TRONCO ENCEFÁLICO Considerações Aparecimento de um grande número de fibras de direção transversal Substância cinzenta é fragmentada longitudinalmente e transversalmente  = núcleos dos nervos cranianos –  substância cinzenta homólogos à medula Núcleos sem correspondência com nenhuma substância cinzenta da  medula –  substância cinzenta própria do tronco encefálico -  Formação reticular – estrutura intermediária entre a substância branca e a cinzenta que preenche os espaços entre os núcleos e os tratos mais compactos
 
TRONCO ENCEFÁLICO   Medula Oblonga (Bulbo) – centro regulatório para atividades vegetativas  básicas (respiração,  funções cardiovasculares)
Não existe nenhuma linha de demarcação entre bulbo e medula –  limite = plano horizontal que passa a nível do 1º nervo cervical Limite superior – sulco horizontal =  sulco bulbo-pontino Superfície é percorrida por sulcos longitudinais – delimita fissuras Fissura Mediana Anterior  termina em uma depressão –  forame cego De cada lado da Fissura Mediana Anterior – eminência alongada – pirâmide = feixe compacto  de fibras descendentes que liga as áreas  motoras do cérebro com os neurônios motores da medula  ->  Tracto córtico-espinhal (piramidal) Parte caudal – fibras deste tracto se cruzam obliquamente em feixes –  decussação da pirâmide
 
Entre o sulco lateral anterior e posterior =  oliva Ventralmente a oliva emergem filamentos dos nervos hipoglosso, (XII) , glossofaríngeo (IX) , Vago (X) Parte caudal do bulbo ou porção fechada e percorrida por um estreito  Canal que se abre para constituir o IV Ventrículo Fascículo Grácil e Cuneiforme – fibras ascendentes proveniente da  Medula – termina nos núcleos grácil e cuneiforme – onde determina o Aparecimento do tubérculo grácil e cuneiforme que se afastam  lateralmente como dois ramos de um V  e gradualmente continuam  para cima com o pedúnculo cerebral inferior que vai fletir para entra no cerebelo
 
BULBO Substância Cinzenta NÚCLEOS DE NERVOS CRANIANOS   MOTORES  Ambíguo IX, X, XI Hipoglosso XII  Dorsal do Vago X Salivatório Inferrior IX SENSITIVOS  Tracto Espinhal do Trigêmio – V, VII, IX,X Tracto Solitário VII, IX, X  Vestibular Medial VIII Vestibular Inferior VIII
SUBSTÂNCIA CINZENTA PRÓPRIA DO BULBO Núcleo grácil Núcleo Cuneiforme Núcleo Cuneiforme Acessório Núcleo Olivar Inferior Núcleo Olivar Acessório Medial  Complexo Olivar Inferior Núcleo Olivar Acessório Dorsal SUBSTÂNCIA BRANCA Fibras Transversais – arqueadas internas e externas Fibras Longitudinais – ASCENDENTES =  Fascículo Grácil Fascículo Cuneiforme Leminisco medial Tracto espino-dorsal lateral  Tracto espino- talâmico anterior  Tracto espino-cerebelar anterior Tracto espino-cerebelar posterior  Pedúnculo cerebelar inferior
DESCENDENTE  –  Tracto córtico-espinhal Tracto córtico-nuclear  Tracto tecto-espinhal  Tracto rubro-espinhal  Tracto vestibulo-espinhal  Tracto retículo-espinhal  Tracto espinhal do Trigêmio  Tracto Solitário DE ASSOCIAÇÃO  – Fascículo Longitudinal Medial FORMAÇÃO RETICULAR –  Centro Respiratório Centro Vasomotor Centro do Vômito CAVIDADE – Canal central do Bulbo IV Ventrículo
Núcleos de nervos cranianos atuantes no ato de se tomar um sorvete Por a língua para lamber o sorvete  -  n. do hipoglosso Verificar se está mesmo frio –  n. do tracto espinhal do trigêmio Verificar o Gosto do Sorvete –  n. do tracto solitário Boca cheia d’água –  n. salivatório Fase de engolir o sorvete –  n. ambíguo Sorvete no estômago  (ação do suco gástrico) –  n. dorsal do vago Se tomou o sorvete de pé, mantendo o equilíbrio  – n. vestibulares inferiores e medial .
Nervos Cranianos I  – OLFATÓRIO= nervo exclusivamente sensitivo, cujas fibras  conduzem impulsos olfatórios  II  – ÓPTICO = Sensitivo, cujas fibras conduzem impulsos visuais III  – ÓCULOMOTOR = Movimentação ocular extrínseca IV  – TROCLEAR = Movimentação ocular extrínseca e intrínsecas como  o esfíncter da íriz e o músculo ciliar (controla a forma da lente)
V  – TRIGÊMIO = É assim chamado por possuir três ramos:  o mandibular, o oftálmico e o maxilar. É um nervo com função mista (motora e sensitiva), porém há o predomínio de função sensitiva. Controla, principalmente, a musculatura da mastigação e a sensibilidade facial. VI  – ABDUCENTE OU MOTOR OCULAR EXTERNO - Tem função  motora, permitindo a lateralização do globo ocular. Associado aos nervos oculomotor e troclear permite a movimentação completa do globo ocular.
VII  – FACIAL = Ele surge do tronco cerebral entre a ponte e o bulbo, e controla os músculos da expressão facial, e a sensação gustativa dos dois terços anteriores da língua.  Também é responsável por levar as fíbras parassimpáticas para as glândulas submandibular e sublingual, através do nervo corda do tímpano e do gânglio submandibular; e também das glândulas lacrimais através do gânglio pteriopalatino. VIII  – VESTÍBULOCOCLEAR = É puramente sensitivo, constituído de duas porções: a porção  coclear  está relacionada a fenômenos da  Audição e a porção  vestibular  com o equilíbrio. IX  – GLOSSOFARÍNGEO = levar fibras parassimpáticas até a glândula parótida, através do gânglio óptico  levar fibras motoras para o músculo estiilofaríngeo e para os músculos superiores da faringe.  receber fibras sensitivas para: o terço posterior da língua, as tonsilas palatinas,  a faringe, o ouvido médio e os corpos carotídeos.
X  – VAGO = Sai do crânio pelo forame jugular e possui dois gânglios: o gânglio superior (jugular) e o inferior (nodoso). É responsável pela inervação parassimpática de praticamente todos os órgãos abaixo do Pescoço que recebem inervação párassimpática (pulmão, coração,  estômago intestino delgado,  etc), exceto parte do intestino grosso  (a partir do segundo terço do colon transverso) e órgãos sexuais. XI -  ACESSÓRIO = inerva músculo esquelético, porém, parte de suas fibras acola-se no vago e com ele é distribuído. XII –  HIPOGLOSSO  = inerva os músculos que movimentam a língua,  sendo por isso, considerado como o nervo motor da língua.
PONTE Grande protuberância na frente do cerebelo que transmite  informações do cerebelo para o córtex cerebral e regula a excitação (contem parte da formação reticular) – atenção sono e vigília Local de cruzamento de fibras do lado direito do corpo para o lado  esquerdo do cérebro = Decussação piramidal  Local de regulação de atividades sensório-motoras e um centro de  transferência de informações Encontra-se entre o Bulbo e o Mesencéfalo
Porção ventral Sulco basilar – aloja a artéria basilar Parte Ventral é separada do bulbo pelo sulco bulbo pontino – emergência dos VI, VII e VIII Parte Dorsal A parte dorsal da ponte não tem nenhuma demarcação com  o bulbo – as duas fazem parte do assoalho do IV Ventrículo
 
