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ERGONOMIA
Prof. Gleydston V. A. Silva
(Ton)
Mini-curriculo do professor:
Graduado em Fisioterapia, pela Universidade Católica de Goiás
(UCG). Pós-graduado em Ortopedia e Traumatologia pela
Universidade Castelo Branco (RJ). Pós- graduado em Auditoria em
Sistemas da Saúde pelo Centro de Estudos de Enfermagem e
Nutrição (CEEN-UCG). Especialista em Acupuntura pelo Istituto
Mineiro de Estudos Sistêmicos (IMES). Formação em RPG pela
UNISAÚDE. Instrutor de Ergonomia Senac para o curso Técnico
Segurança do Trabalho. Docente do Nire-UEG da Pós-graduação
em acupuntura. Docente da UniEvangélica para o curso
Engenharia do Trabalho, Diretor da Corps Estúdio Pilates.
Ergonomia do
Trabalho
Aula ergonomia
Nascimento e Evolução da
Ergonomia
Homens das Cavernas
Nascimento e Evolução da
Ergonomia
Revolução Industrial
Nascimento e Evolução da
Ergonomia
I Guerra Mundial
Nascimento e Evolução da
Ergonomia
II Guerra Mundial
Nascimento e Evolução da
Ergonomia
1949 – Formalizaram na Inglaterra a
existência de um novo ramo da ciência.
ERGONOMIA
Aula ergonomia
Ergonomia
Ciência aplicada a facilitar o trabalho executado pelo
homem.
O nome Ergonomia deriva-se de duas palavras gregas:
ERGOS (trabalho) e NOMOS (leis, normas e regras). É,
portanto uma ciência que pesquisa, estuda, desenvolve e
aplica regras e normas a fim de organizar o trabalho, tornando
esse último compatível com as características físicas e
psíquicas do ser humano.
Abordagem em Ergonomia
Abrangência das Condições Ergonômicas
Análise de Sistemas – Preocupa-se com o funcionamento
global de uma equipe de trabalho usando uma ou mais
máquinas. Devem ser adotados critérios como custo,
confiabilidade, segurança e outros.
Análise do posto de trabalho – É o estudo de uma parte do
sistema onde atua o trabalhador. A abordagem ergonômica,
análise da tarefa, postura, movimentos do trabalhador e das
suas exigências físicas e psicolólicas.
Ocasião da Contribuição Ergonômica
Ergonomia de concepção – Ocorre quando a contribuição
ergonômica se faz durante a fase inicial de projeto do produto,
da máquina ou do ambiente.
Ergonomia de Correção– É aplicada em situações reais, já
existentes, para resolver problemas que se refletem na
segurança, na fadiga excessiva, em doenças do trabalhador ou
na quantidade ou qualidade da produção.
Ergonomia de Conscientização – Conscientizar o operador,
através de cursos de treinamento e frequentes reciclagens,
ensinando-o trabalharem de forma segura, reconhecendo os
fatores de risco que podem surgir a qualquer momento, no
ambiente de trabalho.
Abordagem Interdisciplinar da Ergonomia
Médicos do Trabalho – podem ajudar na identificação dos
locais que provocam acidentes ou doenças ocupacionais e
realizar acompanhamentos de saúde.
Analistas da Trabalho – ajudariam no estudo de métodos,
tempos e posto de trabalho.
Psicólogos – geralmente envolvidos em seleção e treinamento
de pessoal, podem ajudar na implantação de novos métodos.
Engenheiros do trabalho – podem ajudar nos aspectos
técnicos, modificando as máquinas e ambientes de trabalho.
Desenhista industrial – ajudariam na adaptação de máquinas e
equipamentos, projetos de postos de trabalho e sistemas de
comunicação.
Enfermeiros e Fisioterapeutas– poderiam contribuir na
recuperação e prevenção de trabalhadores prejudicados ou
acidentados.
Técnicos em segurança do trabalho – ajudariam na
identificação e correção de condições insalubres ou perigosas.
Programadores de produção – poderiam contribuir para criar um
fluxo mais uniforme de trabalho, evitando stress, sobrecargas ou
trabalhos noturnos.
Administradores – contribuiriam no estabelecimento de plano de
cargos e salários mais justos, que ajudam a motivar os trabalhadores.
APLICAÇÃO DA ERGONOMIA
Ergonomia na Indústria
APLICAÇÃO DA ERGONOMIA
Ergonomia na Indústria
A ergonomia contribui para melhorar a eficiência, a confiabilidade e a qualidade das
operações industriais. Isso pode ser feito basicamente por 3 vias:
Aperfeiçoamento do sistema homem-máquina
Pode ocorrer tanto na fase de projeto de máquinas, equipamentos e posto de trabalho,
como na introdução de modificações em sistemas ja existentes, adaptando-os às
capacidades e limitações do organismo humano.
Organização do trabalho
Procurando reduzir a fadiga e a monotonia, principalmente pela eliminação do trabalho
altamente repetitivo e dos rítimos mecânicos impostos ao trabalhador.
Melhoria da condição de trabalho
É feita pela análise das condições físicas de trabalho, como temperatura, ruídos,
vibrações, gases tóxicos e iluminação.
Aplicação na Indústria
Identificar os locais que ocorrem os probemas ergonômicos;
Sintomas:
• Alto índice de erros;
• Acidentes;
•Doenças;
• Absenteísmo;
• Rotatividade dos Empregados.
Causas:
• Inadequação das máquinas;
• Falha na organização de trabalho;
• Deficiências ambientais;
• Tensões musculares e psíquicas.
Ergonomia na Agricultura
Ergonomia na Agricultura – Boias Frias
Boias Frias
Ergonomia na Agricultura
Pouca pesquisa sobre o assunto;
Reivindicação dos mineiros, garimpeiros, e trabalhadores rurais;
Empresas que produzem máquinas e implementos agrícolas (ex:
tratores)
Tarefas de colheita, transporte e armazenamento de produtos
agrícolas;
O corte da cana-de-açúcar;
Agrotóxicos e mercúrio usado pelos garimpeiros;
As máquinas e equipamentos utilizados ainda são quase sempre
rudimentares, e poderiam ser consideravelmente aperfeiçoados
com a aplicação dos conhecimentos ergonômicos e tecnológicos
já disponíveis.
Ergonomia no Setor de Serviço
Ergonomia no Setor de Serviço
Ergonomia no Setor de Serviço
Comércio, postos de saúde, educação, escritórios,
bancos, lazer.
As universidades, bancos, centrais de abastecimentos e
outros exigem operações de sistemas igualmente
complexos, oferecendo muitas oportunidades para
estudos e aplicações da ergonomia.
Aula ergonomia
Aula ergonomia
Aula ergonomia
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EPI – Equipamento de Proteção Individual
Aula ergonomia
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Certo
Errado
Aula ergonomia
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Ergonomia na Vida Diária
Ergonomia na Vida Diária
A ergonomia tem contribuído para melhorar a vida cotidiana
tornando os meios de transporte mais cômodos e seguros, a
mobília doméstica mais confortável e os aparelhos
eletrodomésticos mais eficientes e seguros.
Hoje são realizados estudos ergonômicos para melhorar as
residências, a circulação de pedestres em locais públicos, ajudar
pessoas com deficiências físicas.
Aula ergonomia
Aula ergonomia
Aula ergonomia
Aula ergonomia
Aula ergonomia
Aula ergonomia
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PRINCIPAIS TIPOS DE
MOVIMENTOS DO CORPO
HUMANO
Análise Postural do Corpo
Humano
A ergonomia comparece à indústria para analisar
como um operário trabalha, avaliando, entre outras coisas, a
sua postura de trabalho e as atividades motoras pelo mesmo
desenvolvidas. Através desta análise é que são identificadas
diversas incompatibilidades existentes entre o posto de
trabalho e os limites do corpo humano.
A postura do corpo é compreendida como o
arranjo relativo entre as partes que compõem
este corpo. A boa postura é aquela que se
caracteriza pelo equilíbrio entre os diversos
segmentos corporais estruturais (ossos e
músculos, de modo geral), protegendo o
organismo contra agressões e deformidades.
Na boa postura, portanto, as estruturas
orgânicas desempenham suas funções de modo
eficiente.
A má postura pode ser conceituada como
aquela em que á desequilíbrio entre aquelas
partes do corpo e também na qual o
relacionamento entre as estruturas é
ineficiente, induzindo o organismo à agressões
e lesões diversas, localizadas ou generalizadas.
FATORES QUE
INFLUENCIAM NA
ADOÇÃO DE
POSTURAS
Aula ergonomia
Natureza da tarefa
Dependendo do tipo de tarefa, esta é mais
voltada à atividade mental ou à atividade física.
Cada atividade implicará na adoção de posturas
que correspondem à natureza.
Fatores Físicos Ambientais
Compreendem a quantidade de grandezas
físicas existentes no ambiente e no posto de
trabalho, no qual está o trabalhador. Ruído,
iluminamento, temperatura, umidade, são
alguns fatores que implicam na adoção de
posturas.
Fatores Dimensionais
Referem-se ao tamanho e à localização de
alavancas, botões, pedais, teclados, volantes,
entre outros dispositivos de comando de
máquinas e equipamentos. Também a presença
de estruturas, degraus, passagens, influenciam
na postura adotada.
Fatores Temporais
Se as atividades são desenvolvidas sob
pressão de tempo (quanto maior for o tempo em
que o corpo permanece em desequilíbrio), a
situação se agrava em função da tensão nervosa
à qual o trabalhador se expõe.
Aula ergonomia
Aula ergonomia
Aula ergonomia
Aula ergonomia
Aula ergonomia
Aula ergonomia
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AVALIAÇÃO
POSTURAL
Aula ergonomia
Aula ergonomia
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ORIENTAÇÕES
PARA SE FAZER
AVALIAÇÃO
POSTURAL
Fazendo-se uso de um fio de prumo o mesmo deverá passar em:
VISTA ANTERIOR
• Entre os olhos;
• Meato do Nariz;
• Osso Externo;
• Cicatriz umbilical;
• Meio das Pernas;
• Entre os Maléolos Internos.
