Sentimentos
Sensações (auditivas, visuais, …)
Extrapolações da ordem da opinião
(«quanto a mim, a infância deve ser um
tempo de […]»; «para todos nós, a infância
é»; «hoje em dia, […]»)
Foco na infância do poeta (foco teria de
ser a infância das crianças a que se alude).
«caracterize [por palavras suas] o tempo
da infância tal como ele é apresentado na
terceira estrofe»
Descritores do nível de desempenho
4
Identifica, adequadamente, duas
sensações representadas nas quatro
primeiras estrofes, citando elementos do
texto relativos a ambas as sensações.
3
Identifica, adequadamente, duas
sensações representadas nas quatro
primeiras estrofes, citando elementos do
texto relativos a apenas uma das
sensações.
OU
Identifica, com pequenas imprecisões,
duas sensações representadas nas quatro
primeiras estrofes, citando elementos do
texto relativos a ambas as sensações.
2
Identifica, adequadamente, apenas uma
sensação representada nas quatro primeiras
estrofes, citando elementos do texto relativos a
essa sensação.
OU
Identifica, adequadamente, duas sensações,
sem citar elementos do texto.
OU
Identifica, com pequenas imprecisões, duas
sensações representadas nas quatro primeiras
estrofes, citando elementos do texto relativos a
apenas uma das sensações.
1
Identifica, adequadamente, apenas uma
sensação representada nas quatro primeiras
estrofes, sem citar elementos do texto.
OU
Identifica, com pequenas imprecisões,
apenas uma sensação representada nas quatro
primeiras estrofes, citando elementos do texto
relativos a essa sensação.
Cenário de resposta
A resposta pode contemplar os tópicos
que a seguir se enunciam, ou outros consi-
derados relevantes.
Nas quatro primeiras estrofes do poema,
encontram-se representadas sensações
visuais e auditivas, através dos elementos
seguintes:
– «que já vi mas não vi» (v. 3) – sensação visual;
– «As crianças, que brincam às sacadas altas, /
Vivem entre vasos de flores» (vv. 5-6) – sensação
visual;
– «As vozes, que sobem do interior do doméstico, /
Cantam sempre» (vv. 8-9) – sensação auditiva.
1.
Nas quatro primeiras estrofes do
poema, encontram-se representadas
sensações visuais e auditivas, como se
comprova através dos elementos
seguintes: «que já vi mas não vi» (v. 3) —
sensação visual; «As crianças, que
brincam às sacadas altas, / Vivem entre
vasos de flores» (vv. 5-6) — sensação
visual; «As vozes, que sobem do interior
do doméstico. / Cantam sempre» (vv. 8-9)
— sensação auditiva.
2.
Na terceira estrofe do poema, o
tempo da infância é caracterizado por um
ambiente de despreocupação feliz,
sugerido pelo ato de brincar («As
crianças, que brincam às sacadas altas, /
Vivem entre vasos de flores», vv. 5-6), e
pela não consciência da passagem do
tempo («Sem dúvida, eternamente», v. 7).
3.
Nas seis primeiras estrofes do
poema, a relação que o sujeito poético
estabelece com «os outros» é marcada
pela diferença, dado que estes são felizes,
como se deduz dos elementos referidos
no texto: alegria aparente (v. 2 e v. 4),
brincadeira (v. 5), flores (v. 6), canto (vv.
8-10), festa (v. 11). O sujeito poético
considera-se à parte e diferente dos
«outros»: «São felizes, porque não são
eu.» (v. 4), «Que grande felicidade não ser
eu!» (v. 14).
4.
A dor e o vazio expressos na última estrofe,
particularmente no verso «Um nada que dói...» (v.