Parte Ventral = base Parte Dorsal = Tegmento – estruturas semelhantes ao Bulbo BASE DA PONTE LONGITUDINAIS Tracto córtico-espinhal – áreas motoras do córtex a neurônios motores da medula. Tracto córtico-nuclear – áreas motoras do córtex aos neurônios  motores dos nervos cranianos (facial, trigêmio e abducente) Tracto córtico-pontino – várias áreas do córtex cerebral com núcleos  pontinos
TRANSVERSAIS E NÚCLEOS PONTINOS Fibras córtico pontinas->  Núcleos Pontinos = aglomerado de neurônios dispersos em toda a  Base  axônios Fibras Transversais  Fibras da ponte ou  pontocerebelares Penetram no cerebelo pelo pedúnculo cerebelar  Via Córtico-ponto-cerebelar
PARTE DORSAL OU TEGMENTO Semelhante ao bulbo e ao tegmento do mesencéfalo com os quais continua. Fibras descendentes, ascendentes e transversais Núcleos de nervos cranianos Substância cinzenta própria da ponte.
Núcleos cocleares = Dorsal e Ventral Neurônio I  (GÂNGLIOS ESPIRAIS) porção coclear do nervo vestíbulo  coclear  -> Neurônio II  (núcleos cocleares dorsais e ventrais)  ->  cruzam para o lado oposto =  corpo trapezóide  – contornam o núcleo  olivar superior  e inflectem cranialmente – Leminisco lateral -> Neurônio III  (colículo inferior) -> Neurônio IV  (corpo geniculado medial) ->  axônios   ->   radiação auditiva (passando pela cápsula interna) -> áreas 41 e 42 de  Brodman.
Neurônio I  (GÂNGLIOS ESPIRAIS) porção coclear do nervo vestíbulo coclear  ->  Neurônio II  (núcleo olivar superior homo ou hetero lateral)  ou Núcleo Trapezóide ou Núcleo Leminisco Lateral -> Leminisco  lateral ->  Neurônio III  (colículo inferior) -> Neurônio IV  (corpo  geniculado medial) ->  axônios  ->   radiação auditiva (passando pela  cápsula interna) -> áreas 41 e 42 de Brodman
 
Núcleos Vestibulares Parte Vestibular do ouvido  ->Neurônio I  células bipolares  localizadas  no gânglio vestibular -> Neurônio II (   assoalho do IV Ventrículo – Núcleos Vestibulares (lateral, medial, inferior e superior) Vias Inconscientes   Neurônio II -> Fascículo Vestíbulo-cerebelar (córtex do arquicerebelo) Vias Conscientes   Neurônio II -> Fascículo longitudinalmedial (envolvido em reflexos que permitem aos olhos ajustar-se aos movimentos da cabeça) Neurônio II -> Tracto vestíbulo-espinhal -> neurônios motores da  Medula Neurônio II -> Fibras vestíbulo-talâmicas ->Lobo parietal próxima a área somestésica corrrespondente a face (?); área temporal próxima a  área auditiva (?
NÚCLEO DOS NERVOS FACIAIS E ABDUCENTES Fibras do Núcleo facial com direção dorso medial – abaixo do assoalho do IV Ventrículo  se encurva em direção cranial percorrem uma  distância do lado medial do núcleo abducente encurvam-se  lateralmente sobre a superfície do nervo abducente  (elevação do assoalho IV Ventrículo) = colículo facial   -> direção ventromedial e ligeiramente  caudal -> emerge no sulco pontino
 
NÚCLEO SALIVATÓRIO SUPERIOR E LACRIMAL Pertencem às partes cranianas do SNP   -> Fibras pré-ganglionares que  emergem pelo nervo intermédio ->inervação sumbandibular, sublingual  e lacrimal
NÚCLEO DO NERVO TRIGÊMIO Núcleo sensitivo principal  = continuação do tracto espinhal  ->  Cranialmente em direção ao mesencéfalo o núcleo mesencefálico do  trigêmio -> Núcleo do tracto mesencefálico   Núcleo Motor ->  fibras para os músculos mastigadores
CEREBELO Superfície =  sulcos de predominância transversal que delimitam  Laminas -> Folhas do cerebelo
Sulcos mais profundos – fissuras do cerebelo -> delimitam lóbulos
Cerebelo é constituído de um centro de substância branca –  corpo  Medular  ->  de onde irradiam-se as lâminas brancas do cerebelo,  revestida por uma fina camada de substância cinzenta = córtex do  cerebelo
DIVISÃO FILOGENÉTICA DO CEREBELO 1º Fase = vertebrados mais primitivos (lampreia) – movimento ondulatório simples.  ARQUICEREBELO Necessidade de equilíbrio no meio líquido 2º  Fase = peixes – nadadeiras e movimentos mais elaborados Receptores especiais = fusos neuromusculares e órgãos neurotendinídeos  -> impulsos proprioceptivos até o  PALEOCEREBELO – Organiza o tônus muscular e postura animal 3º  Fase = Mamíferos – capacidade de utilizar os membros em movimentos delicados e assimétricos – coordenação nervosa elaborada –  NEOCEREBELO  Passou também a desenvolver amplas conexões com o  córtex cerebral que se desenvolveu muito
 
Citoarquitetura  –  Substância branca envolvida por um córtex: Córtex =  camada molecular  Células Golgi células de Purkinje  Células em cesto camada granular  Células Estrelas
 
Massas de substâncias cinzentas (núcleos centrais) Núcleos Centrais   Denteado Emboliforme  Chegam fibras das células de Purkinje Globoso  Saem fibras eferentes  Fastigial  Corte em direção ao pedúnculo  cerebelar superior
Conexões Intrínsecas do cerebelo : Fibras musgosas (demais feixes de fibras) Fibras trepadeiras (olivar inferior)
 
Trepadeiras – enrolam-se em torno dos dendritos das células de Purkinje (ação excitatorias)  Fibras musgosa – ramos colaterais – sinapses excitatorias com neurônios dos núcleos centrais Em seguida atingem a camada granular – ramificam-se terminando em sinapse excitatorias axodendríticas com grande nº de células granulares que através das fibras paralelas se ligam as células de Purkinje. CIRCUITO CEREBELAR BÁSICO Células Golgi Células em cesto  Liberação de GABA  na relação  Células estrela  cel granulares / Cel Purkinje
 
Corpo Medular Substâncias brancas é formado por fibras mielínicas; aferentes ao cerebelo – penetram pelos pedunculos cerebelares  -> córtex (perdem a bainha de mielina) e Pelos axônios das células de Purkinje  -> núcleos centrais (ao sair do  córtex, tornam-se mielínicas) Conexões Extrísecas –  Milhões de fibras chegam (informações dos  mais diversos setores do SN)  ->  PROCESSAMENTO  – Resposta  através de um complexo sistema eferente -> neurônios motores  homolaterais
FIBRAS AFERENTES Fibras Aferentes Vestibular –  Ouvido Interno Fibras Aferentes Medular –  Músculos, tendões  e articulações Fibras Aferentes Pontina –  Córtico-ponto-cerebelar
 
 
CONEXÕES EFERENTES DA ZONA MEDIAL Axônio da célula de Purkinje -> núcleo fastigiais -> Núcleos Vestibulares ->neurônios motores-> Formação Reticular -> neurônios motores Controle da Musculatura Axial e Proximal dos membros no sentido de  manter o equilíbrio e a postura
 
CONEXÕES EFERENTES DA ZONA INTERMEDIÁRIA Axônios das células de Purkinje  ->  núcleo interpósito  -> fibras para os  núcleos rubros -> tracto rubro -espinhal ->neurônios motores tálamo do lado oposto -> córtex motor -> tracto córtico espinhal  (neurônios motores que controlam os músculos distais)
 
CONEXÕES EFERENTES DA ZONA LATERAL Axônios das células de Purkinje  -> núcleo denteado -> tálamo  heterolateral -> áreas motoras do córtex -> tracto córtico espinhal -> Musculatura motora distal responsável pelos movimentos delicados.
 
