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Faculdade Maurício de Nassau.
Curso:
Disciplina: Comunicação e expressão.
Prof.ª Msc: Thais Pompeu.
Aluno(a):
Comunicação e Socialização:
“Lembre-se o leitor como se fez gente: sua casa, seu bairro, sua escola,
sua patota. A comunicação foi o canal pelo qual os padrões de vida de sua
cultura foram-lhe transmitidos, pelo qual aprendeu a ser “membro” de sua
sociedade – de sua família, de seu grupo de amigos, de sua vizinhança, de sua
nação. Foi assim que adotou a sua “cultura”, isto é, os modos de pensamento e
de ação, suas crenças e valores, seus hábitos e tabus. Isso não ocorreu por
“instrução”, pelo menos antes de ir para a escola: ninguém lhe ensinou
propositadamente como está organizada a sociedade e o que pensa e sente a
sua cultura. Isso aconteceu indiretamente, pela experiência cumulada de
numerosos pequenos eventos, insignificantes em si mesmos, através dos quais
travou relações com diversas pessoas e aprendeu naturalmente a orientar seu
comportamento para o que “convinha”. Tudo isso foi possível graças à
comunicação. Não foram os professores na escola que lhe ensinaram sua
cultura: foi a comunicação diária com pais, irmãos, amigos, na casa, na rua nas
lojas, no ônibus, no jogo, no botequim, na igreja, que lhe transmitiu, menino, as
qualidades essenciais da sociedade e a natureza do ser social.
Contrariamente, então, ao que alguns pensam, a comunicação é muito
mais que os meios de comunicação social. Esses meios são tão poderosos e
importantes na nossa vida atual, que às vezes esquecemos que representam
apenas uma mínima parte de nossa comunicação total.
Alguém fez, uma vez, uma lista dos atos de comunicação que um
homem qualquer realiza desde que se levanta pela manhã até a hora de deitar-
se, no fim do dia. A quantidade de atos de comunicação é simplesmente
inacreditável, desde o “bom dia” à sua mulher, acompanhado ou não por um
beijo, passando pela leitura do jornal, a decodificação de número e cores do
ônibus que o leva ao trabalho, o pagamento ao cobrador, a conversa com o
companheiro de banco, os cumprimentos aos colegas no escritório, o trabalho
com documentos, recibos, relatórios, as reuniões e entrevistas, a visita ao
banco e as conversas com seu chefe, os inúmeros telefonemas, o papo
durante o almoço, a escolha do prato do menu, a conversa com os filhos no
jantar, o programinha de televisão, o diálogo amoroso com sua mulher antes de
dormir, e o ato final de comunicação num dia cheio dela: “boa noite”.
A comunicação confunde-se, assim, com a própria vida. Temos tanta
consciência de que comunicamos como de que respiramos ou andamos.
Somente percebemos a sua essencial importância quando, por um acidente ou
doença, perdemos a capacidade de nos comunicar. Pessoas que foram
impedidas de se comunicar durante longos períodos enlouqueceram ou ficaram
perto da loucura.
A comunicação é uma necessidade básica da pessoa humana, do
homem social.”
DÍAZ BORDENAVE, Juan E. O que é comunicação. São Paulo, Nova
Cultura/brasiliense, 1986. p. 17-9.In: INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto:
curso prático de leitura e redação. São Paulo: Scipione, 1998. P.13-14.
Lendo o Texto
1. Releia atentamente o primeiro parágrafo e responda: qual a relação
entre comunicação e cultura?
2. O segunda parágrafo nos fala em “meios de comunicação social”. O
que você sabe sobre eles?
3. O que pensa o autor sobre os meios de comunicação social?
4. O terceiro parágrafo é construído por enumerações: uma longa série
de atos de comunicação cotidianos nos é apresentada pelo autor.
Como podemos relacionar esses atos com os meios de comunicação
social do parágrafo anterior?
5. O quarto parágrafo nos coloca uma conclusão sobre o assunto
levantado e discutido pelo texto. Qual a frase ou passagem que
sintetiza essa conclusão?
6. O último parágrafo do texto sintetiza todo o conteúdo do texto. Reflita
sobre o que ele diz e responda: sua experiência de vida comprova
essa afirmação? Por quê?

