taxa de armazenagem)= 0,1
P (preço unitário da peça)= $ 3,00
B (custo de pedido) = $ 50,00
C (consumo anual total) = 2000
Exercícios – Dias, pg. 53
Ct= (I.P.Q.T)/2 + (C.B)/Q
Ct= (0,1*3*1*Q)/2+(2000*50)/Q
Q=50  Ct= $2007,50
Q=100  Ct= $ 1015,00
Q= 200  Ct= $ 530,00
Q=500  Ct= $ 275,00
Q=1000  Ct= $ 250,00
817
3*1,0
2000*50*22

iP
BC
LEC
Duas questões básicas envolvem o
controle de estoques:
Quando repor?
Quanto repor?
Sistemas de Controle de Estoques
Sistemas de Quantidade Fixa (Q)
Sistemas de Revisão Periódica (P)
Sistema de Quantidade Fixa (Q)
Sistemas de Revisão Contínua
Sistema de Estoque mínimo
Sistema do ponto de encomenda
Sistema de duas gavetas
Sistema Q
Período de
Reposição
Qtde. Comprada
(ou fabricada)
Variável Fixa
Sempre que determinado nível de estoque
for atingido  necessidade de repor uma
certa quantidade de material!
Compra-se o LEC!!!
0 TimeLead
time
Lead
time
Order
Placed
Order
Placed
Order
Received
Order
Received
Reorder
point, R
Q
Sistema Q
Sistema Q
Requisitos do Sistema Q
Pedido PP
Sistema Q
Exemplo: Qual o nível de estoque no ponto de
pedido?
Demanda= 120 unidades/dia
Estoque de Segurança = 600 unidades
Tempo de reposição = 10 dias
Ponto de Pedido = 120*10+600=1800 unidades
Mas.. Qual o significado operacional desta
quantidade?
Vantagens do Sistema Q
Individualiza a freqüência de revisão do estoque com
base no comportamento da demanda
Fácil de ser entendido e seguido pelos controladores
de estoque
Pode ser automatizado por um sistema computacional
que controla o ponto de pedido
Permite economias nas aquisições através de
descontos
Quantidade fixa poderá ser adequada a
disponibilidade de recursos e espaço
Ciclos mais curtos permitem menores estoques de
segurança
Sistema de Revisões Periódicas
Sistema de Reposição de Pedidos em
Intervalos Fixos
Sistema de renovação periódica
Sistema P
Sistemas P
Material é reposto periodicamente em ciclos
de tempos iguais (períodos de revisão)
Quantidade pedida = necessidade da
demanda para o próximo período
Logo, a quantidade a ser reposta é variável!
Período de Rep.
Qtde. Comprada
(ou fabricada)
Fixo Variável
Sistemas P
Sistema do Período Fixo (P)
Desafio: Definir a periodicidade em que as
revisões serão realizadas!
Influencia o volume de materiais a comprar!
Sugestão: calcular a “periodicidade econômica”
• Periodicidade = LEC/ Demanda
Mas... Talvez seja mais vantajoso listar os itens de
uso comum para serem processados
simultaneamente  compra única!
Exemplo:
Uma loja vende caixas de 1kg de sabão em pó,
cuja demanda semanal equivale a 18 unidades
para um ano fiscal de 52 semanas. O custo de
armazenagem é de R$15,00 por ano e unidade.
O custo para encomendar o produto ao
fabricante é igual a R$45,00 por encomenda.
Calcule a periodicidade econômica.
Exemplo:
C= 18 unidades por semana = 18*52 = 936 un
i*P= R$15,00/un.ano
B= R$45,00 por encomenda
75
15
45*936*22

iP
BC
LEC
semanasanosP 2,40801,0
936
75

Sistema P
ESTOQUE MÁXIMO = (P+TR)*c+ES
P=PERÍODO DE REVISÃO
TR=TEMPO DE RESSUPRIMENTO
c= taxa de consumo médio
ES= ESTOQUE DE SEGURANÇA
Exemplo:
Uma loja vende caixas de 1kg de sabão em pó,
cuja demanda semanal equivale a 18 unidades
para um ano fiscal de 52 semanas. O
fornecedor leva 2 semanas para reabastecer a
loja e o estoque de segurança para este
período é de 20 unidades. Calcule o estoque
máximo. A periodicidade entre as revisões é de
4 semanas.
Exemplo:
c= 18 unidades/semana
TR= 2 semanas
ES= 20 unidades
P= 4 semanas
ESTOQUE MÁXIMO = (P+TR)*c+ES
= (4+2)*18+20 = 128 caixas
Sistema P
Quantidade de Encomenda (Qe)
Qe = Emáx – E existente
Exemplo:
Uma loja vende caixas de 1kg de sabão em pó,
cuja demanda semanal equivale a 18 unidades
para um ano fiscal de 52 semanas. O estoque
máximo esperado é de 128 caixas. O lojista
constatou a existência de 60 caixas de sabão
em pó no estoque na data de revisão do
estoque. Qual será a quantidade
encomendada?
