Gregor Mendel – Monge Austro-Húngaro e seus experimentos com manipulação de cruzamento de ervilhas. Sementes enrugadas ou lisa Flores  brancas Caules longos ou curtos PÉS DE ERVILHA = HERMAFRODITASA Estame = órgão  ♂ Estígma = órgão ♀
Em seus experimentos, cruzou: Flores  púrpuras + púrpuras brancas + brancas brancas + púrpuras  OBSERVOU OS TRAÇOS  Sementes  lisas + lisas  enrugadas + enrugadas  enrugadas + lisas  FENÓTIPO MANIPULANDO O GENÓTIPO Desenvolveu conceitos fundamentais sobre Hereditariedade dominante e recessiva
OBSERVAÇÃO Ao cruzar linhagens puras não aparecia uma mistura =  TRAÇOS  ERAM SEGREGADOS (Transmitidos de uma forma ou de  outra) Na segunda geração Sementes lisas  ou as flores púrpuras = dominante 3:1 =  fenótipo Gene Homozigóticos -  ♂ = ♀ Genes Heterozigóticos  - ♂ = ♀ Cada membro do par tem um alelo igual – dominante ou recessivo
 
Padrões Mendelianos A –Autossômico Dominante B – Recessivo Dominante C – Ligado a o sexo Dominante D - Ligado a o sexo Recessivo Doenças recessivas Surgem do nada Atacam famílias que não estão esperando Única forma de se descobrir é através de um antepassado
Recessivas autonômicas Tay-Sachs  – Judeus de descendência asquenaze Franco-canadenses Crianças nascem normais  -> sinais de degeneração do S.N  -> morte em 3 a 4 anos . Fenilcetonúria  – alteração da enzima que decompõe o AA da  Fenilalamina (presente nas proteínas). Crianças nascem normais  -> sinais de agressão do S.N.C  -> limitação intelectual + mudança de personalidade. Fibrose Cística  – secreção anormal de muco nos pulmões  -> Insuficiência Respiratória  -> Infecção Albinismo  – falta do código que dá o comando para produção de  melanina
Recessivas ligadas ao sexo Normalmente acontece em homens já que o cromossomo Y é pequeno, transmite pouca informação e, por serem  “fracos”, não conseguem  combater a determinação do cromossomo X afetado que receberam da mãe. Não existe transmissão do pai para o filho Todos os filhos de um casal que tem o gene X do pai comprometido são  portadores pois recebem involuntariamente o X afetado do pai Síndrome do X Frágil  Síndrome de Lesch-Nyhan – retardo mental Hemofilia Distrofia Muscular
Síndrome do X Frágil  Causa mais comum de Retardo Mental Conteúdo do cromossomo X = instável Repetição de grande número de trinuceotídeos –CGG – quanto maior o número de repetições maior a gravidade da doença. 50 a 1500 repetições CGC interfere na transferência de informações genéticas Hemofilia Rainha Vitória transmitiu por meio de suas filhas a doença para  famílias reais de toda a Europa Falta um fator de coagulação – ferimento = sangramento initerrupto
Síndrome de Lesch-Nyhan – Retardo Mental Ausência de enzima (hipoxantina quanina fosforribosiltransferase)  que  metaboliza as purinas. Crianças se mutilam mastigando suas próprias mãos Agridem a si próprias e a outras TRAÇOS NORMAIS TAMBÉM RECESSIVOS Daltonismo para verde e vermelho
Doença Dominante Ligada ao cromossomo X Doenças raras Ex: raquitismo Resistente a vitamina D (hipofosfatemia) Mulheres portam gene dominante e transmitem a doença: ½ para filhos ½ para filhas Os homens só podem transmitir a doença para as filhas
Doença Dominante Autossômica Afeta ambos os sexos Ex: Coréia de Hungtington – doença de início tardio (30 a 60 anos) Vivem o suficiente para ter filhos e transmitir a doença para sua prole Mudanças de personalidade + movimentos anormais +  início de  Demência + morte prematura Se deve a mutação do braço curto do cromossomo 4 = repetição  trinucleotídea
Doença Autossômica Influenciada pelo sexo Ex; Calvice – só o homem tem. Ocorre quando aumenta os níveis de Testosterona Na Esquizofrenia a data da manifestação se dá na adolescência e  mais freqüente no sexo masculino data esta em que os níveis de  testosterona começam a aumentar  Será a questão hormonal um dos fatores que contribuem para o  transtorno ou a sua maior incidência no sexo masculino pode estar  associada parcialmente a um gene recessivo ligado ao sexo ?
James Watson e Francis Crick – 1953 Estrutura Molecular do Ácido Nucléico: A Estrutura do Acido  Desoxirribonucléico. DNA – Hélice dupla com uma espinha dorsal açúcar e fosfato unidos por dois pares de bases: G-C e A-T – como degraus de uma escada em espiral DNA = código genético que dita a estrutura e o desenvolvimento de  todas as coisas vivas O QUE É UM GENE? DNA – codifica informações químicas  ->  cria AA (20)  ->  PROTEÍNAS
Uma das principais características das células eucariontes é a  Presença de um núcleo  de forma variável, porém bem individualizado  e separado do restante da célula:  Os eucariontes são formados por células que apresentam basicamente  membrana plasmática, citoplasma e núcleo, sendo este delimitado por uma membrana denominada carioteca. O Núcleo tem 30 000 a 40 000 genes Distribuídos e 23 pares de cromossomos  22 semelhantes em ambos os sexos = autossômicos 1 diferente entre si = sexual (X e Y) Conjunto de cromossomos de cada espécie = cariótipo
 
Ao Microscópio ótico Sob maiores aumentos se comprova  que o nucléolo apresenta áreas constituídas por grânulos e áreas compostas de fibrilas A parte fibrilar (F) é constituída de DNA a parte granular (G) consiste em partículas precursoras das subunidades ribossômicas no processo de maturação que ao final migram para o citoplasma   Para formar proteinas nos ribossoma
Estruturas esféricas e densas que se  coram intensamente. Ao Microscópio Eletrônico =  massa densa e compacta, com  cavidades cheias de cromatina
CROMATINA Porções do núcleo que se coram A cromatina é constituída por desoxirribonucleoproteína – Ácido Desoxirribonucleico – código genético para criar e destruir a vida Apresenta-se em vários graus de condensação . Grau de condensação está relacionado ao tipo de célula e ao seu  estado funcional Heterocromatina = condensada Eucromatina = difusa
 