 
FUNÇÕES DO CEREBELO -  Funcionamento em nível involuntário Manutenção do equilíbrio e da postura   (arquicerebelo e zona medial – tracto vestíbulo-espinhal e retículo-espinhal Controle do Tônus Muscular Núcleos centrais (denteado) tracto córtico-espinhal e rubro-espinhal Controle dos movimentos voluntários Zona lateral do órgão a partir de informações  - via córtico-ponto- cerebelar ->via dento-tálamo-cortical ->  neurônio motor – movimento  -> aferências sensoriais (tracto espino-cerebelar) = informa as  características do movimento para a  Zona Intermédia do cerebelo  -> via  interpósito-talâmico-cortical promove as correções devidas
Zona lateral só recebe projeções corticais – núcleo denteado é ativado  antes do início do movimento (ligado ao planejamento motor) Zona Intermediária recebe projeções espinhais e corticais – núcleo  interpósito (correção dos movimentos) só é ativado depois que este se inicia Aprendizagem Motora Participação do cerebelo através de fibras olivo-cerebelares
Mesencéfalo Mediação de comportamentos autônomos e de orientação. Teto   do terceiro ventrículo  - dorsal centro de controle p/ estímulos visuais e auditivos Dois conjuntos de núcleos a)colículos superiores -  reflexos corporais a estímulos visuais  b)colículos inferiores – localização de sons, na integração dos reflexo auditivos e orientação do corpo para estímulos auditivos Quando se vira a cabeça para se ver de onde vem o som = teto está trabalhando
 
A formação reticular  estabelece contato com o tegmento (chão)  – Mais Ventral e que é composto de vários núcleos.   Núcleos relacionados com o movimento dos olhos Movimento dos membros (núcleos rubros) Com o início do movimento (substância negra) –  maior acúmulo neural do mesencéfalo - abundante em DA - comunica-se com o núcleo caudado e putamemm nos ganglios da base para iniciar os movimentos Substância cinzenta periqueductal – região do mesencéfalo em torno do aqueduto cerebral com circuitos neurais envolvida na percepção de dor. núcleos sensíveis a substância neuroquímica (opiódes) e um caminho via medula na eliminação da dor
 