Exemplo:
E máx = 128 caixas
E existente = 60 caixas
Qe = Emáx-Eexistente
= 128-60 = 68 caixas
Vantagens do Sistema P
Desvantagens do sistema P
Menos flexível que o sistema Q, em razão das
eventuais rupturas de estoque durante o
período fixo
Obriga a definição de prazos diferentes para
as diferentes classes de produtos
• Prazos pequenos para produtos importantes
• Prazos maiores para produtos menos importantes
Determinação do Lote por meio de
Séries Temporais
No LEC, quantidade do pedido permanece
inalterada p/ todo horizonte de planejamento da
demanda
Este método combina necessidade de vários
períodos  dinâmico!
Necessidades são expressas em quantidade variada
ao longo do período de tempo
Técnicas: Menor Custo Unitário, Menor Custo Total e
Equilíbrio por período parcial
Quantidade mínima em estoque para cobrir
eventuais atrasos no ressuprimento, objetivando a
garantia do funcionamento ininterrupto e eficiente
do processo produtivo, sem o risco de falta.
Estoque adicional para amortecer os efeitos da
imprevisibilidade no suprimento dos bens de uma
empresa
Estoque de Segurança
Comportamento da demanda
Oscilação do consumo
• Clima, economia, políticas governamentais, estratégias de
marketing, moda, modificações de rendas
Incerteza na previsão
Tempo de reposição
Oscilações nas épocas de aquisição (atrasos)
Variações na qualidade  rejeição do lote
Remessas por parte do fornecedor divergentes do
solicitado
Diferenças de inventário
Incertezas
Rotatividade = Consumo médio anual
Estoque médio
Exemplo
Consumo anual de um item = 800 unidades
Estoque médio = 100 unidades
Giro = 800/100= 8 vezes ao ano
Giro de Estoque
Classificação ABC
Objetivo: Identificar itens de maior valor de
demanda e sobre eles exercer uma gestão mais
refinada, especialmente porque representam altos
valores de investimento e seu controle mais
apurado vai permitir grandes reduções nos custos
de estoque.
Permite a escolha dos procedimentos mais
adequados a cada categoria
Permite adequação de estoques de cada item de
acordo com o perfil de consumo e as necessidades
da empresa.
CURVA ABC
ITENS % Acumulado
A 10 a 20% 70 a 80%
B 30 a 40% 15 a 30%
C 50% 5 a 15%
REFERENCIAL
Conceito de Curva ABC
Curva de Pareto ou curva ABC ou curva 80-20
Poucos
Itens
importantes
Importância
média
Muitos itens menos
importantes
%acumuladadevalordeuso
itens (%)
Região
A
Região
B
Região
C
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
1005025 75
A análise ABC permite uma depuração de
materiais e uma adequação de estoques de
cada item de acordo com o perfil de consumo e
as necessidades da empresa.
Crítica
Foco em aspectos financeiros, não levando
em conta a importância estratégica de
determinado item
Item estratégico pode ser classificado em C
Podemos dividir em subclasses!
MRP – Materials Requirements
Planning
É uma técnica de suprimento
computadorizada usada principalmente para
administração de materiais
Define quantidade necessária e o tempo
exato para utilização de materiais na
fabricação de produtos
Auxilia no planejamento e controle da
produção
MRP – Materials Requirements
Planning
Reconhece a estrutura do produto
Trabalha com o futuro
Recomenda emissão de ordens na data certa
Planeja o estoque que convier / puder
A base do sistema está vinculada ao conceito
de demanda independente.
Árvore de Estrutura do Produto
•Estrutura a dependência de cada item
MRP
MRP II– Manufacturing Resources
Planning
Prolongamento do MRP
Inclui dados sobre as capacidades dos
equipamentos e mão de obra
ERP
MRP MRP II ERP
Atualmente:
Módulos: Manufatura+ RH+ Vendas+
Distribuição+ Finanças e Controladoria
Integrados: Internet, CRM, Call Centers, Business
Intelligence, Supply Chain Management, Product
Lifecycle Management
SAP, Oracle, PeopleSoft, Baan, JD Edwards
ERP
Integração das decisões e bases de dados de
todas as partes da organização
Módulos integrados entre si
Maior visibilidade e controle
Reengenharia dos processos, reduzindo
atividades que não agregam valor
Estoque na Produção Enxuta
Perda por estoque
No ocidente, estoques são um “mal necessário”
MAS…
Estoques aliviam problemas de sincronia entre os
processos  Barreira para o ataque às perdas por
estoque
STP
• Diminuição gradativa dos estoques intermediários  identificar
problemas no sistema
• Eliminar causas de estoques!
Empurrada versus Puxada: AAnalogia de Gravidade
Um sistema puxado em que os materiais são movidos
somente quando a próxima etapa os solicita.
