II Conferência Integrada de Educação Física e Fisioterapia (CEULJI/ULBRA). Prof. Ms. Fernando S. S. Barbosa 
Fisioterapeuta UCDB – Campo Grande 
Mestre em Ciências da Motricidade Humana UNESP - Campus de Rio Claro 
Docente UNIR - Campus de Ariquemes 
ERGONOMIA, HIGIENE OCUPACIONAL E SEGURANÇA DO TRABALHO APLICADAS À ANÁLISE TÉCNICA DO AMBIENTE E DO POSTO DE TRABALHO PELO FISIOTERAPEUTA 
Contato: fernandossb@hotmail.com fernandossb@outlook.com www.facebook.com/fernandossb
ERGONOMIA 
Definição 
A ergonomia é um conjunto de ciências e tecnologias que procuram a adaptação confortável e produtiva entre o ser humano e seu trabalho, mais precisamente, as condições de trabalho às características do ser humano. 
ergos= trabalho nomos= regras; leis
LAUDO ERGONÔMICO 
Parecer 
Termo jurídico 
Opinião manifestada/expressa 
Conclusão dada por um especialista 
Subjetivo  laudo 
Fundamentado
LAUDO ERGONÔMICO 
Laudo 
Parecer técnico após trabalho realizado por perito 
Escrito 
Redigido pelo próprio perito 
Relato do técnico ou especialista 
Situação litigiosa 
Descrição de fatos 
Objetivo  observações, estudos e conclusão
BIOMECÂNICA 
A biomecânica é uma ciência interdisciplinar, sem corpo de conhecimento próprio, dedicada à aplicação dos conceitos da mecânica (estudo das respostas dos corpos à forças) a sistemas biológicos, com a finalidade de descrição, análise e interpretação dos movimentos do corpo para a solução de problemas 
Biomecânica Interna 
Biomecânica Externa 
Biomecânica Ocupacional
 Posicionamento articular ótimo 
 Máxima eficiência muscular 
 Mínimo gasto energético 
OBJETIVOS DA BIOMECÂNICA OCUPACIONAL
ÁREAS DA BIOMECÂNICA 
Antropometria 
Cinemetria 
Dinamometria 
Eletromiografia
ÁREAS DA BIOMECÂNICA 
Antropometria 
Cinemetria 
Dinamometria 
Eletromiografia
ÁREAS DA BIOMECÂNICA 
Antropometria 
Cinemetria 
Dinamometria 
Eletromiografia
ÁREAS DA BIOMECÂNICA 
Antropometria 
Cinemetria 
Dinamometria 
Eletromiografia
ELETROMIOGRAFIA 
Técnica de registro e monitoração da atividade elétrica de um músculo 
FADIGA MUSCULAR 
IDENTIFICAÇÃO DE SOBRECARGA 
RELAÇÕES CINESIOLOGICAS
Fadiga Muscular e Sobrecarga Músculo-Esquelética 
Levantamento Manual de Carga (LMC)
REPOUSO 
TRAÇÃO 
COMPRESSÃO 
FLEXÃO-EXTENSÃO 
INCLINAÇÃO LATERAL
Fadiga Muscular e Sobrecarga Músculo-Esquelética 
músculos 
elementos passivos
LESÕES OCUPACIONAIS
ELETROMIOGRAFIA
ELETROMIOGRAFIA
ELETROMIOGRAFIA
0 1 2 3 4 5 6 
-1000 
0 
1000 
Amplitude (mv) 
ileocostal direito 
0 1 2 3 4 5 6 
-1000 
0 
1000 
Amplitude (mv) 
multífido direito 
0 1 2 3 4 5 6 
-1000 
0 
1000 
Amplitude (mv) 
ilecostal esquerdo 
0 1 2 3 4 5 6 
-1000 
0 
1000 
Amplitude (mv) 
multífido esquerdo 
0 1 2 3 4 5 6 
4 
6 
8 
Tempo (seg) 
Carga (kg) 
célula de carga 
EMG e Coluna Vertebral
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 
40 
50 
60 
70 
80 
90 
100 
Taxa de Declínio (Hz/segundo) 
Coletas 
FM x TEMPO 
EMG e Coluna Vertebral
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 1011121314151617181920 
300 
400 
500 
600 
700 
800 
Taxa de Inclinação (μV/segundo) 
Coletas 
RMS x TEMPO 
EMG e Coluna Vertebral
DINAMOMETRIA 
Definição 
Envolve a medida de forças e pressões transmitidas entre o ambiente e o corpo humano
DINAMOMETRIA 
Definição 
Envolve a medida de forças e pressões transmitidas entre o ambiente e o corpo humano
Importante no dimensionamento 
ANTROPOMETRIA 
Definição 
Área da biomecânica responsável pelo das dimensões humanas, em todos os seus segmentos 
máquinas 
equipamentos 
ferramentas 
postos de trabalho 
