Prosencéfalo  – telencéfalo e diencéfalo Diencéfalo – 2% do SNC Regulação de uma variedade de comportamentos sociais (agressão,  comportamento sexual, maternal) tálamo, hipotálamo, epitálamo e subtálamo, todos em relação com o III  Ventrículo  e  a hipófise
III VENTRÍCULO Estreita Fenda ímpar e mediana Comunica-se com o IV Ventrículo pelo aqueduto cerebral e com os  Ventrículos laterais pelos foramens interventriculares. Ao corte sagital Mediano Paredes laterais  são expostas –  sulco hipotalâmico As porções acima deste sulco =  Tálamo As porções abaixo deste sulco = Hipotálamo Unindo os dois Tálamos =  aderência intertalâmica Assoalho do III Ventrículo  –  quiasma óptico, infundíbulo, tuber cinério e corpos mamilares  (hipotálamo) Parte posterior  e acima do sulco hipotalâmico =  Epitálamo Saindo de cada lado do epitálamo e percorrendo a parte mais alta das paredes laterais do III Ventrículo =  tela coróide   -> plexo coróide  Ventrículos Laterais.
 
Parede Anterior   do III Ventrículo =  lâmina terminal  – une os dois  Hemisférios e se dispõe entre o quiasma óptico e a  comissura anterior A lâmina termina a comissura anterior e as partes adjacentes das  paredes laterais do III Ventrículo = TELENCÉFALO. Evaginações do III Ventrículo  = recesso do infundíbulo recesso óptico recesso pineal recesso suprapineal
 
TÁLAMO Localizado no centro do cérebro = Painel de controle ou filtro central - Filtra o que realmente é importante. Estação de retransmissão – informações sensoriais param nele – processadas  -> Córtex. Infromações motoras do córtex, dos núcleos da base e do cerebelo - tálamo Principal centro de estímulos sensoriais para o córtex Exceção do estímulo olfatório  bulbos olfativos (base do córtex frontal)  amigdala (processamento) Função de integração e modificação de estímulos Funciona como um relé – quando os estímulos sensoriais chegam ao  tálamo = entram nas rotas locais através dos núcleos visuais, auditivos Somatossensoriais etc.  Projeção para regiões específicas do  córtex  As informações sensoriais são sintetizadas e organizadas com as  informações cognitivas em outros locais
Motricidade – Núcleos Ventral Anterior e Ventral Lateral interpostos em  circuitos pálidos-corticais e cerebelo-corticais. Comportamento emocional – Núcleos do grupo anterior, integrantes do  Sistema límbico e do núcleo dorsal medial com conexões com áreas pré-frontais. Com a ativação do córtex  – Núcleos talâmicos inespecíficos e suas  conexões com o sistema reticular ativador ascendente.
 
 
 
 
 
 
Núcleos Talâmicos Grupo Anterior  – recebem fibras dos núcleos mamilares pelo fascículo mamilo -talâmico  córtex do giro do cíngulo (circuito de Papez)  Sist. Límbico Grupo Posterior  Pulvinar  Associação temporo-parietal do córtex  Corpo Geniculado Medial  Fibras para áreas auditivas  Corpo Geniculado Lateral  Áreas visuais do córtex   Grupo Lateral – mais importante e complicado Subgrupo Dorsal e Subgrupo Ventral (+ importante) Núcleo Ventral Anterior – recebe as fibras do globo pálido  áreas  motoras do córtex  cerebral = função ligado à motricidade. Núcleo Ventral Lateral – recebe as fibras do cerebelo  áreas motoras  do córtex  cerebral/  Recebe tb parte das fibras que do globo pálido  se  dirigem ao tálamo
Núcleo ventral postero-lateral – relé das vias sensitivas. Fibras do lemnisco medial (tato epicrítico e propriocepção cs) e do lemnisco  espinhal (temperatura, dor, pressão e tato protopático)  córtex do giro  pós-central (área somestésica) Núcleo ventral postero-medial – também relé das vias sensitivas Leminisco trigeminal (sensibilidade somática de parte da cabeça) e fibras  Gustativas  áreas somestésicas e gustativas no giro pós-central Núcleo reticular do tálamo – fina calota de substância cinzenta disposta  lateralmente entre o ovóide e a cápsula interna Atravessado por quase todas as fibras tálamo-corticais ou córtico-talâmicas  que passam pela capsula interna COLATERAIS Principais conexões são com os demais núcleos talâmicos – ação moduladora Sobre a atividade destes núcleos?
Grupo Mediano Localizados próximo ao plano sagital e na aderência intertalâmica  Mais desenvolvidos em vertebrados inferiores que no homem São pequenos e de difícil delimitação Conexões com o hipotálamo e possivelmente com as visceras. Grupo Medial Situados dentro da lamina medular interna interna – n. intralaminares E entre esta lâmina e os núcleos do grupo mediano – n. dorsomedial Núcleos intralaminares recebem um grande número de fibras da formação  Reticular – ativação cortical Corpo amigdalóide e hipotálamo  n. dorsomedial Área de associação Pré-frontal Função executiva, manutenção da atenção (perda da capacidade de se  Concentrar), perda da capacidade de seguir sequencias ordenadas de  pensamento e controle do comportamento emocional
HIPOTÁLAMO Localização abaixo do tálamo Tamanho de uma colher de chá Importantes funções relacionadas ao controle da atividade visceral ESTRUTURAS Situada nas paredes laterais do III ventrículo ABAIXO DO SULCO HIPOTALÂMICO 1- corpos mamilares = 2 eminências arredondadas de substância cinzenta evidentes na parte anterior da fossa interpeduncular. 2 – quiasma óptico = parte anterior do assoalho ventricular – recebe fibras dos nervos ópticos que aí se cruzam 3 – túber cinério – área ligeiramente cinzenta, mediana, situada atrás do quiasma óptico e na frente dos corpos mamilares – hipófise se prende através do infundíbulo. 4 – infundíbulo = forma de funil que prende a hipófise
 
 
 
HIPOTÁLAMO
CORPO MAMILAR
 
 
QUIASMA ÓPTICO
 
 
TÚBER CINÉRIO
 
 
INFUNDÍBULO
 
Constituído de substancia cinzenta que se agrupa em  núcleos  Conjunto de fibras percorrem o hipotálamo Um deles é o fornix que divide o hipotálamo em uma área medial e uma lateral Área Medial: entre o fornix e a parede do III Ventrículo – núcleos hipotalâmicos Área Lateral: predominância de fibras de direção longitudinal – feixe prosencefálicas medial  área septal (sist. Límbico) e formação  reticular do mesencéfalo
 