Um sistema empurrado em que os materiais são movidos
para a etapa seguinte logo que são processados
Sistemas de Empurrar
Componentes são fabricados em resposta a um
programa, independentemente do próximo estágio
poder absorver ou necessitar de peças
Um problema em dado estágio não se torna
imediatamente aparente nos demais
Sistemas de empurrar (como o MRP) são bons em
planejamento mas fracos em controle
Sistemas de Puxar
O processo precedente produz as peças
retiradas pelo processo subsequente
Deve-se fornecer até que haja demanda na
operação seguinte
Meta de zero estoque
Previsões precisas de demanda e
tempos de ciclo reduzidos são
fundamentais para atingir esse objetivo
JUST IN TIME
Disponibilizar produtos certos, na quantidade
e no tempo certos.
Produção Puxada
Identificar gargalos e eliminar perdas com
tempos de set up, de espera, produção em
excesso, refugos, retrabalho etc,
além de atividades que não
agregam valor (inspeção, controle
de qualidade etc).
Tempos de entrega curtos
Just-In-Time (JIT) Exemplo
Refugo
O nível do estoque existente
(esconde problemas)
Falhas nas
vendas
Diferenças
de
capacidade
Just-In-Time (JIT) Exemplo
Refugo
Redução de estoque revela
problemas que precisam ser resolvidos
Falhas nas
vendas
Diferenças
de
capacidade
Estoque Zero
Inventário oculta problemas
Estoque = perda
Alto custo, ocupa espaço e pode se tornar
obsoleto.
Busca a redução de estoque em toda a
cadeia e não a simples transferência
para fornecedores
Estoques reduzidos  risco de parar
Interrução no fluxo paralisa toda a linha!
Sistema Kanban
Meio de comunicação simples, visual,
claro e rápido
Permite o gerenciamento visual do fluxo
de produção
É um sistema de informação,
desenvolvido para coordenar os
processos interligados em uma fábrica
KANBAN é um registro visível, usado como
meio de comunicação, transmissão de dados e
informações
O cartão kanban indica visualmente
O que produzir
Em que momento
Em que quantidade
Onde colocar o produzido
Operação anterior e posterior
Painel de kanban de produção
Peça A1 Peça A2 Peça A3 Peça A4
Kanban
kanban Kanban
Kanban
Kanban
Kanban
Kanban
Sob
controle
Priorid.
Crítico
Porta-kanban
Enquanto os cartões estiverem na faixa
verde ele não pode produzir essa peça
Quando um cartão for pendurado na faixa
amarela, o operador deve iniciar a
preparação da máquina para produzir a peça
Quando um cartão for pendurado na faixa
vermelha, iniciar a produção imediatamente
Kanban proporciona
Limitação da produção ao necessário
Indicação das prioridades de fabricação
Simplificação dos controles
• Estoques podem ser visualmente conferidos a qualquer
momento
Simplifica o trabalho de planejamento e proporciona
autonomia ao chão-de-fábrica
Kanban de Fornecedores
O plano-mestre de produção do cliente serve
de base para o plano-mestre de produção do
fornecedor, permitindo que o mesmo
dimensione seus kanbans internos
Em nível de programação diária, a
comunicação é feita por meio do sistema
kanban, especificando o que o cliente
realmente necessita naquele momento
Quadrado Kanban
Se o X subsequente estiver completo pare
P1 só produz nova peça quando X2 estiver vazio
Nesse caso (X2 completo), P1 deve auxiliar
P2. Se na volta X1 estiver vazio, P1 ajuda P0
X2X1
P0
P1 P2
Quadrado Kanban
Papel do Kanban no Planejamento da
Produção JIT
Plano agregado de produção – longo prazo
(anual, semestral, trimestral)
Plano mestre de produção – mensal
Plano detalhado – sequência prática de
produção por uma semana, três dias ou um dia
Adequa a programação aos pedidos reais, kanban
faz o ajuste fino neste nível
Kaban e MRP
O Kaban pode ser compatível com o MRP
Após a execução do programa mestre de
produção do MRP, o sistema de Kaban pode ser
usado como ferramenta de despacho da
produção dentro de cada intervalo de tempo.

Apostila estoques

  • 1.
  • 2.
    PCP Logística de Transporte RelaçõesEstratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques
  • 3.
    PCP Logística de Transporte RelaçõesEstratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques PCP Logística de Transporte Relações Estratégicas Planejamento da demanda Compras Gestão de Estoques
  • 4.
    Estoque QUALQUER QUANTIDADE DEBENS FÍSICOS MANTIDA, DE FORMA IMPRODUTIVA, POR ALGUM INTERVALO DE TEMPO. ACÚMULO DE RECURSOS MATERIAIS EM UM SISTEMA EM TRANSFORMAÇÃO.
  • 5.
    A Cultura doEstoque Homem das cavernas... A cigarra e a formiga Guerra e pós-guerra (despensa) Período de alta inflação (freezer)
  • 6.
