ANDREIA DURÃES
1
FACTORES DE COESÃO
ÍNTRÍNSECOS
• Próprios do Grupo
EXTRÍNSECOS
• Existem antes da
junção do Grupo
2
FACTORES DE COESÃO
 Ordem Sócio – Afectiva
 Existência de um fim comum
 Sentimento de pertença ao grupo
 Realização de uma acção colectiva
 Existência de afinidades interpessoais
 Necessidades pessoais
 Ordem operatória e funcional
 Distribuição e articulação de papeis
 Comportamento do grupo e da sua liderança
3
FUNÇÕES E PAPEIS NUM
GRUPO
1. Papel
centrado
na tarefa
2. Papel
centrado na
manutenção
da coesão
3. Papel
centrado nas
necessidades
individuais e
papeis
parasitas Interferem no
resultado final de
forma negativa
4
LIDERANÇA
 Aspecto Sócio – Afectivo
 Visam a estimulação dos elementos
 Facilitação social
 Elucidação dos processos de grupo
 Aspecto Sócio – Operatório
 Informação e métodos de trabalho
 Coordenação
 Tomada de Decisão
5
VANTAGENS DO TRABALHO DE
GRUPO
UNIÃO
MELHORIA DA
QUALIDADE
DO TRABALHO
MELHORES
RESULTADOS
Desde que…
1. As relações entre os elementos sejam equilibradas
2. As condições adequadas, ou seja:
 Tamanho e composição adequada
 Todos produzem e são receptivos aos contributos dos outros
 O objectivo é comum e todos trabalham para o mesmo objectivo
No entanto…
• Nem todas as tarefas são propicias ao trabalho de grupo
• As tarefas devem ser definidas de forma cuidada, tendo em conta os pontos 1
e 2.
• O trabalho de grupo deve ser algo exercitado de forma a que os
alunos/formandos desenvolvam essa aptidão (não se pode exigir que tudo
funcione à partida).
6
FACTORES DE RENTABILIDADE DO TRAB.
GRUPO
 COMUNICAÇÃO
Diminui com o aumento do nº de elementos
 IDADE
Á medida que a idade diminui, os nº de elementos é
menor.
 ASSUNTO
+ concreto menor de elementos
+ abstracto maior nº de elementos
 RECURSOS
Aumentam com o nº de elementos do grupo
7
TAMANHO DO GRUPO
 Com um nº elevado de elementos corre-se o risco das intervenções serem
proferidas por um menor nº de elementos ou pelo reduzido tempo que estes
utilizam para intervir.
 A mesma pessoa que estava no grupo de 8 elementos e que não chegava a
falar, inserida num grupo de 4 elementos pode vir a revelar-se muito activo nas
suas participações.
8
Nº DE ELEMENTOS INTERVENÇÕES
8 Alguém poderá chegar a não usar da palavra.
As intervenções que acontecem podem centralizar-se
num nº reduzido de pessoas.
Poderá usar-se um moderador, mas alguns dos
elementos podem perder a oportunidade de opinar.
6 Todos participam mais ou menos na discussão.
4 Distribuição regular entre todos os participantes.
TAMANHO DO GRUPO
 UM GRUPO DEVE…
 Ser tão grande que tenha recursos suficientes para solucionar o
problema.
 Não deve ser maior do que o necessário, de forma a que possa
aproveitar os recursos de todos os elementos.
 Mais de 4 e menos de 8 elementos. (JOVENS E ADULTOS)
 Menos de 4 elementos (quando inclui trabalhos manuais)
 Relativamente aos grupo de crianças deverão obedecer aos critérios
acima definidos, embora seja uma situação que deva ser adaptável.
9
TG – PROCESSO
DEMOCRÁTICO
 Para conseguir melhores resultados as decisões devem ser tomadas
com unanimidade, assim:
 Os argumentos devem ser de acordo com todos os pontos de vista, não deverá ser
nada imposto.
 Devemos estar dispostos a ouvir os pontos de vista dos outros elementos.
 Todos deverão estar unânimes e tomar a decisão de comum acordo.
O “Processo Democrático”, consiste na conferência de diferentes pontos
de vista com o objectivo de chegar a um nível mais elevado de
conhecimento.
