SlideShare uma empresa Scribd logo
Arte e EstéticaArte e Estética
O que é estética?O que é estética?
• Quando falamos em estética, geralmente vem àQuando falamos em estética, geralmente vem à
nossa mente a noção de arte ou de gosto (belonossa mente a noção de arte ou de gosto (belo
ou feio).ou feio).
• Realmente a estética envolve tudo isso.Realmente a estética envolve tudo isso.
• Podemos dizer que a estética é o campo daPodemos dizer que a estética é o campo da
filosofia que discute as noções de belo, feio e ofilosofia que discute as noções de belo, feio e o
gosto das pessoas.gosto das pessoas.
Onde utilizamos a estética?Onde utilizamos a estética?
• Em praticamente tudo.Em praticamente tudo.
• Em nosso dia a dia, quando nos vestimos,Em nosso dia a dia, quando nos vestimos,
escolhemos roupas a partir de concepçõesescolhemos roupas a partir de concepções
estéticas.estéticas.
• Em nosso trabalho, não apenas na decoraçãoEm nosso trabalho, não apenas na decoração
dos ambientes, mas na própria realização dasdos ambientes, mas na própria realização das
atividades.atividades.
• Por exemplo, na Gastronomia existe toda umaPor exemplo, na Gastronomia existe toda uma
estética para apresentar os pratos, pois comoestética para apresentar os pratos, pois como
dizem alguns gastrônomos a primeira forma dedizem alguns gastrônomos a primeira forma de
comer é com os olhos.comer é com os olhos.
Estética e arteEstética e arte
• Porém, acima de tudo, é o campo que discute uma dasPorém, acima de tudo, é o campo que discute uma das
formas específicas de conhecimento humano: a arte.formas específicas de conhecimento humano: a arte.
• Arte é uma forma de conhecimento muito específicaArte é uma forma de conhecimento muito específica
pois ela é consiste em uma interpretação que o artistapois ela é consiste em uma interpretação que o artista
faz do mundo.faz do mundo.
• A arte mexe com a imaginação, com aquilo que podeA arte mexe com a imaginação, com aquilo que pode
acontecer e não com aquilo que de fato é.acontecer e não com aquilo que de fato é.
• Não existe arte verdadeira ou falsa, mas formas deNão existe arte verdadeira ou falsa, mas formas de
interpretar o mundo.interpretar o mundo.
• E... a quantidade de interpretações que se pode fazer doE... a quantidade de interpretações que se pode fazer do
mundo são múltiplas.mundo são múltiplas.
Sobre a arteSobre a arte
• O valor de uma obra de arte não está no copiar aO valor de uma obra de arte não está no copiar a
realidade, mas na representação simbólica querealidade, mas na representação simbólica que
artista faz do mundo.artista faz do mundo.
• Arte é uma forma de conferir sentido àArte é uma forma de conferir sentido à
realidade, como classificar algo como bom ourealidade, como classificar algo como bom ou
ruim.ruim.
• É uma forma de transformar a experiência emÉ uma forma de transformar a experiência em
objeto de conhecimento, representando-aobjeto de conhecimento, representando-a
simbolicamente.simbolicamente.
Obras de arte:Obras de arte:
relação artista/públicorelação artista/público
• Para criar uma obra de arte, o artista parte daPara criar uma obra de arte, o artista parte da
intuição.intuição.
• Isso significa que ele parte do conhecimentoIsso significa que ele parte do conhecimento
geral do mundo para então transferi-lo para ageral do mundo para então transferi-lo para a
obra de arte.obra de arte.
• O Público faz o movimento contrário.O Público faz o movimento contrário.
• Observa primeiro a obra para então atingir oObserva primeiro a obra para então atingir o
mundo representado na obra.mundo representado na obra.
• Para isso é preciso treinar a nossa sensibilidade.Para isso é preciso treinar a nossa sensibilidade.
A Educação da SensibilidadeA Educação da Sensibilidade
• A educação da sensibilidade requer o contatoA educação da sensibilidade requer o contato
com muitas obras de arte.com muitas obras de arte.
• Por isso os museus são tão importantes.Por isso os museus são tão importantes.
FerramentasFerramentas para entender a arte:para entender a arte:
DisponibilidadeDisponibilidade
• DisponibilidadeDisponibilidade é querer entender a arte.é querer entender a arte.
• Para tanto, é preciso, em primeiro lugar, deixarPara tanto, é preciso, em primeiro lugar, deixar
de lado preconceitos e também o medo de fazerde lado preconceitos e também o medo de fazer
papel de bobo.papel de bobo.
• É querer deixar a obra revelar seus sentidos paraÉ querer deixar a obra revelar seus sentidos para
nós.nós.
FerramentasFerramentas para entender a arte:para entender a arte:
História e História da ArteHistória e História da Arte
• A história possui uma importante função, poisA história possui uma importante função, pois
ela contextualiza a obra de arte.ela contextualiza a obra de arte.
• Isso significa que aIsso significa que a históriahistória nos mostra valores enos mostra valores e
condições que influenciaram o artista, nocondições que influenciaram o artista, no
momento em que ele produzia.momento em que ele produzia.
• AA história da artehistória da arte situa a obra nas técnicas e nasitua a obra nas técnicas e na
sucessão de escolas e tendências artísticas aosucessão de escolas e tendências artísticas ao
longo do tempo.longo do tempo.
Algumas formas de arte:Algumas formas de arte:
Arte figurativaArte figurativa
• Representa um lugar, pessoa ou objeto de modoRepresenta um lugar, pessoa ou objeto de modo
que não impeça sua identificação. Pode serque não impeça sua identificação. Pode ser
realista ou estilizada.realista ou estilizada.
Algumas formas de arte:Algumas formas de arte:
Arte abstrataArte abstrata
• Cria uma figura que pode apenas existir naCria uma figura que pode apenas existir na
imaginação do artista, não tem a preocupaçãoimaginação do artista, não tem a preocupação
em representar o real.em representar o real.
• Muitas vezes se utiliza de figuras geométricas.Muitas vezes se utiliza de figuras geométricas.
Algumas formas de arte:Algumas formas de arte:
Arte modernaArte moderna
• Sua principal preocupação é com a mensagemSua principal preocupação é com a mensagem
transmitida pelo artista e as formas utilizadas natransmitida pelo artista e as formas utilizadas na
elaboração da obra.elaboração da obra.
Algumas formas de arte:Algumas formas de arte:
Arte contemporâneaArte contemporânea
• Designa um movimento diversificado de obrasDesigna um movimento diversificado de obras
de arte, iniciado nos últimos 30 ou 40 anos.de arte, iniciado nos últimos 30 ou 40 anos.
• Não existe uma unidade dentro dele, pois asNão existe uma unidade dentro dele, pois as
concepções estéticas são plurais, assim como asconcepções estéticas são plurais, assim como as
técnicas e formas utilizadas.técnicas e formas utilizadas.
Algumas formas de arte:Algumas formas de arte:
Arte de vanguardaArte de vanguarda
• Pessoas que produzem uma arte fora de algumaPessoas que produzem uma arte fora de alguma
corrente artística de seu tempo.corrente artística de seu tempo.
• Experimentam novos estilos e maneiras de fazerExperimentam novos estilos e maneiras de fazer
arte.arte.
Sobre a estética: o beloSobre a estética: o belo
