HIPERTENSÃO
PULMONAR É SINÔNIMO
DE HIPERTENSÃO
ARTERIAL PULMONAR?
HIPERTENSÃO
PULMONAR
VINHETA DE ABERTURA
AGENDA
1. QUADRO CLÍNICO
2. EXAME CLÍNICO
3. CLASSIFICAÇÃO
4. FLUXOGRAMA
5. EXAMES COMPLEMENTARES
6. ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO
7. TRATAMENTO
QUADRO CLÍNICO
੦ início → inespecífico (atraso diagnóstico)
੦ sintomas decorrentes da falência ventricular
direita:
• dispneia aos esforços, astenia e letargia
੦ progressão da doença:
• dor anginosa (isquemia subendocárdica),
síncope aos esforços, edema periférico
• dor em HCD (congestão hepática)
EXAME CLÍNICO
੦ hiperfonese de P2, B4, desdobramento de B2,
sopros pulmonares e tricúspides decorrentes da
insuficiência de VD.
੦ Sinais de hipertensão venosa sistêmica
secundária a insuficiência de VD:
੦ são turgência jugular, hepatomegalia, ascite,
edema periférico, congestão pulmonar, B3, entre
outros.
UPDATE
CLASSIFICAÇÃO HIPERTENSÃO PULMONAR
Grupo 1
Hipertensão
arterial pulmonar
Grupo 2
Doença cardíaca
esquerda
Grupo 3
Doença pulmonar
e/ou hipóxia
Grupo 4
Obstrução arterial
pulmonar
Grupo 5
Multifatorial
(mecanismos)
Idiopática
Hereditária
Relacionada a drogas*
Associada a:
Doença tecido conectivo
Infecção por HIV
Hipertensão portal
Cardiopatia congênita
Esquistossomose
Doença pulmonar veno-oclusiva
Disfunção sistólica ou
diastólica de VE
Disfunção valvar
DPOC
Doença pulmonar restritiva
Doenças pulmonares com
padrão misto
restritivo/obstrutivo
Hipóxia sem doença pulmonar
Distúrbios desenvolvimento
pulmonar
TEP crônico hipertensivo
Outras obstruções
arteriais pulmonares
Doenças hematológicas
Doenças sistêmicas
Doenças metabólicas
Sarcoidose
Histiocitose
Cardiopatia congênita complexa
Mediastinite fibrosante
DRC com ou sem hemodiálise
* GRUPO 1
੦ drogas e toxinas: “associação definitiva” e “associação possível”
DEFINITIVA POSSÍVEL
Aminorex Cocaína
Fenfluramina Fenilpropanolamina
Dexfenfluramina L-triptofano
Benfluorex Erva de São João
Metanfetaminas Anfetaminas
Dasatinibe Interferon-α e -β
Óleo de colza tóxico Agentes alquilantes
Bosutinibe
Agentes antivirais de ação direta
contra o vírus da hepatite C
Leflunomida
Indirubin (erva chinesa Qing-Dai)
DESCOMPLICANDO
Sinais e sintomas (pensar em hipertensão pulmonar)
Dispneia ao exercício, fadiga, síncope, ECG / RX / laboratório (BNP / NT-proBNP)
Considerar as causas mais prevalentes
Cintilografia V/Q
Cateterismo direito
PAPm > 20
PAOP ≤ 15, RVP ≥ 2
Grupo 1 Tratamento
específico
PAPm > 20
PAOP > 15, RVP < 2
Anticorpos / HIV / Drogas / Idiopática /
Hereditária / Hipertensão portal /
Cardiopatia congênita
Ecocardiograma
transtorácico
TCAR tórax
Função pulmonar
2 3
Anormal
TEP crônico hipertensivo 4
Normal
2
ELETROCARDIOGRAMA
SINAIS DE SOBRECARGA DE CÂMARAS DIREITAS
੦ onda p apiculada em DII, desvio do eixo para direita, onda R
apiculada em V1 e alteração da repolarização ventricular nas
derivações precordiais direitas
CATETERISMO
CARDÍACO DIREITO
AVALIAÇÃO HEMODINÂMICA
CATETER ARTÉRIA PULMONAR
