SlideShare uma empresa Scribd logo
Diretrizes
para a Educação
na Igreja Metodista
(breve estudo do documento)
Escola Dominical
Catedral Metodista de Piracicaba
04.05.2014
Rev. Paulo Dias Nogueira
Existe a possibilidade de
analisar este
documento de várias
formas... através de
vários olhares.
No decorrer dos anos, artigos foram
publicados, dissertações
apresentadas, teses defendidas, lições
de Escola Dominical
escritas, Documentos da IM
promulgados, todos abordando ou
citando este documento.
Ele é parte integrante
dos Cânones da Igreja
Metodista
Art. 26 da parte geral – Cânones 2012-2016
Revistas do
COGEIME... Revista
de Educação do
COGEIME.
Cito alguns:
Foto: paulodiasnogueira
Especificamente:
Ely Eser Barreto César
Clory Trindade de Oliveira
Bruno Pucci
Stanley da Silva Moraes
Messias Valverde
Josué Edam Lazier
Paulo Bessa da Silva
Indiretamente: uma variedade de artigos.
Expositor Cristão
Cito alguns:
Foto: paulodiasnogueira
Periódicos
Revistas
da
Escola
Dominical
Alguns textos apresentam uma
análise crítica.
Outros se restringem à apenas citar
o documento.
Alguns com posturas mais
otimistas, outros mais pessimistas.
A grande maioria aborda a
Educação Secular, deixando de lado
a Teológica e a Cristã.
Ao abordar a estratégia
missionária utilizada pelos
metodistas apontam somente o
binômio “Educar e Evangelizar”.
Nicanor Lopes em sua tese de doutorado
Identidade Missionária em Perspectiva
Wesleyana - pregação, educação e
responsabilidade social
apresenta esta tríade
como elementos
genuínos e
fundamentais da
teologia da missão
metodista.
Não há
dúvidas, portant
o, de que a
educação seja
parte integrante
da visão
missionária da
Igreja Metodista
Reconhecendo
que o nosso
tempo é exíguo
e que estamos
no espaço da
OBJETIVO do estudo:
Escola Dominical, nos propomos
a apenas apresentar o documento
e fazer algumas ponderações.
Dissertação de
Mestrado de Luiz
Eduardo Prates da
Silva.
Texto norteador
METODISMO E EDUCAÇÃO:
Uma introdução ao estudo das
“Diretrizes para a Educação na Igreja Metodista”
a partir dos contextos de sua elaboração.
PREFÁCIO HISTÓRICO
I – O QUE ESTAMOS VENDO
II – O QUE NOS DIZ A BÍBLIA
III – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES QUE DEVEMOS LEMBRAR
IV – O QUE DEVEMOS FAZER
Objetivos da ação educativa da Igreja Metodista
Diretrizes Gerais
Diretrizes específicas
Educação Secular:
Educação Teológica:
Educação Cristã:
ESTRUTURA DO DOCUMENTO
Relata o processo que resultou na elaboração do documento.
PREFÁCIO HISTÓRICO
 uma pesquisa nas igrejas e instituições metodistas de
todo o país (1980);
 um seminário que resultou na elaboração de um
documento, intitulado Fundamentos, Diretrizes, Políticas e
Objetivos para o Sistema Educacional Metodista (1980);
 a elaboração de um outro documento, para a área de
educação cristã, intitulado A Educação Cristã: um
posicionamento metodista (1981);
 um Seminário sobre Diretrizes para um Plano Nacional
de Educação (1982).
PREFÁCIO HISTÓRICO
O documento Diretrizes para a
Educação na Igreja Metodista é o
resultado do trabalho, aprovado pelo
Conselho Geral e sancionado pelo XIII
Concílio Geral da Igreja Metodista.
I – O QUE ESTAMOS VENDO
Apresenta:
a educação na IM como instrumento de
transformação social e parte essencial
de sua ação, visando a implantação do
Reino de Deus.
a contribuição da “ação educativa
metodista” como positiva, por
promover uma mensagem abrangente
da vida, a busca de democratização e
liberalização, bem como de inovação e
humanização, frente à educação
brasileira.
I – O QUE ESTAMOS VENDO
Contudo, devido a sua ênfase no
indivíduo, com o passar do tempo se
descaracterizou e passou a ser reprodutora
da educação oficial.
Causas:
1. não ter se identificado plenamente com a
cultura brasileira;
2. ter apresentado “pouca preocupação em
descobrir soluções em profundidade para
os problemas dos pobres e
desvalidos, que são a maioria do nosso
I – O QUE ESTAMOS VENDO
Esta parte é concluída, apresentando-se
uma disposição de buscar novas linhas
de ação na educação, como respostas
concretas por parte da Igreja, diante da
necessidade de “encontrar soluções
que atendam os verdadeiros interesses
da maioria da população” e da
necessidade de fidelidade ao
evangelho, que desafia a encontrar
essas soluções.
II – O QUE NOS DIZ A BÍBLIA
Apresenta:
a fundamentação bíblico-teológico para
a ação educativa da Igreja.
por meio de sua ação revelada no Antigo
Testamento, em Jesus Cristo e no Espírito
Santo, Deus cumpre sua missão de
implantar o Reino.
conceitos como:
pecado social: “por isso Ele condena o
pecado individual e social gerador de
forças que impedem as pessoas e
grupos de viverem plenamente”;
II – O QUE NOS DIZ A BÍBLIA
salvação na história: “a salvação é
entendida como resultado da ação
de Deus na história e na vida das
pessoas e povos”;
libertação: “a salvação é o processo
pelo qual somos libertados por Jesus
Cristo para servir a Deus e ao
próximo” e, “a esperança no Reino
permite que
participemos de projetos históricos
que visam à libertação da sociedade
e do ser humano”.
II – O QUE NOS DIZ A BÍBLIA
opção preferencial pelos pobres:
“em Cristo Deus nos ama...
alcançando especialmente os
pobres, os oprimidos e
marginalizados, dos quais assume a
defesa com justiça e amor”.
Embora posteriormente diga:
“o Reino de Deus alcança qualquer tipo
de pessoa, quaisquer que sejam suas
ideias, suas condições
sociais, culturais,políticas ou religiosas”.
III – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
QUE DEVEMOS LEMBRAR
Apresenta:
a filosofia em que se baseia a ação
educativa da Igreja Metodista, como
“iluminada pela fé, estando por isso
sempre relacionada com a reflexão
teológica à luz da revelação bíblica em
confronto com a realidade”.
dois modelos de educação, que se
confrontam:
III – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
QUE DEVEMOS LEMBRAR
1º MODELO: praticado até então e que
é rejeitado por não estar de acordo com
as bases bíblicoteológicas que devem
embasar a ação educativa
metodista,caracteriza-se pela influência
da filosofia liberal,resultando em uma
educação acentuadamente
individualista,voltada para a ascensão
social, a competição, o utilitarismo e o
lucro.
III – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES
QUE DEVEMOS LEMBRAR
2º MODELO: deve ser adotado a partir
dessas diretrizes e está voltado para a
libertação das pessoas e da
sociedade, tem como foco:
a consciência crítica da realidade;
o interesse social
o senso e a prática da justiça;
o esforço comum como base da autorealização;
a participação de modo justo dos frutos do
trabalho;
o valor social como base para se aferir a
utilidade.
IV – O QUE DEVEMOS FAZER
Apresenta os objetivos gerais para a ação
educativa da Igreja Metodista, realizada
através de todas as suas agências:
escola dominical,
comissões,
púlpito,
grupos societários,
instituições de ensino secular,
teológico,
de ação comunitária.
IV – O QUE DEVEMOS FAZER
OBJETIVOS GERAIS
1 - Dar continuidade, sob a ação do Espírito
Santo, ao processo educativo realizado por Deus
em Cristo, que promove a transformação da
pessoa em nova criatura e do mundo em novo
mundo, na perspectiva do Reino de Deus;
2 - Motivar educadores e educandos a se
tornarem agentes positivos de libertação, através
de uma prática educativa de acordo com o
Evangelho;
IV – O QUE DEVEMOS FAZER
OBJETIVOS GERAIS
3 - Confrontar permanentemente as filosofias
vigentes com o Evangelho;
4 - Denunciar todo e qualquer tipo de
discriminação ou dominação que marginalize a
pessoa humana, e anunciar a libertação em Jesus
Cristo;
5 - Respeitar e valorizar a cultura dos
participantes do processo educativo, na medida
em que estejam de acordo com os valores do
Reino de Deus;
IV – O QUE DEVEMOS FAZER
OBJETIVOS GERAIS
6 - Apoiar os movimentos que visem à libertação
dos oprimidos dentro do espírito do Evangelho
libertador de Jesus Cristo;
7 - Despertar consciência crítica e sensibilizada
para o problema da justiça, num mundo marcado
pela opressão.
IV – O QUE DEVEMOS FAZER
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Educação Secular: - o ensino formal deverá
despertar uma percepção crítica dos problemas
da sociedade; deverá ser superada a simples
transmissão de conhecimentos pela busca de
novas expressões do saber, a partir da realidade e
expectativa do povo; - terá prioridade a
existência de pastorais que atuem como
consciência crítica das instituições; -
democratizações das decisões, etc.
IV – O QUE DEVEMOS FAZER
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Educação Teológica: - os currículos se
fundamentarão em bases teológicas identificadas
com este documento,devendo haver uma
mudança na metodologia do trabalho teológico, a
partir das necessidades do povo; - recrutamento
e seleção de professores levando em conta sua
vivência pastoral e a consciência do contexto do
povo brasileiro e suas necessidades; - a criação
de um programa pré-teológico para os candidatos
ao pastorado, que os iniciará na reflexão sobre as
preocupações da Igreja, como definidas nos seus
documentos; ...
IV – O QUE DEVEMOS FAZER
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Educação Teológica:
... - relacionamentos a serem observados na
educação teológica: com o contexto social,com
outras áreas do conhecimento, com outras
instituições de ensino, com outras Igrejas
(relacionamento ecumênico); - cursos de
formação e atualização teológica para os pastores
e leigos; - pesquisa para a renovação litúrgica
levando em conta as características culturais do
povo brasileiro, etc.
IV – O QUE DEVEMOS FAZER
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Educação Cristã: - currículo baseado na
Bíblia,relacionando-a à realidade na qual a Igreja
se encontra; - formação de professores e
professoras para a Escola Dominical visando que
desenvolvam metodologias compatíveis com as
diretrizes; - cuidado especial com as crianças e
adolescentes; - compreensão e vivência da ação
libertadora do Evangelho; - novas formas
litúrgicas que promovam a educação do povo de
Deus; ...
IV – O QUE DEVEMOS FAZER
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Educação Cristã:
... - programas de educação religiosa para as
instituições metodistas e públicas, levando em
conta as presentes diretrizes; e, finalmente, -
preocupação educativa com catecúmenos, neo-
convertidos, pais e testemunhas quanto ao
batismo, noivos quanto ao casamento e famílias.
ALGUNS APONTAMENTOS
Revista de Educação do COGEIME - Ano 12 - nº 23 - dezembro / 2003
A visão educacional
originada do PVM e das
DEIM
Ely Eser Barreto César
A trajetória da educação
metodista PVM e DEIM:
20 anos de história
Clory Trindade de Oliveira
ALGUNS APONTAMENTOS
Ely Eser Barreto César
ALGUNS APONTAMENTOS
Clory Trindade de Oliveira

