PSICOFARMACOLOGIA
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Referências Bibliográficas
• 	
  GRAEFF	
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  GUIMARÃES:	
  Fundamentos	
  da	
  Psicofarmacologia.	
  Atheneu,1999.	
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[Instituto Interage - Curso de Psicofarmacologia] Aula 1/2

  1. 1. PSICOFARMACOLOGIA Prof.(a)  Dr.  Jhuli  Keli  Angeli  
  2. 2. Módulo  I     o Princípios  de  Neuroanatomia   o Princípios  de  Bioeletrogênese  e  Neurotransmissão   o Conceitos  de  Psicofarmacologia    
  3. 3. Conceitos  de  Psicofarmacologia   o    Farmacologia:   é   a   ciência   que   estuda   a   interação   das   substâncias   químicas   (fármacos   ou   drogas)   com   os   organismos  vivos.   o    Psicofarmacologia:   é   o   estudo   dos   efeitos   das   drogas   sobre   o   sistema   nervoso   e   sobre   o   comportamento.   T r a t a -­‐ s e   d e   u m   c a m p o   r e s p o n s á v e l   p e l o   desenvolvimento   de   drogas   psicoterapêuOcas   usadas   para  tratar  distúrbios  psicológicos  e  comportamentais.  
  4. 4. Conceitos  de  Psicofarmacologia   o    Fármaco   ou   droga:   qualquer   agente   químico   que   altera   os   processos  bioquímicos  e  fisiológicos  dos  organismos  vivos.           o    Não   são   drogas:   neurotransmissores,   hormônios,   proteínas,   gorduras,  carboidratos,  sais  minerais  e  vitaminas.    
  5. 5. Farmacologia   Psicofarmacologia   FarmacocinéOca   Ações  do  organismo   sobre  a  droga   Farmacodinâmica   Ações  da  droga  sobre  o   organismo  
  6. 6. Psicofarmacologia   Dose  da  droga  administrada   Absorção   Concentração  da  droga  na   circulação  sistêmica   Concentração  da  droga  no  local   de  ação   Distribuição   Droga  nos  tecidos  de   distribuição   Biotransformação   e  eliminação   Droga  metabolizada   ou  excretada   FARMACOCINÉTICA  
  7. 7. FARMACOCINÉTICA   ADESÃO DO PACIENTE CONCENTRAÇÃO  ADEQUADA  DO  FÁRMACO   ABSORÇÃO   EXCREÇÃO   DISTRIBUIÇÃO   BIOTRANSFORMAÇÃO  
  8. 8. FARMACOCINÉTICA   ADESÃO DO PACIENTE CONCENTRAÇÃO  ADEQUADA  DO  FÁRMACO   ABSORÇÃO   VIAS  DE  ADMINISTRAÇÃO  DE  DROGAS  E   FORMAS  FARMACÊUTICAS  UTILIZADAS  
  9. 9. Vias  de  administração  de  drogas  
  10. 10. Vias  de  administração  de  drogas   Podem  ser  classificadas  em  duas  categorias:   o    Enterais   (enteron):     quando   a   droga   entra   em   contato   com   qualquer  segmento  do  trato  gastrintesOnal.   o    Parenterais   (para   enteron):   quando   não   há   interação   com   o   trato  gastrintesOnal.  