adequação trabalhador-função
ATIVIDADE PRÁTICA 1
1m e 30cm 
2m e 20cm 
♂ x ♀ = 3-7cm 
segmentos 
Suécia x Inglaterra = 4cm 
Suécia x Japão ♂ x ♀ 
= 10cm
CINEMETRIA 
Definição 
Conjunto de métodos que visam medir parâmetros cinemáticos do movimento, isto é, posição, orientação, velocidade e aceleração
POSTO DE TRABALHO 
Definição 
Origem militar 
Local dentro de um sistema de produção
POSTO DE TRABALHO 
Definição 
A menor unidade produtiva dentro de um sistema de produção. Envolve o homem, local de trabalho, máquinas, ferramentas, mobiliário, softwares, sistemas de produção e segurança, EPI e o próprio sistema de produção 
matéria prima 
produto final
POSTO DE TRABALHO 
Definição 
Local com papel definido, com instruções e procedimentos (o que fazer, quando fazer e como fazer) e meios (onde fazer e com o que fazer) a ser ocupado por um indivíduo 
A menor unidade produtiva dentro de um sistema de produção. Envolve o homem, local de trabalho, máquinas, ferramentas, mobiliário, softwares, sistemas de produção e segurança, EPI e o próprio sistema de produção
POSTO DE TRABALHO 
Ergonomia  posto de trabalho 
fadiga 
facilitar uso 
máquinas/equipamentos 
segurança 
produtividade
ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO 
Análise do posto de trabalho 
Ferramentas 
Instrumentos qualitativos e quantitativos fundamentais para a AET 
Tarefa e postura
OBJETIVOS DA ATENÇÃO AO POSTO/ESTAÇÃO TRABALHO 
 Características do posto de trabalho 
 Dimensões do corpo humano e do posto de trabalho
ANÁLISE DA TAREFA 
 Detalhada 
 Antecede compra de mobiliário 
 1º Descrição da tarefa e 2º descrição das ações
DESCRIÇÃO DA TAREFA 
 Estabelecer o objetivo 
 Tipo de pessoa 
 Equipamento 
 Posição/postura 
 Condições ambientais 
 Condições organizacionais
DESCRIÇÃO DAS AÇÕES 
 Interface homem-máquina (informações e controles) 
 Informações 
 Canal sensorial envolvido 
 Tipos de sinais (luz, som, display, mostradores...) 
 Controles 
 movimento corporal envolvido, segmento corporal, 
alcance, tipo de instrumento de controle (botões, 
alavancas, pedais, volantes)
EXIGÊNCIAS VISUAIS 
 Podem interferir no conforto postural 
 >acuidade visual <distância 
 Condições de iluminamento e contraste
CONFORTO NA POSTURA EM PÉ 
 Tempo de manutenção  estímulo à alternância 
 Espaço para os pés 
 Altura do plano de trabalho 
 Exigências visuais
 Importante para o conforto postural 
   ombros e braços 
   flexão da coluna vertebral (também sentado)
 Adaptações 
 Plano de trabalho regulável em altura 
 Plano de trabalho ajustado para os “grandes” 
 Plano de trabalho ≠ mesa de trabalho
CONFORTO NA POSTURA SENTADA 
 Tempo de manutenção 
 Altura do plano de trabalho 
 Exigências visuais 
 Características da cadeira
ESPAÇO DE TRABALHO 
 Disposição de instrumentos  conforto 
 Evitar movimentos secundários do tronco 
 Prevenção de problemas nos MMSS e tronco
 MMSS
ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO 
Postura 
É a combinação do posicionamento das diferentes partes do corpo em um determinado momento
ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO 
Postura Laboral 
Nome dado às inúmeras posições que o sistema osteomioarticular adota durante as mais variadas atividades laborais
ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO 
Postura Laboral 
Fundamental para AET e vida saudável 
Influenciada por vários fatores 
Neurofisiológicos 
Temperatura 
Luminosidade 
Ruído 
Umidade 
Qualidade do ar 
Tarefa 
Posto de trabalho
Categorizar e descrever  atividades 
trabalho ou tarefa 
homem 