VISTA LATERAL
• Pavilhão auditivo;
• Corpos vertebrais da coluna cervical;
• Articulação dos ombros;
•Articulação coxo-femural;
• Anterior ao centro da articulação do joelho;
• Ligeiramente anterior ao maléolo lateral.
VISTA PORTERIOR
• Acompanha todo o traçado da coluna vertebral;
• Entre os glúteos;
• Meio das pernas;
• Entre os maléolos internos.
Aula ergonomia
ANTROPOMETRIA
É a ciência da qual faz uso a
Ergonomia, relacionada às dimensões
do corpo humano e a relação que existe
entre os diversos segmentos corporais.
As dimensões antropométricas estão
diretamente envolvidas aos alcances
motores de um indivíduo e às posturas
pelo mesmo adotadas.
Aula ergonomia
Aula ergonomia
POSIÇÃO ORTOSTÁTICA
Medidas Posicionamento Finalidade
Estatura: ditância vertical do solo
até o ponto mais alto da cabeça
P.A. sem o uso de calçados e sem
comprimir o crânio com o instrumento
Exemplo: determinar alturas
mínimas para portas e passagens
Olhos-solo: distância vertical do
solo até o ponto de intersecção entre
as pálpebras superior e inferior
P.A. sem o uso de calçados, com a
cabeça posicionada segundo o plano
aurículo-orbitário
Exemplo: estabelecer a linha de
ação visual para atividades que
requeiram inspeção.
Ombro-solo: distância vertical entre
o solo e o ponto de reparo acromial
P.A. sem o uso de calçados e sem
comprimir o ombro com o instrumento
de medida
Exemplo: determinar a altura de
alcance na posição ortostática para
almoxarifados
Cotovelo-solo: distância vertical
entre o solo e o ponto de reparo mais
inferior do cotovelo
P.A. sem o uso de calçados, ombros
em adução, cotovelo em flexão de
entre a pronação e supinação
Exemplo: determinar a altura de
bancadas de trabalho na posição
ortostática para função de
manutenção elétrica
Largura dos Ombros: distância
horizontal entre os pontos mais
laterais dos ombros
P.A. com os ombros nivelados entre
si, formando uma linha paralela ao
solo
Exemplo: determinar a largura de
assentos e locais de passagem
Comprimento do Antebraço-
Mão: distância entre o ponto de
reparo mais posterior do cotovelo e o
ponto dáctilo
P.A. com o ombro em adução,
antebraço e punhos neutros, mãos e
dedos abertos
Exemplo: posicionamento de
acessórios principais de trabalho
Alcance máximo do Membro
Superior: distância horizontal do
ponto de reparo acromial ao ponto
dáctilo
P.A. com o ombro aduzido e fletido a
antebraço e punho neutros, mãos e
dedos abertos
Exemplo: posicionamento de
acessórios secundários de trabalho
OBS: P.A.: Posição Antropométrica
POSIÇÃO SENTADA
Medidas Posicionamento Finalidade
Profundidade Sacro-Poplítea:
ditância entre o ponto mais posterior
do sacro a cavidade poplítea
P.S. com a cabeça no plano aurículo
orbitário, tronco ereto e apoiado,
pleno
Exemplo: determinar a
profundidade de assentos
Altura Tronco-Cefálica: distância
vertical do assento até o ponto de
reparo
P.S. com a cabeça no plano
aurículo-orbitário, tronco ereto e
apoio plantar pleno
Exemplo: estabelecer altura de
prateleiras elevadas
Altura Olho-Assento: distância
vertical entre o assento e o ponto
médio entre as pálpebras superior e
inferior
P.S. com a cabeça no plano
aurículo-orbitário, tronco ereto e
apoio plantar pleno
Exemplo: determinar alinha de ação
visual de operadores de produção a
partir da posição sentada
Altura Solo-Assento: distância
entre o solo e a parte superior do
assento
P.S. com a cabeça no plano
aurículo-orbitário, tronco ereto e
apoio plantar pleno
Exemplo: determinar altura de
assentos, promovendo a postura
adequada em atividades de digitação
Altura Ombro-Assento: distância
vertical entre oassento e o ponto de
reparo acromial
P.S. com a cabeça no plano
aurículo-orbitário, tronco ereto e
apoio plantar pleno
Exemplo: determinar a altura dos
encostos da cadeira
Altura do Assento-Cotovelo:
distância vertical entre o assento e a
base do cotovelo
P.S. com os ombros nivelados entre
si formando uma linha paralela ao
solo
Exemplo: determinar a altura
vertical dos apoios de braços das
cadeiras
Largura dos Ombros: distância
horizontal entre os pontos mais
laterais dos ombros
P.S. com os ombros nivelados entre
si formando uma linha paralela ao
solo
Exemplo: determinar a altura de
assentos e locais de passagem
OBS: P.S.: Posição Sentada
Prática
• Dinâmica: Bolinha de Tênis
Prevenir
Prevenir tem
a ver com a
eliminação das
causas dos
problemas e com o
conforto do
trabalhador.
Anterior ao
aparecimento das
patologias, as ações
preventivas
incentivam novos
Medidas Preventivas
Monitoramento RegularMonitoramento Regular
Avaliação PosturalAvaliação Postural
QuestionáriosQuestionários
VisitaçãoVisitação In LocoIn Loco
Medidas Preventivas
Inserção de Pausas
Livres Ativas
Medidas Preventivas
TreinamentosTreinamentos
PrevençãoPrevenção
ErgonomiaErgonomia
Processo de TrabalhoProcesso de Trabalho
Envolvimento -Gerentes, Supervisores, MultiplicadoresEnvolvimento -Gerentes, Supervisores, Multiplicadores
Medidas Preventivas
Escola de PosturaEscola de Postura
LombalgiasLombalgias
Laboratório de PosturaLaboratório de Postura
Conscientização PosturalConscientização Postural
Medidas Preventivas
Capacitação FísicaCapacitação Física
Resistência MuscularResistência Muscular
Força MuscularForça Muscular
FlexibilidadeFlexibilidade
Exercícios LaboraisExercícios Laborais
Exercícios CompensatóriosExercícios Compensatórios
Prática
• Dinâmica: Imagem na Areia
O que são os
Exercícios Laborais?
• Definição
• Terminologias Usadas:
– Exercícios Laborais
– Ginástica Laboral
– Cinesioterapia Laboral
– Alongamentos Laborais
– Atividades Laborais
– Ginástica de Pausa
INTRODUÇÃO:
INTRODUÇÃO:
• Segundo Silva (1995), entre todos os
aspectos que envolvem as LER/DORT,
destaca-se a discussão das medidas de
enfrentamento da problemática;
• Segundo Alves (2000), a Ginástica Laboral
-GL é uma das ferramentas preventivas mais
utilizadas nos grupos em que a atuação
coletiva é possível, não sendo a única
solução para os problemas das empresas;
HISTÓRICO
• Existem registros deste tipo de atividade,
desde 1925 na Polônia, Bulgária, Alemanha
Oriental, Holanda e Rússia, quando então era
chamada de Ginástica de Pausa (CAÑETE,
1996);
• Segundo Schimitz (1981), em 1978 foi
implantado um projeto denominado
“Ginástica Laboral Compensatória”, que teve
início em 23 de novembro de 1978;
• Para Polito & Bergamaschi (2002), até o final
dos anos 70, houve um período em que a
aplicação da GL caiu no esquecimento;
• Década de 80 - Ressurgimento da GL com a
epidemia mundial do fenômeno LER/DORT;
• Década de 90 – Grande explosão das GL no
Brasil.
DEFINIÇÕES:
• Já para Targa (1973), a GLC é a ginástica
que tenta impedir que se instalem vícios
posturais durante as atividades habituais,
principalmente as do ambiente de trabalho.
• Segundo Kooling (1980), a GL é também
chamada de Ginástica Laboral
Compensatória (GLC), devendo atuar sobre
as sinergias musculares antagônicas às que
se encontram ativas durante o trabalho.
• A GL é a atividade física programada realizada no
ambiente e durante o expediente de trabalho
(CAÑETE, 1996);
• Segundo Leite (1999) é definida como a ginástica
que tem por objetivo restabelecer o antagonismo
muscular;
• A GL consiste em exercícios realizados no local de
trabalho, atuando de forma preventiva e terapêutica
no caso da LER/DORT, sem levar o trabalhador ao
cansaço (LABOR PHYSICAL, 1999; MARATONA,
1999; GUERRA, 1997; MGM, 1999).
CLASSIFICAÇÃO:
• De acordo com Zilli (2002), a ginástica laboral
pode ser intitulada segundo seu horário de
aplicação, em:
– preparatória ou de aquecimento (antes da
jornada de trabalho);
– compensatória ou de distensionamento
(durante a jornada de trabalho);
– relaxamento (após a jornada de trabalho).
Prática
• Dinâmica: Alongamentos Individuais
OBJETIVOS PROPOSTOS:
• Favorecer a descontração, estimular o auto-
conhecimento e auto-estima, proporcionar
uma possível melhora no relacionamento
interpessoal e do homem com o meio que o
cerca (BASSO, 1989; CAÑETE, 1996);
• Para alguns autores como GUISELINI (1996)
e BARRETO (1999), a GL tem papel também
no funcionamento da cognição.