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Ce bs
Ce bsCe bs
10962070 administracao-estrategica-de-igrejas
10962070 administracao-estrategica-de-igrejas10962070 administracao-estrategica-de-igrejas
10962070 administracao-estrategica-de-igrejas
Paulo Campos Campos
 
Cebs freibetto
Cebs freibettoCebs freibetto
Cebs freibetto
MARLI COSTA
 
Estudo 107 da CNBB sobre os leigos
Estudo 107 da CNBB sobre os leigosEstudo 107 da CNBB sobre os leigos
Estudo 107 da CNBB sobre os leigos
MARLI COSTA
 
As Comunidades Eclesiais De Base Na Igreja Do Brasil
As Comunidades Eclesiais De Base Na Igreja Do BrasilAs Comunidades Eclesiais De Base Na Igreja Do Brasil
As Comunidades Eclesiais De Base Na Igreja Do Brasil
Pastoral da Juventude
 
Cozinha da teologia - A teologia acadêmica
Cozinha da teologia - A teologia acadêmicaCozinha da teologia - A teologia acadêmica
Cozinha da teologia - A teologia acadêmica
Afonso Murad (FAJE)
 
Uma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
Uma Visão da Juventude a partir da Ação CatólicaUma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
Uma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
Aniervson Santos
 
A Teologia Reformada: Seu olhar para a espiritualidade da Igreja contemporânea
A Teologia Reformada: Seu olhar para a espiritualidade da Igreja contemporâneaA Teologia Reformada: Seu olhar para a espiritualidade da Igreja contemporânea
A Teologia Reformada: Seu olhar para a espiritualidade da Igreja contemporânea
Fernando Giorgetti
 
Cânones plano para a vida e missão
Cânones   plano para a vida e missãoCânones   plano para a vida e missão
Cânones plano para a vida e missão
Paulo Dias Nogueira
 
Dignitatis humanae
Dignitatis humanaeDignitatis humanae
Dignitatis humanae
Elaine Ribeiro
 
Estudo 107 leigos - CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS NA IGREJA E NA SOCIEDADE
Estudo 107 leigos - CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS NA IGREJA E NA SOCIEDADEEstudo 107 leigos - CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS NA IGREJA E NA SOCIEDADE
Estudo 107 leigos - CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS NA IGREJA E NA SOCIEDADE
Bernadetecebs .
 
