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ACOLHIDA
DIRIGENTE: Amados irmãos e irmãs, somos um dos Grupos de
Comunhão da Igreja (IMCC) e nos reunimos hoje na casa de nossos
irmãos Airton e Cleide para celebrar os feitos do Senhor a favor do
seu povo e encher o nosso coração de esperança, pois Aquele, que
libertou Israel do cativeiro e ressuscitou a Jesus dentre os mortos,
está aqui... está em mim... está em ti. Louvemos com alegria o Seu
santo nome.
CÂNTICO: “Deus está aqui”
Deus, está aqui, aleluia
Tão certo como o ar que eu respiro
Tão certo como o amanhã que se levanta
Tão certo como eu te falo e podes me ouvir
Deus, está em mim, aleluia...
Deus, está em ti, aleluia...
Deus, está em nós, aleluia...
MEMORIAL DA PÁSCOA:
DIRIGENTE: A Páscoa (Pessach) é uma festa muito antiga do povo de
Deus. Teve início com os pastores nômades, que no verão mudavam-
se de local, em busca de novos pastos para seus rebanhos. Antes de
cada viagem eles celebravam uma festa semelhante à Páscoa.
Quando o povo de Israel fugiu do Egito rumo à terra prometida, esta
festa foi reinterpretada como a memória do livramento que Deus
dera ao povo. Jesus, o Filho do Deus Vivo, reinterpreta, novamente,
esta celebração. Primeiramente, instituindo um memorial com novas
significações. Diz que o pão da páscoa, passa a significar seu corpo e
o cálice, seu sangue. Estes são os símbolos da nova aliança de Deus
com Seu povo. Em segundo lugar, Jesus venceu a morte,
ressuscitando dos mortos ao terceiro dia. A partir de então, a Páscoa
para os cristãos passa a significar a ressurreição do Mestre.
Iniciaremos com a Páscoa Judaica e encerraremos com a Páscoa
Cristã.
CÂNTICO: “O povo de Deus”
O povo de Deus no deserto andava
Mas a sua frente alguém caminhava
O povo de Deus era rico de nada
Só tinha a esperança e o pó da estrada
Também sou teu povo Senhor
E estou nesta estrada
Somente tua graça me basta e mais nada
O povo de Deus também vacilava
Às vezes custava a crer no amor
O povo de Deus chorando orava
Pedia perdão e recomeçava
Também sou teu povo Senhor
E estou nesta estrada
Perdoa se às vezes não creio em mais nada
O povo de Deus também teve fome
E tu lhe mandaste o pão lá do céu
O povo de Deus, cantando deu graças
Provou teu amor, amor que não passa
Também sou teu povo Senhor
E estou nesta estrada
Tu és o alimento da minha jornada
O povo de Deus ao longe avistou
A terra querida que o amor preparou
O povo de Deus corria e cantava
E nos seus louvores o amor proclamava
Também sou teu povo Senhor
E estou nesta estrada
Cada dia mais perto da terra esperada
DIRIGENTE: "Recorda os dias que se foram, repassa gerações e
gerações... Pergunta ao teu pai e ele contará, interroga os anciãos e
eles te dirão" (Dt 32.7). "O que nós ouvimos e aprendemos, o que
nos contaram nossos pais, não esconderemos dos nossos filhos, mas
falaremos aos nossos descendentes a respeito dos louvores do
Senhor, dos seus feitos poderosos e das maravilhas que fez" (Salmos
78.3-4).
CÂNTICO: “O povo de Deus”
No Egito escravo fui, sim, sim, oh, sim !
No Egito escravo fui do vil Faraó.
Triste, bem triste estava, meu coração chorava: (Bis)
Liberta-me, Senhor !
Moisés foi a Faraó, sim, sim, oh, sim !
Moisés foi a Faraó e lhe disse assim:
Deixa sair meu povo para prestar-me culto, (Bis)
Assim diz o Senhor.
Faraó se endureceu, sim, sim, oh, sim !
Faraó se endureceu e não deixou ir.