• Outros efeitos fisiológicos são atribuídos à
GL como o aquecimento, flexibilidade,
resistência muscular localizada, coordenação
e mobilidade (CAÑETE, 1996);
• POLITO & BERGAMASCHI (2002);
• BARROS NETO (1997),
• SESI (2002);
• RIO et al (1998);
EFEITOS FISIOLÓGICOS
• melhora da postura e redução das tensões;
• redução do sono na jornada de trabalho;
• melhora da coordenação motora, agilidade e
concentração;
• prevenção de lesões musculotendinosas e
ligamentares;
• melhora do ânimo e disposição para o
trabalho;
• melhora da força e resistência muscular;
• melhora do padrão respiratório;
• desenvolvimento da consciência corporal;
• redução da fadiga mental e muscular.
(ZILLI, 2002)
GINÁSTICA LABORAL E A
INFLUÊNCIA DA RECREAÇÃO
• CUTRERA (1983);
• PELLEGRINOTTI (1998);
• GRANDO (1999);
PROFISSIONAIS QUE ATUAM COM
A GINÁSTICA LABORAL:
• Enfermeiros, Fisioterapeutas e/ou
professores de educação física;
• Psicólogos e terapeutas ocupacionais;
• ALVES (2000);
• (MILITÃO, 2001; SOARES & ASSUNÇÃO,
2002; CAÑETE, 1996);
• PIMENTEL (1999).
Prática
• Dinâmica: Recreação
Pa, Pei, Pum;
Geografia
Benefícios para a Empresa
• Pesquisas revelam que as empresas que promovem a
realização de exercícios orientados declaram terem
verificado aumento de produtividade, e os trabalhadores
garantem que terminam a jornada menos cansados do
que antes de ser adotada essa medida;
• Percepção da preocupação da empresa com a saúde do
funcionário;
• Satisfação dos funcionários;
• Maior poder de negociação entre funcionários e
sindicatos;
• Maior valorização do nome da Empresa junto ao
mercado;
• Queda nos índices de abstinência, licenças médicas,
licenças permanentes e afins;
Benefícios para o Funcionário
• Redução do número de patologias ocupacionais;
• Redução das tensões e fadigas musculares;
• Aumento da flexibilidade;
• Amenizar e acabar com o stress, diminuir a ansiedade, a
depressão, trabalhar a motivação, e auto-realização;
• Relaxar e diminuir a tensão, melhorando a qualidade do sono
e qualidade de vida;
• Fortalecer o relacionamento social e trabalho em equipe;
• Conscientização corporal;
• Corrigir vícios posturais;
• Auxílio no desempenho do trabalho;
• Ativa a circulação, nutrindo a musculatura;
Ergonomia de Conscientização
Execícios Laborais – Funcionários/
Colaboradores
• Realizar palestras, treinamentos e
cursos;
• Desenvolver cartazes, folders e
manuais;
• Promover jogos e dinâmincas
conscientizadoras.
Esqueleto HumanoEsqueleto Humano
Músculos do CorpoMúsculos do Corpo
HumanoHumano
Coluna Vertebral
Hérnia Discal
Contração MuscularContração Muscular
Estímulo
Fibra Nervosa Motora
Placa Motora
Contração
Muscular
Informação
Estrutura do MúsculoEstrutura do Músculo
Combustível Muscular
GASOLINAGASOLINA
ATPATP
CarboidratoCarboidrato
GorduraGordura
Fadiga muscularFadiga muscular
Motivos:Motivos:
1- Microlesões Musculares1- Microlesões Musculares
2- Catabólitos Químicos2- Catabólitos Químicos
3- Falta de ATP3- Falta de ATP
Prevenção:Prevenção:
1- Alongamentos1- Alongamentos
2- Dieta Adequada2- Dieta Adequada
3- Condicionamento Físico3- Condicionamento Físico
Fadiga Muscular
Fadiga
Início da Fadiga
Tempo de Contração
Produção
da
Força
Prática
• Dinâmica: Alongamento em Dupla
Postura
Boa Postura
Postura Ideal
Postura Padrão
Harmonia
Conforto
Equilíbrio
Economia
As alterações posturais podem causar um alinhamento
defeituoso que resulta em sobrecarga e tensão indevida
sobre os ossos, articulações e músculos. F. Kendall
Má Postura
Painful wristsPainful wrists
Má Postura Sentado
Má Postura em Pé
Prática
• Dinâmica: Relaxamento com RPG
Aula ergonomia
Aula ergonomia
Fase 1:
• Análise, alteração e adaptações ergonômica do posto de
trabalho e comunidade ao entorno;
•Tratamento - exercícios terapêuticos
• Divisão dos funcionários e/ou comunidade em grupos de
acordo com função;
Fase 2:
• Preventivo com enfermeiros - exercícios preparatórios,
corretivos, compensatórios e de relaxamento; (mínimo de
três a quatro vezes na semana)
Fase 3:
• Preventivo com multiplicadores (agente comunitário) -
exercícios preparatórios, compensatórios e de
relaxamento; (todos os dias) OBS: sob supervisão do
enfermeiro
Proposta para implantação do
projeto nas empresas:
NR-17
Norma Regulamentadora 17
• 17.1. Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer
parâmetros que permitam a adaptação das condições de
trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores,
de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e
desempenho eficiente.
• 17.1.1. As condições de trabalho incluem aspectos
relacionados ao levantamento, transporte e descarga de
materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições
ambientais do posto de trabalho, e à própria organização do
trabalho.
• 17.1.2. Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às
características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao
empregador realizar a análise ergonômica do trabalho, devendo
a mesma abordar, no mínimo, as condições de trabalho,
conforme estabelecido nesta Norma Regulamentadora.
• 17.2. Levantamento, transporte e descarga individual de
materiais.
• 17.2.1. Para efeito desta Norma Regulamentadora:
• 17.2.1.1. Transporte manual de cargas designa todo transporte
no qual o peso da carga é suportado inteiramente por um só
trabalhador, compreendendo o levantamento e a deposição da
carga.
• 17.2.1.2. Transporte manual regular de cargas designa toda
atividade realizada de maneira contínua ou que inclua, mesmo
de forma descontínua, o transporte manual de cargas.
• 17.2.1.3. Trabalhador jovem designa todo trabalhador com
idade inferior a 18 (dezoito) anos e maior de 14 (quatorze)
anos.
• 17.2.2. Não deverá ser exigido nem admitido o transporte
manual de cargas, por um trabalhador cujo peso seja suscetível
de comprometer sua saúde ou sua segurança. (117.001-5 / I1)
• 17.2.3. Todo trabalhador designado para o transporte manual
regular de cargas, que não as leves, deve receber treinamento
ou instruções satisfatórias quanto aos métodos de trabalho que
deverá utilizar, com vistas a salvaguardar sua saúde e prevenir
acidentes. (117.002-3 / I2)
• 17.2.4. Com vistas a limitar ou facilitar o transporte manual de
cargas, deverão ser usados meios técnicos apropriados.
• 17.2.5. Quando mulheres e trabalhadores jovens forem
designados para o transporte manual de cargas, o peso
máximo destas cargas deverá ser nitidamente inferior àquele
admitido para os homens, para não comprometer a sua saúde
ou a sua segurança. (117.003-1 / I1)
• 17.2.6. O transporte e a descarga de materiais feitos por
impulsâo ou tração de vagonetes sobre trilhos, carros de mão
ou qualquer outro aparelho mecânico deverão ser executados
de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja
compatível com sua capacidade de força e não comprometa a
sua saúde ou a sua segurança. (117.004-0 / 11)
• 17.2.7. O trabalho de levantamento de material feito com
equipamento mecânico de ação manual deverá ser executado
de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja
compatível com sua capacidade de força e não comprometa a
sua saúde ou a sua segurança. (117.005-8 / 11)
• 17.3. Mobiliário dos postos de trabalho.
• 17.3.1. Sempre que o trabalho puder ser executado na posição
sentada, o posto de trabalho deve ser planejado ou adaptado
para esta posição. (117.006-6 / I1)
• 17.3.2. Para trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito
em pé, as bancadas, mesas, escrivaninhas e os painéis devem
proporcionar ao trabalhador condições de boa postura,
visualização e operação e devem atender aos seguintes
requisitos mínimos:
• a) ter altura e características da superfície de trabalho
compatíveis com o tipo de atividade, com a distância requerida
dos olhos ao campo de trabalho e com a altura do assento;
(117.007-4 / I2)
• b) ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo
trabalhador; (117.008-2 / I2)
• c) ter características dimensionais que possibilitem
posicionamento e movimentação adequados dos segmentos
corporais. (117.009-0 / I2)
• 17.3.2.1. Para trabalho que necessite também da utilização dos
pés, além dos requisitos estabelecidos no subitem 17.3.2, os
pedais e demais comandos para acionamento pelos pés devem
ter posicionamento e dimensões que possibilitem fácil alcance,
bem como ângulos adequados entre as diversas partes do
corpo do trabalhador, em função das características e
peculiaridades do trabalho a ser executado. (117.010-4 / I2)
• 17.3.3. Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem
atender aos seguintes requisitos mínimos de conforto:
• a) altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da
função exercida; (117.011-2 / I1)
• b) características de pouca ou nenhuma conformação na base
do assento; (117.012-0 / I1)
• c) borda frontal arredondada; (117.013-9 / I1)
• d) encosto com forma levemente adaptada ao corpo para
proteção da região lombar. (117.014-7 / Il)
• 17.3.4. Para as atividades em que os trabalhos devam ser
realizados sentados, a partir da análise ergonômica do
trabalho, poderá ser exigido suporte para os pés, que se adapte
ao comprimento da perna do trabalhador. (117.015-5 / I1)
• 17.3.5. Para as atividades em que os trabalhos devam ser
realizados de pé, devem ser colocados assentos para
descanso em locais em que possam ser utilizados por todos os
trabalhadores durante as pausas. (117.016-3 / I2)
• 17.4. Equipamentos dos postos de trabalho.
• 17.4.1. Todos os equipamentos que compõem um posto de
trabalho devem estar adequados às características
psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a
ser executado.
