O que éa Ergonomia?
Palavra de origem grega:
Ergo Nomos Ergonomia
4.
O que éa Ergonomia?
A Ergonomia é um termo
que deriva do grego
“ergon”, que significa
“trabalho” e “nomos”,
que significa “leis ou
normas”. Esta designa a
ciência que estuda a
adaptação do individuo
ao seu local de trabalho.
5.
ORIGEM DA ERGONOMIA
AErgonomia como disciplina, teve as suas origens na Segunda Guerra
Mundial, mais propriamente em 1949.
Foi nessa época, que se evidenciam as incompatibilidades entre o
progresso humano e o progresso técnico
6.
ORIGEM DA ERGONOMIA
EmPortugal, a Ergonomia surgiu no ano de 1987, com a introdução de
um curso no Instituto
Superior de Educação Física (ISEF), a atual Faculdade de Motricidade
Humana.
A ergonomia envolvefatores anatómicos,
fisiológicos e psicológicos.
Esta considera o comportamento humano, as suas
capacidades e limitações.
9.
Para cumprir osseus objetivos a ergonomia é
auxiliada pela fisiologia, pela antropometria e pela
psicologia.
10.
A fisiologia éo ramo da biologia que estuda as
funções mecânicas, físicas e bioquímicas dos seres
vivos. Isso quer dizer que a fisiologia estuda como é
o funcionamento do organismo
A criação deuma base de dados antropométricos, permite a conceção
de espaços e instrumentos de trabalho adequados a uma população
específica.
A base de dados permite agrupar pessoas com características
idênticas e definir percentis.
13.
Os dados referentesàs dimensões variam de
pessoa para pessoa e de país para país. No geral, as
dimensões dos indivíduos variam também com o
decorrer do tempo: variam ao longo das diferentes
idades, mas também cronologicamente (de geração
para geração)
14.
A psicologia fisiológicamostra como funciona o
sistema nervoso e a psicologia experimental estuda
sobre o comportamento das pessoas.
Ergonomia de Concepção
Permite,ainda na fase de projecto, encontrar soluções eficazes para criar
postos de trabalho adaptados ao trabalhador.
17.
Ergonomia de Correcção
Permitemodificar os elementos do posto de trabalho que possam trazer
problemas para o trabalhador ou mesmo até para a rentabilidade da empresa.
18.
Ergonomia de Consciencialização
Ensinao trabalhador a beneficiar do seu posto de trabalho:
◦ Boa postura;
◦ Uso adequado de mobiliários e equipamentos;
◦ Implementação de pausas;
◦ Ginástica laboral.
19.
Se cumpridos osobjectivos:
Melhoria das
condições
Diminuição dos
incidentes
Aumento da
Produtividade
Melhoria
Contínua
Como avaliar oseu Posto e
Espaço de Trabalho
Comece por fazer algumas perguntas:
• Os objectos que utiliza com > frequência
permitem-lhe adoptar posturas correctas?
• A sua cadeira permite-lhe uma postura
confortável?
• Consegue esticar os braços e as pernas?
• A sua cadeira permite regulação de altura?
22.
Espaço Físico deTrabalho
É o espaço que o trabalhador necessita para desenvolver um determinado
trabalho.
23.
Espaço Físico Livre
Deveter em conta três vertentes:
◦ Espaço Psicológico;
◦ Espaço Pessoal;
◦ Espaço Físico.
24.
Espaço Físico deTrabalho depende:
Tarefa a desempenhar;
Posturas do trabalhador;
Localização das ferramentas;
Existência de obstáculos dificultando o
alcance ou a visão.
25.
Distâncias de alcance
Os materiais e ferramentas devem estar distribuídos
pela área de trabalho, conforme a frequência com que
são utilizados.
Qual é aPostura Ideal?
As posturas mais correctas, mas mantidas
por muito tempo, provocam fadiga
Não existe UMA postura correcta
A melhor postura de trabalho é sempre a
seguinte.
29.
Posturas de Trabalho
Apostura corporal envolve duas variáveis distintas:
-As características anatómicas e fisiológicas do
indivíduo;
- Tipo de atividade.
30.