QUANTO MAIOR FOR O DESACORDO NO INÍCIO DA DISCUSSÃO, MAIOR A
PROBABILIDADE DE ACONTECEREM MELHORES RESULTADOS. (Seguindo
os pontos acima referidos…)
10
TG – DISTRIBUIÇÃO DE
PAPEIS Para que o grupo se possa dirigir no sentido correcto da resolução do
problema, distinguem-se uma série de funções e de papeis.
 Existem ainda, aqueles que têm mais conhecimentos e os que têm menos
conhecimento (outsider).
 Cada elemento do grupo assume um papel, ou seja fica com uma
determinada função. A sua importância relaciona-se directamente com a
utilidade que este elemento tenha na discussão (necessidades do grupo).
 Estes papeis estão dependentes das tarefas e dos objectivos do grupo e
podem ser flexíveis tendo em conta as exigência impostas pelas tarefas ao
grupo.
11
LÍDER DO GRUPO – Simboliza poder
(mais ligado ao individuo) e prestigio
(mais ligado á imagem perante os outros.
FUNÇÕES DE LIDERANÇA
FUNÇÕES DESCRIÇÃO
TOMAR INICIATIVAS Fazer arrancar o grupo; apresentar novas ideias e
sugestões, ajudar o grupo a sair de situações de
impasse.
REGULAMENTAR Não deixar o grupo sair do tema; regular o ritmo de
trabalho, recapitular, etc…
INFORMAR Fornecer as informações de que o grupo necessita
para o desenvolvimento da (s) tarefa (s).
APOIAR Dar apoio a ideias e propostas, ser mediador,
conciliar diferenças, reforçar o espírito de grupo.
AVALIAR Verificar se existe união, se as propostas são
viáveis, se o método de trabalho é funcional, etc…
12
TIPOLOGIAS DE
LIDERANÇA
13
VARIAVEIS O LÍDER O DOMINADOR
Base para o lugar da
chefia
Elemento + adequado: a chefia
é orgânica (emerge do seio do
grupo)
Elemento + forte: a chefia é
autoritária.
Motivos Motivos sociais Motivos particulares (sede de
poder)
Actuação Actua no sentido dos objectivos
do grupo
Actua no sentido dos seus
objectivos.
Efeitos para o grupo Promove interesses comuns Promove interesses próprios,
mesmo que seja contra o grupo
Comportamentos de
chefia
Cria coesão, diminui
contradições e diferenças, ouve
os outros, procura que todos
participem de forma igual.
Cria a desagregação, divide
para reinar. Fomenta
rivalidades, domina e reprime.
Tem favoritismos, marginaliza e
arranja bodes expiatórios
COLABORAÇÃO
“AUTÊNTICA” A colaboração autêntica, pressupõe um compromisso mutuo entre
todos os participantes.
 Nesse sentido devemos ter em conta os seguintes factores:
 Cada individuo deve compreender todo o problema a resolver
 Cada individuo deve compreender qual a sua própria contribuição para a resolução do
problema
 Cada individuo deverá dar espaço aos possíveis contributos dos outros elementos
 Cada individuo deverá ajudar os outros elementos, caso surjam duvidas ou
problemas.
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PRESSUPOSTOS ORGÂNICOS PERSUPOSTOS PSICOLÓGICOS
Existência de um plano comum Querer falar uns com os outros
Divisão de tarefas adequada Compreender essa comunicação
Possibilidade de falar dos assuntos Querer trabalhar em conjunto
Possibilidade de entre - ajuda Compreender a entre - ajuda
REGRAS BÁSICAS DO TG
 A tarefa deve ser apropriada pelo grupo, ou seja, deve constituir um todo de
forma a proporcionar uma adequada divisão de tarefas.
 A tarefa deve ter um objectivo, com o qual todo o grupo concorde.
 O grupo deve estar composto de forma a ter recursos suficientes para a
elaboração da tarefa. (Os membros do grupo devem completar-se com as suas
diferenças)
 O grupo deve organizar o espaço onde vai trabalhar (ter reunidas as condições
exteriores)
 O grupo deve poder/querer colaborar.
 O trabalho de grupo deve ser proveitoso para cada um dos seus membros.