Texto Base da CF 2015 - Completo
Texto Base da CF 2015 - CompletoTexto Base da CF 2015 - Completo
Texto Base da CF 2015 - Completo
Bernadetecebs .
 
Introdução à doutrina social da igreja
Introdução à doutrina social da igrejaIntrodução à doutrina social da igreja
Introdução à doutrina social da igreja
Ricardo Castro
 
6 doutrina social da igreja os valores
6 doutrina social da igreja  os valores6 doutrina social da igreja  os valores
6 doutrina social da igreja os valores
Jorge Eduardo Brandán
 
Estatuto Padrão dos GFE
Estatuto Padrão dos GFEEstatuto Padrão dos GFE
Estatuto Padrão dos GFE
Movimento da Fraternidade
 
tcc pós graduação artigo ensino religioso Manoel Colares 2016 0_344155
 tcc pós  graduação artigo ensino religioso  Manoel Colares 2016 0_344155 tcc pós  graduação artigo ensino religioso  Manoel Colares 2016 0_344155
tcc pós graduação artigo ensino religioso Manoel Colares 2016 0_344155
MANOEL R. C. SILVA
 
Historia da Educação Brasileira
Historia da Educação BrasileiraHistoria da Educação Brasileira
Historia da Educação Brasileira
Patrícia Éderson Dias
 
Beozzo vaticano
Beozzo vaticanoBeozzo vaticano
Beozzo vaticano
MARLI COSTA
 
Desafios da catequese no cenário da pós
Desafios da catequese no cenário da pósDesafios da catequese no cenário da pós
Desafios da catequese no cenário da pós
Aparecida Serafim
 
Mídia e religiões
Mídia e religiõesMídia e religiões
Mídia e religiões
Janaineaires
 

Mais procurados (20)

Ce bs
Ce bsCe bs
Ce bs
 
10962070 administracao-estrategica-de-igrejas
10962070 administracao-estrategica-de-igrejas10962070 administracao-estrategica-de-igrejas
10962070 administracao-estrategica-de-igrejas
 
Cebs freibetto
Cebs freibettoCebs freibetto
Cebs freibetto
 
Estudo 107 da CNBB sobre os leigos
Estudo 107 da CNBB sobre os leigosEstudo 107 da CNBB sobre os leigos
Estudo 107 da CNBB sobre os leigos
 
As Comunidades Eclesiais De Base Na Igreja Do Brasil
As Comunidades Eclesiais De Base Na Igreja Do BrasilAs Comunidades Eclesiais De Base Na Igreja Do Brasil
As Comunidades Eclesiais De Base Na Igreja Do Brasil
 
Cozinha da teologia - A teologia acadêmica
Cozinha da teologia - A teologia acadêmicaCozinha da teologia - A teologia acadêmica
Cozinha da teologia - A teologia acadêmica
 
Uma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
Uma Visão da Juventude a partir da Ação CatólicaUma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
Uma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
 
A Teologia Reformada: Seu olhar para a espiritualidade da Igreja contemporânea
A Teologia Reformada: Seu olhar para a espiritualidade da Igreja contemporâneaA Teologia Reformada: Seu olhar para a espiritualidade da Igreja contemporânea
A Teologia Reformada: Seu olhar para a espiritualidade da Igreja contemporânea
 
Cânones plano para a vida e missão
Cânones   plano para a vida e missãoCânones   plano para a vida e missão
Cânones plano para a vida e missão
 
Dignitatis humanae
Dignitatis humanaeDignitatis humanae
Dignitatis humanae
 
Estudo 107 leigos - CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS NA IGREJA E NA SOCIEDADE
Estudo 107 leigos - CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS NA IGREJA E NA SOCIEDADEEstudo 107 leigos - CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS NA IGREJA E NA SOCIEDADE
Estudo 107 leigos - CRISTÃOS LEIGOS E LEIGAS NA IGREJA E NA SOCIEDADE
 
Texto Base da CF 2015 - Completo
Texto Base da CF 2015 - CompletoTexto Base da CF 2015 - Completo
Texto Base da CF 2015 - Completo
 
Introdução à doutrina social da igreja
Introdução à doutrina social da igrejaIntrodução à doutrina social da igreja
Introdução à doutrina social da igreja
 
6 doutrina social da igreja os valores
6 doutrina social da igreja  os valores6 doutrina social da igreja  os valores
6 doutrina social da igreja os valores
 
Estatuto Padrão dos GFE
Estatuto Padrão dos GFEEstatuto Padrão dos GFE
Estatuto Padrão dos GFE
 
tcc pós graduação artigo ensino religioso Manoel Colares 2016 0_344155
 tcc pós  graduação artigo ensino religioso  Manoel Colares 2016 0_344155 tcc pós  graduação artigo ensino religioso  Manoel Colares 2016 0_344155
tcc pós graduação artigo ensino religioso Manoel Colares 2016 0_344155
 
Historia da Educação Brasileira
Historia da Educação BrasileiraHistoria da Educação Brasileira
Historia da Educação Brasileira
 
Beozzo vaticano
Beozzo vaticanoBeozzo vaticano
Beozzo vaticano
 
Desafios da catequese no cenário da pós
Desafios da catequese no cenário da pósDesafios da catequese no cenário da pós
Desafios da catequese no cenário da pós
 
Mídia e religiões
Mídia e religiõesMídia e religiões
Mídia e religiões
 

Semelhante a DEIM - conhecendo as Diretrizes para Educação na Igreja Metodista (ED na CMP)

Aula 2: BREVE HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL I
Aula 2: BREVE HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL IAula 2: BREVE HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL I
Aula 2: BREVE HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL I
Israel serique
 
As crencas fundamentais dos metodistas
As crencas fundamentais dos metodistasAs crencas fundamentais dos metodistas
As crencas fundamentais dos metodistas
Paulo Dias Nogueira
 
