A baixa auto-estima no cotidiano por Thiago de Almeida (Psicólogo e pesquisador do IPUSP – Departamento de Psicologia Experimental) Home page:  www.thiagodealmeida.com.br
Introdução Considera-se que a auto-estima é um dos principais construtos da personalidade humana.  Diferente de auto-conceito, que se refere à noção ou idéia que faço de mim; e de auto-imagem que diz respeito à como a própria pessoa se vê. Ela vai sendo construída ao longo do desenvolvimento humano, e por conta de sua amplitude de interferências, tem sido um dos temas debatidos nos ambientes educativos, na atualidade.
A preocupação com a questão da qualidade de vida O interesse pela qualidade de vida aumentou consideravelmente no mundo a partir da década de 60, depois que algumas pessoas como o presidente Lyndon Johnson, autor da célebre frase: “ Os objetivos de nosso governo não podem se basear no balanço dos bancos, mas sim na qualidade de vida das pessoas ”, foram concordes com este tipo de pensamento e resolveram adotar novas posturas para suas vidas. Estas posturas estas estavam muito esquecidas, sobretudo, desde o começo da Revolução Industrial que enfatizou preponderantemente a produção em detrimento do bem estar do ser humano.
Questionamentos Levando-se em consideração que se costuma pensar a auto-estima como um dos fatores que colaboram para a qualidade de vida de uma forma geral, como elas se relacionam? Quais as estratégias que podemos utilizar para otimizar a nossa auto-estima e conseqüentemente a qualidade de vida do nosso cotidiano?
Definições Segundo a OMS, o conceito de qualidade de vida é subjetivo e multidimensional. Para a OMS, Qualidade de Vida é a percepção do indivíduo de sua posição na vida, no contexto da cultura e no sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações (Moreira & Goursant, 2005). Para García del Cura (2001), a auto-estima é o conjunto de atitudes que cada pessoa tem a respeito de si mesma. Este autor também acrescenta que auto-estima é a percepção avaliativa sobre si próprio. É um estado, um modo de ser no qual participa a própria pessoa, com idéias que podem ser positivas ou negativas a seu próprio respeito.
O conceito de qualidade de vida abarca  seis instâncias vitais: o domínio físico; o domínio psicológico; o nível de dependência; relações sociais; meio ambiente; espiritualidade, religião e crenças pessoais
“ Independentemente de idade, sexo, formação cultural ou instrução e trabalho, todos precisam ter auto-estima, pois esta afeta praticamente todos os aspectos da vida, ... as pessoas que se sentem bem consigo mesmas sentem-se bem a respeito da vida. Estão aptas a enfrentar e solucionar os desafios e responsabilidades com confiança” (Clark, Clemes & Bean, 1995, p. 15)
Segundo  Mosquera,  Stobäus e Jesus (2005) a  auto-imagem, é a organização da própria pessoa e consta de uma parte real e outro subjetivamente criada. Se converte na forma mais determinante e significativa para poder entender o meio ambiente, governa sobre as percepções do significado atribuído ao meio ambiente. Por isto, podemos dizer que todo ser humano tem necessidade de valorização positiva ou auto-estima e esta é aprendida mediante a interiorização, ou introjeção das experiências de valorização realizadas pelos outros.
Questionamentos E quem somos nós? E o que queremos em relação aos nossos sonhos? Quantos passos estes distam de nós, ou será que já nos esquecemos deles, por não sequer termos a coragem para sonhar?  De certa maneira, a auto-imagem e a auto-estima tentam responder às perguntas: Quem sou eu? O que se espera de mim? Que qualidades/defeitos realmente possuo? Dessa forma, A auto-estima é um processo que leva ao conhecimento próprio, à valorização de possibilidades, à confiança na superação e à tentativa de se auto-realizar.
Segundo  Mosquera,  Stobäus e Jesus (2005), a  natureza da auto-imagem, base para auto-estima, reside no conhecimento individual de si mesmo e no desenvolvimento das próprias potencialidades, na percepção dos sentimentos, atitudes e idéias que se referem à dinâmica pessoal. Entretanto, a auto-estima não é estática, e apresenta altos e baixos, se revela nos acontecimentos psíquicos e fisiológicos, e emite sinais em que podemos detectar seu grau.
