UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JOÃO DE BARROS BARRETO SERVIÇO DE CLÍNICA MÉDICA FLÁVIA MATOS R2 de CLÍNICA MÉDICA
 
Compreende um conjunto de doenças que têm achados patológicos comuns, porém, apresentam diferenças fisiopatológicas e prognósticas.
Presença de pressão média de artéria pulmonar: >25 mmHg  em  repouso  ou  >30 mmHg  durante o  exercício. Pressão de oclusão de artéria pulmonar ou pressão de átrio esquerdo < 15 mmHg
Nível molecular Genético Músculo liso Células endoteliais Adventícia.  Desequilíbrio no meio vasoconstritor / vasodilatador Desequilíbrio da proliferação e apoptose celular.
Anormalidades na função endotelial  Redução da síntese de vasodilatadoras  prostaciclina  Óxido nítrico Aumento da síntese de vasoconstritoras  Endotelina.
Aumento da resistência no leito vascular pulmonar Vasoconstrição hipóxica Obliteração da circulação pulmonar  DPOC Fases avançadas das doenças difusas do parênquima pulmonar Apnéia obstrutiva do sono Hipoventilação alveolar Tromboembolia pulmonar,  Colagenoses, Esquistossomose,  Infecção pelo HIV,  Ressecções pulmonares,  Drogas e/ou toxinas
Aumento no volume de sangue para a circulação pulmonar: Shunts sistêmicos pulmonares (CIV ou CIA) Elevação da pressão venosa pulmonar: Estenose mitral Falência de câmaras esquerdas Doença veno-oclusiva pulmonar
 
 
 
 
 
15 casos para cada 1 milhão de habitantes. F: M (1,7 :1 ) 3ª E 4ª décadas (Idiopática) Relação com a expressão do gene BMPR2
Hipertensão Arterial Pulmonar Hipertensão Venosa Pulmonar Hipertensão Pulmonar Associada a Pneumopatias e/ou hipoxemia Hipertensão Pulmonar devido a Doença embólica e/ou trombótica Crônica  Miscelânea
 
 
Risco já estabelecido Aminorex Fenfluramina Dexfenfluramina Óleo de colza Risco muito provável Anfetaminas Triptofano Risco provável Metanfetaminas Cocaína Quimioterápicos
Dispnéia progressiva Fadiga  Dor torácica Hemoptise Rouquidão Palpitações Pré-síncope Síncope (marcador de gravidade da doença)
Hipertensão pulmonar Hipertrofia do ventrículo direito Falência do ventrículo direito Baixo débito cardíaco
Em decorrência da Hipertensão Pulmonar: Intensificação do componente pulmonar da segunda bulha (hiperfonese de P2), que eventualmente pode se tornar palpável. Sopro sistólico de ejeção no foco pulmonar e, nos casos mais graves, sopro diastólico de regurgitação pulmonar.
Hipertrofia do ventrículo direito: Onda A proeminente no pulso venoso jugular. Presença de quarta bulha no foco pulmonar. Impulsão para-esternal esquerda
Falência de VD: Sinais de hipertensão venosa sistêmica:  turgência jugular hepatomegalia edema de membros inferiores  ascite. Ritmo de galope de B3. Sopro holossistólico de regurgitação tricúspide
Baixo Débito Taquicardia Vasoconstrição periférica:  Pulsos finos,  Extremidades frias e pálidas,  Elevação da pressão diastólica  Redução da pressão de pulso (diferença entre as pressões sistólica e diastólica).
 
Não-invasivos ECG Radiografia de tórax Ecocardiograma transtorácico com Doppler BAIXA  SENSIBILIDADE
Aumento do diâmetro dos ramos da artéria pulmonar; Abaulamento do arco médio; Pobreza da circulação na periferia dos pulmões; Aumento das câmaras direitas: no perfil há redução do espaço  retroesternal, que passa a ser ocupado pela sombra cardíaca .
No ECG os achados sugestivos são: Desvio do eixo para a direita Detecção de onda P pulmonale Bloqueio do ramo direito Relação R/S > 1 em V1 qR em V1 rSR‘ em V1 ADRV em derivações precordiais direitas
Geralmente, considera-se pressões sistólicas de artéria pulmonar acima de 35 mmHg pelo ecocardiograma como indicativas de hipertensão pulmonar.
 