Edurelig
EdureligEdurelig
MODELOS E PRÁTICAS DO ENSINO RELIGIOSO E DIVERSIDADE RELIGIOSA EM SALA DE AUL...
MODELOS E PRÁTICAS DO ENSINO RELIGIOSO E DIVERSIDADE RELIGIOSA EM SALA DE AUL...MODELOS E PRÁTICAS DO ENSINO RELIGIOSO E DIVERSIDADE RELIGIOSA EM SALA DE AUL...
MODELOS E PRÁTICAS DO ENSINO RELIGIOSO E DIVERSIDADE RELIGIOSA EM SALA DE AUL...
Arlindo Nascimento Rocha - "Oficina Acadêmica"
 
Monografia do Seminário_Ensino religioso
Monografia do Seminário_Ensino religiosoMonografia do Seminário_Ensino religioso
Monografia do Seminário_Ensino religioso
DafianaCarlos
 
Tcc - Releitura da missão integral
Tcc - Releitura da missão integralTcc - Releitura da missão integral
Tcc - Releitura da missão integral
Diego Camilo
 
A Educação Batista Contemporânea: Rompendo com o Tradicionalismo na Escola Bí...
A Educação Batista Contemporânea: Rompendo com o Tradicionalismo na Escola Bí...A Educação Batista Contemporânea: Rompendo com o Tradicionalismo na Escola Bí...
A Educação Batista Contemporânea: Rompendo com o Tradicionalismo na Escola Bí...
Fernando Giorgetti
 
Seminario sobre pentecostalismo_e_teologia_publica
Seminario sobre pentecostalismo_e_teologia_publicaSeminario sobre pentecostalismo_e_teologia_publica
Seminario sobre pentecostalismo_e_teologia_publica
José Da Silva
 
RELIGIÃO E POLÍTICAS SOCIAIS - SERVIÇO SOCIAL
RELIGIÃO E POLÍTICAS SOCIAIS - SERVIÇO SOCIALRELIGIÃO E POLÍTICAS SOCIAIS - SERVIÇO SOCIAL
RELIGIÃO E POLÍTICAS SOCIAIS - SERVIÇO SOCIAL
Rosane Domingues
 
éTica cristã slides
éTica cristã   slideséTica cristã   slides
éTica cristã slides
Jose Ventura
 
2010 02 28 revitalização - ação docente e comunicação (jpeg)
2010 02 28   revitalização - ação docente e comunicação (jpeg)2010 02 28   revitalização - ação docente e comunicação (jpeg)
2010 02 28 revitalização - ação docente e comunicação (jpeg)
Paulo Dias Nogueira
 
MISSIOLOGIA - IBADEP - LIÇÃO 1
MISSIOLOGIA - IBADEP - LIÇÃO 1MISSIOLOGIA - IBADEP - LIÇÃO 1
MISSIOLOGIA - IBADEP - LIÇÃO 1
Natalino das Neves Neves
 
Libertação da teologia frente à secularização em Juan Luis Segundo
Libertação da teologia frente à secularização em Juan Luis SegundoLibertação da teologia frente à secularização em Juan Luis Segundo
Libertação da teologia frente à secularização em Juan Luis Segundo
Afonso Murad (FAJE)
 
Educar hoje e amanhã uma paixão que se renova
Educar hoje e amanhã   uma paixão que se renovaEducar hoje e amanhã   uma paixão que se renova
Educar hoje e amanhã uma paixão que se renova
aquinomarisa
 
Apresentação Dehoniana 2010
Apresentação Dehoniana 2010Apresentação Dehoniana 2010
Apresentação Dehoniana 2010
Nil Rick
 
ensino religioso 8ano.pdf
ensino religioso 8ano.pdfensino religioso 8ano.pdf
ensino religioso 8ano.pdf
carinabresolin
 
Teologia - embates em torno do Estado laico.pdf
Teologia - embates em torno do Estado laico.pdfTeologia - embates em torno do Estado laico.pdf
Teologia - embates em torno do Estado laico.pdf
HELENO FAVACHO
 
Liderança missional e igreja missional
Liderança missional e igreja missionalLiderança missional e igreja missional
Liderança missional e igreja missional
Arturo Menesses
 
Comunicação coordenada Religião, Sociedade & Cultura - ABANNE 2015
Comunicação coordenada Religião, Sociedade & Cultura - ABANNE 2015Comunicação coordenada Religião, Sociedade & Cultura - ABANNE 2015
Comunicação coordenada Religião, Sociedade & Cultura - ABANNE 2015
Cleonardo Mauricio Junior
 
Dgae da igreja no brasil, dom eduardo 2
Dgae da igreja no brasil, dom eduardo 2Dgae da igreja no brasil, dom eduardo 2
Dgae da igreja no brasil, dom eduardo 2
domeduardo
 

Semelhante a DEIM - conhecendo as Diretrizes para Educação na Igreja Metodista (ED na CMP) (20)

Aula 2: BREVE HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL I
Aula 2: BREVE HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL IAula 2: BREVE HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL I
Aula 2: BREVE HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO NO BRASIL I
 
As crencas fundamentais dos metodistas
As crencas fundamentais dos metodistasAs crencas fundamentais dos metodistas
As crencas fundamentais dos metodistas
 
Edurelig
EdureligEdurelig
Edurelig
 
MODELOS E PRÁTICAS DO ENSINO RELIGIOSO E DIVERSIDADE RELIGIOSA EM SALA DE AUL...
MODELOS E PRÁTICAS DO ENSINO RELIGIOSO E DIVERSIDADE RELIGIOSA EM SALA DE AUL...MODELOS E PRÁTICAS DO ENSINO RELIGIOSO E DIVERSIDADE RELIGIOSA EM SALA DE AUL...
MODELOS E PRÁTICAS DO ENSINO RELIGIOSO E DIVERSIDADE RELIGIOSA EM SALA DE AUL...
 
Monografia do Seminário_Ensino religioso
Monografia do Seminário_Ensino religiosoMonografia do Seminário_Ensino religioso
Monografia do Seminário_Ensino religioso
 
Tcc - Releitura da missão integral
Tcc - Releitura da missão integralTcc - Releitura da missão integral
Tcc - Releitura da missão integral
 
A Educação Batista Contemporânea: Rompendo com o Tradicionalismo na Escola Bí...
A Educação Batista Contemporânea: Rompendo com o Tradicionalismo na Escola Bí...A Educação Batista Contemporânea: Rompendo com o Tradicionalismo na Escola Bí...
A Educação Batista Contemporânea: Rompendo com o Tradicionalismo na Escola Bí...
 