Posturas de Trabalho
Quandoos trabalhadores executam
permanentemente tarefas num posto de trabalho
mal dimensionado ou que os obrigue a adotar
posturas incorretas, em muitos casos, começam a
surgir precocemente sintomas de fadiga física,
lesões, ou outros traumatismos.
31.
Posturas de Trabalho
Fadiga:
”Aincapacidade funcional reversível provocada
pela repetição, excessivamente prolongada, de um
ato funcional".
32.
Posturas de Trabalho
Existemduas posturas principais de trabalho:
Sentado Em Pé.
Devem ter em conta as distâncias de alcance e a superfície de trabalho.
O trabalho empé que não implica movimento, provoca:
Alterações osteo-articulares: cifose dorsal, escoliose estrutural, dores
nas articulações;
Aumento da pressão intradiscal (coluna vertebral);
Fadiga muscular;
Aumento da pressão venosa dos membros inferiores: dilatação e
inflamação das veias das pernas, inflamação dos vasos das pernas e
formação de trombas (varizes).
44.
No trabalho dinâmico,o sangue é bombeado até
ao músculo, levando os nutrientes essenciais e “no
regresso” transportando o ácido láctico e o dióxido
de carbono, que são os principais produtos
resultantes do trabalho muscular, e além disso
tóxicos, quando se encontram em altas
concentrações.
Nestas condições, o balanço químico é mantido e
o operador pode trabalhar durante períodos
consideráveis sem sensação de desconforto
46.
No trabalho estático,a contração muscular,
mantida no tempo, funciona como um torniquete
dos vasos sanguíneos. Como resultado, vamos ter
uma redução do fluxo sanguíneo, com a
consequente acumulação de ácido láctico e de
dióxido de carbono no interior do músculo. Esta
informação é rapidamente percebida pelo cérebro
como correspondendo a desconforto e cansaço.
Este efeito acontece mesmo após um curto
período de trabalho muscular estático.
Posto de TrabalhoSentado
Utilizada normalmente
em trabalhos que:
◦ não necessitam de
grande força física;
◦podem ser realizados
numa área limitada.
51.
Posto de TrabalhoSentado
Deve ter em conta:
◦ Espaço suficiente para as pernas;
◦ Assentos ou apoios de pés bem
concebidos;
◦ Necessidade do trabalhador se
levantar muito frequentemente.
52.
Posto de TrabalhoSentado: Regras Gerais
No trabalho sentado deve:
◦ Utilizar uma cadeira regulável em
altura;
◦ Alinhar as costas com o apoio da
cadeira;
◦ Manter os ombros direitos.
53.
Posto de TrabalhoSentado: Regras
Gerais
◦ Os braços devem fazer um ângulo
de 75º-90º do cotovelo;
◦ Os joelhos devem estar ao nível
das ancas;
◦ Manter os pés totalmente
apoiados no chão.
Lesões Músculo Esqueléticas
(LME)
Deacordo com dados da União Europeia, mais de
45% do total de doenças profissionais está
relacionado com Lesões Músculo-Esqueléticas
(LME) a nível das cervicais e dos membros
superiores. Estar consciente dos riscos existentes e
das lesões que podem ocorrer é fundamental para
que o trabalhador se possa proteger e prevenir
potenciais doenças.
84.
Como podemos agruparas LME?
Tendinites
• São lesões localizadas ao nível dos
tendões e bainhas tendinosas, de que
são exemplo a tendinite do punho, a
epicondilite e os quistos das bainhasdos
tendões;
Sindromes canaliculares
• Em que há lesão de um nervo, como
acontece na Síndrome do Túnel Cárpicoe
na Síndrome do canal de Guyon;
Raquialgias
• Em que há lesão osteoarticular e/ou
muscular ao longo de toda a coluna
vertebral ou em alguma partedesta;
Síndromes neurovasculares • Em que há lesão nervosa e vascular simultâneo.
85.
Lesões Músculo Esqueléticas
Sãolesões de estruturas orgânicas que afectam:
Músculos;
Articulações;
Tendões;
Ligamentos;
Nervos;
Ossos;
Doenças localizadas do aparelho circulatório.
86.
LME - Consequências- Sintomas
Desconforto
Formigueiro ou dor
Rigidez nas articulações
Perda da força
Inchaço na zona lesada
Diferente temperatura corporal
87.