Deus enviou dez pragas, desembainhou sua espada. (Bis)
Assim nos libertou.
Livre, me deixaste livre,
Me deixaste livre, livre, Senhor. (Bis)
Livre agora então estou, sim, sim, oh, sim !
Livre agora então estou livre para Ti.
Quero prestar-te culto, quero cantar-te glória. (Bis)
Glória a Ti Senhor.
Glória, Glória e Aleluia! Glória e Aleluia a ti, Senhor. (Bis)
DIRIGENTE: Hoje é um dia diferente pois estamos celebrando a saída
de Israel do Egito, a passagem da escravidão para a liberdade, de um
tempo de dificuldades para um tempo de bênçãos.
DIRIGENTE: Aqui está um pouco de ervas amargas. Em hebraico são
chamadas maror. Elas são comidas como um lembrete da vida de
Israel no Egito que seus opressores tornaram amarga. As Escrituras
explicam: "Os egípcios obrigavam os filhos de Israel ao trabalho, e
tornavam-lhes amarga a vida com duros trabalhos: a preparação da
argila, a fabricação de tijolos, vários trabalhos nos campos, e toda a
espécie de trabalhos aos quais os obrigavam" (Êx 1.13-14).
(O povo experimenta o maror)
TODOS: Em nossos dias, também não faltam amarguras e asperezas.
Nem sempre o trabalhador é justamente recompensado e o suor de
seu rosto transformado em pão que sacia a sua fome. As ervas
amargas nos lembram sempre que as dificuldades de hoje devem ser
transformadas em pedras de construção para o dia de amanhã. Em
nossas lutas não podemos esquecer as lembranças do passado.
DIRIGENTE: Aqui está o pão ázimo, em hebraico matzá.: É um
lembrete da pressa com que os hebreus deixaram o Egito. Eles foram
forçados a fugir de repente e não tiveram tempo de assar seu pão.
Eles não poderiam esperar o fermento crescer; e, assim, o sol
batendo na massa enquanto eles corriam, cozinhou-a,
transformando-a num pão achatado, sem fermento algum (Cf. Êx
12.39).
(O povo experimenta o matzá)
TODOS: Hoje podemos reviver este episódio como um sinal da nossa
prontidão em caminhar na direção do Reino da fraternidade e do
amor, lutando contra todas as forças que impedem o renascer da
vida.
DIR: Aqui estão alguns ovos cozidos. Em hebraico, chama-se beytza.
O ovo é um símbolo da resistência do povo de Deus. Assim como o
ovo que, ao contrário dos outros alimentos ao ser cozido, se
solidifica, o povo de Deus, em tempos de crise e perseguição, se
fortalece na esperança solidária.
(O povo experimenta o gosto do beytza)
TODOS: Lembramos agora de todas as pessoas que não dobraram os
joelhos diante da tirania e violência e que, à semelhança de Cristo,
foram perseguidas por causa da justiça. Cantamos a força do povo
que não se submete às pressões dos poderosos e constrói a paz.
DIR: Aqui estão pedaços de maçã que, na liturgia da Páscoa judaica,
encontram-se misturados com canela, castanhas e vinho num
composto que se chama haroset. A fruta doce é um lembrete da boa
terra que Deus prometeu dar a nossos pais. É um sinal de abundância
e de igualdade, de bênção e de partilha. Como está escrito: "Não
sobejava ao que colhera muito, nem faltava ao que colhera pouco"
(Ex 16.18; 2 Co 8.15).
(O povo experimenta o gosto bom da haroset)
TODOS: Nesse momento, Senhor, expressamos o nosso grito de
angústia. Provamos a doçura das tuas promessas, mas lamentamos a
miséria de milhões ao lado da riqueza de uns poucos. Que a nossa
gula e egoísmo se transformem! Que a nossa sede seja Vida-para-
todos numa terra de paz!
MOMENTO DE ORAÇÃO:
(agradecimento pelo sustento na caminhada)
DIRIGENTE: Caminhar pelo deserto dá sede... nos desertos da vida
temos sede de Deus... somente Ele pode nos dessedentar.