Seminario sobre pentecostalismo_e_teologia_publica
Seminario sobre pentecostalismo_e_teologia_publicaSeminario sobre pentecostalismo_e_teologia_publica
Seminario sobre pentecostalismo_e_teologia_publica
 
RELIGIÃO E POLÍTICAS SOCIAIS - SERVIÇO SOCIAL
RELIGIÃO E POLÍTICAS SOCIAIS - SERVIÇO SOCIALRELIGIÃO E POLÍTICAS SOCIAIS - SERVIÇO SOCIAL
RELIGIÃO E POLÍTICAS SOCIAIS - SERVIÇO SOCIAL
 
éTica cristã slides
éTica cristã   slideséTica cristã   slides
éTica cristã slides
 
2010 02 28 revitalização - ação docente e comunicação (jpeg)
2010 02 28   revitalização - ação docente e comunicação (jpeg)2010 02 28   revitalização - ação docente e comunicação (jpeg)
2010 02 28 revitalização - ação docente e comunicação (jpeg)
 
MISSIOLOGIA - IBADEP - LIÇÃO 1
MISSIOLOGIA - IBADEP - LIÇÃO 1MISSIOLOGIA - IBADEP - LIÇÃO 1
MISSIOLOGIA - IBADEP - LIÇÃO 1
 
Libertação da teologia frente à secularização em Juan Luis Segundo
Libertação da teologia frente à secularização em Juan Luis SegundoLibertação da teologia frente à secularização em Juan Luis Segundo
Libertação da teologia frente à secularização em Juan Luis Segundo
 
Educar hoje e amanhã uma paixão que se renova
Educar hoje e amanhã   uma paixão que se renovaEducar hoje e amanhã   uma paixão que se renova
Educar hoje e amanhã uma paixão que se renova
 
Apresentação Dehoniana 2010
Apresentação Dehoniana 2010Apresentação Dehoniana 2010
Apresentação Dehoniana 2010
 
ensino religioso 8ano.pdf
ensino religioso 8ano.pdfensino religioso 8ano.pdf
ensino religioso 8ano.pdf
 
Teologia - embates em torno do Estado laico.pdf
Teologia - embates em torno do Estado laico.pdfTeologia - embates em torno do Estado laico.pdf
Teologia - embates em torno do Estado laico.pdf
 
Liderança missional e igreja missional
Liderança missional e igreja missionalLiderança missional e igreja missional
Liderança missional e igreja missional
 
Comunicação coordenada Religião, Sociedade & Cultura - ABANNE 2015
Comunicação coordenada Religião, Sociedade & Cultura - ABANNE 2015Comunicação coordenada Religião, Sociedade & Cultura - ABANNE 2015
Comunicação coordenada Religião, Sociedade & Cultura - ABANNE 2015
 
Dgae da igreja no brasil, dom eduardo 2
Dgae da igreja no brasil, dom eduardo 2Dgae da igreja no brasil, dom eduardo 2
Dgae da igreja no brasil, dom eduardo 2
 

Mais de Paulo Dias Nogueira

Em Jesus os opostos se atraem
Em Jesus os opostos se atraemEm Jesus os opostos se atraem
Em Jesus os opostos se atraem
Paulo Dias Nogueira
 
O Senhor é meu Pastor e Hospedeiro -
O Senhor é meu Pastor e Hospedeiro - O Senhor é meu Pastor e Hospedeiro -
O Senhor é meu Pastor e Hospedeiro -
Paulo Dias Nogueira
 
Plano de Ação Pastoral - aula e exemplo
Plano de Ação Pastoral - aula e exemploPlano de Ação Pastoral - aula e exemplo
Plano de Ação Pastoral - aula e exemplo
Paulo Dias Nogueira
 
Boletim Mensageiro - 05 06 2016
Boletim Mensageiro - 05 06 2016Boletim Mensageiro - 05 06 2016
Boletim Mensageiro - 05 06 2016
Paulo Dias Nogueira
 
Sermão - Não Temais... Sou Eu - Mt 14:22-33
Sermão - Não Temais... Sou Eu - Mt 14:22-33 Sermão - Não Temais... Sou Eu - Mt 14:22-33
Sermão - Não Temais... Sou Eu - Mt 14:22-33
Paulo Dias Nogueira
 
Sermão - O maior Mandamento - Mt 22 34-40
Sermão - O maior Mandamento - Mt 22 34-40Sermão - O maior Mandamento - Mt 22 34-40
Sermão - O maior Mandamento - Mt 22 34-40
Paulo Dias Nogueira
 
Liturgia - Da Páscoa Judaica à Páscoa Cristã
Liturgia - Da Páscoa Judaica à Páscoa CristãLiturgia - Da Páscoa Judaica à Páscoa Cristã
Liturgia - Da Páscoa Judaica à Páscoa Cristã
Paulo Dias Nogueira
 
SERMÃO: Natal - as mensagens dos anjos
SERMÃO: Natal  - as mensagens dos anjosSERMÃO: Natal  - as mensagens dos anjos
SERMÃO: Natal - as mensagens dos anjos
Paulo Dias Nogueira
 
SERMÃO - Natal: as mensagens dos anjos
SERMÃO - Natal: as mensagens dos anjosSERMÃO - Natal: as mensagens dos anjos
SERMÃO - Natal: as mensagens dos anjos
Paulo Dias Nogueira
 
POV 2016 - Carta de orientação e ficha da CLAM
POV 2016 - Carta de orientação e ficha da CLAMPOV 2016 - Carta de orientação e ficha da CLAM
POV 2016 - Carta de orientação e ficha da CLAM
Paulo Dias Nogueira
 
Gaivota 183 encarte
Gaivota 183 encarteGaivota 183 encarte
Gaivota 183 encarte
Paulo Dias Nogueira
 
Gaivota 183
Gaivota 183Gaivota 183
Gaivota 183
Paulo Dias Nogueira
 
Liturgia - da páscoa judaica à páscoa cristã - grupo de comunhão do campos el...
Liturgia - da páscoa judaica à páscoa cristã - grupo de comunhão do campos el...Liturgia - da páscoa judaica à páscoa cristã - grupo de comunhão do campos el...
Liturgia - da páscoa judaica à páscoa cristã - grupo de comunhão do campos el...
Paulo Dias Nogueira
 
Apresentação do pov 2015
Apresentação do pov 2015Apresentação do pov 2015
Apresentação do pov 2015
Paulo Dias Nogueira
 
Sermão pedro - um homem em busca de compromisso
Sermão   pedro - um homem em busca de compromissoSermão   pedro - um homem em busca de compromisso
Sermão pedro - um homem em busca de compromisso
Paulo Dias Nogueira
 