Factores de Riscodas LME
Os factores mais frequentes são:
• Movimentos repetitivos;
• Posturas erradas;
• Horas e ritmos de trabalho
excessivas;
• Tabagismo;
• Álcool.
Lesões por EsforçoRepetitivo
Síndrome de dor nos membros superiores.
Causada primariamente pelo próprio uso das
extremidades superiores em tarefas que envolvem:
movimentos repetitivos;
posturas forçadas.
SINDROME CANAL CARPICO
Osíndrome do túnel cárpico
corresponde a um conjunto de
sinais e sintomas característicos
que ocorrem na sequência da
compressão do nervo mediano no
túnel do carpo.
96.
SINDROME CANAL CARPICO-
sintomas
Os sintomas mais frequentes são dor, parestesias (“formigueiro” ou
adormecimento) e/ou diminuição da sensibilidade nos 4 dedos
inervados pelo nervo mediano (polegar, indicador, dedo médio e
metade radial do dedo anelar). Estes sintomas geralmente têm um
predomínio noturno e, muitas vezes, acordam o doente durante a noite.
Nas fases mais avançadas de compressão nervosa no canal do carpo,
pode ocorrer diminuição da força da mão e atrofia muscular da
eminência tenar.
Frequentemente os doentes referem que deixam cair objetos da mão.
No entanto, a perda de sensibilidade e a dor são causas mais
importantes de fraqueza da mão do que perda de força motora por si.
97.
Exercício 1
1. Inicieo exercício com as palmas
das mãos juntas na frente de seu
peito, logo abaixo de seu queixo.
2. Abaixe lentamente as mãos para
sua cintura, mantendo as mãos
perto de seu estômago e as palmas
juntas, até sentir um estiramento de
leve a moderado nos antebraços.
3. Mantenha essa posição por, pelo
menos, 15-30 segundos e repita o
exercício de 2 a 4 vezes.
98.
Exercício 2
1. Estendaum braço para a frente com
a palma para cima.
2. Dobre o pulso, a mão apontando
para o chão.
3. Com a outra mão, dobre seu pulso
até que você sinta um estiramento de
leve a moderado no antebraço.
4. Mantenha esta posição por, pelo
menos, 15-30 segundos e repita o
exercício de 2 a 4 vezes.
99.
Exercício 3
1. Estendaum braço para a frente com a palma para baixo.
2. Dobre o pulso, a mão apontando para o chão.
3. Com a outra mão, dobre delicadamente o pulso até que você sinta um
estiramento de leve a moderado no antebraço.
4. Mantenha esta posição por, pelo menos, 15 a 30 segundos e repita o
exercício de 2 a 4 vezes.
Estes exercícios vão melhorar a circulação na área das mãos e dos braços
e podem até reduzir o inchaço.
Eles devem ser feitos umas três vezes por dia, depois de atividades
desgastantes ou enquanto você está sentado trabalhando com seu
computador.
Movimentação Manual deCargas
Na movimentação manual de cargas o principal
problema é “o uso e abuso” das costas,
especialmente dos discos intervertebrais lombares,
com o agravado risco de lesões.
103.
Movimentação Manual deCargas
A coluna vertebral é uma estrutura essencialmente mecânica.
A coluna vertebral cumpre três funções biomecânicas
fundamentais:
• Suporta a metade superior do corpo (tronco e cabeça), o que
representa 60% do peso total, que gravita sobre a coluna na
posição ereta;
• Possui uma flexibilidade suficiente para permitir os
movimentos do tronco nos três planos, permitindo não só a
marcha como também o alcance e a carga de objetos.
• Protege as delicadas estruturas nervosas medulares e
radiculares.
104.
Movimentação Manual deCargas
A estabilidade e resistência da coluna
vertebral depende:
• Intrinsecamente → dos ligamentos e
discos.
• Extrinsecamente → dos músculos
Empurrar ou Puxar?
Sãomovimentos que apresentam os mesmos riscos da MMC;
Quando precisar de deslocar um carrinho, por exemplo, é melhor empurrar do que
puxar.
◦ Empurrar implica um menor esforço para o corpo do que puxar.
111.