CÂNTICO: Assim como a corsa
Assim como a corsa, suspira pelas águas
Por TI suspira minha alma, ESPIRITO DE DEUS
Oh! enche-me ESPIRITO, oh! enche-me ESPIRITO
Oh! enche-me ESPIRITO DE DEUS
DIRIGENTE: “Porque Deus amou o mundo de tal maneia que deu seu
único filho, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas
tenha a vida eterna – João 3.16
CÂNTICO: “Deus Enviou”
Deus enviou seu filho amado,
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Na cruz morreu, por nossos pecados,
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Porque ele vive posso crer no amanhã,
Porque ele vive,
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Eu sei que a minha vida,
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E quando em fim chegar a hora,
Em que a morte enfrentarei,
Sem medo então.
Terei vitória, verei a glória,
Do meu Jesus que vivo está!
MENSAGEM:
CÂNTICO: “Estamos aqui Senhor”
Estamos aqui, Senhor, viemos de todo lugar.
Trazemos um pouco do que somos, pra nossa fé partilhar.
Trazendo o nosso louvor, um canto de alegria;
Trazendo a nossa vontade de ver raiar um novo dia.
Estamos aqui, Senhor, cercando esta mesa comum,
Trazendo idéias diferentes, mas em Cristo somos um.
E quando sairmos daqui nós vamos para voltar,
Na força da esperança e na coragem de lutar.
SANTA CEIA
Declaração da Instituição da Ceia do Senhor
DIRIGENTE: Amados irmãos e irmãs, o Senhor Deus onipotente,
nosso Pai Celestial, entregou Jesus Cristo, seu unigênito Filho, à
morte de cruz para nossa redenção. E o Senhor, pela oferta de si
mesmo, feita uma só vez, fez um sacrifício pleno, perfeito e suficiente
pelos pecados de toda a humanidade; e instituiu perpétua
recordação de sua morte, ordenando-nos, em seu Evangelho, que a
continuemos até a sua segunda vinda. Portanto, agradecidos,
consagremo-nos a Deus em resposta ao seu amor.
Oração de Consagração
DIRIGENTE: Toda a glória seja a ti, ó Pai onipotente, Pai nosso
celestial! Obedientes à instituição de teu amado Filho, nosso Salvador
Jesus Cristo, nós realizamos aqui, diante de tua divina majestade, o
memorial que teu Filho nos mandou celebrar, tendo na lembrança
sua bendita paixão e morte, sua poderosa ressurreição e ascensão,
rendendo-te graças de todo o coração pelos inumeráveis benefícios
que elas nos agraciam. E humildemente nós te suplicamos, ó Pai, que
nos ouças com teu Filho Jesus Cristo, conceda-nos o Espírito Santo e,
por tua infinita bondade, abençoes as dádivas do pão e do cálice para
que, recebendo-os segundo a instituição de teu Filho, nós sejamos
participantes do seu abençoado corpo e sangue, para todo o sempre
AMÉM!
Oração de Humilde acesso
DIRIGENTE: Ó misericordioso Pai, nós humildemente te imploramos
que nos santifiques com o teu Espírito e consagres as dádivas do pão
e do cálice, a fim de que o pão que vamos comer seja a comunhão do
corpo de Cristo e o cálice que vamos beber seja a comunhão do
sangue de Cristo. Concede-nos a graça de alcançar a unidade da fé e
crescer em todas as coisas naquele que é o Cabeça, Cristo, nosso
Senhor, a quem pertencem a honra, a glória e o domínio pelos
séculos dos séculos. AMÉM!
Memorial
DIRIGENTE: “Porque eu recebi do Senhor o que também vos
entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o
pão e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é
dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo,
depois de haver ceado, tomou também o cálice dizendo: Este cálice é
a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o
beberdes, em memória de mim” (1Co 11.23-25).