modificar 
adaptações 
ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO 
individualizada 
Natureza da tarefa 
Forma de execução 
Aspectos cognitivos 
Aspectos músculo- esqueléticos 
Antecedentes
RULA 
Rapid Upper-Limb Assessment 
Força e movimento  sistema músculo-esquelético 
 posturas de trabalho 
1993  Applied Ergonomics 
•Nível do risco e necessidade de intervenção 
ADM, tipo de contração muscular e carga
RULA 
Exemplo de Caso Clínico
RULA
RULA
RULA
RULA
RULA
RULA
RULA
RULA
RULA
OWAS 
Ovako Working Postures Analysing System 
1977  Applied Ergonomics 
Posturas de trabalho  indústria siderúrgica
OWAS 
4 posições 
3 posições 
7 posições 
•4 categorias 
•Necessidade de intervenção
OWAS
OWAS
NIOSH 
National Institute for Occupationl Safety and Health
REBA 
Rapid Entire Body Assessment 
Lynn McAtamney e Sue Hignett (2000) 
Exposição do trabalhador ao risco 
5 fatores 
Resultado  risco e intervenção
MÉTODO SUZANNE RODGERS 
3 fatores 
Esforço, duração e frequência
MÉTODO MOORE E GARG 
6 fatores 
Strain Index 
x fatores 
Intensidade, duração e frequência do esforço, postura mão e punho, ritmo e duração de trabalho
CHECK-LISTS 
Questionário / respostas fechadas 
Resposta  valor específico 
Score
CHECK-LISTS DE COUTO 
Fator biomecânico 
Risco  MMSS
II Conferência Integrada de Educação Física e Fisioterapia (CEULJI/ULBRA). Prof. Ms. Fernando S. S. Barbosa 
Fisioterapeuta UCDB – Campo Grande 
Mestre em Ciências da Motricidade Humana UNESP - Campus de Rio Claro 
Docente UNIR - Campus de Ariquemes 
ERGONOMIA, HIGIENE OCUPACIONAL E SEGURANÇA DO TRABALHO APLICADAS À ANÁLISE TÉCNICA DO AMBIENTE E DO POSTO DE TRABALHO PELO FISIOTERAPEUTA 
Contato: fernandossb@hotmail.com fernandossb@outlook.com www.facebook.com/fernandossb

CIEFF-CEULJI/ULBRA-2014-Parte 6

  • 1.
    II Conferência Integradade Educação Física e Fisioterapia (CEULJI/ULBRA). Prof. Ms. Fernando S. S. Barbosa Fisioterapeuta UCDB – Campo Grande Mestre em Ciências da Motricidade Humana UNESP - Campus de Rio Claro Docente UNIR - Campus de Ariquemes ERGONOMIA, HIGIENE OCUPACIONAL E SEGURANÇA DO TRABALHO APLICADAS À ANÁLISE TÉCNICA DO AMBIENTE E DO POSTO DE TRABALHO PELO FISIOTERAPEUTA Contato: fernandossb@hotmail.com fernandossb@outlook.com www.facebook.com/fernandossb
  • 2.
    ERGONOMIA Definição Aergonomia é um conjunto de ciências e tecnologias que procuram a adaptação confortável e produtiva entre o ser humano e seu trabalho, mais precisamente, as condições de trabalho às características do ser humano. ergos= trabalho nomos= regras; leis
  • 3.
    LAUDO ERGONÔMICO Parecer Termo jurídico Opinião manifestada/expressa Conclusão dada por um especialista Subjetivo  laudo Fundamentado
  • 4.
    LAUDO ERGONÔMICO Laudo Parecer técnico após trabalho realizado por perito Escrito Redigido pelo próprio perito Relato do técnico ou especialista Situação litigiosa Descrição de fatos Objetivo  observações, estudos e conclusão
  • 5.
    BIOMECÂNICA A biomecânicaé uma ciência interdisciplinar, sem corpo de conhecimento próprio, dedicada à aplicação dos conceitos da mecânica (estudo das respostas dos corpos à forças) a sistemas biológicos, com a finalidade de descrição, análise e interpretação dos movimentos do corpo para a solução de problemas Biomecânica Interna Biomecânica Externa Biomecânica Ocupacional
  • 6.
     Posicionamento articularótimo  Máxima eficiência muscular  Mínimo gasto energético OBJETIVOS DA BIOMECÂNICA OCUPACIONAL
  • 7.
    ÁREAS DA BIOMECÂNICA Antropometria Cinemetria Dinamometria Eletromiografia
  • 8.
