Na minha opinião, elejo como estrofe de
que mais gosto a terceira estrofe.
Na terceira estrofe, …
Na minha opinião,
No meu entender,
Para mim,
Comente o texto.
Comentando o texto, direi que …
Pois…
[…], isto porque
[…], porque
herói, herói esse que
herói, que
as ações dele
as suas ações
fala que
diz-nos que
refere
Chamo de herói
Chamo herói
um Herói
um herói
um Homem
um homem
No último verso: «lkiutfrdeswxc», o sujeito
poético…
No último verso — «lkiutfrdeswxc» —, o
sujeito poético…
No último verso, «lkiutfrdeswxc», o sujeito
poético…
«klifgletoid». Na poesia de…
«Deus queira que o Sporting não perca
hoje». Este verso exprime, ironicamente,
o desejo do sujeito poético.
O verso «Deus queira que o Sporting não
perca hoje» exprime, ironicamente, o
desejo do sujeito poético.
O verso 1 («Deus queira que o Sporting
não perca hoje») exprime, ironicamente,
o desejo do sujeito poético.
tal e tal, («rtfgtrujlo»)
tal e tal («rtfgtrujlo»),
O herói é frágil «Mas apenas por último
indefeso», o que é uma pena.
O herói é frágil, «Mas apenas por último
indefeso», o que é uma pena.
O herói é frágil «Mas apenas por último indefeso», o que é uma pena.
O herói é frágil, «Mas apenas por último indefeso», o que é uma
pena.
O herói é frágil («Mas apenas por último
indefeso»), o que é uma pena.
O herói é frágil — «Mas apenas por último
indefeso» —, o que é uma pena.
O herói é frágil («Mas apenas por último
indefeso», v. 11), o que é uma pena.
O herói é frágil — «Mas apenas por último
indefeso» (v. 11) —, o que é uma pena.
O canto da ceifeira brota de uma voz
simultaneamente alegre e triste, é
suave e musical como um canto de ave.
A expressão «a sua voz, cheia / de
alegre e anónima viuvez» contém uma
dupla adjetivação e um paradoxo
expressivos; igualmente significante é a
metáfora «Ondula».
O adjetivo «pobre», anteposto ao
substantivo «ceifeira», expressa a
apreciação subjetiva que o sujeito
poético faz da mulher — ‘pobre’, porque
não sabe. Se o mesmo adjectivo
estivesse colocado depois do
substantivo, indicaria a condição social
da ceifeira (e teria então o seu valor
denotativo.
Ao ouvir o canto, o poeta sente-se,
paradoxalmente, alegre e triste.
A ceifeira canta «sem razão», isto é,
sem pensar. Pelo contrário, o sujeito
poético, que sente tristeza e alegria ao
ouvir o canto, pensa no que sente, não
consegue sentir sem pensar. Nele, a
sensação converte-se em pensamento,
intelectualiza-se.
O poeta gostaria de ser a ceifeira com
a sua «alegre inconsciência», o que é o
mesmo que dizer que gostaria de sentir
sem pensar, mas gostaria,
simultaneamente, de ser ele mesmo, de
ter a consciência de ser inconsciente. O
que o poeta deseja, afinal, é unir o sentir
ao pensar.
É com tristeza e desolação que o
poeta afirma a consciência que tem do
peso da ciência, do pensamento, que
impede que a vida, que é tão breve, seja
vivida inconsciente e alegremente.
No final do poema, o poeta exprime o
desejo de se deixar invadir e conduzir
pelas sensações despertadas pela
natureza — o céu, o campo — e pelo
canto da ceifeira. Este desejo de sentir
equivale ao desejo de não pensar.
a. = 2.ª parte // O tom coloquial contribui
para a aproximação do sujeito da
enunciação à figura que capta as suas
atenções (cfr. as 2.ªs pessoas; as
exclamações; o estilo fragmentado).
b. = 1.ª parte // As aliterações (/l/, nos vv.