Sermão ouvir a deus ou aos homens - 2 cr 18 1-27 - sermão
Sermão   ouvir a deus ou aos homens - 2 cr 18 1-27 - sermãoSermão   ouvir a deus ou aos homens - 2 cr 18 1-27 - sermão
Sermão ouvir a deus ou aos homens - 2 cr 18 1-27 - sermão
Paulo Dias Nogueira
 
Sermão o senhor é meu pastor e hospedeiro - salmo 23 (2012)
Sermão   o senhor é meu pastor e hospedeiro - salmo 23 (2012)Sermão   o senhor é meu pastor e hospedeiro - salmo 23 (2012)
Sermão o senhor é meu pastor e hospedeiro - salmo 23 (2012)
Paulo Dias Nogueira
 
Sermão jesus o bom pastor - joão 10 11-18 (2012)
Sermão   jesus o bom pastor - joão 10 11-18 (2012)Sermão   jesus o bom pastor - joão 10 11-18 (2012)
Sermão jesus o bom pastor - joão 10 11-18 (2012)
Paulo Dias Nogueira
 
Sermão jesus nos chama ao compromisso - lucas 14 25-33 - reflexão
Sermão   jesus nos chama ao compromisso - lucas 14 25-33 - reflexãoSermão   jesus nos chama ao compromisso - lucas 14 25-33 - reflexão
Sermão jesus nos chama ao compromisso - lucas 14 25-33 - reflexão
Paulo Dias Nogueira
 
Sermão eliseu e a mulher sunamita - 2 reis 4 8-17
Sermão   eliseu e a mulher sunamita - 2 reis 4 8-17Sermão   eliseu e a mulher sunamita - 2 reis 4 8-17
Sermão eliseu e a mulher sunamita - 2 reis 4 8-17
Paulo Dias Nogueira
 

Mais de Paulo Dias Nogueira (20)

Em Jesus os opostos se atraem
Em Jesus os opostos se atraemEm Jesus os opostos se atraem
Em Jesus os opostos se atraem
 
O Senhor é meu Pastor e Hospedeiro -
O Senhor é meu Pastor e Hospedeiro - O Senhor é meu Pastor e Hospedeiro -
O Senhor é meu Pastor e Hospedeiro -
 
Plano de Ação Pastoral - aula e exemplo
Plano de Ação Pastoral - aula e exemploPlano de Ação Pastoral - aula e exemplo
Plano de Ação Pastoral - aula e exemplo
 
Boletim Mensageiro - 05 06 2016
Boletim Mensageiro - 05 06 2016Boletim Mensageiro - 05 06 2016
Boletim Mensageiro - 05 06 2016
 
Sermão - Não Temais... Sou Eu - Mt 14:22-33
Sermão - Não Temais... Sou Eu - Mt 14:22-33 Sermão - Não Temais... Sou Eu - Mt 14:22-33
Sermão - Não Temais... Sou Eu - Mt 14:22-33
 
Sermão - O maior Mandamento - Mt 22 34-40
Sermão - O maior Mandamento - Mt 22 34-40Sermão - O maior Mandamento - Mt 22 34-40
Sermão - O maior Mandamento - Mt 22 34-40
 
Liturgia - Da Páscoa Judaica à Páscoa Cristã
Liturgia - Da Páscoa Judaica à Páscoa CristãLiturgia - Da Páscoa Judaica à Páscoa Cristã
Liturgia - Da Páscoa Judaica à Páscoa Cristã
 
SERMÃO: Natal - as mensagens dos anjos
SERMÃO: Natal  - as mensagens dos anjosSERMÃO: Natal  - as mensagens dos anjos
SERMÃO: Natal - as mensagens dos anjos
 
SERMÃO - Natal: as mensagens dos anjos
SERMÃO - Natal: as mensagens dos anjosSERMÃO - Natal: as mensagens dos anjos
SERMÃO - Natal: as mensagens dos anjos
 
POV 2016 - Carta de orientação e ficha da CLAM
POV 2016 - Carta de orientação e ficha da CLAMPOV 2016 - Carta de orientação e ficha da CLAM
POV 2016 - Carta de orientação e ficha da CLAM
 
Gaivota 183 encarte
Gaivota 183 encarteGaivota 183 encarte
Gaivota 183 encarte
 
Gaivota 183
Gaivota 183Gaivota 183
Gaivota 183
 
Liturgia - da páscoa judaica à páscoa cristã - grupo de comunhão do campos el...
Liturgia - da páscoa judaica à páscoa cristã - grupo de comunhão do campos el...Liturgia - da páscoa judaica à páscoa cristã - grupo de comunhão do campos el...
Liturgia - da páscoa judaica à páscoa cristã - grupo de comunhão do campos el...
 
Apresentação do pov 2015
Apresentação do pov 2015Apresentação do pov 2015
Apresentação do pov 2015
 
Sermão pedro - um homem em busca de compromisso
Sermão   pedro - um homem em busca de compromissoSermão   pedro - um homem em busca de compromisso
Sermão pedro - um homem em busca de compromisso
 
Sermão ouvir a deus ou aos homens - 2 cr 18 1-27 - sermão
Sermão   ouvir a deus ou aos homens - 2 cr 18 1-27 - sermãoSermão   ouvir a deus ou aos homens - 2 cr 18 1-27 - sermão
Sermão ouvir a deus ou aos homens - 2 cr 18 1-27 - sermão
 
Sermão o senhor é meu pastor e hospedeiro - salmo 23 (2012)
Sermão   o senhor é meu pastor e hospedeiro - salmo 23 (2012)Sermão   o senhor é meu pastor e hospedeiro - salmo 23 (2012)
Sermão o senhor é meu pastor e hospedeiro - salmo 23 (2012)
 
Sermão jesus o bom pastor - joão 10 11-18 (2012)
Sermão   jesus o bom pastor - joão 10 11-18 (2012)Sermão   jesus o bom pastor - joão 10 11-18 (2012)
Sermão jesus o bom pastor - joão 10 11-18 (2012)
 
Sermão jesus nos chama ao compromisso - lucas 14 25-33 - reflexão
Sermão   jesus nos chama ao compromisso - lucas 14 25-33 - reflexãoSermão   jesus nos chama ao compromisso - lucas 14 25-33 - reflexão
Sermão jesus nos chama ao compromisso - lucas 14 25-33 - reflexão
 
Sermão eliseu e a mulher sunamita - 2 reis 4 8-17
Sermão   eliseu e a mulher sunamita - 2 reis 4 8-17Sermão   eliseu e a mulher sunamita - 2 reis 4 8-17
Sermão eliseu e a mulher sunamita - 2 reis 4 8-17
 

Último

Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
MarcosPaulo777883
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
Marlene Cunhada
 
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptxAVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AntonioVieira539017
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Biblioteca UCS
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
MessiasMarianoG
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
PatriciaZanoli
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
TomasSousa7
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
cmeioctaciliabetesch
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
wagnermorais28
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Professor Belinaso
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
DECIOMAURINARAMOS
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
LILIANPRESTESSCUDELE
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
TomasSousa7
 

Último (20)

Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptxTreinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
Treinamento NR 38 - CORPO PRINCIPAL da NORMA.pptx
 
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
GÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptxGÊNERO      TEXTUAL     -     POEMA.pptx
GÊNERO TEXTUAL - POEMA.pptx
 
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptxAVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA - 8º ANO 2024.pptx
 
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
Sistema de Bibliotecas UCS - Chronica do emperador Clarimundo, donde os reis ...
 