SUBTÁLAMO Zona de transição entre o diencéfalo e o tegmento do mesencéfalo Não se relaciona com as paredes do III ventrículo. Mais observada em cortes frontais – abaixo do hipotálamo,  lateralmente a cápsula interna e medialmente ao hipotálamo e  ZONA INCERTA DO SUBTÁLAMO = Algumas estruturas do Mesencéfalo (núcleo rubro, substância negra e formação reticular) se aproximam do subtálamo Elemento = núcleos subtalâmicos  circuito pálido-subtálamo-palidal  globo pálido  === regulação de motricidade Lesão dos núcleos subtalâmicos = hemibalismo = movimentos  anormais das extremidades
NÚCLEOS   Supra-óptico – n.supraquiasmático n. supra-óptico n. paraventricular Tuberal  n. ventromedial n. dorsomedial n. arqueado ou infundibular Mamilar  n. mamilares n. posterior
 
 
CONEXÕES DO HIPOTÁLAMO Área Pré-Frontal – através do núcleo dorsomedial do tálamo Viscerais - Aferentes Sensibilidade Visceral  Nervos facial, glossofaríngeo e vago  Tracto solitário  Fibras solitário-hipotalâmicas Viscerais – Eferentes diretas Núcleos Hipotalâmicos  fibras  para os núcleos da coluna  Eferente visceral geral do tronco encefálico Núcleos Hipotalâmicos  fibras para a coluna lateral da medula  Viscerais – Eferentes indiretas Através da formação reticular
Sistema Límbico Hipotálamo  fórnix  núcleos mamilares  fascículo  mamilo talâmico  Núcleo Anterrior do Tálamo (parte do circuito de  Papez) Corpo Amigdaloide  Estrias terminais  hipotálamo Área Septal  feixe prosencefálico  hipotálamo
Hipófise  –Apenas conexões eferentes Trato hipotálamo-hipofisário –núcleos supra-óptico e paraventricular Neuro-hipófise. Fibras ricas em neuro secreção:  Ocitocina =  contratilidade uterina ejeção de leite Vasopressina ( ADH ) CONTROLE DO BALANÇO HÍDRICO  DETERMINADA PELA OSMOLARIDADE SANGUÍNEA, VOLUME SANGUÍNEO EFETIVO E ESTRESSE
Trato túbero-infundibular – neurônios parventriculares do núcleo  arqueado e áreas vizinhas do hipotálamo tuberal  haste  Infundibular e eminência mediana
 
TRH   Tireotropina ( TSH ): é uma glicoproteína; Função: Regula o crescimento  e o metabolismo da tireóide e a secreção dos seus hormônios: Secreção: Regulada por 2 fatores:  Ritmo de secreção de T4, T3 (Feed-back negativo)  Um efeito de inibição tônica da secreção do TSH é exercido  pelo peptídeo hipotalâmico somatostatina e pelo neuro-transmissor dopamina. Ação: TSH - ações importantes são aquelas exercidas na glândula tireóide. TSH  = trópico (i.e.), promove crescimento da glândula e estimula todos os  aspectos da sua função.  Os hormônios tiroidianos T3 e T4 (a T3 é mais potente e grande parte  da T4 é convertida em T3 nos tecidos periféricos) estimulam o  metabolismo celular (são hormônios anabólicas) através de estimulação  das mitocôndrias. Efeitos sistêmicos importantes são maior força de  contração cardíaca, maior atenção e ansiedade e outros devido maior  velocidade do metabolismo dos tecidos. A sua carência traduz-se em  déficit mental e outros distúrbios
GnRH: Hormônio liberador de gonadotropina   Hormônios Gonadotrópicos :  LH e FSH : Glicoproteínas  Função: Regulação do crescimento, puberdade, processos reprodutivos  secreção de hormônios esteróides sexuais das gônadas de ambos os  sexos (estimulada por um único hormônio hipotalâmico)  Ações: Cada gonadotropina tem células-alvo específicas nas gônadas do homem e da mulher!  FSH estimula : Células de Sertoli nos testículos; Células da granulosa no ovário.  LH estimula: Células de Leydig nos testículos; Células intersticiais no ovário
FSH ->  O hormônio estimulante folicular ou FSH ( Follicle-Stimulating Hormone) é uma gonadotrofinade natureza glicoproteica produzida pelo lóbulo anterior da hipófise.  Na mulher estimula o amadurecimento do Folículo de Graaf do ovário e a secreção de estrógeno; no homem é responsável em parte da indução da espermatogênese
A  somatostatina  é um hormônio protéico produzido pelas células delta do pâncreas, em lugares denominados Ilhotas de Langerhans Intervém indiretamente na regulagem da glicemia, e inibe a secreção da insulina e glucagon. A secreção da somatostatina é regulada pelos altos níveis de glicose, aminoácidos e de glucagon. Seu déficit ou seu excesso provocam indiretamente transtornos no metabolismo dos carboidratos. A somatostatina é também secretada pelo hipotálamo. Esta secreção inibe a secreção do hormônio do crescimento (GH, STH o Somatotrofina) por parte da adenohipófise
SS  – Produzido pelos neurônios da região periventricular, imediatamente acima do quiasma óptico. Ação; capacidade inibir a secreção de GH, TSH, glucagon, insulina, e enzimas gastrintestinais
GRH Hormônio de crescimento (Somatotropina)  HGH ou GH  : um  polipeptídio de cadeia única Função:  HGH Estimula o crescimento e o desenvolvimento somáticos pós- natais; além disso, tem  numerosas funções no metabolismo de  Proteínas, Carboidratos e Gorduras.  Secreção: -Sob muitas influências diferentes! Muito importante.  Queda aguda nos níveis plasmáticos de qualquer um dos principais  fornecedores metabólicos de energia: Glicose ou ácidos graxos livres  Uma refeição rica em proteínas ou infusão de aminoácidos: aumenta o  nível plasmático de GH.
Stress: aumenta a secreção de GH. Rapidamente!  Um pico noturno regular ocorre 1-2 horas após o início do sono  profundo dos estágios 3 ou 4.  Ações: - É um hormônio com ações anabólicas profundas.  Na sua ausência humanos apresentam parada do crescimento! –  Multiplicidade de alvos e  efeitos. - Estimula o crescimento linear;  Efeitos na cartilagem epifisária dos ossos longos!  Estimula a síntese geral de proteínas, DNA e RNA em: órgãos viscerais,  Glândulas endócrinas, músculo esquelético  Aumenta órgãos e melhora a capacidade funcional!
GH  -> Hormônio de crescimento  ( "growth hormone" ) é um polipeptídeo e um hormônio sintetizado e secretado pela glândula  pituitária anterior. Este hormônio estimula o crescimento e a reprodução celulares em humanos e outros animais vertebrados.
Hormônio liberador de corticotropina  (CRH)  Estimula  a liberação de ACTH.  Inibição por Feed-Back da secreção de ACTH pelo seu hormônio-alvo periférico – O Cortisol.  Stress - a secreção de ACTH responde, de maneira mais marcante, a estímulos estressantes. Ritmo diurno de secreção de ACTH: um pico de secreção ocorre 2 – 4 horas antes do despertar!  Ação: Etimula o crescimento daquelas zonas específicas do córtex da adrenal envolvidas na secreção de cortisol e esteróides androgênicos.
Hormônio Adrenocorticotrópico  (ACTH ): Hormônio polipeptídico da  hipófise anterior.  Função: - Regula o crescimento e a secreção do córtex da adrenal. – O Hormônio  mais importante da glândula-alvo é o cortisol.  Secreção: -  A regulação da secreção de ACTH está entre as mais complexas de todos os hormônios hipofisários.  Exibe: - Ritmos circadianos, Controle por feed-back
Hormônio Inibidor da Prolactina ( PIH ) Localizado no  Hipotálamo, os neurônios contêm dopamina no núcleo Arqueado com uma potente propriedade de inibir a liberação de Prolactina
Prolactina  - Um hormônio protéico  Função: - Principalmente envolvida com a estimulação do  desenvolvimento mamário e a produção de leite.  Exerce influência na função reprodutora. - Papel essencial na lactação. Tônicamente inibida pelo hipotálamo.  Efeitos Biológicos:  Participa no desenvolvimento original do tecido mamário;  É o principal hormônio responsável pela lactogênese.  Ação: Prolactina -Síntese de caseina e lactose.  Segundo efeito principal:- No sistema reprodutor feminino: A prolactina Bloqueia a síntese e a liberação do LHRH;  Perda dos picos normais de LH.  Previne a ovulação! Modulador da resposta  imunológica No homem = impotência sexual
 