• Já vimos que a estética é o ramo da filosofia queJá vimos que a estética é o ramo da filosofia que
estuda racionalmente o belo.estuda racionalmente o belo.
• Mas afinal o que é o belo?Mas afinal o que é o belo?
• Beleza é algo objetivo?Beleza é algo objetivo?
• Muda de acordo com o tempo?Muda de acordo com o tempo?
• Muda de acordo com o lugar?Muda de acordo com o lugar?
• Muda de pessoa para pessoa?Muda de pessoa para pessoa?
• A essas e outras questões que muitos filósofos seA essas e outras questões que muitos filósofos se
dedicaram a responder ao longo da história.dedicaram a responder ao longo da história.
O belo para Platão (Séc. V a.c.)O belo para Platão (Séc. V a.c.)
• Para Platão, o belo está ligado a uma essênciaPara Platão, o belo está ligado a uma essência
universal.universal.
• O belo não depende de quem observa, pois estáO belo não depende de quem observa, pois está
contido no próprio objeto.contido no próprio objeto.
• Esse é o ideal das Academias de Arte.Esse é o ideal das Academias de Arte.
• Elas tentam fixar regras para a produção artísticaElas tentam fixar regras para a produção artística
a partir de uma determinada concepção de belo.a partir de uma determinada concepção de belo.
O belo para David Hume (Séc. XVII)O belo para David Hume (Séc. XVII)
• AA Beleza é algo pessoal.Beleza é algo pessoal.
• Portanto, não pode ser discutido racionalmente.Portanto, não pode ser discutido racionalmente.
• Como diz o ditado popular: “Gosto não seComo diz o ditado popular: “Gosto não se
discute”.discute”.
O belo para Immanuel KantO belo para Immanuel Kant
(Séc. XVIII)(Séc. XVIII)
• O Belo é universal porque julgar algo é umaO Belo é universal porque julgar algo é uma
faculdade de qualquer ser humano.faculdade de qualquer ser humano.
• Todavia o critério de avaliação não é a razão,Todavia o critério de avaliação não é a razão,
mas os sentimentos.mas os sentimentos.
O belo para Georg Hegel (Séc. XIX)O belo para Georg Hegel (Séc. XIX)
• Para Hegel a arte, o gosto e a noção do que éPara Hegel a arte, o gosto e a noção do que é
belo muda de acordo com o tempo (dialética).belo muda de acordo com o tempo (dialética).
• Portanto, a produção de uma obra ou aPortanto, a produção de uma obra ou a
definição de algo como belo depende mais dadefinição de algo como belo depende mais da
cultura de uma determinada época.cultura de uma determinada época.
• O que é considerado feio em certo período podeO que é considerado feio em certo período pode
ser belo em outro.ser belo em outro.
O belo para a fenomenologiaO belo para a fenomenologia
(Séc. XX)(Séc. XX)
• A fenomenologia é uma corrente filosófica atual.A fenomenologia é uma corrente filosófica atual.
• Para os fenomenólogos a obra é única e podePara os fenomenólogos a obra é única e pode
ser entendida por meio daser entendida por meio da experiência estética.experiência estética.
• Cada coisa tem uma forma singular de beleza.Cada coisa tem uma forma singular de beleza.
• Não existe único de estética para se avaliar tudo.Não existe único de estética para se avaliar tudo.
Mas... e o feio?Mas... e o feio?
• A discussão sobre o que é o feio se coloca juntoA discussão sobre o que é o feio se coloca junto
com a discussão do que seja o belo.com a discussão do que seja o belo.
• O feio pode aparecer em uma obra de arte deO feio pode aparecer em uma obra de arte de
duas maneiras.duas maneiras.
• Em uma primeira, pode surgir como formaEm uma primeira, pode surgir como forma
(estilo artístico feio).(estilo artístico feio).
• De outra maneira, pode aparecer como temaDe outra maneira, pode aparecer como tema
retratado (algo que não seja bonito de serretratado (algo que não seja bonito de ser
apreciado).apreciado).
Isso significa que uma obra de arteIsso significa que uma obra de arte
pode ser feia?pode ser feia?
• A resposta éA resposta é NÃONÃO..
• Não é nesses termos que se avalia uma obra deNão é nesses termos que se avalia uma obra de
arte.arte.
• Elas são avaliadas de acordo com a suaElas são avaliadas de acordo com a sua
originalidade e capacidade de mexer com nossasoriginalidade e capacidade de mexer com nossas
sensibilidades.sensibilidades.
• Uma obra somente é feia se o artista não atingirUma obra somente é feia se o artista não atingir
os objetivos a que se propôs ao criá-la.os objetivos a que se propôs ao criá-la.
Sobre o gostoSobre o gosto
• O gosto, dentro da estética, não é sinônimo deO gosto, dentro da estética, não é sinônimo de
preferência.preferência.
• Não devemos optar pelo queNão devemos optar pelo que preferimospreferimos emem
detrimento do quedetrimento do que somossomos..
• Agindo dessa maneira fechamos possibilidadesAgindo dessa maneira fechamos possibilidades
de melhorar e experimentar situações novas.de melhorar e experimentar situações novas.
• Para educar nosso gosto devemos quererPara educar nosso gosto devemos querer
conhecer mais do que preferir.conhecer mais do que preferir.
O que é ter gosto?O que é ter gosto?
• É saber julgar (uma obra de arte) semÉ saber julgar (uma obra de arte) sem
preconceitos.preconceitos.
• É deixar a arte modificar nossa concepção deÉ deixar a arte modificar nossa concepção de
arte e superarmos o individual para chegarmosarte e superarmos o individual para chegarmos
ao universal.ao universal.
• Mikel Dufrenne (Atual) –Mikel Dufrenne (Atual) – arte se entende comarte se entende com
olhar livre.olhar livre.
• Está além doEstá além do sabersaber e dae da técnicatécnica..
Sobre a educação do gostoSobre a educação do gosto
• Ela ocorre dentro da experiência estética.Ela ocorre dentro da experiência estética.
• Para tanto não devemos impor nossas regras àPara tanto não devemos impor nossas regras à
arte.arte.
• Deve-se deixar que as obras apresentem as suasDeve-se deixar que as obras apresentem as suas
próprias.próprias.
• Porém, educar nosso gosto não é uma tarefaPorém, educar nosso gosto não é uma tarefa
fácil.fácil.
• Deve-se começar com obras mais próximas deDeve-se começar com obras mais próximas de
nós, que agradem ao nosso gosto para depoisnós, que agradem ao nosso gosto para depois
apreciar obras mais complexas.apreciar obras mais complexas.
Para finalizar...Para finalizar...
• A vida humana possui diferentes dimensões,A vida humana possui diferentes dimensões,
especialmente no nosso tempo, que é caracterizado pelaespecialmente no nosso tempo, que é caracterizado pela
fragmentação.fragmentação.
• A filosofia se ocupa em entender profundamente aA filosofia se ocupa em entender profundamente a
totalidade da vida humana, tentando unir essatotalidade da vida humana, tentando unir essa
diversidade em um todo coerente.diversidade em um todo coerente.
• A estética e arte, nesse sentido, são setores de grandeA estética e arte, nesse sentido, são setores de grande
importância para nossas vidas, pois estão presentes emimportância para nossas vidas, pois estão presentes em
nossos julgamentos.nossos julgamentos.
• Em especial, o nosso tempo requer uma educação eEm especial, o nosso tempo requer uma educação e
conseqüente valorização das artes, em detrimento deconseqüente valorização das artes, em detrimento de
um mundo dominado pela técnica e pela ciência.um mundo dominado pela técnica e pela ciência.
Arte e estética

