SlideShare uma empresa Scribd logo
REVISÃO
UNESP
INVERNO/2015
BIOLOGIA/QUÍMICA
Questão 61
Estudo confirma que meteorito causou extinção dos dinossauros Um estudo publicado na revista
Science de 08.02.13 pretende pôr um ponto final na discussão sobre qual foi o evento que levou à
extinção dos dinossauros. Os novos dados obtidos pelos pesquisadores são os mais precisos até
agora e mostram que o meteorito atingiu a Terra há 66.038.000 anos, pouco antes da extinção.
(http://veja. abril.com.br. Adaptado.)
Um fato ainda pouco divulgado pela mídia é que, nesse mesmo período, cerca de das espécies que
viviam na Terra também foram extintas, configurando um grande evento de extinção em massa.
Dentre os fatores decisivos para essa extinção em massa, é correto inferir que
(A) os dinossauros ocupavam o topo da cadeia alimentar e com a sua extinção houve um aumento
descontrolado das populações das espécies que lhes serviam de presa, causando um colapso nas
relações tróficas.
(B) o sucesso adaptativo dos dinossauros no papel de predadores levou ao declínio das populações de
espécies que lhes serviam de presa, resultando na redução das fontes de alimento.
(C) o impacto do meteorito causou a extinção de muitas espécies de produtores, o que contribuiu para
o declínio das populações de consumidores primários, secundários e, assim, sucessivamente, ao
longo da cadeia alimentar.
(D) o impacto do meteorito causou a morte abrupta dos dinossauros, o que disponibilizou imensas
quantidades de matéria orgânica para decomposição, alterando a composição da atmosfera e
levando as demais espécies à extinção.
(E) a extinção das várias espécies de dinossauros resultou no aumento das populações de outros
predadores, o que alterou as relações tróficas, causando um desequilíbrio no ecossistema e o
consequente colapso das comunidades.
Questão 61
Estudo confirma que meteorito causou extinção dos dinossauros Um estudo publicado na revista
Science de 08.02.13 pretende pôr um ponto final na discussão sobre qual foi o evento que levou à
extinção dos dinossauros. Os novos dados obtidos pelos pesquisadores são os mais precisos até
agora e mostram que o meteorito atingiu a Terra há 66.038.000 anos, pouco antes da extinção.
(http://veja. abril.com.br. Adaptado.)
Um fato ainda pouco divulgado pela mídia é que, nesse mesmo período, cerca de das espécies que
viviam na Terra também foram extintas, configurando um grande evento de extinção em massa.
Dentre os fatores decisivos para essa extinção em massa, é correto inferir que
(A) os dinossauros ocupavam o topo da cadeia alimentar e com a sua extinção houve um aumento
descontrolado das populações das espécies que lhes serviam de presa, causando um colapso nas
relações tróficas.
(B) o sucesso adaptativo dos dinossauros no papel de predadores levou ao declínio das populações de
espécies que lhes serviam de presa, resultando na redução das fontes de alimento.
(C) o impacto do meteorito causou a extinção de muitas espécies de produtores, o que contribuiu para
o declínio das populações de consumidores primários, secundários e, assim, sucessivamente, ao
longo da cadeia alimentar.
(D) o impacto do meteorito causou a morte abrupta dos dinossauros, o que disponibilizou imensas
quantidades de matéria orgânica para decomposição, alterando a composição da atmosfera e
levando as demais espécies à extinção.
(E) a extinção das várias espécies de dinossauros resultou no aumento das populações de outros
predadores, o que alterou as relações tróficas, causando um desequilíbrio no ecossistema e o
consequente colapso das comunidades.
Questão 62
As figuras apresentam a vegetação de cinco biomas brasileiros.
Plantas xeromórficas e com folhas modificadas que diminuem
a evapotranspiração; plantas com rizóforos e pneumatóforos
(eficientes na sustentação da planta e na captação do oxigênio);
e plantas epífitas (que vivem sobre outras plantas,
aumentando a eficiência na captação de luz) são típicas dos
biomas identificados, respectivamente, pelos números
(A) 1, 2 e 4.
(B) 4, 5 e 2.
(C) 3, 1 e 5.
(D) 2, 5 e 3.
(E) 4, 1 e 3.
Questão 62
As figuras apresentam a vegetação de cinco biomas brasileiros.
Plantas xeromórficas e com folhas modificadas que diminuem
a evapotranspiração; plantas com rizóforos e pneumatóforos
(eficientes na sustentação da planta e na captação do oxigênio);
e plantas epífitas (que vivem sobre outras plantas,
aumentando a eficiência na captação de luz) são típicas dos
biomas identificados, respectivamente, pelos números
(A) 1, 2 e 4.
(B) 4, 5 e 2.
(C) 3, 1 e 5.
(D) 2, 5 e 3.
(E) 4, 1 e 3.
Questão 63
Um químico e um biólogo discutiam sobre a melhor forma de representar
a equação da fotossíntese. Segundo o químico, a equação deveria indicar
um balanço entre a quantidade de moléculas e átomos no início e ao final
do processo. Para o biólogo, a equação deveria apresentar as moléculas
que, no início do processo, fornecem os átomos para as moléculas do final
do processo.
As equações propostas pelo químico e pelo biólogo são, respectivamente,
Questão 63
Um químico e um biólogo discutiam sobre a melhor forma de representar
a equação da fotossíntese. Segundo o químico, a equação deveria indicar
um balanço entre a quantidade de moléculas e átomos no início e ao
final do processo. Para o biólogo, a equação deveria apresentar as
moléculas que, no início do processo, fornecem os átomos para as
moléculas do final do processo.
As equações propostas pelo químico e pelo biólogo são, respectivamente,
Questão 64
Ação implacável Pesquisadores descobrem no solo antibiótico natural capaz de matar
bactérias resistentes causadoras de doenças graves, como infecções hospitalares e
tuberculose.
(http://cienciahoje.uol.com.br)
O novo antibiótico, a teixobactina, impede a síntese da parede celular de alguns tipos de
bactérias por se ligar a substâncias precursoras de lipídios dessa parede. Além de presente
nas bactérias, a parede celular também é encontrada
(A) nas células animais, nas quais recebe o nome de membrana plasmática que, por ter
composição lipoproteica, poderia sofrer ação do novo antibiótico.
(B) nos fungos, sobre os quais o novo antibiótico poderia exercer sua ação, uma vez que a parede
celular dos fungos é constituída por quitina, um tipo de lipídio.
(C) nos protozoários que, por serem unicelulares e aquáticos, apresentam parede celular
lipoproteica para contenção do volume celular, razão pela qual poderiam sofrer ação do novo
antibiótico.
(D) nas células vegetais, sobre as quais o novo antibiótico não teria ação, uma vez que sua parede
celular tem o carboidrato celulose em sua composição.
(E) nos vírus, sobre os quais o novo antibiótico não teria ação, uma vez que sua parede celular é
proteica, razão pela qual são combatidos com vacinas, mas não com antibióticos.
Questão 64
Ação implacável Pesquisadores descobrem no solo antibiótico natural capaz de matar
bactérias resistentes causadoras de doenças graves, como infecções hospitalares e
tuberculose.
(http://cienciahoje.uol.com.br)
O novo antibiótico, a teixobactina, impede a síntese da parede celular de alguns tipos de
bactérias por se ligar a substâncias precursoras de lipídios dessa parede. Além de presente
nas bactérias, a parede celular também é encontrada
(A) nas células animais, nas quais recebe o nome de membrana plasmática que, por ter
composição lipoproteica, poderia sofrer ação do novo antibiótico.
(B) nos fungos, sobre os quais o novo antibiótico poderia exercer sua ação, uma vez que a parede
celular dos fungos é constituída por quitina, um tipo de lipídio. (carboidrato)
(C) nos protozoários que, por serem unicelulares e aquáticos, apresentam parede celular
lipoproteica para contenção do volume celular, razão pela qual poderiam sofrer ação do novo
antibiótico.
(D) nas células vegetais, sobre as quais o novo antibiótico não teria ação, uma vez que sua parede
celular tem o carboidrato celulose em sua composição.
(E) nos vírus, sobre os quais o novo antibiótico não teria ação, uma vez que sua parede celular é
proteica, razão pela qual são combatidos com vacinas, mas não com antibióticos.
Questão 65
Fátima tem uma má formação de útero, o que a impede de ter uma gestação normal. Em razão
disso, procurou por uma clínica de reprodução assistida, na qual foi submetida a tratamento
hormonal para estimular a ovulação. Vários óvulos foram colhidos e fertilizados in vitro com os
espermatozoides de seu marido. Dois zigotos se formaram e foram implantados, cada um deles,
no útero de duas mulheres diferentes (“barrigas de aluguel”). Terminadas as gestações, duas
meninas nasceram no mesmo dia.
Com relação ao parentesco biológico e ao compartilhamento de material genético entre elas, é
correto afirmar que as meninas são
(A) irmãs biológicas por parte de pai e por parte de mãe, pois compartilham com cada um deles 50%
de seu material genético e compartilham entre si, em média, 50% de material genético.
(B) gêmeas idênticas, uma vez que são filhas da mesma mãe biológica e do mesmo pai e ompartilham
com cada um deles 50% de seu material genético, mas compartilham entre si 100% do material
genético.
(C) gêmeas fraternas, não idênticas, uma vez que foram formadas a partir de diferentes gametas e,
portanto, embora compartilhem com seus pais biológicos 50% de seu material genético, não
compartilham material genético entre si.
(D) irmãs biológicas apenas por parte de pai, doador dos espermatozoides, com o qual compartilham
50% de seu material genético, sendo os outros 50% compartilhados com as respectivas mães que
as gestaram.
(E) irmãs biológicas por parte de pai e por parte de mãe, embora compartilhem entre si mais material
genético herdado do pai que aquele herdado da mãe biológica, uma vez que o DNA mitocondrial
foi herdado das respectivas mães que as gestaram.
Questão 65
Fátima tem uma má formação de útero, o que a impede de ter uma gestação normal. Em razão
disso, procurou por uma clínica de reprodução assistida, na qual foi submetida a tratamento
hormonal para estimular a ovulação. Vários óvulos foram colhidos e fertilizados in vitro com os
espermatozoides de seu marido. Dois zigotos se formaram e foram implantados, cada um deles,
no útero de duas mulheres diferentes (“barrigas de aluguel”). Terminadas as gestações, duas
meninas nasceram no mesmo dia.
Com relação ao parentesco biológico e ao compartilhamento de material genético entre elas, é
correto afirmar que as meninas são
(A) irmãs biológicas por parte de pai e por parte de mãe, pois compartilham com cada um deles 50%
de seu material genético e compartilham entre si, em média, 50% de material genético.
(B) gêmeas idênticas, uma vez que são filhas da mesma mãe biológica e do mesmo pai e
compartilham com cada um deles 50% de seu material genético, mas compartilham entre si 100%
do material genético.
(C) gêmeas fraternas, não idênticas, uma vez que foram formadas a partir de diferentes gametas e,
portanto, embora compartilhem com seus pais biológicos 50% de seu material genético, não
compartilham material genético entre si.
(D) irmãs biológicas apenas por parte de pai, doador dos espermatozoides, com o qual compartilham
50% de seu material genético, sendo os outros 50% compartilhados com as respectivas mães que
as gestaram.
(E) irmãs biológicas por parte de pai e por parte de mãe, embora compartilhem entre si mais material
genético herdado do pai que aquele herdado da mãe biológica, uma vez que o DNA mitocondrial
foi herdado das respectivas mães que as gestaram.
Questão 66
Na aula sobre morfologia vegetal, os alunos foram levados ao pátio da escola, para analisar um pé
de Mussaenda alicia, ou mussaenda-rosa-arbustiva. A professora chamou a atenção dos alunos
para algumas características da planta, cuja foto encontra-se a seguir.
Além das folhas e do tronco, os alunos observaram estruturas
cor-de-rosa e, no interior delas, as amarelas. A partir da observação,
levantaram hipóteses sobre tais estruturas. Assinale a alternativa
que contém a definição e o argumento corretos para a hipótese
levantada.
(A) As estruturas rosa são pétalas; pois, por definição, as pétalas são as estruturas chamativas da flor e
se observa que, nessa planta, essas são as estruturas mais vistosas.
(B) As estruturas rosa são flores; pois, por definição, flores são os órgãos que atraem os polinizadores e