Sensoriais –   recebe também informações sensoriais de áreas erógenas =  mamilos, órgãos genitais. conexões do córtex olfatório e da retina Monoaminérgicas –  neurônios NA do tronco encefálico  neurônios serotoninérgicos do núcleo da rafe
Funções Hipotalâmicas – Homeostase Controle do SNA   Estímulo do HIPOT ANT – SIST NERVOSO PARASIMPÁTICO Estímulo do HIPOT POST – SIST NERVOSO SIMPÁTICO Controle da Temperatura corporal – HIPOT ANT – centro de perda de calor HIPOT POST – centro de conservação de calor  Regulação do comportamento emocional –  juntamente com o sistema  límbico e a área pré-frontal  Regulação do sono e da vigília –  Parte posterior relaciona-se com a vigília juntamente com o  SARA
Regulação da ingestão de alimentos Estimulação hipotalâmica lateral – alimentação voraz =  CENTRO DA FOME Estimulação do n. ventromedial = saciedade =  CENTRO DA SACIEDADE OBS: LESÃO DESTAS ÁREAS = EFEITO OPOSTO Regulação da Ingestão de água Lesão do hipotálamo lateral – centro da sede – perda da vontade de beber Estimulação = aumento da ingestão de água Regulação da diurese   Núcleos supra-ópticos e paraventricular sintetizam hormônio antidiurético (vasopressina)  aumenta a absorção de água no túbulo renal
Geração e Regulação do ritmo circadiano A maioria dos parâmetros fisiológicos se repetem de 24 em 24 horas –  temperatura corporal, nível circulante de eosinófilos, cortisol, glicose e outras  substâncias, padrão do ritmo sono vigília Necessário um marcapasso interno = n. supraquiasmático é  o responsável  pelo ritmo circadiano OBS: Este núcleo recebe informação de luminoside através do tracto retino- Hipotalâmico = sincriniza os ritmos circadianos com o ritmo claro/escuro Regulação do Sistema Endócrino – regulação dos hormonios adenohipofisários Hipófise Posterior – oxitosina e vasopressina (antidiurético) Hipófise Anterior – TSH, ACTH, LH, FSH GH (Somatotropina),  Prolactina
Regulação do hipotálamo sobre a adeno-hipófise: CONEXÃO NERVOSA E VASCULAR 1º - neurônios secretores (núcleo arqueado e áreas vizinhas do hipotálamo tuberal)  -> substâncias ativas -> descem pelo fluxo axoplasmático nas fibras túberoinfundibulares -> liberadas em capilares especiais mediana e haste infundibular-> conexão vascular através do sistema porta = veias entre dois sistemas capilares -> capilares da adeno-hipófise -> ativação ou inibição a liberação dos hormônios através dos fatores  de liberação
EPITÁLAMO Situada na parte posterior e superior do diencéfalo Limita posteriormente o III Ventrículo, acima do sulco hipotalâmico Elemento mais evidente = glândula pineal (endócrina, piriforme que repousa sobre o tecto mesencefálico)  Hormônio = melatonina  - Ação  Antigonadotrópica e de Regulação do ciclo circadiano Formação não endócrina = núcleos da habênula situado no trígono e na comissura da habênula – estrias medulares e a comissura posterior pertencente ao sistema límbico  -> regulação do comportamento  emocional. Área septal -> estrias medulares -> núcleos habenulas (homo e  Heterolateral – quando cruza a comissura das habênulas) ->núcleo  interpeduncular do mesencéfalo
 
Comissura posterior = limite entre o mesencéfalo e o diencéfalo Fibras de origens variadas Dentre elas = fibras das áreas pre-tectal  -> cruzam para o núcleo  Edinger-Westphal do lado oposto   = reflexo consensual (reflexo foto  motor do olho não iluminado que acompanha o reflexo originado pela  luz no outro olho,  ainda que de amplitude um pouco menor).
 
