No período que abre o texto (ll. 1-5), reconhecemos dois objetivos ilocutórios (correspondentes a cada uma das metades em que a vírgula os divide): a) declarativo; compromissivo. b) assertivo; compromissivo.   Eu sei que... | mas vou tomar como... c) expressivo; declarativo. d) expressivo; assertivo.
Em «E não será a despropósito, como os leitores verão» (5-7), a) a forma de tratamento corresponde a artigo definido + nome + 3.ª pessoa. os  leitores  verão b) a forma de tratamento corresponde a artigo definido + nome + 2.ª pessoa.  c) a forma de tratamento corresponde a você + 3.ª pessoa. d) o narrador não se dirige a ninguém.
No terceiro parágrafo (10-20), o cronista a) permite que depreendamos ter havido críticas à delegação portuguesa. b) ironiza com o facto de ter havido poucos comentadores. c) critica o facto de não se verem imagens de quem comenta os Jogos. d) ridiculariza a semelhança das opiniões dos comentadores.
Oh, não vou tratar da delegação portuguesa, nem de atletas a quem o corpo pede caminha, nem nada disso,  que já está batido e rebatido .
Nas falas em discurso direto a que o cronista recorre nas ll. 22-29, o que se satiriza é a) a estranheza dos nomes dos atletas concorrentes. b) a irrelevância de algumas modalidades nos Jogos. c) a linguagem dos que comentavam os Jogos.  ele que | ela que | ele que   d) o excesso de repetições das mesmas reportagens.
«E com isto sagraram-se, todos, campeões mundiais da Bengala Idiota, (= bordão) em todas as categorias» (33-36) reporta-se a) aos atletas. b) aos comentadores. c) aos membros da delegação portuguesa. d) a todos os participantes.
«Isto é a rapaziada do desporto, há que dar-lhes o desconto...» (43-44) refere-se a) à delegação portuguesa e aos atletas. b) aos atletas portugueses. c) aos atletas de todos os países. d) aos comentadores.
O parágrafo entre parênteses nas linhas 45-51 critica a) a condescendência que se costuma ter com a linguagem do jornalismo desportivo. b) o facto de se ser mais exigente em termos linguísticos com os desportistas do que com outros grupos. c) a linguagem de muitos com responsabilidades, o que quase tornaria legítima a complacência com outros erros. d) o desprezo a que se tem votado a linguagem desportiva.
Nas ll. 52-59, o narrador  assume  que o bordão linguístico «sempre igual a si próprio» a) já não é corrente.   julgo que não, embora talvez me engane b) ainda perdura. c) talvez ainda perdure. d) é uma verdadeira epidemia.
Para o cronista, conforme se anuncia nas ll. 61-62, o mais trágico é que  a) também na Antena 2, em programas culturais, se ouve já  «sempre igual a si próprio» . b) a praga do  «sempre igual a si próprio»  já passou aos programas culturais. c) «ele que» já extravasou dos programas desportivos para os culturais. d) estes tiques linguísticos se revelam  definitivos .
Nas ll. 76-78 alude-se a  a) produtos com prazos de validade curtos. b) um negregado dia. c) epidemias breves. d) modismos efémeros.
O que incomodou João Aguiar, aquando da divulgação de  Mulheres à beira de um ataque de nervos , foi a) o próprio filme de Almodovar. b) a menção que o título continha a «nervos».  c) o trocadilho fácil que o título do filme inspirou. d) a escola jornalística dos totós que palravam diante de microfones.
O «vírus» na l. 101 corresponde a) ao bordão «ele que». b) ao bordão «eles que». c) aos apresentadores-robôs. d) aos comentadores-robôs e aos apresentadores-robôs.
As formas corretas das palavras em itálico nas linhas 109-112 seriam: a) «membro»; «quaisquer»; «aversão». b) «membrana»; «qualquer»; «medo». c) «membro»; «quaisquer»; «medo». d) «membro»; «quaisquer»; «atração».
membro  é nome sobrecomum qualquer (sing.) >  quaisquer  (pl.) fobia = 'medo' (queria dizer-se o contrário: «gosto,  atração  por»
Nas últimas três linhas do texto (115-117), recorre-se a a) três das expressões em moda que o texto mencionara.  Um pobre de Cristo não consegue manter-se  sempre igual a si próprio   e fica, inevitavelmente,  à beira de um ataque de nervos .  Ele que  era tão calmo, pobre rapaz. b) duas das expressões em moda que o texto mencionara. c) uma das expressões em moda que o texto mencionara. d) quatro das expressões em moda que o texto mencionara.
O texto trata de um fenómeno de a) variação geográfica, que não é seguro se venha a estender a todos os falantes. b) moda, que pode vir a implicar alguma mudança linguística efetiva. c) dialeto do português. d) variante do português.
Identificam este texto com o género cronístico as seguintes características: a) linguagem informativa e objetiva; atualidade do tema. b) preocupação com o quotidiano; tom pedagógico. c) existência de  lead ; referência à atualidade. d) linguagem literária; predomínio da subjetividade.
 