“ Sei porque ando tão só e desesperada. É porque eu quero ser amada por todos e isso é uma impossibilidade humana. Eu poderia ser o pêssego mais apetitoso, mais delicioso, mais maravilhoso do mundo, e poderia oferece-lo a todo mundo. Mas há pessoas que são alérgicas a pêssegos. Aí podem querer que eu seja uma banana” Fonte: Buscaglia, L. (1995).  Vivendo, Amando e Aprendendo .  Rio de Janeiro: Record,  p. 274.
Auto-estima e auto-imagem O desenvolvimento da auto-imagem acontece através de um processo contínuo, que está determinado pela vida pessoal e que se estrutura na ação social. A auto-imagem surge como atualização continuada do processo de interação pessoa – grupo ( Mosquera,  Stobäus & Jesus, 2005).
Traços de uma auto-estima positiva segundo  García del Cura (2001) segurança e confiança em si mesmo;  procura pela felicidade;  reconhecer as qualidades sem maiores vaidades;  não se considerar superior e nem inferior aos outros;  admitir limitações e aspectos menos favoráveis da personalidade;  ser aberto e compreensivo;  ser capaz de superar os fracassos com categoria;  saber estabelecer relações sociais saudáveis;  ser crítico construtivo;  e, principalmente, ser coerente consigo mesmo e com os outros.
“ Cada caminho é um entre milhões de caminhos. Portanto, você deve ter sempre em mente que um caminho não passa de um caminho. Se você achar que não o deve seguir, não precisa segui-lo, de modo algum. Um caminho é apenas um caminho. Não é uma afronta para você ou para os outros se o largar, se for isso que o seu coração lhe aconselha. Mas a sua decisão de continuar no caminho ou de abandona-lo deve ser livre de medo e de ambição. Eu lhe aviso: examine tantas vezes quantas julgar necessário. Depois faça uma pergunta a você, e só a você. É a seguinte: Esse caminho tem coração? Todos os caminhos são os mesmos. Não levam a lugar algum. Há caminhos que passam pelo mato, ou vão para dentro do mato ou sob o mato. A única pergunta é se esse caminho tem coração. Se tiver, o caminho é bom. Se não, não tem utilidade”
Apxsar dx minha máquina dx xscrxvxr sxr um modxlo antigo, funciona bxm, com xxcxção dx uma txcla. Há 42 txclas qux funcionam bxm, mxnos uma, x isso faz uma grandx difxrxnça. Às vxzxs, mx parxcx qux mxu grupo x como a minha máquina dx xscrxvxr, qux nxm todos os mxmbros xstão dxsxmpxnhando suas funçõxs como dxviam, qux txm um mxmbro achando qux sua ausxncia não fará falta... Vocx dirá: --"Afinal, sou apxnas uma pxça sxm xxprxssão x, por isso, não farxi difxrxnça x falta à comunidadx." Xntrxtanto, para uma organização podxr progrxdir xficixntxmxntx, prxcisa da participação ativa x consxcutiva dx todos os sxus intxgrantxs. Na próxima vxz qux vocx pxnsar qux não prxcisam dx vocx, lxmbrx-sx da minha vxlha máquina dx xscrxvxr x diga a si mxsmo: --"Xu sou uma pxça importantx do grupo x os mxus amigos prxcisam dx mxus sxrviços!"
Outras características... normalmente, as pessoas com uma melhor auto-imagem e uma mais coerente auto-estima gostam dos seres humanos, são afetuosas  e tentam trabalhar os aspectos mais positivos em si mesmas e nas outras pessoas ( Mosquera,  Stobäus & Jesus, 2005) .   Também se pode dizer que o possuidor de uma auto-imagem e auto-estima mais positivas estará mais livre de tensões, frustrações, desassossegos, nervosismo, intranqüilidade e abatimento.
E a baixa-auto estima? Pessoas com baixa auto-estima podem procurar evidências de que seus parceiros estão infelizes com o relacionamento e, quando as encontram, podem criticar os companheiros como resposta de seu estado emocional ( Murray, Holmes & Griffin, 2000); para uma pessoa com auto-estima baixa, as dificuldades transitórias podem ameaçar a sensação de segurança na relação, levando a repulsa do parceiro antes que possa ser rejeitada ( Murray, Holmes & Griffin, 2000).