26), decorrem das reflexões desenvolvidas nas
duas estrofes anteriores. O sujeito poético
questiona-se quanto aos «outros» e aos seus
sentimentos (v. 15), concluindo que, por um lado,
cada outro é um eu (v. 16) e que só é possível
sentir enquanto «eu» ou «nós» (vv. 21-24); por
outro lado, não se pode saber o que «os outros»
sentem (vv. 17-20), uma vez que existe uma
incomunicabilidade essencial entre os seres
humanos, de que resulta a consciência separada
de cada eu.
Coordenação
•coordenada
•coordenada
– assindética
– sindética
copulativa
adversativa
disjuntiva
conclusiva
explicativa
Subordinação
•subordinante
•subordinada
– substantiva (completiva, relativa)
– adjetiva (relativa — restritiva, explicativa)
– adverbial (causal, comparativa, concessiva,
condicional, consecutiva, final, temporal)
oração subordinante
Vou lá às terças depois da aula de Português,
porque se come bem naquela taberna.
oração subordinada adverbial causal
oração subordinada adverbial causal
Porque se come bem naquela taberna,
vou lá às terças depois da aula de Português.
oração subordinante
oração coordenada
Vou lá às terças depois da aula de Português,
pois come-se bem naquela taberna.
oração coordenada explicativa
* Vou lá às terças depois da aula de Português,
pois se come bem naquela taberna.
* Pois come-se bem naquela taberna,
vou lá às terças depois da aula de Português.
oração coordenada
Não estudei nada para o teste,
por isso tive uma nota bué fraca.
oração coordenada conclusiva
Sujeito
Quem te ama / é um grande ingénuo.
Complemento direto
Já sei / quem marcará o golo do Fofó.
Complemento indireto
Dei os parabéns / a quem venceu o Prémio
Tia Albertina.
Complemento oblíquo
Os lambões só gostavam / de quem lhes trazia
gomas.
Modificador do grupo verbal
João Pereira jogará / onde Jesus queira.
Senhor Guarda, cheire o meu hálito.
Está bem, está, meu badocha!
O que é que eu fiz, Senhor Guarda?
Para que é que tu serves, meu palhaço?!
Senhor Guarda, acabo de ser vítima de um
roubo.
Se correr, | ainda os apanha.
Quero uma salada, | se faz favor.
Se [o sr. Guarda] correr,
| ainda [o sr. Guarda] os apanha.
[Eu] Quero uma salada,
| se [você] faz favor
os = complemento direto
uma salada = complemento direto
Em cada período há duas orações.
Os núcleos do predicado da primeira
frase são correr e apanha. Os da
segunda frase são quero e faz.
Vejamos agora os sujeitos (clas-
sificando-os e identificando-os). Os
sujeitos de cada uma das orações da frase
1 são nulo subentendido [o sr. Guarda];
nulo subentendido [o sr. Guarda].
Os sujeitos das orações da frase 2
são: nulo subentendido [eu]; nulo
subentendido [você].
Na frase 1, na segunda oração
(«ainda os apanha»), a função sintática
de «os» é de complemento direto.
Na frase 2, na 1.ª oração («Quero
uma salada»), a função sintática de «uma
salada» é de complemento direto.
Se correr,
Subordinada adverbial condicional
ainda os apanha.
Subordinante
Quero uma salada,
Subordinante
se faz favor.
Subordinada adverbial condicional
Se = conjunção subordinativa
condicional
A subordinante da frase 1 é «ainda os
apanha»; a subordinante da frase 2 é
«quero uma salada». As duas restantes
orações («Se correr» e «se faz favor»),
introduzidas pela conjunção subordinativa
condicional «se», são orações subordina-
das adverbiais condicionais.
A Noite do Oráculo, último título do
norte-americano Paul Auster, é um
romance que surpreende e cuja ação, a
qual inclui várias histórias encaixadas,
nos conduz a uma reflexão sobre o
tempo. O protagonista é um escritor que
acaba de recuperar de uma grave doença
e a quem imprevistos diversos
acontecem, desde aquele dia de
Setembro em que entrou numa papelaria
onde um simpático oriental lhe vendeu o
caderno de capa azul, de fabrico
português.