• 17.4.2. Nas atividades que envolvam leitura de documentos
para digitação, datilografia ou mecanografia deve:
• a) ser fornecido suporte adequado para documentos que possa
ser ajustado proporcionando boa postura, visualização e
operação, evitando movimentação freqüente do pescoço e
fadiga visual; (117.017-1 / I1)
• b) ser utilizado documento de fácil legibilidade sempre que
possível, sendo vedada a utilização do papel brilhante, ou de
qualquer outro tipo que provoque ofuscamento. (117.018-0 / I1)
• 17.4.3. Os equipamentos utilizados no processamento
eletrônico de dados com terminais de vídeo devem observar o
seguinte:
• a) condições de mobilidade suficientes para permitir o ajuste da
tela do equipamento à iluminação do ambiente, protegendo-a
contra reflexos, e proporcionar corretos ângulos de visibilidade
ao trabalhador; (117.019-8 / I2)
• b) o teclado deve ser independente e ter mobilidade, permitindo
ao trabalhador ajustá-lo de acordo com as tarefas a serem
executadas; (117.020-1 / I2)
• c) a tela, o teclado e o suporte para documentos devem ser
colocados de maneira que as distâncias olho-tela, olhoteclado e
olho-documento sejam aproximadamente iguais; (117.021-0 /
I2)
• d) serem posicionados em superfícies de trabalho com altura
ajustável. (117.022-8 / I2)
• 17.4.3.1. Quando os equipamentos de processamento
eletrônico de dados com terminais de vídeo forem utilizados
eventualmente poderão ser dispensadas as exigências
previstas no subitem 17.4.3, observada a natureza das tarefas
executadas e levando-se em conta a análise ergonômica do
trabalho.
• 17.5. Condições ambientais de trabalho.
• 17.5.1. As condições ambientais de trabalho devem estar
adequadas às características psicofisiológicas dos
trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado.
• 17.5.2. Nos locais de trabalho onde são executadas atividades
que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais
como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de
desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, são
recomendadas as seguintes condiçôes de conforto:
• a) níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR 10152,
norma brasileira registrada no INMETRO; (117.023-6 / I2)
• b) índice de temperatura efetiva entre 20oC (vinte) e 23oC
(vinte e três graus centígrados); (117.024-4 / I2)
• c) velocidade do ar não superior a 0,75m/s; (117.025-2 / I2)
• d) umidade relativa do ar não inferior a 40 (quarenta) por cento.
(117.026-0 / I2)
• 17.5.2.1. Para as atividades que possuam as características
definidas no subitem 17.5.2, mas não apresentam equivalência
ou correlação com aquelas relacionadas na NBR 10152, o nível
de ruído aceitável para efeito de conforto será de até 65 dB (A)
e a curva de avaliação de ruído (NC) de valor não superior a 60
dB.
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• 17.5.2.2. Os parâmetros previstos no subitem 17.5.2 devem ser
medidos nos postos de trabalho, sendo os níveis de ruído
determinados próximos à zona auditiva e as demais variáveis
na altura do tórax do trabalhador.
• 17.5.3. Em todos os locais de trabalho deve haver iluminação
adequada, natural ou artificial, geral ou suplementar, apropriada
à natureza da atividade.
• 17.5.3.1. A iluminaçâo geral deve ser uniformemente distribuída
e difusa.
• 17.5.3.2. A iluminação geral ou suplementar deve ser projetada
e instalada de forma a evitar ofuscamento, reflexos incômodos,
sombras e contrastes excessivos.
• 17.5.3.3. Os níveis mínimos de iluminamento a serem
observados nos locais de trabalho são os valores de
iluminâncias estabelecidos na NBR 5413, norma brasileira
registrada no INMETRO. (117.027-9 / I2)
• 17.5.3.4. A medição dos níveis de iluminamento previstos no
subitem 17.5.3.3 deve ser feita no campo de trabalho onde se
realiza a tarefa visual, utilizando-se de luxímetro com fotocélula
corrigida para a sensibilidade do olho humano e em função do
ângulo de incidência. (117.028-7 / I2)
• 17.5.3.5. Quando não puder ser definido o campo de trabalho
previsto no subitem 17.5.3.4, este será um plano horizontal a
0,75m (setenta e cinco centímetros) do piso.
• 17.6. Organização do trabalho.
• 17.6.1. A organização do trabalho deve ser adequada às
características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza
do trabalho a ser executado.
• 17.6.2. A organização do trabalho, para efeito desta NR, deve
levar em consideração, no mínimo:
• a) as normas de produção;
• b) o modo operatório;
• c) a exigência de tempo;
• d) a determinação do conteúdo de tempo;
• e) o ritmo de trabalho;
• f) o conteúdo das tarefas.
• 17.6.3. Nas atividades que exijam sobrecarga muscular estática
ou dinâmica do pescoço, ombros, dorso e membros superiores
e inferiores, e a partir da análise ergonômica do trabalho, deve
ser observado o seguinte:
• a) para efeito de remuneração e vantagens de qualquer
espécie deve levar em consideração as repercussões sobre a
saúde dos trabalhadores; (117.029-5 / I3)
• b) devem ser incluídas pausas para descanso; (117.030-9 / I3)
• c) quando do retorno do trabalho, após qualquer tipo de
afastamento igual ou superior a 15 (quinze) dias, a exigência de
produção deverá permitir um retorno gradativo aos níveis de
produção vigentes na época anterior ao afastamento. (117.031-
7 / I3)
• 17.6.4. Nas atividades de processamento eletrônico de dados,
deve-se, salvo o disposto em convenções e acordos coletivos
de trabalho, observar o seguinte:
• a) o empregador não deve promover qualquer sistema de
avaliação dos trabalhadores envolvidos nas atividades de
digitação, baseado no número individual de toques sobre o
teclado, inclusive o automatizado, para efeito de remuneração e
vantagens de qualquer espécie; (117.032-5)
• b) o número máximo de toques reais exigidos pelo empregador
não deve ser superior a 8 (oito) mil por hora trabalhada, sendo
considerado toque real, para efeito desta NR, cada movimento
de pressão sobre o teclado; (117.033-3 / I3)
• c) o tempo efetivo de trabalho de entrada de dados não deve
exceder o limite máximo de 5 (cinco) horas, sendo que, no
período de tempo restante da jornada, o trabalhador poderá
exercer outras atividades, observado o disposto no art. 468 da
Consolidação das Leis do Trabalho, desde que não exijam
• d) nas atividades de entrada de dados deve haver, no mínimo,
uma pausa de 10 (dez) minutos para cada 50 (cinqüenta)
minutos trabalhados, não deduzidos da jornada normal de
trabalho; (117.035-0 / I3)
• e) quando do retorno ao trabalho, após qualquer tipo de
afastamento igual ou superior a 15 (quinze) dias, a exigência de
produção em relação ao número de tóques deverá ser iniciado
em níveis inferiores do máximo estabelecido na alínea "b" e ser
ampliada progressivamente. (117.036-8 / I3)
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
• SILVA, O. J. Exercício e Saúde: Fatos e Mitos.
Florianópolis: UFSC, 1995.
• ALVES, J. H. F. Ginástica Laborativa – Método para
Prescrição de Exercícios Terapêuticos no Trabalho.
Revista Fisioterapia Brasil, v. 1, n. 1, set./out., 2000. p.19 - 22.
• ASSUNÇÃO, A. A. As modalidades de gestão das
situações de trabalho para compensar as deficiências
dos membros do coletivo. Belo Horizonte: UFMG, 2001.
• CAÑETE, I. Humanização: Desafio da Empresa
Moderna – a ginástica laboral como um novo
caminho. Porto Alegre: Foco, 1996.
• POLITO, E.; BERGAMASCHI, E. C. Ginástica Laboral:
teoria e prática. Rio de Janeiro: Sprint, 2002. p. 25 -76.
• CUTRERA, J. C. Curso de Recreação Escolar e
Comunitária. Buenos Aires: Mimeo, 1983.
• GRANDO, J. C. Recreação Industrial uma Tendência na
Empresa. Blumenal: FURB, Dynamis – Revista Tecno-
Científica. v. 7, n. 26, jan/mar, 1999. p. 45-61.
• LAPAGESSE, F. D. Contribuições da Ergonomia e da
Ergomotricidade nas Estruturas de Produtividade.
Motos Corporis. Rio de Janeiro: Universidade Gama Filho,
1998. p. 21-41.
• SOARES, R. G.; ASSUNÇÃO, A. A. A Baixa Adesão ao
Programa de Ginástica Laboral: Buscando Elementos
do Trabalho para Entender o Problema. VII Congresso
Latino -Americano de Ergonomia. Recife: Abergo, 2002.
• PIMENTEL, G. G. A. A Ginástica Laboral e a Recreação
nas Empresas como Espaços de Intervenção da
Educação Física no Mundo do Trabalho. Revista
Corpoconsciência, n. 3, 1999. p. 58 – 70.
• ZILLI, C. M. Manual de Cinesioterapia/Ginástica Laboral
– Uma Tarefa Interdisciplinar com Ação
• KOLLING, A. Ginástica Laboral Compensatória: uma
experiência vitoriosa da FEEVALE. Novo Hamburgo-RS:
FEEVALE, v.3, n.2, out, 1980. p. 47-72.
• DIAS, M. F. M. Ginástica Laboral. Proteção, v.6, n.29, maio,
1994. p. 24-25.
• LEITE, N. Prescrição de Exercícios Físicos em
Populações Especiais. Programa de Pós-Graduação em
Medicina Desportiva - PUC-PR, 1999. p. 41-46.
• BAWA, J. Computador e Saúde. São Paulo: Summus, 1997.