tais estruturas são as mais chamativas da planta.
(C) As estruturas amarelas são flores; pois, por definição, flores contêm os órgãos reprodutivos da
planta e foram observados gineceu e androceu nessas estruturas.
(D) As estruturas amarelas são folhas; pois, por definição, folhas protegem os órgãos reprodutivos da
planta e foram observados androceu e gineceu internamente a essas estruturas.
(E) As estruturas rosa são folhas; pois, por definição, qualquer órgão presente na planta, que não seja
raiz, caule ou flor, independentemente de sua coloração, deve ser chamado de folha e tem por
função principal realizar fotossíntese.
Questão 66
Na aula sobre morfologia vegetal, os alunos foram levados ao pátio da escola, para analisar um pé
de Mussaenda alicia, ou mussaenda-rosa-arbustiva. A professora chamou a atenção dos alunos
para algumas características da planta, cuja foto encontra-se a seguir.
Além das folhas e do tronco, os alunos observaram estruturas
cor-de-rosa e, no interior delas, as amarelas. A partir da observação,
levantaram hipóteses sobre tais estruturas. Assinale a alternativa
Que contém a definição e o argumento corretos para a hipótese
levantada.
(A) As estruturas rosa são pétalas; pois, por definição, as pétalas são as estruturas chamativas da flor e
se observa que, nessa planta, essas são as estruturas mais vistosas.
(B) As estruturas rosa são flores; pois, por definição, flores são os órgãos que atraem os polinizadores e
tais estruturas são as mais chamativas da planta.
(C) As estruturas amarelas são flores; pois, por definição, flores contêm os órgãos reprodutivos da
planta e foram observados gineceu e androceu nessas estruturas.
(D) As estruturas amarelas são folhas; pois, por definição, folhas protegem os órgãos reprodutivos da
planta e foram observados androceu e gineceu internamente a essas estruturas.
(E) As estruturas rosa são folhas; pois, por definição, qualquer órgão presente na planta, que não seja
raiz, caule ou flor, independentemente de sua coloração, deve ser chamado de folha e tem por
função principal realizar fotossíntese.
Questão 67
Márcia, Juliana e Ana Cristina são três amigas. Uma delas está amamentando, outra está
entrando em seu período fértil e a terceira está no final de seu ciclo menstrual.
Os gráficos 1 e 2 apresentam os níveis dos
hormônios luteinizante (LH) e ocitocina no
sangue dessas mulheres. Se o gráfico 1
referir-se aos níveis de
(A) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Ana Cristina está entrando em período fértil, Márcia
está no final de seu ciclo menstrual e Juliana está amamentando.
(B) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Juliana está entrando em período fértil, Ana Cristina
está no final de seu ciclo menstrual e Márcia está amamentando.
(C) ocitocina e o gráfico 2 aos níveis de LH, Ana Cristina está entrando em período fértil, Márcia
está no final de seu ciclo menstrual e Juliana está amamentando.
(D) ocitocina e o gráfico 2 aos níveis de LH, Márcia está entrando em período fértil, Juliana está
no final de seu ciclo menstrual e Ana Cristina está amamentando.
(E) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Márcia está entrando em período fértil, Juliana está
no final de seu ciclo menstrual e Ana Cristina está amamentando.
Questão 67
Márcia, Juliana e Ana Cristina são três amigas. Uma delas está amamentando, outra está
entrando em seu período fértil e a terceira está no final de seu ciclo menstrual.
Os gráficos 1 e 2 apresentam os níveis dos
hormônios luteinizante (LH) ESTIMULA
OVULAÇÃO e ocitocina LACTAÇÃO no
sangue dessas mulheres. Se o gráfico 1
referir-se aos níveis de
(A) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Ana Cristina está entrando em período fértil, Márcia
está no final de seu ciclo menstrual e Juliana está amamentando.
(B) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Juliana está entrando em período fértil, Ana Cristina
está no final de seu ciclo menstrual e Márcia está amamentando.
(C) ocitocina e o gráfico 2 aos níveis de LH, Ana Cristina está entrando em período fértil, Márcia
está no final de seu ciclo menstrual e Juliana está amamentando.
(D) ocitocina e o gráfico 2 aos níveis de LH, Márcia está entrando em período fértil, Juliana está
no final de seu ciclo menstrual e Ana Cristina está amamentando.
(E) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Márcia está entrando em período fértil, Juliana está
no final de seu ciclo menstrual e Ana Cristina está amamentando.
Questão 68
A partir das informações contidas no esquema, é correto
afirmar que os números de nêutrons dos núcleos do
hidrogênio, do deutério, do isótopo leve de hélio e do hélio,
respectivamente, são
(A) 1, 1, 2 e 2.
(B) 1, 2, 3 e 4.
(C) 0, 1, 1 e 2.
(D) 0, 0, 2 e 2.
(E) 0, 1, 2 e 3.
Questão 68
A partir das informações contidas no esquema, é correto
afirmar que os números de nêutrons dos núcleos do
hidrogênio, do deutério, do isótopo leve de hélio e do hélio,
respectivamente, são
(A) 1, 1, 2 e 2.
(B) 1, 2, 3 e 4.
(C) 0, 1, 1 e 2.
(D) 0, 0, 2 e 2.
(E) 0, 1, 2 e 3.
Z=P=e
N= A-Z
hélio
HIDROGÊNIO Deutério
Isótopo de
hélio
Questão 69
A partir das etapas consecutivas de fusão nuclear representadas no
esquema, é correto afirmar que ocorre
(A) formação de uma molécula de hidrogênio.
(B) emissão de nêutron.
(C) formação de uma
molécula de hidrogênio e
de dois átomos de hélio.
(D) emissão de pósitron.
(E) emissão de próton.
Questão 69
A partir das etapas consecutivas de fusão nuclear representadas no
esquema, é correto afirmar que ocorre
(A) formação de uma molécula de hidrogênio.
(B) emissão de nêutron.
(C) formação de uma
molécula de hidrogênio e
de dois átomos de hélio.
(D) emissão de pósitron.
(E) emissão de próton.
Ela tem a mesma massa do elétron, mas
com carga positiva.
Questão 70
O ácido etanoico, popularmente chamado de ácido
acético, é um ácido fraco e um dos componentes do
vinagre, sendo o responsável por seu sabor azedo.
Dada a constante de ionização, Ka, igual a 1,8×10–5,
assinale a alternativa que apresenta a concentração em
mol·L–1 de H+ em uma solução deste ácido de
concentração 2,0×10–2 mol·L–1.
(A) 0,00060 mol·L–1
(B) 0,000018 mol·L–1
(C) 1,8 mol·L–1
(D) 3,6 mol·L–1
(E) 0,000060 mol·L–1
Questão 70
O ácido etanoico, popularmente chamado de ácido acético, é um ácido
fraco e um dos componentes do vinagre, sendo o responsável por seu
sabor azedo. Dada a constante de ionização, Ka, igual a 1,8×10–5, assinale
a alternativa que apresenta a concentração em mol·L–1 de H+ em uma
solução deste ácido de concentração 2,0×10–2 mol·L–1.
(A) 0,00060 mol·L–1
(B) 0,000018 mol·L–1
(C) 1,8 mol·L–1
(D) 3,6 mol·L–1
(E) 0,000060 mol·L–1
Questão 71
Os protetores solares são formulações que contêm dois componentes básicos: os ingredientes
ativos (filtros solares) e os veículos. Dentre os veículos, os cremes e as loções emulsionadas
são os mais utilizados, por associarem alta proteção à facilidade de espalhamento sobre a
pele. Uma emulsão pode ser obtida a partir da mistura entre óleo e água, por meio da ação
de um agente emulsionante. O laurato de sacarose (6-O-laurato de sacarose), por exemplo, é
um agente emulsionante utilizado no preparo de emulsões.
A ação emulsionante do laurato de sacarose
deve-se à presença de
(A) grupos hidroxila que fazem ligações de
hidrogênio com as moléculas de água.
(B) uma longa cadeia carbônica que o torna
solúvel em óleo.
(C) uma longa cadeia carbônica que o torna
solúvel em água.
(D) grupos hidrofílicos e lipofílicos que o
tornam solúvel nas fases aquosa e oleosa.
(E) grupos hidrofóbicos e lipofóbicos que o tornam solúvel nas fases aquosa e oleosa.
Questão 71
Os protetores solares são formulações que contêm dois componentes básicos: os ingredientes
ativos (filtros solares) e os veículos. Dentre os veículos, os cremes e as loções emulsionadas
são os mais utilizados, por associarem alta proteção à facilidade de espalhamento sobre a
pele. Uma emulsão pode ser obtida a partir da mistura entre óleo e água, por meio da ação
de um agente emulsionante. O laurato de sacarose (6-O-laurato de sacarose), por exemplo, é
um agente emulsionante utilizado no preparo de emulsões.
A ação emulsionante do laurato de sacarose
deve-se à presença de
(A) grupos hidroxila que fazem ligações de
hidrogênio com as moléculas de água.
(B) uma longa cadeia carbônica que o torna
solúvel em óleo.
(C) uma longa cadeia carbônica que o torna
solúvel em água.
(D) grupos hidrofílicos e lipofílicos que o
tornam solúvel nas fases aquosa e oleosa.
(E) grupos hidrofóbicos e lipofóbicos que o tornam solúvel nas fases aquosa e oleosa.
Hidrocarbonetos= Lipofílicos,
dissolvem em óleos/gordura
Hidroxilas= hidrofílicas pois
se ligam ao H do H2O
formando agua
Leia o texto para responder às questões de 72 a 74.
O espectro solar que atinge a superfície terrestre é formado
predominantemente por radiações ultravioletas (UV) (100 – 400
nm), radiações visíveis (400 – 800 nm) e radiações
infravermelhas (acima de 800 nm). A faixa da radiação UV se
divide em três regiões: UVA (320 a 400 nm), UVB (280 a 320 nm)
e UVC (100 a 280 nm). Ao interagir com a pele humana, a
radiação UV pode provocar reações fotoquímicas, que
estimulam a produção de melanina, cuja manifestação évisível
sob a forma de bronzeamento da pele, ou podem levar à
produção de simples inflamações até graves queimaduras.
Um filtro solar eficiente deve reduzir o acúmulo de lesões
induzidas pela radiação UV por meio da absorção das radiações
solares, prevenindo assim uma possível queimadura.
São apresentados a seguir as fórmulas estruturais, os nomes e os
espectros de absorção de três filtros solares orgânicos.
Questão 72
Os filtros solares orgânicos absorvem apenas parte da radiação eletromagnética; dessa
forma, deve-se fazer a combinação entre diferentes filtros a fim de se obter um bom
protetor solar. Na formulação de um protetor solar, um fabricante necessita escolher um
dentre os três filtros orgânicos apresentados cujo máximo de absorção ocorra na região
do UVA. A molécula do filtro solar escolhido apresenta as funções orgânicas
(A) amina e ácido carboxílico.
(B) cetona e éter.
(C) amina e éster.
(D) amida e éter.
(E) cetona e álcool.
Questão 72
Os filtros solares orgânicos absorvem apenas parte da radiação eletromagnética; dessa
forma, deve-se fazer a combinação entre diferentes filtros a fim de se obter um bom
protetor solar. Na formulação de um protetor solar, um fabricante necessita escolher um
dentre os três filtros orgânicos apresentados cujo máximo de absorção ocorra na região
do UVA. A molécula do filtro solar escolhido apresenta as funções orgânicas
(A) amina e ácido carboxílico.
(B) cetona e éter.
(C) amina e éster.
(D) amida e éter.
(E) cetona e álcool.
Questão 73
A energia da radiação solar aumenta com a redução de seu comprimento de onda e a
torna mais propensa a induzir reações fotoquímicas. Analisando os espectros de
absorção apresentados e utilizando os dados da Classificação Periódica, assinale a
alternativa que apresenta a massa molar, em g·mol–1, do filtro solar orgânico que tem o
máximo de absorção de maior energia.
(A) 273.
(B) 133.
(C) 310.
(D) 277.
(E) 137.
Questão 73
A energia da radiação solar aumenta com a redução de seu comprimento de onda e a
torna mais propensa a induzir reações fotoquímicas. Analisando os espectros de
absorção apresentados e utilizando os dados da Classificação Periódica, assinale a
alternativa que apresenta a massa molar, em g·mol–1, do filtro solar orgânico que tem o
máximo de absorção de maior energia.
(A) 273.
(B) 133.
(C) 310.
(D) 277.
(E) 137.
absorve menor comprimento de onda.
C7H7NO2
M = (7 . 12 + 7 . 1 + 1 . 14 + 2 . 16) g/mol
M = 137 g/mol
Questão 74
Dentre os três filtros solares orgânicos citados, apresentam tautomeria e isomeria
óptica, respectivamente:
(A) PABA e octildimetilPABA.
(B) BMDM e PABA.
(C) BMDM e octildimetilPABA.
(D) PABA e BMDM.
(E) octildimetilPABA e BMDM.
Questão 74
Dentre os três filtros solares orgânicos citados, apresentam tautomeria e isomeria
óptica, respectivamente:
(A) PABA e octildimetilPABA.
(B) BMDM e PABA.
(C) BMDM e octildimetilPABA.
(D) PABA e BMDM.
(E) octildimetilPABA e BMDM.
Tautomeria
somente em
cetonas e
alcool
Isomeria
óptica só
acontece em
carbonos
quirais