    ÁREAS DA BIOMECÂNICA Antropometria Cinemetria Dinamometria Eletromiografia
  • 9.
    ÁREAS DA BIOMECÂNICA Antropometria Cinemetria Dinamometria Eletromiografia
  • 10.
    ÁREAS DA BIOMECÂNICA Antropometria Cinemetria Dinamometria Eletromiografia
  • 11.
    ELETROMIOGRAFIA Técnica deregistro e monitoração da atividade elétrica de um músculo FADIGA MUSCULAR IDENTIFICAÇÃO DE SOBRECARGA RELAÇÕES CINESIOLOGICAS
  • 12.
    Fadiga Muscular eSobrecarga Músculo-Esquelética Levantamento Manual de Carga (LMC)
  • 22.
    REPOUSO TRAÇÃO COMPRESSÃO FLEXÃO-EXTENSÃO INCLINAÇÃO LATERAL
  • 23.
    Fadiga Muscular eSobrecarga Músculo-Esquelética músculos elementos passivos
  • 24.
  • 26.
  • 27.
  • 28.
  • 31.
    0 1 23 4 5 6 -1000 0 1000 Amplitude (mv) ileocostal direito 0 1 2 3 4 5 6 -1000 0 1000 Amplitude (mv) multífido direito 0 1 2 3 4 5 6 -1000 0 1000 Amplitude (mv) ilecostal esquerdo 0 1 2 3 4 5 6 -1000 0 1000 Amplitude (mv) multífido esquerdo 0 1 2 3 4 5 6 4 6 8 Tempo (seg) Carga (kg) célula de carga EMG e Coluna Vertebral
  • 32.
    0 1 23 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 40 50 60 70 80 90 100 Taxa de Declínio (Hz/segundo) Coletas FM x TEMPO EMG e Coluna Vertebral
  • 33.
    0 1 23 4 5 6 7 8 9 1011121314151617181920 300 400 500 600 700 800 Taxa de Inclinação (μV/segundo) Coletas RMS x TEMPO EMG e Coluna Vertebral
  • 34.
    DINAMOMETRIA Definição Envolvea medida de forças e pressões transmitidas entre o ambiente e o corpo humano
  • 35.
    DINAMOMETRIA Definição Envolvea medida de forças e pressões transmitidas entre o ambiente e o corpo humano
  • 36.
    Importante no dimensionamento ANTROPOMETRIA Definição Área da biomecânica responsável pelo das dimensões humanas, em todos os seus segmentos máquinas equipamentos ferramentas postos de trabalho adequação trabalhador-função
  • 41.
  • 42.
    1m e 30cm 2m e 20cm ♂ x ♀ = 3-7cm segmentos Suécia x Inglaterra = 4cm Suécia x Japão ♂ x ♀ = 10cm
  • 43.
    CINEMETRIA Definição Conjuntode métodos que visam medir parâmetros cinemáticos do movimento, isto é, posição, orientação, velocidade e aceleração
  • 44.
    POSTO DE TRABALHO Definição Origem militar Local dentro de um sistema de produção
  • 45.
    POSTO DE TRABALHO Definição A menor unidade produtiva dentro de um sistema de produção. Envolve o homem, local de trabalho, máquinas, ferramentas, mobiliário, softwares, sistemas de produção e segurança, EPI e o próprio sistema de produção matéria prima produto final
  • 46.
    POSTO DE TRABALHO Definição Local com papel definido, com instruções e procedimentos (o que fazer, quando fazer e como fazer) e meios (onde fazer e com o que fazer) a ser ocupado por um indivíduo A menor unidade produtiva dentro de um sistema de produção. Envolve o homem, local de trabalho, máquinas, ferramentas, mobiliário, softwares, sistemas de produção e segurança, EPI e o próprio sistema de produção
  • 47.
    POSTO DE TRABALHO Ergonomia  posto de trabalho fadiga facilitar uso máquinas/equipamentos segurança produtividade
  • 48.
    ANÁLISE ERGONÔMICA DOTRABALHO Análise do posto de trabalho Ferramentas Instrumentos qualitativos e quantitativos fundamentais para a AET Tarefa e postura
  • 49.
    OBJETIVOS DA ATENÇÃOAO POSTO/ESTAÇÃO TRABALHO  Características do posto de trabalho  Dimensões do corpo humano e do posto de trabalho
  • 50.
    ANÁLISE DA TAREFA  Detalhada  Antecede compra de mobiliário  1º Descrição da tarefa e 2º descrição das ações
  • 51.