ESTRUTURA DOS CROMOSSOMOS O DNA,  =  constituinte fundamental do cromossomo Formado por bases nitrogenadas -  purinas (adenina e guanina)  piridimindas  (citosina e timina). No mRNA e timina é substituída pela uracila .  A molécula de DNA é uma hélice dupla helicóidal, em que o filamento  externo é constituído por fósforo e açúcar e a parte mais interna pelas ligação por pontes duplas de hidrogênio entre adenina e guanina e  triplas entre citosina e timina.
ESTRUTURA DOS CROMOSSOMOS   DNA = Família de proteinas básicas = histonas Grupo de proteinas ácidas = não histonas Outro aspecto importante é a associação entre DNA e histonas.  As histonas carregadas positivamente formam um complexo  juntamente com os grupos fosfatados do DNA carregados  negativamente.  Aspecto + =  Alta concentração de aminoácidos lisina e arginina. A complexação das histonas além de causar um aumento do diâmetro do DNA, de cerca de 20 a 30 angstron, muda também as  propriedades físicas do DNA. A temperatura de fusão (temperatura na  qual os fios de DNA mudam da forma de hélice dupla regular para a  forma de fio simples, é bastante aumentada.
HISTONAS As proteínas histonas, servem como blocos de construção para empacotar o DNA eucariótico em unidades de nucleosoma repetitivos que são dobrados em fibras de cromatina de alta ordem. São as principais proteinas que compõem a cromatina . Atuam como a matriz na qual o DNA se enrola. Têm um papel importante na regulação dos genes.  As histonas são proteínas simples, solúveis em água. Nos cromossomos humanos = H1, H2A, H2B, H3, H4. - As quatro últimas ocorrem nos cromossomos em proporções semelhantes. As histonas H2A e H2B possuem peso molecular bem inferior ao da H1 e apresentam alto grau de lisinas.  As histonas H3 e H4 são ricas em arginina.
Proteínas Não-Histônicas As proteínas não-histônicas dos cromossomos são classificadas, de  um modo geral, em proteínas acídicas, as quais podem ser removidas por soluções alcalinas fracas, proteínas residuais, que ficam  remanescentes depois da extração das histonas, e enzimas.
ESTRUTURA DOS CROMOSSOMOS  - Condensação   Cromossômica Duas cópias de cada uma das quatro histonas ( H2A, H2B, H3, H4 ) constituem um octâmero, em torno do qual um segmento de dupla  hélice de DNA se enrola, como uma linha em torno de um carretel.  Cada complexo de DNA com histonas centrais é considerado um  nucleossomo .
A histona H1 tem papel na organização da cromatina ocupando lugar na região espaçadora internucleossômica, forçando o material a outro  tipo de compactação, em estruturas secundárias helicóides, denominadas solenóides
Com a formação da solenóide, tem-se a ação de proteínas  não-histonas que formam estruturas em alças ou domínios. As alças podem ser o início dos espessamentos parecidos com nós,  denominados cromômeros. À medida que os cromossomos se condensam mais, os cromômeros adjacentes fundem-se em estruturas  maiores e tornam-se depois as bandas cromossômicas
 
Cada cromossomo mitótico apresenta uma região estrangulada  =  centrômero  ou  constrição primária   ( ponto de referência citológico básico dividindo os cromossomos em dois braços) p  (de  petti ) para o braço curto e, q  para o longo.  Os braços são indicados pelo número do cromossomo seguido de p ou q. Ex: 11p é o braço curto do cromossomo 11. Constrição secundária são estreitamentos que aparecem sempre no mesmo lugar
 
 
 
 
 
Bases:  Adenina  -  Tiamina  Citosina  -  Guanina
 
A   MENSAGEM É FEITA POR TRÊS PARES DE BASE
CÓDIGO – Trinca (três bases) = códon AA = Abreviatura de Aminoácido CODON STOP = Final de uma seqüência Proteínas = 100 ou + aminoácidos Genoma = grande parte de “seqüências inúteis” – DNA Lixo com  brechas de regiões codificadoras 2% =  REGIÃO CODIFICADORA O QUE É UM GENE? Seqüência de códons  que codificam uma proteína
 
Como Funciona –  DOGMA CENTRAL TRANSCRIÇÃO  TRADUÇÃO DUPLICAÇÃO DNA  -> RNA -> PROTEÍNA Filamento que se separa age como uma forma por 2 propósitos 1º duplicação de todo par do filamento para transferência do banco de dados completo para a nova célula 2º Produção de proteína – somente a parte a ser transportada se separa RNA Mensageiro é semelhante ao DNA  Diferenças Só tem uma espinha dorsal de açúcar e fosfato Timina substituída pelo Uracil
CONHECIMENTO ATUAL GENE NÃO É UMA SÉRIE COMPACTA DE CODONS = PTN Exons – código para seqüência de AA CODONS  Introns – seqüências intercalares - informações regulatórias -serve como base crítica para uniões alternativas. - um gene único = potencial para formar  vários tipos de ptn
Origem dos Introns Os introns foram adquiridos pelos eucariotes ou foram perdidos pelos  Procariotes?   Hipoteses: Teriam surgido como conseqüência da fusão de pequenas seqüências, possibilitando rearranjo de seqüências   codificantes sem necessidade de uma exata justaposição. “ Os introns não seriam uma necessidade para sobrevivência, mas sim uma vantagem  evolutiva, permitindo uma evolução mais rápida,
Identificar um Gene é equivalente a saber exatamente: Em que fita do DNA se encontra o Gene. Onde estão seus Exons Splicing é o passo final  do processamento do RNAm
Permitir recombinação entre exons de diferentes genes. Permitir a produção de mais  de uma proteína a partir do mesmo gene,  “splicing alternativo”, incremento do potencial codificante do genoma. (60% genes apresentam splicing alternativo)   Importância do splicing   Principal impedimento para predizer a seqüência de uma proteína a partir de seu gene  e conseqüentemente o numero total de seqüências codificantes no genoma
 
Abertura da Hélice Processo é iniciado por uma grupo de proteínas reguladoras = fator de transcrição -> abertura da hélice em um ponto onde começa um gene
 
Bases = letras Códon = palavra Exons = parágrafos interrompidos por Introns Genes = História Cromossomos = Capítulos Genoma = Livro
De 30 000 a 40 000 genes – 500 000 proteínas No processo de transcrição os introns são removidos RNAm vai lendo o DNA até o exon STOP (UAA UAG UGA) O PROCESSO DE SÍNTESE DE PROTRÍNAS SE DÁ FORA DO  NÚCLEOS -  NOS RIBOSSOMAS
No Ribossoma que um fragmento de RNAmensageiro vai ser lido
 
 
MISTÉRIOS Cada célula contem o mesmo DNA. Se diferenciam em inúmeros tecidos  e órgãos com funções distintas. Toda degeneração ou crescimento ou todas as respostas físicas e  mentais são determinados pelo DNA à medida que interage com o os  eventos externos. A REGULAÇÃO DA EXPRESSÃO GÊNICA É O SEGREDO  QUE ESTÁ POR TRÁS DA DIFERENCIAÇÃO E DA ADAPTABILIDADE
23 pares produzem uma diversidade de tecidos O DNA como planta arquitetônica que estabelece um conjunto geral de  Diretrizes Os genes não são autocratas rígidos que ditam o nosso destino. Em  vez disto, eles são um grupo responsivo de legisladores que devem  ouvir as mensagens biológicas e responder a elas  Nancy Andreasen = ligar e ficar ativo ou ficar em silêncio  EXPRESSÃO GÊNICA = FLEXÍVEL
Genes são ligados e desligados em resposta a certos estímulos Cada gene é precedido de um “botão” liga/desliga  -> trabalha e produz proteína ou permanece desligado  -  Francois   Jacob e Jacques Monod –   1965 (estudo com E Coli e capacidade de metabolizar lactose) Distribuição dos genes e módulos de controle do operon lac. O gene  i ,  para o repressor lac, expresso constitutivamente, está situado próximo ao conjunto dos genes induzíveis  lacZ, lacY  e  lacA , responsáveis pela síntese das proteínas b-galactosidase, permease e transacetilase. O promotor plac é controlado pelo operador olac, onde se ligam duas moléculas do repressor .
Células Eucariontes –  genes são regulados pela combinação de  múltiplos promotores e enhancers  ( seqüências modulares curtas que conectam fatores de transcrição) Alguns genes usados com freqüência (housekeeping) – posição ligada A maioria dos genes permanece desligado,  só ligando diante de um  estímulo. Repressora Substância Reguladora  Ativadora Controle da expressão gênica pode ser +  ou  -  Principal forma de um gene ligar ou desligar = mudança de forma das  proteínas em resposta ao ambiente circundante químico
Ex: 1 – Estresse – Aumento de cortisol  -> citoplasma  ->  receptores citoplasmáticos   -> núcleos  -> sítio regulador  -> proteínas para resposta adaptativa 2 – Testosterona e Estrogênio na puberdade  -> receptor citoplasmático  -> mudanças em órgãos sexuais
AS MUTAÇÕES Definição  Tipo selvagem = alelo encontrado com mais freqüência nas  populações naturais ou  o que é usado como estoque para padrão em laboratório   Ex; drosófila (mosca da fruta) – selvagem = olho vermelho MUTAÇÃO = É A MUDANÇA DE UM ALELO OU DE VÁRIAS BASES POR RAZÕES “ESPONTÂNEAS”, RADIAÇÃO, SUBSTÂNCIAS  QUÍMICAS CONSEUÊNCIAS – Inofensivas para o indivíduo Sobrecrescimento celular
TAXA DE MUTAÇÃO  Baixa = doenças familiares = Hungtigton Altas = Doenças Mentais, Cancer Mutações podem ser: Gênica =  1 alelo é modificado - Pontual Crmossômica – grupos de cromossomos – Ex trissomia do 21 Deleção – perda de um segmento de DNA Inserção – Curta  Longa (repetição trinucleotídica) – Ex: Coréia de Hungtigton repetição de CAG  ANTECIPAÇÃO = Idade de início de 1 doença tende a se tornar cada  vez mais precoce nas gerações subseqüentes e os sintomas tornam- se mais graves
 