 
Martin L. Korn, MD   A Review of the Thalamus in Schizophrenia.  Thalamic Activation in Schizophrenia  Several researchers have implicated the thalamus as a critical factor in the pathophysiology of schizophrenia. The abnormalities appear to be primarily in the mediodorsal and pulvinar nuclei. The thalamus plays a central role in filtering and relaying information to areas of the brain thought to be abnormal in schizophrenics. Thus, abnormalities in the thalamus could potentially explain the often pervasive deficits observed in this disorder. Further work is needed not only to elucidate specific areas of the thalamus that are abnormal, but also to understand the role that the cortico-thalamic-cerebellar pathways have on the expression and development of the disorder
Fumihiko Yasuno, M.D., Ph.D., Tetsuya Suhara, M.D., Ph.D., Yoshiro  Okubo, M.D., Ph.D., Yasuhiko Sudo, M.D., Ph.D., Makoto Inoue, M.D.,  Ph.D., Tetsuya Ichimiya, M.D., Ph.D., Akihiro Takano, M.D., Ph.D.,  Kazuhiko Nakayama, M.D., Ph.D., Christer Halldin, Ph.D. and Lars  Farde, M.D., Ph.D  Low Dopamine D2 Receptor Binding in  Subregions of the Thalamus in  Schizophrenia CONCLUSIONS: The subregions with low D2 receptor binding comprise primarily the  dorsomedial nucleus and pulvinar, two important components in  circuitries previously suggested in the pathophysiology of  schizophrenia. Aberrant dopaminergic neurotransmission in thalamic subregions might be a mechanism underlying positive symptoms in  schizophrenia.
A new brain imaging study from the UK's Institute of Psychiatry shows for the first  time that the  thalamus, the brain's main sensory filter or "hub," is smaller than  normal from the earliest stages of  schizophrenia. The findings, published in the  American Journal of Psychiatry  for January, may explain why people with  schizophrenia experience confusion during their illness.  The thalamus is the area in which information is received and relayed to other areas of the brain. It is of particular interest in schizophrenia because of the role it plays in processing information. The thalamus receives information via the senses, which is then filtered and passed to the correct regions of the brain for processing. People with schizophrenia often have difficulties in processing information properly and as a result may end up with an information overload in some areas of the brain.  This study finds that even in the earliest stages of schizophrenia, the thalamus is smaller than in healthy people.  In Schizophrenia, Thalamus Is Smaller Than Normal   Dr. Tonmoy Sharma ,  Tracey  Maher   ] 07-Jan-2001
Abnormal Glucose Metabolism in the Mediodorsal Nucleus of the  Thalamus in Schizophrenia Erin A. Hazlett, Ph.D. Monte S. Buchsbaum, M.D. Eileen Kemether, M.D.  Rachel Bloom, B.A. , Jimcy Platholi, M.S. Adam M. Brickman, M.A. Lina  Shihabuddin, M.D. Cheuk Tang, Ph D. William Byne, M.D., Ph.D Objective:  Three thalamic nuclei—the mediodorsal nucleus, pulvinar, and centromedian nucleus—each have unique reciprocal circuitry with cortical and subcortical areas known to be affected in schizophrenia. To determine if the disorder is also associated with dysfunction in the mediodorsal nucleus, pulvinar, and centromedian nucleus, relative glucose metabolism in these regions was measured in a large group of unmedicated patients  with schizophrenia. Conclusions:  The findings suggest that patients with schizophrenia exhibit  dysfunction in thalamic subdivisions with distinct cortical connections and that  these thalamic subdivisions have specific associations with clinical symptoms.
Thalamic reductions in children with chromosome 22q11.2 deletion syndrome Joel P. Bish,1,CA Vy Nguyen,1 Lijun Ding,1 Samantha Ferrante1 and Tony J. Simon1,2 Children with chromosome 22q11.2 deletion syndrome (22q) sufer from physical And behavioral dysfunctions, including neuroanatomical anomalies, visuo-spatial processing de¢cits, and increased risk for psychopathology.Reduced total brain volume, parietal lobe volume, and cerebellar volumes, enlarged ventricles, and increased basal ganglia volumes have been reported. Since previous literature has related the pulvinar nucleus of the thalamus to visuo-spatial processing, we compared the thalamic volume in children with 22q to typically developing controls. Children with 22q showed a signi¢cant reduction of the thalamus compared with normally developing children, specifically in the posterior portion of the thalamus, including the pulvinar nucleus.These results provide the first evidence for a potential relationship between posterior thalamic reductions and the characteristic visuo-spatial deficits demonstrated in this group.
Functional Magnetic Resonance Imaging During Auditory Verbal Relatives of Persons with Schizophrenia: A Pilot StudyWorking Memory in Nonpsychotic Heidi W. Thermenos, Larry J. Seidman, Hans Breiter, Jill M. Goldstein, Julie M. Goodman, Russell Poldrack, Stephen V. Faraone, and Ming T. Tsuang Background:  First-degree relatives of persons with schizophrenia carry elevated genetic risk for the illness and show deficits on high-load information processing tasks. We used functional magnetic resonance imaging (fMRI) to test whether nonpsychotic relatives show altered functional activation in the prefrontal cortex (PFC), thalamus, hippocampus, and anterior cingulate during a working memory task requiring interference resolution . Results:  Compared with control subjects, relatives showed greater task-elicited activation in the PFC and the anterior and dorsomedial thalamus. When task performance was controlled, relatives showed significantly greater activation in the anterior cingulate. When effects of other potentially confounding variables were controlled, relatives generally showed significantly greater activation in the dorsomedial thalamus and anterior cingulate. Conclusions:  This pilot study suggests that relatives of persons with schizophrenia have subtle differences in brain function in the absence of psychosis. These differences add to the growing literature identifying neurobiological vulnerabilities to schizophrenia.
Metabolic Disconnection Between the Mediodorsal Nucleus of the Thalamus and Cortical Brodmann’s Areas of the Left Hemisphere in Schizophrenia.   Serge A. Mitelman, M.D. William Byne, M.D., Ph.D. Eileen M. Kemether, M.D. Erin A. Hazlett, Ph.D. Monte S. Buchsbaum, M.D. Objective:  The authors’ goal was to examine interregional correlations of  thalamocortical metabolic activity during a verbal learning task in schizophrenia. Results:  A metabolic disconnection was observed in patients with schizophrenia in the left hemisphere between the mediodorsal nucleus and widespread frontotemporal cortical regions, and stronger-than normal intercorrelations were found between the pulvinar and superior temporal, selected parietal,posterior cingulate, and occipital areas. Conclusions:  Deficits in the functional interrelationships between the left frontotemporal cortices and the left mediodorsal nucleus of the thalamus complement inferences from postmortem and magnetic resonance imaging volumetric studies identifying a thalamic diathesis in schizophrenia .
Diminuição do volume talâmico médiodorsal e pulvinar  desde os primeiros estágios da esquizofrenia o que confere uma dificuldade grande em  interpretar informações Desde que há múltiplas conexões entre o córtex, cerebelo e tálamo , parece que a disfunção no sistema feed back córtico-cerebelar-talâmico  pode explicar melhor as anormalidades em esquizofrênicos. O tálamo  serve como um filtro sensor de informações, enquanto o cerebelo  coordena a cognição a linguagem e as atividades motoras. As disfunção  no sistema de feed back tem sido chamada de dismetria cognitiva Estas duas áreas apresentam baixa de receptores D2 Outro estudo sugeriu que pacientes com esquizofrenia exibem  disfunção em subdivisões talâmicas com conexões específicas corticais e  subcorticais, principalmente os núcleos pulvinar, dorsomedial e centro  Mediano, averiguado pela diminuição do metabolismo de glicose.
A deleção de 22q11.2  o tamanho do tálamo é significamente  reduzido, principalmente na porção posterior do tálamo, incluindo o  núcleo pulvinar correlacionando com alteração de características  visuo-espaciais