    DESCRIÇÃO DA TAREFA  Estabelecer o objetivo  Tipo de pessoa  Equipamento  Posição/postura  Condições ambientais  Condições organizacionais
  • 52.
    DESCRIÇÃO DAS AÇÕES  Interface homem-máquina (informações e controles)  Informações  Canal sensorial envolvido  Tipos de sinais (luz, som, display, mostradores...)  Controles  movimento corporal envolvido, segmento corporal, alcance, tipo de instrumento de controle (botões, alavancas, pedais, volantes)
  • 53.
    EXIGÊNCIAS VISUAIS Podem interferir no conforto postural  >acuidade visual <distância  Condições de iluminamento e contraste
  • 54.
    CONFORTO NA POSTURAEM PÉ  Tempo de manutenção  estímulo à alternância  Espaço para os pés  Altura do plano de trabalho  Exigências visuais
  • 55.
     Importante parao conforto postural    ombros e braços    flexão da coluna vertebral (também sentado)
  • 56.
     Adaptações Plano de trabalho regulável em altura  Plano de trabalho ajustado para os “grandes”  Plano de trabalho ≠ mesa de trabalho
  • 57.
    CONFORTO NA POSTURASENTADA  Tempo de manutenção  Altura do plano de trabalho  Exigências visuais  Características da cadeira
  • 58.
    ESPAÇO DE TRABALHO  Disposição de instrumentos  conforto  Evitar movimentos secundários do tronco  Prevenção de problemas nos MMSS e tronco
  • 59.
  • 60.
    ANÁLISE ERGONÔMICA DOTRABALHO Postura É a combinação do posicionamento das diferentes partes do corpo em um determinado momento
  • 61.
    ANÁLISE ERGONÔMICA DOTRABALHO Postura Laboral Nome dado às inúmeras posições que o sistema osteomioarticular adota durante as mais variadas atividades laborais
  • 62.
    ANÁLISE ERGONÔMICA DOTRABALHO Postura Laboral Fundamental para AET e vida saudável Influenciada por vários fatores Neurofisiológicos Temperatura Luminosidade Ruído Umidade Qualidade do ar Tarefa Posto de trabalho
  • 63.
    Categorizar e descrever atividades trabalho ou tarefa homem modificar adaptações ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO individualizada Natureza da tarefa Forma de execução Aspectos cognitivos Aspectos músculo- esqueléticos Antecedentes
  • 64.
    RULA Rapid Upper-LimbAssessment Força e movimento  sistema músculo-esquelético  posturas de trabalho 1993  Applied Ergonomics •Nível do risco e necessidade de intervenção ADM, tipo de contração muscular e carga
  • 65.
    RULA Exemplo deCaso Clínico
  • 67.
  • 68.
  • 69.
  • 70.
  • 71.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
  • 75.
  • 76.
    OWAS Ovako WorkingPostures Analysing System 1977  Applied Ergonomics Posturas de trabalho  indústria siderúrgica
  • 77.
    OWAS 4 posições 3 posições 7 posições •4 categorias •Necessidade de intervenção
  • 78.
  • 79.
  • 80.
    NIOSH National Institutefor Occupationl Safety and Health
  • 81.
    REBA Rapid EntireBody Assessment Lynn McAtamney e Sue Hignett (2000) Exposição do trabalhador ao risco 5 fatores Resultado  risco e intervenção
  • 82.
    MÉTODO SUZANNE RODGERS 3 fatores Esforço, duração e frequência
  • 83.
    MÉTODO MOORE EGARG 6 fatores Strain Index x fatores Intensidade, duração e frequência do esforço, postura mão e punho, ritmo e duração de trabalho
  • 84.
    CHECK-LISTS Questionário /respostas fechadas Resposta  valor específico Score
  • 85.
    CHECK-LISTS DE COUTO Fator biomecânico Risco  MMSS
  • 86.
    II Conferência Integradade Educação Física e Fisioterapia (CEULJI/ULBRA). Prof. Ms. Fernando S. S. Barbosa Fisioterapeuta UCDB – Campo Grande Mestre em Ciências da Motricidade Humana UNESP - Campus de Rio Claro Docente UNIR - Campus de Ariquemes ERGONOMIA, HIGIENE OCUPACIONAL E SEGURANÇA DO TRABALHO APLICADAS À ANÁLISE TÉCNICA DO AMBIENTE E DO POSTO DE TRABALHO PELO FISIOTERAPEUTA Contato: fernandossb@hotmail.com fernandossb@outlook.com www.facebook.com/fernandossb