5-6: «ondula», «limpo», limiar»; /v/,
«viuvez», «voz», ave», curvas», «suave»,
«ouvi-la», «tivesse», «vida») e
assonâncias de sons nasais (/ã/, passim)
produzem um ritmo ondulatório
coincidente com a natureza do elemento
descrito.
c. = 1.ª parte // A focalização incide sobre
o canto da ceifeira e os seus efeitos
contraditórios sobre o eu lírico.
d. = 1.ª parte // O uso do presente do
indicativo («canta», «ceifa», «ondula»,
«há», «tem») cumpre propósitos
descritivos.
e. = 2.ª parte // A linguagem expressiva
(cfr. exclamações, interjeições [«ah»],
apóstrofes [«ó céu!», «ó campo», «ó
canção»]) denota a emoção e o desejo de
transformação do sujeito poético.
f. = 2.ª parte // O recurso a formas verbais
no imperativo («entrai», «tornai»,
«passai», «derrama») concretiza os
sucessivos apelos do «eu».
a. A intromissão de um ponto de vista
valorativo do sujeito poético na
descrição do canto da ceifeira, que se
reflete em formas de um discurso
dubitativo, modalizante ("julgando-se
feliz, talvez", "pobre ceifeira" e "alegre e
anónima viuvez"),
6. perturba e compromete a descrição
objetiva desse canto.
b. O verso 14
4. sintetiza as razões da angústia do eu
lírico (o pensamento racional como
justificação para a incapacidade de
sentir verdadeira e instintivamente) e
consequente sentimento de admiração
face à ceifeira.
c. Com o uso de formas no infinitivo
pessoal ("poder ser tu", "Ter a tua alegre"),
o sujeito poético
2. expressa os seus desejos de identifi-
cação com a ceifeira.
d. Na explicitação do seu primeiro desejo
("Ah, canta, canta sem razão!/[...]
"Derrama no meu coração /A tua incerta
voz ondeando!", w. 13,15-16), o eu
enunciador
3. manifesta a sua necessidade de
contacto com um elemento externo
confortador.
e. Ao contrário da primeira aspiração,
viável, o segundo desejo declarado pelo
eu lírico ("Ah, poder ser tu, sendo eu", v.
17)
5. manifesta uma vontade de permuta
impraticável, porque paradoxal,
confirmada por outro desejo paradoxal:
"Ter a tua alegre inconsciência / E a
consciência disso!".
f. Com a exclamação "[...] A ciência / Pesa
tanto e a vida é tão breve!" (vv. 20-21), o
sujeito poético
7. reforça a dor de pensar, de ser lúcido,
tema do poema.
g. Perante os factos, no final da quinta
quadra e na última estrofe, através de
sucessivas apóstrofes, o poeta
1. dirige a alguns elementos naturais do
cenário em que a ceifeira se move um
último apelo, revelador do seu desejo de
dispersão, de aniquilamento, que
culmina no verso final.
A sequência de imagens pode ser
entendida como uma representação do
drama de Fernando Pessoa associado às
dicotomias pensamento/sentimento e
infelicidade/felicidade: à medida que o
pensamento se reduz, aumenta a felicidade,
pelo que a inconsciência provoca maiores
sorrisos.
Estabelece a relação entre os dois
textos («Gato que brincas na rua» e «Ela
canta, pobre ceifeira»), no que diz
respeito ao desejo impossível expresso
em ambos — compatibilizar o sentir e o
pensar. Inclui umas duas ou três citações
de «Gato que brincas na rua».
Usa setenta a cem palavras.
A caneta.
TPC — Em folha solta, em cem a
cento e vinte palavras, redige o texto
pedido em «Escrita», 1, p. 43 («Redige um
texto, de cem a cento e vinte palavras, no
qual compares o poema “Gato que brincas
na rua” com o texto abaixo, de Vasco
Graça Moura [«um gato de lisboa»] [...]»).

Apresentação para décimo segundo ano de 2016 7, aula 8-9

  • 2.