Outras características associadas Pessoas com baixa auto-estima têm mais chances de ter problemas de saúde, segundo um estudo do Centro Internacional para Saúde e Sociedade, de Londres. Marmot e Smith (1989) afirmam que a falta de auto-estima pode até encurtar a vida de uma pessoa. Os autores ainda dizem que algumas pessoas cometem assassinatos por ter auto-estima baixa. Outras pesquisas mostram que pessoas deprimidas ficam com os sistemas imunológicos abatidos, o que pode aumentar a probabilidade de ataques cardíacos ou de morrer cedo.
E a relação entre trabalho e auto- estima?   Ao que indicam as pesquisas, como o estudo de  Moreira e Goursant (2005), trabalhar, em si, é terapêutico, já que a desocupação leva ao tédio, à insatisfação consigo próprio, à diminuição da auto-estima, além de estar associada a diversos problemas psicológicos.
Contudo, a penas, em última análise podemos interpretar a qualidade de vida no trabalho como o nível de satisfação em alguns quesitos fundamentais que as pessoas obtêm em seu emprego ( Moreira, & Goursant, 2005).  Infelizmente, como vivemos em uma sociedade materialista e consumista, a satisfação econômica passa a ser considerada o primeiro item a ser considerado e a auto-estima conseqüentemente atrelada a este fator.
Conclusão Auto-estima não é o mesmo que auto-conceito e auto imagem; São inúmeros os fatores que interferem na nossa qualidade de vida; Resgastar a auto estima deve ser um processo contínuo; Em média, quanto tempo você tem dedicado a você e as tuas coisas além do trabalho? Você sente estar investindo em qualidade nestes momentos? Como vai a sua auto-estima hoje? Quais as prioridades que você pode eleger para melhorá-la?
A todos muito obrigado pela atenção e... Ao amor... Sempre!!
 

A Baixa Auto Estima No Cotidiano

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    A baixa auto-estimano cotidiano por Thiago de Almeida (Psicólogo e pesquisador do IPUSP – Departamento de Psicologia Experimental) Home page: www.thiagodealmeida.com.br
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    Introdução Considera-se quea auto-estima é um dos principais construtos da personalidade humana. Diferente de auto-conceito, que se refere à noção ou idéia que faço de mim; e de auto-imagem que diz respeito à como a própria pessoa se vê. Ela vai sendo construída ao longo do desenvolvimento humano, e por conta de sua amplitude de interferências, tem sido um dos temas debatidos nos ambientes educativos, na atualidade.
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    A preocupação coma questão da qualidade de vida O interesse pela qualidade de vida aumentou consideravelmente no mundo a partir da década de 60, depois que algumas pessoas como o presidente Lyndon Johnson, autor da célebre frase: “ Os objetivos de nosso governo não podem se basear no balanço dos bancos, mas sim na qualidade de vida das pessoas ”, foram concordes com este tipo de pensamento e resolveram adotar novas posturas para suas vidas. Estas posturas estas estavam muito esquecidas, sobretudo, desde o começo da Revolução Industrial que enfatizou preponderantemente a produção em detrimento do bem estar do ser humano.
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    Questionamentos Levando-se emconsideração que se costuma pensar a auto-estima como um dos fatores que colaboram para a qualidade de vida de uma forma geral, como elas se relacionam? Quais as estratégias que podemos utilizar para otimizar a nossa auto-estima e conseqüentemente a qualidade de vida do nosso cotidiano?
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    Definições Segundo aOMS, o conceito de qualidade de vida é subjetivo e multidimensional. Para a OMS, Qualidade de Vida é a percepção do indivíduo de sua posição na vida, no contexto da cultura e no sistema de valores nos quais ele vive e em relação aos seus objetivos, expectativas, padrões e preocupações (Moreira & Goursant, 2005). Para García del Cura (2001), a auto-estima é o conjunto de atitudes que cada pessoa tem a respeito de si mesma. Este autor também acrescenta que auto-estima é a percepção avaliativa sobre si próprio. É um estado, um modo de ser no qual participa a própria pessoa, com idéias que podem ser positivas ou negativas a seu próprio respeito.