Evidence for altered cerebellar vermis neuronal integrity in  schizophrenia .  Psychiatry Res. 2001 Oct 1;107(3):125-34. Deicken RF ,  Feiwell R ,  Schuff N ,  Soher B   Reduced NAA in the anterior cerebellar vermis of male patients with  schizophrenia supports the hypothesis that cerebellar dysfunction  contributes to the pathophysiology of schizophrenia. Furthermore, the  lack of a significant correlation between NAA and the amount of  cerebellar gray matter in MRSI voxels in the schizophrenic group  suggests that NAA levels in both cerebellar gray and white matter are  similar in schizophrenic patients, and are presumed to be the result of  reduced NAA concentration in the cerebellar gray matter.
Increased Expression of Activity-Dependent Genes in Cerebellar Glutamatergic Neurons of Patients With Schizophrenia   Rodrigo D. Paz, M.D. , Nancy C. Andreasen, M.D, Ph.D., Sami Z. Daoud, M.D., Robert Conley, M.D., Rosalinda Roberts, Ph.D., Juan Bustillo, M.D. and Nora I. Perrone-Bizzozero, Ph.D.  OBJECTIVE: The purpose of this study was to evaluate the functional   state of glutamatergic neurons in the cerebellar cortex of patients   with schizophrenia. METHOD: The authors measured messenger ribonucleic   acid (mRNA) levels of three activity-dependent genes expressed   by glutamatergic neurons in the cerebellar cortex (GAP-43, BDNF,   and GABA A -  subunit) in the tissues of 14 patients with schizophrenia   and 14 matched nonpsychiatric comparison subjects. Since its   level of expression does not change in response to neuronal   activity, gamma-aminobutyric acid A -    6 subunit mRNA was used as   a control. RESULTS: The levels of GAP-43 and BDNF mRNAs were   significantly elevated in patients with schizophrenia, and a   similar finding was observed for GABA A -  mRNA. In contrast, the   levels of the GABA A –    6 subunit mRNA, which is expressed   in cerebellar granule cells in an activity-independent manner,   did not differ from comparison subjects. CONCLUSIONS: These   results suggest that glutamatergic neurons may be hyperactive   in the cerebellar cortices of patients with schizophrenia.   Am J Psychiatry 2006 163: 62.
Cerebellar dysfunction in neuroleptic naive schizophrenia patients:  clinical, cognitive, and  Neuroanatomic correlates of cerebellar Neurologic sings . Biol Psychiatry. 2004 Jun 15;55(12):1146-53.  Ho  BC ,  Mola C ,  Andreasen  NC .   BACKGROUND: There is increasing evidence that, aside from motor coordination, the  cerebellum also plays an important role in cognition and psychiatric disorders. Our previous  studies support the hypothesis that cerebellar dysfunction may disrupt the cortico-cerebellar- thalamic-cortical circuit and, in turn, lead to cognitive dysmetria in schizophrenia. The goal of  this study was to investigate cerebellar dysfunction in schizophrenia by examining the linical,  cognitive, and neuroanatomic correlates of cerebellar neurologic signs in schizophrenia  patients. METHODS: We compared the prevalence of cerebellar neurologic signs in 155  neuroleptic-naive schizophrenia patients against 155 age- and gender-matched healthy  control subjects. Differences in clinical characteristics, standardized neuropsychologic  performance, and magnetic resonance imaging brain volumes between patients with and  without cerebellar signs were also examined. RESULTS: Patients had significantly higher  rates of cerebellar signs than control subjects, with coordination of gait and stance being the  most common abnormalities. Patients with lifetime alcohol abuse or dependence were no  more likely than those without alcoholism to have cerebellar signs. Presence of cerebellar  signs in patients was associated with poorer premorbid adjustment, more severe negative  symptoms, poorer cognitive performance, and smaller cerebellar tissue volumes.  CONCLUSIONS: These findings lend further support for cerebellar dysfunction in schizophrenia.
Roy Turner, M.D. and Alessandra Schiavetto, Ph.D.   The Cerebellum in Schizophrenia: A Case of Intermittent Ataxia and Psychosis—Clinical, Cognitive, and Neuroanatomical Correlates , J Neuropsychiatry Clin Neurosci 16:400-408, November 2004  The contribution of cerebellar brain circuits to schizophrenia has been previously alluded to in the literature. This study examines current reappraisals of cerebellar involvement in cognition and behavior. An individual with documented developmental cerebellar anomalies who developed schizophrenic symptoms in late adolescence is described. Psychiatric, medical, and cognitive assessments were conducted to document the multifactorial contributions and manifestations of this dysfunction. Using this case as an example, the putative role of cerebellar dysfunction in the pathogenesis and clinical understanding of schizophrenic and psychotic illnesses is explored
Leslie K. Jacobsen, M.D., Jay N. Giedd, M.D., Patrick C. Berquin, M.D., Amy L. Krain, B.A., Susan D. Hamburger, M.A., M.S., Sanjiv Kumra, M.D. and Judith  L. Rapoport, M.D.  Quantitative Morphology of the Cerebellum and Fourth Ventricle  in Childhood-Onset Schizophrenia  OBJECTIVE:  Studies have suggested that the maldeveloped neural circuitry producing schizophrenic symptoms may include the cerebellum. The authors found further support for this hypothesis by examining cerebellar morphology in severely ill children and adolescents with childhood-onset schizophrenia.  METHOD:  Anatomic brain scans were acquired with a 1.5-T magnetic resonance imaging scanner for 24 patients (mean age=14.1 years, SD=2.2) with onset of schizophrenia by age 12 (mean age at onset=10.0 years, SD=1.9) and 52 healthy children. Volumes of the vermis, inferior posterior lobe, fourth ventricle, and total cerebellum and the midsagittal area of the vermis were measured manually.  RESULTS:  After adjustment for total cerebral volume, the volume of the vermis and the midsagittal area and volume of the inferior posterior lobe remained significantly smaller in the schizophrenic patients. There was no group difference in total cerebellar or fourth ventricle volume.  CONCLUSIONS:  These findings are consistent with observations of small vermal size in adult schizophrenia and provide further support for abnormal cerebellar function in childhood- and adult-onset schizophrenia. (Am J Psychiatry 1997; 154:1663–1669)
James J. Levitt, M.D., Robert W. McCarley, M.D., Paul G. Nestor, Ph.D., Creola Petrescu, B.S., Robert Donnino, B.A., Yoshio Hirayasu, M.D., Ph.D., Ron Kikinis, M.D., Ferenc A. Jolesz, M.D. and Martha E. Shenton, Ph.D.   Quantitative Volumetric MRI Study of the Cerebellum and Vermis in Schizophrenia: Clinical and Cognitive Correlates   OBJECTIVE:  Recent evidence suggests that the cerebellum may play a role in higher cognitive functions and, therefore, may play an important role in schizophrenia.  METHOD:  The authors used magnetic resonance imaging to measure cerebellum and vermis volume in 15 patients with schizophrenia and 15 normal comparison subjects.  RESULTS:  They found that 1) vermis volume was greater in patients with schizophrenia than in normal subjects, 2) greater vermis white matter volume in the patients with schizophrenia significantly correlated with severity of positive symptoms and thought disorder and with impairment in verbal logical memory, and 3) patients with schizophrenia showed a trend for more cerebellar hemispheric volume asymmetry (left greater than right).  CONCLUSIONS:  These data suggest that an abnormality in the vermis may contribute to the pathophysiology of schizophrenia .
Fronto-cerebellar systems are associated with infant motor and adult executive functions in healthy adults but not in schizophrenia   Khanum Ridler * , Juha M. Veijola     ,    ,  Päivikki Tanskanen  ,   Jouko Miettunen    ,¶ ,  Xavier Chitnis|| ,  John Suckling* ,  Graham K. Murray* ,  Marianne Haapea    ,  Peter B. Jones*, * ,  Matti K. Isohanni    , and  Edward T. Bullmore  Delineating longitudinal relationships between early developmental markers, adult cognitive function, and adult brain structure could clarify the pathogenesis of neurodevelopmental disorders such as schizophrenia. We aimed to identify brain structural correlates of infant motor development (IMD) and adult executive function in nonpsychotic adults and to test for abnormal associations between these measures in people with schizophrenia. Representative samples of nonpsychotic adults ( n  = 93) and people with schizophrenia ( n  = 49) were drawn from the Northern Finland 1966 general population birth cohort. IMD was prospectively assessed at age 1 year; executive function testing and MRI were completed at age 33–35 years. We found that earlier motor development in infancy was correlated with superior executive function in nonpsychotic subjects. Earlier motor development was also normally associated with increased gray matter density in adult premotor cortex, striatum, and cerebellum and increased white matter density in frontal and parietal lobes. Adult executive function was normally associated with increased gray matter density in a fronto-cerebellar system that partially overlapped, but was not identical to, the gray matter regions normally associated with IMD. People with schizophrenia had relatively delayed IMD and impaired adult executive function in adulthood. Furthermore, they demonstrated no normative associations between fronto-cerebellar structure, IMD, or executive function. We conclude that frontal cortico-cerebellar systems correlated with adult executive function are anatomically related to systems associated with normal infant motor development. Disruption of this anatomical system may underlie both the early developmental and adult cognitive abnormalities in schizophrenia.
Síntese Níveis baixos de NAA em Vermis Anterior – Disfunção cerebelar  contribui  para  patofisiologia da esquizofrenia. Estado hiperfuncionalfuncional dos neurônios glutamatérgicos do córtex  cerebelar de pacientes  esquizofrênicos Disfunção cerebelar pode distorcer o circuito córtico-cerebelar-talâmico-cortical  levando a dismetria cognitiva. -  Os pacientes tiveram umas taxas significativamente mais elevadas de sinais  cerebelares do que os controle. A presença de sinais cerebelares nos pacientes  foi associada com o ajuste premórbido mais pobre, sintomas negativos mais severos, o desempenho cognitivo mais pobre, e os volumes cerebelar menores de tecido.  -  Relação entre ataxia cerebelar intermitente e psicose precoce
Adolescentes com primeira crise de esquizofrenia apresentam volume do vermis e midsagittal area e do lobo inferoposterior são significativamente menor que a média padrão Vermis maior que em controles normais – ligados a maior gravidade    de sintomatologia positiva e a alteração da memória de trabalho e normalmente apresentam assimetria hemisférica sendo que o  esquerdo é maior que o direito  O desenvolvimento do circuito fronto –cerebelar na infância está  associado as funções executivas nos adultos e seu comprometimento  desenvolvimental na esquizofrenia leva  a alterações das funções  executivas
Desempenho em funções cognitivas e funcionais. Acompanha as informações no contexto de tempo Suspeita-se que o cerebelo possa não estar funcionando corretamente  como um “metrônomo” ou marcador de tempo,  reconhecendo onde  nossos corpos estão se movendo no espaço e onde nossos  pensamentos estão se movendo em nossas mentes -  Nancy C. Andreasen Na esquizofrenia parece haver uma perda destes sinais com  conseqüente prejuízo na sua sincronia e coordenação percam a sua sincronia e coordenação
 
 
Hiperatividade dopaminérgica em vias mesolímbicas =  sintomas  positivose Hipoatividade dopaminérgica em vias mesocorticais  = sintomas  negativos