ÁTRIO DIREITO
(MCGEE et al, 2009)
CATETER ARTÉRIA PULMONAR
VENTRÍCULO DIREITO
(MCGEE et al, 2009)
CATETER ARTÉRIA PULMONAR
ARTÉRIA PULMONAR
(MCGEE et al, 2009)
CATETER ARTÉRIA PULMONAR
POAP
(MCGEE et al, 2009)
DEFINIÇÃO HEMODINÂMICA
PAPm > 25
mmHg Conceito prévio
੦ Kovac et al (2009): 1187 indivíduos saudáveis
→ Média PAPm 14±3
੦ PAPm entre 21 e 24 tem pior prognóstico e
maior risco de progressão para HP
੦ RVP ≥ 3 Woods tem valor clínico relevante:
sugere doença vascular significativa
CIRCULAÇÃO PULMONAR
PRÉ-CAPILAR
PAPm > 20
PAOP ≤ 15, RVP
≥ 2
PÓS-CAPILAR
PAPm > 20
PAOP > 15, RVP < 2
PRÉ e PÓS-CAPILAR
PAPm > 20
PAOP > 15, RVP ≥ 2
GRUPOS
1, 3, 4 e 5
GRUPOS
2 e 5
artérias
arteríolas
veias
vênulas
Capilares pulmonares
ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO
੦ idade, sexo, terapia em uso, tipo de HP
੦ progressão da doença
੦ sinais de falência de VD
੦ síncope
੦ comorbidades
੦ complicações da doença
Impacto em morbi-mortalidade
Avaliação prognóstica regular: altamente
recomendada
Multidimensional: nenhuma variável isolada
é suficiente
ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO
DETERMINANTES DO
PROGNÓSTICO
(MORTALIDADE
ESTIMADA EM 1 ANO)
BAIXO RISCO < 5%
RISCO INTERMEDIÁRIO
5-10%
ALTO RISCO > 10%
Sinais clínicos IC
direita
Ausente Ausente Presente
Progressão dos
sintomas
Não Lenta Rápida
Síncope Não Ocasional Repetida
Classe funcional
(OMS)
I,II III IV
TC6M (distância) > 440 m 165–440 m < 165 m
Teste cardiopulmonar
de esforço
VO2 pico> 15
mL/min/kg
(> 65% pred)
Inclinação VE/VCO2
slope < 36
VO2 pico 11–15
mL/min/kg (35–65%
pred.)
VE/VCO2 36-44,9
VO2 pico <
11mL/min/kg
(< 35% pred.)
VE/VCO2 slope ≥ 45
ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO
DETERMINANTES DO
PROGNÓSTICO
(MORTALIDADE
ESTIMADA EM 1 ANO)
BAIXO RISCO < 5%
RISCO INTERMEDIÁRIO
5-10%
ALTO RISCO > 10%
Níveis plasmáticos de
NT-proBNP
BNP <50 ng / l
NT-proBNP <300 ng / l
BNP 50–800 ng / l
NT-proBNP 300-1100 ng /
l
BNP> 800 ng / l
NT-proBNP> 1100
ng / l
Imagem (ECO /
cardioRNM)
Área AD < 18 cm2
Sem derrame
pericárdico
Área AD 18-26 cm2
Sem ou mínimo derrame
Área AD > 26 cm2
Derrame
pericárdico
Hemodinâmica
PAD < 8 mmHg
Índice card ≥
2,5L/min/m2
SvO2 > 65%
PAD 8-14 mmHg
Índice card 2-
2,4L/min/m2
SvO2 60-65%
PAD >14 mmHg
Índice card
<2L/min/m2
SvO2 < 60%
TRATAMENTO
HIPERTENSÃO
PULMONAR
TRATAMENTO GERAL
੦ diuréticos - são utilizados no manejo volêmico e
sintomático do paciente com HP, naqueles que
apresentam sinais de retenção hídrica
੦ oxigênio - é o principal tratamento em pacientes
do grupo 3 e em pacientes hipoxêmicos
੦ anticoagulação - deve ser considerada
principalmente em pacientes com HAPI, HAPH e
induzida por drogas. Obrigatório em grupo 4
੦ fisioterapia - o treinamento físico consegue
aumentar a tolerabilidade ao esforço, com
aumento do TC6M
#CAI NA PROVA
੦ GRUPO 1
• respondedores “crônicos” ao bloq. de canal
de cálcio
• recomendado fazer teste apenas se HP
idiopática, hereditária ou por drogas!