A partir daí, tudo quanto lhe acontece
é extraordinário e desconcertante.
E que visitou Lisboa em 1995
R que estão no Museu de Arte Antiga
E que nos recebeu na sua casa
E com quem tivemos uma interessante
conversa
R a quem a crítica costuma elogiar e cujos
romances têm grande sucesso em
Portugal
R que fala de um caderno de fabrico
português
R que admira muito Fernando Pessoa
a) Ainda que esteja mau tempo, /
terminaremos as obras dentro do prazo
estipulado.
3. oração subordinada adverbial
concessiva + oração subordinante
b) Comprámos um carro novo para que a
viagem fosse mais agradável.
4. oração subordinante + oração
subordinada adverbial final
c) Se reciclarmos, estaremos a contribuir
para a diminuição do aquecimento
global.
1. oração subordinada adverbial
condicional + oração subordinante
d) Como aprecio muito a música
clássica, decidi comprar um bilhete para
o espetáculo.
2. oração subordinada adverbial causal +
oração subordinante
e) Mal as janelas da casa se abriram, a
sala encheu-se de luz.
8. oração subordinada adverbial
temporal + oração subordinante
f) Foram premiados os alunos que
tiveram melhores notas.
7. oração subordinante + oração
subordinada adjetiva relativa restritiva
g) Veio à festa quem quis.
6. oração subordinante + oração
subordinada substantiva relativa
h) Ele estava certo de que teria sucesso
no seu novo emprego.
5. oração subordinante + oração
subordinada substantiva completiva
TPC — Vai estudando gramática (por
exemplo, lendo as páginas de gramática
que tenho copiado em Gaveta de Nuvens).
Sugiro, desta vez, que relanceiem as
relativas a ‘Coordenação e subordinação’.
Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 50

Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 50

  • 3.
  • 4.
    Extrapolações da ordemda opinião («quanto a mim, a infância deve ser um tempo de […]»; «para todos nós, a infância é»; «hoje em dia, […]») Foco na infância do poeta (foco teria de ser a infância das crianças a que se alude). «caracterize [por palavras suas] o tempo da infância tal como ele é apresentado na terceira estrofe»
  • 8.
    Descritores do nívelde desempenho 4 Identifica, adequadamente, duas sensações representadas nas quatro primeiras estrofes, citando elementos do texto relativos a ambas as sensações.
  • 9.
    3 Identifica, adequadamente, duas sensaçõesrepresentadas nas quatro primeiras estrofes, citando elementos do texto relativos a apenas uma das sensações. OU Identifica, com pequenas imprecisões, duas sensações representadas nas quatro primeiras estrofes, citando elementos do texto relativos a ambas as sensações.
  • 10.
    2 Identifica, adequadamente, apenasuma sensação representada nas quatro primeiras estrofes, citando elementos do texto relativos a essa sensação. OU Identifica, adequadamente, duas sensações, sem citar elementos do texto. OU Identifica, com pequenas imprecisões, duas sensações representadas nas quatro primeiras estrofes, citando elementos do texto relativos a apenas uma das sensações.
  • 11.
    1 Identifica, adequadamente, apenasuma sensação representada nas quatro primeiras estrofes, sem citar elementos do texto. OU Identifica, com pequenas imprecisões, apenas uma sensação representada nas quatro primeiras estrofes, citando elementos do texto relativos a essa sensação.
  • 12.
    Cenário de resposta Aresposta pode contemplar os tópicos que a seguir se enunciam, ou outros consi- derados relevantes. Nas quatro primeiras estrofes do poema, encontram-se representadas sensações visuais e auditivas, através dos elementos seguintes: – «que já vi mas não vi» (v. 3) – sensação visual; – «As crianças, que brincam às sacadas altas, / Vivem entre vasos de flores» (vv. 5-6) – sensação visual; – «As vozes, que sobem do interior do doméstico, / Cantam sempre» (vv. 8-9) – sensação auditiva.