Confirmar o diagnóstico. Avaliar o grau de comprometimento hemodinâmico da doença:  pressões médias na artéria pulmonar e no átrio direito acima de 65 e 12 mmHg, respectivamente, e  reduções do débito cardíaco e da saturação venosa mista de oxigênio (pior prognóstico) Avaliar a resposta do leito vascular pulmonar aos vasodilatadores.
Apenas 10 A 15% respondem a Bloqueadores do canal de cálcio Uso em altas doses são necessários. Alta incidência de efeitos adversos.  PaP  antes e depois da administração de um vasodilatador de curta ação (óxido nítrico, adenosina ou epoprostenol, o primeiro por via inalatória e os demais por via venosa).
Positivo se redução de pelo menos 10 mmHg Alguns autores consideram também resposta positiva reduções da resistência vascular pulmonar de 20-30%  O teste não deve ser feito em pacientes instáveis ou com insuficiência cardíaca direita grave.
O prognóstico da HAP (idiopática) é pobre, com cerca de  15% de mortalidade  em um ano  em terapia moderna  .
Classe funcional avançada Baixa Tolerância ao exercício medida pela caminhada de 6 minutos ou teste de esforço cardiopulmonar. Aumento da pressão no átrio direito  Disfunção significativa de VD ou falência de VD Baixo índice cardíaco Peptídeo Natriurético Cerebral (BPN) elevado. Esclerodermia como doença  de base. INDICE CARDÍACO AVALIA O DÉBITO CARDÍACO PELA ÁREA DE SUPERFÍCIE CORPÓREA: IC = DC / MC Valores de Referência:  2,4 a 4,0 l/min/m 2
Mutação conhecida do gene BMPR2 Esclerodermia  Hipertensão portal, em avaliação para  transplante hepático. Doenças Tromboembólicas
 
Anticoagulante oral, Oxigenoterapia, Diuréticos, Digital, Bloqueadores de canal de cálcio, Inibidores da fosfodiesterase 5, Bloqueadores dos receptores da endotelina, Derivados da prostaciclina Septostomia atrial Transplante de pulmão
Recomendável, pelo alto risco de TEP. Warfarina, objetivando um INR próximo a 2.
Os diuréticos podem depletar o volume circulante e, assim, comprometer o débito cardíaco, levando a piora funcional.  Outros eventos adversos que podem surgir com o tratamento são: hiperviscosidade sangüínea (agravando a HP) hipocalemia  alcalose metabólica.
PaO2<55 mmHg ou SaO2<88% o PaO2 entre 56 e 59 mmHg ou SaO2 de 89% na presença de: sinais de cor pulmonale ao ECG, edema secundário a insuficiência cardíaca hematócrito acima de 56%.
O uso é limitado, visto que apenas uma minoria dos pacientes responde a essa medicação.  Reservados para os pacientes em classe funcional III ou IV e que apresentam resposta positiva ao teste de vasodilatação pulmonar.
capacidade de aumentar o GMPcíclico e conseqüentemente prolongar o efeito vasodilatador natural do óxido nítrico. pacientes que tenham contra-indicação ou apresentem efeitos colaterais com o uso dos inibidores da endotelina. As doses recomendadas variam de 25 a 75 mg três vezes ao dia.
A endotelina apresenta propriedade vasoconstritora, além de efeito mitógeno e fibrogênico. A Bosentana antagoniza a ação da Endotelina. Melhora clínica em pacientes classe III Efeito adverso: Elevação de transaminases Dose: 125 a 250 mg de 12/12 horas.
potentes vasodilatadores, inibem a agregação plaquetária e reduzem a proliferação das células musculares lisas. Alto custo e dificuldade de administração Epoprostenol (infusão contínua) Teprostinil (subcutânea) Iloprost (inalatório)
 
Septostomia atrial Alternativa terapêutica para locais sem acesso às drogas vasodilatadoras e com programas de transplante de pulmão ainda incipientes.  Índices de mortalidade que justificam sua utilização apenas por pessoas com treinamento específico.
Transplante de pulmão Indicação: Falência do Tratamento Clínico. A taxa de sobrevida após transplante por hipertensão arterial pulmonar, em três anos, é de aproximadamente 65% a 70%.
 