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Ae bg10 teste_avaliacao_4_mar2021
Ae bg10 teste_avaliacao_4_mar2021Ae bg10 teste_avaliacao_4_mar2021
Ae bg10 teste_avaliacao_4_mar2021
AprenderIngls1
 
3EM #13 Revisão: citologia ENEM
3EM #13 Revisão: citologia ENEM3EM #13 Revisão: citologia ENEM
3EM #13 Revisão: citologia ENEM
Professô Kyoshi
 
Areal teste 11 bg_outubro 2021
Areal teste 11 bg_outubro 2021Areal teste 11 bg_outubro 2021
Areal teste 11 bg_outubro 2021
Vanda Sirgado
 
Treinamento de evolução
Treinamento de evoluçãoTreinamento de evolução
Treinamento de evolução
emanuel
 
Ficha avaliação 2 11c
Ficha avaliação  2  11cFicha avaliação  2  11c
Ficha avaliação 2 11c
Estela Costa
 
Prova seriado 3º ano caderno ii segundo dia
Prova seriado 3º ano caderno ii segundo diaProva seriado 3º ano caderno ii segundo dia
Prova seriado 3º ano caderno ii segundo dia
Jornal do Commercio
 
Provas do segundo dia do SSA2 da UPE
Provas do segundo dia do SSA2 da UPEProvas do segundo dia do SSA2 da UPE
Provas do segundo dia do SSA2 da UPE
Luiza Freitas
 
Prova seriado 2_ano_caderno_ii_segundo_dia
Prova seriado 2_ano_caderno_ii_segundo_diaProva seriado 2_ano_caderno_ii_segundo_dia
Prova seriado 2_ano_caderno_ii_segundo_dia
Isaquel Silva
 
Treinamento para AV2 - Biologia
Treinamento para AV2 - BiologiaTreinamento para AV2 - Biologia
Treinamento para AV2 - Biologia
emanuel
 
Teste 25 fev v1
Teste 25 fev v1Teste 25 fev v1
Teste 25 fev v1
Estela Costa
 
Treinamento cariologia
Treinamento cariologiaTreinamento cariologia
Treinamento cariologia
emanuel
 