Tronco EncefáLico MóDulo 6

  • 1.
    TRONCO ENCEFÁLICO ConsideraçõesAparecimento de um grande número de fibras de direção transversal Substância cinzenta é fragmentada longitudinalmente e transversalmente = núcleos dos nervos cranianos – substância cinzenta homólogos à medula Núcleos sem correspondência com nenhuma substância cinzenta da medula – substância cinzenta própria do tronco encefálico - Formação reticular – estrutura intermediária entre a substância branca e a cinzenta que preenche os espaços entre os núcleos e os tratos mais compactos
  • 2.
  • 3.
    TRONCO ENCEFÁLICO Medula Oblonga (Bulbo) – centro regulatório para atividades vegetativas básicas (respiração, funções cardiovasculares)
  • 4.
    Não existe nenhumalinha de demarcação entre bulbo e medula – limite = plano horizontal que passa a nível do 1º nervo cervical Limite superior – sulco horizontal = sulco bulbo-pontino Superfície é percorrida por sulcos longitudinais – delimita fissuras Fissura Mediana Anterior termina em uma depressão – forame cego De cada lado da Fissura Mediana Anterior – eminência alongada – pirâmide = feixe compacto de fibras descendentes que liga as áreas motoras do cérebro com os neurônios motores da medula -> Tracto córtico-espinhal (piramidal) Parte caudal – fibras deste tracto se cruzam obliquamente em feixes – decussação da pirâmide
  • 5.
  • 6.
    Entre o sulcolateral anterior e posterior = oliva Ventralmente a oliva emergem filamentos dos nervos hipoglosso, (XII) , glossofaríngeo (IX) , Vago (X) Parte caudal do bulbo ou porção fechada e percorrida por um estreito Canal que se abre para constituir o IV Ventrículo Fascículo Grácil e Cuneiforme – fibras ascendentes proveniente da Medula – termina nos núcleos grácil e cuneiforme – onde determina o Aparecimento do tubérculo grácil e cuneiforme que se afastam lateralmente como dois ramos de um V e gradualmente continuam para cima com o pedúnculo cerebral inferior que vai fletir para entra no cerebelo
  • 7.
  • 8.
    BULBO Substância CinzentaNÚCLEOS DE NERVOS CRANIANOS MOTORES Ambíguo IX, X, XI Hipoglosso XII Dorsal do Vago X Salivatório Inferrior IX SENSITIVOS Tracto Espinhal do Trigêmio – V, VII, IX,X Tracto Solitário VII, IX, X Vestibular Medial VIII Vestibular Inferior VIII
  • 9.
    SUBSTÂNCIA CINZENTA PRÓPRIADO BULBO Núcleo grácil Núcleo Cuneiforme Núcleo Cuneiforme Acessório Núcleo Olivar Inferior Núcleo Olivar Acessório Medial Complexo Olivar Inferior Núcleo Olivar Acessório Dorsal SUBSTÂNCIA BRANCA Fibras Transversais – arqueadas internas e externas Fibras Longitudinais – ASCENDENTES = Fascículo Grácil Fascículo Cuneiforme Leminisco medial Tracto espino-dorsal lateral Tracto espino- talâmico anterior Tracto espino-cerebelar anterior Tracto espino-cerebelar posterior Pedúnculo cerebelar inferior
  • 10.
    DESCENDENTE – Tracto córtico-espinhal Tracto córtico-nuclear Tracto tecto-espinhal Tracto rubro-espinhal Tracto vestibulo-espinhal Tracto retículo-espinhal Tracto espinhal do Trigêmio Tracto Solitário DE ASSOCIAÇÃO – Fascículo Longitudinal Medial FORMAÇÃO RETICULAR – Centro Respiratório Centro Vasomotor Centro do Vômito CAVIDADE – Canal central do Bulbo IV Ventrículo
  • 11.
    Núcleos de nervoscranianos atuantes no ato de se tomar um sorvete Por a língua para lamber o sorvete - n. do hipoglosso Verificar se está mesmo frio – n. do tracto espinhal do trigêmio Verificar o Gosto do Sorvete – n. do tracto solitário Boca cheia d’água – n. salivatório Fase de engolir o sorvete – n. ambíguo Sorvete no estômago (ação do suco gástrico) – n. dorsal do vago Se tomou o sorvete de pé, mantendo o equilíbrio – n. vestibulares inferiores e medial .
  • 12.
    Nervos Cranianos I – OLFATÓRIO= nervo exclusivamente sensitivo, cujas fibras conduzem impulsos olfatórios II – ÓPTICO = Sensitivo, cujas fibras conduzem impulsos visuais III – ÓCULOMOTOR = Movimentação ocular extrínseca IV – TROCLEAR = Movimentação ocular extrínseca e intrínsecas como o esfíncter da íriz e o músculo ciliar (controla a forma da lente)
  • 13.
    V –TRIGÊMIO = É assim chamado por possuir três ramos: o mandibular, o oftálmico e o maxilar. É um nervo com função mista (motora e sensitiva), porém há o predomínio de função sensitiva. Controla, principalmente, a musculatura da mastigação e a sensibilidade facial. VI – ABDUCENTE OU MOTOR OCULAR EXTERNO - Tem função motora, permitindo a lateralização do globo ocular. Associado aos nervos oculomotor e troclear permite a movimentação completa do globo ocular.
  • 14.
    VII –FACIAL = Ele surge do tronco cerebral entre a ponte e o bulbo, e controla os músculos da expressão facial, e a sensação gustativa dos dois terços anteriores da língua. Também é responsável por levar as fíbras parassimpáticas para as glândulas submandibular e sublingual, através do nervo corda do tímpano e do gânglio submandibular; e também das glândulas lacrimais através do gânglio pteriopalatino. VIII – VESTÍBULOCOCLEAR = É puramente sensitivo, constituído de duas porções: a porção coclear está relacionada a fenômenos da Audição e a porção vestibular com o equilíbrio. IX – GLOSSOFARÍNGEO = levar fibras parassimpáticas até a glândula parótida, através do gânglio óptico levar fibras motoras para o músculo estiilofaríngeo e para os músculos superiores da faringe. receber fibras sensitivas para: o terço posterior da língua, as tonsilas palatinas, a faringe, o ouvido médio e os corpos carotídeos.
  • 15.
    X –VAGO = Sai do crânio pelo forame jugular e possui dois gânglios: o gânglio superior (jugular) e o inferior (nodoso). É responsável pela inervação parassimpática de praticamente todos os órgãos abaixo do Pescoço que recebem inervação párassimpática (pulmão, coração, estômago intestino delgado, etc), exceto parte do intestino grosso (a partir do segundo terço do colon transverso) e órgãos sexuais. XI - ACESSÓRIO = inerva músculo esquelético, porém, parte de suas fibras acola-se no vago e com ele é distribuído. XII – HIPOGLOSSO = inerva os músculos que movimentam a língua, sendo por isso, considerado como o nervo motor da língua.
  • 16.
    PONTE Grande protuberânciana frente do cerebelo que transmite informações do cerebelo para o córtex cerebral e regula a excitação (contem parte da formação reticular) – atenção sono e vigília Local de cruzamento de fibras do lado direito do corpo para o lado esquerdo do cérebro = Decussação piramidal Local de regulação de atividades sensório-motoras e um centro de transferência de informações Encontra-se entre o Bulbo e o Mesencéfalo
  • 17.
    Porção ventral Sulcobasilar – aloja a artéria basilar Parte Ventral é separada do bulbo pelo sulco bulbo pontino – emergência dos VI, VII e VIII Parte Dorsal A parte dorsal da ponte não tem nenhuma demarcação com o bulbo – as duas fazem parte do assoalho do IV Ventrículo
  • 18.
  • 19.