A GENÉTICA DAS DOENÇAS COMPLEXAS Doenças genéticas mais comuns = complexas, poligênicas Nem todas as pessoas desenvolvem a doença – multifatorial  ->  variedade de fatores não genéticos influenciam. Genes = múltiplos que somam ou interagem os seus efeitos. PENETRAÇÃO –  Fenômeno tudo ou nada   Completa – ter o gene = ter a doença Incompleta – ter o gene = pode ter a doença ou não  EXPRESSIVIDADE – Grau que o genótipo vai se manifestar  fenotipicamente – muito leve, leve grave, muito grave MODULAÇÃO POR FATORES AMBIENTAIS
 
Esquizofrenia  Suposição que poderia manifestar o fenômeno da antecipação o que sugeriria a presença de repetições trinucleotídicas como fator de influência. Suposição que o fator hormonal  (testosterona) como um dos fatores  causativos – Maior prevalência em jovens púberes do sexo masculino
Há dois tipos de divisão celular: mitose e meiose . A mitose é a divisão habitual das células somáticas, pela qual o corpo cresce, se diferencia e realiza reparos. A divisão mitótica resulta normalmente em duas células-filhas, cada uma com cromossomos e genes idênticos aos da célula-mãe. A meiose ocorre somente nas células da linhagem germinativa e apenas uma vez numa geração. Resulta na formação de células reprodutivas (gametas), cada uma das quais tem apenas 23 cromossomos.   Meiose I e Meiose II
MEIOSE I INTÉRFASE  -  Os núcleos passam pelo intervalo G1, que precede o período de síntese de DNA, período S, quando o teor de DNA é duplicado, e pelo intervalo G2 .
PRÓFASE I -  Os cromossomos homólogos se associam formando  pares, ocorrendo permuta (crossing-over) de material genético entre eles.
METÁFASE I  -  desaparecimento da membrana nuclear. Forma-se um  fuso e os cromosomos pareados se alinham no plano equatorial da  célula com seus centrômeros orientados para pólos diferentes.
ANÁFASE I  - Os dois membros de cada bivalente se separam e seus  respectivos centrômeros com as cromátides-irmãs fixadas são puxados para pólos opostos da célula. Os bivalentes distribuem-se independentemente uns dos outros e, em consequência, os conjuntos paterno e materno originais são separados em combinações aleatórias
TELÓFASE I  – Nesta fase os dois conjuntos haplóides de cromossomos  se agrupam nos pólos opostos da célula.
PRÓFASE II É bem simplificada, visto que os cromossomos não perdem a sua condensação durante a telófase I. Assim, depois da formação do fuso e do desaparecimento da membrana nuclear, as células resultantes entram logo na metáfase II .
METÁFASE II Os 23 cromossomos subdivididos em duas cromátides unidas por um  centrômero prendem-se ao fuso
ANÁFASE II Após a divisão dos centrômeros as cromátides de cada cromossomo migram para pólos opostos.
TELÓFASE II  Forma-se uma membrana nuclear ao redor de cada conjunto de  cromátides
GENÉTICA GENOMA HUMANO = 2,9 A 3,2 BILHÕES DE NUCLEOTÍDEOS 1,1 a 1,4% com função codificadora de proteínas 5% = cadeias grandes de DNA duplicadas recentemente, incluindo  vários  genes Número de genes = 22 a 26 mil  ->  deve aumentar  Genomas são idênticos em 99,9%  0,1%  Polimorfismo de DNA que produzem as diferenças: variedades de respostas entre as pessoas e predisposição genética a doenças.  ocorre em mais de 1% da população
Responsáveis pelas diferenças individuais (cor de pele,  altura, cabelo, etc) Diferença na resposta a um medicamento – farmacogenômica Pelo aumento da suscetibilidade a certas doenças doença (Ex: formando enzimas menos ativas) A maioria das mudanças = apenas 1 nucleotídeo - Single Nucleotide  Polymorfism Alta freqüência de SNP = base das doenças.
Exemplos: variações de número de repetições de seqüência Exemplos: variações de número de repetições de seqüências repetições maior ou menor  de indivíduo para indivíduo = microsatélites de DNA Inserções e Deleções de Sequências SNPs (Single Nucleotide Polimorfism) – ocorre a cada 1000 bases OBS: Genoma é construído de 2 milhões de bases. SNPs Não sinônimo = cgc tat caa ac t  gaa cta cgt tat caa ac a  gaa cta  -  altera a seqüência de aminoácido de uma proteína e as vezes sua  estrutura e função  - formação da proteína variante
Outros SNPs Funcionais SNPS em regiões promotoras – região que vai ativar a expressão deste gene, regula o quanto este gene é expresso nas células SNPs que alteram a organização de s de uma proteína formando  assim diferentes formas de proteínas.
ESTUDOS EM ESQUIZOFRENIA Estudos de gêmeos e de adoção têm revelado a importância do componente  genético. Reflete uma sintomatologia comum causada por diversas anormalidades  genéticas distintas Na esquizofrenia é preciso que haja mais de um hit genético para que haja  manifestação clínica.  Modelo Estresse-Diátese  -> Vulnerabilidade específica (genética) quando  Influenciado por fatores ambientais estressantes = Esquizofrenia. Componente ambiental pode ser biológico (ex: infecção) psicológico  (ex: situação familiar estressante, morte de um parente próximo) Base biológica pode ainda se moldada por influências epigenéticas (ex: abuso de drogas, estresse psicosocial e trauma)
GENÓTIPO SQZ = alteração genética diversas anormalidade genéticas  distintas distribuída em vários  +  Meio ambiente   cromossomos incluindo   1q21-22, 1q23, 2p13-14, 2q12-13, 2q37, 6p25, 8p21, 10p14, 13q32,  18p11, 22q11-13,3q1.3,  4p16.1-p15.3, 5p14.1-13.1,  5q32-q33,  6p21.3,   6p23 ,  6q25,   8p21-p12 , 11p15.5 , 11q23   ESQUIZOFRENIA
 
Os estudos familiares e de gêmeos risco para parentes de 1º grau entre 1,4 – 8,9% risco para a população geral entre 0,2 – 1,1%  risco relativo 5 – 10 concordância em monozigóticos 31 – 78% concordância em dizigóticos 0 – 28%.  Os estudos de adoção maior prevalência em filhos biológicos de pais esquizofrênicos  maior prevalência em pais biológicos de filhos esquizofrênicos.  Adotados com mãe biológica esquizofrênica tem uma chance 10 vezes maior do que aqueles adotados com mãe biológica n normal.
 