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    O conceito dequalidade de vida abarca seis instâncias vitais: o domínio físico; o domínio psicológico; o nível de dependência; relações sociais; meio ambiente; espiritualidade, religião e crenças pessoais
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    “ Independentemente deidade, sexo, formação cultural ou instrução e trabalho, todos precisam ter auto-estima, pois esta afeta praticamente todos os aspectos da vida, ... as pessoas que se sentem bem consigo mesmas sentem-se bem a respeito da vida. Estão aptas a enfrentar e solucionar os desafios e responsabilidades com confiança” (Clark, Clemes & Bean, 1995, p. 15)
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    Segundo Mosquera, Stobäus e Jesus (2005) a auto-imagem, é a organização da própria pessoa e consta de uma parte real e outro subjetivamente criada. Se converte na forma mais determinante e significativa para poder entender o meio ambiente, governa sobre as percepções do significado atribuído ao meio ambiente. Por isto, podemos dizer que todo ser humano tem necessidade de valorização positiva ou auto-estima e esta é aprendida mediante a interiorização, ou introjeção das experiências de valorização realizadas pelos outros.
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    Questionamentos E quemsomos nós? E o que queremos em relação aos nossos sonhos? Quantos passos estes distam de nós, ou será que já nos esquecemos deles, por não sequer termos a coragem para sonhar? De certa maneira, a auto-imagem e a auto-estima tentam responder às perguntas: Quem sou eu? O que se espera de mim? Que qualidades/defeitos realmente possuo? Dessa forma, A auto-estima é um processo que leva ao conhecimento próprio, à valorização de possibilidades, à confiança na superação e à tentativa de se auto-realizar.
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    Segundo Mosquera, Stobäus e Jesus (2005), a natureza da auto-imagem, base para auto-estima, reside no conhecimento individual de si mesmo e no desenvolvimento das próprias potencialidades, na percepção dos sentimentos, atitudes e idéias que se referem à dinâmica pessoal. Entretanto, a auto-estima não é estática, e apresenta altos e baixos, se revela nos acontecimentos psíquicos e fisiológicos, e emite sinais em que podemos detectar seu grau.
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    “ Sei porqueando tão só e desesperada. É porque eu quero ser amada por todos e isso é uma impossibilidade humana. Eu poderia ser o pêssego mais apetitoso, mais delicioso, mais maravilhoso do mundo, e poderia oferece-lo a todo mundo. Mas há pessoas que são alérgicas a pêssegos. Aí podem querer que eu seja uma banana” Fonte: Buscaglia, L. (1995). Vivendo, Amando e Aprendendo . Rio de Janeiro: Record, p. 274.
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    Auto-estima e auto-imagemO desenvolvimento da auto-imagem acontece através de um processo contínuo, que está determinado pela vida pessoal e que se estrutura na ação social. A auto-imagem surge como atualização continuada do processo de interação pessoa – grupo ( Mosquera, Stobäus & Jesus, 2005).
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    Traços de umaauto-estima positiva segundo García del Cura (2001) segurança e confiança em si mesmo; procura pela felicidade; reconhecer as qualidades sem maiores vaidades; não se considerar superior e nem inferior aos outros; admitir limitações e aspectos menos favoráveis da personalidade; ser aberto e compreensivo; ser capaz de superar os fracassos com categoria; saber estabelecer relações sociais saudáveis; ser crítico construtivo; e, principalmente, ser coerente consigo mesmo e com os outros.