Convite e distribuição dos elementos
DIRIGENTE: A mesa está preparada e é o Senhor, ressurreto e
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Liturgia - Da Páscoa Judaica à Páscoa Cristã

  • 1. ACOLHIDA DIRIGENTE: Amados irmãos e irmãs, somos um dos Grupos de Comunhão da Igreja (IMCC) e nos reunimos hoje na casa de nossos irmãos Airton e Cleide para celebrar os feitos do Senhor a favor do seu povo e encher o nosso coração de esperança, pois Aquele, que libertou Israel do cativeiro e ressuscitou a Jesus dentre os mortos, está aqui... está em mim... está em ti. Louvemos com alegria o Seu santo nome. CÂNTICO: “Deus está aqui” Deus, está aqui, aleluia Tão certo como o ar que eu respiro Tão certo como o amanhã que se levanta Tão certo como eu te falo e podes me ouvir Deus, está em mim, aleluia... Deus, está em ti, aleluia... Deus, está em nós, aleluia... MEMORIAL DA PÁSCOA: DIRIGENTE: A Páscoa (Pessach) é uma festa muito antiga do povo de Deus. Teve início com os pastores nômades, que no verão mudavam- se de local, em busca de novos pastos para seus rebanhos. Antes de cada viagem eles celebravam uma festa semelhante à Páscoa. Quando o povo de Israel fugiu do Egito rumo à terra prometida, esta festa foi reinterpretada como a memória do livramento que Deus dera ao povo. Jesus, o Filho do Deus Vivo, reinterpreta, novamente, esta celebração. Primeiramente, instituindo um memorial com novas significações. Diz que o pão da páscoa, passa a significar seu corpo e o cálice, seu sangue. Estes são os símbolos da nova aliança de Deus com Seu povo. Em segundo lugar, Jesus venceu a morte, ressuscitando dos mortos ao terceiro dia. A partir de então, a Páscoa para os cristãos passa a significar a ressurreição do Mestre. Iniciaremos com a Páscoa Judaica e encerraremos com a Páscoa Cristã. CÂNTICO: “O povo de Deus” O povo de Deus no deserto andava Mas a sua frente alguém caminhava O povo de Deus era rico de nada Só tinha a esperança e o pó da estrada Também sou teu povo Senhor E estou nesta estrada Somente tua graça me basta e mais nada O povo de Deus também vacilava Às vezes custava a crer no amor O povo de Deus chorando orava Pedia perdão e recomeçava Também sou teu povo Senhor E estou nesta estrada Perdoa se às vezes não creio em mais nada O povo de Deus também teve fome E tu lhe mandaste o pão lá do céu O povo de Deus, cantando deu graças Provou teu amor, amor que não passa Também sou teu povo Senhor E estou nesta estrada Tu és o alimento da minha jornada O povo de Deus ao longe avistou A terra querida que o amor preparou O povo de Deus corria e cantava E nos seus louvores o amor proclamava Também sou teu povo Senhor E estou nesta estrada Cada dia mais perto da terra esperada DIRIGENTE: "Recorda os dias que se foram, repassa gerações e gerações... Pergunta ao teu pai e ele contará, interroga os anciãos e eles te dirão" (Dt 32.7). "O que nós ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais, não esconderemos dos nossos filhos, mas falaremos aos nossos descendentes a respeito dos louvores do Senhor, dos seus feitos poderosos e das maravilhas que fez" (Salmos 78.3-4). CÂNTICO: “O povo de Deus” No Egito escravo fui, sim, sim, oh, sim ! No Egito escravo fui do vil Faraó. Triste, bem triste estava, meu coração chorava: (Bis) Liberta-me, Senhor ! Moisés foi a Faraó, sim, sim, oh, sim ! Moisés foi a Faraó e lhe disse assim: Deixa sair meu povo para prestar-me culto, (Bis) Assim