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centrada nos objectos imitados. Ela exprime-secentrada nos objectos imitados. Ela exprime-se
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(Levinson, 1979, p. 236)(Levinson, 1979, p. 236)
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O que é a arte

  • 1. O QUE É A ARTE?O QUE É A ARTE? Três teorias sobre a naturezaTrês teorias sobre a natureza da Arte.da Arte.
  • 2. 1ª Teoria: A Arte como imitação.1ª Teoria: A Arte como imitação.
  • 3. Uma obra é arte se, e só se, é produzida peloUma obra é arte se, e só se, é produzida pelo homem e imita algo.homem e imita algo.  VantagensVantagens Adequa-se ao facto incontestável de muitas pinturas,Adequa-se ao facto incontestável de muitas pinturas, esculturas e outras obras de arte.esculturas e outras obras de arte. Oferece um critério de classificação das obras de arteOferece um critério de classificação das obras de arte bastante rigoroso, o que nos permite distinguir com algumabastante rigoroso, o que nos permite distinguir com alguma facilidade uma obra de arte.facilidade uma obra de arte. Oferece um critério de valoração das obras de arte .UmaOferece um critério de valoração das obras de arte .Uma obra de arte seria tão boa quanto mais se conseguisseobra de arte seria tão boa quanto mais se conseguisse aproximar do objecto imitado.aproximar do objecto imitado. Um aspecto geral desta teoria mostra-nos que é uma teoriaUm aspecto geral desta teoria mostra-nos que é uma teoria centrada nos objectos imitados. Ela exprime-secentrada nos objectos imitados. Ela exprime-se frequentemente através de frases comofrequentemente através de frases como «este filme é excelente, pois é um retrato fiel da sociedade«este filme é excelente, pois é um retrato fiel da sociedade americana nos anos 60», ou comoamericana nos anos 60», ou como «este quadro é tão bom que mal conseguimos distinguir«este quadro é tão bom que mal conseguimos distinguir aquilo que o artista pintou do modelo utilizado».aquilo que o artista pintou do modelo utilizado».
  • 4. Arte com 30.000 anos.Arte com 30.000 anos. Testemunho e Domínio.Testemunho e Domínio.
  • 5. VantagensVantagens  Oferece um critério para distinguir aOferece um critério para distinguir a boa da má arte.boa da má arte.  Será boa a arte que imita naSerá boa a arte que imita na perfeição o objecto representado ouperfeição o objecto representado ou o modelo original, e má a que nãoo modelo original, e má a que não oferece esse efeito.oferece esse efeito.  Permite catalogar e compreenderPermite catalogar e compreender muitas obras de Arte, da pintura àmuitas obras de Arte, da pintura à música.música.
  • 6. Objecções à teoria da arte comoObjecções à teoria da arte como imitação:imitação:  O que imita estaO que imita esta obra?obra?  Ou uma obra deOu uma obra de John Cage que é sóJohn Cage que é só silêncio?silêncio?  Este conceito deEste conceito de imitação deixa deimitação deixa de fora muitas obrasfora muitas obras que os críticos e oque os críticos e o público considerampúblico consideram arte.arte.
  • 7. Para contrariar esta objecção substitui-se imitaçãoPara contrariar esta objecção substitui-se imitação por representaçãopor representação  Assim já podemosAssim já podemos dizer que na 9ªdizer que na 9ª sinfonia desinfonia de Beethoven osBeethoven os primeiros acordesprimeiros acordes representam asrepresentam as pancadas dapancadas da morte.morte.  Mas o queMas o que representa esterepresenta este quadro de Pollock?quadro de Pollock?
  • 8. Objecção 2: como saber se aObjecção 2: como saber se a representação é boa?representação é boa?  Há certas obrasHá certas obras que surgem frutoque surgem fruto da imaginação eda imaginação e que não podemosque não podemos saber se são fiéissaber se são fiéis ao modelo porqueao modelo porque não conhecemos onão conhecemos o modelo.modelo.  Exemplo: O jardimExemplo: O jardim das delícias dedas delícias de BoshBosh
  • 9. Um conceito mais lato:Um conceito mais lato: representação simbólicarepresentação simbólica
  • 10. 2ª Teoria: A Arte como Expressão2ª Teoria: A Arte como Expressão  Insatisfeitos com a teoria daInsatisfeitos com a teoria da arte como imitação (ouarte como imitação (ou representação), muitosrepresentação), muitos filósofos e artistas românticosfilósofos e artistas românticos do século XIX propuseramdo século XIX propuseram uma definição de arte queuma definição de arte que procurava libertar-se dasprocurava libertar-se das limitações da teoria anterior,limitações da teoria anterior, ao mesmo tempo queao mesmo tempo que deslocava para o artista, oudeslocava para o artista, ou criador, a chave dacriador, a chave da compreensão da arte. Trata-compreensão da arte. Trata- se da teoria da arte comose da teoria da arte como expressão. Teoria que, aindaexpressão. Teoria que, ainda hoje, uma enorme quantidadehoje, uma enorme quantidade de pessoas aceita semde pessoas aceita sem questionar. Segundo a teoriaquestionar. Segundo a teoria da expressãoda expressão
  • 11. Tese: Uma obra só é Arte seTese: Uma obra só é Arte se exprimir sentimentos e emoçõesexprimir sentimentos e emoções  São muitos eSão muitos e eloquentes oseloquentes os testemunhos detestemunhos de artistas queartistas que reconhecem areconhecem a importância deimportância de certas emoçõescertas emoções sem as quais assem as quais as suas obras nãosuas obras não teriam certamenteteriam certamente existidoexistido
  • 12. 3 critérios de avaliação3 critérios de avaliação  Sinceridade e autenticidadeSinceridade e autenticidade  Individualidade do sentimentoIndividualidade do sentimento  Clareza com que o sentimento éClareza com que o sentimento é transmitido.transmitido.