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    “ Cada caminhoé um entre milhões de caminhos. Portanto, você deve ter sempre em mente que um caminho não passa de um caminho. Se você achar que não o deve seguir, não precisa segui-lo, de modo algum. Um caminho é apenas um caminho. Não é uma afronta para você ou para os outros se o largar, se for isso que o seu coração lhe aconselha. Mas a sua decisão de continuar no caminho ou de abandona-lo deve ser livre de medo e de ambição. Eu lhe aviso: examine tantas vezes quantas julgar necessário. Depois faça uma pergunta a você, e só a você. É a seguinte: Esse caminho tem coração? Todos os caminhos são os mesmos. Não levam a lugar algum. Há caminhos que passam pelo mato, ou vão para dentro do mato ou sob o mato. A única pergunta é se esse caminho tem coração. Se tiver, o caminho é bom. Se não, não tem utilidade”
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    Apxsar dx minhamáquina dx xscrxvxr sxr um modxlo antigo, funciona bxm, com xxcxção dx uma txcla. Há 42 txclas qux funcionam bxm, mxnos uma, x isso faz uma grandx difxrxnça. Às vxzxs, mx parxcx qux mxu grupo x como a minha máquina dx xscrxvxr, qux nxm todos os mxmbros xstão dxsxmpxnhando suas funçõxs como dxviam, qux txm um mxmbro achando qux sua ausxncia não fará falta... Vocx dirá: --"Afinal, sou apxnas uma pxça sxm xxprxssão x, por isso, não farxi difxrxnça x falta à comunidadx." Xntrxtanto, para uma organização podxr progrxdir xficixntxmxntx, prxcisa da participação ativa x consxcutiva dx todos os sxus intxgrantxs. Na próxima vxz qux vocx pxnsar qux não prxcisam dx vocx, lxmbrx-sx da minha vxlha máquina dx xscrxvxr x diga a si mxsmo: --"Xu sou uma pxça importantx do grupo x os mxus amigos prxcisam dx mxus sxrviços!"
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    Outras características... normalmente,as pessoas com uma melhor auto-imagem e uma mais coerente auto-estima gostam dos seres humanos, são afetuosas e tentam trabalhar os aspectos mais positivos em si mesmas e nas outras pessoas ( Mosquera, Stobäus & Jesus, 2005) . Também se pode dizer que o possuidor de uma auto-imagem e auto-estima mais positivas estará mais livre de tensões, frustrações, desassossegos, nervosismo, intranqüilidade e abatimento.
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    E a baixa-autoestima? Pessoas com baixa auto-estima podem procurar evidências de que seus parceiros estão infelizes com o relacionamento e, quando as encontram, podem criticar os companheiros como resposta de seu estado emocional ( Murray, Holmes & Griffin, 2000); para uma pessoa com auto-estima baixa, as dificuldades transitórias podem ameaçar a sensação de segurança na relação, levando a repulsa do parceiro antes que possa ser rejeitada ( Murray, Holmes & Griffin, 2000).
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    Outras características associadasPessoas com baixa auto-estima têm mais chances de ter problemas de saúde, segundo um estudo do Centro Internacional para Saúde e Sociedade, de Londres. Marmot e Smith (1989) afirmam que a falta de auto-estima pode até encurtar a vida de uma pessoa. Os autores ainda dizem que algumas pessoas cometem assassinatos por ter auto-estima baixa. Outras pesquisas mostram que pessoas deprimidas ficam com os sistemas imunológicos abatidos, o que pode aumentar a probabilidade de ataques cardíacos ou de morrer cedo.
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    E a relaçãoentre trabalho e auto- estima? Ao que indicam as pesquisas, como o estudo de Moreira e Goursant (2005), trabalhar, em si, é terapêutico, já que a desocupação leva ao tédio, à insatisfação consigo próprio, à diminuição da auto-estima, além de estar associada a diversos problemas psicológicos.
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    Contudo, a penas,em última análise podemos interpretar a qualidade de vida no trabalho como o nível de satisfação em alguns quesitos fundamentais que as pessoas obtêm em seu emprego ( Moreira, & Goursant, 2005). Infelizmente, como vivemos em uma sociedade materialista e consumista, a satisfação econômica passa a ser considerada o primeiro item a ser considerado e a auto-estima conseqüentemente atrelada a este fator.
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    Conclusão Auto-estima nãoé o mesmo que auto-conceito e auto imagem; São inúmeros os fatores que interferem na nossa qualidade de vida; Resgastar a auto estima deve ser um processo contínuo; Em média, quanto tempo você tem dedicado a você e as tuas coisas além do trabalho? Você sente estar investindo em qualidade nestes momentos? Como vai a sua auto-estima hoje? Quais as prioridades que você pode eleger para melhorá-la?
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    A todos muitoobrigado pela atenção e... Ao amor... Sempre!!
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