Os estudos de ligação relacionam várias regiões do genoma  loci específicos, sendo os principais 6p24-22, 1q21-22, 13q32-34, que estão, ainda, embasados por outros tipos de estudos disbindina (DTNBP1), com resultados conflitantes sobre seus polimorfismos d-aminoácido oxidase Associação neuregulina (NRG1) gene codificador do receptor D3 da dopamina (homozigozidade do polimorfismo Ser9Gly)  gene codificador do receptor 5HT2a (polimorfismos
gene regulador de proteína G sinalizadora (RGS4) gene codificador da prolina desidrogenase (PRODH)  gene codificador da catecol-O-metil transferase (COMT) modificação do balanço entre as duas formas dessa enzima – S-COMT (encontrada no citoplasma celular) e MB-COMT (ligada à membrana celular) – levando a alteração de sua ação.
NEUROGÊNESE E ESQUIZOFRENIA ESQUIZOFRENIA COMO DOENÇA GENÉTICA Causada por uma série de genes que produzem pequenos defeitos Aditivos. Busca de aberrações cromossômicas; Inversões; Perdas de trechos Estudos de expressão – avalia-se o gene inteiro Estudos de ligação – uso de marcadores microsatélites PROBLEMA:  SE É UM TRANSTORNO DE NEURODESENVOLVIMENTO ISTO TERIA QUE SER ESTUDADO NO EMBRIÃO E NÃO NO INDIVÍDUO ADULTO
Estudos de ligação e  associação gênica apontou para a existência de 32 lócus associados à esquizofrenia. Não é possível dizer que genes estão envolvidos na esquizofrenia e  que estão nestes lócus Uma análise do genoma humano utilizando banco de dados identificou  316 genes associados com a neurogeneses (2003) Quando cruzado com os lócus mais associados conseguiu-se identificar 109 genes envolvidos com a neurogênese que estavam  mapeados nos lócus envolvidos com a esquizofrenia.
Objetivo = encontrar através destes polimorfimos  marcadores genéticos para a esquizofrenia Análise de dados na internet dos 109 genes para identificar os genes candidatos – genes que pudessem estar através de polimorfismo que estivessem uma maior repercussão de estar alterando a proteína ou a expressão dos genes ou a organização da proteína.  40 genes no total de 42 polimorfismos  35 na região codificadora – alterando o polipeptídeo – sem maior repercussão funcional 4 na região  promotora, podendo alterar a expressão dos genes 34 genes nunca tinham sido estudados em esquizofrenia 38 dos polimorfismos tb não tinham sido estudado
Validação in vitro – identificação de 100 alelos para cada polimorfismos – verificar se análise feita no computador era real na bancada Validados 37 dos polimorfimos – análise de freqüência mínima de 5 %  (freqüência menor necessitaria de um número de amostras maior  do que 200) Excluído 3 polimorfismos Análise estatísticas individuais -  Quando encontrado polimorfismo associados comparar com uma amostra diferente da população brasileira – dinamarquesa – pode-se replicar estes achados Final = análise conjunta – SQZ  genes interagem na doença
Por fim dados clínicos e morfometria cerebral para correlacionar os dados genéticos Gene da via Wnt – define na embriogênese que células vão se diferenciar em que tecidos Estudos de Knock out em camundongos – nestas vias  Distúrbio de transmissão sináptica Perda total do hipocampo Protocaderina = mais de 50 membros = importante no desenvolvimento das conexões sinápticas da rede neuronal Filaminas – migração neuronal
Gene FZD3 = Envolvido na via WNT – encontra-se em um dos  lócus mais importantes e mostrados na esquizofrenia = 8p22  21(controle do neurodesenvolvimento) Polimorfismo no promotor poderia estar alterando  alterando a  expressão Maior freqüência de homozigotos na amostra brasileira e  Dinamarquesa Análise funcional promotor que contem o FZD3 É  60%  que o  Selvagem – alterações cerebrais ou no neurodesenvolvimento
NUMBL 19q13.13 – 13.2 Possui micro satélites CAG/CAA (GLN)n Maior freqüência de indivíduos que possuem duas repetições destes micro satélites Importante para controlar o número de células dos progenitores neurais durante a neurogênese O NUMBL é provavelmente só um dos vários genes envolvidos na predisposição à esquizofrenia. Já ficou claro, porém, que ele tem papel em uma cadeia de interações moleculares importante para o desenvolvimento cerebral do embrião .
AKTI 14q-32 MAP1B  5q-13  SNIP G/A (VAL4G8ILE) Importante na formação dos axônio neuronais
Análise de efeito aditivo entre os polimorfismos na etiologia da esquizofrenia Método – set assossiation MAP1B, AKT1, FZD3, SENA5C, ADAM 28 Os dados sugerem que o envolvimento das vias WNT/ NOTCH na etiologia da esquizofrenia. Estas duas vias interagem e são antagônicas entre si. Sua ativação controla o processo de diferenciação das células progenitores durante a embriogênese para ver quando as células vão ou não se diferenciar O papel destas vias no desenvolvimento do SNC é bem conhecido
Correlação de alteração genética com morfologia cerebral Relina está reduzida pela metade tanto em cérebro quanto em soro de paciente em esquizofrenia – regula o volume ventricular cerebral Protocaderina – formação sinápticas – altera os índices do consciente de assimetria do índice de girificação
 
DISC1  - AATG trocado por CCTG = significativa redução de substância cinzenta em cortex frontal. - (NUDEL, FEZ1 and LIS1) que funcionam em consonância com a  DISC1 encontram-se reduzidas nos indivíduos acometidos pela doença e que esta redução está estreitamente relacionada ao transtorno por alteração no transporte celular, na arquitetura neuríticas e na migração neuronal. COMT - produz uma enzima que metaboliza dopamina cerebral Duas formas -  COMT marginal (val) mais encontrada em SQZ = fator de risco para o transtorno e COMT (met).  Indivíduos com as duas formas de COMT (met) = pouco efeito na saúde mental Indivíduos com COMT (met) + COMT (val)  = Risco aumentado de  psicose  Indivíduos com as duas COMT (val) = Aumenta a probabilidade em 10 X CANABIS
 
Um U “invertido” modela a relação entre os genes COMT, atividade do córtex pré-frontal e seus níveis de dopamina. O córtex funciona de forma ótima quando a atividade de dopamina não é nem muito baixa nem muito alta – topo da curva –  A versão val/val leva a menor concentração de DA em córtex pré-frontal e menos atividade
A neuregulina apresentaria propriedade no estabelecimento de conexões do tálamo dorsal com o córtex cerebral em fases pré-natais, por criar “corredores neurais” para  os axônios (propriedades sinaptogênicas e de mielinização) Segundo Ghashghaei, T.  a neurogulina 1, 2 e o  ErB4 estabelecem as regras de proliferação e  migração dos neuroblastos na zona  subventricular cerebral. Estes três hit genéticos  também são encontrados em astrócitos e células  epidermóides mais intensamente . O’Dovonon Michael et col   descobriram que a combinação de um polimorfismo específico dos genes neuregulina and ErbB4 aumentavam a suscetibilidade para esquizofrenia.
Na foto da esquerda, migração normal dos precursores neurais, formando  um rio verde luminoso que flui da zona de subventricular e direção  rostral  para o bolbo de olfactorio. Na foto a direita, após aplicação  de neuregulina 1, rompe este fluxo .
Na foto à esquerda, astrocito normal processa extensão das fibras longe da  superfície ventricular. Na foto à esquerda, ErbB4 -deficiência, as fibras parecem  ter se perdido.