  • 13.
    1. Nas quatro primeirasestrofes do poema, encontram-se representadas sensações visuais e auditivas, como se comprova através dos elementos seguintes: «que já vi mas não vi» (v. 3) — sensação visual; «As crianças, que brincam às sacadas altas, / Vivem entre vasos de flores» (vv. 5-6) — sensação visual; «As vozes, que sobem do interior do doméstico. / Cantam sempre» (vv. 8-9) — sensação auditiva.
  • 14.
    2. Na terceira estrofedo poema, o tempo da infância é caracterizado por um ambiente de despreocupação feliz, sugerido pelo ato de brincar («As crianças, que brincam às sacadas altas, / Vivem entre vasos de flores», vv. 5-6), e pela não consciência da passagem do tempo («Sem dúvida, eternamente», v. 7).
  • 15.
    3. Nas seis primeirasestrofes do poema, a relação que o sujeito poético estabelece com «os outros» é marcada pela diferença, dado que estes são felizes, como se deduz dos elementos referidos no texto: alegria aparente (v. 2 e v. 4), brincadeira (v. 5), flores (v. 6), canto (vv. 8-10), festa (v. 11). O sujeito poético considera-se à parte e diferente dos «outros»: «São felizes, porque não são eu.» (v. 4), «Que grande felicidade não ser eu!» (v. 14).
  • 16.
    4. A dor eo vazio expressos na última estrofe, particularmente no verso «Um nada que dói...» (v. 26), decorrem das reflexões desenvolvidas nas duas estrofes anteriores. O sujeito poético questiona-se quanto aos «outros» e aos seus sentimentos (v. 15), concluindo que, por um lado, cada outro é um eu (v. 16) e que só é possível sentir enquanto «eu» ou «nós» (vv. 21-24); por outro lado, não se pode saber o que «os outros» sentem (vv. 17-20), uma vez que existe uma incomunicabilidade essencial entre os seres humanos, de que resulta a consciência separada de cada eu.
  • 19.
  • 20.
    Subordinação •subordinante •subordinada – substantiva (completiva,relativa) – adjetiva (relativa — restritiva, explicativa) – adverbial (causal, comparativa, concessiva, condicional, consecutiva, final, temporal)
  • 22.
    oração subordinante Vou láàs terças depois da aula de Português, porque se come bem naquela taberna. oração subordinada adverbial causal
  • 23.
    oração subordinada adverbialcausal Porque se come bem naquela taberna, vou lá às terças depois da aula de Português. oração subordinante
  • 24.
    oração coordenada Vou láàs terças depois da aula de Português, pois come-se bem naquela taberna. oração coordenada explicativa
  • 25.
    * Vou láàs terças depois da aula de Português, pois se come bem naquela taberna. * Pois come-se bem naquela taberna, vou lá às terças depois da aula de Português.
  • 26.
    oração coordenada Não estudeinada para o teste, por isso tive uma nota bué fraca. oração coordenada conclusiva
  • 27.
    Sujeito Quem te ama/ é um grande ingénuo.
  • 28.
    Complemento direto Já sei/ quem marcará o golo do Fofó.
  • 29.
    Complemento indireto Dei osparabéns / a quem venceu o Prémio Tia Albertina.
  • 30.
    Complemento oblíquo Os lambõessó gostavam / de quem lhes trazia gomas.
  • 31.
    Modificador do grupoverbal João Pereira jogará / onde Jesus queira.
  • 34.
    Senhor Guarda, cheireo meu hálito. Está bem, está, meu badocha! O que é que eu fiz, Senhor Guarda?
  • 35.
    Para que éque tu serves, meu palhaço?! Senhor Guarda, acabo de ser vítima de um roubo.
  • 36.
    Se correr, |ainda os apanha. Quero uma salada, | se faz favor.