Treinamento origem da vida
Treinamento origem da vidaTreinamento origem da vida
Treinamento origem da vida
emanuel
 
1º simulado ENEM - Humanas e Naturais
1º simulado ENEM - Humanas e Naturais1º simulado ENEM - Humanas e Naturais
1º simulado ENEM - Humanas e Naturais
emanuel
 
1° simulado 2014 / Curso Popular / UEPA Salvaterra
1° simulado 2014 / Curso Popular  / UEPA Salvaterra1° simulado 2014 / Curso Popular  / UEPA Salvaterra
1° simulado 2014 / Curso Popular / UEPA Salvaterra
Wender Gomes
 
Biologia 11 exercícios
Biologia 11   exercíciosBiologia 11   exercícios
Biologia 11 exercícios
Nuno Correia
 
Teste 2 versão ii
Teste 2 versão iiTeste 2 versão ii
Teste 2 versão ii
joseeira
 
Revisão de Biologia #03 - Enem 2015
 Revisão de Biologia #03 - Enem 2015 Revisão de Biologia #03 - Enem 2015
Revisão de Biologia #03 - Enem 2015
Guilherme Orlandi Goulart
 
Treinamento enem introdução a citologia
Treinamento enem   introdução a citologiaTreinamento enem   introdução a citologia
Treinamento enem introdução a citologia
emanuel
 
Treinamento prova - 3. ano
Treinamento prova - 3. anoTreinamento prova - 3. ano
Treinamento prova - 3. ano
emanuel
 
Em atual ciencias_da_natureza_e_suas_tecnologias_final
Em atual ciencias_da_natureza_e_suas_tecnologias_finalEm atual ciencias_da_natureza_e_suas_tecnologias_final
Em atual ciencias_da_natureza_e_suas_tecnologias_final
Atividades Diversas Cláudia
 

Mais procurados (20)

Ae bg10 teste_avaliacao_4_mar2021
Ae bg10 teste_avaliacao_4_mar2021Ae bg10 teste_avaliacao_4_mar2021
Ae bg10 teste_avaliacao_4_mar2021
 
3EM #13 Revisão: citologia ENEM
3EM #13 Revisão: citologia ENEM3EM #13 Revisão: citologia ENEM
3EM #13 Revisão: citologia ENEM
 
Areal teste 11 bg_outubro 2021
Areal teste 11 bg_outubro 2021Areal teste 11 bg_outubro 2021
Areal teste 11 bg_outubro 2021
 
Treinamento de evolução
Treinamento de evoluçãoTreinamento de evolução
Treinamento de evolução
 
Ficha avaliação 2 11c
Ficha avaliação  2  11cFicha avaliação  2  11c
Ficha avaliação 2 11c
 
Prova seriado 3º ano caderno ii segundo dia
Prova seriado 3º ano caderno ii segundo diaProva seriado 3º ano caderno ii segundo dia
Prova seriado 3º ano caderno ii segundo dia
 
Provas do segundo dia do SSA2 da UPE
Provas do segundo dia do SSA2 da UPEProvas do segundo dia do SSA2 da UPE
Provas do segundo dia do SSA2 da UPE
 
Prova seriado 2_ano_caderno_ii_segundo_dia
Prova seriado 2_ano_caderno_ii_segundo_diaProva seriado 2_ano_caderno_ii_segundo_dia
Prova seriado 2_ano_caderno_ii_segundo_dia
 
Treinamento para AV2 - Biologia
Treinamento para AV2 - BiologiaTreinamento para AV2 - Biologia
Treinamento para AV2 - Biologia
 
Teste 25 fev v1
Teste 25 fev v1Teste 25 fev v1
Teste 25 fev v1
 
Treinamento cariologia
Treinamento cariologiaTreinamento cariologia
Treinamento cariologia
 
Treinamento origem da vida
Treinamento origem da vidaTreinamento origem da vida
Treinamento origem da vida
 
1º simulado ENEM - Humanas e Naturais
1º simulado ENEM - Humanas e Naturais1º simulado ENEM - Humanas e Naturais
1º simulado ENEM - Humanas e Naturais
 
1° simulado 2014 / Curso Popular / UEPA Salvaterra
1° simulado 2014 / Curso Popular  / UEPA Salvaterra1° simulado 2014 / Curso Popular  / UEPA Salvaterra
1° simulado 2014 / Curso Popular / UEPA Salvaterra
 
Biologia 11 exercícios
Biologia 11   exercíciosBiologia 11   exercícios
Biologia 11 exercícios
 
Teste 2 versão ii
Teste 2 versão iiTeste 2 versão ii
Teste 2 versão ii
 
Revisão de Biologia #03 - Enem 2015
 Revisão de Biologia #03 - Enem 2015 Revisão de Biologia #03 - Enem 2015
Revisão de Biologia #03 - Enem 2015
 
Treinamento enem introdução a citologia
Treinamento enem   introdução a citologiaTreinamento enem   introdução a citologia
Treinamento enem introdução a citologia
 
Treinamento prova - 3. ano
Treinamento prova - 3. anoTreinamento prova - 3. ano
Treinamento prova - 3. ano
 
Em atual ciencias_da_natureza_e_suas_tecnologias_final
Em atual ciencias_da_natureza_e_suas_tecnologias_finalEm atual ciencias_da_natureza_e_suas_tecnologias_final
Em atual ciencias_da_natureza_e_suas_tecnologias_final
 

Semelhante a Correção Unesp 1 fase inverno 2015

Questoes Origem, Evolução e Diversidade Celular
Questoes Origem, Evolução e Diversidade CelularQuestoes Origem, Evolução e Diversidade Celular
Questoes Origem, Evolução e Diversidade Celular
Fabio Magalhães
 
Provas grad. 2012.2-2º dia
Provas   grad. 2012.2-2º diaProvas   grad. 2012.2-2º dia
Provas grad. 2012.2-2º dia
Marcelo Miorim
 
reino.monera.exercicio.pdf
reino.monera.exercicio.pdfreino.monera.exercicio.pdf
reino.monera.exercicio.pdf
PATRICIAPAZ46
 
Exercicios biologia reino_fungi
Exercicios biologia reino_fungiExercicios biologia reino_fungi
Exercicios biologia reino_fungi
claudia juliana noriega
 
Enem2013
Enem2013Enem2013
Enem2013
danatiele
 
Teste 2 - Professor Mario
Teste 2 - Professor MarioTeste 2 - Professor Mario
Teste 2 - Professor Mario
Viviane Catarina
 
Caderno azul
Caderno azulCaderno azul
Questoes abertas
Questoes abertasQuestoes abertas
Questoes abertas
raahgma
 
Botanica
BotanicaBotanica
Botanica
Fabio Dias
 
reino.monera.exercicio (1).docx
reino.monera.exercicio (1).docxreino.monera.exercicio (1).docx
reino.monera.exercicio (1).docx
PATRICIAPAZ46
 
Desafio biologia 4º bimestre - prof.james martins
Desafio biologia 4º bimestre - prof.james martinsDesafio biologia 4º bimestre - prof.james martins
Desafio biologia 4º bimestre - prof.james martins
James Martins
 
1.vírus e bactérias + ecossistemas biosfera
1.vírus e bactérias + ecossistemas biosfera1.vírus e bactérias + ecossistemas biosfera
1.vírus e bactérias + ecossistemas biosfera
Regina Silva
 
Nono plano de sheila coelho
Nono plano de sheila coelhoNono plano de sheila coelho
Nono plano de sheila coelho
Sheila Lorena Araujo Coelho
 
Biologia
BiologiaBiologia
Biologia
cavip
 
BIO UNO 550 páginas.pdf
BIO UNO 550 páginas.pdfBIO UNO 550 páginas.pdf
BIO UNO 550 páginas.pdf
ZeineSoares
 
Nono plano de sheila coelho
Nono plano de sheila coelhoNono plano de sheila coelho
Nono plano de sheila coelho
Sheila Lorena Araujo Coelho
 
Biologia no ENEM - exercícios aula dica - prof james martins - com gabarito
Biologia no ENEM - exercícios aula dica - prof james martins - com gabaritoBiologia no ENEM - exercícios aula dica - prof james martins - com gabarito
Biologia no ENEM - exercícios aula dica - prof james martins - com gabarito
James Martins
 
Quiz ecologia v3
Quiz ecologia v3Quiz ecologia v3
Quiz ecologia v3
rdsantos
 
Projeto cesgranrio
Projeto cesgranrioProjeto cesgranrio
Projeto cesgranrio
Alpha Colégio e Vestibulares
 
1°S_Aula 2 _origem da célula_ fev-2014
1°S_Aula 2 _origem da célula_ fev-2014 1°S_Aula 2 _origem da célula_ fev-2014
1°S_Aula 2 _origem da célula_ fev-2014
Ionara Urrutia Moura
 

Semelhante a Correção Unesp 1 fase inverno 2015 (20)

Questoes Origem, Evolução e Diversidade Celular
Questoes Origem, Evolução e Diversidade CelularQuestoes Origem, Evolução e Diversidade Celular
Questoes Origem, Evolução e Diversidade Celular
 
Provas grad. 2012.2-2º dia
Provas   grad. 2012.2-2º diaProvas   grad. 2012.2-2º dia
Provas grad. 2012.2-2º dia
 
reino.monera.exercicio.pdf
reino.monera.exercicio.pdfreino.monera.exercicio.pdf
reino.monera.exercicio.pdf
 