    Exemplos de estoquesmantidos em operações: Hotel: itens de alimentação, itens de toalete, materiais de limpeza. Hospital: gaze, instrumentos, sangue, alimentos, drogas, materiais de limpeza. Distribuidor de autopeças: autopeças em depósito principal, autopeças em pontos locais de distribuição.
  • 7.
    Conceitos básicos deestoques Fase 1 Fase 2 suprimento de água consumo de água da cidade t t taxataxa necessidade de acomodar taxas diferentes Suprimento incerto e variável Consumo contínuo
  • 8.
    Estoques - conceitos Fase1 Fase 2 suprimento de água consumo de água da cidade t t taxataxa Estoque represa
  • 9.
    Fase 1 Fase2estoque •represa •estoque em processo •estoque de m.p. •consumo contínuo •processo seguinte não interrompido •processo estável •chuvas sazonais •máquina que quebra •fornecedor incerto O grau de independência entre as fases de um processo é proporcional à quantidade de estoque entre elas Conceitos Básicos de Estoque
  • 10.
    •Impossível ou inviável coordenarsuprimento e demanda: •Incerteza de previsões de suprimento e/ou demanda: •Especular com os estoques: ?? •Preencher o “pipeline” - canais de distribuição Por que surgem os estoques? •capacidade •informação •custo de obtenção •restrições tecnológicas •estoques de segurança •escassez •oportunidade
  • 11.
    Estoques Protegem da imprevisibilidadedos processos MAS TAMBÉM... Protegem da falta de qualidade dos processos Níveis elevados de estoques tendem a gerar conformidade com o erro e as causas dos problemas não são atacadas.
  • 12.
    Just-In-Time (JIT) Exemplo Refugo Onível do estoque existente (esconde problemas) Falhas nas vendas Diferenças de capacidade
  • 13.
    Just-In-Time (JIT) Exemplo Refugo Reduçãode estoque revela problemas que precisam ser resolvidos Falhas nas vendas Diferenças de capacidade
  • 14.
    FUNÇÕES DO ESTOQUE Garantirdisponibilidade de insumos para a produção, neutralizando efeitos de: • Demora ou atraso no fornecimento de materiais • Sazonalidade no suprimento Estoques de produtos não acabados (intermediários) • Regular fluxo das operações, amenizando incertezas
  • 15.
    FUNÇÕES DO ESTOQUE Garantiratendimento ao mercado, amenizando variações ou incertezas • Satisfazendo expectativas com relação a disponibilidade, o estoque melhora o serviço ao cliente Especialização Geográfica • A dispersão da produção exige transferências de estoque
  • 16.
    FUNÇÕES DO ESTOQUE Amortecero período de ressuprimento Proporcionar economias de escala • Compra ou produção em lotes econômicos Reduzir custo • transporte e de compras (maiores lotes) • Ex: fábrica de papel custo de fabricação (preparação chega a $3.500,00/hora)
  • 17.
    ESTOQUE = IMOBILIZAÇÃODE CAPITAL - Minimizar o capital investido em estoque MAS... - Uma empresa não trabalha sem estoque - Estoque = amortecedor entre os estágios de produção até a venda do produto final
  • 18.
    Justificativas para osestoques Internas: quebras de equipamentos, não cumprimento de prazos e condições de fornecimentos pelos fornecedores, fragilidade dos processos gerenciais – especialmente planejamento; Externas: variação da demanda, condições climáticas, sócio-econômicas, entre outros, são eventos externos à organização e que podem demandar estoques de proteção para regular o processo de produção e entrega de produtos.
  • 20.
    Na falta deprodutos ...
  • 21.
    Metas conflitantes entredepartamentos Para a gerência financeira... • Minimizar estoques  capital investido • Otimizar o investimento Para o gerente de produção... • Estoques  meio de ajuda para a produção Para o gerente de vendas... • Estoques alto para atender os clientes Desafio: Conciliar os objetivos dos diferentes departamentos sem prejudicar a operacionalidade da empresa
  • 22.
    Tipos de EstoquesDias – pág 25, 26 e 27 Estoques matérias-primas Materiais agregados ao produto acabado Volume depende: • Tempo de reposição • Freqüência do uso • Investimento • Características do material (tamanho e durabilidade) Auxiliares ou de manutenção Ex: Peças de reposição
  • 23.
    Tipos de Estoques EstoquesProdutos em Processo Produtos parcialmente acabados em estágio intermediário de produção Estoques Produtos Acabados Produção por encomenda  estoque baixo Nível de produtos é determinado: • Previsão de vendas (satisfazer a demanda) • Processo produtivo – Preparação e programação de máquinas c/ altos custos fixos • Maior Liquidez e menor obsolescência maior possibilidade de estoque
  • 24.
    Tipos de Estoques Gestãodo Estoque Agregado Estoques de matérias-primas Estoques de material semi-acabado Estoque de produtos acabados
  • 25.