  • 37.
    Se [o sr.Guarda] correr, | ainda [o sr. Guarda] os apanha. [Eu] Quero uma salada, | se [você] faz favor
  • 38.
    os = complementodireto uma salada = complemento direto
  • 39.
    Em cada períodohá duas orações. Os núcleos do predicado da primeira frase são correr e apanha. Os da segunda frase são quero e faz.
  • 40.
    Vejamos agora ossujeitos (clas- sificando-os e identificando-os). Os sujeitos de cada uma das orações da frase 1 são nulo subentendido [o sr. Guarda]; nulo subentendido [o sr. Guarda]. Os sujeitos das orações da frase 2 são: nulo subentendido [eu]; nulo subentendido [você].
  • 41.
    Na frase 1,na segunda oração («ainda os apanha»), a função sintática de «os» é de complemento direto. Na frase 2, na 1.ª oração («Quero uma salada»), a função sintática de «uma salada» é de complemento direto.
  • 42.
    Se correr, Subordinada adverbialcondicional ainda os apanha. Subordinante
  • 43.
    Quero uma salada, Subordinante sefaz favor. Subordinada adverbial condicional
  • 44.
    Se = conjunçãosubordinativa condicional
  • 45.
    A subordinante dafrase 1 é «ainda os apanha»; a subordinante da frase 2 é «quero uma salada». As duas restantes orações («Se correr» e «se faz favor»), introduzidas pela conjunção subordinativa condicional «se», são orações subordina- das adverbiais condicionais.
  • 48.
    A Noite doOráculo, último título do norte-americano Paul Auster, é um romance que surpreende e cuja ação, a qual inclui várias histórias encaixadas, nos conduz a uma reflexão sobre o tempo. O protagonista é um escritor que acaba de recuperar de uma grave doença e a quem imprevistos diversos acontecem, desde aquele dia de Setembro em que entrou numa papelaria onde um simpático oriental lhe vendeu o caderno de capa azul, de fabrico português.
  • 49.
    A partir daí,tudo quanto lhe acontece é extraordinário e desconcertante.
  • 51.
    E que visitouLisboa em 1995 R que estão no Museu de Arte Antiga E que nos recebeu na sua casa E com quem tivemos uma interessante conversa
  • 52.
    R a quema crítica costuma elogiar e cujos romances têm grande sucesso em Portugal R que fala de um caderno de fabrico português R que admira muito Fernando Pessoa
  • 54.
    a) Ainda queesteja mau tempo, / terminaremos as obras dentro do prazo estipulado. 3. oração subordinada adverbial concessiva + oração subordinante
  • 55.
    b) Comprámos umcarro novo para que a viagem fosse mais agradável. 4. oração subordinante + oração subordinada adverbial final
  • 56.
    c) Se reciclarmos,estaremos a contribuir para a diminuição do aquecimento global. 1. oração subordinada adverbial condicional + oração subordinante
  • 57.
    d) Como apreciomuito a música clássica, decidi comprar um bilhete para o espetáculo. 2. oração subordinada adverbial causal + oração subordinante
  • 58.
    e) Mal asjanelas da casa se abriram, a sala encheu-se de luz. 8. oração subordinada adverbial temporal + oração subordinante
  • 59.
    f) Foram premiadosos alunos que tiveram melhores notas. 7. oração subordinante + oração subordinada adjetiva relativa restritiva
  • 60.
    g) Veio àfesta quem quis. 6. oração subordinante + oração subordinada substantiva relativa
  • 61.
    h) Ele estavacerto de que teria sucesso no seu novo emprego. 5. oração subordinante + oração subordinada substantiva completiva
  • 63.
    TPC — Vaiestudando gramática (por exemplo, lendo as páginas de gramática que tenho copiado em Gaveta de Nuvens). Sugiro, desta vez, que relanceiem as relativas a ‘Coordenação e subordinação’.