O documento analisa a 'questão social' no Brasil, destacando sua origem na separação entre questões econômicas e sociais e as interpretações individualistas sobre pobreza e miséria. Discute a história da sociologia, as transformações do estado de bem-estar social e as especificidades brasileiras, incluindo desigualdades raciais e de gênero, além de movimentos sociais e resistência. Enfatiza a criminalização da pobreza e a permanência de preconceitos raciais e sociais, ressaltando a necessidade de compreender as desigualdades estruturais que moldam a atualidade da questão social.