CóPia De GenéTica MóDulo Iii

  • 1.
  • 2.
  • 3.
    Gregor Mendel –Monge Austro-Húngaro e seus experimentos com manipulação de cruzamento de ervilhas. Sementes enrugadas ou lisa Flores brancas Caules longos ou curtos PÉS DE ERVILHA = HERMAFRODITASA Estame = órgão ♂ Estígma = órgão ♀
  • 4.
    Em seus experimentos,cruzou: Flores púrpuras + púrpuras brancas + brancas brancas + púrpuras OBSERVOU OS TRAÇOS Sementes lisas + lisas enrugadas + enrugadas enrugadas + lisas FENÓTIPO MANIPULANDO O GENÓTIPO Desenvolveu conceitos fundamentais sobre Hereditariedade dominante e recessiva
  • 5.
    OBSERVAÇÃO Ao cruzarlinhagens puras não aparecia uma mistura = TRAÇOS ERAM SEGREGADOS (Transmitidos de uma forma ou de outra) Na segunda geração Sementes lisas ou as flores púrpuras = dominante 3:1 = fenótipo Gene Homozigóticos - ♂ = ♀ Genes Heterozigóticos - ♂ = ♀ Cada membro do par tem um alelo igual – dominante ou recessivo
  • 6.
  • 7.
    Padrões Mendelianos A–Autossômico Dominante B – Recessivo Dominante C – Ligado a o sexo Dominante D - Ligado a o sexo Recessivo Doenças recessivas Surgem do nada Atacam famílias que não estão esperando Única forma de se descobrir é através de um antepassado
  • 8.
    Recessivas autonômicas Tay-Sachs – Judeus de descendência asquenaze Franco-canadenses Crianças nascem normais -> sinais de degeneração do S.N -> morte em 3 a 4 anos . Fenilcetonúria – alteração da enzima que decompõe o AA da Fenilalamina (presente nas proteínas). Crianças nascem normais -> sinais de agressão do S.N.C -> limitação intelectual + mudança de personalidade. Fibrose Cística – secreção anormal de muco nos pulmões -> Insuficiência Respiratória -> Infecção Albinismo – falta do código que dá o comando para produção de melanina
  • 9.
    Recessivas ligadas aosexo Normalmente acontece em homens já que o cromossomo Y é pequeno, transmite pouca informação e, por serem “fracos”, não conseguem combater a determinação do cromossomo X afetado que receberam da mãe. Não existe transmissão do pai para o filho Todos os filhos de um casal que tem o gene X do pai comprometido são portadores pois recebem involuntariamente o X afetado do pai Síndrome do X Frágil Síndrome de Lesch-Nyhan – retardo mental Hemofilia Distrofia Muscular
  • 10.
    Síndrome do XFrágil Causa mais comum de Retardo Mental Conteúdo do cromossomo X = instável Repetição de grande número de trinuceotídeos –CGG – quanto maior o número de repetições maior a gravidade da doença. 50 a 1500 repetições CGC interfere na transferência de informações genéticas Hemofilia Rainha Vitória transmitiu por meio de suas filhas a doença para famílias reais de toda a Europa Falta um fator de coagulação – ferimento = sangramento initerrupto
  • 11.
    Síndrome de Lesch-Nyhan– Retardo Mental Ausência de enzima (hipoxantina quanina fosforribosiltransferase) que metaboliza as purinas. Crianças se mutilam mastigando suas próprias mãos Agridem a si próprias e a outras TRAÇOS NORMAIS TAMBÉM RECESSIVOS Daltonismo para verde e vermelho
  • 12.
    Doença Dominante Ligadaao cromossomo X Doenças raras Ex: raquitismo Resistente a vitamina D (hipofosfatemia) Mulheres portam gene dominante e transmitem a doença: ½ para filhos ½ para filhas Os homens só podem transmitir a doença para as filhas
  • 13.
    Doença Dominante AutossômicaAfeta ambos os sexos Ex: Coréia de Hungtington – doença de início tardio (30 a 60 anos) Vivem o suficiente para ter filhos e transmitir a doença para sua prole Mudanças de personalidade + movimentos anormais + início de Demência + morte prematura Se deve a mutação do braço curto do cromossomo 4 = repetição trinucleotídea
  • 14.
    Doença Autossômica Influenciadapelo sexo Ex; Calvice – só o homem tem. Ocorre quando aumenta os níveis de Testosterona Na Esquizofrenia a data da manifestação se dá na adolescência e mais freqüente no sexo masculino data esta em que os níveis de testosterona começam a aumentar Será a questão hormonal um dos fatores que contribuem para o transtorno ou a sua maior incidência no sexo masculino pode estar associada parcialmente a um gene recessivo ligado ao sexo ?
  • 15.
    James Watson eFrancis Crick – 1953 Estrutura Molecular do Ácido Nucléico: A Estrutura do Acido Desoxirribonucléico. DNA – Hélice dupla com uma espinha dorsal açúcar e fosfato unidos por dois pares de bases: G-C e A-T – como degraus de uma escada em espiral DNA = código genético que dita a estrutura e o desenvolvimento de todas as coisas vivas O QUE É UM GENE? DNA – codifica informações químicas -> cria AA (20) -> PROTEÍNAS
  • 16.
    Uma das principaiscaracterísticas das células eucariontes é a Presença de um núcleo de forma variável, porém bem individualizado e separado do restante da célula: Os eucariontes são formados por células que apresentam basicamente membrana plasmática, citoplasma e núcleo, sendo este delimitado por uma membrana denominada carioteca. O Núcleo tem 30 000 a 40 000 genes Distribuídos e 23 pares de cromossomos 22 semelhantes em ambos os sexos = autossômicos 1 diferente entre si = sexual (X e Y) Conjunto de cromossomos de cada espécie = cariótipo
  • 17.
  • 18.
    Ao Microscópio óticoSob maiores aumentos se comprova que o nucléolo apresenta áreas constituídas por grânulos e áreas compostas de fibrilas A parte fibrilar (F) é constituída de DNA a parte granular (G) consiste em partículas precursoras das subunidades ribossômicas no processo de maturação que ao final migram para o citoplasma Para formar proteinas nos ribossoma
  • 19.
    Estruturas esféricas edensas que se coram intensamente. Ao Microscópio Eletrônico = massa densa e compacta, com cavidades cheias de cromatina
  • 20.
    CROMATINA Porções donúcleo que se coram A cromatina é constituída por desoxirribonucleoproteína – Ácido Desoxirribonucleico – código genético para criar e destruir a vida Apresenta-se em vários graus de condensação . Grau de condensação está relacionado ao tipo de célula e ao seu estado funcional Heterocromatina = condensada Eucromatina = difusa
  • 21.
  • 22.
    ESTRUTURA DOS CROMOSSOMOSO DNA, = constituinte fundamental do cromossomo Formado por bases nitrogenadas - purinas (adenina e guanina) piridimindas (citosina e timina). No mRNA e timina é substituída pela uracila . A molécula de DNA é uma hélice dupla helicóidal, em que o filamento externo é constituído por fósforo e açúcar e a parte mais interna pelas ligação por pontes duplas de hidrogênio entre adenina e guanina e triplas entre citosina e timina.
  • 23.
    ESTRUTURA DOS CROMOSSOMOS DNA = Família de proteinas básicas = histonas Grupo de proteinas ácidas = não histonas Outro aspecto importante é a associação entre DNA e histonas. As histonas carregadas positivamente formam um complexo juntamente com os grupos fosfatados do DNA carregados negativamente. Aspecto + = Alta concentração de aminoácidos lisina e arginina. A complexação das histonas além de causar um aumento do diâmetro do DNA, de cerca de 20 a 30 angstron, muda também as propriedades físicas do DNA. A temperatura de fusão (temperatura na qual os fios de DNA mudam da forma de hélice dupla regular para a forma de fio simples, é bastante aumentada.
  • 24.