• LABOR, PHYSICAL. Ginástica Laboral. 1999. Disponível na
internet:<htp://www.folk.com.br/ginastica.htm>
• MARATONA. Ginástica Laboral. 1999. Disponível na
Internet:<http://www.maratonaqv.com.br/laboral.htm>;
• MGM. Ginástica Laboral. 1999. Disponível na
Internet:<http://gold.com.br/~mgm/mgmprmc.htm>
• BASSO, A. L. Ginástica Laboral: perspectiva de difusão
no pólo industrial de Piracicaba. Faculdade de Educação
Física. Rio Claro -SP: UEP, 1989.
• BARRETO, S. J.; NUNES, C. R. O.; BAECHTOLD, ARETUSA
P. Ergomotricidade: uma Proposta para a
Humanização do Trabalhador. Blumenal: FURB, Dynamis
– Revista Tecno-Científica. v. 7, n. 26, jan/mar, 1999. p. 67-71.
• BARROS NETO, T. L. Exercício, Saúde e Desempenho
Físico. São Paulo: Atheneu, 1997.
• SESI, Serviço Social da Indústria. Ginástica na Empresa.
2002. Disponível na Internet: <http://www.sesi.org.br>
• PELLEGRINOTTI, I. L. A Atividade Física e Esporte: A
importância no Contexto Saúde do Ser Humano.
Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde. V.3, n.1, 1998.
p. 22 – 28.
“Só há duas maneiras de viver
a vida: A primeira é vive-la
como se os milagres não
existissem, A segunda é vive-la
como se tudo fosse um milagre”
(Albert Aintein)

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Aula ergonomia

  • 2. Mini-curriculo do professor: Graduado em Fisioterapia, pela Universidade Católica de Goiás (UCG). Pós-graduado em Ortopedia e Traumatologia pela Universidade Castelo Branco (RJ). Pós- graduado em Auditoria em Sistemas da Saúde pelo Centro de Estudos de Enfermagem e Nutrição (CEEN-UCG). Especialista em Acupuntura pelo Istituto Mineiro de Estudos Sistêmicos (IMES). Formação em RPG pela UNISAÚDE. Instrutor de Ergonomia Senac para o curso Técnico Segurança do Trabalho. Docente do Nire-UEG da Pós-graduação em acupuntura. Docente da UniEvangélica para o curso Engenharia do Trabalho, Diretor da Corps Estúdio Pilates.
  • 5. Nascimento e Evolução da Ergonomia Homens das Cavernas
  • 6. Nascimento e Evolução da Ergonomia Revolução Industrial
  • 7. Nascimento e Evolução da Ergonomia I Guerra Mundial
  • 8. Nascimento e Evolução da Ergonomia II Guerra Mundial
  • 9. Nascimento e Evolução da Ergonomia 1949 – Formalizaram na Inglaterra a existência de um novo ramo da ciência. ERGONOMIA
  • 11. Ergonomia Ciência aplicada a facilitar o trabalho executado pelo homem. O nome Ergonomia deriva-se de duas palavras gregas: ERGOS (trabalho) e NOMOS (leis, normas e regras). É, portanto uma ciência que pesquisa, estuda, desenvolve e aplica regras e normas a fim de organizar o trabalho, tornando esse último compatível com as características físicas e psíquicas do ser humano.
  • 12. Abordagem em Ergonomia Abrangência das Condições Ergonômicas Análise de Sistemas – Preocupa-se com o funcionamento global de uma equipe de trabalho usando uma ou mais máquinas. Devem ser adotados critérios como custo, confiabilidade, segurança e outros. Análise do posto de trabalho – É o estudo de uma parte do sistema onde atua o trabalhador. A abordagem ergonômica, análise da tarefa, postura, movimentos do trabalhador e das suas exigências físicas e psicolólicas.
  • 13. Ocasião da Contribuição Ergonômica Ergonomia de concepção – Ocorre quando a contribuição ergonômica se faz durante a fase inicial de projeto do produto, da máquina ou do ambiente. Ergonomia de Correção– É aplicada em situações reais, já existentes, para resolver problemas que se refletem na segurança, na fadiga excessiva, em doenças do trabalhador ou na quantidade ou qualidade da produção. Ergonomia de Conscientização – Conscientizar o operador, através de cursos de treinamento e frequentes reciclagens, ensinando-o trabalharem de forma segura, reconhecendo os fatores de risco que podem surgir a qualquer momento, no ambiente de trabalho.
  • 14. Abordagem Interdisciplinar da Ergonomia Médicos do Trabalho – podem ajudar na identificação dos locais que provocam acidentes ou doenças ocupacionais e realizar acompanhamentos de saúde. Analistas da Trabalho – ajudariam no estudo de métodos, tempos e posto de trabalho. Psicólogos – geralmente envolvidos em seleção e treinamento de pessoal, podem ajudar na implantação de novos métodos. Engenheiros do trabalho – podem ajudar nos aspectos técnicos, modificando as máquinas e ambientes de trabalho.
  • 15. Desenhista industrial – ajudariam na adaptação de máquinas e equipamentos, projetos de postos de trabalho e sistemas de comunicação. Enfermeiros e Fisioterapeutas– poderiam contribuir na recuperação e prevenção de trabalhadores prejudicados ou acidentados. Técnicos em segurança do trabalho – ajudariam na identificação e correção de condições insalubres ou perigosas. Programadores de produção – poderiam contribuir para criar um fluxo mais uniforme de trabalho, evitando stress, sobrecargas ou trabalhos noturnos. Administradores – contribuiriam no estabelecimento de plano de cargos e salários mais justos, que ajudam a motivar os trabalhadores.
  • 17. APLICAÇÃO DA ERGONOMIA Ergonomia na Indústria A ergonomia contribui para melhorar a eficiência, a confiabilidade e a qualidade das operações industriais. Isso pode ser feito basicamente por 3 vias: Aperfeiçoamento do sistema homem-máquina Pode ocorrer tanto na fase de projeto de máquinas, equipamentos e posto de trabalho, como na introdução de modificações em sistemas ja existentes, adaptando-os às capacidades e limitações do organismo humano. Organização do trabalho Procurando reduzir a fadiga e a monotonia, principalmente pela eliminação do trabalho altamente repetitivo e dos rítimos mecânicos impostos ao trabalhador. Melhoria da condição de trabalho É feita pela análise das condições físicas de trabalho, como temperatura, ruídos, vibrações, gases tóxicos e iluminação.
  • 18. Aplicação na Indústria Identificar os locais que ocorrem os probemas ergonômicos; Sintomas: • Alto índice de erros; • Acidentes; •Doenças; • Absenteísmo; • Rotatividade dos Empregados. Causas: • Inadequação das máquinas; • Falha na organização de trabalho; • Deficiências ambientais; • Tensões musculares e psíquicas.
  • 20. Ergonomia na Agricultura – Boias Frias
  • 22. Ergonomia na Agricultura Pouca pesquisa sobre o assunto; Reivindicação dos mineiros, garimpeiros, e trabalhadores rurais; Empresas que produzem máquinas e implementos agrícolas (ex: tratores) Tarefas de colheita, transporte e armazenamento de produtos agrícolas; O corte da cana-de-açúcar; Agrotóxicos e mercúrio usado pelos garimpeiros; As máquinas e equipamentos utilizados ainda são quase sempre rudimentares, e poderiam ser consideravelmente aperfeiçoados com a aplicação dos conhecimentos ergonômicos e tecnológicos já disponíveis.
  • 23. Ergonomia no Setor de Serviço
  • 24. Ergonomia no Setor de Serviço
  • 25. Ergonomia no Setor de Serviço Comércio, postos de saúde, educação, escritórios, bancos, lazer. As universidades, bancos, centrais de abastecimentos e outros exigem operações de sistemas igualmente complexos, oferecendo muitas oportunidades para estudos e aplicações da ergonomia.
  • 30. EPI – Equipamento de Proteção Individual
  • 47. Ergonomia na Vida Diária
  • 48. Ergonomia na Vida Diária A ergonomia tem contribuído para melhorar a vida cotidiana tornando os meios de transporte mais cômodos e seguros, a mobília doméstica mais confortável e os aparelhos eletrodomésticos mais eficientes e seguros. Hoje são realizados estudos ergonômicos para melhorar as residências, a circulação de pedestres em locais públicos, ajudar pessoas com deficiências físicas.
  • 57. Análise Postural do Corpo Humano A ergonomia comparece à indústria para analisar como um operário trabalha, avaliando, entre outras coisas, a sua postura de trabalho e as atividades motoras pelo mesmo desenvolvidas. Através desta análise é que são identificadas diversas incompatibilidades existentes entre o posto de trabalho e os limites do corpo humano.
  • 58. A postura do corpo é compreendida como o arranjo relativo entre as partes que compõem este corpo. A boa postura é aquela que se caracteriza pelo equilíbrio entre os diversos segmentos corporais estruturais (ossos e músculos, de modo geral), protegendo o organismo contra agressões e deformidades. Na boa postura, portanto, as estruturas orgânicas desempenham suas funções de modo eficiente.
  • 59. A má postura pode ser conceituada como aquela em que á desequilíbrio entre aquelas partes do corpo e também na qual o relacionamento entre as estruturas é ineficiente, induzindo o organismo à agressões e lesões diversas, localizadas ou generalizadas.
  • 62. Natureza da tarefa Dependendo do tipo de tarefa, esta é mais voltada à atividade mental ou à atividade física. Cada atividade implicará na adoção de posturas que correspondem à natureza.
  • 63. Fatores Físicos Ambientais Compreendem a quantidade de grandezas físicas existentes no ambiente e no posto de trabalho, no qual está o trabalhador. Ruído, iluminamento, temperatura, umidade, são alguns fatores que implicam na adoção de posturas.
  • 64. Fatores Dimensionais Referem-se ao tamanho e à localização de alavancas, botões, pedais, teclados, volantes, entre outros dispositivos de comando de máquinas e equipamentos. Também a presença de estruturas, degraus, passagens, influenciam na postura adotada.