Exercicios biologia reino_fungi
Exercicios biologia reino_fungiExercicios biologia reino_fungi
Exercicios biologia reino_fungi
 
Enem2013
Enem2013Enem2013
Enem2013
 
Teste 2 - Professor Mario
Teste 2 - Professor MarioTeste 2 - Professor Mario
Teste 2 - Professor Mario
 
Caderno azul
Caderno azulCaderno azul
Caderno azul
 
Questoes abertas
Questoes abertasQuestoes abertas
Questoes abertas
 
Botanica
BotanicaBotanica
Botanica
 
reino.monera.exercicio (1).docx
reino.monera.exercicio (1).docxreino.monera.exercicio (1).docx
reino.monera.exercicio (1).docx
 
Desafio biologia 4º bimestre - prof.james martins
Desafio biologia 4º bimestre - prof.james martinsDesafio biologia 4º bimestre - prof.james martins
Desafio biologia 4º bimestre - prof.james martins
 
1.vírus e bactérias + ecossistemas biosfera
1.vírus e bactérias + ecossistemas biosfera1.vírus e bactérias + ecossistemas biosfera
1.vírus e bactérias + ecossistemas biosfera
 
Nono plano de sheila coelho
Nono plano de sheila coelhoNono plano de sheila coelho
Nono plano de sheila coelho
 
Biologia
BiologiaBiologia
Biologia
 
BIO UNO 550 páginas.pdf
BIO UNO 550 páginas.pdfBIO UNO 550 páginas.pdf
BIO UNO 550 páginas.pdf
 
Nono plano de sheila coelho
Nono plano de sheila coelhoNono plano de sheila coelho
Nono plano de sheila coelho
 
Biologia no ENEM - exercícios aula dica - prof james martins - com gabarito
Biologia no ENEM - exercícios aula dica - prof james martins - com gabaritoBiologia no ENEM - exercícios aula dica - prof james martins - com gabarito
Biologia no ENEM - exercícios aula dica - prof james martins - com gabarito
 
Quiz ecologia v3
Quiz ecologia v3Quiz ecologia v3
Quiz ecologia v3
 
Projeto cesgranrio
Projeto cesgranrioProjeto cesgranrio
Projeto cesgranrio
 
1°S_Aula 2 _origem da célula_ fev-2014
1°S_Aula 2 _origem da célula_ fev-2014 1°S_Aula 2 _origem da célula_ fev-2014
1°S_Aula 2 _origem da célula_ fev-2014
 

Mais de Carlos Priante

Botânica- resumo
Botânica- resumoBotânica- resumo
Botânica- resumo
Carlos Priante
 
Zoologia dos vertebrados-resumo
Zoologia dos vertebrados-resumoZoologia dos vertebrados-resumo
Zoologia dos vertebrados-resumo
Carlos Priante
 
Zoologia dos invertebrados-resumo
Zoologia dos invertebrados-resumoZoologia dos invertebrados-resumo
Zoologia dos invertebrados-resumo
Carlos Priante
 
Noções de Astronomia
Noções de AstronomiaNoções de Astronomia
Noções de Astronomia
Carlos Priante
 
Lista de exercícios I Modelos Atômicos
Lista de exercícios I Modelos AtômicosLista de exercícios I Modelos Atômicos
Lista de exercícios I Modelos Atômicos
Carlos Priante
 
Correção Química ENEM 2014
Correção Química ENEM 2014Correção Química ENEM 2014
Correção Química ENEM 2014
Carlos Priante
 
Correção Biologia ENEM 2014
Correção Biologia ENEM 2014Correção Biologia ENEM 2014
Correção Biologia ENEM 2014
Carlos Priante
 
Correção Unesp 2 fase inverno 2015
Correção Unesp 2 fase inverno 2015Correção Unesp 2 fase inverno 2015
Correção Unesp 2 fase inverno 2015
Carlos Priante
 
Energia: transformação e conservação
Energia: transformação e conservaçãoEnergia: transformação e conservação
Energia: transformação e conservação
Carlos Priante
 
Revisão puc inverno2015
Revisão puc inverno2015Revisão puc inverno2015
Revisão puc inverno2015
Carlos Priante
 
Teorias da Origem da vida e Evolução das espécies
Teorias da Origem da vida e Evolução das espéciesTeorias da Origem da vida e Evolução das espécies
Teorias da Origem da vida e Evolução das espécies
Carlos Priante
 
Reações Orgânicas
Reações OrgânicasReações Orgânicas
Reações Orgânicas
Carlos Priante
 
Lista de exercícios isomeria
Lista de exercícios isomeria Lista de exercícios isomeria
Lista de exercícios isomeria
Carlos Priante
 
Isomeria- Química Orgânica
Isomeria- Química OrgânicaIsomeria- Química Orgânica
Isomeria- Química Orgânica
Carlos Priante
 
Sucessão Ecológica
Sucessão EcológicaSucessão Ecológica
Sucessão Ecológica
Carlos Priante
 
Funções Orgânicas
Funções OrgânicasFunções Orgânicas
Funções Orgânicas
Carlos Priante
 
Mapas conceituais de Ciências
Mapas conceituais de CiênciasMapas conceituais de Ciências
Mapas conceituais de Ciências
Carlos Priante
 
Química Orgânica- Nomenclatura e Hidrocarbonetos
Química Orgânica- Nomenclatura e Hidrocarbonetos Química Orgânica- Nomenclatura e Hidrocarbonetos
Química Orgânica- Nomenclatura e Hidrocarbonetos
Carlos Priante
 
Lista de exercícios X Hidrocarbonetos
Lista de exercícios X HidrocarbonetosLista de exercícios X Hidrocarbonetos
Lista de exercícios X Hidrocarbonetos
Carlos Priante
 
Lista de exercícios X Fluxo de energia e Ciclo da matéria
Lista de exercícios X Fluxo de energia e Ciclo da matériaLista de exercícios X Fluxo de energia e Ciclo da matéria
Lista de exercícios X Fluxo de energia e Ciclo da matéria
Carlos Priante
 

Mais de Carlos Priante (20)

Botânica- resumo
Botânica- resumoBotânica- resumo
Botânica- resumo
 
Zoologia dos vertebrados-resumo
Zoologia dos vertebrados-resumoZoologia dos vertebrados-resumo
Zoologia dos vertebrados-resumo
 
Zoologia dos invertebrados-resumo
Zoologia dos invertebrados-resumoZoologia dos invertebrados-resumo
Zoologia dos invertebrados-resumo
 
Noções de Astronomia
Noções de AstronomiaNoções de Astronomia
Noções de Astronomia
 
Lista de exercícios I Modelos Atômicos
Lista de exercícios I Modelos AtômicosLista de exercícios I Modelos Atômicos
Lista de exercícios I Modelos Atômicos
 
Correção Química ENEM 2014
Correção Química ENEM 2014Correção Química ENEM 2014
Correção Química ENEM 2014
 
Correção Biologia ENEM 2014
Correção Biologia ENEM 2014Correção Biologia ENEM 2014
Correção Biologia ENEM 2014
 
Correção Unesp 2 fase inverno 2015
Correção Unesp 2 fase inverno 2015Correção Unesp 2 fase inverno 2015
Correção Unesp 2 fase inverno 2015
 
Energia: transformação e conservação
Energia: transformação e conservaçãoEnergia: transformação e conservação
Energia: transformação e conservação
 
Revisão puc inverno2015
Revisão puc inverno2015Revisão puc inverno2015
Revisão puc inverno2015
 
Teorias da Origem da vida e Evolução das espécies
Teorias da Origem da vida e Evolução das espéciesTeorias da Origem da vida e Evolução das espécies
Teorias da Origem da vida e Evolução das espécies
 
Reações Orgânicas
Reações OrgânicasReações Orgânicas
Reações Orgânicas
 
Lista de exercícios isomeria
Lista de exercícios isomeria Lista de exercícios isomeria
Lista de exercícios isomeria
 
Isomeria- Química Orgânica
Isomeria- Química OrgânicaIsomeria- Química Orgânica
Isomeria- Química Orgânica
 
Sucessão Ecológica
Sucessão EcológicaSucessão Ecológica
Sucessão Ecológica
 
Funções Orgânicas
Funções OrgânicasFunções Orgânicas
Funções Orgânicas
 
Mapas conceituais de Ciências
Mapas conceituais de CiênciasMapas conceituais de Ciências
Mapas conceituais de Ciências
 
Química Orgânica- Nomenclatura e Hidrocarbonetos
Química Orgânica- Nomenclatura e Hidrocarbonetos Química Orgânica- Nomenclatura e Hidrocarbonetos
Química Orgânica- Nomenclatura e Hidrocarbonetos
 
Lista de exercícios X Hidrocarbonetos
Lista de exercícios X HidrocarbonetosLista de exercícios X Hidrocarbonetos
Lista de exercícios X Hidrocarbonetos
 
Lista de exercícios X Fluxo de energia e Ciclo da matéria
Lista de exercícios X Fluxo de energia e Ciclo da matériaLista de exercícios X Fluxo de energia e Ciclo da matéria
Lista de exercícios X Fluxo de energia e Ciclo da matéria
 

Último

Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
TiagoLouro8
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Militao Ricardo
 
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdfNorma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Pastor Robson Colaço
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
AlineOliveira625820
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
CarlosJean21
 
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicosDNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
jonny615148
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Zenir Carmen Bez Trombeta
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Mauricio Alexandre Silva
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
MARCELARUBIAGAVA
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
vitorreissouzasilva
 
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologiaPedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Nertan Dias
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
Manuais Formação
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
Manuais Formação
 
2009_Apresentação-ufscar- TCC - AILTON.ppt
2009_Apresentação-ufscar- TCC - AILTON.ppt2009_Apresentação-ufscar- TCC - AILTON.ppt
2009_Apresentação-ufscar- TCC - AILTON.ppt
Ailton Barcelos
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
AntonioAngeloNeves
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento EuropeuEurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Centro Jacques Delors
 

Último (20)

Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptxPsicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
Psicologia e Sociologia - Módulo 2 – Sociedade e indivíduo.pptx
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
Podcast: como preparar e produzir um programa radiofônico e distribuir na int...
 