    HISTONAS As proteínashistonas, servem como blocos de construção para empacotar o DNA eucariótico em unidades de nucleosoma repetitivos que são dobrados em fibras de cromatina de alta ordem. São as principais proteinas que compõem a cromatina . Atuam como a matriz na qual o DNA se enrola. Têm um papel importante na regulação dos genes. As histonas são proteínas simples, solúveis em água. Nos cromossomos humanos = H1, H2A, H2B, H3, H4. - As quatro últimas ocorrem nos cromossomos em proporções semelhantes. As histonas H2A e H2B possuem peso molecular bem inferior ao da H1 e apresentam alto grau de lisinas. As histonas H3 e H4 são ricas em arginina.
  • 25.
    Proteínas Não-Histônicas Asproteínas não-histônicas dos cromossomos são classificadas, de um modo geral, em proteínas acídicas, as quais podem ser removidas por soluções alcalinas fracas, proteínas residuais, que ficam remanescentes depois da extração das histonas, e enzimas.
  • 26.
    ESTRUTURA DOS CROMOSSOMOS - Condensação Cromossômica Duas cópias de cada uma das quatro histonas ( H2A, H2B, H3, H4 ) constituem um octâmero, em torno do qual um segmento de dupla hélice de DNA se enrola, como uma linha em torno de um carretel. Cada complexo de DNA com histonas centrais é considerado um nucleossomo .
  • 27.
    A histona H1tem papel na organização da cromatina ocupando lugar na região espaçadora internucleossômica, forçando o material a outro tipo de compactação, em estruturas secundárias helicóides, denominadas solenóides
  • 28.
    Com a formaçãoda solenóide, tem-se a ação de proteínas não-histonas que formam estruturas em alças ou domínios. As alças podem ser o início dos espessamentos parecidos com nós, denominados cromômeros. À medida que os cromossomos se condensam mais, os cromômeros adjacentes fundem-se em estruturas maiores e tornam-se depois as bandas cromossômicas
  • 29.
  • 30.
    Cada cromossomo mitóticoapresenta uma região estrangulada = centrômero ou constrição primária ( ponto de referência citológico básico dividindo os cromossomos em dois braços) p (de petti ) para o braço curto e, q para o longo. Os braços são indicados pelo número do cromossomo seguido de p ou q. Ex: 11p é o braço curto do cromossomo 11. Constrição secundária são estreitamentos que aparecem sempre no mesmo lugar
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
    Bases: Adenina - Tiamina Citosina - Guanina
  • 37.
  • 38.
    A MENSAGEM É FEITA POR TRÊS PARES DE BASE
  • 39.
    CÓDIGO – Trinca(três bases) = códon AA = Abreviatura de Aminoácido CODON STOP = Final de uma seqüência Proteínas = 100 ou + aminoácidos Genoma = grande parte de “seqüências inúteis” – DNA Lixo com brechas de regiões codificadoras 2% = REGIÃO CODIFICADORA O QUE É UM GENE? Seqüência de códons que codificam uma proteína
  • 40.
  • 41.
    Como Funciona – DOGMA CENTRAL TRANSCRIÇÃO TRADUÇÃO DUPLICAÇÃO DNA -> RNA -> PROTEÍNA Filamento que se separa age como uma forma por 2 propósitos 1º duplicação de todo par do filamento para transferência do banco de dados completo para a nova célula 2º Produção de proteína – somente a parte a ser transportada se separa RNA Mensageiro é semelhante ao DNA Diferenças Só tem uma espinha dorsal de açúcar e fosfato Timina substituída pelo Uracil
  • 42.
    CONHECIMENTO ATUAL GENENÃO É UMA SÉRIE COMPACTA DE CODONS = PTN Exons – código para seqüência de AA CODONS Introns – seqüências intercalares - informações regulatórias -serve como base crítica para uniões alternativas. - um gene único = potencial para formar vários tipos de ptn
  • 43.
    Origem dos IntronsOs introns foram adquiridos pelos eucariotes ou foram perdidos pelos Procariotes? Hipoteses: Teriam surgido como conseqüência da fusão de pequenas seqüências, possibilitando rearranjo de seqüências codificantes sem necessidade de uma exata justaposição. “ Os introns não seriam uma necessidade para sobrevivência, mas sim uma vantagem evolutiva, permitindo uma evolução mais rápida,
  • 44.
    Identificar um Geneé equivalente a saber exatamente: Em que fita do DNA se encontra o Gene. Onde estão seus Exons Splicing é o passo final do processamento do RNAm
  • 45.
    Permitir recombinação entreexons de diferentes genes. Permitir a produção de mais de uma proteína a partir do mesmo gene, “splicing alternativo”, incremento do potencial codificante do genoma. (60% genes apresentam splicing alternativo) Importância do splicing Principal impedimento para predizer a seqüência de uma proteína a partir de seu gene e conseqüentemente o numero total de seqüências codificantes no genoma
  • 46.
  • 47.
    Abertura da HéliceProcesso é iniciado por uma grupo de proteínas reguladoras = fator de transcrição -> abertura da hélice em um ponto onde começa um gene
  • 48.
  • 49.
    Bases = letrasCódon = palavra Exons = parágrafos interrompidos por Introns Genes = História Cromossomos = Capítulos Genoma = Livro
  • 50.
    De 30 000a 40 000 genes – 500 000 proteínas No processo de transcrição os introns são removidos RNAm vai lendo o DNA até o exon STOP (UAA UAG UGA) O PROCESSO DE SÍNTESE DE PROTRÍNAS SE DÁ FORA DO NÚCLEOS - NOS RIBOSSOMAS
  • 51.
    No Ribossoma queum fragmento de RNAmensageiro vai ser lido
  • 52.
  • 53.
  • 54.
    MISTÉRIOS Cada célulacontem o mesmo DNA. Se diferenciam em inúmeros tecidos e órgãos com funções distintas. Toda degeneração ou crescimento ou todas as respostas físicas e mentais são determinados pelo DNA à medida que interage com o os eventos externos. A REGULAÇÃO DA EXPRESSÃO GÊNICA É O SEGREDO QUE ESTÁ POR TRÁS DA DIFERENCIAÇÃO E DA ADAPTABILIDADE
  • 55.
    23 pares produzemuma diversidade de tecidos O DNA como planta arquitetônica que estabelece um conjunto geral de Diretrizes Os genes não são autocratas rígidos que ditam o nosso destino. Em vez disto, eles são um grupo responsivo de legisladores que devem ouvir as mensagens biológicas e responder a elas Nancy Andreasen = ligar e ficar ativo ou ficar em silêncio EXPRESSÃO GÊNICA = FLEXÍVEL
  • 56.
    Genes são ligadose desligados em resposta a certos estímulos Cada gene é precedido de um “botão” liga/desliga -> trabalha e produz proteína ou permanece desligado - Francois Jacob e Jacques Monod – 1965 (estudo com E Coli e capacidade de metabolizar lactose) Distribuição dos genes e módulos de controle do operon lac. O gene i ,  para o repressor lac, expresso constitutivamente, está situado próximo ao conjunto dos genes induzíveis lacZ, lacY e lacA , responsáveis pela síntese das proteínas b-galactosidase, permease e transacetilase. O promotor plac é controlado pelo operador olac, onde se ligam duas moléculas do repressor .
  • 57.
    Células Eucariontes – genes são regulados pela combinação de múltiplos promotores e enhancers ( seqüências modulares curtas que conectam fatores de transcrição) Alguns genes usados com freqüência (housekeeping) – posição ligada A maioria dos genes permanece desligado, só ligando diante de um estímulo. Repressora Substância Reguladora Ativadora Controle da expressão gênica pode ser + ou - Principal forma de um gene ligar ou desligar = mudança de forma das proteínas em resposta ao ambiente circundante químico
  • 58.
    Ex: 1 –Estresse – Aumento de cortisol -> citoplasma -> receptores citoplasmáticos -> núcleos -> sítio regulador -> proteínas para resposta adaptativa 2 – Testosterona e Estrogênio na puberdade -> receptor citoplasmático -> mudanças em órgãos sexuais