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cap 15 Filosofia Estética
Cap 15  Filosofia EstéticaCap 15  Filosofia Estética
Cap 15 Filosofia Estética
José Ferreira Júnior
 
3º - Estética (Ala 01)
3º - Estética (Ala 01)3º - Estética (Ala 01)
3º - Estética (Ala 01)
Caio Cæsar
 
Historia da beleza 02
Historia da beleza 02Historia da beleza 02
Historia da beleza 02
Andréia de Alcantara
 
Arte 1 médio slide
Arte 1 médio slideArte 1 médio slide
Arte 1 médio slide
Eponina Alencar
 
A estética do belo
A estética do beloA estética do belo
A estética do belo
Adriana Martins Christianini
 
Aula 2 arte - 2º ano
Aula 2   arte - 2º anoAula 2   arte - 2º ano
Aula 2 arte - 2º ano
VIVIAN TROMBINI
 
Estética
Estética Estética
Estética
geehrodrigues
 
O que é arte?
O que é arte?O que é arte?
O que é arte?
IF - Baiano
 
Estética 4
Estética 4Estética 4
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: SofistasAula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Leandro Nazareth Souto
 
TEATRO (Conceito; História; Gêneros e principais atores e atrizes)
TEATRO (Conceito; História; Gêneros e principais atores e atrizes)  TEATRO (Conceito; História; Gêneros e principais atores e atrizes)
TEATRO (Conceito; História; Gêneros e principais atores e atrizes)
Wellinton Augusto
 
Filosofia
Filosofia Filosofia
Filosofia
Erica Frau
 
Estética slide
Estética slideEstética slide
Estética slide
Solange Ferreira de Paula
 
Cultura
CulturaCultura
Cultura
Jhonatan Max
 
Estetica e Filosofia da Arte - Parte I
Estetica e Filosofia da Arte - Parte IEstetica e Filosofia da Arte - Parte I
Estetica e Filosofia da Arte - Parte I
jocilaine moreira
 
DEFINIÇÕES DE ARTE
DEFINIÇÕES DE ARTEDEFINIÇÕES DE ARTE
DEFINIÇÕES DE ARTE
Aclecio Dantas
 
Linha do Tempo - História da Arte
Linha do Tempo - História da ArteLinha do Tempo - História da Arte
Linha do Tempo - História da Arte
Jesrayne Nascimento
 
Estética
EstéticaEstética
Estética
António Daniel
 
Ética Moral e Valores.
Ética Moral e Valores.Ética Moral e Valores.
Ética Moral e Valores.
Secretaria da Educação
 
O que é arte?!
O que é arte?!O que é arte?!
O que é arte?!
Mary Lopes
 

Mais procurados (20)

Cap 15 Filosofia Estética
Cap 15  Filosofia EstéticaCap 15  Filosofia Estética
Cap 15 Filosofia Estética
 
3º - Estética (Ala 01)
3º - Estética (Ala 01)3º - Estética (Ala 01)
3º - Estética (Ala 01)
 
Historia da beleza 02
Historia da beleza 02Historia da beleza 02
Historia da beleza 02
 
Arte 1 médio slide
Arte 1 médio slideArte 1 médio slide
Arte 1 médio slide
 
A estética do belo
A estética do beloA estética do belo
A estética do belo
 
Aula 2 arte - 2º ano
Aula 2   arte - 2º anoAula 2   arte - 2º ano
Aula 2 arte - 2º ano
 
Estética
Estética Estética
Estética
 
O que é arte?
O que é arte?O que é arte?
O que é arte?
 
Estética 4
Estética 4Estética 4
Estética 4
 
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: SofistasAula de filosofia antiga, tema: Sofistas
Aula de filosofia antiga, tema: Sofistas
 
TEATRO (Conceito; História; Gêneros e principais atores e atrizes)
TEATRO (Conceito; História; Gêneros e principais atores e atrizes)  TEATRO (Conceito; História; Gêneros e principais atores e atrizes)
TEATRO (Conceito; História; Gêneros e principais atores e atrizes)
 
Filosofia
Filosofia Filosofia
Filosofia
 
Estética slide
Estética slideEstética slide
Estética slide
 
Cultura
CulturaCultura
Cultura
 
Estetica e Filosofia da Arte - Parte I
Estetica e Filosofia da Arte - Parte IEstetica e Filosofia da Arte - Parte I
Estetica e Filosofia da Arte - Parte I
 
DEFINIÇÕES DE ARTE
DEFINIÇÕES DE ARTEDEFINIÇÕES DE ARTE
DEFINIÇÕES DE ARTE
 
Linha do Tempo - História da Arte
Linha do Tempo - História da ArteLinha do Tempo - História da Arte
Linha do Tempo - História da Arte
 
Estética
EstéticaEstética
Estética
 
Ética Moral e Valores.
Ética Moral e Valores.Ética Moral e Valores.
Ética Moral e Valores.
 
O que é arte?!
O que é arte?!O que é arte?!
O que é arte?!
 