    Parte Ventral =base Parte Dorsal = Tegmento – estruturas semelhantes ao Bulbo BASE DA PONTE LONGITUDINAIS Tracto córtico-espinhal – áreas motoras do córtex a neurônios motores da medula. Tracto córtico-nuclear – áreas motoras do córtex aos neurônios motores dos nervos cranianos (facial, trigêmio e abducente) Tracto córtico-pontino – várias áreas do córtex cerebral com núcleos pontinos
  • 20.
    TRANSVERSAIS E NÚCLEOSPONTINOS Fibras córtico pontinas-> Núcleos Pontinos = aglomerado de neurônios dispersos em toda a Base axônios Fibras Transversais Fibras da ponte ou pontocerebelares Penetram no cerebelo pelo pedúnculo cerebelar Via Córtico-ponto-cerebelar
  • 21.
    PARTE DORSAL OUTEGMENTO Semelhante ao bulbo e ao tegmento do mesencéfalo com os quais continua. Fibras descendentes, ascendentes e transversais Núcleos de nervos cranianos Substância cinzenta própria da ponte.
  • 22.
    Núcleos cocleares =Dorsal e Ventral Neurônio I (GÂNGLIOS ESPIRAIS) porção coclear do nervo vestíbulo coclear -> Neurônio II (núcleos cocleares dorsais e ventrais) -> cruzam para o lado oposto = corpo trapezóide – contornam o núcleo olivar superior e inflectem cranialmente – Leminisco lateral -> Neurônio III (colículo inferior) -> Neurônio IV (corpo geniculado medial) -> axônios -> radiação auditiva (passando pela cápsula interna) -> áreas 41 e 42 de Brodman.
  • 23.
    Neurônio I (GÂNGLIOS ESPIRAIS) porção coclear do nervo vestíbulo coclear -> Neurônio II (núcleo olivar superior homo ou hetero lateral) ou Núcleo Trapezóide ou Núcleo Leminisco Lateral -> Leminisco lateral -> Neurônio III (colículo inferior) -> Neurônio IV (corpo geniculado medial) -> axônios -> radiação auditiva (passando pela cápsula interna) -> áreas 41 e 42 de Brodman
  • 24.
  • 25.
    Núcleos Vestibulares ParteVestibular do ouvido ->Neurônio I células bipolares localizadas no gânglio vestibular -> Neurônio II ( assoalho do IV Ventrículo – Núcleos Vestibulares (lateral, medial, inferior e superior) Vias Inconscientes Neurônio II -> Fascículo Vestíbulo-cerebelar (córtex do arquicerebelo) Vias Conscientes Neurônio II -> Fascículo longitudinalmedial (envolvido em reflexos que permitem aos olhos ajustar-se aos movimentos da cabeça) Neurônio II -> Tracto vestíbulo-espinhal -> neurônios motores da Medula Neurônio II -> Fibras vestíbulo-talâmicas ->Lobo parietal próxima a área somestésica corrrespondente a face (?); área temporal próxima a área auditiva (?
  • 26.
    NÚCLEO DOS NERVOSFACIAIS E ABDUCENTES Fibras do Núcleo facial com direção dorso medial – abaixo do assoalho do IV Ventrículo se encurva em direção cranial percorrem uma distância do lado medial do núcleo abducente encurvam-se lateralmente sobre a superfície do nervo abducente (elevação do assoalho IV Ventrículo) = colículo facial -> direção ventromedial e ligeiramente caudal -> emerge no sulco pontino
  • 27.
  • 28.
    NÚCLEO SALIVATÓRIO SUPERIORE LACRIMAL Pertencem às partes cranianas do SNP -> Fibras pré-ganglionares que emergem pelo nervo intermédio ->inervação sumbandibular, sublingual e lacrimal
  • 29.
    NÚCLEO DO NERVOTRIGÊMIO Núcleo sensitivo principal = continuação do tracto espinhal -> Cranialmente em direção ao mesencéfalo o núcleo mesencefálico do trigêmio -> Núcleo do tracto mesencefálico Núcleo Motor -> fibras para os músculos mastigadores
  • 30.
    CEREBELO Superfície = sulcos de predominância transversal que delimitam Laminas -> Folhas do cerebelo
  • 31.
    Sulcos mais profundos– fissuras do cerebelo -> delimitam lóbulos
  • 32.
    Cerebelo é constituídode um centro de substância branca – corpo Medular -> de onde irradiam-se as lâminas brancas do cerebelo, revestida por uma fina camada de substância cinzenta = córtex do cerebelo
  • 33.
    DIVISÃO FILOGENÉTICA DOCEREBELO 1º Fase = vertebrados mais primitivos (lampreia) – movimento ondulatório simples. ARQUICEREBELO Necessidade de equilíbrio no meio líquido 2º Fase = peixes – nadadeiras e movimentos mais elaborados Receptores especiais = fusos neuromusculares e órgãos neurotendinídeos -> impulsos proprioceptivos até o PALEOCEREBELO – Organiza o tônus muscular e postura animal 3º Fase = Mamíferos – capacidade de utilizar os membros em movimentos delicados e assimétricos – coordenação nervosa elaborada – NEOCEREBELO Passou também a desenvolver amplas conexões com o córtex cerebral que se desenvolveu muito
  • 34.
  • 35.
    Citoarquitetura – Substância branca envolvida por um córtex: Córtex = camada molecular Células Golgi células de Purkinje Células em cesto camada granular Células Estrelas
  • 36.
  • 37.
    Massas de substânciascinzentas (núcleos centrais) Núcleos Centrais Denteado Emboliforme Chegam fibras das células de Purkinje Globoso Saem fibras eferentes Fastigial Corte em direção ao pedúnculo cerebelar superior
  • 38.
    Conexões Intrínsecas docerebelo : Fibras musgosas (demais feixes de fibras) Fibras trepadeiras (olivar inferior)
  • 39.
  • 40.
    Trepadeiras – enrolam-seem torno dos dendritos das células de Purkinje (ação excitatorias) Fibras musgosa – ramos colaterais – sinapses excitatorias com neurônios dos núcleos centrais Em seguida atingem a camada granular – ramificam-se terminando em sinapse excitatorias axodendríticas com grande nº de células granulares que através das fibras paralelas se ligam as células de Purkinje. CIRCUITO CEREBELAR BÁSICO Células Golgi Células em cesto Liberação de GABA na relação Células estrela cel granulares / Cel Purkinje
  • 41.
  • 42.
    Corpo Medular Substânciasbrancas é formado por fibras mielínicas; aferentes ao cerebelo – penetram pelos pedunculos cerebelares -> córtex (perdem a bainha de mielina) e Pelos axônios das células de Purkinje -> núcleos centrais (ao sair do córtex, tornam-se mielínicas) Conexões Extrísecas – Milhões de fibras chegam (informações dos mais diversos setores do SN) -> PROCESSAMENTO – Resposta através de um complexo sistema eferente -> neurônios motores homolaterais
  • 43.
    FIBRAS AFERENTES FibrasAferentes Vestibular – Ouvido Interno Fibras Aferentes Medular – Músculos, tendões e articulações Fibras Aferentes Pontina – Córtico-ponto-cerebelar
  • 44.
  • 45.
  • 46.
    CONEXÕES EFERENTES DAZONA MEDIAL Axônio da célula de Purkinje -> núcleo fastigiais -> Núcleos Vestibulares ->neurônios motores-> Formação Reticular -> neurônios motores Controle da Musculatura Axial e Proximal dos membros no sentido de manter o equilíbrio e a postura
  • 47.
  • 48.
    CONEXÕES EFERENTES DAZONA INTERMEDIÁRIA Axônios das células de Purkinje -> núcleo interpósito -> fibras para os núcleos rubros -> tracto rubro -espinhal ->neurônios motores tálamo do lado oposto -> córtex motor -> tracto córtico espinhal (neurônios motores que controlam os músculos distais)
  • 49.
  • 50.
    CONEXÕES EFERENTES DAZONA LATERAL Axônios das células de Purkinje -> núcleo denteado -> tálamo heterolateral -> áreas motoras do córtex -> tracto córtico espinhal -> Musculatura motora distal responsável pelos movimentos delicados.
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  • 52.
  • 53.