  • 59.
    AS MUTAÇÕES Definição Tipo selvagem = alelo encontrado com mais freqüência nas populações naturais ou o que é usado como estoque para padrão em laboratório Ex; drosófila (mosca da fruta) – selvagem = olho vermelho MUTAÇÃO = É A MUDANÇA DE UM ALELO OU DE VÁRIAS BASES POR RAZÕES “ESPONTÂNEAS”, RADIAÇÃO, SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS CONSEUÊNCIAS – Inofensivas para o indivíduo Sobrecrescimento celular
  • 60.
    TAXA DE MUTAÇÃO Baixa = doenças familiares = Hungtigton Altas = Doenças Mentais, Cancer Mutações podem ser: Gênica = 1 alelo é modificado - Pontual Crmossômica – grupos de cromossomos – Ex trissomia do 21 Deleção – perda de um segmento de DNA Inserção – Curta Longa (repetição trinucleotídica) – Ex: Coréia de Hungtigton repetição de CAG ANTECIPAÇÃO = Idade de início de 1 doença tende a se tornar cada vez mais precoce nas gerações subseqüentes e os sintomas tornam- se mais graves
  • 61.
  • 62.
    A GENÉTICA DASDOENÇAS COMPLEXAS Doenças genéticas mais comuns = complexas, poligênicas Nem todas as pessoas desenvolvem a doença – multifatorial -> variedade de fatores não genéticos influenciam. Genes = múltiplos que somam ou interagem os seus efeitos. PENETRAÇÃO – Fenômeno tudo ou nada Completa – ter o gene = ter a doença Incompleta – ter o gene = pode ter a doença ou não EXPRESSIVIDADE – Grau que o genótipo vai se manifestar fenotipicamente – muito leve, leve grave, muito grave MODULAÇÃO POR FATORES AMBIENTAIS
  • 63.
  • 64.
    Esquizofrenia Suposiçãoque poderia manifestar o fenômeno da antecipação o que sugeriria a presença de repetições trinucleotídicas como fator de influência. Suposição que o fator hormonal (testosterona) como um dos fatores causativos – Maior prevalência em jovens púberes do sexo masculino
  • 65.
    Há dois tiposde divisão celular: mitose e meiose . A mitose é a divisão habitual das células somáticas, pela qual o corpo cresce, se diferencia e realiza reparos. A divisão mitótica resulta normalmente em duas células-filhas, cada uma com cromossomos e genes idênticos aos da célula-mãe. A meiose ocorre somente nas células da linhagem germinativa e apenas uma vez numa geração. Resulta na formação de células reprodutivas (gametas), cada uma das quais tem apenas 23 cromossomos. Meiose I e Meiose II
  • 66.
    MEIOSE I INTÉRFASE - Os núcleos passam pelo intervalo G1, que precede o período de síntese de DNA, período S, quando o teor de DNA é duplicado, e pelo intervalo G2 .
  • 67.
    PRÓFASE I - Os cromossomos homólogos se associam formando pares, ocorrendo permuta (crossing-over) de material genético entre eles.
  • 68.
    METÁFASE I - desaparecimento da membrana nuclear. Forma-se um fuso e os cromosomos pareados se alinham no plano equatorial da célula com seus centrômeros orientados para pólos diferentes.
  • 69.
    ANÁFASE I - Os dois membros de cada bivalente se separam e seus respectivos centrômeros com as cromátides-irmãs fixadas são puxados para pólos opostos da célula. Os bivalentes distribuem-se independentemente uns dos outros e, em consequência, os conjuntos paterno e materno originais são separados em combinações aleatórias
  • 70.
    TELÓFASE I – Nesta fase os dois conjuntos haplóides de cromossomos se agrupam nos pólos opostos da célula.
  • 71.
    PRÓFASE II Ébem simplificada, visto que os cromossomos não perdem a sua condensação durante a telófase I. Assim, depois da formação do fuso e do desaparecimento da membrana nuclear, as células resultantes entram logo na metáfase II .
  • 72.
    METÁFASE II Os23 cromossomos subdivididos em duas cromátides unidas por um centrômero prendem-se ao fuso
  • 73.
    ANÁFASE II Apósa divisão dos centrômeros as cromátides de cada cromossomo migram para pólos opostos.
  • 74.
    TELÓFASE II Forma-se uma membrana nuclear ao redor de cada conjunto de cromátides
  • 75.
    GENÉTICA GENOMA HUMANO= 2,9 A 3,2 BILHÕES DE NUCLEOTÍDEOS 1,1 a 1,4% com função codificadora de proteínas 5% = cadeias grandes de DNA duplicadas recentemente, incluindo vários genes Número de genes = 22 a 26 mil -> deve aumentar Genomas são idênticos em 99,9% 0,1% Polimorfismo de DNA que produzem as diferenças: variedades de respostas entre as pessoas e predisposição genética a doenças. ocorre em mais de 1% da população
  • 76.
    Responsáveis pelas diferençasindividuais (cor de pele, altura, cabelo, etc) Diferença na resposta a um medicamento – farmacogenômica Pelo aumento da suscetibilidade a certas doenças doença (Ex: formando enzimas menos ativas) A maioria das mudanças = apenas 1 nucleotídeo - Single Nucleotide Polymorfism Alta freqüência de SNP = base das doenças.
  • 77.
    Exemplos: variações denúmero de repetições de seqüência Exemplos: variações de número de repetições de seqüências repetições maior ou menor de indivíduo para indivíduo = microsatélites de DNA Inserções e Deleções de Sequências SNPs (Single Nucleotide Polimorfism) – ocorre a cada 1000 bases OBS: Genoma é construído de 2 milhões de bases. SNPs Não sinônimo = cgc tat caa ac t gaa cta cgt tat caa ac a gaa cta - altera a seqüência de aminoácido de uma proteína e as vezes sua estrutura e função - formação da proteína variante
  • 78.
    Outros SNPs FuncionaisSNPS em regiões promotoras – região que vai ativar a expressão deste gene, regula o quanto este gene é expresso nas células SNPs que alteram a organização de s de uma proteína formando assim diferentes formas de proteínas.
  • 79.
    ESTUDOS EM ESQUIZOFRENIAEstudos de gêmeos e de adoção têm revelado a importância do componente genético. Reflete uma sintomatologia comum causada por diversas anormalidades genéticas distintas Na esquizofrenia é preciso que haja mais de um hit genético para que haja manifestação clínica. Modelo Estresse-Diátese -> Vulnerabilidade específica (genética) quando Influenciado por fatores ambientais estressantes = Esquizofrenia. Componente ambiental pode ser biológico (ex: infecção) psicológico (ex: situação familiar estressante, morte de um parente próximo) Base biológica pode ainda se moldada por influências epigenéticas (ex: abuso de drogas, estresse psicosocial e trauma)
  • 80.
    GENÓTIPO SQZ =alteração genética diversas anormalidade genéticas distintas distribuída em vários + Meio ambiente cromossomos incluindo 1q21-22, 1q23, 2p13-14, 2q12-13, 2q37, 6p25, 8p21, 10p14, 13q32, 18p11, 22q11-13,3q1.3, 4p16.1-p15.3, 5p14.1-13.1, 5q32-q33, 6p21.3, 6p23 , 6q25, 8p21-p12 , 11p15.5 , 11q23 ESQUIZOFRENIA
  • 81.
  • 82.
    Os estudos familiarese de gêmeos risco para parentes de 1º grau entre 1,4 – 8,9% risco para a população geral entre 0,2 – 1,1% risco relativo 5 – 10 concordância em monozigóticos 31 – 78% concordância em dizigóticos 0 – 28%. Os estudos de adoção maior prevalência em filhos biológicos de pais esquizofrênicos maior prevalência em pais biológicos de filhos esquizofrênicos. Adotados com mãe biológica esquizofrênica tem uma chance 10 vezes maior do que aqueles adotados com mãe biológica n normal.
  • 83.
  • 84.