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdfNorma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
Norma de Gênero - Mulheres Heterossexuais, Homossexuais e Bissexuais.pdf
 
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdfComo montar o mapa conceitual editado.pdf
Como montar o mapa conceitual editado.pdf
 
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasnTabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
Tabela Funções Orgânicas.pdfnsknsknksnksn nkasn
 
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicosDNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
DNA e RNA - Estrutura dos Ácidos nucleicos
 
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptxCartinhas de solidariedade e esperança.pptx
Cartinhas de solidariedade e esperança.pptx
 
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptxVivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
Vivendo a Arquitetura Salesforce - 02.pptx
 
Atividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docxAtividade Bio evolução e especiação .docx
Atividade Bio evolução e especiação .docx
 
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdfAula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
Aula04A-Potencia em CA eletricidade USP.pdf
 
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologiaPedagogia universitária em ciência e tecnologia
Pedagogia universitária em ciência e tecnologia
 
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdfUFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
UFCD_10789_Metodologias de desenvolvimento de software_índice.pdf
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, Betel, Ordenança para amar o próximo, 2Tr24.pptx
 
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
UFCD_7211_Os sistemas do corpo humano_ imunitário, circulatório, respiratório...
 
2009_Apresentação-ufscar- TCC - AILTON.ppt
2009_Apresentação-ufscar- TCC - AILTON.ppt2009_Apresentação-ufscar- TCC - AILTON.ppt
2009_Apresentação-ufscar- TCC - AILTON.ppt
 
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdfAula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
Aula 02 - Introducao a Algoritmos.pptx.pdf
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento EuropeuEurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
Eurodeputados Portugueses 2024-2029 | Parlamento Europeu
 

