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CONCEPÇÃO METODOLÓGICA
“Independentemente do caminho que o professor pretenda seguir, ele sempre
precisa preparar a sua aula com antecedência. Os materiais didáticos subsidiam
a prática de sala de aula, mas jamais substituem a função ativa do professor.”
Com a introdução da Proposta Curricular, foram implantadas ações mais
próximas do cotidiano escolar. Elas estão sugeridas em planos de aula por
disciplina/série (ano)/bimestre nos Cadernos do Professor e do Aluno.
Observe que, para ministrar uma aula proposta nos Cadernos, os professores
devem ter os recursos didáticos disponíveis para a apresentação aos alunos e
um bom conhecimento teórico sobre o tema para direcionar a aprendizagem.
A utilização de procedimentos metodológicos adequados para o
desenvolvimento dos planos de aula é de extrema importância. Esses
procedimentos são:
SONDAGEM INICIAL
a) proposição de uma sondagem inicial a ser realizada pelo professor para
aferir o conhecimento do aluno sobre o tema que será introduzido. Essa proposta
pedagógica é muito importante para direcionar as ações do professor, uma vez
que o capacita para prever a ocorrência de problemas no espaço de tempo
previsto para a aprendizagem e, assim, redirecionar as ações ainda no processo.
No geral, esse diagnóstico pode apontar três fatores: o tema já é do domínio dos
alunos, portanto há necessidade de aprofundá-lo; o tema está muito aquém do
domínio dos alunos, portanto há necessidade da retomada de outros temas que
lhe dão suporte antes de introduzi-lo; o tema está adequado ao previsto.
b) proposição de um roteiro de perguntas para os alunos. Cabe a cada
professor decidir se vai registrá-las na lousa ou se vai ditá-las. Outras decisões
a serem tomadas dizem respeito a como os alunos responderão às perguntas e
quanto tempo terão para respondê-las, antes de o professor iniciar o debate
sobre as respostas dadas. A forma como as perguntas estão dirigidas é
intencional. Não são perguntas aleatórias, elas são intencionalmente
constituídas de modo que o aluno mobilize operações cognitivas associadas aos
conteúdos propostos. Piaget denomina essas ações de “tarefas operatórias”,
porque ativam operações mentais em um determinado contexto, como julgar
(avaliar), provar (justificar ou defender um ponto de vista), analisar (decompor os
elementos), reunir (recompor os elementos), comparar (identificar semelhanças
e diferenças), interpretar e sintetizar.
Aorganização do roteiro sob forma de tarefas operatórias busca ativar operações
cognitivas para integrar e transferir os conhecimentos anteriores (disciplinares
ou de mundo) aos conhecimentos novos propostos, priorizando atividades
mentais interiorizadas que precedem e sucedem a reflexão. Há uma condução
pedagógica do pensamento do aluno sobre o conhecimento proposto, tendo em
vista a sua aquisição. Isto é, além da proposta da aprendizagem do conteúdo,
há uma proposta de se aprender a pensar aquele conteúdo.
Essa postura pedagógica considera a importância da escola na construção de
um pensamento reflexivo sobre os fatos ou fenômenos observados.
PROBLEMATIZAÇÃO
c) problematização do tema. Resolver problemas em situação escolar
pressupõe problematizar os fatos ou fenômenos observados, formulando
hipóteses sobre suas causas, com base em teorias e paradigmas da ciência
estabelecida, para, então, emitir conclusões autorizadas. Observem o uso
intencional do plural na definição.
Os alunos devem conhecer as diferentes teorias que procuram explicar os fatos
ou fenômenos naturais e sociais. A escola não pode passar a impressão de que
existe apenas uma explicação ou apenas uma resposta definitiva para um
determinado problema. Há muitas respostas e, provavelmente, para cada uma
delas surge um novo problema com muitas respostas e problemas. Isso significa
ensinar os alunos a adquirir uma atitude científica frente aos fatos ou fenômenos
observados – a dúvida metódica e a análise crítica –, gerando a experiência e a
curiosidade da descoberta (aprender a aprender).
A problematização, em uma situação escolar, desenvolve a competência de
procurar caminhos para explicar o mundo e de reconhecer a beleza do
pensamento científico que nunca está satisfeito com as explicações que ele
mesmo cria. O pensamento científico é essencialmente divergente, criativo e
crítico.