    FUNÇÕES DO CEREBELO- Funcionamento em nível involuntário Manutenção do equilíbrio e da postura (arquicerebelo e zona medial – tracto vestíbulo-espinhal e retículo-espinhal Controle do Tônus Muscular Núcleos centrais (denteado) tracto córtico-espinhal e rubro-espinhal Controle dos movimentos voluntários Zona lateral do órgão a partir de informações - via córtico-ponto- cerebelar ->via dento-tálamo-cortical -> neurônio motor – movimento -> aferências sensoriais (tracto espino-cerebelar) = informa as características do movimento para a Zona Intermédia do cerebelo -> via interpósito-talâmico-cortical promove as correções devidas
  • 54.
    Zona lateral sórecebe projeções corticais – núcleo denteado é ativado antes do início do movimento (ligado ao planejamento motor) Zona Intermediária recebe projeções espinhais e corticais – núcleo interpósito (correção dos movimentos) só é ativado depois que este se inicia Aprendizagem Motora Participação do cerebelo através de fibras olivo-cerebelares
  • 55.
    Mesencéfalo Mediação decomportamentos autônomos e de orientação. Teto do terceiro ventrículo - dorsal centro de controle p/ estímulos visuais e auditivos Dois conjuntos de núcleos a)colículos superiores - reflexos corporais a estímulos visuais b)colículos inferiores – localização de sons, na integração dos reflexo auditivos e orientação do corpo para estímulos auditivos Quando se vira a cabeça para se ver de onde vem o som = teto está trabalhando
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  • 57.
    A formação reticular estabelece contato com o tegmento (chão) – Mais Ventral e que é composto de vários núcleos. Núcleos relacionados com o movimento dos olhos Movimento dos membros (núcleos rubros) Com o início do movimento (substância negra) – maior acúmulo neural do mesencéfalo - abundante em DA - comunica-se com o núcleo caudado e putamemm nos ganglios da base para iniciar os movimentos Substância cinzenta periqueductal – região do mesencéfalo em torno do aqueduto cerebral com circuitos neurais envolvida na percepção de dor. núcleos sensíveis a substância neuroquímica (opiódes) e um caminho via medula na eliminação da dor
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  • 59.
    Evidence for alteredcerebellar vermis neuronal integrity in schizophrenia . Psychiatry Res. 2001 Oct 1;107(3):125-34. Deicken RF , Feiwell R , Schuff N , Soher B Reduced NAA in the anterior cerebellar vermis of male patients with schizophrenia supports the hypothesis that cerebellar dysfunction contributes to the pathophysiology of schizophrenia. Furthermore, the lack of a significant correlation between NAA and the amount of cerebellar gray matter in MRSI voxels in the schizophrenic group suggests that NAA levels in both cerebellar gray and white matter are similar in schizophrenic patients, and are presumed to be the result of reduced NAA concentration in the cerebellar gray matter.
  • 60.
    Increased Expression ofActivity-Dependent Genes in Cerebellar Glutamatergic Neurons of Patients With Schizophrenia Rodrigo D. Paz, M.D. , Nancy C. Andreasen, M.D, Ph.D., Sami Z. Daoud, M.D., Robert Conley, M.D., Rosalinda Roberts, Ph.D., Juan Bustillo, M.D. and Nora I. Perrone-Bizzozero, Ph.D. OBJECTIVE: The purpose of this study was to evaluate the functional state of glutamatergic neurons in the cerebellar cortex of patients with schizophrenia. METHOD: The authors measured messenger ribonucleic acid (mRNA) levels of three activity-dependent genes expressed by glutamatergic neurons in the cerebellar cortex (GAP-43, BDNF, and GABA A - subunit) in the tissues of 14 patients with schizophrenia and 14 matched nonpsychiatric comparison subjects. Since its level of expression does not change in response to neuronal activity, gamma-aminobutyric acid A -   6 subunit mRNA was used as a control. RESULTS: The levels of GAP-43 and BDNF mRNAs were significantly elevated in patients with schizophrenia, and a similar finding was observed for GABA A - mRNA. In contrast, the levels of the GABA A –   6 subunit mRNA, which is expressed in cerebellar granule cells in an activity-independent manner, did not differ from comparison subjects. CONCLUSIONS: These results suggest that glutamatergic neurons may be hyperactive in the cerebellar cortices of patients with schizophrenia. Am J Psychiatry 2006 163: 62.
  • 61.
    Cerebellar dysfunction inneuroleptic naive schizophrenia patients: clinical, cognitive, and Neuroanatomic correlates of cerebellar Neurologic sings . Biol Psychiatry. 2004 Jun 15;55(12):1146-53. Ho BC , Mola C , Andreasen NC . BACKGROUND: There is increasing evidence that, aside from motor coordination, the cerebellum also plays an important role in cognition and psychiatric disorders. Our previous studies support the hypothesis that cerebellar dysfunction may disrupt the cortico-cerebellar- thalamic-cortical circuit and, in turn, lead to cognitive dysmetria in schizophrenia. The goal of this study was to investigate cerebellar dysfunction in schizophrenia by examining the linical, cognitive, and neuroanatomic correlates of cerebellar neurologic signs in schizophrenia patients. METHODS: We compared the prevalence of cerebellar neurologic signs in 155 neuroleptic-naive schizophrenia patients against 155 age- and gender-matched healthy control subjects. Differences in clinical characteristics, standardized neuropsychologic performance, and magnetic resonance imaging brain volumes between patients with and without cerebellar signs were also examined. RESULTS: Patients had significantly higher rates of cerebellar signs than control subjects, with coordination of gait and stance being the most common abnormalities. Patients with lifetime alcohol abuse or dependence were no more likely than those without alcoholism to have cerebellar signs. Presence of cerebellar signs in patients was associated with poorer premorbid adjustment, more severe negative symptoms, poorer cognitive performance, and smaller cerebellar tissue volumes. CONCLUSIONS: These findings lend further support for cerebellar dysfunction in schizophrenia.
  • 62.
    Roy Turner, M.D.and Alessandra Schiavetto, Ph.D. The Cerebellum in Schizophrenia: A Case of Intermittent Ataxia and Psychosis—Clinical, Cognitive, and Neuroanatomical Correlates , J Neuropsychiatry Clin Neurosci 16:400-408, November 2004 The contribution of cerebellar brain circuits to schizophrenia has been previously alluded to in the literature. This study examines current reappraisals of cerebellar involvement in cognition and behavior. An individual with documented developmental cerebellar anomalies who developed schizophrenic symptoms in late adolescence is described. Psychiatric, medical, and cognitive assessments were conducted to document the multifactorial contributions and manifestations of this dysfunction. Using this case as an example, the putative role of cerebellar dysfunction in the pathogenesis and clinical understanding of schizophrenic and psychotic illnesses is explored