TRATAMENTO HIPERTENSÃO ARTERIAL
PULMONAR
TESTE DE VASORREATIVIDADE POSITIVO
 PAPm 10 mmHg
PAPm pós NO ≤ 40 mmHg
DC inalterado ou maior
OBJETIVOS DO TRATAMENTO
੦ estabilização do paciente (classe funcional
I ou II da OMS)
੦ sem sinais IC direita
੦ sem progressão da doença
HCV | 2015
São causas de hipertensão arterial pulmonar (HAP),
conforme o 5º Simpósio Mundial de Nice (França,
2013), para a classificação de hipertensão
pulmonar:
a. AIDS e esquistossomose
b. HAP idiopática e insuficiência ventricular
esquerda
c. fibrose pulmonar por esclerose sistêmica e
HAP idiopática
d. fibrose pulmonar idiopática e doença
pulmonar obstrutiva crônica
e. embolia pulmonar e exposição crônica a
altas altitudes
HCV | 2015
São causas de hipertensão arterial pulmonar (HAP),
conforme o 5º Simpósio Mundial de Nice (França,
2013), para a classificação de hipertensão
pulmonar:
a. AIDS e esquistossomose
b. HAP idiopática e insuficiência ventricular
esquerda
c. fibrose pulmonar por esclerose sistêmica e
HAP idiopática
d. fibrose pulmonar idiopática e doença
pulmonar obstrutiva crônica
e. embolia pulmonar e exposição crônica a
altas altitudes
HIPERTENSÃO
PULMONAR É SINÔNIMO
DE HIPERTENSÃO
ARTERIAL PULMONAR?
REFERÊNCIAS E CITAÇÕES
੦ HUMBERT, Marc et al. 2022 ESC/ERS Guidelines for the diagnosis and treatment of
pulmonary hypertensionDeveloped by the task force for the diagnosis and
treatment of pulmonary hypertension of the European Society of Cardiology (ESC)
and the European Respiratory Society (ERS). Endorsed by the International Society
for Heart and Lung Transplantation (ISHLT) and the European Reference Network on
rare respiratory diseases (ERN-LUNG). European Heart Journal, v. 43, n. 38, p. 3618-
3731, 2022.
੦ MCGEE, Willian T; HEADLEY, Jan M.; FRAZIER, John A. Edwards Critical Care
Education. 2 ed. California: Edwards Lifesciences, 2009.

Queimados atls material,medcel aula teórica slides

  • 1.
    HIPERTENSÃO PULMONAR É SINÔNIMO DEHIPERTENSÃO ARTERIAL PULMONAR?
  • 2.
  • 3.
  • 4.
    AGENDA 1. QUADRO CLÍNICO 2.EXAME CLÍNICO 3. CLASSIFICAÇÃO 4. FLUXOGRAMA 5. EXAMES COMPLEMENTARES 6. ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO 7. TRATAMENTO
  • 5.
    QUADRO CLÍNICO ੦ início→ inespecífico (atraso diagnóstico) ੦ sintomas decorrentes da falência ventricular direita: • dispneia aos esforços, astenia e letargia ੦ progressão da doença: • dor anginosa (isquemia subendocárdica), síncope aos esforços, edema periférico • dor em HCD (congestão hepática)
  • 6.
    EXAME CLÍNICO ੦ hiperfonesede P2, B4, desdobramento de B2, sopros pulmonares e tricúspides decorrentes da insuficiência de VD. ੦ Sinais de hipertensão venosa sistêmica secundária a insuficiência de VD: ੦ são turgência jugular, hepatomegalia, ascite, edema periférico, congestão pulmonar, B3, entre outros.
  • 8.
    UPDATE CLASSIFICAÇÃO HIPERTENSÃO PULMONAR Grupo1 Hipertensão arterial pulmonar Grupo 2 Doença cardíaca esquerda Grupo 3 Doença pulmonar e/ou hipóxia Grupo 4 Obstrução arterial pulmonar Grupo 5 Multifatorial (mecanismos) Idiopática Hereditária Relacionada a drogas* Associada a: Doença tecido conectivo Infecção por HIV Hipertensão portal Cardiopatia congênita Esquistossomose Doença pulmonar veno-oclusiva Disfunção sistólica ou diastólica de VE Disfunção valvar DPOC Doença pulmonar restritiva Doenças pulmonares com padrão misto restritivo/obstrutivo Hipóxia sem doença pulmonar Distúrbios desenvolvimento pulmonar TEP crônico hipertensivo Outras obstruções arteriais pulmonares Doenças hematológicas Doenças sistêmicas Doenças metabólicas Sarcoidose Histiocitose Cardiopatia congênita complexa Mediastinite fibrosante DRC com ou sem hemodiálise
  • 9.