Aula Hipertensão Pulmonar

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    UNIVERSIDADE FEDERAL DOPARÁ HOSPITAL UNIVERSITÁRIO JOÃO DE BARROS BARRETO SERVIÇO DE CLÍNICA MÉDICA FLÁVIA MATOS R2 de CLÍNICA MÉDICA
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    Compreende um conjuntode doenças que têm achados patológicos comuns, porém, apresentam diferenças fisiopatológicas e prognósticas.
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    Presença de pressãomédia de artéria pulmonar: >25 mmHg em repouso ou >30 mmHg durante o exercício. Pressão de oclusão de artéria pulmonar ou pressão de átrio esquerdo < 15 mmHg
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    Nível molecular GenéticoMúsculo liso Células endoteliais Adventícia. Desequilíbrio no meio vasoconstritor / vasodilatador Desequilíbrio da proliferação e apoptose celular.
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    Anormalidades na funçãoendotelial Redução da síntese de vasodilatadoras prostaciclina Óxido nítrico Aumento da síntese de vasoconstritoras Endotelina.
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    Aumento da resistênciano leito vascular pulmonar Vasoconstrição hipóxica Obliteração da circulação pulmonar DPOC Fases avançadas das doenças difusas do parênquima pulmonar Apnéia obstrutiva do sono Hipoventilação alveolar Tromboembolia pulmonar, Colagenoses, Esquistossomose, Infecção pelo HIV, Ressecções pulmonares, Drogas e/ou toxinas
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    Aumento no volumede sangue para a circulação pulmonar: Shunts sistêmicos pulmonares (CIV ou CIA) Elevação da pressão venosa pulmonar: Estenose mitral Falência de câmaras esquerdas Doença veno-oclusiva pulmonar
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    15 casos paracada 1 milhão de habitantes. F: M (1,7 :1 ) 3ª E 4ª décadas (Idiopática) Relação com a expressão do gene BMPR2
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    Hipertensão Arterial PulmonarHipertensão Venosa Pulmonar Hipertensão Pulmonar Associada a Pneumopatias e/ou hipoxemia Hipertensão Pulmonar devido a Doença embólica e/ou trombótica Crônica Miscelânea
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    Risco já estabelecidoAminorex Fenfluramina Dexfenfluramina Óleo de colza Risco muito provável Anfetaminas Triptofano Risco provável Metanfetaminas Cocaína Quimioterápicos
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    Dispnéia progressiva Fadiga Dor torácica Hemoptise Rouquidão Palpitações Pré-síncope Síncope (marcador de gravidade da doença)
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    Hipertensão pulmonar Hipertrofiado ventrículo direito Falência do ventrículo direito Baixo débito cardíaco
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    Em decorrência daHipertensão Pulmonar: Intensificação do componente pulmonar da segunda bulha (hiperfonese de P2), que eventualmente pode se tornar palpável. Sopro sistólico de ejeção no foco pulmonar e, nos casos mais graves, sopro diastólico de regurgitação pulmonar.
  • 22.
    Hipertrofia do ventrículodireito: Onda A proeminente no pulso venoso jugular. Presença de quarta bulha no foco pulmonar. Impulsão para-esternal esquerda
  • 23.
    Falência de VD:Sinais de hipertensão venosa sistêmica: turgência jugular hepatomegalia edema de membros inferiores ascite. Ritmo de galope de B3. Sopro holossistólico de regurgitação tricúspide
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    Baixo Débito TaquicardiaVasoconstrição periférica: Pulsos finos, Extremidades frias e pálidas, Elevação da pressão diastólica Redução da pressão de pulso (diferença entre as pressões sistólica e diastólica).
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    Não-invasivos ECG Radiografiade tórax Ecocardiograma transtorácico com Doppler BAIXA SENSIBILIDADE
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    Aumento do diâmetrodos ramos da artéria pulmonar; Abaulamento do arco médio; Pobreza da circulação na periferia dos pulmões; Aumento das câmaras direitas: no perfil há redução do espaço retroesternal, que passa a ser ocupado pela sombra cardíaca .
  • 28.
    No ECG osachados sugestivos são: Desvio do eixo para a direita Detecção de onda P pulmonale Bloqueio do ramo direito Relação R/S > 1 em V1 qR em V1 rSR‘ em V1 ADRV em derivações precordiais direitas
  • 29.
    Geralmente, considera-se pressõessistólicas de artéria pulmonar acima de 35 mmHg pelo ecocardiograma como indicativas de hipertensão pulmonar.
