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SERMÃO1
Em Jesus os opostos se atraem
TEXTO: Mateus 10:2-4
“Ora, o nome dos apóstolos são estes: O
primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu
irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu
irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o
publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Lebeu,
apelidado Tadeu; Simão, o Zelote, e Judas
Iscariotes, aquele que o traiu”.
INTRODUÇÃO:
Exórdio:
Ao estudarmos Física, aprendemos que os
opostos se atraem.
Vemos um exemplo disso quando aproximamos
dois pedaços de imã. Se os dois pedaços estiverem do
lado negativo, ou do lado positivo, não se ajuntarão,
pelo contrário, serão repelidos. Se faz necessário que
2
cada parte esteja de um lado, ou seja, negativo com
positivo.
Daí a expressão popular: “Os opostos se
atraem”.
Explicação:
Na vida em sociedade, às vezes reclamamos das
pessoas que são diferentes de nós. Achamos que o
melhor mesmo, é nos aproximarmos de pessoas
iguais.
Chegamos muitas vezes a assumir atitudes
preconceituosas para com aqueles e aquelas que
pensam diferente de nós.
Em muitos ministérios chega-se a afirmar que se
a pessoa não estiver na mesma VISÃO, ou seja, não
pensar do mesmo jeito deve deixar a comunidade e
procurar um outro ministério.
Enquanto o mundo corporativo tem descoberto
a importância de integrar os diferentes, a igreja por
muitas vezes tem insistido em querer se juntar
somente com os iguais.
3
Olhando para o texto que lemos é possível
perceber que Jesus juntos pessoas muito diferentes.
Ao olhar a biografia de alguns, podemos afirmar
que Jesus “uniu os opostos”.
Proposição:
Dentre o grupo dos apóstolos quero destacar
dois: Simão Zelote e Mateus o publicano.
DESENVOLVIMENTO
SIMÃO ZELOTE:
Infelizmente o texto bíblico não foi muito
generoso quanto aos detalhes biográficos de Simão
Zelote.
Um pouco mais do que se sabe sobre sua vida e
obra, encontramos na tradição cristã posterior, já no
II século.
4
Doroteu, Bispo de Tiro, afirmou o seguinte sobre
Simão Zelote: “Pregou a Cristo através de toda a
Mauritânia e África Menor. Foi, por fim, crucificado,
dilacerado e enterrado na Britânia”2.
Apesar de Simão Zelote ser o menos comentado
pelo texto bíblico, eu o escolhi, por ser ele um dos
opostos segundo minha análise.
O emprego do termo Zelote junto a seu nome é
porque participava ativamente junto a um partido
radical de resistência nascido na Galileia, no tempo de
Jesus.
O partido dos zelotas era formado pelos
pequenos camponeses e pelos mais pobres da
sociedade, que estavam sendo massacrados por um
sistema fiscal impiedoso.
Os zelotas eram extremistas, queriam expulsar
os romanos, pela luta armada.
Essa luta nacionalista tinha cunho religioso:
queriam instaurar um Estado onde Deus fosse o único
rei, representado por um descendente de Davi, o
Messias.
5
Para eles, a aceitação de uma dominação
estrangeira e o pagamento dos impostos a um
soberano estrangeiro era uma blasfêmia contra Deus.
Embora minoria, os zelotas eram muito
violentos, atacavam e matavam estrangeiros e
também judeus suspeitos de colaborar com os
romanos.
Foram chamados de “sicários” por causa do
punhal que sempre traziam escondido sob o manto.
Ao encontrar-se com Jesus e ser ministrado por
seus ensinamentos, ele foi mudando de opinião. As
palavras de Jesus acabou por conquistar o coração de
Simão.
MATEUS:
Diferentemente, de Simão Zelote, a tradição
bíblica com respeito a vida e obra de Mateus é bem
extensa.
Seu verdadeiro nome era Levi, sendo Mateus
seu nome apostólico.
6
Ao contrário de alguns discípulos, ele não havia
sido seguidor de João Batista antes de se tornar
discípulo de Jesus.
É de se supor pela natureza da profissão que
exercia, Coletor de Impostos, deve ter vivido uma vida
nada piedosa até então.
Como Coletor de Impostos, Mateus estava
incumbido da cobrança de taxas tanto dos que
cruzavam o Mar da Galiléia como dos que transitavam
pela importante estrada de Damasco.