Correção Unesp 1 fase inverno 2015

  • 2. Questão 61 Estudo confirma que meteorito causou extinção dos dinossauros Um estudo publicado na revista Science de 08.02.13 pretende pôr um ponto final na discussão sobre qual foi o evento que levou à extinção dos dinossauros. Os novos dados obtidos pelos pesquisadores são os mais precisos até agora e mostram que o meteorito atingiu a Terra há 66.038.000 anos, pouco antes da extinção. (http://veja. abril.com.br. Adaptado.) Um fato ainda pouco divulgado pela mídia é que, nesse mesmo período, cerca de das espécies que viviam na Terra também foram extintas, configurando um grande evento de extinção em massa. Dentre os fatores decisivos para essa extinção em massa, é correto inferir que (A) os dinossauros ocupavam o topo da cadeia alimentar e com a sua extinção houve um aumento descontrolado das populações das espécies que lhes serviam de presa, causando um colapso nas relações tróficas. (B) o sucesso adaptativo dos dinossauros no papel de predadores levou ao declínio das populações de espécies que lhes serviam de presa, resultando na redução das fontes de alimento. (C) o impacto do meteorito causou a extinção de muitas espécies de produtores, o que contribuiu para o declínio das populações de consumidores primários, secundários e, assim, sucessivamente, ao longo da cadeia alimentar. (D) o impacto do meteorito causou a morte abrupta dos dinossauros, o que disponibilizou imensas quantidades de matéria orgânica para decomposição, alterando a composição da atmosfera e levando as demais espécies à extinção. (E) a extinção das várias espécies de dinossauros resultou no aumento das populações de outros predadores, o que alterou as relações tróficas, causando um desequilíbrio no ecossistema e o consequente colapso das comunidades.
  • 3. Questão 61 Estudo confirma que meteorito causou extinção dos dinossauros Um estudo publicado na revista Science de 08.02.13 pretende pôr um ponto final na discussão sobre qual foi o evento que levou à extinção dos dinossauros. Os novos dados obtidos pelos pesquisadores são os mais precisos até agora e mostram que o meteorito atingiu a Terra há 66.038.000 anos, pouco antes da extinção. (http://veja. abril.com.br. Adaptado.) Um fato ainda pouco divulgado pela mídia é que, nesse mesmo período, cerca de das espécies que viviam na Terra também foram extintas, configurando um grande evento de extinção em massa. Dentre os fatores decisivos para essa extinção em massa, é correto inferir que (A) os dinossauros ocupavam o topo da cadeia alimentar e com a sua extinção houve um aumento descontrolado das populações das espécies que lhes serviam de presa, causando um colapso nas relações tróficas. (B) o sucesso adaptativo dos dinossauros no papel de predadores levou ao declínio das populações de espécies que lhes serviam de presa, resultando na redução das fontes de alimento. (C) o impacto do meteorito causou a extinção de muitas espécies de produtores, o que contribuiu para o declínio das populações de consumidores primários, secundários e, assim, sucessivamente, ao longo da cadeia alimentar. (D) o impacto do meteorito causou a morte abrupta dos dinossauros, o que disponibilizou imensas quantidades de matéria orgânica para decomposição, alterando a composição da atmosfera e levando as demais espécies à extinção. (E) a extinção das várias espécies de dinossauros resultou no aumento das populações de outros predadores, o que alterou as relações tróficas, causando um desequilíbrio no ecossistema e o consequente colapso das comunidades.
  • 4. Questão 62 As figuras apresentam a vegetação de cinco biomas brasileiros. Plantas xeromórficas e com folhas modificadas que diminuem a evapotranspiração; plantas com rizóforos e pneumatóforos (eficientes na sustentação da planta e na captação do oxigênio); e plantas epífitas (que vivem sobre outras plantas, aumentando a eficiência na captação de luz) são típicas dos biomas identificados, respectivamente, pelos números (A) 1, 2 e 4. (B) 4, 5 e 2. (C) 3, 1 e 5. (D) 2, 5 e 3. (E) 4, 1 e 3.
  • 5. Questão 62 As figuras apresentam a vegetação de cinco biomas brasileiros. Plantas xeromórficas e com folhas modificadas que diminuem a evapotranspiração; plantas com rizóforos e pneumatóforos (eficientes na sustentação da planta e na captação do oxigênio); e plantas epífitas (que vivem sobre outras plantas, aumentando a eficiência na captação de luz) são típicas dos biomas identificados, respectivamente, pelos números (A) 1, 2 e 4. (B) 4, 5 e 2. (C) 3, 1 e 5. (D) 2, 5 e 3. (E) 4, 1 e 3.
  • 6. Questão 63 Um químico e um biólogo discutiam sobre a melhor forma de representar a equação da fotossíntese. Segundo o químico, a equação deveria indicar um balanço entre a quantidade de moléculas e átomos no início e ao final do processo. Para o biólogo, a equação deveria apresentar as moléculas que, no início do processo, fornecem os átomos para as moléculas do final do processo. As equações propostas pelo químico e pelo biólogo são, respectivamente,
  • 7. Questão 63 Um químico e um biólogo discutiam sobre a melhor forma de representar a equação da fotossíntese. Segundo o químico, a equação deveria indicar um balanço entre a quantidade de moléculas e átomos no início e ao final do processo. Para o biólogo, a equação deveria apresentar as moléculas que, no início do processo, fornecem os átomos para as moléculas do final do processo. As equações propostas pelo químico e pelo biólogo são, respectivamente,
  • 8. Questão 64 Ação implacável Pesquisadores descobrem no solo antibiótico natural capaz de matar bactérias resistentes causadoras de doenças graves, como infecções hospitalares e tuberculose. (http://cienciahoje.uol.com.br) O novo antibiótico, a teixobactina, impede a síntese da parede celular de alguns tipos de bactérias por se ligar a substâncias precursoras de lipídios dessa parede. Além de presente nas bactérias, a parede celular também é encontrada (A) nas células animais, nas quais recebe o nome de membrana plasmática que, por ter composição lipoproteica, poderia sofrer ação do novo antibiótico. (B) nos fungos, sobre os quais o novo antibiótico poderia exercer sua ação, uma vez que a parede celular dos fungos é constituída por quitina, um tipo de lipídio. (C) nos protozoários que, por serem unicelulares e aquáticos, apresentam parede celular lipoproteica para contenção do volume celular, razão pela qual poderiam sofrer ação do novo antibiótico. (D) nas células vegetais, sobre as quais o novo antibiótico não teria ação, uma vez que sua parede celular tem o carboidrato celulose em sua composição. (E) nos vírus, sobre os quais o novo antibiótico não teria ação, uma vez que sua parede celular é proteica, razão pela qual são combatidos com vacinas, mas não com antibióticos.
  • 9. Questão 64 Ação implacável Pesquisadores descobrem no solo antibiótico natural capaz de matar bactérias resistentes causadoras de doenças graves, como infecções hospitalares e tuberculose. (http://cienciahoje.uol.com.br) O novo antibiótico, a teixobactina, impede a síntese da parede celular de alguns tipos de bactérias por se ligar a substâncias precursoras de lipídios dessa parede. Além de presente nas bactérias, a parede celular também é encontrada (A) nas células animais, nas quais recebe o nome de membrana plasmática que, por ter composição lipoproteica, poderia sofrer ação do novo antibiótico. (B) nos fungos, sobre os quais o novo antibiótico poderia exercer sua ação, uma vez que a parede celular dos fungos é constituída por quitina, um tipo de lipídio. (carboidrato) (C) nos protozoários que, por serem unicelulares e aquáticos, apresentam parede celular lipoproteica para contenção do volume celular, razão pela qual poderiam sofrer ação do novo antibiótico. (D) nas células vegetais, sobre as quais o novo antibiótico não teria ação, uma vez que sua parede celular tem o carboidrato celulose em sua composição. (E) nos vírus, sobre os quais o novo antibiótico não teria ação, uma vez que sua parede celular é proteica, razão pela qual são combatidos com vacinas, mas não com antibióticos.
  • 10. Questão 65 Fátima tem uma má formação de útero, o que a impede de ter uma gestação normal. Em razão disso, procurou por uma clínica de reprodução assistida, na qual foi submetida a tratamento hormonal para estimular a ovulação. Vários óvulos foram colhidos e fertilizados in vitro com os espermatozoides de seu marido. Dois zigotos se formaram e foram implantados, cada um deles, no útero de duas mulheres diferentes (“barrigas de aluguel”). Terminadas as gestações, duas meninas nasceram no mesmo dia. Com relação ao parentesco biológico e ao compartilhamento de material genético entre elas, é correto afirmar que as meninas são (A) irmãs biológicas por parte de pai e por parte de mãe, pois compartilham com cada um deles 50% de seu material genético e compartilham entre si, em média, 50% de material genético. (B) gêmeas idênticas, uma vez que são filhas da mesma mãe biológica e do mesmo pai e ompartilham com cada um deles 50% de seu material genético, mas compartilham entre si 100% do material genético. (C) gêmeas fraternas, não idênticas, uma vez que foram formadas a partir de diferentes gametas e, portanto, embora compartilhem com seus pais biológicos 50% de seu material genético, não compartilham material genético entre si. (D) irmãs biológicas apenas por parte de pai, doador dos espermatozoides, com o qual compartilham 50% de seu material genético, sendo os outros 50% compartilhados com as respectivas mães que as gestaram. (E) irmãs biológicas por parte de pai e por parte de mãe, embora compartilhem entre si mais material genético herdado do pai que aquele herdado da mãe biológica, uma vez que o DNA mitocondrial foi herdado das respectivas mães que as gestaram.
  • 11. Questão 65 Fátima tem uma má formação de útero, o que a impede de ter uma gestação normal. Em razão disso, procurou por uma clínica de reprodução assistida, na qual foi submetida a tratamento hormonal para estimular a ovulação. Vários óvulos foram colhidos e fertilizados in vitro com os espermatozoides de seu marido. Dois zigotos se formaram e foram implantados, cada um deles, no útero de duas mulheres diferentes (“barrigas de aluguel”). Terminadas as gestações, duas meninas nasceram no mesmo dia. Com relação ao parentesco biológico e ao compartilhamento de material genético entre elas, é correto afirmar que as meninas são (A) irmãs biológicas por parte de pai e por parte de mãe, pois compartilham com cada um deles 50% de seu material genético e compartilham entre si, em média, 50% de material genético. (B) gêmeas idênticas, uma vez que são filhas da mesma mãe biológica e do mesmo pai e compartilham com cada um deles 50% de seu material genético, mas compartilham entre si 100% do material genético. (C) gêmeas fraternas, não idênticas, uma vez que foram formadas a partir de diferentes gametas e, portanto, embora compartilhem com seus pais biológicos 50% de seu material genético, não compartilham material genético entre si. (D) irmãs biológicas apenas por parte de pai, doador dos espermatozoides, com o qual compartilham 50% de seu material genético, sendo os outros 50% compartilhados com as respectivas mães que as gestaram. (E) irmãs biológicas por parte de pai e por parte de mãe, embora compartilhem entre si mais material genético herdado do pai que aquele herdado da mãe biológica, uma vez que o DNA mitocondrial foi herdado das respectivas mães que as gestaram.
  • 12. Questão 66 Na aula sobre morfologia vegetal, os alunos foram levados ao pátio da escola, para analisar um pé de Mussaenda alicia, ou mussaenda-rosa-arbustiva. A professora chamou a atenção dos alunos para algumas características da planta, cuja foto encontra-se a seguir. Além das folhas e do tronco, os alunos observaram estruturas cor-de-rosa e, no interior delas, as amarelas. A partir da observação, levantaram hipóteses sobre tais estruturas. Assinale a alternativa que contém a definição e o argumento corretos para a hipótese levantada. (A) As estruturas rosa são pétalas; pois, por definição, as pétalas são as estruturas chamativas da flor e se observa que, nessa planta, essas são as estruturas mais vistosas. (B) As estruturas rosa são flores; pois, por definição, flores são os órgãos que atraem os polinizadores e tais estruturas são as mais chamativas da planta. (C) As estruturas amarelas são flores; pois, por definição, flores contêm os órgãos reprodutivos da planta e foram observados gineceu e androceu nessas estruturas. (D) As estruturas amarelas são folhas; pois, por definição, folhas protegem os órgãos reprodutivos da planta e foram observados androceu e gineceu internamente a essas estruturas. (E) As estruturas rosa são folhas; pois, por definição, qualquer órgão presente na planta, que não seja raiz, caule ou flor, independentemente de sua coloração, deve ser chamado de folha e tem por função principal realizar fotossíntese.