Destaque

Estética e poética
Estética e poéticaEstética e poética
Estética e poética
Fabiola Picanço
 
Estética
EstéticaEstética
Arte e realidade
Arte e realidadeArte e realidade
Arte e realidade
Zeneide Cordeiro
 
Sistema digestorio humano 7ano
Sistema digestorio humano 7anoSistema digestorio humano 7ano
Sistema digestorio humano 7ano
Claudia Alarcon
 
Aula estética
Aula   estéticaAula   estética
Aula estética
Victor França
 
Lista de conteúdos programáticos SSA (2015-2017)
Lista de conteúdos programáticos SSA (2015-2017)Lista de conteúdos programáticos SSA (2015-2017)
Lista de conteúdos programáticos SSA (2015-2017)
Portal NE10
 
História do brasil boris fausto (colônia)1
História do brasil   boris fausto (colônia)1História do brasil   boris fausto (colônia)1
História do brasil boris fausto (colônia)1
Ricardo Diniz campos
 
Matéria e energia
Matéria e energiaMatéria e energia
Matéria e energia
giovannimusetti
 
Pop art lele
Pop art   lelePop art   lele
Pop art lele
Karoline Oliveira
 
Autorretrato
AutorretratoAutorretrato
Autorretrato
solcitoweis
 
MATÉRIA E ENERGIA
MATÉRIA E ENERGIAMATÉRIA E ENERGIA
MATÉRIA E ENERGIA
ORISVALDO SANTANA
 
O Rosto E O Auto Retrato
O Rosto E O Auto RetratoO Rosto E O Auto Retrato
O Rosto E O Auto Retrato
jonybrother
 
Fotografia composição enquadramento
Fotografia composição enquadramentoFotografia composição enquadramento
Fotografia composição enquadramento
victormlcosta
 
Filosofia da arte
Filosofia da arteFilosofia da arte
Filosofia da arte
Victor França
 
Sistema Digestivo - 9ºAno
Sistema Digestivo - 9ºAnoSistema Digestivo - 9ºAno
Sistema Digestivo - 9ºAno
mariapinto
 
Retrato e auto retrato
Retrato e auto retratoRetrato e auto retrato
Retrato e auto retrato
luciliapereira
 
Fluxo de matéria e energia
Fluxo de matéria e energiaFluxo de matéria e energia
Fluxo de matéria e energia
Jonathan Nóbrega
 
A perpectiva power
A perpectiva powerA perpectiva power
A perpectiva power
pacobr
 
ÁTomos e moléculas
ÁTomos e moléculasÁTomos e moléculas
ÁTomos e moléculas
Piedade Alves
 
Aula 8º ano - O sistema digestório
Aula 8º ano - O sistema digestórioAula 8º ano - O sistema digestório
Aula 8º ano - O sistema digestório
Leonardo Kaplan
 

Destaque (20)

Estética e poética
Estética e poéticaEstética e poética
Estética e poética
 
Estética
EstéticaEstética
Estética
 
Arte e realidade
Arte e realidadeArte e realidade
Arte e realidade
 
Sistema digestorio humano 7ano
Sistema digestorio humano 7anoSistema digestorio humano 7ano
Sistema digestorio humano 7ano
 
Aula estética
Aula   estéticaAula   estética
Aula estética
 
Lista de conteúdos programáticos SSA (2015-2017)
Lista de conteúdos programáticos SSA (2015-2017)Lista de conteúdos programáticos SSA (2015-2017)
Lista de conteúdos programáticos SSA (2015-2017)
 
História do brasil boris fausto (colônia)1
História do brasil   boris fausto (colônia)1História do brasil   boris fausto (colônia)1
História do brasil boris fausto (colônia)1
 
Matéria e energia
Matéria e energiaMatéria e energia
Matéria e energia
 
Pop art lele
Pop art   lelePop art   lele
Pop art lele
 
Autorretrato
AutorretratoAutorretrato
Autorretrato
 
MATÉRIA E ENERGIA
MATÉRIA E ENERGIAMATÉRIA E ENERGIA
MATÉRIA E ENERGIA
 
O Rosto E O Auto Retrato
O Rosto E O Auto RetratoO Rosto E O Auto Retrato
O Rosto E O Auto Retrato
 
Fotografia composição enquadramento
Fotografia composição enquadramentoFotografia composição enquadramento
Fotografia composição enquadramento
 
Filosofia da arte
Filosofia da arteFilosofia da arte
Filosofia da arte
 
Sistema Digestivo - 9ºAno
Sistema Digestivo - 9ºAnoSistema Digestivo - 9ºAno
Sistema Digestivo - 9ºAno
 
Retrato e auto retrato
Retrato e auto retratoRetrato e auto retrato
Retrato e auto retrato
 
Fluxo de matéria e energia
Fluxo de matéria e energiaFluxo de matéria e energia
Fluxo de matéria e energia
 
A perpectiva power
A perpectiva powerA perpectiva power
A perpectiva power
 
ÁTomos e moléculas
ÁTomos e moléculasÁTomos e moléculas
ÁTomos e moléculas
 
Aula 8º ano - O sistema digestório
Aula 8º ano - O sistema digestórioAula 8º ano - O sistema digestório
Aula 8º ano - O sistema digestório
 

Semelhante a Arte e estética

esteticaarte-140522223049-phpapp02.pdf
esteticaarte-140522223049-phpapp02.pdfesteticaarte-140522223049-phpapp02.pdf
esteticaarte-140522223049-phpapp02.pdf
JoaoLucasDeCastroBra
 
Estética.
Estética.Estética.
Estética.
Damisa
 
O que é a arte
O que é a arteO que é a arte
O que é a arte
Helena Serrão
 
Entendendo a arte
Entendendo a arteEntendendo a arte
Entendendo a arte
Aurimar Bianchi Júnior
 
Vamos falar de arte(1)
Vamos falar de arte(1)Vamos falar de arte(1)
Vamos falar de arte(1)
Luis Silva
 
estética -pp2003.ppt filosofia e arte da estética.
estética -pp2003.ppt filosofia e arte da estética.estética -pp2003.ppt filosofia e arte da estética.
estética -pp2003.ppt filosofia e arte da estética.
fernandobueno774792
 
Arte
ArteArte
A experiência e a atitude estética2
A experiência e a atitude estética2A experiência e a atitude estética2
A experiência e a atitude estética2
Helena Serrão
 
3.afinal, o que é arte madre zarife
3.afinal, o que é arte   madre zarife3.afinal, o que é arte   madre zarife
3.afinal, o que é arte madre zarife
Francisco Rodrigues
 
PPT_O_que_e_arte.pdf
PPT_O_que_e_arte.pdfPPT_O_que_e_arte.pdf
PPT_O_que_e_arte.pdf
thaismachado57
 
Introducao arte
Introducao arteIntroducao arte
Introducao arte
Darli Corrêa Marinho
 
Filosofia da Arte
Filosofia da Arte Filosofia da Arte
Filosofia da Arte
VeraJesus14
 
O que é arte?
O que é arte?O que é arte?
O que é arte?
Aline Corso
 
esttica
estticaesttica
O que é arte
O que é arteO que é arte
O que é arte
Raika Barreto
 