  • 65. Fatores Temporais Se as atividades são desenvolvidas sob pressão de tempo (quanto maior for o tempo em que o corpo permanece em desequilíbrio), a situação se agrava em função da tensão nervosa à qual o trabalhador se expõe.
  • 85. Fazendo-se uso de um fio de prumo o mesmo deverá passar em: VISTA ANTERIOR • Entre os olhos; • Meato do Nariz; • Osso Externo; • Cicatriz umbilical; • Meio das Pernas; • Entre os Maléolos Internos. VISTA LATERAL • Pavilhão auditivo; • Corpos vertebrais da coluna cervical; • Articulação dos ombros; •Articulação coxo-femural; • Anterior ao centro da articulação do joelho; • Ligeiramente anterior ao maléolo lateral. VISTA PORTERIOR • Acompanha todo o traçado da coluna vertebral; • Entre os glúteos; • Meio das pernas; • Entre os maléolos internos.
  • 88. É a ciência da qual faz uso a Ergonomia, relacionada às dimensões do corpo humano e a relação que existe entre os diversos segmentos corporais. As dimensões antropométricas estão diretamente envolvidas aos alcances motores de um indivíduo e às posturas pelo mesmo adotadas.
  • 91. POSIÇÃO ORTOSTÁTICA Medidas Posicionamento Finalidade Estatura: ditância vertical do solo até o ponto mais alto da cabeça P.A. sem o uso de calçados e sem comprimir o crânio com o instrumento Exemplo: determinar alturas mínimas para portas e passagens Olhos-solo: distância vertical do solo até o ponto de intersecção entre as pálpebras superior e inferior P.A. sem o uso de calçados, com a cabeça posicionada segundo o plano aurículo-orbitário Exemplo: estabelecer a linha de ação visual para atividades que requeiram inspeção. Ombro-solo: distância vertical entre o solo e o ponto de reparo acromial P.A. sem o uso de calçados e sem comprimir o ombro com o instrumento de medida Exemplo: determinar a altura de alcance na posição ortostática para almoxarifados Cotovelo-solo: distância vertical entre o solo e o ponto de reparo mais inferior do cotovelo P.A. sem o uso de calçados, ombros em adução, cotovelo em flexão de entre a pronação e supinação Exemplo: determinar a altura de bancadas de trabalho na posição ortostática para função de manutenção elétrica Largura dos Ombros: distância horizontal entre os pontos mais laterais dos ombros P.A. com os ombros nivelados entre si, formando uma linha paralela ao solo Exemplo: determinar a largura de assentos e locais de passagem Comprimento do Antebraço- Mão: distância entre o ponto de reparo mais posterior do cotovelo e o ponto dáctilo P.A. com o ombro em adução, antebraço e punhos neutros, mãos e dedos abertos Exemplo: posicionamento de acessórios principais de trabalho Alcance máximo do Membro Superior: distância horizontal do ponto de reparo acromial ao ponto dáctilo P.A. com o ombro aduzido e fletido a antebraço e punho neutros, mãos e dedos abertos Exemplo: posicionamento de acessórios secundários de trabalho OBS: P.A.: Posição Antropométrica
  • 92. POSIÇÃO SENTADA Medidas Posicionamento Finalidade Profundidade Sacro-Poplítea: ditância entre o ponto mais posterior do sacro a cavidade poplítea P.S. com a cabeça no plano aurículo orbitário, tronco ereto e apoiado, pleno Exemplo: determinar a profundidade de assentos Altura Tronco-Cefálica: distância vertical do assento até o ponto de reparo P.S. com a cabeça no plano aurículo-orbitário, tronco ereto e apoio plantar pleno Exemplo: estabelecer altura de prateleiras elevadas Altura Olho-Assento: distância vertical entre o assento e o ponto médio entre as pálpebras superior e inferior P.S. com a cabeça no plano aurículo-orbitário, tronco ereto e apoio plantar pleno Exemplo: determinar alinha de ação visual de operadores de produção a partir da posição sentada Altura Solo-Assento: distância entre o solo e a parte superior do assento P.S. com a cabeça no plano aurículo-orbitário, tronco ereto e apoio plantar pleno Exemplo: determinar altura de assentos, promovendo a postura adequada em atividades de digitação Altura Ombro-Assento: distância vertical entre oassento e o ponto de reparo acromial P.S. com a cabeça no plano aurículo-orbitário, tronco ereto e apoio plantar pleno Exemplo: determinar a altura dos encostos da cadeira Altura do Assento-Cotovelo: distância vertical entre o assento e a base do cotovelo P.S. com os ombros nivelados entre si formando uma linha paralela ao solo Exemplo: determinar a altura vertical dos apoios de braços das cadeiras Largura dos Ombros: distância horizontal entre os pontos mais laterais dos ombros P.S. com os ombros nivelados entre si formando uma linha paralela ao solo Exemplo: determinar a altura de assentos e locais de passagem OBS: P.S.: Posição Sentada
  • 94. Prevenir Prevenir tem a ver com a eliminação das causas dos problemas e com o conforto do trabalhador. Anterior ao aparecimento das patologias, as ações preventivas incentivam novos
  • 95. Medidas Preventivas Monitoramento RegularMonitoramento Regular Avaliação PosturalAvaliação Postural QuestionáriosQuestionários VisitaçãoVisitação In LocoIn Loco
  • 96. Medidas Preventivas Inserção de Pausas Livres Ativas
  • 97. Medidas Preventivas TreinamentosTreinamentos PrevençãoPrevenção ErgonomiaErgonomia Processo de TrabalhoProcesso de Trabalho Envolvimento -Gerentes, Supervisores, MultiplicadoresEnvolvimento -Gerentes, Supervisores, Multiplicadores
  • 98. Medidas Preventivas Escola de PosturaEscola de Postura LombalgiasLombalgias Laboratório de PosturaLaboratório de Postura Conscientização PosturalConscientização Postural
  • 99. Medidas Preventivas Capacitação FísicaCapacitação Física Resistência MuscularResistência Muscular Força MuscularForça Muscular FlexibilidadeFlexibilidade Exercícios LaboraisExercícios Laborais Exercícios CompensatóriosExercícios Compensatórios
  • 101. O que são os Exercícios Laborais?
  • 102. • Definição • Terminologias Usadas: – Exercícios Laborais – Ginástica Laboral – Cinesioterapia Laboral – Alongamentos Laborais – Atividades Laborais – Ginástica de Pausa INTRODUÇÃO:
  • 103. INTRODUÇÃO: • Segundo Silva (1995), entre todos os aspectos que envolvem as LER/DORT, destaca-se a discussão das medidas de enfrentamento da problemática; • Segundo Alves (2000), a Ginástica Laboral -GL é uma das ferramentas preventivas mais utilizadas nos grupos em que a atuação coletiva é possível, não sendo a única solução para os problemas das empresas;
  • 104. HISTÓRICO • Existem registros deste tipo de atividade, desde 1925 na Polônia, Bulgária, Alemanha Oriental, Holanda e Rússia, quando então era chamada de Ginástica de Pausa (CAÑETE, 1996); • Segundo Schimitz (1981), em 1978 foi implantado um projeto denominado “Ginástica Laboral Compensatória”, que teve início em 23 de novembro de 1978;
  • 105. • Para Polito & Bergamaschi (2002), até o final dos anos 70, houve um período em que a aplicação da GL caiu no esquecimento; • Década de 80 - Ressurgimento da GL com a epidemia mundial do fenômeno LER/DORT; • Década de 90 – Grande explosão das GL no Brasil.
  • 106. DEFINIÇÕES: • Já para Targa (1973), a GLC é a ginástica que tenta impedir que se instalem vícios posturais durante as atividades habituais, principalmente as do ambiente de trabalho. • Segundo Kooling (1980), a GL é também chamada de Ginástica Laboral Compensatória (GLC), devendo atuar sobre as sinergias musculares antagônicas às que se encontram ativas durante o trabalho.
  • 107. • A GL é a atividade física programada realizada no ambiente e durante o expediente de trabalho (CAÑETE, 1996); • Segundo Leite (1999) é definida como a ginástica que tem por objetivo restabelecer o antagonismo muscular; • A GL consiste em exercícios realizados no local de trabalho, atuando de forma preventiva e terapêutica no caso da LER/DORT, sem levar o trabalhador ao cansaço (LABOR PHYSICAL, 1999; MARATONA, 1999; GUERRA, 1997; MGM, 1999).
  • 108. CLASSIFICAÇÃO: • De acordo com Zilli (2002), a ginástica laboral pode ser intitulada segundo seu horário de aplicação, em: – preparatória ou de aquecimento (antes da jornada de trabalho); – compensatória ou de distensionamento (durante a jornada de trabalho); – relaxamento (após a jornada de trabalho).
  • 110. OBJETIVOS PROPOSTOS: • Favorecer a descontração, estimular o auto- conhecimento e auto-estima, proporcionar uma possível melhora no relacionamento interpessoal e do homem com o meio que o cerca (BASSO, 1989; CAÑETE, 1996); • Para alguns autores como GUISELINI (1996) e BARRETO (1999), a GL tem papel também no funcionamento da cognição.
  • 111. • Outros efeitos fisiológicos são atribuídos à GL como o aquecimento, flexibilidade, resistência muscular localizada, coordenação e mobilidade (CAÑETE, 1996); • POLITO & BERGAMASCHI (2002); • BARROS NETO (1997), • SESI (2002); • RIO et al (1998);
  • 112. EFEITOS FISIOLÓGICOS • melhora da postura e redução das tensões; • redução do sono na jornada de trabalho; • melhora da coordenação motora, agilidade e concentração; • prevenção de lesões musculotendinosas e ligamentares; • melhora do ânimo e disposição para o trabalho; • melhora da força e resistência muscular; • melhora do padrão respiratório; • desenvolvimento da consciência corporal; • redução da fadiga mental e muscular. (ZILLI, 2002)
  • 113. GINÁSTICA LABORAL E A INFLUÊNCIA DA RECREAÇÃO • CUTRERA (1983); • PELLEGRINOTTI (1998); • GRANDO (1999);
  • 114. PROFISSIONAIS QUE ATUAM COM A GINÁSTICA LABORAL: • Enfermeiros, Fisioterapeutas e/ou professores de educação física; • Psicólogos e terapeutas ocupacionais; • ALVES (2000); • (MILITÃO, 2001; SOARES & ASSUNÇÃO, 2002; CAÑETE, 1996); • PIMENTEL (1999).