CóPia De Sn Central MóDulo 7

  • 1.
    Prosencéfalo –telencéfalo e diencéfalo Diencéfalo – 2% do SNC Regulação de uma variedade de comportamentos sociais (agressão, comportamento sexual, maternal) tálamo, hipotálamo, epitálamo e subtálamo, todos em relação com o III Ventrículo e a hipófise
  • 2.
    III VENTRÍCULO EstreitaFenda ímpar e mediana Comunica-se com o IV Ventrículo pelo aqueduto cerebral e com os Ventrículos laterais pelos foramens interventriculares. Ao corte sagital Mediano Paredes laterais são expostas – sulco hipotalâmico As porções acima deste sulco = Tálamo As porções abaixo deste sulco = Hipotálamo Unindo os dois Tálamos = aderência intertalâmica Assoalho do III Ventrículo – quiasma óptico, infundíbulo, tuber cinério e corpos mamilares (hipotálamo) Parte posterior e acima do sulco hipotalâmico = Epitálamo Saindo de cada lado do epitálamo e percorrendo a parte mais alta das paredes laterais do III Ventrículo = tela coróide -> plexo coróide Ventrículos Laterais.
  • 3.
  • 4.
    Parede Anterior do III Ventrículo = lâmina terminal – une os dois Hemisférios e se dispõe entre o quiasma óptico e a comissura anterior A lâmina termina a comissura anterior e as partes adjacentes das paredes laterais do III Ventrículo = TELENCÉFALO. Evaginações do III Ventrículo = recesso do infundíbulo recesso óptico recesso pineal recesso suprapineal
  • 5.
  • 6.
    TÁLAMO Localizado nocentro do cérebro = Painel de controle ou filtro central - Filtra o que realmente é importante. Estação de retransmissão – informações sensoriais param nele – processadas -> Córtex. Infromações motoras do córtex, dos núcleos da base e do cerebelo - tálamo Principal centro de estímulos sensoriais para o córtex Exceção do estímulo olfatório bulbos olfativos (base do córtex frontal) amigdala (processamento) Função de integração e modificação de estímulos Funciona como um relé – quando os estímulos sensoriais chegam ao tálamo = entram nas rotas locais através dos núcleos visuais, auditivos Somatossensoriais etc. Projeção para regiões específicas do córtex As informações sensoriais são sintetizadas e organizadas com as informações cognitivas em outros locais
  • 7.
    Motricidade – NúcleosVentral Anterior e Ventral Lateral interpostos em circuitos pálidos-corticais e cerebelo-corticais. Comportamento emocional – Núcleos do grupo anterior, integrantes do Sistema límbico e do núcleo dorsal medial com conexões com áreas pré-frontais. Com a ativação do córtex – Núcleos talâmicos inespecíficos e suas conexões com o sistema reticular ativador ascendente.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
    Núcleos Talâmicos GrupoAnterior – recebem fibras dos núcleos mamilares pelo fascículo mamilo -talâmico córtex do giro do cíngulo (circuito de Papez) Sist. Límbico Grupo Posterior Pulvinar Associação temporo-parietal do córtex Corpo Geniculado Medial Fibras para áreas auditivas Corpo Geniculado Lateral Áreas visuais do córtex Grupo Lateral – mais importante e complicado Subgrupo Dorsal e Subgrupo Ventral (+ importante) Núcleo Ventral Anterior – recebe as fibras do globo pálido áreas motoras do córtex cerebral = função ligado à motricidade. Núcleo Ventral Lateral – recebe as fibras do cerebelo áreas motoras do córtex cerebral/ Recebe tb parte das fibras que do globo pálido se dirigem ao tálamo
  • 15.
    Núcleo ventral postero-lateral– relé das vias sensitivas. Fibras do lemnisco medial (tato epicrítico e propriocepção cs) e do lemnisco espinhal (temperatura, dor, pressão e tato protopático) córtex do giro pós-central (área somestésica) Núcleo ventral postero-medial – também relé das vias sensitivas Leminisco trigeminal (sensibilidade somática de parte da cabeça) e fibras Gustativas áreas somestésicas e gustativas no giro pós-central Núcleo reticular do tálamo – fina calota de substância cinzenta disposta lateralmente entre o ovóide e a cápsula interna Atravessado por quase todas as fibras tálamo-corticais ou córtico-talâmicas que passam pela capsula interna COLATERAIS Principais conexões são com os demais núcleos talâmicos – ação moduladora Sobre a atividade destes núcleos?
  • 16.
    Grupo Mediano Localizadospróximo ao plano sagital e na aderência intertalâmica Mais desenvolvidos em vertebrados inferiores que no homem São pequenos e de difícil delimitação Conexões com o hipotálamo e possivelmente com as visceras. Grupo Medial Situados dentro da lamina medular interna interna – n. intralaminares E entre esta lâmina e os núcleos do grupo mediano – n. dorsomedial Núcleos intralaminares recebem um grande número de fibras da formação Reticular – ativação cortical Corpo amigdalóide e hipotálamo n. dorsomedial Área de associação Pré-frontal Função executiva, manutenção da atenção (perda da capacidade de se Concentrar), perda da capacidade de seguir sequencias ordenadas de pensamento e controle do comportamento emocional
  • 17.
    HIPOTÁLAMO Localização abaixodo tálamo Tamanho de uma colher de chá Importantes funções relacionadas ao controle da atividade visceral ESTRUTURAS Situada nas paredes laterais do III ventrículo ABAIXO DO SULCO HIPOTALÂMICO 1- corpos mamilares = 2 eminências arredondadas de substância cinzenta evidentes na parte anterior da fossa interpeduncular. 2 – quiasma óptico = parte anterior do assoalho ventricular – recebe fibras dos nervos ópticos que aí se cruzam 3 – túber cinério – área ligeiramente cinzenta, mediana, situada atrás do quiasma óptico e na frente dos corpos mamilares – hipófise se prende através do infundíbulo. 4 – infundíbulo = forma de funil que prende a hipófise
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  • 33.
    Constituído de substanciacinzenta que se agrupa em núcleos Conjunto de fibras percorrem o hipotálamo Um deles é o fornix que divide o hipotálamo em uma área medial e uma lateral Área Medial: entre o fornix e a parede do III Ventrículo – núcleos hipotalâmicos Área Lateral: predominância de fibras de direção longitudinal – feixe prosencefálicas medial área septal (sist. Límbico) e formação reticular do mesencéfalo
  • 34.
  • 35.
    SUBTÁLAMO Zona detransição entre o diencéfalo e o tegmento do mesencéfalo Não se relaciona com as paredes do III ventrículo. Mais observada em cortes frontais – abaixo do hipotálamo, lateralmente a cápsula interna e medialmente ao hipotálamo e ZONA INCERTA DO SUBTÁLAMO = Algumas estruturas do Mesencéfalo (núcleo rubro, substância negra e formação reticular) se aproximam do subtálamo Elemento = núcleos subtalâmicos circuito pálido-subtálamo-palidal globo pálido === regulação de motricidade Lesão dos núcleos subtalâmicos = hemibalismo = movimentos anormais das extremidades