    Os estudos deligação relacionam várias regiões do genoma loci específicos, sendo os principais 6p24-22, 1q21-22, 13q32-34, que estão, ainda, embasados por outros tipos de estudos disbindina (DTNBP1), com resultados conflitantes sobre seus polimorfismos d-aminoácido oxidase Associação neuregulina (NRG1) gene codificador do receptor D3 da dopamina (homozigozidade do polimorfismo Ser9Gly) gene codificador do receptor 5HT2a (polimorfismos
  • 85.
    gene regulador deproteína G sinalizadora (RGS4) gene codificador da prolina desidrogenase (PRODH) gene codificador da catecol-O-metil transferase (COMT) modificação do balanço entre as duas formas dessa enzima – S-COMT (encontrada no citoplasma celular) e MB-COMT (ligada à membrana celular) – levando a alteração de sua ação.
  • 86.
    NEUROGÊNESE E ESQUIZOFRENIAESQUIZOFRENIA COMO DOENÇA GENÉTICA Causada por uma série de genes que produzem pequenos defeitos Aditivos. Busca de aberrações cromossômicas; Inversões; Perdas de trechos Estudos de expressão – avalia-se o gene inteiro Estudos de ligação – uso de marcadores microsatélites PROBLEMA: SE É UM TRANSTORNO DE NEURODESENVOLVIMENTO ISTO TERIA QUE SER ESTUDADO NO EMBRIÃO E NÃO NO INDIVÍDUO ADULTO
  • 87.
    Estudos de ligaçãoe associação gênica apontou para a existência de 32 lócus associados à esquizofrenia. Não é possível dizer que genes estão envolvidos na esquizofrenia e que estão nestes lócus Uma análise do genoma humano utilizando banco de dados identificou 316 genes associados com a neurogeneses (2003) Quando cruzado com os lócus mais associados conseguiu-se identificar 109 genes envolvidos com a neurogênese que estavam mapeados nos lócus envolvidos com a esquizofrenia.
  • 88.
    Objetivo = encontraratravés destes polimorfimos marcadores genéticos para a esquizofrenia Análise de dados na internet dos 109 genes para identificar os genes candidatos – genes que pudessem estar através de polimorfismo que estivessem uma maior repercussão de estar alterando a proteína ou a expressão dos genes ou a organização da proteína. 40 genes no total de 42 polimorfismos 35 na região codificadora – alterando o polipeptídeo – sem maior repercussão funcional 4 na região promotora, podendo alterar a expressão dos genes 34 genes nunca tinham sido estudados em esquizofrenia 38 dos polimorfismos tb não tinham sido estudado
  • 89.
    Validação in vitro– identificação de 100 alelos para cada polimorfismos – verificar se análise feita no computador era real na bancada Validados 37 dos polimorfimos – análise de freqüência mínima de 5 % (freqüência menor necessitaria de um número de amostras maior do que 200) Excluído 3 polimorfismos Análise estatísticas individuais - Quando encontrado polimorfismo associados comparar com uma amostra diferente da população brasileira – dinamarquesa – pode-se replicar estes achados Final = análise conjunta – SQZ genes interagem na doença
  • 90.
    Por fim dadosclínicos e morfometria cerebral para correlacionar os dados genéticos Gene da via Wnt – define na embriogênese que células vão se diferenciar em que tecidos Estudos de Knock out em camundongos – nestas vias Distúrbio de transmissão sináptica Perda total do hipocampo Protocaderina = mais de 50 membros = importante no desenvolvimento das conexões sinápticas da rede neuronal Filaminas – migração neuronal
  • 91.
    Gene FZD3 =Envolvido na via WNT – encontra-se em um dos lócus mais importantes e mostrados na esquizofrenia = 8p22 21(controle do neurodesenvolvimento) Polimorfismo no promotor poderia estar alterando alterando a expressão Maior freqüência de homozigotos na amostra brasileira e Dinamarquesa Análise funcional promotor que contem o FZD3 É 60% que o Selvagem – alterações cerebrais ou no neurodesenvolvimento
  • 92.
    NUMBL 19q13.13 –13.2 Possui micro satélites CAG/CAA (GLN)n Maior freqüência de indivíduos que possuem duas repetições destes micro satélites Importante para controlar o número de células dos progenitores neurais durante a neurogênese O NUMBL é provavelmente só um dos vários genes envolvidos na predisposição à esquizofrenia. Já ficou claro, porém, que ele tem papel em uma cadeia de interações moleculares importante para o desenvolvimento cerebral do embrião .
  • 93.
    AKTI 14q-32 MAP1B 5q-13 SNIP G/A (VAL4G8ILE) Importante na formação dos axônio neuronais
  • 94.
    Análise de efeitoaditivo entre os polimorfismos na etiologia da esquizofrenia Método – set assossiation MAP1B, AKT1, FZD3, SENA5C, ADAM 28 Os dados sugerem que o envolvimento das vias WNT/ NOTCH na etiologia da esquizofrenia. Estas duas vias interagem e são antagônicas entre si. Sua ativação controla o processo de diferenciação das células progenitores durante a embriogênese para ver quando as células vão ou não se diferenciar O papel destas vias no desenvolvimento do SNC é bem conhecido
  • 95.
    Correlação de alteraçãogenética com morfologia cerebral Relina está reduzida pela metade tanto em cérebro quanto em soro de paciente em esquizofrenia – regula o volume ventricular cerebral Protocaderina – formação sinápticas – altera os índices do consciente de assimetria do índice de girificação
  • 96.
  • 97.
    DISC1 -AATG trocado por CCTG = significativa redução de substância cinzenta em cortex frontal. - (NUDEL, FEZ1 and LIS1) que funcionam em consonância com a DISC1 encontram-se reduzidas nos indivíduos acometidos pela doença e que esta redução está estreitamente relacionada ao transtorno por alteração no transporte celular, na arquitetura neuríticas e na migração neuronal. COMT - produz uma enzima que metaboliza dopamina cerebral Duas formas - COMT marginal (val) mais encontrada em SQZ = fator de risco para o transtorno e COMT (met). Indivíduos com as duas formas de COMT (met) = pouco efeito na saúde mental Indivíduos com COMT (met) + COMT (val) = Risco aumentado de psicose Indivíduos com as duas COMT (val) = Aumenta a probabilidade em 10 X CANABIS
  • 98.
  • 99.
    Um U “invertido”modela a relação entre os genes COMT, atividade do córtex pré-frontal e seus níveis de dopamina. O córtex funciona de forma ótima quando a atividade de dopamina não é nem muito baixa nem muito alta – topo da curva – A versão val/val leva a menor concentração de DA em córtex pré-frontal e menos atividade
  • 100.
    A neuregulina apresentariapropriedade no estabelecimento de conexões do tálamo dorsal com o córtex cerebral em fases pré-natais, por criar “corredores neurais” para os axônios (propriedades sinaptogênicas e de mielinização) Segundo Ghashghaei, T. a neurogulina 1, 2 e o ErB4 estabelecem as regras de proliferação e migração dos neuroblastos na zona subventricular cerebral. Estes três hit genéticos também são encontrados em astrócitos e células epidermóides mais intensamente . O’Dovonon Michael et col descobriram que a combinação de um polimorfismo específico dos genes neuregulina and ErbB4 aumentavam a suscetibilidade para esquizofrenia.
  • 101.
    Na foto daesquerda, migração normal dos precursores neurais, formando um rio verde luminoso que flui da zona de subventricular e direção rostral para o bolbo de olfactorio. Na foto a direita, após aplicação de neuregulina 1, rompe este fluxo .
  • 102.
    Na foto àesquerda, astrocito normal processa extensão das fibras longe da superfície ventricular. Na foto à esquerda, ErbB4 -deficiência, as fibras parecem ter se perdido.