Termos antecedente, sucedente, referencial Anáfora, catáfora Referente; c orre ferentes Cadeia de referência.
A pneumoultramicroscopicos-silicovulcanoconiose  é uma doença tramada. Apanhei- a  há pouco. Termo antecedente  (termo referencial) Anáfora  (termo anafórico)
O termo antecedente e o termo anafórico são  co rr eferentes , isto é, têm o mesmo  referente  (tanto o sintagma nominal «A pneumo...» como o pronome « a » reportam-se ao referente ‘pneumoultra-microscopicossilicovulcanoco-niose’).
O oftalmotorrinolaringologista  chegou atrasado.  O pobre do médico  tem tido problemas. Termo antecedente (termo referencial)   Anáfora (termo anafórico)
O termo antecedente e o termo anafórico têm de novo o mesmo  referente  (são, portanto,  correfe-rentes ). O que permite percebermos essa  co rr eferência  é o facto de «oftalmotorrinolaringologista» ser um  hipónimo  do hiperónimo « médico ». Assim, podemos usar como anáfora este último termo, já que ele, englobando-o, nos permite inferir o outro termo.
O corpo humano  é uma máquina. Então  o esternocleidomastóideo  funciona exemplarmente.
Podemos considerar que «o esternocleidomastóideo» é entendido como  termo anafórico  de «o corpo humano» (que será o termo  antecedente ), porque entre ambos há uma relação de holonímia-meronímia («corpo humano» é  holónimo  dos merónimos « esternocleido-mastóideo », «braço», «perna», etc.).
Que raio, já  a  perdi! E ainda foi cara  a tetrabromometacresolsulfonoftaleína .
O pronome « a » e o sintagma nominal « a tetrabromometacresol-sulfonoftaleína » são também  co r-r eferentes . No entanto, agora o  referente  está  depois  do pronome que o substitui. Nestes casos, dizemos que se trata não de uma  anáfora , mas de uma  catáfora . O termo referencial é  sucedente .
Que raio, já  a  perdi! E ainda foi cara  a tetrabromometacresolsulfonoftaleína .     catáfora (termo catafórico)   termo sucedente (termo referencial)
Uma sequência cuja interpretação depende do valor referencial de anáforas ou de catáforas constitui uma  cadeia de referência .  Às vezes, numa cadeia de referência, o termo anafórico não se realiza lexicalmente (está «subentendido»; houve a sua  elipse ). É o que sucede em:
O comandante Schettino  queria ficar no navio, mas  Ø  tropeçou na escada e  Ø  caiu num bote.   Termo antecedente   Elipse   Elipse
Percebemos que o sujeito da oração adversativa, embora subentendido (ou «elidido»), é « ele » ou « O comandante Schettino ».
 