Nos tempos apostólicos, a Palestina estava sob
o poder do Império Romano.
Em Israel a discriminação contra estes
cobradores de impostos (publicanos) chegava a
patamares extremos.
Como funcionários a serviço da dominação
estrangeira, eram considerados traidores nacionais,
apostatas, gentios e pecadores.
7
Eram desprezados de tal maneira pelos judeus,
que nem mesmo seus dízimos eram aceitos nas
sinagogas.
Mateus deixa a sua profissão de cobrador de
impostos, algo muito rentável, para tornar-se um
discípulo de Jesus, e não ter onde reclinar a cabeça.
Assim como Simão Zelote, Mateus, ao
encontrar-se com Jesus e ser ministrado por seus
ensinamentos, muda de opinião.
CONCLUSÃO:
Como vimos, Simão Zelote e Mateus,
representavam os opostos da sociedade israelita da
época de Jesus.
Um, nacionalista ao extremo, o outro, um
representante do império estrangeiro.
Mas o que quero destacar é que em Jesus “os
opostos se atraem”.
8
Estes dois homens caminharam com Jesus por
três anos, sendo lapidados e moldados, ao ponto de
se tornarem membros efetivos um do outro, ou seja,
parte do corpo de Cristo.
Depois de aprenderem com o mestre,
receberam a tarefa da grande comissão: “Ir por todo
o mundo, e pregar o Evangelho a toda a criatura”.
Os dois se dedicaram a esta obra, até a morte.
Ou seja, foram martirizados em nome da fé.
O que nos aproxima e nos une, não é o fato de
sermos parecidos uns com os outros, mas sim o de nos
unirmos a Cristo.
Porque em Cristo, verdadeiramente, os opostos
se atraem. Que o Senhor nos ajude!
1
Sermão proferido pelo Prof. Paulo Dias Nogueira como parte da disciplina Homilética
(4º semestre) do Curso de Bacharel em Teologia oferecido pela Faculdade de Teologia
da Universidade Metodista de São Paulo (Fateo/Umesp)
Período Noturno -
Período Matutino - 01 de outubro de 2019
2
“Doze homens, e uma missão” - Aramis C. DeBarros. (Melhorar os dados
bibliográficos).

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Em Jesus os opostos se atraem

  • 1. 1 SERMÃO1 Em Jesus os opostos se atraem TEXTO: Mateus 10:2-4 “Ora, o nome dos apóstolos são estes: O primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Lebeu, apelidado Tadeu; Simão, o Zelote, e Judas Iscariotes, aquele que o traiu”. INTRODUÇÃO: Exórdio: Ao estudarmos Física, aprendemos que os opostos se atraem. Vemos um exemplo disso quando aproximamos dois pedaços de imã. Se os dois pedaços estiverem do lado negativo, ou do lado positivo, não se ajuntarão, pelo contrário, serão repelidos. Se faz necessário que
  • 2. 2 cada parte esteja de um lado, ou seja, negativo com positivo. Daí a expressão popular: “Os opostos se atraem”. Explicação: Na vida em sociedade, às vezes reclamamos das pessoas que são diferentes de nós. Achamos que o melhor mesmo, é nos aproximarmos de pessoas iguais. Chegamos muitas vezes a assumir atitudes preconceituosas para com aqueles e aquelas que pensam diferente de nós. Em muitos ministérios chega-se a afirmar que se a pessoa não estiver na mesma VISÃO, ou seja, não pensar do mesmo jeito deve deixar a comunidade e procurar um outro ministério. Enquanto o mundo corporativo tem descoberto a importância de integrar os diferentes, a igreja por muitas vezes tem insistido em querer se juntar somente com os iguais.
  • 3. 3 Olhando para o texto que lemos é possível perceber que Jesus juntos pessoas muito diferentes. Ao olhar a biografia de alguns, podemos afirmar que Jesus “uniu os opostos”. Proposição: Dentre o grupo dos apóstolos quero destacar dois: Simão Zelote e Mateus o publicano. DESENVOLVIMENTO SIMÃO ZELOTE: Infelizmente o texto bíblico não foi muito generoso quanto aos detalhes biográficos de Simão Zelote. Um pouco mais do que se sabe sobre sua vida e obra, encontramos na tradição cristã posterior, já no II século.