  • 116. Benefícios para a Empresa • Pesquisas revelam que as empresas que promovem a realização de exercícios orientados declaram terem verificado aumento de produtividade, e os trabalhadores garantem que terminam a jornada menos cansados do que antes de ser adotada essa medida; • Percepção da preocupação da empresa com a saúde do funcionário; • Satisfação dos funcionários; • Maior poder de negociação entre funcionários e sindicatos; • Maior valorização do nome da Empresa junto ao mercado; • Queda nos índices de abstinência, licenças médicas, licenças permanentes e afins;
  • 117. Benefícios para o Funcionário • Redução do número de patologias ocupacionais; • Redução das tensões e fadigas musculares; • Aumento da flexibilidade; • Amenizar e acabar com o stress, diminuir a ansiedade, a depressão, trabalhar a motivação, e auto-realização; • Relaxar e diminuir a tensão, melhorando a qualidade do sono e qualidade de vida; • Fortalecer o relacionamento social e trabalho em equipe; • Conscientização corporal; • Corrigir vícios posturais; • Auxílio no desempenho do trabalho; • Ativa a circulação, nutrindo a musculatura;
  • 118. Ergonomia de Conscientização Execícios Laborais – Funcionários/ Colaboradores • Realizar palestras, treinamentos e cursos; • Desenvolver cartazes, folders e manuais; • Promover jogos e dinâmincas conscientizadoras.
  • 120. Músculos do CorpoMúsculos do Corpo HumanoHumano
  • 122. Contração MuscularContração Muscular Estímulo Fibra Nervosa Motora Placa Motora Contração Muscular Informação
  • 125. Fadiga muscularFadiga muscular Motivos:Motivos: 1- Microlesões Musculares1- Microlesões Musculares 2- Catabólitos Químicos2- Catabólitos Químicos 3- Falta de ATP3- Falta de ATP Prevenção:Prevenção: 1- Alongamentos1- Alongamentos 2- Dieta Adequada2- Dieta Adequada 3- Condicionamento Físico3- Condicionamento Físico
  • 126. Fadiga Muscular Fadiga Início da Fadiga Tempo de Contração Produção da Força
  • 128. Postura Boa Postura Postura Ideal Postura Padrão Harmonia Conforto Equilíbrio Economia As alterações posturais podem causar um alinhamento defeituoso que resulta em sobrecarga e tensão indevida sobre os ossos, articulações e músculos. F. Kendall
  • 135. Fase 1: • Análise, alteração e adaptações ergonômica do posto de trabalho e comunidade ao entorno; •Tratamento - exercícios terapêuticos • Divisão dos funcionários e/ou comunidade em grupos de acordo com função; Fase 2: • Preventivo com enfermeiros - exercícios preparatórios, corretivos, compensatórios e de relaxamento; (mínimo de três a quatro vezes na semana) Fase 3: • Preventivo com multiplicadores (agente comunitário) - exercícios preparatórios, compensatórios e de relaxamento; (todos os dias) OBS: sob supervisão do enfermeiro Proposta para implantação do projeto nas empresas:
  • 137. • 17.1. Esta Norma Regulamentadora visa a estabelecer parâmetros que permitam a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho eficiente. • 17.1.1. As condições de trabalho incluem aspectos relacionados ao levantamento, transporte e descarga de materiais, ao mobiliário, aos equipamentos e às condições ambientais do posto de trabalho, e à própria organização do trabalho. • 17.1.2. Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a análise ergonômica do trabalho, devendo a mesma abordar, no mínimo, as condições de trabalho, conforme estabelecido nesta Norma Regulamentadora. • 17.2. Levantamento, transporte e descarga individual de materiais. • 17.2.1. Para efeito desta Norma Regulamentadora:
  • 138. • 17.2.1.1. Transporte manual de cargas designa todo transporte no qual o peso da carga é suportado inteiramente por um só trabalhador, compreendendo o levantamento e a deposição da carga. • 17.2.1.2. Transporte manual regular de cargas designa toda atividade realizada de maneira contínua ou que inclua, mesmo de forma descontínua, o transporte manual de cargas. • 17.2.1.3. Trabalhador jovem designa todo trabalhador com idade inferior a 18 (dezoito) anos e maior de 14 (quatorze) anos. • 17.2.2. Não deverá ser exigido nem admitido o transporte manual de cargas, por um trabalhador cujo peso seja suscetível de comprometer sua saúde ou sua segurança. (117.001-5 / I1) • 17.2.3. Todo trabalhador designado para o transporte manual regular de cargas, que não as leves, deve receber treinamento ou instruções satisfatórias quanto aos métodos de trabalho que deverá utilizar, com vistas a salvaguardar sua saúde e prevenir acidentes. (117.002-3 / I2)
  • 139. • 17.2.4. Com vistas a limitar ou facilitar o transporte manual de cargas, deverão ser usados meios técnicos apropriados. • 17.2.5. Quando mulheres e trabalhadores jovens forem designados para o transporte manual de cargas, o peso máximo destas cargas deverá ser nitidamente inferior àquele admitido para os homens, para não comprometer a sua saúde ou a sua segurança. (117.003-1 / I1) • 17.2.6. O transporte e a descarga de materiais feitos por impulsâo ou tração de vagonetes sobre trilhos, carros de mão ou qualquer outro aparelho mecânico deverão ser executados de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível com sua capacidade de força e não comprometa a sua saúde ou a sua segurança. (117.004-0 / 11) • 17.2.7. O trabalho de levantamento de material feito com equipamento mecânico de ação manual deverá ser executado de forma que o esforço físico realizado pelo trabalhador seja compatível com sua capacidade de força e não comprometa a sua saúde ou a sua segurança. (117.005-8 / 11)
  • 140. • 17.3. Mobiliário dos postos de trabalho. • 17.3.1. Sempre que o trabalho puder ser executado na posição sentada, o posto de trabalho deve ser planejado ou adaptado para esta posição. (117.006-6 / I1) • 17.3.2. Para trabalho manual sentado ou que tenha de ser feito em pé, as bancadas, mesas, escrivaninhas e os painéis devem proporcionar ao trabalhador condições de boa postura, visualização e operação e devem atender aos seguintes requisitos mínimos: • a) ter altura e características da superfície de trabalho compatíveis com o tipo de atividade, com a distância requerida dos olhos ao campo de trabalho e com a altura do assento; (117.007-4 / I2) • b) ter área de trabalho de fácil alcance e visualização pelo trabalhador; (117.008-2 / I2) • c) ter características dimensionais que possibilitem posicionamento e movimentação adequados dos segmentos corporais. (117.009-0 / I2)
  • 141. • 17.3.2.1. Para trabalho que necessite também da utilização dos pés, além dos requisitos estabelecidos no subitem 17.3.2, os pedais e demais comandos para acionamento pelos pés devem ter posicionamento e dimensões que possibilitem fácil alcance, bem como ângulos adequados entre as diversas partes do corpo do trabalhador, em função das características e peculiaridades do trabalho a ser executado. (117.010-4 / I2) • 17.3.3. Os assentos utilizados nos postos de trabalho devem atender aos seguintes requisitos mínimos de conforto: • a) altura ajustável à estatura do trabalhador e à natureza da função exercida; (117.011-2 / I1) • b) características de pouca ou nenhuma conformação na base do assento; (117.012-0 / I1) • c) borda frontal arredondada; (117.013-9 / I1) • d) encosto com forma levemente adaptada ao corpo para proteção da região lombar. (117.014-7 / Il)
  • 142. • 17.3.4. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados sentados, a partir da análise ergonômica do trabalho, poderá ser exigido suporte para os pés, que se adapte ao comprimento da perna do trabalhador. (117.015-5 / I1) • 17.3.5. Para as atividades em que os trabalhos devam ser realizados de pé, devem ser colocados assentos para descanso em locais em que possam ser utilizados por todos os trabalhadores durante as pausas. (117.016-3 / I2) • 17.4. Equipamentos dos postos de trabalho. • 17.4.1. Todos os equipamentos que compõem um posto de trabalho devem estar adequados às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado. • 17.4.2. Nas atividades que envolvam leitura de documentos para digitação, datilografia ou mecanografia deve:
  • 143. • a) ser fornecido suporte adequado para documentos que possa ser ajustado proporcionando boa postura, visualização e operação, evitando movimentação freqüente do pescoço e fadiga visual; (117.017-1 / I1) • b) ser utilizado documento de fácil legibilidade sempre que possível, sendo vedada a utilização do papel brilhante, ou de qualquer outro tipo que provoque ofuscamento. (117.018-0 / I1) • 17.4.3. Os equipamentos utilizados no processamento eletrônico de dados com terminais de vídeo devem observar o seguinte: • a) condições de mobilidade suficientes para permitir o ajuste da tela do equipamento à iluminação do ambiente, protegendo-a contra reflexos, e proporcionar corretos ângulos de visibilidade ao trabalhador; (117.019-8 / I2) • b) o teclado deve ser independente e ter mobilidade, permitindo ao trabalhador ajustá-lo de acordo com as tarefas a serem executadas; (117.020-1 / I2)
  • 144. • c) a tela, o teclado e o suporte para documentos devem ser colocados de maneira que as distâncias olho-tela, olhoteclado e olho-documento sejam aproximadamente iguais; (117.021-0 / I2) • d) serem posicionados em superfícies de trabalho com altura ajustável. (117.022-8 / I2) • 17.4.3.1. Quando os equipamentos de processamento eletrônico de dados com terminais de vídeo forem utilizados eventualmente poderão ser dispensadas as exigências previstas no subitem 17.4.3, observada a natureza das tarefas executadas e levando-se em conta a análise ergonômica do trabalho. • 17.5. Condições ambientais de trabalho. • 17.5.1. As condições ambientais de trabalho devem estar adequadas às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado.