  • 36.
    NÚCLEOS Supra-óptico – n.supraquiasmático n. supra-óptico n. paraventricular Tuberal n. ventromedial n. dorsomedial n. arqueado ou infundibular Mamilar n. mamilares n. posterior
  • 37.
  • 38.
  • 39.
    CONEXÕES DO HIPOTÁLAMOÁrea Pré-Frontal – através do núcleo dorsomedial do tálamo Viscerais - Aferentes Sensibilidade Visceral Nervos facial, glossofaríngeo e vago Tracto solitário Fibras solitário-hipotalâmicas Viscerais – Eferentes diretas Núcleos Hipotalâmicos fibras para os núcleos da coluna Eferente visceral geral do tronco encefálico Núcleos Hipotalâmicos fibras para a coluna lateral da medula Viscerais – Eferentes indiretas Através da formação reticular
  • 40.
    Sistema Límbico Hipotálamo fórnix núcleos mamilares fascículo mamilo talâmico Núcleo Anterrior do Tálamo (parte do circuito de Papez) Corpo Amigdaloide Estrias terminais hipotálamo Área Septal feixe prosencefálico hipotálamo
  • 41.
    Hipófise –Apenasconexões eferentes Trato hipotálamo-hipofisário –núcleos supra-óptico e paraventricular Neuro-hipófise. Fibras ricas em neuro secreção: Ocitocina = contratilidade uterina ejeção de leite Vasopressina ( ADH ) CONTROLE DO BALANÇO HÍDRICO DETERMINADA PELA OSMOLARIDADE SANGUÍNEA, VOLUME SANGUÍNEO EFETIVO E ESTRESSE
  • 42.
    Trato túbero-infundibular –neurônios parventriculares do núcleo arqueado e áreas vizinhas do hipotálamo tuberal haste Infundibular e eminência mediana
  • 43.
  • 44.
    TRH Tireotropina ( TSH ): é uma glicoproteína; Função: Regula o crescimento e o metabolismo da tireóide e a secreção dos seus hormônios: Secreção: Regulada por 2 fatores: Ritmo de secreção de T4, T3 (Feed-back negativo) Um efeito de inibição tônica da secreção do TSH é exercido pelo peptídeo hipotalâmico somatostatina e pelo neuro-transmissor dopamina. Ação: TSH - ações importantes são aquelas exercidas na glândula tireóide. TSH = trópico (i.e.), promove crescimento da glândula e estimula todos os aspectos da sua função. Os hormônios tiroidianos T3 e T4 (a T3 é mais potente e grande parte da T4 é convertida em T3 nos tecidos periféricos) estimulam o metabolismo celular (são hormônios anabólicas) através de estimulação das mitocôndrias. Efeitos sistêmicos importantes são maior força de contração cardíaca, maior atenção e ansiedade e outros devido maior velocidade do metabolismo dos tecidos. A sua carência traduz-se em déficit mental e outros distúrbios
  • 45.
    GnRH: Hormônio liberadorde gonadotropina Hormônios Gonadotrópicos : LH e FSH : Glicoproteínas Função: Regulação do crescimento, puberdade, processos reprodutivos secreção de hormônios esteróides sexuais das gônadas de ambos os sexos (estimulada por um único hormônio hipotalâmico) Ações: Cada gonadotropina tem células-alvo específicas nas gônadas do homem e da mulher! FSH estimula : Células de Sertoli nos testículos; Células da granulosa no ovário. LH estimula: Células de Leydig nos testículos; Células intersticiais no ovário
  • 46.
    FSH -> O hormônio estimulante folicular ou FSH ( Follicle-Stimulating Hormone) é uma gonadotrofinade natureza glicoproteica produzida pelo lóbulo anterior da hipófise. Na mulher estimula o amadurecimento do Folículo de Graaf do ovário e a secreção de estrógeno; no homem é responsável em parte da indução da espermatogênese
  • 47.
    A somatostatina é um hormônio protéico produzido pelas células delta do pâncreas, em lugares denominados Ilhotas de Langerhans Intervém indiretamente na regulagem da glicemia, e inibe a secreção da insulina e glucagon. A secreção da somatostatina é regulada pelos altos níveis de glicose, aminoácidos e de glucagon. Seu déficit ou seu excesso provocam indiretamente transtornos no metabolismo dos carboidratos. A somatostatina é também secretada pelo hipotálamo. Esta secreção inibe a secreção do hormônio do crescimento (GH, STH o Somatotrofina) por parte da adenohipófise
  • 48.
    SS –Produzido pelos neurônios da região periventricular, imediatamente acima do quiasma óptico. Ação; capacidade inibir a secreção de GH, TSH, glucagon, insulina, e enzimas gastrintestinais
  • 49.
    GRH Hormônio decrescimento (Somatotropina) HGH ou GH : um polipeptídio de cadeia única Função: HGH Estimula o crescimento e o desenvolvimento somáticos pós- natais; além disso, tem numerosas funções no metabolismo de Proteínas, Carboidratos e Gorduras. Secreção: -Sob muitas influências diferentes! Muito importante. Queda aguda nos níveis plasmáticos de qualquer um dos principais fornecedores metabólicos de energia: Glicose ou ácidos graxos livres Uma refeição rica em proteínas ou infusão de aminoácidos: aumenta o nível plasmático de GH.
  • 50.
    Stress: aumenta asecreção de GH. Rapidamente! Um pico noturno regular ocorre 1-2 horas após o início do sono profundo dos estágios 3 ou 4. Ações: - É um hormônio com ações anabólicas profundas. Na sua ausência humanos apresentam parada do crescimento! – Multiplicidade de alvos e efeitos. - Estimula o crescimento linear; Efeitos na cartilagem epifisária dos ossos longos! Estimula a síntese geral de proteínas, DNA e RNA em: órgãos viscerais, Glândulas endócrinas, músculo esquelético Aumenta órgãos e melhora a capacidade funcional!
  • 51.
    GH ->Hormônio de crescimento ( "growth hormone" ) é um polipeptídeo e um hormônio sintetizado e secretado pela glândula pituitária anterior. Este hormônio estimula o crescimento e a reprodução celulares em humanos e outros animais vertebrados.
  • 52.
    Hormônio liberador decorticotropina (CRH) Estimula a liberação de ACTH. Inibição por Feed-Back da secreção de ACTH pelo seu hormônio-alvo periférico – O Cortisol. Stress - a secreção de ACTH responde, de maneira mais marcante, a estímulos estressantes. Ritmo diurno de secreção de ACTH: um pico de secreção ocorre 2 – 4 horas antes do despertar! Ação: Etimula o crescimento daquelas zonas específicas do córtex da adrenal envolvidas na secreção de cortisol e esteróides androgênicos.
  • 53.
    Hormônio Adrenocorticotrópico (ACTH ): Hormônio polipeptídico da hipófise anterior. Função: - Regula o crescimento e a secreção do córtex da adrenal. – O Hormônio mais importante da glândula-alvo é o cortisol. Secreção: - A regulação da secreção de ACTH está entre as mais complexas de todos os hormônios hipofisários. Exibe: - Ritmos circadianos, Controle por feed-back