    Na minha opinião,elejo como estrofe de que mais gosto a terceira estrofe. Na terceira estrofe, …
  • 3.
    Na minha opinião, Nomeu entender, Para mim,
  • 4.
    Comente o texto. Comentandoo texto, direi que …
  • 5.
  • 6.
    […], isto porque […],porque herói, herói esse que herói, que
  • 7.
    as ações dele assuas ações
  • 8.
  • 9.
  • 10.
    um Herói um herói umHomem um homem
  • 11.
    No último verso:«lkiutfrdeswxc», o sujeito poético… No último verso — «lkiutfrdeswxc» —, o sujeito poético… No último verso, «lkiutfrdeswxc», o sujeito poético…
  • 12.
  • 13.
    «Deus queira queo Sporting não perca hoje». Este verso exprime, ironicamente, o desejo do sujeito poético. O verso «Deus queira que o Sporting não perca hoje» exprime, ironicamente, o desejo do sujeito poético. O verso 1 («Deus queira que o Sporting não perca hoje») exprime, ironicamente, o desejo do sujeito poético.
  • 14.
    tal e tal,(«rtfgtrujlo») tal e tal («rtfgtrujlo»),
  • 15.
    O herói éfrágil «Mas apenas por último indefeso», o que é uma pena. O herói é frágil, «Mas apenas por último indefeso», o que é uma pena.
  • 16.
    O herói éfrágil «Mas apenas por último indefeso», o que é uma pena. O herói é frágil, «Mas apenas por último indefeso», o que é uma pena. O herói é frágil («Mas apenas por último indefeso»), o que é uma pena. O herói é frágil — «Mas apenas por último indefeso» —, o que é uma pena.
  • 17.
    O herói éfrágil («Mas apenas por último indefeso», v. 11), o que é uma pena. O herói é frágil — «Mas apenas por último indefeso» (v. 11) —, o que é uma pena.
  • 20.
    O canto daceifeira brota de uma voz simultaneamente alegre e triste, é suave e musical como um canto de ave.
  • 21.
    A expressão «asua voz, cheia / de alegre e anónima viuvez» contém uma dupla adjetivação e um paradoxo expressivos; igualmente significante é a metáfora «Ondula».
  • 22.
    O adjetivo «pobre»,anteposto ao substantivo «ceifeira», expressa a apreciação subjetiva que o sujeito poético faz da mulher — ‘pobre’, porque não sabe. Se o mesmo adjectivo estivesse colocado depois do substantivo, indicaria a condição social da ceifeira (e teria então o seu valor denotativo.
  • 23.
    Ao ouvir ocanto, o poeta sente-se, paradoxalmente, alegre e triste.
  • 24.
    A ceifeira canta«sem razão», isto é, sem pensar. Pelo contrário, o sujeito poético, que sente tristeza e alegria ao ouvir o canto, pensa no que sente, não consegue sentir sem pensar. Nele, a sensação converte-se em pensamento, intelectualiza-se.
  • 25.
    O poeta gostariade ser a ceifeira com a sua «alegre inconsciência», o que é o mesmo que dizer que gostaria de sentir sem pensar, mas gostaria, simultaneamente, de ser ele mesmo, de ter a consciência de ser inconsciente. O que o poeta deseja, afinal, é unir o sentir ao pensar.
  • 26.
    É com tristezae desolação que o poeta afirma a consciência que tem do peso da ciência, do pensamento, que impede que a vida, que é tão breve, seja vivida inconsciente e alegremente.
  • 27.
    No final dopoema, o poeta exprime o desejo de se deixar invadir e conduzir pelas sensações despertadas pela natureza — o céu, o campo — e pelo canto da ceifeira. Este desejo de sentir equivale ao desejo de não pensar.
  • 30.
    a. = 2.ªparte // O tom coloquial contribui para a aproximação do sujeito da enunciação à figura que capta as suas atenções (cfr. as 2.ªs pessoas; as exclamações; o estilo fragmentado).