 Deverá fazer-se uma avaliação do produto e do processo.
15
FIM
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Atividade: O Trabalho em Grupo I

  • 1.
  • 2.
    FACTORES DE COESÃO ÍNTRÍNSECOS •Próprios do Grupo EXTRÍNSECOS • Existem antes da junção do Grupo 2
  • 3.
    FACTORES DE COESÃO Ordem Sócio – Afectiva  Existência de um fim comum  Sentimento de pertença ao grupo  Realização de uma acção colectiva  Existência de afinidades interpessoais  Necessidades pessoais  Ordem operatória e funcional  Distribuição e articulação de papeis  Comportamento do grupo e da sua liderança 3
  • 4.
    FUNÇÕES E PAPEISNUM GRUPO 1. Papel centrado na tarefa 2. Papel centrado na manutenção da coesão 3. Papel centrado nas necessidades individuais e papeis parasitas Interferem no resultado final de forma negativa 4
  • 5.
    LIDERANÇA  Aspecto Sócio– Afectivo  Visam a estimulação dos elementos  Facilitação social  Elucidação dos processos de grupo  Aspecto Sócio – Operatório  Informação e métodos de trabalho  Coordenação  Tomada de Decisão 5
  • 6.
    VANTAGENS DO TRABALHODE GRUPO UNIÃO MELHORIA DA QUALIDADE DO TRABALHO MELHORES RESULTADOS Desde que… 1. As relações entre os elementos sejam equilibradas 2. As condições adequadas, ou seja:  Tamanho e composição adequada  Todos produzem e são receptivos aos contributos dos outros  O objectivo é comum e todos trabalham para o mesmo objectivo No entanto… • Nem todas as tarefas são propicias ao trabalho de grupo • As tarefas devem ser definidas de forma cuidada, tendo em conta os pontos 1 e 2. • O trabalho de grupo deve ser algo exercitado de forma a que os alunos/formandos desenvolvam essa aptidão (não se pode exigir que tudo funcione à partida). 6
  • 7.
    FACTORES DE RENTABILIDADEDO TRAB. GRUPO  COMUNICAÇÃO Diminui com o aumento do nº de elementos  IDADE Á medida que a idade diminui, os nº de elementos é menor.  ASSUNTO + concreto menor de elementos + abstracto maior nº de elementos  RECURSOS Aumentam com o nº de elementos do grupo 7
  • 8.
    TAMANHO DO GRUPO Com um nº elevado de elementos corre-se o risco das intervenções serem proferidas por um menor nº de elementos ou pelo reduzido tempo que estes utilizam para intervir.  A mesma pessoa que estava no grupo de 8 elementos e que não chegava a falar, inserida num grupo de 4 elementos pode vir a revelar-se muito activo nas suas participações. 8 Nº DE ELEMENTOS INTERVENÇÕES 8 Alguém poderá chegar a não usar da palavra. As intervenções que acontecem podem centralizar-se num nº reduzido de pessoas. Poderá usar-se um moderador, mas alguns dos elementos podem perder a oportunidade de opinar. 6 Todos participam mais ou menos na discussão. 4 Distribuição regular entre todos os participantes.
  • 9.
    TAMANHO DO GRUPO UM GRUPO DEVE…  Ser tão grande que tenha recursos suficientes para solucionar o problema.  Não deve ser maior do que o necessário, de forma a que possa aproveitar os recursos de todos os elementos.  Mais de 4 e menos de 8 elementos. (JOVENS E ADULTOS)  Menos de 4 elementos (quando inclui trabalhos manuais)  Relativamente aos grupo de crianças deverão obedecer aos critérios acima definidos, embora seja uma situação que deva ser adaptável. 9
  • 10.
    TG – PROCESSO DEMOCRÁTICO Para conseguir melhores resultados as decisões devem ser tomadas com unanimidade, assim:  Os argumentos devem ser de acordo com todos os pontos de vista, não deverá ser nada imposto.  Devemos estar dispostos a ouvir os pontos de vista dos outros elementos.  Todos deverão estar unânimes e tomar a decisão de comum acordo. O “Processo Democrático”, consiste na conferência de diferentes pontos de vista com o objectivo de chegar a um nível mais elevado de conhecimento. QUANTO MAIOR FOR O DESACORDO NO INÍCIO DA DISCUSSÃO, MAIOR A PROBABILIDADE DE ACONTECEREM MELHORES RESULTADOS. (Seguindo os pontos acima referidos…) 10
  • 11.