  • 30.
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    Confirmar o diagnóstico.Avaliar o grau de comprometimento hemodinâmico da doença: pressões médias na artéria pulmonar e no átrio direito acima de 65 e 12 mmHg, respectivamente, e reduções do débito cardíaco e da saturação venosa mista de oxigênio (pior prognóstico) Avaliar a resposta do leito vascular pulmonar aos vasodilatadores.
  • 32.
    Apenas 10 A15% respondem a Bloqueadores do canal de cálcio Uso em altas doses são necessários. Alta incidência de efeitos adversos. PaP antes e depois da administração de um vasodilatador de curta ação (óxido nítrico, adenosina ou epoprostenol, o primeiro por via inalatória e os demais por via venosa).
  • 33.
    Positivo se reduçãode pelo menos 10 mmHg Alguns autores consideram também resposta positiva reduções da resistência vascular pulmonar de 20-30% O teste não deve ser feito em pacientes instáveis ou com insuficiência cardíaca direita grave.
  • 34.
    O prognóstico daHAP (idiopática) é pobre, com cerca de 15% de mortalidade em um ano em terapia moderna .
  • 35.
    Classe funcional avançadaBaixa Tolerância ao exercício medida pela caminhada de 6 minutos ou teste de esforço cardiopulmonar. Aumento da pressão no átrio direito Disfunção significativa de VD ou falência de VD Baixo índice cardíaco Peptídeo Natriurético Cerebral (BPN) elevado. Esclerodermia como doença de base. INDICE CARDÍACO AVALIA O DÉBITO CARDÍACO PELA ÁREA DE SUPERFÍCIE CORPÓREA: IC = DC / MC Valores de Referência: 2,4 a 4,0 l/min/m 2
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    Mutação conhecida dogene BMPR2 Esclerodermia Hipertensão portal, em avaliação para transplante hepático. Doenças Tromboembólicas
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    Anticoagulante oral, Oxigenoterapia,Diuréticos, Digital, Bloqueadores de canal de cálcio, Inibidores da fosfodiesterase 5, Bloqueadores dos receptores da endotelina, Derivados da prostaciclina Septostomia atrial Transplante de pulmão
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    Recomendável, pelo altorisco de TEP. Warfarina, objetivando um INR próximo a 2.
  • 40.
    Os diuréticos podemdepletar o volume circulante e, assim, comprometer o débito cardíaco, levando a piora funcional. Outros eventos adversos que podem surgir com o tratamento são: hiperviscosidade sangüínea (agravando a HP) hipocalemia alcalose metabólica.
  • 41.
    PaO2<55 mmHg ouSaO2<88% o PaO2 entre 56 e 59 mmHg ou SaO2 de 89% na presença de: sinais de cor pulmonale ao ECG, edema secundário a insuficiência cardíaca hematócrito acima de 56%.
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    O uso élimitado, visto que apenas uma minoria dos pacientes responde a essa medicação. Reservados para os pacientes em classe funcional III ou IV e que apresentam resposta positiva ao teste de vasodilatação pulmonar.
  • 43.
    capacidade de aumentaro GMPcíclico e conseqüentemente prolongar o efeito vasodilatador natural do óxido nítrico. pacientes que tenham contra-indicação ou apresentem efeitos colaterais com o uso dos inibidores da endotelina. As doses recomendadas variam de 25 a 75 mg três vezes ao dia.
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    A endotelina apresentapropriedade vasoconstritora, além de efeito mitógeno e fibrogênico. A Bosentana antagoniza a ação da Endotelina. Melhora clínica em pacientes classe III Efeito adverso: Elevação de transaminases Dose: 125 a 250 mg de 12/12 horas.
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    potentes vasodilatadores, inibema agregação plaquetária e reduzem a proliferação das células musculares lisas. Alto custo e dificuldade de administração Epoprostenol (infusão contínua) Teprostinil (subcutânea) Iloprost (inalatório)
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    Septostomia atrial Alternativaterapêutica para locais sem acesso às drogas vasodilatadoras e com programas de transplante de pulmão ainda incipientes. Índices de mortalidade que justificam sua utilização apenas por pessoas com treinamento específico.
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    Transplante de pulmãoIndicação: Falência do Tratamento Clínico. A taxa de sobrevida após transplante por hipertensão arterial pulmonar, em três anos, é de aproximadamente 65% a 70%.
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Notas do Editor