    * GRUPO 1 ੦drogas e toxinas: “associação definitiva” e “associação possível” DEFINITIVA POSSÍVEL Aminorex Cocaína Fenfluramina Fenilpropanolamina Dexfenfluramina L-triptofano Benfluorex Erva de São João Metanfetaminas Anfetaminas Dasatinibe Interferon-α e -β Óleo de colza tóxico Agentes alquilantes Bosutinibe Agentes antivirais de ação direta contra o vírus da hepatite C Leflunomida Indirubin (erva chinesa Qing-Dai)
  • 11.
    DESCOMPLICANDO Sinais e sintomas(pensar em hipertensão pulmonar) Dispneia ao exercício, fadiga, síncope, ECG / RX / laboratório (BNP / NT-proBNP) Considerar as causas mais prevalentes Cintilografia V/Q Cateterismo direito PAPm > 20 PAOP ≤ 15, RVP ≥ 2 Grupo 1 Tratamento específico PAPm > 20 PAOP > 15, RVP < 2 Anticorpos / HIV / Drogas / Idiopática / Hereditária / Hipertensão portal / Cardiopatia congênita Ecocardiograma transtorácico TCAR tórax Função pulmonar 2 3 Anormal TEP crônico hipertensivo 4 Normal 2
  • 12.
    ELETROCARDIOGRAMA SINAIS DE SOBRECARGADE CÂMARAS DIREITAS ੦ onda p apiculada em DII, desvio do eixo para direita, onda R apiculada em V1 e alteração da repolarização ventricular nas derivações precordiais direitas
  • 16.
  • 17.
  • 18.
    CATETER ARTÉRIA PULMONAR ÁTRIODIREITO (MCGEE et al, 2009)
  • 19.
    CATETER ARTÉRIA PULMONAR VENTRÍCULODIREITO (MCGEE et al, 2009)
  • 20.
    CATETER ARTÉRIA PULMONAR ARTÉRIAPULMONAR (MCGEE et al, 2009)
  • 21.
  • 23.
    DEFINIÇÃO HEMODINÂMICA PAPm >25 mmHg Conceito prévio ੦ Kovac et al (2009): 1187 indivíduos saudáveis → Média PAPm 14±3 ੦ PAPm entre 21 e 24 tem pior prognóstico e maior risco de progressão para HP ੦ RVP ≥ 3 Woods tem valor clínico relevante: sugere doença vascular significativa
  • 24.
    CIRCULAÇÃO PULMONAR PRÉ-CAPILAR PAPm >20 PAOP ≤ 15, RVP ≥ 2 PÓS-CAPILAR PAPm > 20 PAOP > 15, RVP < 2 PRÉ e PÓS-CAPILAR PAPm > 20 PAOP > 15, RVP ≥ 2 GRUPOS 1, 3, 4 e 5 GRUPOS 2 e 5 artérias arteríolas veias vênulas Capilares pulmonares
  • 25.
    ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO ੦idade, sexo, terapia em uso, tipo de HP ੦ progressão da doença ੦ sinais de falência de VD ੦ síncope ੦ comorbidades ੦ complicações da doença Impacto em morbi-mortalidade Avaliação prognóstica regular: altamente recomendada Multidimensional: nenhuma variável isolada é suficiente
  • 26.
    ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO DETERMINANTESDO PROGNÓSTICO (MORTALIDADE ESTIMADA EM 1 ANO) BAIXO RISCO < 5% RISCO INTERMEDIÁRIO 5-10% ALTO RISCO > 10% Sinais clínicos IC direita Ausente Ausente Presente Progressão dos sintomas Não Lenta Rápida Síncope Não Ocasional Repetida Classe funcional (OMS) I,II III IV TC6M (distância) > 440 m 165–440 m < 165 m Teste cardiopulmonar de esforço VO2 pico> 15 mL/min/kg (> 65% pred) Inclinação VE/VCO2 slope < 36 VO2 pico 11–15 mL/min/kg (35–65% pred.) VE/VCO2 36-44,9 VO2 pico < 11mL/min/kg (< 35% pred.) VE/VCO2 slope ≥ 45
  • 27.