    FÁBRICA MATÉRIAS-PRIMAS PRODUTOS EM PROCESSAMENTO EMBALAGENS PRODUTOSACABADOS PEÇAS DE REPOSIÇÃO MATERIAL DE ESCRITÓRIO PRODUTOS ACABADOS EMBALAGENS PEÇAS REPOSIÇÃO (DISTRIBUIÇÃO) MATERIAL DE ESCRITÓRIO CD/VAREJO MERCADO  PRODUTOS ACABADOS Estoques e fluxos de materiais
  • 26.
    Estoque Estágio na cadeia Tipo da Demanda Quantidade Valor Outras MatériaPrima Produção Em trânsito Produtos acabados Independente Dependente A Itens B Itens C Itens Manutenção Operação Classificações dos Estoques
  • 27.
    Desafio Garantir determinada disponibilidade deproduto com o menor nível de estoque possível Reduzir o estoque sem um colapso da produção/vendas e sem aumento dos custos
  • 28.
    Objetivos do planejamentode estoques Objetivo de custo Ponto ótimo dos custos de armazenagem, de pedidos e de falta para atender à demanda de mercado e aos acionistas. Objetivo de Nível de Serviço Atender necessidades do cliente em relação a datas de entrega dos pedidos % de grau de atendimento Grau de atendimento custo manutenção de estoque.
  • 29.
    Decisões de Estoque Oque pedir Quanto pedir Número de itens Quando pedir Periodicidade Como controlar o sistema Quantidade, valor, inventário, itens obsoletos e danificados
  • 30.
    CUSTOS DE ESTOQUE Custode pedido: decorrente da compra Mão de obra, formulário, telefone, correio etc Custo de armazenagem: manter estoque Espaço, Capital, seguro, armazenagem, obsolescência, deterioração, avarias, etc Custo de faltar estoque: Cancelamento do pedido do item faltante e perda de clientes
  • 31.
    CUSTO DE PEDIDO(B) B X N= Custo total anual de pedidos (CTP) B= custo de um pedido de compra N= número de pedidos em um ano = D/Q
  • 32.
    CUSTO DE PEDIDO Cálculodo custo de pedido (CTP) Mão de Obra • Para emissão e processamento –Salários e encargos para: –Gerentes de compras –Compradores –Secretárias –Motoristas –Boy etc
  • 33.
    CUSTO DE PEDIDO Material Utilizadona confecção do pedido • Formulários • Material auxiliar (envelopes, impressora etc) Custos Indiretos • Telefone • Energia • Correios • Reprodução • Viagens • Custo da área ocupada
  • 34.
  • 35.
    Juros Depreciação Salários Encargos sociais Aluguel Impostos Equipamentos demovimentação Deterioração Obsolescência Custo de Capital Custo com pessoal Custo com edificação Custo de manutenção CUSTO DE ARMAZENAGEM
  • 36.
    Obsolescência e deterioração Obsolescênciaalta em setores como vestuário e informática Deterioração alta em setores como alimentação e farmacêuticos
  • 37.
    Quantidade em estoque Custo Tempode permanência em estoque Custo CUSTO DE ARMAZENAGEM
  • 38.
    Custo de armazenagemem relação ao estoque médio  Q/2 CUSTO DE ARMAZENAGEM Custo de Armazenagem = Q/2 x T x P x I Q= quantidade de material em estoque P= preço unitário do material I = taxa de armazenamento T= tempo de armazenagem
  • 39.
    Taxa de Armazenagem(I) Taxa de retorno de capital (Lucro/ valor) Taxa de armazenamento físico • (Área do estoque * Custo anual por m²/ valor estoque) Taxa de seguro Taxa de depreciação Taxa de obsolescência Outras taxas: água, luz etc I = % do valor o item/ano CUSTO DE ARMAZENAGEM
  • 40.
    Pedido atrasa ounão pode ser entregue Cálculo sem precisão Perdas de lucros  cancelamentos Custos adicionais por fornecimento em substituição Multas, prejuízos ou bloqueios de reajustes devido ao atraso Quebra da imagem da empresa Custo de Falta de Estoque
  • 41.
    $ Custo Total CustoArmazenagem I P Q/2 Nível de Estoque Custo pedido BC/Q Custo total = armazenagem + pedido Ct= (I.P.Q)/2 + (C.B)/Q
  • 42.
    Curva do CustoTotal em fç Q Demanda atual em unidade 1800 Taxa de armazenagem 2,50 Custo unitário de reposição 250,00 Preço de aquisição do material 10,00 Quantidade por encomenda Custo de armazenagem Custo de pedido 100 125 4500 200 250 2250 300 375 1500 450 562,5 1000 600 750 750 900 1125 500 1800 2250 250
  • 43.