Arte
ArteArte
O que é a arte filosofia 11º ano ensino secundário
O que é a arte filosofia 11º ano ensino secundárioO que é a arte filosofia 11º ano ensino secundário
O que é a arte filosofia 11º ano ensino secundário
animarescue
 
9 - ESTÉTICA - Gilberto Coutrim.pptx
9 - ESTÉTICA - Gilberto Coutrim.pptx9 - ESTÉTICA - Gilberto Coutrim.pptx
9 - ESTÉTICA - Gilberto Coutrim.pptx
Iuri Ribeiro
 
Introdução teoria arte_arq
Introdução teoria arte_arqIntrodução teoria arte_arq
Introdução teoria arte_arq
Wívian Diniz
 
Arte_6Ano_Slide Aula 7 ano 2022.pptx
Arte_6Ano_Slide Aula 7 ano 2022.pptxArte_6Ano_Slide Aula 7 ano 2022.pptx
Arte_6Ano_Slide Aula 7 ano 2022.pptx
CristianeCastanharGo
 

Semelhante a Arte e estética (20)

esteticaarte-140522223049-phpapp02.pdf
esteticaarte-140522223049-phpapp02.pdfesteticaarte-140522223049-phpapp02.pdf
esteticaarte-140522223049-phpapp02.pdf
 
Estética.
Estética.Estética.
Estética.
 
O que é a arte
O que é a arteO que é a arte
O que é a arte
 
Entendendo a arte
Entendendo a arteEntendendo a arte
Entendendo a arte
 
Vamos falar de arte(1)
Vamos falar de arte(1)Vamos falar de arte(1)
Vamos falar de arte(1)
 
estética -pp2003.ppt filosofia e arte da estética.
estética -pp2003.ppt filosofia e arte da estética.estética -pp2003.ppt filosofia e arte da estética.
estética -pp2003.ppt filosofia e arte da estética.
 
Arte
ArteArte
Arte
 
A experiência e a atitude estética2
A experiência e a atitude estética2A experiência e a atitude estética2
A experiência e a atitude estética2
 
3.afinal, o que é arte madre zarife
3.afinal, o que é arte   madre zarife3.afinal, o que é arte   madre zarife
3.afinal, o que é arte madre zarife
 
PPT_O_que_e_arte.pdf
PPT_O_que_e_arte.pdfPPT_O_que_e_arte.pdf
PPT_O_que_e_arte.pdf
 
Introducao arte
Introducao arteIntroducao arte
Introducao arte
 
Filosofia da Arte
Filosofia da Arte Filosofia da Arte
Filosofia da Arte
 
O que é arte?
O que é arte?O que é arte?
O que é arte?
 
esttica
estticaesttica
esttica
 
O que é arte
O que é arteO que é arte
O que é arte
 
Arte
ArteArte
Arte
 
O que é a arte filosofia 11º ano ensino secundário
O que é a arte filosofia 11º ano ensino secundárioO que é a arte filosofia 11º ano ensino secundário
O que é a arte filosofia 11º ano ensino secundário
 
9 - ESTÉTICA - Gilberto Coutrim.pptx
9 - ESTÉTICA - Gilberto Coutrim.pptx9 - ESTÉTICA - Gilberto Coutrim.pptx
9 - ESTÉTICA - Gilberto Coutrim.pptx
 
Introdução teoria arte_arq
Introdução teoria arte_arqIntrodução teoria arte_arq
Introdução teoria arte_arq
 
Arte_6Ano_Slide Aula 7 ano 2022.pptx
Arte_6Ano_Slide Aula 7 ano 2022.pptxArte_6Ano_Slide Aula 7 ano 2022.pptx
Arte_6Ano_Slide Aula 7 ano 2022.pptx
 

Mais de MARISE VON FRUHAUF HUBLARD

Estatuto do idoso
Estatuto do idosoEstatuto do idoso
Estatuto do idoso
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Portal do professor eleições de um municipio
Portal do professor   eleições de um municipioPortal do professor   eleições de um municipio
Portal do professor eleições de um municipio
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
consumo e consumismo qual o papel do consumidor consciente
 consumo e consumismo qual o papel do consumidor consciente consumo e consumismo qual o papel do consumidor consciente
consumo e consumismo qual o papel do consumidor consciente
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Felicidade sustentável epicuro e_a_felicidade
Felicidade sustentável  epicuro e_a_felicidadeFelicidade sustentável  epicuro e_a_felicidade
Felicidade sustentável epicuro e_a_felicidade
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Animação sobre a segunda guerra mundial
Animação sobre a segunda guerra mundialAnimação sobre a segunda guerra mundial
Animação sobre a segunda guerra mundial
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Bioética
BioéticaBioética
A filosofia e seu ensino
A filosofia e seu ensinoA filosofia e seu ensino
A filosofia e seu ensino
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
A filosofia de platão
A filosofia de platãoA filosofia de platão
A filosofia de platão
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
A filosofia e seu ensino
A filosofia e seu ensinoA filosofia e seu ensino
A filosofia e seu ensino
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
A filosofia na educação básica
A filosofia na educação básicaA filosofia na educação básica
A filosofia na educação básica
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
A atitude científica
A atitude científicaA atitude científica
A atitude científica
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
A arte da guerra
A arte da guerraA arte da guerra
A arte da guerra
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Karl marx (materialismo histórico)
Karl marx (materialismo histórico)Karl marx (materialismo histórico)
Karl marx (materialismo histórico)
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
A tradicao-socratica-na-sala-de-aula
A tradicao-socratica-na-sala-de-aulaA tradicao-socratica-na-sala-de-aula
A tradicao-socratica-na-sala-de-aula
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Sociologia em Movimento
Sociologia em MovimentoSociologia em Movimento
Sociologia em Movimento
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Consumo vs consumismo
Consumo vs consumismoConsumo vs consumismo
Consumo vs consumismo
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Livro de sociologia 2015 sec. xxi
Livro de sociologia 2015   sec. xxiLivro de sociologia 2015   sec. xxi
Livro de sociologia 2015 sec. xxi
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Caderno pedagógico de sociologia sta catarina
Caderno pedagógico de sociologia sta catarinaCaderno pedagógico de sociologia sta catarina
Caderno pedagógico de sociologia sta catarina
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
Regras da_abnt_para_formatacao_de_trabalhos_academicos
 Regras da_abnt_para_formatacao_de_trabalhos_academicos Regras da_abnt_para_formatacao_de_trabalhos_academicos
Regras da_abnt_para_formatacao_de_trabalhos_academicos
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 
O leviatã de thomas hobbes
O leviatã de thomas hobbesO leviatã de thomas hobbes
O leviatã de thomas hobbes
MARISE VON FRUHAUF HUBLARD
 

Mais de MARISE VON FRUHAUF HUBLARD (20)