    TG – DISTRIBUIÇÃODE PAPEIS Para que o grupo se possa dirigir no sentido correcto da resolução do problema, distinguem-se uma série de funções e de papeis.  Existem ainda, aqueles que têm mais conhecimentos e os que têm menos conhecimento (outsider).  Cada elemento do grupo assume um papel, ou seja fica com uma determinada função. A sua importância relaciona-se directamente com a utilidade que este elemento tenha na discussão (necessidades do grupo).  Estes papeis estão dependentes das tarefas e dos objectivos do grupo e podem ser flexíveis tendo em conta as exigência impostas pelas tarefas ao grupo. 11 LÍDER DO GRUPO – Simboliza poder (mais ligado ao individuo) e prestigio (mais ligado á imagem perante os outros.
  • 12.
    FUNÇÕES DE LIDERANÇA FUNÇÕESDESCRIÇÃO TOMAR INICIATIVAS Fazer arrancar o grupo; apresentar novas ideias e sugestões, ajudar o grupo a sair de situações de impasse. REGULAMENTAR Não deixar o grupo sair do tema; regular o ritmo de trabalho, recapitular, etc… INFORMAR Fornecer as informações de que o grupo necessita para o desenvolvimento da (s) tarefa (s). APOIAR Dar apoio a ideias e propostas, ser mediador, conciliar diferenças, reforçar o espírito de grupo. AVALIAR Verificar se existe união, se as propostas são viáveis, se o método de trabalho é funcional, etc… 12
  • 13.
    TIPOLOGIAS DE LIDERANÇA 13 VARIAVEIS OLÍDER O DOMINADOR Base para o lugar da chefia Elemento + adequado: a chefia é orgânica (emerge do seio do grupo) Elemento + forte: a chefia é autoritária. Motivos Motivos sociais Motivos particulares (sede de poder) Actuação Actua no sentido dos objectivos do grupo Actua no sentido dos seus objectivos. Efeitos para o grupo Promove interesses comuns Promove interesses próprios, mesmo que seja contra o grupo Comportamentos de chefia Cria coesão, diminui contradições e diferenças, ouve os outros, procura que todos participem de forma igual. Cria a desagregação, divide para reinar. Fomenta rivalidades, domina e reprime. Tem favoritismos, marginaliza e arranja bodes expiatórios
  • 14.
    COLABORAÇÃO “AUTÊNTICA” A colaboraçãoautêntica, pressupõe um compromisso mutuo entre todos os participantes.  Nesse sentido devemos ter em conta os seguintes factores:  Cada individuo deve compreender todo o problema a resolver  Cada individuo deve compreender qual a sua própria contribuição para a resolução do problema  Cada individuo deverá dar espaço aos possíveis contributos dos outros elementos  Cada individuo deverá ajudar os outros elementos, caso surjam duvidas ou problemas. 14 PRESSUPOSTOS ORGÂNICOS PERSUPOSTOS PSICOLÓGICOS Existência de um plano comum Querer falar uns com os outros Divisão de tarefas adequada Compreender essa comunicação Possibilidade de falar dos assuntos Querer trabalhar em conjunto Possibilidade de entre - ajuda Compreender a entre - ajuda
  • 15.
    REGRAS BÁSICAS DOTG  A tarefa deve ser apropriada pelo grupo, ou seja, deve constituir um todo de forma a proporcionar uma adequada divisão de tarefas.  A tarefa deve ter um objectivo, com o qual todo o grupo concorde.  O grupo deve estar composto de forma a ter recursos suficientes para a elaboração da tarefa. (Os membros do grupo devem completar-se com as suas diferenças)  O grupo deve organizar o espaço onde vai trabalhar (ter reunidas as condições exteriores)  O grupo deve poder/querer colaborar.  O trabalho de grupo deve ser proveitoso para cada um dos seus membros.  Deverá fazer-se uma avaliação do produto e do processo. 15
  • 16.