    ESTRATIFICAÇÃO DE RISCO DETERMINANTESDO PROGNÓSTICO (MORTALIDADE ESTIMADA EM 1 ANO) BAIXO RISCO < 5% RISCO INTERMEDIÁRIO 5-10% ALTO RISCO > 10% Níveis plasmáticos de NT-proBNP BNP <50 ng / l NT-proBNP <300 ng / l BNP 50–800 ng / l NT-proBNP 300-1100 ng / l BNP> 800 ng / l NT-proBNP> 1100 ng / l Imagem (ECO / cardioRNM) Área AD < 18 cm2 Sem derrame pericárdico Área AD 18-26 cm2 Sem ou mínimo derrame Área AD > 26 cm2 Derrame pericárdico Hemodinâmica PAD < 8 mmHg Índice card ≥ 2,5L/min/m2 SvO2 > 65% PAD 8-14 mmHg Índice card 2- 2,4L/min/m2 SvO2 60-65% PAD >14 mmHg Índice card <2L/min/m2 SvO2 < 60%
  • 28.
  • 29.
    TRATAMENTO GERAL ੦ diuréticos- são utilizados no manejo volêmico e sintomático do paciente com HP, naqueles que apresentam sinais de retenção hídrica ੦ oxigênio - é o principal tratamento em pacientes do grupo 3 e em pacientes hipoxêmicos ੦ anticoagulação - deve ser considerada principalmente em pacientes com HAPI, HAPH e induzida por drogas. Obrigatório em grupo 4 ੦ fisioterapia - o treinamento físico consegue aumentar a tolerabilidade ao esforço, com aumento do TC6M
  • 31.
    #CAI NA PROVA ੦GRUPO 1 • respondedores “crônicos” ao bloq. de canal de cálcio • recomendado fazer teste apenas se HP idiopática, hereditária ou por drogas! TRATAMENTO HIPERTENSÃO ARTERIAL PULMONAR TESTE DE VASORREATIVIDADE POSITIVO  PAPm 10 mmHg PAPm pós NO ≤ 40 mmHg DC inalterado ou maior
  • 32.
    OBJETIVOS DO TRATAMENTO ੦estabilização do paciente (classe funcional I ou II da OMS) ੦ sem sinais IC direita ੦ sem progressão da doença
  • 34.
    HCV | 2015 Sãocausas de hipertensão arterial pulmonar (HAP), conforme o 5º Simpósio Mundial de Nice (França, 2013), para a classificação de hipertensão pulmonar: a. AIDS e esquistossomose b. HAP idiopática e insuficiência ventricular esquerda c. fibrose pulmonar por esclerose sistêmica e HAP idiopática d. fibrose pulmonar idiopática e doença pulmonar obstrutiva crônica e. embolia pulmonar e exposição crônica a altas altitudes
  • 35.
    HCV | 2015 Sãocausas de hipertensão arterial pulmonar (HAP), conforme o 5º Simpósio Mundial de Nice (França, 2013), para a classificação de hipertensão pulmonar: a. AIDS e esquistossomose b. HAP idiopática e insuficiência ventricular esquerda c. fibrose pulmonar por esclerose sistêmica e HAP idiopática d. fibrose pulmonar idiopática e doença pulmonar obstrutiva crônica e. embolia pulmonar e exposição crônica a altas altitudes
  • 36.
    HIPERTENSÃO PULMONAR É SINÔNIMO DEHIPERTENSÃO ARTERIAL PULMONAR?
  • 37.
    REFERÊNCIAS E CITAÇÕES ੦HUMBERT, Marc et al. 2022 ESC/ERS Guidelines for the diagnosis and treatment of pulmonary hypertensionDeveloped by the task force for the diagnosis and treatment of pulmonary hypertension of the European Society of Cardiology (ESC) and the European Respiratory Society (ERS). Endorsed by the International Society for Heart and Lung Transplantation (ISHLT) and the European Reference Network on rare respiratory diseases (ERN-LUNG). European Heart Journal, v. 43, n. 38, p. 3618- 3731, 2022. ੦ MCGEE, Willian T; HEADLEY, Jan M.; FRAZIER, John A. Edwards Critical Care Education. 2 ed. California: Edwards Lifesciences, 2009.