O documento discute dois poemas de Fernando Pessoa que expressam seu desejo de conciliar pensamento e sentimento. No poema "Ela canta, pobre ceifeira", o eu lírico inveja a "alegre inconsciência" da ceifeira ao ouvir seu canto e deseja "ter a consciência disso". Da mesma forma, no poema "Gato que brincas na rua", o eu lírico deseja "ter a tua inconsciência, e a consciência de a ter".