  • 145. • 17.5.2. Nos locais de trabalho onde são executadas atividades que exijam solicitação intelectual e atenção constantes, tais como: salas de controle, laboratórios, escritórios, salas de desenvolvimento ou análise de projetos, dentre outros, são recomendadas as seguintes condiçôes de conforto: • a) níveis de ruído de acordo com o estabelecido na NBR 10152, norma brasileira registrada no INMETRO; (117.023-6 / I2) • b) índice de temperatura efetiva entre 20oC (vinte) e 23oC (vinte e três graus centígrados); (117.024-4 / I2) • c) velocidade do ar não superior a 0,75m/s; (117.025-2 / I2) • d) umidade relativa do ar não inferior a 40 (quarenta) por cento. (117.026-0 / I2) • 17.5.2.1. Para as atividades que possuam as características definidas no subitem 17.5.2, mas não apresentam equivalência ou correlação com aquelas relacionadas na NBR 10152, o nível de ruído aceitável para efeito de conforto será de até 65 dB (A) e a curva de avaliação de ruído (NC) de valor não superior a 60 dB.
  • 148. • 17.5.2.2. Os parâmetros previstos no subitem 17.5.2 devem ser medidos nos postos de trabalho, sendo os níveis de ruído determinados próximos à zona auditiva e as demais variáveis na altura do tórax do trabalhador. • 17.5.3. Em todos os locais de trabalho deve haver iluminação adequada, natural ou artificial, geral ou suplementar, apropriada à natureza da atividade. • 17.5.3.1. A iluminaçâo geral deve ser uniformemente distribuída e difusa. • 17.5.3.2. A iluminação geral ou suplementar deve ser projetada e instalada de forma a evitar ofuscamento, reflexos incômodos, sombras e contrastes excessivos. • 17.5.3.3. Os níveis mínimos de iluminamento a serem observados nos locais de trabalho são os valores de iluminâncias estabelecidos na NBR 5413, norma brasileira registrada no INMETRO. (117.027-9 / I2)
  • 149. • 17.5.3.4. A medição dos níveis de iluminamento previstos no subitem 17.5.3.3 deve ser feita no campo de trabalho onde se realiza a tarefa visual, utilizando-se de luxímetro com fotocélula corrigida para a sensibilidade do olho humano e em função do ângulo de incidência. (117.028-7 / I2) • 17.5.3.5. Quando não puder ser definido o campo de trabalho previsto no subitem 17.5.3.4, este será um plano horizontal a 0,75m (setenta e cinco centímetros) do piso. • 17.6. Organização do trabalho. • 17.6.1. A organização do trabalho deve ser adequada às características psicofisiológicas dos trabalhadores e à natureza do trabalho a ser executado. • 17.6.2. A organização do trabalho, para efeito desta NR, deve levar em consideração, no mínimo: • a) as normas de produção; • b) o modo operatório; • c) a exigência de tempo;
  • 150. • d) a determinação do conteúdo de tempo; • e) o ritmo de trabalho; • f) o conteúdo das tarefas. • 17.6.3. Nas atividades que exijam sobrecarga muscular estática ou dinâmica do pescoço, ombros, dorso e membros superiores e inferiores, e a partir da análise ergonômica do trabalho, deve ser observado o seguinte: • a) para efeito de remuneração e vantagens de qualquer espécie deve levar em consideração as repercussões sobre a saúde dos trabalhadores; (117.029-5 / I3) • b) devem ser incluídas pausas para descanso; (117.030-9 / I3) • c) quando do retorno do trabalho, após qualquer tipo de afastamento igual ou superior a 15 (quinze) dias, a exigência de produção deverá permitir um retorno gradativo aos níveis de produção vigentes na época anterior ao afastamento. (117.031- 7 / I3)
  • 151. • 17.6.4. Nas atividades de processamento eletrônico de dados, deve-se, salvo o disposto em convenções e acordos coletivos de trabalho, observar o seguinte: • a) o empregador não deve promover qualquer sistema de avaliação dos trabalhadores envolvidos nas atividades de digitação, baseado no número individual de toques sobre o teclado, inclusive o automatizado, para efeito de remuneração e vantagens de qualquer espécie; (117.032-5) • b) o número máximo de toques reais exigidos pelo empregador não deve ser superior a 8 (oito) mil por hora trabalhada, sendo considerado toque real, para efeito desta NR, cada movimento de pressão sobre o teclado; (117.033-3 / I3) • c) o tempo efetivo de trabalho de entrada de dados não deve exceder o limite máximo de 5 (cinco) horas, sendo que, no período de tempo restante da jornada, o trabalhador poderá exercer outras atividades, observado o disposto no art. 468 da Consolidação das Leis do Trabalho, desde que não exijam
  • 152. • d) nas atividades de entrada de dados deve haver, no mínimo, uma pausa de 10 (dez) minutos para cada 50 (cinqüenta) minutos trabalhados, não deduzidos da jornada normal de trabalho; (117.035-0 / I3) • e) quando do retorno ao trabalho, após qualquer tipo de afastamento igual ou superior a 15 (quinze) dias, a exigência de produção em relação ao número de tóques deverá ser iniciado em níveis inferiores do máximo estabelecido na alínea "b" e ser ampliada progressivamente. (117.036-8 / I3)
  • 153. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS • SILVA, O. J. Exercício e Saúde: Fatos e Mitos. Florianópolis: UFSC, 1995. • ALVES, J. H. F. Ginástica Laborativa – Método para Prescrição de Exercícios Terapêuticos no Trabalho. Revista Fisioterapia Brasil, v. 1, n. 1, set./out., 2000. p.19 - 22. • ASSUNÇÃO, A. A. As modalidades de gestão das situações de trabalho para compensar as deficiências dos membros do coletivo. Belo Horizonte: UFMG, 2001. • CAÑETE, I. Humanização: Desafio da Empresa Moderna – a ginástica laboral como um novo caminho. Porto Alegre: Foco, 1996. • POLITO, E.; BERGAMASCHI, E. C. Ginástica Laboral: teoria e prática. Rio de Janeiro: Sprint, 2002. p. 25 -76.
  • 154. • CUTRERA, J. C. Curso de Recreação Escolar e Comunitária. Buenos Aires: Mimeo, 1983. • GRANDO, J. C. Recreação Industrial uma Tendência na Empresa. Blumenal: FURB, Dynamis – Revista Tecno- Científica. v. 7, n. 26, jan/mar, 1999. p. 45-61. • LAPAGESSE, F. D. Contribuições da Ergonomia e da Ergomotricidade nas Estruturas de Produtividade. Motos Corporis. Rio de Janeiro: Universidade Gama Filho, 1998. p. 21-41. • SOARES, R. G.; ASSUNÇÃO, A. A. A Baixa Adesão ao Programa de Ginástica Laboral: Buscando Elementos do Trabalho para Entender o Problema. VII Congresso Latino -Americano de Ergonomia. Recife: Abergo, 2002. • PIMENTEL, G. G. A. A Ginástica Laboral e a Recreação nas Empresas como Espaços de Intervenção da Educação Física no Mundo do Trabalho. Revista Corpoconsciência, n. 3, 1999. p. 58 – 70. • ZILLI, C. M. Manual de Cinesioterapia/Ginástica Laboral – Uma Tarefa Interdisciplinar com Ação
  • 155. • KOLLING, A. Ginástica Laboral Compensatória: uma experiência vitoriosa da FEEVALE. Novo Hamburgo-RS: FEEVALE, v.3, n.2, out, 1980. p. 47-72. • DIAS, M. F. M. Ginástica Laboral. Proteção, v.6, n.29, maio, 1994. p. 24-25. • LEITE, N. Prescrição de Exercícios Físicos em Populações Especiais. Programa de Pós-Graduação em Medicina Desportiva - PUC-PR, 1999. p. 41-46. • BAWA, J. Computador e Saúde. São Paulo: Summus, 1997. • LABOR, PHYSICAL. Ginástica Laboral. 1999. Disponível na internet:<htp://www.folk.com.br/ginastica.htm> • MARATONA. Ginástica Laboral. 1999. Disponível na Internet:<http://www.maratonaqv.com.br/laboral.htm>; • MGM. Ginástica Laboral. 1999. Disponível na Internet:<http://gold.com.br/~mgm/mgmprmc.htm>
  • 156. • BASSO, A. L. Ginástica Laboral: perspectiva de difusão no pólo industrial de Piracicaba. Faculdade de Educação Física. Rio Claro -SP: UEP, 1989. • BARRETO, S. J.; NUNES, C. R. O.; BAECHTOLD, ARETUSA P. Ergomotricidade: uma Proposta para a Humanização do Trabalhador. Blumenal: FURB, Dynamis – Revista Tecno-Científica. v. 7, n. 26, jan/mar, 1999. p. 67-71. • BARROS NETO, T. L. Exercício, Saúde e Desempenho Físico. São Paulo: Atheneu, 1997. • SESI, Serviço Social da Indústria. Ginástica na Empresa. 2002. Disponível na Internet: <http://www.sesi.org.br> • PELLEGRINOTTI, I. L. A Atividade Física e Esporte: A importância no Contexto Saúde do Ser Humano. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde. V.3, n.1, 1998. p. 22 – 28.
  • 157. “Só há duas maneiras de viver a vida: A primeira é vive-la como se os milagres não existissem, A segunda é vive-la como se tudo fosse um milagre” (Albert Aintein)