Estatuto do idoso
Estatuto do idosoEstatuto do idoso
Estatuto do idoso
 
Portal do professor eleições de um municipio
Portal do professor   eleições de um municipioPortal do professor   eleições de um municipio
Portal do professor eleições de um municipio
 
consumo e consumismo qual o papel do consumidor consciente
 consumo e consumismo qual o papel do consumidor consciente consumo e consumismo qual o papel do consumidor consciente
consumo e consumismo qual o papel do consumidor consciente
 
Felicidade sustentável epicuro e_a_felicidade
Felicidade sustentável  epicuro e_a_felicidadeFelicidade sustentável  epicuro e_a_felicidade
Felicidade sustentável epicuro e_a_felicidade
 
Animação sobre a segunda guerra mundial
Animação sobre a segunda guerra mundialAnimação sobre a segunda guerra mundial
Animação sobre a segunda guerra mundial
 
Bioética
BioéticaBioética
Bioética
 
A filosofia e seu ensino
A filosofia e seu ensinoA filosofia e seu ensino
A filosofia e seu ensino
 
A filosofia de platão
A filosofia de platãoA filosofia de platão
A filosofia de platão
 
A filosofia e seu ensino
A filosofia e seu ensinoA filosofia e seu ensino
A filosofia e seu ensino
 
A filosofia na educação básica
A filosofia na educação básicaA filosofia na educação básica
A filosofia na educação básica
 
A atitude científica
A atitude científicaA atitude científica
A atitude científica
 
A arte da guerra
A arte da guerraA arte da guerra
A arte da guerra
 
Karl marx (materialismo histórico)
Karl marx (materialismo histórico)Karl marx (materialismo histórico)
Karl marx (materialismo histórico)
 
A tradicao-socratica-na-sala-de-aula
A tradicao-socratica-na-sala-de-aulaA tradicao-socratica-na-sala-de-aula
A tradicao-socratica-na-sala-de-aula
 
Sociologia em Movimento
Sociologia em MovimentoSociologia em Movimento
Sociologia em Movimento
 
Consumo vs consumismo
Consumo vs consumismoConsumo vs consumismo
Consumo vs consumismo
 
Livro de sociologia 2015 sec. xxi
Livro de sociologia 2015   sec. xxiLivro de sociologia 2015   sec. xxi
Livro de sociologia 2015 sec. xxi
 
Caderno pedagógico de sociologia sta catarina
Caderno pedagógico de sociologia sta catarinaCaderno pedagógico de sociologia sta catarina
Caderno pedagógico de sociologia sta catarina
 
Regras da_abnt_para_formatacao_de_trabalhos_academicos
 Regras da_abnt_para_formatacao_de_trabalhos_academicos Regras da_abnt_para_formatacao_de_trabalhos_academicos
Regras da_abnt_para_formatacao_de_trabalhos_academicos
 
O leviatã de thomas hobbes
O leviatã de thomas hobbesO leviatã de thomas hobbes
O leviatã de thomas hobbes
 

Último

Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
fernandacosta37763
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Pedro Luis Moraes
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
Manuais Formação
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
Manuais Formação
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
ProfessoraTatianaT
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
Manuais Formação
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
LuizHenriquedeAlmeid6
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
mamaeieby
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
DouglasMoraes54
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
ANDRÉA FERREIRA
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
fran0410
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
MarceloMonteiro213738
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
eaiprofpolly
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
JoanaFigueira11
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
todorokillmepls
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
AmiltonAparecido1
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
LeticiaRochaCupaiol
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
JoeteCarvalho
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
Eró Cunha
 

Último (20)

Atividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º anoAtividade de reforço de matemática 2º ano
Atividade de reforço de matemática 2º ano
 
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdfAula Contrato Individual de Trabalho .pdf
Aula Contrato Individual de Trabalho .pdf
 
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdfUFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
UFCD_3546_Prevenção e primeiros socorros_geriatria.pdf
 
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdfUFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
UFCD_10949_Lojas e-commerce no-code_índice.pdf
 
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptxSlides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
Slides Lição 12, CPAD, A Bendita Esperança, A Marca do Cristão, 2Tr24.pptx
 
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGTUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
TUTORIAL PARA LANÇAMENTOGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGGG
 
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdfUFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
UFCD_4667_Preparação e confeção de molhos e fundos de cozinha_índice.pdf
 
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptxSlides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
Slides Lição 11, Central Gospel, Os Mortos Em CRISTO, 2Tr24.pptx
 
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantilVogais Ilustrados para alfabetização infantil
Vogais Ilustrados para alfabetização infantil
 
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
O Profeta Jeremias - A Biografia de Jeremias.pptx4
 
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
A festa junina é uma tradicional festividade popular que acontece durante o m...
 
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
Telepsiquismo Utilize seu poder extrassensorial para atrair prosperidade (Jos...
 
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).pptepidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
epidemias endemia-pandemia-e-epidemia (1).ppt
 
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua PortuguesaD20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
D20 - Descritores SAEB de Língua Portuguesa
 
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
497417426-conheca-os-principais-graficos-da-radiestesia-e-da-radionica.pdf
 
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdfcronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
cronograma-enem-2024-planejativo-estudos.pdf
 
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdfOS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
OS elementos de uma boa Redação para o ENEM.pdf
 
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
1ª LEI DE OHN, CARACTERISTICAS IMPORTANTES.
 
slides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentarslides de Didática 2.pdf para apresentar
slides de Didática 2.pdf para apresentar
 
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...REGULAMENTO  DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
REGULAMENTO DO CONCURSO DESENHOS AFRO/2024 - 14ª edição - CEIRI /UREI (ficha...
 