  • 54.
    Hormônio Inibidor daProlactina ( PIH ) Localizado no Hipotálamo, os neurônios contêm dopamina no núcleo Arqueado com uma potente propriedade de inibir a liberação de Prolactina
  • 55.
    Prolactina -Um hormônio protéico Função: - Principalmente envolvida com a estimulação do desenvolvimento mamário e a produção de leite. Exerce influência na função reprodutora. - Papel essencial na lactação. Tônicamente inibida pelo hipotálamo. Efeitos Biológicos: Participa no desenvolvimento original do tecido mamário; É o principal hormônio responsável pela lactogênese. Ação: Prolactina -Síntese de caseina e lactose. Segundo efeito principal:- No sistema reprodutor feminino: A prolactina Bloqueia a síntese e a liberação do LHRH; Perda dos picos normais de LH. Previne a ovulação! Modulador da resposta imunológica No homem = impotência sexual
  • 56.
  • 57.
    Sensoriais – recebe também informações sensoriais de áreas erógenas = mamilos, órgãos genitais. conexões do córtex olfatório e da retina Monoaminérgicas – neurônios NA do tronco encefálico neurônios serotoninérgicos do núcleo da rafe
  • 58.
    Funções Hipotalâmicas –Homeostase Controle do SNA Estímulo do HIPOT ANT – SIST NERVOSO PARASIMPÁTICO Estímulo do HIPOT POST – SIST NERVOSO SIMPÁTICO Controle da Temperatura corporal – HIPOT ANT – centro de perda de calor HIPOT POST – centro de conservação de calor Regulação do comportamento emocional – juntamente com o sistema límbico e a área pré-frontal Regulação do sono e da vigília – Parte posterior relaciona-se com a vigília juntamente com o SARA
  • 59.
    Regulação da ingestãode alimentos Estimulação hipotalâmica lateral – alimentação voraz = CENTRO DA FOME Estimulação do n. ventromedial = saciedade = CENTRO DA SACIEDADE OBS: LESÃO DESTAS ÁREAS = EFEITO OPOSTO Regulação da Ingestão de água Lesão do hipotálamo lateral – centro da sede – perda da vontade de beber Estimulação = aumento da ingestão de água Regulação da diurese Núcleos supra-ópticos e paraventricular sintetizam hormônio antidiurético (vasopressina) aumenta a absorção de água no túbulo renal
  • 60.
    Geração e Regulaçãodo ritmo circadiano A maioria dos parâmetros fisiológicos se repetem de 24 em 24 horas – temperatura corporal, nível circulante de eosinófilos, cortisol, glicose e outras substâncias, padrão do ritmo sono vigília Necessário um marcapasso interno = n. supraquiasmático é o responsável pelo ritmo circadiano OBS: Este núcleo recebe informação de luminoside através do tracto retino- Hipotalâmico = sincriniza os ritmos circadianos com o ritmo claro/escuro Regulação do Sistema Endócrino – regulação dos hormonios adenohipofisários Hipófise Posterior – oxitosina e vasopressina (antidiurético) Hipófise Anterior – TSH, ACTH, LH, FSH GH (Somatotropina), Prolactina
  • 61.
    Regulação do hipotálamosobre a adeno-hipófise: CONEXÃO NERVOSA E VASCULAR 1º - neurônios secretores (núcleo arqueado e áreas vizinhas do hipotálamo tuberal) -> substâncias ativas -> descem pelo fluxo axoplasmático nas fibras túberoinfundibulares -> liberadas em capilares especiais mediana e haste infundibular-> conexão vascular através do sistema porta = veias entre dois sistemas capilares -> capilares da adeno-hipófise -> ativação ou inibição a liberação dos hormônios através dos fatores de liberação
  • 62.
    EPITÁLAMO Situada naparte posterior e superior do diencéfalo Limita posteriormente o III Ventrículo, acima do sulco hipotalâmico Elemento mais evidente = glândula pineal (endócrina, piriforme que repousa sobre o tecto mesencefálico) Hormônio = melatonina - Ação Antigonadotrópica e de Regulação do ciclo circadiano Formação não endócrina = núcleos da habênula situado no trígono e na comissura da habênula – estrias medulares e a comissura posterior pertencente ao sistema límbico -> regulação do comportamento emocional. Área septal -> estrias medulares -> núcleos habenulas (homo e Heterolateral – quando cruza a comissura das habênulas) ->núcleo interpeduncular do mesencéfalo
  • 63.
  • 64.
    Comissura posterior =limite entre o mesencéfalo e o diencéfalo Fibras de origens variadas Dentre elas = fibras das áreas pre-tectal -> cruzam para o núcleo Edinger-Westphal do lado oposto = reflexo consensual (reflexo foto motor do olho não iluminado que acompanha o reflexo originado pela luz no outro olho, ainda que de amplitude um pouco menor).
  • 65.
  • 66.
  • 67.
    Martin L. Korn,MD A Review of the Thalamus in Schizophrenia. Thalamic Activation in Schizophrenia Several researchers have implicated the thalamus as a critical factor in the pathophysiology of schizophrenia. The abnormalities appear to be primarily in the mediodorsal and pulvinar nuclei. The thalamus plays a central role in filtering and relaying information to areas of the brain thought to be abnormal in schizophrenics. Thus, abnormalities in the thalamus could potentially explain the often pervasive deficits observed in this disorder. Further work is needed not only to elucidate specific areas of the thalamus that are abnormal, but also to understand the role that the cortico-thalamic-cerebellar pathways have on the expression and development of the disorder
  • 68.
    Fumihiko Yasuno, M.D.,Ph.D., Tetsuya Suhara, M.D., Ph.D., Yoshiro Okubo, M.D., Ph.D., Yasuhiko Sudo, M.D., Ph.D., Makoto Inoue, M.D., Ph.D., Tetsuya Ichimiya, M.D., Ph.D., Akihiro Takano, M.D., Ph.D., Kazuhiko Nakayama, M.D., Ph.D., Christer Halldin, Ph.D. and Lars Farde, M.D., Ph.D Low Dopamine D2 Receptor Binding in Subregions of the Thalamus in Schizophrenia CONCLUSIONS: The subregions with low D2 receptor binding comprise primarily the dorsomedial nucleus and pulvinar, two important components in circuitries previously suggested in the pathophysiology of schizophrenia. Aberrant dopaminergic neurotransmission in thalamic subregions might be a mechanism underlying positive symptoms in schizophrenia.
  • 69.