    Curva do CustoTotal em fç Q Quantidade por encomenda Custo de armazenagem Custo de pedido Custo Total 100 125,00 4500,00 4625,00 200 250,00 2250,00 2500,00 300 375,00 1500,00 1875,00 450 562,50 1000,00 1562,50 600 750,00 750,00 1500,00 900 1125,00 500,00 1625,00 1800 2250,00 250,00 2500,00 0,00 500,00 1000,00 1500,00 2000,00 2500,00 3000,00 3500,00 4000,00 4500,00 5000,00 0 500 1000 1500 2000 Custo de armazenagem Custo de pedido Custo Total
  • 44.
    iP BC LEC 2  Custo total =armazenagem + pedido Ct= (I.P.Q)/2 + (C.B)/Q LEC= quantidade de pedido ótima Tempo ótimo entre pedidos (T*) = LEC/C Nº pedidos por ano (N*)=C/LEC
  • 45.
    1. Serão compradasdurante um ano 2000 unidades de uma peça. O custo de pedido é de $ 50,00, o custo de armazenagem é de 10% e o preço de compra é de $ 3,00. Qual será o custo total se as compras forem em lotes de 50, 100, 200, 500, 1000 unidades? Exercícios – Dias, pg. 53
  • 46.
    1. I (taxade armazenagem)= 0,1 P (preço unitário da peça)= $ 3,00 B (custo de pedido) = $ 50,00 C (consumo anual total) = 2000 Exercícios – Dias, pg. 53 Ct= (I.P.Q.T)/2 + (C.B)/Q Ct= (0,1*3*1*Q)/2+(2000*50)/Q Q=50  Ct= $2007,50 Q=100  Ct= $ 1015,00 Q= 200  Ct= $ 530,00 Q=500  Ct= $ 275,00 Q=1000  Ct= $ 250,00 817 3*1,0 2000*50*22  iP BC LEC
  • 47.
    Duas questões básicasenvolvem o controle de estoques: Quando repor? Quanto repor?
  • 48.
    Sistemas de Controlede Estoques Sistemas de Quantidade Fixa (Q) Sistemas de Revisão Periódica (P)
  • 49.
    Sistema de QuantidadeFixa (Q) Sistemas de Revisão Contínua Sistema de Estoque mínimo Sistema do ponto de encomenda Sistema de duas gavetas
  • 50.
    Sistema Q Período de Reposição Qtde.Comprada (ou fabricada) Variável Fixa Sempre que determinado nível de estoque for atingido  necessidade de repor uma certa quantidade de material! Compra-se o LEC!!!
  • 51.
  • 52.
  • 53.
  • 54.
    Sistema Q Exemplo: Qualo nível de estoque no ponto de pedido? Demanda= 120 unidades/dia Estoque de Segurança = 600 unidades Tempo de reposição = 10 dias Ponto de Pedido = 120*10+600=1800 unidades Mas.. Qual o significado operacional desta quantidade?
  • 55.
    Vantagens do SistemaQ Individualiza a freqüência de revisão do estoque com base no comportamento da demanda Fácil de ser entendido e seguido pelos controladores de estoque Pode ser automatizado por um sistema computacional que controla o ponto de pedido Permite economias nas aquisições através de descontos Quantidade fixa poderá ser adequada a disponibilidade de recursos e espaço Ciclos mais curtos permitem menores estoques de segurança
  • 56.
    Sistema de RevisõesPeriódicas Sistema de Reposição de Pedidos em Intervalos Fixos Sistema de renovação periódica Sistema P
  • 57.
    Sistemas P Material éreposto periodicamente em ciclos de tempos iguais (períodos de revisão) Quantidade pedida = necessidade da demanda para o próximo período Logo, a quantidade a ser reposta é variável! Período de Rep. Qtde. Comprada (ou fabricada) Fixo Variável
  • 58.
  • 59.
    Sistema do PeríodoFixo (P) Desafio: Definir a periodicidade em que as revisões serão realizadas! Influencia o volume de materiais a comprar! Sugestão: calcular a “periodicidade econômica” • Periodicidade = LEC/ Demanda Mas... Talvez seja mais vantajoso listar os itens de uso comum para serem processados simultaneamente  compra única!
  • 60.
    Exemplo: Uma loja vendecaixas de 1kg de sabão em pó, cuja demanda semanal equivale a 18 unidades para um ano fiscal de 52 semanas. O custo de armazenagem é de R$15,00 por ano e unidade. O custo para encomendar o produto ao fabricante é igual a R$45,00 por encomenda. Calcule a periodicidade econômica.
  • 61.
    Exemplo: C= 18 unidadespor semana = 18*52 = 936 un i*P= R$15,00/un.ano B= R$45,00 por encomenda 75 15 45*936*22  iP BC LEC semanasanosP 2,40801,0 936 75 
  • 62.
    Sistema P ESTOQUE MÁXIMO= (P+TR)*c+ES P=PERÍODO DE REVISÃO TR=TEMPO DE RESSUPRIMENTO c= taxa de consumo médio ES= ESTOQUE DE SEGURANÇA
  • 63.