Arte e estética

  • 1. Arte e EstéticaArte e Estética
  • 2. O que é estética?O que é estética? • Quando falamos em estética, geralmente vem àQuando falamos em estética, geralmente vem à nossa mente a noção de arte ou de gosto (belonossa mente a noção de arte ou de gosto (belo ou feio).ou feio). • Realmente a estética envolve tudo isso.Realmente a estética envolve tudo isso. • Podemos dizer que a estética é o campo daPodemos dizer que a estética é o campo da filosofia que discute as noções de belo, feio e ofilosofia que discute as noções de belo, feio e o gosto das pessoas.gosto das pessoas.
  • 3. Onde utilizamos a estética?Onde utilizamos a estética? • Em praticamente tudo.Em praticamente tudo. • Em nosso dia a dia, quando nos vestimos,Em nosso dia a dia, quando nos vestimos, escolhemos roupas a partir de concepçõesescolhemos roupas a partir de concepções estéticas.estéticas. • Em nosso trabalho, não apenas na decoraçãoEm nosso trabalho, não apenas na decoração dos ambientes, mas na própria realização dasdos ambientes, mas na própria realização das atividades.atividades. • Por exemplo, na Gastronomia existe toda umaPor exemplo, na Gastronomia existe toda uma estética para apresentar os pratos, pois comoestética para apresentar os pratos, pois como dizem alguns gastrônomos a primeira forma dedizem alguns gastrônomos a primeira forma de comer é com os olhos.comer é com os olhos.
  • 4.
  • 5. Estética e arteEstética e arte • Porém, acima de tudo, é o campo que discute uma dasPorém, acima de tudo, é o campo que discute uma das formas específicas de conhecimento humano: a arte.formas específicas de conhecimento humano: a arte. • Arte é uma forma de conhecimento muito específicaArte é uma forma de conhecimento muito específica pois ela é consiste em uma interpretação que o artistapois ela é consiste em uma interpretação que o artista faz do mundo.faz do mundo. • A arte mexe com a imaginação, com aquilo que podeA arte mexe com a imaginação, com aquilo que pode acontecer e não com aquilo que de fato é.acontecer e não com aquilo que de fato é. • Não existe arte verdadeira ou falsa, mas formas deNão existe arte verdadeira ou falsa, mas formas de interpretar o mundo.interpretar o mundo. • E... a quantidade de interpretações que se pode fazer doE... a quantidade de interpretações que se pode fazer do mundo são múltiplas.mundo são múltiplas.
  • 6.
  • 7. Sobre a arteSobre a arte • O valor de uma obra de arte não está no copiar aO valor de uma obra de arte não está no copiar a realidade, mas na representação simbólica querealidade, mas na representação simbólica que artista faz do mundo.artista faz do mundo. • Arte é uma forma de conferir sentido àArte é uma forma de conferir sentido à realidade, como classificar algo como bom ourealidade, como classificar algo como bom ou ruim.ruim. • É uma forma de transformar a experiência emÉ uma forma de transformar a experiência em objeto de conhecimento, representando-aobjeto de conhecimento, representando-a simbolicamente.simbolicamente.
  • 8.
  • 9. Obras de arte:Obras de arte: relação artista/públicorelação artista/público • Para criar uma obra de arte, o artista parte daPara criar uma obra de arte, o artista parte da intuição.intuição. • Isso significa que ele parte do conhecimentoIsso significa que ele parte do conhecimento geral do mundo para então transferi-lo para ageral do mundo para então transferi-lo para a obra de arte.obra de arte. • O Público faz o movimento contrário.O Público faz o movimento contrário. • Observa primeiro a obra para então atingir oObserva primeiro a obra para então atingir o mundo representado na obra.mundo representado na obra. • Para isso é preciso treinar a nossa sensibilidade.Para isso é preciso treinar a nossa sensibilidade.
  • 10.
  • 11. A Educação da SensibilidadeA Educação da Sensibilidade • A educação da sensibilidade requer o contatoA educação da sensibilidade requer o contato com muitas obras de arte.com muitas obras de arte. • Por isso os museus são tão importantes.Por isso os museus são tão importantes.
  • 12. FerramentasFerramentas para entender a arte:para entender a arte: DisponibilidadeDisponibilidade • DisponibilidadeDisponibilidade é querer entender a arte.é querer entender a arte. • Para tanto, é preciso, em primeiro lugar, deixarPara tanto, é preciso, em primeiro lugar, deixar de lado preconceitos e também o medo de fazerde lado preconceitos e também o medo de fazer papel de bobo.papel de bobo. • É querer deixar a obra revelar seus sentidos paraÉ querer deixar a obra revelar seus sentidos para nós.nós.
  • 13. FerramentasFerramentas para entender a arte:para entender a arte: História e História da ArteHistória e História da Arte • A história possui uma importante função, poisA história possui uma importante função, pois ela contextualiza a obra de arte.ela contextualiza a obra de arte. • Isso significa que aIsso significa que a históriahistória nos mostra valores enos mostra valores e condições que influenciaram o artista, nocondições que influenciaram o artista, no momento em que ele produzia.momento em que ele produzia. • AA história da artehistória da arte situa a obra nas técnicas e nasitua a obra nas técnicas e na sucessão de escolas e tendências artísticas aosucessão de escolas e tendências artísticas ao longo do tempo.longo do tempo.
  • 14.
  • 15. Algumas formas de arte:Algumas formas de arte: Arte figurativaArte figurativa • Representa um lugar, pessoa ou objeto de modoRepresenta um lugar, pessoa ou objeto de modo que não impeça sua identificação. Pode serque não impeça sua identificação. Pode ser realista ou estilizada.realista ou estilizada.
  • 16. Algumas formas de arte:Algumas formas de arte: Arte abstrataArte abstrata • Cria uma figura que pode apenas existir naCria uma figura que pode apenas existir na imaginação do artista, não tem a preocupaçãoimaginação do artista, não tem a preocupação em representar o real.em representar o real. • Muitas vezes se utiliza de figuras geométricas.Muitas vezes se utiliza de figuras geométricas.
  • 17. Algumas formas de arte:Algumas formas de arte: Arte modernaArte moderna • Sua principal preocupação é com a mensagemSua principal preocupação é com a mensagem transmitida pelo artista e as formas utilizadas natransmitida pelo artista e as formas utilizadas na elaboração da obra.elaboração da obra.
  • 18. Algumas formas de arte:Algumas formas de arte: Arte contemporâneaArte contemporânea • Designa um movimento diversificado de obrasDesigna um movimento diversificado de obras de arte, iniciado nos últimos 30 ou 40 anos.de arte, iniciado nos últimos 30 ou 40 anos. • Não existe uma unidade dentro dele, pois asNão existe uma unidade dentro dele, pois as concepções estéticas são plurais, assim como asconcepções estéticas são plurais, assim como as técnicas e formas utilizadas.técnicas e formas utilizadas.
  • 19. Algumas formas de arte:Algumas formas de arte: Arte de vanguardaArte de vanguarda • Pessoas que produzem uma arte fora de algumaPessoas que produzem uma arte fora de alguma corrente artística de seu tempo.corrente artística de seu tempo. • Experimentam novos estilos e maneiras de fazerExperimentam novos estilos e maneiras de fazer arte.arte.