  • #6 Múltiplo caminhos patogênicos têm sido implicados no desenvolvimento da HAP
  • #7 Acredita-se que a hipertensão pulmonar primária seja resultado de anormalidades na
  • #10 A vasoconstrição prolongada determina crescimento e remodelamento da parede vascular, com instalação de redução fixa da luz. Camada muscular íntima, adventícia, endotélio.
  • #11 A hipertensão arterial pulmonar (HAP) é uma síndrome resultante da restrição na circulação através da artéria pulmonar , resultando em aumento da resistência vascular pulmonar e por conseguinte em insuficiência cardíaca direita.
  • #28 Postero-anterior and lateral chest X-ray (top) shows decreased peripheral lung vascular markings, hilar pulmonary artery prominence, and right ventricular enlargement of a patient with idiopathic PAH.
  • #29 ECG (bottom) of the same patient reveals right atrial enlargement, right ventricular hypertrophy and strain, and right axis deviation of the QRS complex. ECG indicates electrocardiogram; and PAH, pulmonary arterial hypertension.
  • #30 Entretanto, o diagnóstico de certeza exige confirmação com cateterismo, visto que a sensibilidade e a especificidade do ecocardiograma variam, respectivamente, entre 0,79 a 1,00 e 0,60 a 0,98.
  • #38 Three major pathways involved in abnormal proliferation and contraction of the smooth-muscle cells of the pulmonary artery in patients with pulmonary arterial hypertension are shown. These pathways correspond to important therapeutic targets in this condition and play a role in determining which of four classes of drugs — endothelin-receptor antagonists, nitric oxide, phosphodiesterase type 5 inhibitors, and prostacyclin derivatives — will be used. At the top of the figure, a transverse section of a small pulmonary artery (&lt;500 μm in diameter) from a patient with severe pulmonary arterial hypertension shows intimal proliferation and marked medial hypertrophy. Dysfunctional pulmonary-artery endothelial cells (blue) have decreased production of prostacyclin and endogenous nitric oxide, with an increased production of endothelin-1 — a condition promoting vasoconstriction and proliferation of smooth-muscle cells in the pulmonary arteries (red). Current or emerging therapies interfere with specific targets in smooth-muscle cells in the pulmonary arteries. In addition to their actions on smooth-muscle cells, prostacyclin derivatives and nitric oxide have several other properties, including antiplatelet effects. Plus signs denote an increase in the intracellular concentration; minus signs blockage of a receptor, inhibition of an enzyme, or a decrease in the intracellular concentration; and cGMP cyclic guanosine monophosphate.
  • #47 This algorithm applies only to patients in NYHA functional class III or IV, since very few data are available for patients in NYHA functional class I or II. The treatments have been evaluated mainly in idiopathic (primary) pulmonary arterial hypertension and in cases associated with systemic sclerosis or with exposure to anorectic agents. The drugs of choice for testing of acute vasoreactivity are short-acting agents (e.g., intravenous prostacyclin, intravenous adenosine, or inhaled nitric oxide). Patients with a sustained benefit from calcium-channel blockers are defined as those in NYHA functional class I or II who have near-normal hemodynamic values after at least one year of follow-up. Most experts recommend that patients in NYHA functional class IV receive continuous intravenous epoprostenol. The experience with phosphodiesterase type 5 (PDE5) inhibitors, including sildenafil, is preliminary, and controlled studies are ongoing to determine its efficacy and safety. The combined use of drugs with different mechanisms of action warrants further investigation. Lung transplantation is considered an option for all eligible patients who remain in NYHA functional class IV after three months of receiving epoprostenol. Atrial septostomy is proposed for selected patients with severe disease.