  11. 11. Vias  de  administração  de  drogas   ENTERAIS ü  Bucal ü  Sublingual ü  Oral ü  Retal ü  Epidérmica
  12. 12. Vias  de  administração  de  drogas   Efeito  do  Opo  de  alimentação  na  absorção  do  posaconazol   (suspensão  200  mg)   Tempo (h)
  13. 13. Vias  de  administração  de  drogas   ü  ü  ü  ü  PARENTENTERAIS   Endovenoso   Subcutâneo   Muscular   Raquimedular  e   epidural  
  14. 14. Via  Parenteral   Endovenosa   Vantagens   Desvantagens   100%  biodisponibilidade,  início  rápido,  absorção   Mais  dispendiosa,   completa,  liberação  controlada  do  fármaco,via   menos  segura,pode   de  emergência,  adequada  para  grandes  volumes   causar  flebite,   infecções,   toxicidade     Subcutânea   Inicio  lento,   Velocidade  de  absorção  depende  do  local  da   injeção  e  do  fluxo  sanguíneo  (braço,  abdome,   coxa,  glúteo)   Pequenos  volumes   (<  2  ml)   Intramuscular   Início  intermediário     Adequada  para  volumes  moderados  (1,5  –  5  ml),   veículos  oleosos  e  substâncias  irritantes     Formas  de  depósito:  início  de  ação  mais  lento  e   de  maior  duração  do  que  a  administração   endovenosa     Velocidade  de  absorção  depende  do  local  da   injeção  e  do  fluxo  sanguíneo  (deltóide  x  glúteo)     Hemorragia   intramuscular,   dolorosa    
  15. 15. Vias  de  administração  de  drogas   Concentração  plasmáQca  X  tempo  
  16. 16. FARMACOCINÉTICA   ADESÃO  DO  PACIENTE   CONCENTRAÇÃO  ADEQUADA  DO  FÁRMACO   ABSORÇÃO   DISTRIBUIÇÃO  
  17. 17. A  distribuição  da  droga  no  organismo   A   lipossolubilidade   é   um   dos   fatores   que   determinam   a   velocidade   com   a   qual   uma   droga   na   corrente   sanguínea   aOnge   os   síOos  de  ação  no  cérebro.       A   barreira   hematoencefálica   é   uma   b a r r e i r a   a p e n a s   p a r a   m o l é c u l a s   hidrossolúveis.   As   moléculas   que   são   solúveis   em   lipídeos   atravessam   esta   e   a<ngem  o  SNC.  
  18. 18. A  distribuição  da  droga  no  organismo   Ligação  de  Reserva   o    Fenômeno  no  qual  as  drogas  ligam-­‐se  a  vários  tecidos  do  corpo   ou   a   proteínas   no   sangue.   Estas   ligações   podem   retardar   ou   prolongar  os  efeitos  de  uma  droga.    
  19. 19. A  distribuição  da  droga  no  organismo:  o  início   da  sua  ação   Concentração  da  droga  no   local  de  ação   Efeito  farmacológico   Resposta  clínica   Biotransformação   Droga  metabolizada   e  eliminação   ou  excretada   FARMACODINÂMICA  
  20. 20. Locais  de  ação  das  drogas   O  fármaco  para  exercer  suas  ações  e  produzir  seus  efeitos  precisa   aOngir  seu  local  ou  alvo  específico:  
  21. 21. Locais  de  ação  das  drogas   ENZIMAS   AOvação  de  enzimas  
  22. 22. Locais  de  ação  das  drogas   CANAIS  IÔNICOS   q    Bloqueadores:   Nifedipina,   verapamil   à   bloqueiam   canal   de   Ca   2+     do  Opo  L;  Lidocaínaà  bloqueia  canal  de  Na  +  .   q   Moduladores:  Benzodiazepínicos  à  receptores  GABAA    
  23. 23. Locais  de  ação  das  drogas   MOLÉCULAS  TRANSPORTADORAS       ISRS      
  24. 24. Locais  de  ação  das  drogas   RECEPTORES   q    AOvando   receptores   à   agonistas   β2   adrenérgicos   (salbutamol),   agonistas  β    (noradrenalina).   q   Bloqueando  receptores  à  β  bloqueadores  (Propranolol).    
  25. 25. Locais  de  ação  das  drogas   COMPLEMENTARIDADE  FÁRMACO-­‐RECEPTOR   Ø Qualquer  agente  químico  endógeno  ou  exógeno  que  se  liga  a  um   receptor  é  conhecido  como  ligante.   Ø A  região  geral  de  um  receptor  onde  o  ligante  se  liga  é  conhecida   como  domínio  de  ligação.      