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  • 1. Faculdade Maurício de Nassau. Curso: Disciplina: Comunicação e expressão. Prof.ª Msc: Thais Pompeu. Aluno(a): Comunicação e Socialização: “Lembre-se o leitor como se fez gente: sua casa, seu bairro, sua escola, sua patota. A comunicação foi o canal pelo qual os padrões de vida de sua cultura foram-lhe transmitidos, pelo qual aprendeu a ser “membro” de sua sociedade – de sua família, de seu grupo de amigos, de sua vizinhança, de sua nação. Foi assim que adotou a sua “cultura”, isto é, os modos de pensamento e de ação, suas crenças e valores, seus hábitos e tabus. Isso não ocorreu por “instrução”, pelo menos antes de ir para a escola: ninguém lhe ensinou propositadamente como está organizada a sociedade e o que pensa e sente a sua cultura. Isso aconteceu indiretamente, pela experiência cumulada de numerosos pequenos eventos, insignificantes em si mesmos, através dos quais travou relações com diversas pessoas e aprendeu naturalmente a orientar seu comportamento para o que “convinha”. Tudo isso foi possível graças à comunicação. Não foram os professores na escola que lhe ensinaram sua cultura: foi a comunicação diária com pais, irmãos, amigos, na casa, na rua nas lojas, no ônibus, no jogo, no botequim, na igreja, que lhe transmitiu, menino, as qualidades essenciais da sociedade e a natureza do ser social. Contrariamente, então, ao que alguns pensam, a comunicação é muito mais que os meios de comunicação social. Esses meios são tão poderosos e importantes na nossa vida atual, que às vezes esquecemos que representam apenas uma mínima parte de nossa comunicação total. Alguém fez, uma vez, uma lista dos atos de comunicação que um homem qualquer realiza desde que se levanta pela manhã até a hora de deitar- se, no fim do dia. A quantidade de atos de comunicação é simplesmente inacreditável, desde o “bom dia” à sua mulher, acompanhado ou não por um beijo, passando pela leitura do jornal, a decodificação de número e cores do ônibus que o leva ao trabalho, o pagamento ao cobrador, a conversa com o companheiro de banco, os cumprimentos aos colegas no escritório, o trabalho com documentos, recibos, relatórios, as reuniões e entrevistas, a visita ao banco e as conversas com seu chefe, os inúmeros telefonemas, o papo durante o almoço, a escolha do prato do menu, a conversa com os filhos no jantar, o programinha de televisão, o diálogo amoroso com sua mulher antes de dormir, e o ato final de comunicação num dia cheio dela: “boa noite”. A comunicação confunde-se, assim, com a própria vida. Temos tanta consciência de que comunicamos como de que respiramos ou andamos. Somente percebemos a sua essencial importância quando, por um acidente ou doença, perdemos a capacidade de nos comunicar. Pessoas que foram impedidas de se comunicar durante longos períodos enlouqueceram ou ficaram perto da loucura. A comunicação é uma necessidade básica da pessoa humana, do homem social.”
  • 2. DÍAZ BORDENAVE, Juan E. O que é comunicação. São Paulo, Nova Cultura/brasiliense, 1986. p. 17-9.In: INFANTE, Ulisses. Do texto ao texto: curso prático de leitura e redação. São Paulo: Scipione, 1998. P.13-14. Lendo o Texto 1. Releia atentamente o primeiro parágrafo e responda: qual a relação entre comunicação e cultura? 2. O segunda parágrafo nos fala em “meios de comunicação social”. O que você sabe sobre eles? 3. O que pensa o autor sobre os meios de comunicação social? 4. O terceiro parágrafo é construído por enumerações: uma longa série de atos de comunicação cotidianos nos é apresentada pelo autor. Como podemos relacionar esses atos com os meios de comunicação social do parágrafo anterior? 5. O quarto parágrafo nos coloca uma conclusão sobre o assunto levantado e discutido pelo texto. Qual a frase ou passagem que sintetiza essa conclusão? 6. O último parágrafo do texto sintetiza todo o conteúdo do texto. Reflita sobre o que ele diz e responda: sua experiência de vida comprova essa afirmação? Por quê?