Auto-estima e idealização
O que é auto-estima? Forma como nos sentimos em relação a nós mesmos (sentimento de valor e competência pessoal). Afeta todas as nossas experiências e ações. O que pensamos e sentimos quanto a nós mesmos afeta a percepção que temos da forma como  o outro nos vê.
O que é auto-estima? É a disposição para experimentar a si mesmo como alguém competente para lidar com os desafios básicos da vida e ser merecedor da felicidade.  A auto-estima tem dois componentes inter-relacionados. Um deles é um senso básico de confiança diante dos desafios da vida: a  auto-eficiência . O outro, um senso de merecer a felicidade: o  auto-respeito.
Quando a auto-estima é negativa, freqüentemente o medo nos manipula; é o medo da realidade a qual nos sentimos inadequados. Medo das verdades sobre nós mesmos ou sobre os outros que temos negado, rejeitado ou reprimido. Medo do colapso de nossos fingimentos. Medo de nos expor. Medo da humilhação do fracasso e, às vezes, das responsabilidades do sucesso. Vivemos mais para evitar o sofrimento que para experimentar o prazer.
Carl Rogers e o conceito de  self É o entendimento que uma pessoa tem de si mesma, baseado na experiência passada, nos dados presentes e nas expectativas futuras.
Carl Rogers e o conceito de self Congruência  - os sentimentos que vivenciamos são acessíveis à consciência, somos capazes de viver estes sentimentos, senti-los na relação e capazes de comunicá-los, se isso for adequado.
Carl Rogers e o conceito de self Empatia  - Significa penetrar no mundo perceptual do outro e sentir-se totalmente à vontade dentro dele. Requer sensibilidade constante para com as mudanças que se verificam nesta pessoa em relação aos significados que ela percebe, ao medo, à raiva, à ternura, à confusão ou ao que quer que ele/ela esteja vivenciando. Estar com o outro desta maneira significa deixar de lado, neste momento, nossos próprios pontos de vista e valores, para entrar no mundo do outro sem preconceitos.
Origem da auto-estima Informações e avaliações vindas dos outros, principalmente das pessoas significativas para nós.
Identidade e auto-estima Erik Erikson A adolescência é uma fase importante no processo de reafirmação da identidade pessoal,da identidade psicossocial e da identidade sexual.
A identidade constrói-se nas experiências vividas através de um jogo de identificações. A oposição dos adolescentes frente aos pais exprime uma diferenciação relativamente à sua identidade anterior. Este processo de autonomização passa pela substituição dos modelos parentais por grupos de pares e por adultos significativos. A construção da identidade passa por um processo de identificação e por um processo de diferenciação. No final da adolescência, o jovem terá atingido o que Erikson designa por identidade realizada.
Adolescentes e auto-estima
Os seis “bloqueadores” REPETIR DISTRAIR-SE DRAMATIZAR DESANIMAR DUVIDAR ADIAR
A IMPORTÂNCIA DA ESCOLA autonomia, confiança, independência e novas orientações tomada de decisões e escolha de novos objetivos novas percepções catarse integração ação tomada de consciência libertação de sentimentos e emoções
Texto: Laranja em gomos  Conto: Tangerine girl

Aula 3 auto-estima e idealização

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    O que éauto-estima? Forma como nos sentimos em relação a nós mesmos (sentimento de valor e competência pessoal). Afeta todas as nossas experiências e ações. O que pensamos e sentimos quanto a nós mesmos afeta a percepção que temos da forma como o outro nos vê.
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    O que éauto-estima? É a disposição para experimentar a si mesmo como alguém competente para lidar com os desafios básicos da vida e ser merecedor da felicidade. A auto-estima tem dois componentes inter-relacionados. Um deles é um senso básico de confiança diante dos desafios da vida: a auto-eficiência . O outro, um senso de merecer a felicidade: o auto-respeito.
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    Quando a auto-estimaé negativa, freqüentemente o medo nos manipula; é o medo da realidade a qual nos sentimos inadequados. Medo das verdades sobre nós mesmos ou sobre os outros que temos negado, rejeitado ou reprimido. Medo do colapso de nossos fingimentos. Medo de nos expor. Medo da humilhação do fracasso e, às vezes, das responsabilidades do sucesso. Vivemos mais para evitar o sofrimento que para experimentar o prazer.
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    Carl Rogers eo conceito de self É o entendimento que uma pessoa tem de si mesma, baseado na experiência passada, nos dados presentes e nas expectativas futuras.
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    Carl Rogers eo conceito de self Congruência - os sentimentos que vivenciamos são acessíveis à consciência, somos capazes de viver estes sentimentos, senti-los na relação e capazes de comunicá-los, se isso for adequado.
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    Carl Rogers eo conceito de self Empatia - Significa penetrar no mundo perceptual do outro e sentir-se totalmente à vontade dentro dele. Requer sensibilidade constante para com as mudanças que se verificam nesta pessoa em relação aos significados que ela percebe, ao medo, à raiva, à ternura, à confusão ou ao que quer que ele/ela esteja vivenciando. Estar com o outro desta maneira significa deixar de lado, neste momento, nossos próprios pontos de vista e valores, para entrar no mundo do outro sem preconceitos.
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    Origem da auto-estimaInformações e avaliações vindas dos outros, principalmente das pessoas significativas para nós.
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    Identidade e auto-estimaErik Erikson A adolescência é uma fase importante no processo de reafirmação da identidade pessoal,da identidade psicossocial e da identidade sexual.
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    A identidade constrói-senas experiências vividas através de um jogo de identificações. A oposição dos adolescentes frente aos pais exprime uma diferenciação relativamente à sua identidade anterior. Este processo de autonomização passa pela substituição dos modelos parentais por grupos de pares e por adultos significativos. A construção da identidade passa por um processo de identificação e por um processo de diferenciação. No final da adolescência, o jovem terá atingido o que Erikson designa por identidade realizada.
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    Os seis “bloqueadores”REPETIR DISTRAIR-SE DRAMATIZAR DESANIMAR DUVIDAR ADIAR
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    A IMPORTÂNCIA DAESCOLA autonomia, confiança, independência e novas orientações tomada de decisões e escolha de novos objetivos novas percepções catarse integração ação tomada de consciência libertação de sentimentos e emoções
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    Texto: Laranja emgomos Conto: Tangerine girl