  • 13. Questão 66 Na aula sobre morfologia vegetal, os alunos foram levados ao pátio da escola, para analisar um pé de Mussaenda alicia, ou mussaenda-rosa-arbustiva. A professora chamou a atenção dos alunos para algumas características da planta, cuja foto encontra-se a seguir. Além das folhas e do tronco, os alunos observaram estruturas cor-de-rosa e, no interior delas, as amarelas. A partir da observação, levantaram hipóteses sobre tais estruturas. Assinale a alternativa Que contém a definição e o argumento corretos para a hipótese levantada. (A) As estruturas rosa são pétalas; pois, por definição, as pétalas são as estruturas chamativas da flor e se observa que, nessa planta, essas são as estruturas mais vistosas. (B) As estruturas rosa são flores; pois, por definição, flores são os órgãos que atraem os polinizadores e tais estruturas são as mais chamativas da planta. (C) As estruturas amarelas são flores; pois, por definição, flores contêm os órgãos reprodutivos da planta e foram observados gineceu e androceu nessas estruturas. (D) As estruturas amarelas são folhas; pois, por definição, folhas protegem os órgãos reprodutivos da planta e foram observados androceu e gineceu internamente a essas estruturas. (E) As estruturas rosa são folhas; pois, por definição, qualquer órgão presente na planta, que não seja raiz, caule ou flor, independentemente de sua coloração, deve ser chamado de folha e tem por função principal realizar fotossíntese.
  • 14. Questão 67 Márcia, Juliana e Ana Cristina são três amigas. Uma delas está amamentando, outra está entrando em seu período fértil e a terceira está no final de seu ciclo menstrual. Os gráficos 1 e 2 apresentam os níveis dos hormônios luteinizante (LH) e ocitocina no sangue dessas mulheres. Se o gráfico 1 referir-se aos níveis de (A) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Ana Cristina está entrando em período fértil, Márcia está no final de seu ciclo menstrual e Juliana está amamentando. (B) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Juliana está entrando em período fértil, Ana Cristina está no final de seu ciclo menstrual e Márcia está amamentando. (C) ocitocina e o gráfico 2 aos níveis de LH, Ana Cristina está entrando em período fértil, Márcia está no final de seu ciclo menstrual e Juliana está amamentando. (D) ocitocina e o gráfico 2 aos níveis de LH, Márcia está entrando em período fértil, Juliana está no final de seu ciclo menstrual e Ana Cristina está amamentando. (E) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Márcia está entrando em período fértil, Juliana está no final de seu ciclo menstrual e Ana Cristina está amamentando.
  • 15. Questão 67 Márcia, Juliana e Ana Cristina são três amigas. Uma delas está amamentando, outra está entrando em seu período fértil e a terceira está no final de seu ciclo menstrual. Os gráficos 1 e 2 apresentam os níveis dos hormônios luteinizante (LH) ESTIMULA OVULAÇÃO e ocitocina LACTAÇÃO no sangue dessas mulheres. Se o gráfico 1 referir-se aos níveis de (A) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Ana Cristina está entrando em período fértil, Márcia está no final de seu ciclo menstrual e Juliana está amamentando. (B) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Juliana está entrando em período fértil, Ana Cristina está no final de seu ciclo menstrual e Márcia está amamentando. (C) ocitocina e o gráfico 2 aos níveis de LH, Ana Cristina está entrando em período fértil, Márcia está no final de seu ciclo menstrual e Juliana está amamentando. (D) ocitocina e o gráfico 2 aos níveis de LH, Márcia está entrando em período fértil, Juliana está no final de seu ciclo menstrual e Ana Cristina está amamentando. (E) LH e o gráfico 2 aos níveis de ocitocina, Márcia está entrando em período fértil, Juliana está no final de seu ciclo menstrual e Ana Cristina está amamentando.
  • 16.
  • 17. Questão 68 A partir das informações contidas no esquema, é correto afirmar que os números de nêutrons dos núcleos do hidrogênio, do deutério, do isótopo leve de hélio e do hélio, respectivamente, são (A) 1, 1, 2 e 2. (B) 1, 2, 3 e 4. (C) 0, 1, 1 e 2. (D) 0, 0, 2 e 2. (E) 0, 1, 2 e 3.
  • 18. Questão 68 A partir das informações contidas no esquema, é correto afirmar que os números de nêutrons dos núcleos do hidrogênio, do deutério, do isótopo leve de hélio e do hélio, respectivamente, são (A) 1, 1, 2 e 2. (B) 1, 2, 3 e 4. (C) 0, 1, 1 e 2. (D) 0, 0, 2 e 2. (E) 0, 1, 2 e 3. Z=P=e N= A-Z hélio HIDROGÊNIO Deutério Isótopo de hélio
  • 19. Questão 69 A partir das etapas consecutivas de fusão nuclear representadas no esquema, é correto afirmar que ocorre (A) formação de uma molécula de hidrogênio. (B) emissão de nêutron. (C) formação de uma molécula de hidrogênio e de dois átomos de hélio. (D) emissão de pósitron. (E) emissão de próton.
  • 20. Questão 69 A partir das etapas consecutivas de fusão nuclear representadas no esquema, é correto afirmar que ocorre (A) formação de uma molécula de hidrogênio. (B) emissão de nêutron. (C) formação de uma molécula de hidrogênio e de dois átomos de hélio. (D) emissão de pósitron. (E) emissão de próton. Ela tem a mesma massa do elétron, mas com carga positiva.
  • 21. Questão 70 O ácido etanoico, popularmente chamado de ácido acético, é um ácido fraco e um dos componentes do vinagre, sendo o responsável por seu sabor azedo. Dada a constante de ionização, Ka, igual a 1,8×10–5, assinale a alternativa que apresenta a concentração em mol·L–1 de H+ em uma solução deste ácido de concentração 2,0×10–2 mol·L–1. (A) 0,00060 mol·L–1 (B) 0,000018 mol·L–1 (C) 1,8 mol·L–1 (D) 3,6 mol·L–1 (E) 0,000060 mol·L–1
  • 22. Questão 70 O ácido etanoico, popularmente chamado de ácido acético, é um ácido fraco e um dos componentes do vinagre, sendo o responsável por seu sabor azedo. Dada a constante de ionização, Ka, igual a 1,8×10–5, assinale a alternativa que apresenta a concentração em mol·L–1 de H+ em uma solução deste ácido de concentração 2,0×10–2 mol·L–1. (A) 0,00060 mol·L–1 (B) 0,000018 mol·L–1 (C) 1,8 mol·L–1 (D) 3,6 mol·L–1 (E) 0,000060 mol·L–1
  • 23. Questão 71 Os protetores solares são formulações que contêm dois componentes básicos: os ingredientes ativos (filtros solares) e os veículos. Dentre os veículos, os cremes e as loções emulsionadas são os mais utilizados, por associarem alta proteção à facilidade de espalhamento sobre a pele. Uma emulsão pode ser obtida a partir da mistura entre óleo e água, por meio da ação de um agente emulsionante. O laurato de sacarose (6-O-laurato de sacarose), por exemplo, é um agente emulsionante utilizado no preparo de emulsões. A ação emulsionante do laurato de sacarose deve-se à presença de (A) grupos hidroxila que fazem ligações de hidrogênio com as moléculas de água. (B) uma longa cadeia carbônica que o torna solúvel em óleo. (C) uma longa cadeia carbônica que o torna solúvel em água. (D) grupos hidrofílicos e lipofílicos que o tornam solúvel nas fases aquosa e oleosa. (E) grupos hidrofóbicos e lipofóbicos que o tornam solúvel nas fases aquosa e oleosa.
  • 24. Questão 71 Os protetores solares são formulações que contêm dois componentes básicos: os ingredientes ativos (filtros solares) e os veículos. Dentre os veículos, os cremes e as loções emulsionadas são os mais utilizados, por associarem alta proteção à facilidade de espalhamento sobre a pele. Uma emulsão pode ser obtida a partir da mistura entre óleo e água, por meio da ação de um agente emulsionante. O laurato de sacarose (6-O-laurato de sacarose), por exemplo, é um agente emulsionante utilizado no preparo de emulsões. A ação emulsionante do laurato de sacarose deve-se à presença de (A) grupos hidroxila que fazem ligações de hidrogênio com as moléculas de água. (B) uma longa cadeia carbônica que o torna solúvel em óleo. (C) uma longa cadeia carbônica que o torna solúvel em água. (D) grupos hidrofílicos e lipofílicos que o tornam solúvel nas fases aquosa e oleosa. (E) grupos hidrofóbicos e lipofóbicos que o tornam solúvel nas fases aquosa e oleosa. Hidrocarbonetos= Lipofílicos, dissolvem em óleos/gordura Hidroxilas= hidrofílicas pois se ligam ao H do H2O formando agua
  • 25. Leia o texto para responder às questões de 72 a 74. O espectro solar que atinge a superfície terrestre é formado predominantemente por radiações ultravioletas (UV) (100 – 400 nm), radiações visíveis (400 – 800 nm) e radiações infravermelhas (acima de 800 nm). A faixa da radiação UV se divide em três regiões: UVA (320 a 400 nm), UVB (280 a 320 nm) e UVC (100 a 280 nm). Ao interagir com a pele humana, a radiação UV pode provocar reações fotoquímicas, que estimulam a produção de melanina, cuja manifestação évisível sob a forma de bronzeamento da pele, ou podem levar à produção de simples inflamações até graves queimaduras. Um filtro solar eficiente deve reduzir o acúmulo de lesões induzidas pela radiação UV por meio da absorção das radiações solares, prevenindo assim uma possível queimadura. São apresentados a seguir as fórmulas estruturais, os nomes e os espectros de absorção de três filtros solares orgânicos.
  • 26. Questão 72 Os filtros solares orgânicos absorvem apenas parte da radiação eletromagnética; dessa forma, deve-se fazer a combinação entre diferentes filtros a fim de se obter um bom protetor solar. Na formulação de um protetor solar, um fabricante necessita escolher um dentre os três filtros orgânicos apresentados cujo máximo de absorção ocorra na região do UVA. A molécula do filtro solar escolhido apresenta as funções orgânicas (A) amina e ácido carboxílico. (B) cetona e éter. (C) amina e éster. (D) amida e éter. (E) cetona e álcool.
  • 27. Questão 72 Os filtros solares orgânicos absorvem apenas parte da radiação eletromagnética; dessa forma, deve-se fazer a combinação entre diferentes filtros a fim de se obter um bom protetor solar. Na formulação de um protetor solar, um fabricante necessita escolher um dentre os três filtros orgânicos apresentados cujo máximo de absorção ocorra na região do UVA. A molécula do filtro solar escolhido apresenta as funções orgânicas (A) amina e ácido carboxílico. (B) cetona e éter. (C) amina e éster. (D) amida e éter. (E) cetona e álcool.
  • 28. Questão 73 A energia da radiação solar aumenta com a redução de seu comprimento de onda e a torna mais propensa a induzir reações fotoquímicas. Analisando os espectros de absorção apresentados e utilizando os dados da Classificação Periódica, assinale a alternativa que apresenta a massa molar, em g·mol–1, do filtro solar orgânico que tem o máximo de absorção de maior energia. (A) 273. (B) 133. (C) 310. (D) 277. (E) 137.
  • 29. Questão 73 A energia da radiação solar aumenta com a redução de seu comprimento de onda e a torna mais propensa a induzir reações fotoquímicas. Analisando os espectros de absorção apresentados e utilizando os dados da Classificação Periódica, assinale a alternativa que apresenta a massa molar, em g·mol–1, do filtro solar orgânico que tem o máximo de absorção de maior energia. (A) 273. (B) 133. (C) 310. (D) 277. (E) 137. absorve menor comprimento de onda. C7H7NO2 M = (7 . 12 + 7 . 1 + 1 . 14 + 2 . 16) g/mol M = 137 g/mol
  • 30. Questão 74 Dentre os três filtros solares orgânicos citados, apresentam tautomeria e isomeria óptica, respectivamente: (A) PABA e octildimetilPABA. (B) BMDM e PABA. (C) BMDM e octildimetilPABA. (D) PABA e BMDM. (E) octildimetilPABA e BMDM.
  • 31. Questão 74 Dentre os três filtros solares orgânicos citados, apresentam tautomeria e isomeria óptica, respectivamente: (A) PABA e octildimetilPABA. (B) BMDM e PABA. (C) BMDM e octildimetilPABA. (D) PABA e BMDM. (E) octildimetilPABA e BMDM. Tautomeria somente em cetonas e alcool Isomeria óptica só acontece em carbonos quirais

Notas do Editor

  1. Os emulsionantes são moléculas com um lado hidrofílico (atrai a água) e outro hidrofóbico (repele a água), permitindo que óleo se disperse na água, criando uma emulsão estável e homogénea.