  • 31.
    b. = 1.ªparte // As aliterações (/l/, nos vv. 5-6: «ondula», «limpo», limiar»; /v/, «viuvez», «voz», ave», curvas», «suave», «ouvi-la», «tivesse», «vida») e assonâncias de sons nasais (/ã/, passim) produzem um ritmo ondulatório coincidente com a natureza do elemento descrito.
  • 32.
    c. = 1.ªparte // A focalização incide sobre o canto da ceifeira e os seus efeitos contraditórios sobre o eu lírico.
  • 33.
    d. = 1.ªparte // O uso do presente do indicativo («canta», «ceifa», «ondula», «há», «tem») cumpre propósitos descritivos.
  • 34.
    e. = 2.ªparte // A linguagem expressiva (cfr. exclamações, interjeições [«ah»], apóstrofes [«ó céu!», «ó campo», «ó canção»]) denota a emoção e o desejo de transformação do sujeito poético.
  • 35.
    f. = 2.ªparte // O recurso a formas verbais no imperativo («entrai», «tornai», «passai», «derrama») concretiza os sucessivos apelos do «eu».
  • 37.
    a. A intromissãode um ponto de vista valorativo do sujeito poético na descrição do canto da ceifeira, que se reflete em formas de um discurso dubitativo, modalizante ("julgando-se feliz, talvez", "pobre ceifeira" e "alegre e anónima viuvez"), 6. perturba e compromete a descrição objetiva desse canto.
  • 38.
    b. O verso14 4. sintetiza as razões da angústia do eu lírico (o pensamento racional como justificação para a incapacidade de sentir verdadeira e instintivamente) e consequente sentimento de admiração face à ceifeira.
  • 39.
    c. Com ouso de formas no infinitivo pessoal ("poder ser tu", "Ter a tua alegre"), o sujeito poético 2. expressa os seus desejos de identifi- cação com a ceifeira.
  • 40.
    d. Na explicitaçãodo seu primeiro desejo ("Ah, canta, canta sem razão!/[...] "Derrama no meu coração /A tua incerta voz ondeando!", w. 13,15-16), o eu enunciador 3. manifesta a sua necessidade de contacto com um elemento externo confortador.
  • 41.
    e. Ao contrárioda primeira aspiração, viável, o segundo desejo declarado pelo eu lírico ("Ah, poder ser tu, sendo eu", v. 17) 5. manifesta uma vontade de permuta impraticável, porque paradoxal, confirmada por outro desejo paradoxal: "Ter a tua alegre inconsciência / E a consciência disso!".
  • 42.
    f. Com aexclamação "[...] A ciência / Pesa tanto e a vida é tão breve!" (vv. 20-21), o sujeito poético 7. reforça a dor de pensar, de ser lúcido, tema do poema.
  • 43.
    g. Perante osfactos, no final da quinta quadra e na última estrofe, através de sucessivas apóstrofes, o poeta 1. dirige a alguns elementos naturais do cenário em que a ceifeira se move um último apelo, revelador do seu desejo de dispersão, de aniquilamento, que culmina no verso final.
  • 46.
    A sequência deimagens pode ser entendida como uma representação do drama de Fernando Pessoa associado às dicotomias pensamento/sentimento e infelicidade/felicidade: à medida que o pensamento se reduz, aumenta a felicidade, pelo que a inconsciência provoca maiores sorrisos.
  • 47.
    Estabelece a relaçãoentre os dois textos («Gato que brincas na rua» e «Ela canta, pobre ceifeira»), no que diz respeito ao desejo impossível expresso em ambos — compatibilizar o sentir e o pensar. Inclui umas duas ou três citações de «Gato que brincas na rua». Usa setenta a cem palavras. A caneta.
  • 49.
    TPC — Emfolha solta, em cem a cento e vinte palavras, redige o texto pedido em «Escrita», 1, p. 43 («Redige um texto, de cem a cento e vinte palavras, no qual compares o poema “Gato que brincas na rua” com o texto abaixo, de Vasco Graça Moura [«um gato de lisboa»] [...]»).