Aplicação da Ergonomiana Área
dos Posicionamentos
Transporte de Cargas
Sempre que possível deverá:
Manter as costas direitas;
Manter a carga o mais próximo possível do corpo, à altura da cintura;
Distribuir as cargas equilibradamente, mantendo os braços esticados
junto ao corpo;
Rodar os pés e não o tronco.
112.
Aplicação da Ergonomiana Área
dos Posicionamentos
Regras para o Levantamento de Pesos
A carga deve ser segura e levantada com as costas direitas, os joelhos
dobrados e com a ajuda da força das pernas;
A carga deve ser levantada a mais próximo possível do corpo,
segurando, sempre que possível, a carga entre os joelhos, com os pés
em posição apropriada (os pés separados e com um ligeiramente
adiantado em relação ao outro);
113.
ESFORÇOS FÍSICOS LIMITEPARA ELEVAÇÃO E DESLOCAMENTO DE
CARGAS OIT (ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO)
114.
A Norma AFNORX 35-109 estabelece:
A carga máxima para tarefas pontuais: 30kg
A carga máxima para tarefas frequentes: 25kg
A tonelagem máxima que pode ser transportada –
carga por hora:
50kg/min → 3ton/hora
Iluminação
É a claridadeou nível de iluminação
existente num local de trabalho que
nos permite ver os objectos com
nitidez.
117.
Iluminação
A iluminação idealé aquela que é fornecida pela
luz natural. Contudo, por razões de ordem prática,
o seu uso é restrito e geralmente insuficiente,
havendo necessidade de se recorrer
complementarmente à luz artificial.
Iluminação
O parâmetro normalmenteutilizado para avaliar os níveis de iluminação
é a iluminância - representa a relação entre o fluxo luminoso incidente
por unidade de superfície, sendo expresso em lux (lx).
Este valor tem características de valor médio, pois a incidência do
fluxo luminoso sobre a superfície não é constante.
120.
Iluminação
A iluminância émedida através de um aparelho chamado luxímetro,
que é basicamente constituído por uma célula fotoeléctrica
121.
Níveis recomendados
Os níveisde iluminância apropriados devem ser
aferidos relativamente à tarefa ou atividade
desenvolvida:
Tarefas de maior exigência visual carecem
obviamente de maiores níveis de iluminância;
Ambiente Luminoso
1. Colocarsempre o visor
perpendicular às janelas;
2. Impedir que a luz natural incida
directamente nos olhos do
utilizador ou no ecrã.
3. Localizar o posto de trabalho
entre pontos de luz.
125.
Como se avaliaa Iluminação
Medição em Lux’ s:
◦ Desenvolvida anualmente;
Tipo de tarefa;
Existência de reflexos.
126.
Factores a seremconsiderados para uma
boa iluminação
Lâmpadas adequadas;
Cor das paredes
Organização da sala;
Tarefa que desenvolve.
127.
Distância visual
Distância visual
Adistância visual deve ser proporcional ao tamanho do objeto de
trabalho: um objeto pequeno requer uma distância menor e uma
superfície de trabalho mais alta. Os objetos que são comparados
continuamente em uma distância visual fixa (menor que um metro),
devem estar situados a uma mesma distância visual.
Candeeiro
Se houvernecessidade de se utilizar um candeeiro, este deve ficar localizado
no lado oposto ao da mão utilizada para escrever.
130.
Consequências da máiluminação
As consequências mais comuns devido à iluminação inadequada são:
◦ Presbiopia ( envelhecimentos do olho)
◦ Astigmatismo (a imagem na retina surge desfocada)
◦ Hipermetropia ( dificuldade de ver ao perto)
◦ Miopia ( dificuldade de ver ao longe)
CONFORTO TÉRMICO
Definir confortotérmico é bastante difícil pois, além dos fatores físicos,
envolve uma gama de fatores pessoais que tornam sua definição
bastante subjetiva.
O conforto térmico pode ser analisado sob dois pontos de vista:
pessoal ou ambiental.
Sob o ponto de vista pessoal define-se conforto térmico como sendo
uma condição mental que expressa satisfação com o ambiente térmico.