    Exemplo: Uma loja vendecaixas de 1kg de sabão em pó, cuja demanda semanal equivale a 18 unidades para um ano fiscal de 52 semanas. O fornecedor leva 2 semanas para reabastecer a loja e o estoque de segurança para este período é de 20 unidades. Calcule o estoque máximo. A periodicidade entre as revisões é de 4 semanas.
  • 64.
    Exemplo: c= 18 unidades/semana TR=2 semanas ES= 20 unidades P= 4 semanas ESTOQUE MÁXIMO = (P+TR)*c+ES = (4+2)*18+20 = 128 caixas
  • 65.
    Sistema P Quantidade deEncomenda (Qe) Qe = Emáx – E existente
  • 66.
    Exemplo: Uma loja vendecaixas de 1kg de sabão em pó, cuja demanda semanal equivale a 18 unidades para um ano fiscal de 52 semanas. O estoque máximo esperado é de 128 caixas. O lojista constatou a existência de 60 caixas de sabão em pó no estoque na data de revisão do estoque. Qual será a quantidade encomendada?
  • 67.
    Exemplo: E máx =128 caixas E existente = 60 caixas Qe = Emáx-Eexistente = 128-60 = 68 caixas
  • 68.
  • 69.
    Desvantagens do sistemaP Menos flexível que o sistema Q, em razão das eventuais rupturas de estoque durante o período fixo Obriga a definição de prazos diferentes para as diferentes classes de produtos • Prazos pequenos para produtos importantes • Prazos maiores para produtos menos importantes
  • 70.
    Determinação do Lotepor meio de Séries Temporais No LEC, quantidade do pedido permanece inalterada p/ todo horizonte de planejamento da demanda Este método combina necessidade de vários períodos  dinâmico! Necessidades são expressas em quantidade variada ao longo do período de tempo Técnicas: Menor Custo Unitário, Menor Custo Total e Equilíbrio por período parcial
  • 71.
    Quantidade mínima emestoque para cobrir eventuais atrasos no ressuprimento, objetivando a garantia do funcionamento ininterrupto e eficiente do processo produtivo, sem o risco de falta. Estoque adicional para amortecer os efeitos da imprevisibilidade no suprimento dos bens de uma empresa Estoque de Segurança
  • 72.
    Comportamento da demanda Oscilaçãodo consumo • Clima, economia, políticas governamentais, estratégias de marketing, moda, modificações de rendas Incerteza na previsão Tempo de reposição Oscilações nas épocas de aquisição (atrasos) Variações na qualidade  rejeição do lote Remessas por parte do fornecedor divergentes do solicitado Diferenças de inventário Incertezas
  • 73.
    Rotatividade = Consumomédio anual Estoque médio Exemplo Consumo anual de um item = 800 unidades Estoque médio = 100 unidades Giro = 800/100= 8 vezes ao ano Giro de Estoque
  • 74.
    Classificação ABC Objetivo: Identificaritens de maior valor de demanda e sobre eles exercer uma gestão mais refinada, especialmente porque representam altos valores de investimento e seu controle mais apurado vai permitir grandes reduções nos custos de estoque. Permite a escolha dos procedimentos mais adequados a cada categoria Permite adequação de estoques de cada item de acordo com o perfil de consumo e as necessidades da empresa.
  • 75.
    CURVA ABC ITENS %Acumulado A 10 a 20% 70 a 80% B 30 a 40% 15 a 30% C 50% 5 a 15% REFERENCIAL
  • 76.
    Conceito de CurvaABC Curva de Pareto ou curva ABC ou curva 80-20 Poucos Itens importantes Importância média Muitos itens menos importantes %acumuladadevalordeuso itens (%) Região A Região B Região C 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 1005025 75
  • 77.
    A análise ABCpermite uma depuração de materiais e uma adequação de estoques de cada item de acordo com o perfil de consumo e as necessidades da empresa. Crítica Foco em aspectos financeiros, não levando em conta a importância estratégica de determinado item Item estratégico pode ser classificado em C Podemos dividir em subclasses!
  • 78.
    MRP – MaterialsRequirements Planning É uma técnica de suprimento computadorizada usada principalmente para administração de materiais Define quantidade necessária e o tempo exato para utilização de materiais na fabricação de produtos Auxilia no planejamento e controle da produção
  • 79.
    MRP – MaterialsRequirements Planning Reconhece a estrutura do produto Trabalha com o futuro Recomenda emissão de ordens na data certa Planeja o estoque que convier / puder A base do sistema está vinculada ao conceito de demanda independente.
  • 80.
    Árvore de Estruturado Produto •Estrutura a dependência de cada item
  • 81.
  • 82.
    MRP II– ManufacturingResources Planning Prolongamento do MRP Inclui dados sobre as capacidades dos equipamentos e mão de obra
  • 84.
    ERP MRP MRP IIERP Atualmente: Módulos: Manufatura+ RH+ Vendas+ Distribuição+ Finanças e Controladoria Integrados: Internet, CRM, Call Centers, Business Intelligence, Supply Chain Management, Product Lifecycle Management SAP, Oracle, PeopleSoft, Baan, JD Edwards
  • 85.