  26. 26. Locais  de  ação  das  drogas   COMPLEMENTARIDADE  FÁRMACO-­‐RECEPTOR   Ø A   complexação   de   fármacos   com   grupos   químicos   especiais   do   receptor   resulta   em   seqüência   de   alterações   químicas   ou   conformacionais   que   podem   causar   tanto   uma   resposta   biológica   posiOva  ou  negaOva.   Fármaco  B   Fármaco  A   AGONISTAS   ANTAGONISTAS   Resposta  fisiológica   Cascata   de   eventos     bioquímicos     Resposta  fisiológica  
  27. 27. Locais  de  ação  das  drogas   Ligant Receptor   e   Representação   do   modelo   chave-­‐fechadura   e   do   processo   de     reconhecimento   do   ligante   por   seu   receptor   biológico.   Reproduzida   ,   Barreiro,   E.   J.;   Fraga,   C.   A.   M.;   Química   Medicinal:   as   bases   moleculares   da   ação   dos   fármacos,   Artmed   Ed.   Ltda:   Porto   Alegre,   2001  com  permissão  da  Artmed  Editora  S/A  
  28. 28.   Locais  de  ação  das  drogas   RECEPTORES   Ao   longo   da   história,   as   pessoas   descobriram   que   as   plantas   -­‐   e   alguns   animais   -­‐   produzem   substâncias   químicas   que   atuam   nas   sinapses.         As   drogas   que   afetam   a   transmissão   sinápOca   são   classificadas   em   duas  categorias  gerais:  aquelas  que  bloqueiam  ou  inibem  os  efeitos   pós-­‐sinápOcos   são   denominados   antagonistas;   e   aquelas   que   facilitam  esses  efeitos  são  denominados  agonistas.      
  29. 29. Eficácia  da  droga  no  organismo  
  30. 30. Eficácia  da  droga  no  organismo     Por  que  as  drogas  variam  em  sua  eficácia?      1ª)  Drogas  diferentes  podem  ter  síQos  de  ação  diferentes.   Por  exemplo,  tanto  a  morfina  quanto  a  aspirina  reduzem  a  dor.         2ª)   As   drogas   variam   quanto   à   sua   afinidade   pelas   moléculas   com   as   quais   se   ligam.   Uma   droga   com   alta   afinidade   produzirá   efeitos   em   concentrações   relaOvamente   baixas,   enquanto   uma   droga   com   baixa   afinidade   deve   ser   administrada   em  doses  relaOvamente  altas.       DROGA     IDEAL      
  31. 31. Eficácia  da  droga  no  organismo   ÍNDICE   TERAPÊUTICO  
  32. 32. Alterações  na  eficácia  da  droga  no   organismo   Sensibilização   _   Quando   uma   droga   torna-­‐se   cada   vez   mais   efeOva  devido  a  administração  repeOda.       Tolerância  _  É  a  redução  dos  efeitos  de  uma  droga.  Comum  em   drogas   de   abuso.   É   o   resultado   da   tentaOva   do   organismo   de   compensar  os  efeitos  da  droga    
  33. 33. Os  Efeitos  do  Placebo     Um   placebo   é   uma   substância   inócua   sem   um   efeito   fisiológico   específico.  A  palavra  vem  do  laOm  placere,  "agradar".          Se  um  indivíduo  acredita  que  um  placebo  tem  um  efeito    fisiológico,  então  a  administração  do  placebo  pode  realmente    produzir  este  efeito.        
  34. 34. Referências Bibliográficas •   GRAEFF  E  GUIMARÃES:  Fundamentos  da  Psicofarmacologia.  Atheneu,1999.   •   BRANDÃO:  Psicofarmacologia:  As  bases  fisiológicas  do  comportamento.  Atheneu,2002.   •    GOODMAN  &  GILMAN.  As  bases  farmacológicas  da  terapêuOca.  10  ed.  Rio  de  Janeiro.  McGraw-­‐Hill,   2005   •   KATZUNG  BG.  Farmacologia  Básica  e  Clínica.  10  ed.  São  Paulo.  McGraw-­‐Hill,  2007.   •    CRAIG   &   STITZEL.   Farmacologia   moderna   com   aplicações   clínicas.   6   ed.   Rio   de   Janeiro.   Guanabara   Koogan,  2005.     •   AIRES.  Fisiologia,  4ª  Edição,  Guanabara  Koogan,2008.     •   BRODY.  Farmacologia  humana.  4  ed.  Rio  de  Janeiro.  Elsevier,  2006.   •   GOLAN  et  al.  Princípios  de  farmacologia.  2  ed.  Rio  de  Janeiro.  Guanabara  Koogan,  2009.     •   RANG  &  DALE.  Farmacologia.  6  ed.  Rio  de  Janeiro.  Elsevier,  2007.     •   FUCHS  et  al.  Farmacologia  clínica.  3  ed.  Rio  de  Janeiro.  Guanabara  Koogan,  2006.     •   NETTER:  Atlas  de  anatomia  humana,  5ª  Ed.,  Elsevier,  2010.  

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