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptxSlides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
Slides Lição 10, Central Gospel, A Batalha Do Armagedom, 1Tr24.pptx
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
759-fortaleza-resultado-definitivo-prova-objetiva-2024-05-28.pdf
 
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.pptLeis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
Leis de Mendel - as ervilhas e a maneira simples de entender.ppt
 
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões.          pptxRimas, Luís Vaz de Camões.          pptx
Rimas, Luís Vaz de Camões. pptx
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdflivro ciclo da agua educação infantil.pdf
livro ciclo da agua educação infantil.pdf
 
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números RacionaisPotenciação e Radiciação de Números Racionais
Potenciação e Radiciação de Números Racionais
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escolaIntrodução à Sociologia: caça-palavras na escola
Introdução à Sociologia: caça-palavras na escola
 
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptxRedação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
Redação e Leitura_7º ano_58_Produção de cordel .pptx
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptxAula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
Aula 2 - Revisando o significado de fração - Parte 2.pptx
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Leonardo da Vinci .pptx
Leonardo da Vinci                  .pptxLeonardo da Vinci                  .pptx
Leonardo da Vinci .pptx
 

DEIM - conhecendo as Diretrizes para Educação na Igreja Metodista (ED na CMP)

  • 1. Diretrizes para a Educação na Igreja Metodista (breve estudo do documento) Escola Dominical Catedral Metodista de Piracicaba 04.05.2014 Rev. Paulo Dias Nogueira
  • 2. Existe a possibilidade de analisar este documento de várias formas... através de vários olhares.
  • 3. No decorrer dos anos, artigos foram publicados, dissertações apresentadas, teses defendidas, lições de Escola Dominical escritas, Documentos da IM promulgados, todos abordando ou citando este documento. Ele é parte integrante dos Cânones da Igreja Metodista Art. 26 da parte geral – Cânones 2012-2016
  • 4. Revistas do COGEIME... Revista de Educação do COGEIME. Cito alguns: Foto: paulodiasnogueira Especificamente: Ely Eser Barreto César Clory Trindade de Oliveira Bruno Pucci Stanley da Silva Moraes Messias Valverde Josué Edam Lazier Paulo Bessa da Silva Indiretamente: uma variedade de artigos.
  • 5. Expositor Cristão Cito alguns: Foto: paulodiasnogueira Periódicos Revistas da Escola Dominical
  • 6. Alguns textos apresentam uma análise crítica. Outros se restringem à apenas citar o documento. Alguns com posturas mais otimistas, outros mais pessimistas. A grande maioria aborda a Educação Secular, deixando de lado a Teológica e a Cristã.
  • 7. Ao abordar a estratégia missionária utilizada pelos metodistas apontam somente o binômio “Educar e Evangelizar”.
  • 8. Nicanor Lopes em sua tese de doutorado Identidade Missionária em Perspectiva Wesleyana - pregação, educação e responsabilidade social apresenta esta tríade como elementos genuínos e fundamentais da teologia da missão metodista.
  • 9. Não há dúvidas, portant o, de que a educação seja parte integrante da visão missionária da Igreja Metodista
  • 10. Reconhecendo que o nosso tempo é exíguo e que estamos no espaço da OBJETIVO do estudo: Escola Dominical, nos propomos a apenas apresentar o documento e fazer algumas ponderações.
  • 11. Dissertação de Mestrado de Luiz Eduardo Prates da Silva. Texto norteador METODISMO E EDUCAÇÃO: Uma introdução ao estudo das “Diretrizes para a Educação na Igreja Metodista” a partir dos contextos de sua elaboração.
  • 12. PREFÁCIO HISTÓRICO I – O QUE ESTAMOS VENDO II – O QUE NOS DIZ A BÍBLIA III – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES QUE DEVEMOS LEMBRAR IV – O QUE DEVEMOS FAZER Objetivos da ação educativa da Igreja Metodista Diretrizes Gerais Diretrizes específicas Educação Secular: Educação Teológica: Educação Cristã: ESTRUTURA DO DOCUMENTO
  • 13. Relata o processo que resultou na elaboração do documento. PREFÁCIO HISTÓRICO  uma pesquisa nas igrejas e instituições metodistas de todo o país (1980);  um seminário que resultou na elaboração de um documento, intitulado Fundamentos, Diretrizes, Políticas e Objetivos para o Sistema Educacional Metodista (1980);  a elaboração de um outro documento, para a área de educação cristã, intitulado A Educação Cristã: um posicionamento metodista (1981);  um Seminário sobre Diretrizes para um Plano Nacional de Educação (1982).
  • 14. PREFÁCIO HISTÓRICO O documento Diretrizes para a Educação na Igreja Metodista é o resultado do trabalho, aprovado pelo Conselho Geral e sancionado pelo XIII Concílio Geral da Igreja Metodista.
  • 15. I – O QUE ESTAMOS VENDO Apresenta: a educação na IM como instrumento de transformação social e parte essencial de sua ação, visando a implantação do Reino de Deus. a contribuição da “ação educativa metodista” como positiva, por promover uma mensagem abrangente da vida, a busca de democratização e liberalização, bem como de inovação e humanização, frente à educação brasileira.
  • 16. I – O QUE ESTAMOS VENDO Contudo, devido a sua ênfase no indivíduo, com o passar do tempo se descaracterizou e passou a ser reprodutora da educação oficial. Causas: 1. não ter se identificado plenamente com a cultura brasileira; 2. ter apresentado “pouca preocupação em descobrir soluções em profundidade para os problemas dos pobres e desvalidos, que são a maioria do nosso
  • 17. I – O QUE ESTAMOS VENDO Esta parte é concluída, apresentando-se uma disposição de buscar novas linhas de ação na educação, como respostas concretas por parte da Igreja, diante da necessidade de “encontrar soluções que atendam os verdadeiros interesses da maioria da população” e da necessidade de fidelidade ao evangelho, que desafia a encontrar essas soluções.
  • 18. II – O QUE NOS DIZ A BÍBLIA Apresenta: a fundamentação bíblico-teológico para a ação educativa da Igreja. por meio de sua ação revelada no Antigo Testamento, em Jesus Cristo e no Espírito Santo, Deus cumpre sua missão de implantar o Reino. conceitos como: pecado social: “por isso Ele condena o pecado individual e social gerador de forças que impedem as pessoas e grupos de viverem plenamente”;