  • 13. Tipos de juízos que identificamTipos de juízos que identificam esta forma de considerar a Arte:esta forma de considerar a Arte:  Uma teoria como esta manifesta-seUma teoria como esta manifesta-se frequentemente em juízos comofrequentemente em juízos como «Este é um livro exemplar em que o«Este é um livro exemplar em que o autor nos transmite o seu desesperoautor nos transmite o seu desespero perante uma vida sem sentido»perante uma vida sem sentido» ouou comocomo «O autor do filme filma«O autor do filme filma magistralmente os seus própriosmagistralmente os seus próprios traumas e obsessões».traumas e obsessões».
  • 16. Retratos de francoise gilotRetratos de francoise gilot
  • 17. Vantagens:Vantagens:  Mais uma vez oferece umMais uma vez oferece um critério valorativo: umacritério valorativo: uma obra é tanto melhorobra é tanto melhor quanto melhor conseguirquanto melhor conseguir exprimir os sentimentos doexprimir os sentimentos do artista que a criou.artista que a criou.  Se a obra exprimeSe a obra exprime sentimentos e emoçõessentimentos e emoções autênticasautênticas então é uma verdadeiraentão é uma verdadeira obra de arte.obra de arte.  Laura Knight, CiganosLaura Knight, Ciganos
  • 18. Sentimento, Chagall, os noivosSentimento, Chagall, os noivos
  • 19. Objecções:Objecções:  Podemos dizer que osPodemos dizer que os quadros dequadros de Yves KleinYves Klein,, MondrianMondrian ou deou de VasarelyVasarely?? Expressam as emoções doExpressam as emoções do autor?O grande compositor doautor?O grande compositor do nosso século, Richardnosso século, Richard Strauss, autor de váriosStrauss, autor de vários poemas sinfónicos, como opoemas sinfónicos, como o célebre Assim Falavacélebre Assim Falava Zaratustra, esclarecia que asZaratustra, esclarecia que as suas obras eram fruto de umsuas obras eram fruto de um trabalho paciente e minuciosotrabalho paciente e minucioso no sentido de as aperfeiçoar,no sentido de as aperfeiçoar, eliminando desse modo oseliminando desse modo os defeitos inerentes a qualquerdefeitos inerentes a qualquer produto emocional.produto emocional.
  • 20. Objecção 2Objecção 2  Sobre o critério de valoração. ComoSobre o critério de valoração. Como podemos nós saber se uma determinadapodemos nós saber se uma determinada obra exprime correctamente as emoçõesobra exprime correctamente as emoções do artista que a criou, quando o artista jádo artista que a criou, quando o artista já morreu há séculos?morreu há séculos?
  • 21. 3ª Teoria: A Arte como Forma3ª Teoria: A Arte como Forma Significante:Significante:  Tese: Uma obra é Arte se provoca nasTese: Uma obra é Arte se provoca nas pessoas emoções estéticas.pessoas emoções estéticas.
  • 22. A Forma significanteA Forma significante  Mas se essa emoçãoMas se essa emoção peculiar chamada «emoçãopeculiar chamada «emoção estética» é provocadaestética» é provocada pelas obras de arte, e sópelas obras de arte, e só por elas, então tem depor elas, então tem de haver alguma propriedadehaver alguma propriedade também ela peculiar atambém ela peculiar a todas as obras de arte,todas as obras de arte, que seja capaz de provocarque seja capaz de provocar tal emoção nas pessoas.tal emoção nas pessoas. Mas essa característicaMas essa característica existe mesmo? Clive Bellexiste mesmo? Clive Bell responde que sim e dizresponde que sim e diz que é aque é a formaforma significantesignificante..