Por isso, a relevância de os professores problematizarem o tema, a partir de
determinada situação, para que os alunos proponham uma solução adequada,
utilizando os conhecimentos da área de que já dispõem ou buscando outros
conhecimentos da área (pesquisas) que possam sustentar suas conclusões.
O problema proposto deve ser de possível resolução pela classe e série(ano),
adequado ao estágio de conhecimento dos alunos e significativo para a sua
experiência pessoal (contexto do problema e vivência do problema).
Quando essa estratégia de ensino-aprendizagem é aplicada, as tarefas
operatórias a serem desenvolvidas (competências e habilidades) tornam-se os
grandes campos de aquisição. São elas: saber coletar e organizar os dados,
comparar informações, elaborar e selecionar hipóteses, construir uma
argumentação consistente para defender um ponto de vista e elaborar propostas
objetivas para solucionar o problema.
d) aula expositiva dialogada, intimamente relacionada à resolução do
problema proposto. O papel do professor nessa aula é estimular os alunos para
a participação ativa na compreensão do tema, dialogando com a classe,
trazendo o problema para a situação de sala de aula, fazendo perguntas
instigantes, levantando hipóteses, esclarecendo as dúvidas.
Com o apoio de recursos didáticos específicos, o professor organiza
coletivamente a reflexão sobre o tema em uma sequência didática em função do
tempo disponível, socializando o saber com o foco no contexto de sala de aula.
Diferentemente da aula expositiva clássica, o tema é apresentado em diálogo
com os outros temas já estudados, recuperando princípios e conceitos amplos
relacionados às informações e aos exemplos particulares, com a finalidade de
construir uma argumentação consistente sobre os fatos apresentados.
O professor faz perguntas e espera que os alunos se coloquem em relação a
elas.
Esclarece as dúvidas e solicita exemplos, fala com uma linguagem de área
adequada ao nível de conhecimento da classe, utiliza termos novos e explicita
seus significados.
Só a experiência didática nos permite ministrar uma aula expositiva adequada,
pois precisamos saber de antemão quando podemos dizer o que e para quem e,
principalmente, como vamos dizer, para atrair a atenção dos alunos e conduzir
a aprendizagem pretendida.
A aula expositiva, mais do que qualquer outra estratégia adotada, não pode ser
improvisada, pois ela exige domínio total do tema que será apresentado,
objetividade para não se perder em subtemas tangenciais, seleção de exemplos
próximos do interesse dos alunos, organização do tempo previsto e muita
sensibilidade no uso da linguagem de comunicação para diferentes públicos e
na condução da aula propriamente dita, para manter a motivação da classe como
um todo na exposição.
De todos os problemas encontrados, em casos de observação de aulas
expositivas, podemos dizer que alguns são inaceitáveis. Citamos:
1. o expositor não tem domínio sobre o tema que está expondo ou não se
preparou para expô-lo;
2. o expositor fala para si mesmo em uma linguagem que só ele entende;
3. o expositor não sabe controlar o tempo da exposição;
4. o expositor formula perguntas ou apresenta exemplos impróprios para o nível
de conhecimento de seu público ou formula perguntas que têm uma única
resposta;
5. o expositor não compreende as perguntas e os argumentos do público e usa
sua autoridade temporária para calar as vozes que procuram o diálogo;
6. o expositor não tem sensibilidade para identificar e superar as resistências de
seu público, tais como falta de atenção, conversas paralelas, formulação de
perguntas que fogem do tema etc.
Todos os Cadernos do Professor e do Aluno de séries(anos)/bimestres
apresentam uma mesma proposta metodológica no âmbito de cada disciplina,
isto é, uma sequência de procedimentos de ensino-aprendizagem, tendo em
vista os resultados descritos na Proposta Curricular do Estado de São Paulo. Há,
portanto, um caminho comum baseado em um projeto (Proposta Curricular). Por
isso, a insistência do uso dos Cadernos em sala de aula para gerar um diálogo
entre os professores da disciplina.
As estratégias de ensino-aprendizagem estão pautadas em fundamentos
comuns, como visão interacionista da aprendizagem no ambiente escolar;
necessidade de os alunos experimentarem o conhecimento para assimilá-lo;
mobilização de diferentes esquemas operatórios pelos alunos; problematização
do conhecimento e adequação dos processos de ensino-aprendizagem para
atender aos objetivos previstos.
SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Caderno do gestor: gestão
do currículo na escola / volume 1/ Secretaria da Educação; São Paulo: SEE,
2010. Volume 1, pg. 13.
Fazer download do Caderno
http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG_V1_2010_site
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Concepcao metodologica curriculo 2

  • 1. CONCEPÇÃO METODOLÓGICA “Independentemente do caminho que o professor pretenda seguir, ele sempre precisa preparar a sua aula com antecedência. Os materiais didáticos subsidiam a prática de sala de aula, mas jamais substituem a função ativa do professor.” Com a introdução da Proposta Curricular, foram implantadas ações mais próximas do cotidiano escolar. Elas estão sugeridas em planos de aula por disciplina/série (ano)/bimestre nos Cadernos do Professor e do Aluno. Observe que, para ministrar uma aula proposta nos Cadernos, os professores devem ter os recursos didáticos disponíveis para a apresentação aos alunos e um bom conhecimento teórico sobre o tema para direcionar a aprendizagem. A utilização de procedimentos metodológicos adequados para o desenvolvimento dos planos de aula é de extrema importância. Esses procedimentos são: SONDAGEM INICIAL a) proposição de uma sondagem inicial a ser realizada pelo professor para aferir o conhecimento do aluno sobre o tema que será introduzido. Essa proposta pedagógica é muito importante para direcionar as ações do professor, uma vez que o capacita para prever a ocorrência de problemas no espaço de tempo previsto para a aprendizagem e, assim, redirecionar as ações ainda no processo. No geral, esse diagnóstico pode apontar três fatores: o tema já é do domínio dos alunos, portanto há necessidade de aprofundá-lo; o tema está muito aquém do domínio dos alunos, portanto há necessidade da retomada de outros temas que lhe dão suporte antes de introduzi-lo; o tema está adequado ao previsto. b) proposição de um roteiro de perguntas para os alunos. Cabe a cada professor decidir se vai registrá-las na lousa ou se vai ditá-las. Outras decisões a serem tomadas dizem respeito a como os alunos responderão às perguntas e quanto tempo terão para respondê-las, antes de o professor iniciar o debate sobre as respostas dadas. A forma como as perguntas estão dirigidas é intencional. Não são perguntas aleatórias, elas são intencionalmente constituídas de modo que o aluno mobilize operações cognitivas associadas aos conteúdos propostos. Piaget denomina essas ações de “tarefas operatórias”, porque ativam operações mentais em um determinado contexto, como julgar (avaliar), provar (justificar ou defender um ponto de vista), analisar (decompor os elementos), reunir (recompor os elementos), comparar (identificar semelhanças e diferenças), interpretar e sintetizar. Aorganização do roteiro sob forma de tarefas operatórias busca ativar operações
  • 2. cognitivas para integrar e transferir os conhecimentos anteriores (disciplinares ou de mundo) aos conhecimentos novos propostos, priorizando atividades mentais interiorizadas que precedem e sucedem a reflexão. Há uma condução pedagógica do pensamento do aluno sobre o conhecimento proposto, tendo em vista a sua aquisição. Isto é, além da proposta da aprendizagem do conteúdo, há uma proposta de se aprender a pensar aquele conteúdo. Essa postura pedagógica considera a importância da escola na construção de um pensamento reflexivo sobre os fatos ou fenômenos observados. PROBLEMATIZAÇÃO c) problematização do tema. Resolver problemas em situação escolar pressupõe problematizar os fatos ou fenômenos observados, formulando hipóteses sobre suas causas, com base em teorias e paradigmas da ciência estabelecida, para, então, emitir conclusões autorizadas. Observem o uso intencional do plural na definição. Os alunos devem conhecer as diferentes teorias que procuram explicar os fatos ou fenômenos naturais e sociais. A escola não pode passar a impressão de que existe apenas uma explicação ou apenas uma resposta definitiva para um determinado problema. Há muitas respostas e, provavelmente, para cada uma delas surge um novo problema com muitas respostas e problemas. Isso significa ensinar os alunos a adquirir uma atitude científica frente aos fatos ou fenômenos observados – a dúvida metódica e a análise crítica –, gerando a experiência e a curiosidade da descoberta (aprender a aprender). A problematização, em uma situação escolar, desenvolve a competência de procurar caminhos para explicar o mundo e de reconhecer a beleza do pensamento científico que nunca está satisfeito com as explicações que ele mesmo cria. O pensamento científico é essencialmente divergente, criativo e crítico. Por isso, a relevância de os professores problematizarem o tema, a partir de determinada situação, para que os alunos proponham uma solução adequada, utilizando os conhecimentos da área de que já dispõem ou buscando outros conhecimentos da área (pesquisas) que possam sustentar suas conclusões. O problema proposto deve ser de possível resolução pela classe e série(ano), adequado ao estágio de conhecimento dos alunos e significativo para a sua experiência pessoal (contexto do problema e vivência do problema). Quando essa estratégia de ensino-aprendizagem é aplicada, as tarefas operatórias a serem desenvolvidas (competências e habilidades) tornam-se os grandes campos de aquisição. São elas: saber coletar e organizar os dados, comparar informações, elaborar e selecionar hipóteses, construir uma argumentação consistente para defender um ponto de vista e elaborar propostas objetivas para solucionar o problema.