diz o Senhor. Faraó se endureceu, sim, sim, oh, sim ! Faraó se endureceu e não deixou ir. Deus enviou dez pragas, desembainhou sua espada. (Bis) Assim nos libertou. Livre, me deixaste livre, Me deixaste livre, livre, Senhor. (Bis) Livre agora então estou, sim, sim, oh, sim ! Livre agora então estou livre para Ti. Quero prestar-te culto, quero cantar-te glória. (Bis) Glória a Ti Senhor. Glória, Glória e Aleluia! Glória e Aleluia a ti, Senhor. (Bis) DIRIGENTE: Hoje é um dia diferente pois estamos celebrando a saída de Israel do Egito, a passagem da escravidão para a liberdade, de um tempo de dificuldades para um tempo de bênçãos. DIRIGENTE: Aqui está um pouco de ervas amargas. Em hebraico são chamadas maror. Elas são comidas como um lembrete da vida de Israel no Egito que seus opressores tornaram amarga. As Escrituras explicam: "Os egípcios obrigavam os filhos de Israel ao trabalho, e tornavam-lhes amarga a vida com duros trabalhos: a preparação da argila, a fabricação de tijolos, vários trabalhos nos campos, e toda a espécie de trabalhos aos quais os obrigavam" (Êx 1.13-14). (O povo experimenta o maror) TODOS: Em nossos dias, também não faltam amarguras e asperezas. Nem sempre o trabalhador é justamente recompensado e o suor de seu rosto transformado em pão que sacia a sua fome. As ervas amargas nos lembram sempre que as dificuldades de hoje devem ser transformadas em pedras de construção para o dia de amanhã. Em nossas lutas não podemos esquecer as lembranças do passado. DIRIGENTE: Aqui está o pão ázimo, em hebraico matzá.: É um lembrete da pressa com que os hebreus deixaram o Egito. Eles foram forçados a fugir de repente e não tiveram tempo de assar seu pão. Eles não poderiam esperar o fermento crescer; e, assim, o sol batendo na massa enquanto eles corriam, cozinhou-a, transformando-a num pão achatado, sem fermento algum (Cf. Êx 12.39). (O povo experimenta o matzá) TODOS: Hoje podemos reviver este episódio como um sinal da nossa prontidão em caminhar na direção do Reino da fraternidade e do amor, lutando contra todas as forças que impedem o renascer da vida. DIR: Aqui estão alguns ovos cozidos. Em hebraico, chama-se beytza. O ovo é um símbolo da resistência do povo de Deus. Assim como o ovo que, ao contrário dos outros alimentos ao ser cozido, se solidifica, o povo de Deus, em tempos de crise e perseguição, se fortalece na esperança solidária. (O povo experimenta o gosto do beytza) TODOS: Lembramos agora de todas as pessoas que não dobraram os joelhos diante da tirania e violência e que, à semelhança de Cristo, foram perseguidas por causa da justiça. Cantamos a força do povo que não se submete às pressões dos poderosos e constrói a paz. DIR: Aqui estão pedaços de maçã que, na liturgia da Páscoa judaica, encontram-se misturados com canela, castanhas e vinho num composto que se chama haroset. A fruta doce é um lembrete da boa terra que Deus prometeu dar a nossos pais. É um sinal de abundância e de igualdade, de bênção e de partilha. Como está escrito: "Não sobejava ao que colhera muito, nem faltava ao que colhera pouco" (Ex 16.18; 2 Co 8.15). (O povo experimenta o gosto bom da haroset) TODOS: Nesse momento, Senhor, expressamos o nosso grito de angústia. Provamos a doçura das tuas promessas, mas lamentamos a miséria de milhões ao lado da riqueza de uns poucos. Que a nossa gula e egoísmo se transformem! Que a nossa sede seja Vida-para- todos numa terra de paz!