  • 20. Sobre a estética: o beloSobre a estética: o belo • Já vimos que a estética é o ramo da filosofia queJá vimos que a estética é o ramo da filosofia que estuda racionalmente o belo.estuda racionalmente o belo. • Mas afinal o que é o belo?Mas afinal o que é o belo? • Beleza é algo objetivo?Beleza é algo objetivo? • Muda de acordo com o tempo?Muda de acordo com o tempo? • Muda de acordo com o lugar?Muda de acordo com o lugar? • Muda de pessoa para pessoa?Muda de pessoa para pessoa? • A essas e outras questões que muitos filósofos seA essas e outras questões que muitos filósofos se dedicaram a responder ao longo da história.dedicaram a responder ao longo da história.
  • 21. O belo para Platão (Séc. V a.c.)O belo para Platão (Séc. V a.c.) • Para Platão, o belo está ligado a uma essênciaPara Platão, o belo está ligado a uma essência universal.universal. • O belo não depende de quem observa, pois estáO belo não depende de quem observa, pois está contido no próprio objeto.contido no próprio objeto. • Esse é o ideal das Academias de Arte.Esse é o ideal das Academias de Arte. • Elas tentam fixar regras para a produção artísticaElas tentam fixar regras para a produção artística a partir de uma determinada concepção de belo.a partir de uma determinada concepção de belo.
  • 22.
  • 23. O belo para David Hume (Séc. XVII)O belo para David Hume (Séc. XVII) • AA Beleza é algo pessoal.Beleza é algo pessoal. • Portanto, não pode ser discutido racionalmente.Portanto, não pode ser discutido racionalmente. • Como diz o ditado popular: “Gosto não seComo diz o ditado popular: “Gosto não se discute”.discute”.
  • 24. O belo para Immanuel KantO belo para Immanuel Kant (Séc. XVIII)(Séc. XVIII) • O Belo é universal porque julgar algo é umaO Belo é universal porque julgar algo é uma faculdade de qualquer ser humano.faculdade de qualquer ser humano. • Todavia o critério de avaliação não é a razão,Todavia o critério de avaliação não é a razão, mas os sentimentos.mas os sentimentos.
  • 25. O belo para Georg Hegel (Séc. XIX)O belo para Georg Hegel (Séc. XIX) • Para Hegel a arte, o gosto e a noção do que éPara Hegel a arte, o gosto e a noção do que é belo muda de acordo com o tempo (dialética).belo muda de acordo com o tempo (dialética). • Portanto, a produção de uma obra ou aPortanto, a produção de uma obra ou a definição de algo como belo depende mais dadefinição de algo como belo depende mais da cultura de uma determinada época.cultura de uma determinada época. • O que é considerado feio em certo período podeO que é considerado feio em certo período pode ser belo em outro.ser belo em outro.
  • 26.
  • 27. O belo para a fenomenologiaO belo para a fenomenologia (Séc. XX)(Séc. XX) • A fenomenologia é uma corrente filosófica atual.A fenomenologia é uma corrente filosófica atual. • Para os fenomenólogos a obra é única e podePara os fenomenólogos a obra é única e pode ser entendida por meio daser entendida por meio da experiência estética.experiência estética. • Cada coisa tem uma forma singular de beleza.Cada coisa tem uma forma singular de beleza. • Não existe único de estética para se avaliar tudo.Não existe único de estética para se avaliar tudo.
  • 28.
  • 29. Mas... e o feio?Mas... e o feio? • A discussão sobre o que é o feio se coloca juntoA discussão sobre o que é o feio se coloca junto com a discussão do que seja o belo.com a discussão do que seja o belo. • O feio pode aparecer em uma obra de arte deO feio pode aparecer em uma obra de arte de duas maneiras.duas maneiras. • Em uma primeira, pode surgir como formaEm uma primeira, pode surgir como forma (estilo artístico feio).(estilo artístico feio). • De outra maneira, pode aparecer como temaDe outra maneira, pode aparecer como tema retratado (algo que não seja bonito de serretratado (algo que não seja bonito de ser apreciado).apreciado).
  • 30.
  • 31. Isso significa que uma obra de arteIsso significa que uma obra de arte pode ser feia?pode ser feia? • A resposta éA resposta é NÃONÃO.. • Não é nesses termos que se avalia uma obra deNão é nesses termos que se avalia uma obra de arte.arte. • Elas são avaliadas de acordo com a suaElas são avaliadas de acordo com a sua originalidade e capacidade de mexer com nossasoriginalidade e capacidade de mexer com nossas sensibilidades.sensibilidades. • Uma obra somente é feia se o artista não atingirUma obra somente é feia se o artista não atingir os objetivos a que se propôs ao criá-la.os objetivos a que se propôs ao criá-la.
  • 32. Sobre o gostoSobre o gosto • O gosto, dentro da estética, não é sinônimo deO gosto, dentro da estética, não é sinônimo de preferência.preferência. • Não devemos optar pelo queNão devemos optar pelo que preferimospreferimos emem detrimento do quedetrimento do que somossomos.. • Agindo dessa maneira fechamos possibilidadesAgindo dessa maneira fechamos possibilidades de melhorar e experimentar situações novas.de melhorar e experimentar situações novas. • Para educar nosso gosto devemos quererPara educar nosso gosto devemos querer conhecer mais do que preferir.conhecer mais do que preferir.
  • 33. O que é ter gosto?O que é ter gosto? • É saber julgar (uma obra de arte) semÉ saber julgar (uma obra de arte) sem preconceitos.preconceitos. • É deixar a arte modificar nossa concepção deÉ deixar a arte modificar nossa concepção de arte e superarmos o individual para chegarmosarte e superarmos o individual para chegarmos ao universal.ao universal. • Mikel Dufrenne (Atual) –Mikel Dufrenne (Atual) – arte se entende comarte se entende com olhar livre.olhar livre. • Está além doEstá além do sabersaber e dae da técnicatécnica..
  • 34.
  • 35. Sobre a educação do gostoSobre a educação do gosto • Ela ocorre dentro da experiência estética.Ela ocorre dentro da experiência estética. • Para tanto não devemos impor nossas regras àPara tanto não devemos impor nossas regras à arte.arte. • Deve-se deixar que as obras apresentem as suasDeve-se deixar que as obras apresentem as suas próprias.próprias. • Porém, educar nosso gosto não é uma tarefaPorém, educar nosso gosto não é uma tarefa fácil.fácil. • Deve-se começar com obras mais próximas deDeve-se começar com obras mais próximas de nós, que agradem ao nosso gosto para depoisnós, que agradem ao nosso gosto para depois apreciar obras mais complexas.apreciar obras mais complexas.
  • 36.
  • 37. Para finalizar...Para finalizar... • A vida humana possui diferentes dimensões,A vida humana possui diferentes dimensões, especialmente no nosso tempo, que é caracterizado pelaespecialmente no nosso tempo, que é caracterizado pela fragmentação.fragmentação. • A filosofia se ocupa em entender profundamente aA filosofia se ocupa em entender profundamente a totalidade da vida humana, tentando unir essatotalidade da vida humana, tentando unir essa diversidade em um todo coerente.diversidade em um todo coerente. • A estética e arte, nesse sentido, são setores de grandeA estética e arte, nesse sentido, são setores de grande importância para nossas vidas, pois estão presentes emimportância para nossas vidas, pois estão presentes em nossos julgamentos.nossos julgamentos. • Em especial, o nosso tempo requer uma educação eEm especial, o nosso tempo requer uma educação e conseqüente valorização das artes, em detrimento deconseqüente valorização das artes, em detrimento de um mundo dominado pela técnica e pela ciência.um mundo dominado pela técnica e pela ciência.