Sob o ponto de vista físico, confortável é o ambiente cujas condições
permitam a manutenção da temperatura interna sem a necessidade de
serem acionados os mecanismos termorreguladores, ou seja, é
necessário que o organismo humano se encontre em balanço térmico
com o meio ambiente
CONFORTO TÉRMICO
O ambientetérmico pode ser definido como o conjunto das
variáveis térmicas ou meteorológicas do local em questão
que influenciam as trocas de calor entre o meio e o
organismo humano, sendo assim um fator que intervém, de
forma direta ou indireta na saúde e bem estar dos
indivíduos e na realização das suas tarefas diárias.
136.
CONFORTO TÉRMICO
O confortotérmico é obtido por trocas térmicas que dependem de
vários fatores, ambientais ou pessoais, governados por processos
físicos, como convecção, radiação, evaporação e condução.
137.
CONFORTO TÉRMICO
O confortotérmico humano e a
resposta fisiológica ao stress
térmico, dependem:
Da produção de calor metabólico.
Do nível de fatores ambientais
(velocidade do vento, temperatura
do ar, humidade relativa e
temperatura média radiante).
Do tipo de vestuário que o
indivíduo usa.
138.
CONFORTO TÉRMICO
O efeitoconjugado dos mesmos é que definirá o grau de conforto ou
desconforto térmico sentido pelas pessoas.
VIBRAÇÕES
As vibrações sãoagentes físicos nocivos que afetam os trabalhadores e
que podem ser provenientes das máquinas ou ferramentas portáteis a
motor ou resultantes dos postos de trabalho.
Os riscos devidos a vibrações mecânicas têm efeitos sobre a saúde e
segurança dos trabalhadores e deles podem resultar perturbações
músculo-esqueléticas, neurológicas e vasculares, além de outras
patologias.
Vibrações - frequência
Umcorpo está em vibração quando descreve um movimento oscilatório
em torno de um ponto fixo.
Frequência:
Número de vezes em que o ciclo completo do movimento se repete
durante o período de um segundo.
É medido em ciclos por segundo ou hertz [Hz].
146.
VIBRAÇÕES
A vibração consisteno movimento inerente aos corpos dotados de
massa e elasticidade.
O corpo humano possui uma vibração natural.
Se uma frequência externa coincide com a frequência natural do
sistema, ocorre a ressonância, que implica a amplificação do
movimento.
A energia vibratória é absorvida pelo corpo, como consequência da
atenuação promovida pelos tecidos e órgãos.
VIBRAÇÕES
As vibrações transmitidasao corpo
humano são classificadas de
acordo com a região do corpo
atingida:
Sistema corpo inteiro:
São de baixa frequência e alta
amplitude, situam-se na faixa de 1
a 80 Hz, mais especificamente 1 a
20 Hz. Estas vibrações são
específicas das atividades de
transporte.
Valores-limite de exposição
Paraas vibrações transmitidas ao sistema mão-braço:
O valor-limite de exposição, para um período de referência de 8 horas, é
fixado em 5 m/s2;
O valor de ação de exposição, para um período de referência de 8 horas,
que desencadeia a ação é fixado em 2,5 m/s2.
Para as vibrações transmitidas a todo o organismo:
O valor-limite de exposição, para um período de referência de 8 horas, é
fixado em 1,15 m/s2;
O valor de ação de exposição, para um período de referência de 8 horas,
é fixado em 0,5 m/s2.
Queda de Objectose Pessoas
A quedas de objectos e pessoas é muito frequente nos trabalhos em
escritório.
Por isso é necessário ter em atenção alguns aspectos importantes.
Definição de Stress
Podereferir-se à vivência de situações
◦ desagradáveis;
◦ emoções desencadeadas por problemas como:
◦ a ansiedade;
◦ o medo;
◦ a frustração.
165.
Definição de Stress
Doisgrandes campos eventualmente geradores de stress são:
◦ a família;
◦ o trabalho.
166.
Agentes Indutores doStress
Também conhecidos por Fontes de Stress ou Stressores.
Podemos reorganizá-los em 3 grupos.
Stress
Sociais
Individuais
Quotidiano
167.
Agentes Indutores doStress
1. Agentes que afectam grande número de
pessoas simultaneamente.
168.
Agentes Indutores doStress
2. Agentes muito importantes nas vidas
das pessoas individuais.
169.
Agentes Indutores doStress
3. Agentes designados por "micro-
stressores" isto é, pequenos
acontecimentos do dia-a-dia que nos
incomodam.