  • 2. MOMENTO DE ORAÇÃO: (agradecimento pelo sustento na caminhada) DIRIGENTE: Caminhar pelo deserto dá sede... nos desertos da vida temos sede de Deus... somente Ele pode nos dessedentar. CÂNTICO: Assim como a corsa Assim como a corsa, suspira pelas águas Por TI suspira minha alma, ESPIRITO DE DEUS Oh! enche-me ESPIRITO, oh! enche-me ESPIRITO Oh! enche-me ESPIRITO DE DEUS DIRIGENTE: “Porque Deus amou o mundo de tal maneia que deu seu único filho, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna – João 3.16 CÂNTICO: “Deus Enviou” Deus enviou seu filho amado, Para nos salvar e perdoar. Na cruz morreu, por nossos pecados, Mais ressurgiu e vivo com o pai está. Porque ele vive posso crer no amanhã, Porque ele vive, Temor não há, mais eu bem sei, Eu sei que a minha vida, Está nas mãos do meu Jesus que vivo está! E quando em fim chegar a hora, Em que a morte enfrentarei, Sem medo então. Terei vitória, verei a glória, Do meu Jesus que vivo está! MENSAGEM: CÂNTICO: “Estamos aqui Senhor” Estamos aqui, Senhor, viemos de todo lugar. Trazemos um pouco do que somos, pra nossa fé partilhar. Trazendo o nosso louvor, um canto de alegria; Trazendo a nossa vontade de ver raiar um novo dia. Estamos aqui, Senhor, cercando esta mesa comum, Trazendo idéias diferentes, mas em Cristo somos um. E quando sairmos daqui nós vamos para voltar, Na força da esperança e na coragem de lutar. SANTA CEIA Declaração da Instituição da Ceia do Senhor DIRIGENTE: Amados irmãos e irmãs, o Senhor Deus onipotente, nosso Pai Celestial, entregou Jesus Cristo, seu unigênito Filho, à morte de cruz para nossa redenção. E o Senhor, pela oferta de si mesmo, feita uma só vez, fez um sacrifício pleno, perfeito e suficiente pelos pecados de toda a humanidade; e instituiu perpétua recordação de sua morte, ordenando-nos, em seu Evangelho, que a continuemos até a sua segunda vinda. Portanto, agradecidos, consagremo-nos a Deus em resposta ao seu amor. Oração de Consagração DIRIGENTE: Toda a glória seja a ti, ó Pai onipotente, Pai nosso celestial! Obedientes à instituição de teu amado Filho, nosso Salvador Jesus Cristo, nós realizamos aqui, diante de tua divina majestade, o memorial que teu Filho nos mandou celebrar, tendo na lembrança sua bendita paixão e morte, sua poderosa ressurreição e ascensão, rendendo-te graças de todo o coração pelos inumeráveis benefícios que elas nos agraciam. E humildemente nós te suplicamos, ó Pai, que nos ouças com teu Filho Jesus Cristo, conceda-nos o Espírito Santo e, por tua infinita bondade, abençoes as dádivas do pão e do cálice para que, recebendo-os segundo a instituição de teu Filho, nós sejamos participantes do seu abençoado corpo e sangue, para todo o sempre AMÉM! Oração de Humilde acesso DIRIGENTE: Ó misericordioso Pai, nós humildemente te imploramos que nos santifiques com o teu Espírito e consagres as dádivas do pão e do cálice, a fim de que o pão que vamos comer seja a comunhão do corpo de Cristo e o cálice que vamos beber seja a comunhão do sangue de Cristo. Concede-nos a graça de alcançar a unidade da fé e crescer em todas as coisas naquele que é o Cabeça, Cristo, nosso Senhor, a quem pertencem a honra, a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. AMÉM! Memorial DIRIGENTE: “Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim” (1Co 11.23-25). Convite e distribuição dos elementos DIRIGENTE: A mesa está preparada e é o Senhor, ressurreto e presente conosco, quem nos convida para celebrarmos a sua ceia. Acheguemo-nos, pois, com fé. MOMENTO DE ORAÇÃO: (intercessão) ORAÇÃO FINAL E BÊNÇÃO: Celebração Da Páscoa Judaica à Páscoa Cristã Celebração de Páscoa - Grupo de Comunhão do Campos Elíseos Igreja Metodista Central de Campinas
  • 3. Residência - Airton e Cleide 22/03/2016 (Liturgia preparada por Rev. Paulo Dias Nogueira e Cleide Trigo)