Este artigo analisa a relação contemporânea entre Serviço Social e movimentos sociais no Brasil, com base na produção acadêmica entre os anos 1990-2000. Aborda a incorporação tardia da temática dos movimentos sociais pela profissão e sua aproximação limitada inicialmente. Discute como a redemocratização dos anos 1980 possibilitou uma maior interlocução com os trabalhadores e suas organizações, estabelecendo as bases para um projeto profissional contra-hegemônico e marxista.