  • 63.
    Leslie K. Jacobsen,M.D., Jay N. Giedd, M.D., Patrick C. Berquin, M.D., Amy L. Krain, B.A., Susan D. Hamburger, M.A., M.S., Sanjiv Kumra, M.D. and Judith L. Rapoport, M.D. Quantitative Morphology of the Cerebellum and Fourth Ventricle in Childhood-Onset Schizophrenia OBJECTIVE: Studies have suggested that the maldeveloped neural circuitry producing schizophrenic symptoms may include the cerebellum. The authors found further support for this hypothesis by examining cerebellar morphology in severely ill children and adolescents with childhood-onset schizophrenia. METHOD: Anatomic brain scans were acquired with a 1.5-T magnetic resonance imaging scanner for 24 patients (mean age=14.1 years, SD=2.2) with onset of schizophrenia by age 12 (mean age at onset=10.0 years, SD=1.9) and 52 healthy children. Volumes of the vermis, inferior posterior lobe, fourth ventricle, and total cerebellum and the midsagittal area of the vermis were measured manually. RESULTS: After adjustment for total cerebral volume, the volume of the vermis and the midsagittal area and volume of the inferior posterior lobe remained significantly smaller in the schizophrenic patients. There was no group difference in total cerebellar or fourth ventricle volume. CONCLUSIONS: These findings are consistent with observations of small vermal size in adult schizophrenia and provide further support for abnormal cerebellar function in childhood- and adult-onset schizophrenia. (Am J Psychiatry 1997; 154:1663–1669)
  • 64.
    James J. Levitt,M.D., Robert W. McCarley, M.D., Paul G. Nestor, Ph.D., Creola Petrescu, B.S., Robert Donnino, B.A., Yoshio Hirayasu, M.D., Ph.D., Ron Kikinis, M.D., Ferenc A. Jolesz, M.D. and Martha E. Shenton, Ph.D. Quantitative Volumetric MRI Study of the Cerebellum and Vermis in Schizophrenia: Clinical and Cognitive Correlates OBJECTIVE: Recent evidence suggests that the cerebellum may play a role in higher cognitive functions and, therefore, may play an important role in schizophrenia. METHOD: The authors used magnetic resonance imaging to measure cerebellum and vermis volume in 15 patients with schizophrenia and 15 normal comparison subjects. RESULTS: They found that 1) vermis volume was greater in patients with schizophrenia than in normal subjects, 2) greater vermis white matter volume in the patients with schizophrenia significantly correlated with severity of positive symptoms and thought disorder and with impairment in verbal logical memory, and 3) patients with schizophrenia showed a trend for more cerebellar hemispheric volume asymmetry (left greater than right). CONCLUSIONS: These data suggest that an abnormality in the vermis may contribute to the pathophysiology of schizophrenia .
  • 65.
    Fronto-cerebellar systems areassociated with infant motor and adult executive functions in healthy adults but not in schizophrenia Khanum Ridler * , Juha M. Veijola   ,   , Päivikki Tanskanen , Jouko Miettunen   ,¶ , Xavier Chitnis|| , John Suckling* , Graham K. Murray* , Marianne Haapea   , Peter B. Jones*, * , Matti K. Isohanni   , and Edward T. Bullmore Delineating longitudinal relationships between early developmental markers, adult cognitive function, and adult brain structure could clarify the pathogenesis of neurodevelopmental disorders such as schizophrenia. We aimed to identify brain structural correlates of infant motor development (IMD) and adult executive function in nonpsychotic adults and to test for abnormal associations between these measures in people with schizophrenia. Representative samples of nonpsychotic adults ( n = 93) and people with schizophrenia ( n = 49) were drawn from the Northern Finland 1966 general population birth cohort. IMD was prospectively assessed at age 1 year; executive function testing and MRI were completed at age 33–35 years. We found that earlier motor development in infancy was correlated with superior executive function in nonpsychotic subjects. Earlier motor development was also normally associated with increased gray matter density in adult premotor cortex, striatum, and cerebellum and increased white matter density in frontal and parietal lobes. Adult executive function was normally associated with increased gray matter density in a fronto-cerebellar system that partially overlapped, but was not identical to, the gray matter regions normally associated with IMD. People with schizophrenia had relatively delayed IMD and impaired adult executive function in adulthood. Furthermore, they demonstrated no normative associations between fronto-cerebellar structure, IMD, or executive function. We conclude that frontal cortico-cerebellar systems correlated with adult executive function are anatomically related to systems associated with normal infant motor development. Disruption of this anatomical system may underlie both the early developmental and adult cognitive abnormalities in schizophrenia.
  • 66.
    Síntese Níveis baixosde NAA em Vermis Anterior – Disfunção cerebelar contribui para patofisiologia da esquizofrenia. Estado hiperfuncionalfuncional dos neurônios glutamatérgicos do córtex cerebelar de pacientes esquizofrênicos Disfunção cerebelar pode distorcer o circuito córtico-cerebelar-talâmico-cortical levando a dismetria cognitiva. - Os pacientes tiveram umas taxas significativamente mais elevadas de sinais cerebelares do que os controle. A presença de sinais cerebelares nos pacientes foi associada com o ajuste premórbido mais pobre, sintomas negativos mais severos, o desempenho cognitivo mais pobre, e os volumes cerebelar menores de tecido. - Relação entre ataxia cerebelar intermitente e psicose precoce
  • 67.
    Adolescentes com primeiracrise de esquizofrenia apresentam volume do vermis e midsagittal area e do lobo inferoposterior são significativamente menor que a média padrão Vermis maior que em controles normais – ligados a maior gravidade de sintomatologia positiva e a alteração da memória de trabalho e normalmente apresentam assimetria hemisférica sendo que o esquerdo é maior que o direito O desenvolvimento do circuito fronto –cerebelar na infância está associado as funções executivas nos adultos e seu comprometimento desenvolvimental na esquizofrenia leva a alterações das funções executivas
  • 68.
    Desempenho em funçõescognitivas e funcionais. Acompanha as informações no contexto de tempo Suspeita-se que o cerebelo possa não estar funcionando corretamente como um “metrônomo” ou marcador de tempo, reconhecendo onde nossos corpos estão se movendo no espaço e onde nossos pensamentos estão se movendo em nossas mentes - Nancy C. Andreasen Na esquizofrenia parece haver uma perda destes sinais com conseqüente prejuízo na sua sincronia e coordenação percam a sua sincronia e coordenação
  • 69.
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  • 71.
    Hiperatividade dopaminérgica emvias mesolímbicas = sintomas positivose Hipoatividade dopaminérgica em vias mesocorticais = sintomas negativos