    A new brainimaging study from the UK's Institute of Psychiatry shows for the first time that the thalamus, the brain's main sensory filter or "hub," is smaller than normal from the earliest stages of schizophrenia. The findings, published in the American Journal of Psychiatry for January, may explain why people with schizophrenia experience confusion during their illness. The thalamus is the area in which information is received and relayed to other areas of the brain. It is of particular interest in schizophrenia because of the role it plays in processing information. The thalamus receives information via the senses, which is then filtered and passed to the correct regions of the brain for processing. People with schizophrenia often have difficulties in processing information properly and as a result may end up with an information overload in some areas of the brain. This study finds that even in the earliest stages of schizophrenia, the thalamus is smaller than in healthy people. In Schizophrenia, Thalamus Is Smaller Than Normal Dr. Tonmoy Sharma , Tracey Maher ] 07-Jan-2001
  • 70.
    Abnormal Glucose Metabolismin the Mediodorsal Nucleus of the Thalamus in Schizophrenia Erin A. Hazlett, Ph.D. Monte S. Buchsbaum, M.D. Eileen Kemether, M.D. Rachel Bloom, B.A. , Jimcy Platholi, M.S. Adam M. Brickman, M.A. Lina Shihabuddin, M.D. Cheuk Tang, Ph D. William Byne, M.D., Ph.D Objective: Three thalamic nuclei—the mediodorsal nucleus, pulvinar, and centromedian nucleus—each have unique reciprocal circuitry with cortical and subcortical areas known to be affected in schizophrenia. To determine if the disorder is also associated with dysfunction in the mediodorsal nucleus, pulvinar, and centromedian nucleus, relative glucose metabolism in these regions was measured in a large group of unmedicated patients with schizophrenia. Conclusions: The findings suggest that patients with schizophrenia exhibit dysfunction in thalamic subdivisions with distinct cortical connections and that these thalamic subdivisions have specific associations with clinical symptoms.
  • 71.
    Thalamic reductions inchildren with chromosome 22q11.2 deletion syndrome Joel P. Bish,1,CA Vy Nguyen,1 Lijun Ding,1 Samantha Ferrante1 and Tony J. Simon1,2 Children with chromosome 22q11.2 deletion syndrome (22q) sufer from physical And behavioral dysfunctions, including neuroanatomical anomalies, visuo-spatial processing de¢cits, and increased risk for psychopathology.Reduced total brain volume, parietal lobe volume, and cerebellar volumes, enlarged ventricles, and increased basal ganglia volumes have been reported. Since previous literature has related the pulvinar nucleus of the thalamus to visuo-spatial processing, we compared the thalamic volume in children with 22q to typically developing controls. Children with 22q showed a signi¢cant reduction of the thalamus compared with normally developing children, specifically in the posterior portion of the thalamus, including the pulvinar nucleus.These results provide the first evidence for a potential relationship between posterior thalamic reductions and the characteristic visuo-spatial deficits demonstrated in this group.
  • 72.
    Functional Magnetic ResonanceImaging During Auditory Verbal Relatives of Persons with Schizophrenia: A Pilot StudyWorking Memory in Nonpsychotic Heidi W. Thermenos, Larry J. Seidman, Hans Breiter, Jill M. Goldstein, Julie M. Goodman, Russell Poldrack, Stephen V. Faraone, and Ming T. Tsuang Background: First-degree relatives of persons with schizophrenia carry elevated genetic risk for the illness and show deficits on high-load information processing tasks. We used functional magnetic resonance imaging (fMRI) to test whether nonpsychotic relatives show altered functional activation in the prefrontal cortex (PFC), thalamus, hippocampus, and anterior cingulate during a working memory task requiring interference resolution . Results: Compared with control subjects, relatives showed greater task-elicited activation in the PFC and the anterior and dorsomedial thalamus. When task performance was controlled, relatives showed significantly greater activation in the anterior cingulate. When effects of other potentially confounding variables were controlled, relatives generally showed significantly greater activation in the dorsomedial thalamus and anterior cingulate. Conclusions: This pilot study suggests that relatives of persons with schizophrenia have subtle differences in brain function in the absence of psychosis. These differences add to the growing literature identifying neurobiological vulnerabilities to schizophrenia.
  • 73.
    Metabolic Disconnection Betweenthe Mediodorsal Nucleus of the Thalamus and Cortical Brodmann’s Areas of the Left Hemisphere in Schizophrenia. Serge A. Mitelman, M.D. William Byne, M.D., Ph.D. Eileen M. Kemether, M.D. Erin A. Hazlett, Ph.D. Monte S. Buchsbaum, M.D. Objective: The authors’ goal was to examine interregional correlations of thalamocortical metabolic activity during a verbal learning task in schizophrenia. Results: A metabolic disconnection was observed in patients with schizophrenia in the left hemisphere between the mediodorsal nucleus and widespread frontotemporal cortical regions, and stronger-than normal intercorrelations were found between the pulvinar and superior temporal, selected parietal,posterior cingulate, and occipital areas. Conclusions: Deficits in the functional interrelationships between the left frontotemporal cortices and the left mediodorsal nucleus of the thalamus complement inferences from postmortem and magnetic resonance imaging volumetric studies identifying a thalamic diathesis in schizophrenia .
  • 74.
    Diminuição do volumetalâmico médiodorsal e pulvinar desde os primeiros estágios da esquizofrenia o que confere uma dificuldade grande em interpretar informações Desde que há múltiplas conexões entre o córtex, cerebelo e tálamo , parece que a disfunção no sistema feed back córtico-cerebelar-talâmico pode explicar melhor as anormalidades em esquizofrênicos. O tálamo serve como um filtro sensor de informações, enquanto o cerebelo coordena a cognição a linguagem e as atividades motoras. As disfunção no sistema de feed back tem sido chamada de dismetria cognitiva Estas duas áreas apresentam baixa de receptores D2 Outro estudo sugeriu que pacientes com esquizofrenia exibem disfunção em subdivisões talâmicas com conexões específicas corticais e subcorticais, principalmente os núcleos pulvinar, dorsomedial e centro Mediano, averiguado pela diminuição do metabolismo de glicose.
  • 75.
    A deleção de22q11.2 o tamanho do tálamo é significamente reduzido, principalmente na porção posterior do tálamo, incluindo o núcleo pulvinar correlacionando com alteração de características visuo-espaciais