  • 4. 4 Doroteu, Bispo de Tiro, afirmou o seguinte sobre Simão Zelote: “Pregou a Cristo através de toda a Mauritânia e África Menor. Foi, por fim, crucificado, dilacerado e enterrado na Britânia”2. Apesar de Simão Zelote ser o menos comentado pelo texto bíblico, eu o escolhi, por ser ele um dos opostos segundo minha análise. O emprego do termo Zelote junto a seu nome é porque participava ativamente junto a um partido radical de resistência nascido na Galileia, no tempo de Jesus. O partido dos zelotas era formado pelos pequenos camponeses e pelos mais pobres da sociedade, que estavam sendo massacrados por um sistema fiscal impiedoso. Os zelotas eram extremistas, queriam expulsar os romanos, pela luta armada. Essa luta nacionalista tinha cunho religioso: queriam instaurar um Estado onde Deus fosse o único rei, representado por um descendente de Davi, o Messias.
  • 5. 5 Para eles, a aceitação de uma dominação estrangeira e o pagamento dos impostos a um soberano estrangeiro era uma blasfêmia contra Deus. Embora minoria, os zelotas eram muito violentos, atacavam e matavam estrangeiros e também judeus suspeitos de colaborar com os romanos. Foram chamados de “sicários” por causa do punhal que sempre traziam escondido sob o manto. Ao encontrar-se com Jesus e ser ministrado por seus ensinamentos, ele foi mudando de opinião. As palavras de Jesus acabou por conquistar o coração de Simão. MATEUS: Diferentemente, de Simão Zelote, a tradição bíblica com respeito a vida e obra de Mateus é bem extensa. Seu verdadeiro nome era Levi, sendo Mateus seu nome apostólico.
  • 6. 6 Ao contrário de alguns discípulos, ele não havia sido seguidor de João Batista antes de se tornar discípulo de Jesus. É de se supor pela natureza da profissão que exercia, Coletor de Impostos, deve ter vivido uma vida nada piedosa até então. Como Coletor de Impostos, Mateus estava incumbido da cobrança de taxas tanto dos que cruzavam o Mar da Galiléia como dos que transitavam pela importante estrada de Damasco. Nos tempos apostólicos, a Palestina estava sob o poder do Império Romano. Em Israel a discriminação contra estes cobradores de impostos (publicanos) chegava a patamares extremos. Como funcionários a serviço da dominação estrangeira, eram considerados traidores nacionais, apostatas, gentios e pecadores.
  • 7. 7 Eram desprezados de tal maneira pelos judeus, que nem mesmo seus dízimos eram aceitos nas sinagogas. Mateus deixa a sua profissão de cobrador de impostos, algo muito rentável, para tornar-se um discípulo de Jesus, e não ter onde reclinar a cabeça. Assim como Simão Zelote, Mateus, ao encontrar-se com Jesus e ser ministrado por seus ensinamentos, muda de opinião. CONCLUSÃO: Como vimos, Simão Zelote e Mateus, representavam os opostos da sociedade israelita da época de Jesus. Um, nacionalista ao extremo, o outro, um representante do império estrangeiro. Mas o que quero destacar é que em Jesus “os opostos se atraem”.
  • 8. 8 Estes dois homens caminharam com Jesus por três anos, sendo lapidados e moldados, ao ponto de se tornarem membros efetivos um do outro, ou seja, parte do corpo de Cristo. Depois de aprenderem com o mestre, receberam a tarefa da grande comissão: “Ir por todo o mundo, e pregar o Evangelho a toda a criatura”. Os dois se dedicaram a esta obra, até a morte. Ou seja, foram martirizados em nome da fé. O que nos aproxima e nos une, não é o fato de sermos parecidos uns com os outros, mas sim o de nos unirmos a Cristo. Porque em Cristo, verdadeiramente, os opostos se atraem. Que o Senhor nos ajude! 1 Sermão proferido pelo Prof. Paulo Dias Nogueira como parte da disciplina Homilética (4º semestre) do Curso de Bacharel em Teologia oferecido pela Faculdade de Teologia da Universidade Metodista de São Paulo (Fateo/Umesp) Período Noturno - Período Matutino - 01 de outubro de 2019 2 “Doze homens, e uma missão” - Aramis C. DeBarros. (Melhorar os dados bibliográficos).