  • 3. d) aula expositiva dialogada, intimamente relacionada à resolução do problema proposto. O papel do professor nessa aula é estimular os alunos para a participação ativa na compreensão do tema, dialogando com a classe, trazendo o problema para a situação de sala de aula, fazendo perguntas instigantes, levantando hipóteses, esclarecendo as dúvidas. Com o apoio de recursos didáticos específicos, o professor organiza coletivamente a reflexão sobre o tema em uma sequência didática em função do tempo disponível, socializando o saber com o foco no contexto de sala de aula. Diferentemente da aula expositiva clássica, o tema é apresentado em diálogo com os outros temas já estudados, recuperando princípios e conceitos amplos relacionados às informações e aos exemplos particulares, com a finalidade de construir uma argumentação consistente sobre os fatos apresentados. O professor faz perguntas e espera que os alunos se coloquem em relação a elas. Esclarece as dúvidas e solicita exemplos, fala com uma linguagem de área adequada ao nível de conhecimento da classe, utiliza termos novos e explicita seus significados. Só a experiência didática nos permite ministrar uma aula expositiva adequada, pois precisamos saber de antemão quando podemos dizer o que e para quem e, principalmente, como vamos dizer, para atrair a atenção dos alunos e conduzir a aprendizagem pretendida. A aula expositiva, mais do que qualquer outra estratégia adotada, não pode ser improvisada, pois ela exige domínio total do tema que será apresentado, objetividade para não se perder em subtemas tangenciais, seleção de exemplos próximos do interesse dos alunos, organização do tempo previsto e muita sensibilidade no uso da linguagem de comunicação para diferentes públicos e na condução da aula propriamente dita, para manter a motivação da classe como um todo na exposição. De todos os problemas encontrados, em casos de observação de aulas expositivas, podemos dizer que alguns são inaceitáveis. Citamos: 1. o expositor não tem domínio sobre o tema que está expondo ou não se preparou para expô-lo; 2. o expositor fala para si mesmo em uma linguagem que só ele entende; 3. o expositor não sabe controlar o tempo da exposição; 4. o expositor formula perguntas ou apresenta exemplos impróprios para o nível de conhecimento de seu público ou formula perguntas que têm uma única resposta; 5. o expositor não compreende as perguntas e os argumentos do público e usa sua autoridade temporária para calar as vozes que procuram o diálogo; 6. o expositor não tem sensibilidade para identificar e superar as resistências de seu público, tais como falta de atenção, conversas paralelas, formulação de perguntas que fogem do tema etc. Todos os Cadernos do Professor e do Aluno de séries(anos)/bimestres apresentam uma mesma proposta metodológica no âmbito de cada disciplina,
  • 4. isto é, uma sequência de procedimentos de ensino-aprendizagem, tendo em vista os resultados descritos na Proposta Curricular do Estado de São Paulo. Há, portanto, um caminho comum baseado em um projeto (Proposta Curricular). Por isso, a insistência do uso dos Cadernos em sala de aula para gerar um diálogo entre os professores da disciplina. As estratégias de ensino-aprendizagem estão pautadas em fundamentos comuns, como visão interacionista da aprendizagem no ambiente escolar; necessidade de os alunos experimentarem o conhecimento para assimilá-lo; mobilização de diferentes esquemas operatórios pelos alunos; problematização do conhecimento e adequação dos processos de ensino-aprendizagem para atender aos objetivos previstos. SÃO PAULO (Estado) Secretaria da Educação. Caderno do gestor: gestão do currículo na escola / volume 1/ Secretaria da Educação; São Paulo: SEE, 2010. Volume 1, pg. 13. Fazer download do Caderno http://www.rededosaber.sp.gov.br/portais/Portals/18/arquivos/CG_V1_2010_site _050310.pdf