    ERP Integração das decisõese bases de dados de todas as partes da organização Módulos integrados entre si Maior visibilidade e controle Reengenharia dos processos, reduzindo atividades que não agregam valor
  • 86.
    Estoque na ProduçãoEnxuta Perda por estoque No ocidente, estoques são um “mal necessário” MAS… Estoques aliviam problemas de sincronia entre os processos  Barreira para o ataque às perdas por estoque STP • Diminuição gradativa dos estoques intermediários  identificar problemas no sistema • Eliminar causas de estoques!
  • 87.
    Empurrada versus Puxada:AAnalogia de Gravidade Um sistema puxado em que os materiais são movidos somente quando a próxima etapa os solicita. Um sistema empurrado em que os materiais são movidos para a etapa seguinte logo que são processados
  • 88.
    Sistemas de Empurrar Componentessão fabricados em resposta a um programa, independentemente do próximo estágio poder absorver ou necessitar de peças Um problema em dado estágio não se torna imediatamente aparente nos demais Sistemas de empurrar (como o MRP) são bons em planejamento mas fracos em controle
  • 89.
    Sistemas de Puxar Oprocesso precedente produz as peças retiradas pelo processo subsequente Deve-se fornecer até que haja demanda na operação seguinte Meta de zero estoque Previsões precisas de demanda e tempos de ciclo reduzidos são fundamentais para atingir esse objetivo
  • 90.
    JUST IN TIME Disponibilizarprodutos certos, na quantidade e no tempo certos. Produção Puxada Identificar gargalos e eliminar perdas com tempos de set up, de espera, produção em excesso, refugos, retrabalho etc, além de atividades que não agregam valor (inspeção, controle de qualidade etc). Tempos de entrega curtos
  • 91.
    Just-In-Time (JIT) Exemplo Refugo Onível do estoque existente (esconde problemas) Falhas nas vendas Diferenças de capacidade
  • 92.
    Just-In-Time (JIT) Exemplo Refugo Reduçãode estoque revela problemas que precisam ser resolvidos Falhas nas vendas Diferenças de capacidade
  • 93.
    Estoque Zero Inventário ocultaproblemas Estoque = perda Alto custo, ocupa espaço e pode se tornar obsoleto. Busca a redução de estoque em toda a cadeia e não a simples transferência para fornecedores Estoques reduzidos  risco de parar Interrução no fluxo paralisa toda a linha!
  • 94.
    Sistema Kanban Meio decomunicação simples, visual, claro e rápido Permite o gerenciamento visual do fluxo de produção É um sistema de informação, desenvolvido para coordenar os processos interligados em uma fábrica
  • 95.
    KANBAN é umregistro visível, usado como meio de comunicação, transmissão de dados e informações O cartão kanban indica visualmente O que produzir Em que momento Em que quantidade Onde colocar o produzido Operação anterior e posterior
  • 96.
    Painel de kanbande produção Peça A1 Peça A2 Peça A3 Peça A4 Kanban kanban Kanban Kanban Kanban Kanban Kanban Sob controle Priorid. Crítico
  • 97.
    Porta-kanban Enquanto os cartõesestiverem na faixa verde ele não pode produzir essa peça Quando um cartão for pendurado na faixa amarela, o operador deve iniciar a preparação da máquina para produzir a peça Quando um cartão for pendurado na faixa vermelha, iniciar a produção imediatamente
  • 98.
    Kanban proporciona Limitação daprodução ao necessário Indicação das prioridades de fabricação Simplificação dos controles • Estoques podem ser visualmente conferidos a qualquer momento Simplifica o trabalho de planejamento e proporciona autonomia ao chão-de-fábrica
  • 99.
    Kanban de Fornecedores Oplano-mestre de produção do cliente serve de base para o plano-mestre de produção do fornecedor, permitindo que o mesmo dimensione seus kanbans internos Em nível de programação diária, a comunicação é feita por meio do sistema kanban, especificando o que o cliente realmente necessita naquele momento
  • 100.
    Quadrado Kanban Se oX subsequente estiver completo pare P1 só produz nova peça quando X2 estiver vazio Nesse caso (X2 completo), P1 deve auxiliar P2. Se na volta X1 estiver vazio, P1 ajuda P0 X2X1 P0 P1 P2
  • 101.
  • 102.
    Papel do Kanbanno Planejamento da Produção JIT Plano agregado de produção – longo prazo (anual, semestral, trimestral) Plano mestre de produção – mensal Plano detalhado – sequência prática de produção por uma semana, três dias ou um dia Adequa a programação aos pedidos reais, kanban faz o ajuste fino neste nível
  • 103.
    Kaban e MRP OKaban pode ser compatível com o MRP Após a execução do programa mestre de produção do MRP, o sistema de Kaban pode ser usado como ferramenta de despacho da produção dentro de cada intervalo de tempo.