  • 19. II – O QUE NOS DIZ A BÍBLIA salvação na história: “a salvação é entendida como resultado da ação de Deus na história e na vida das pessoas e povos”; libertação: “a salvação é o processo pelo qual somos libertados por Jesus Cristo para servir a Deus e ao próximo” e, “a esperança no Reino permite que participemos de projetos históricos que visam à libertação da sociedade e do ser humano”.
  • 20. II – O QUE NOS DIZ A BÍBLIA opção preferencial pelos pobres: “em Cristo Deus nos ama... alcançando especialmente os pobres, os oprimidos e marginalizados, dos quais assume a defesa com justiça e amor”. Embora posteriormente diga: “o Reino de Deus alcança qualquer tipo de pessoa, quaisquer que sejam suas ideias, suas condições sociais, culturais,políticas ou religiosas”.
  • 21. III – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES QUE DEVEMOS LEMBRAR Apresenta: a filosofia em que se baseia a ação educativa da Igreja Metodista, como “iluminada pela fé, estando por isso sempre relacionada com a reflexão teológica à luz da revelação bíblica em confronto com a realidade”. dois modelos de educação, que se confrontam:
  • 22. III – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES QUE DEVEMOS LEMBRAR 1º MODELO: praticado até então e que é rejeitado por não estar de acordo com as bases bíblicoteológicas que devem embasar a ação educativa metodista,caracteriza-se pela influência da filosofia liberal,resultando em uma educação acentuadamente individualista,voltada para a ascensão social, a competição, o utilitarismo e o lucro.
  • 23. III – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES QUE DEVEMOS LEMBRAR 2º MODELO: deve ser adotado a partir dessas diretrizes e está voltado para a libertação das pessoas e da sociedade, tem como foco: a consciência crítica da realidade; o interesse social o senso e a prática da justiça; o esforço comum como base da autorealização; a participação de modo justo dos frutos do trabalho; o valor social como base para se aferir a utilidade.
  • 24. IV – O QUE DEVEMOS FAZER Apresenta os objetivos gerais para a ação educativa da Igreja Metodista, realizada através de todas as suas agências: escola dominical, comissões, púlpito, grupos societários, instituições de ensino secular, teológico, de ação comunitária.
  • 25. IV – O QUE DEVEMOS FAZER OBJETIVOS GERAIS 1 - Dar continuidade, sob a ação do Espírito Santo, ao processo educativo realizado por Deus em Cristo, que promove a transformação da pessoa em nova criatura e do mundo em novo mundo, na perspectiva do Reino de Deus; 2 - Motivar educadores e educandos a se tornarem agentes positivos de libertação, através de uma prática educativa de acordo com o Evangelho;
  • 26. IV – O QUE DEVEMOS FAZER OBJETIVOS GERAIS 3 - Confrontar permanentemente as filosofias vigentes com o Evangelho; 4 - Denunciar todo e qualquer tipo de discriminação ou dominação que marginalize a pessoa humana, e anunciar a libertação em Jesus Cristo; 5 - Respeitar e valorizar a cultura dos participantes do processo educativo, na medida em que estejam de acordo com os valores do Reino de Deus;
  • 27. IV – O QUE DEVEMOS FAZER OBJETIVOS GERAIS 6 - Apoiar os movimentos que visem à libertação dos oprimidos dentro do espírito do Evangelho libertador de Jesus Cristo; 7 - Despertar consciência crítica e sensibilizada para o problema da justiça, num mundo marcado pela opressão.
  • 28. IV – O QUE DEVEMOS FAZER OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Educação Secular: - o ensino formal deverá despertar uma percepção crítica dos problemas da sociedade; deverá ser superada a simples transmissão de conhecimentos pela busca de novas expressões do saber, a partir da realidade e expectativa do povo; - terá prioridade a existência de pastorais que atuem como consciência crítica das instituições; - democratizações das decisões, etc.
  • 29. IV – O QUE DEVEMOS FAZER OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Educação Teológica: - os currículos se fundamentarão em bases teológicas identificadas com este documento,devendo haver uma mudança na metodologia do trabalho teológico, a partir das necessidades do povo; - recrutamento e seleção de professores levando em conta sua vivência pastoral e a consciência do contexto do povo brasileiro e suas necessidades; - a criação de um programa pré-teológico para os candidatos ao pastorado, que os iniciará na reflexão sobre as preocupações da Igreja, como definidas nos seus documentos; ...
  • 30. IV – O QUE DEVEMOS FAZER OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Educação Teológica: ... - relacionamentos a serem observados na educação teológica: com o contexto social,com outras áreas do conhecimento, com outras instituições de ensino, com outras Igrejas (relacionamento ecumênico); - cursos de formação e atualização teológica para os pastores e leigos; - pesquisa para a renovação litúrgica levando em conta as características culturais do povo brasileiro, etc.
  • 31. IV – O QUE DEVEMOS FAZER OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Educação Cristã: - currículo baseado na Bíblia,relacionando-a à realidade na qual a Igreja se encontra; - formação de professores e professoras para a Escola Dominical visando que desenvolvam metodologias compatíveis com as diretrizes; - cuidado especial com as crianças e adolescentes; - compreensão e vivência da ação libertadora do Evangelho; - novas formas litúrgicas que promovam a educação do povo de Deus; ...
  • 32. IV – O QUE DEVEMOS FAZER OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Educação Cristã: ... - programas de educação religiosa para as instituições metodistas e públicas, levando em conta as presentes diretrizes; e, finalmente, - preocupação educativa com catecúmenos, neo- convertidos, pais e testemunhas quanto ao batismo, noivos quanto ao casamento e famílias.
  • 33. ALGUNS APONTAMENTOS Revista de Educação do COGEIME - Ano 12 - nº 23 - dezembro / 2003 A visão educacional originada do PVM e das DEIM Ely Eser Barreto César A trajetória da educação metodista PVM e DEIM: 20 anos de história Clory Trindade de Oliveira