  • 23. Juízos que identificam esta teoria:Juízos que identificam esta teoria:  ““Este quadro é umaEste quadro é uma verdadeira obra-primaverdadeira obra-prima devido à excepcionaldevido à excepcional harmonia das cores eharmonia das cores e ao equilíbrio daao equilíbrio da composiçãocomposição”, ou como”, ou como ““Aquele livro éAquele livro é excelente porque estáexcelente porque está muito bem escrito emuito bem escrito e apresenta umaapresenta uma história bemhistória bem construída apoiada emconstruída apoiada em personagenspersonagens convincentes”convincentes”
  • 24. Vantagens:Vantagens:  Vantagem: podeVantagem: pode incluir todo o tipo deincluir todo o tipo de obras de arte. Desdeobras de arte. Desde que provoqueque provoque emoções estéticasemoções estéticas qualquer objecto équalquer objecto é uma obra de arte,uma obra de arte, ficando assimficando assim ultrapassado oultrapassado o carácter restritivo dascarácter restritivo das teorias anteriores.teorias anteriores.  Tracey Emin, my bedTracey Emin, my bed
  • 25. Objecções:Objecções:  Em primeiro lugar,Em primeiro lugar, podemos mostrar quepodemos mostrar que algumas pessoas nãoalgumas pessoas não sentem qualquer tiposentem qualquer tipo de emoção perantede emoção perante certas obras que sãocertas obras que são consideradas arte.consideradas arte. Quer dizer que essasQuer dizer que essas obras podem ser arteobras podem ser arte para uns e não o serpara uns e não o ser para outros?para outros?
  • 26. Gericault, A Jangada deGericault, A Jangada de Medusa 1819Medusa 1819
  • 27. Objecção 2Objecção 2  Se a forma significante é a propriedadeSe a forma significante é a propriedade que provoca em nós emoções estéticas,que provoca em nós emoções estéticas, depois de dizer que as emoções estéticasdepois de dizer que as emoções estéticas são provocadas pela forma significante ésão provocadas pela forma significante é umauma falácia de circularidade.falácia de circularidade.
  • 28. Teoria institucionalTeoria institucional Dickie define aDickie define a obra de arte comoobra de arte como um artefacto queum artefacto que possui umpossui um conjunto deconjunto de aspetos que lheaspetos que lhe conferem oconferem o statusstatus de candidato àde candidato à apreciação dasapreciação das pessoas dapessoas da instituição doinstituição do mundo da arte.mundo da arte.
  • 29. É arte quando um entendidoÉ arte quando um entendido assim o dizassim o diz A importância desta frase pode ser ilustrada pela obra de Alfred Wallis8 . Wallis era um marinheiro que nada entendia de arte e que aos 70 anos, após a morte da esposa, decidiu pintar barcos na madeira para afugentar a solidão. Casualmente, dois pintores de passagem pelo lugar gostaram de suas telas e o descobriram como artista. Como resultado as obras de Wallis podem ser hoje vistas em vários museus ingleses. Como disse um crítico, Wallis tornou-se um artista sem sequer saber que era.
  • 30. Teoria histórica da arteTeoria histórica da arte  (I) X é uma obra de arte = df X é um objeto(I) X é uma obra de arte = df X é um objeto acerca do qual uma pessoa ou pessoas,acerca do qual uma pessoa ou pessoas, possuindo a propriedade apropriada sobre X, têmpossuindo a propriedade apropriada sobre X, têm a intenção não-passageira de que este sejaa intenção não-passageira de que este seja perspetivado-como-uma-obra-de-arte, i.e.,perspetivado-como-uma-obra-de-arte, i.e., perspetivado de qualquer modo (ou modos) comoperspetivado de qualquer modo (ou modos) como foram ou são perspetivadas corretamente (ouforam ou são perspetivadas corretamente (ou padronizadamente) obras de arte anteriores.»padronizadamente) obras de arte anteriores.» (Levinson, 1979, p. 236)(Levinson, 1979, p. 236)
  • 32. Outra perspetiva histórica: asOutra perspetiva histórica: as narrativasnarrativas  À luz da sua perspetiva, o que asÀ luz da sua perspetiva, o que as une são narrativas com poderune são narrativas com poder explicativo que traçam um percursoexplicativo que traçam um percurso inteligível entre obras de arte incon-inteligível entre obras de arte incon- testáveis de um passado mais outestáveis de um passado mais ou menos remoto e acontecimentosmenos remoto e acontecimentos artísticos que lhe sucedem no tempo.artísticos que lhe sucedem no tempo.
  • 33. Uma narrativa de outro tempoUma narrativa de outro tempo
  • 34. CONCLUSÃOCONCLUSÃO Teorias sobre a Arte OBRA AUTOR PÚBLICO FORMA SIGNIFICANTECOMO EXPRESSÃOCOMO IMITAÇÃO