 
Autorretrato com uma Camélia  faz parte daquilo que a introspeção artística produziu de melhor, introspeção essa que será sempre Lisboa para o pintor. Ao mesmo tempo, o pequeno quadro testemunha o seu conhecimento das reproduções dos  rostos  que ornamentam os caixões das múmias egípcias dos séculos II a IV da nossa era, tão impressionante com os seus enormes  olhos  pintados, os seus dentinhos claramente  estruturados , as
suas  formas  reduzidas e a sua expressão mística  enigmática . Para além destas considerações arcaizantes, Modersohn-Becker acentua o  contraste  de cores nitidamente delimitadas entre os tons sonoros de  castanho  da figura em busto vista de  frente  e colocada na sombra e o  azul-claro  do plano de  fundo  que irradia
em redor da sua cabeça como uma  auréola . O ramo de  camélias  que a artista coloca de maneira demonstrativa no eixo mediano é considerado como um símbolo de  crescimento  e de  fecundidade .
 
A atitude  enérgica , os traços  marcantes , o  chapéu  extravagante dizem muito sobre a personalidade da pintora, uma mulher  inteligente  e com grande experiência do submundo. As cores  vivas  aplicadas em grandes pinceladas e os  contornos  que rodeiam as formas revelam as influências artísticas essenciais para Ricky van Wolfswinkel:
a dos Nabiços, evidentemente, mas também a da «tintura de iodo» de Edvard Münch. Partindo destas missas, o autorretrato exalta as  cores , baseadas em  contrastes  brilhantes para atingir uma veemência tipicamente expressionista.
Escreve um curto trecho a propósito de cada um dos autorretratos na p. 144, de maneira a ficares com um exemplo dos quatro principais tipos de  objetivo ilocutório (assertivo, compromissivo, expressivo, diretivo) . Eu próprio fiz frases para os cinco tipos, relativas porém aos autorretratos da p. 145.
As frases podem ter vários registos, como se vê pelos exemplos, mas não deverão ser preguiçosas.  (A matéria em causa —  atos  ilocutórios — está resumida no manual, pp. 321-322.)
 
 
 
 
TPC Na próxima aula, deves trazer o conto relativo a cooperação/solida-riedade. Por favor, não uses nada da net. Como se trata de uma primeira versão, ainda a melhorar, podes, se preferires, usar entrelinha mais apertada e, portanto, poupar papel.
 

Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 33

  • 1.
  • 2.
    No período queabre o texto (ll. 1-5), reconhecemos dois objetivos ilocutórios (correspondentes a cada uma das metades em que a vírgula os divide): a) declarativo; compromissivo. b) assertivo; compromissivo. Eu sei que... | mas vou tomar como... c) expressivo; declarativo. d) expressivo; assertivo.
  • 3.
    Em «E nãoserá a despropósito, como os leitores verão» (5-7), a) a forma de tratamento corresponde a artigo definido + nome + 3.ª pessoa. os leitores verão b) a forma de tratamento corresponde a artigo definido + nome + 2.ª pessoa. c) a forma de tratamento corresponde a você + 3.ª pessoa. d) o narrador não se dirige a ninguém.
  • 4.
    No terceiro parágrafo(10-20), o cronista a) permite que depreendamos ter havido críticas à delegação portuguesa. b) ironiza com o facto de ter havido poucos comentadores. c) critica o facto de não se verem imagens de quem comenta os Jogos. d) ridiculariza a semelhança das opiniões dos comentadores.
  • 5.
    Oh, não voutratar da delegação portuguesa, nem de atletas a quem o corpo pede caminha, nem nada disso, que já está batido e rebatido .
  • 6.
    Nas falas emdiscurso direto a que o cronista recorre nas ll. 22-29, o que se satiriza é a) a estranheza dos nomes dos atletas concorrentes. b) a irrelevância de algumas modalidades nos Jogos. c) a linguagem dos que comentavam os Jogos. ele que | ela que | ele que d) o excesso de repetições das mesmas reportagens.
  • 7.
    «E com istosagraram-se, todos, campeões mundiais da Bengala Idiota, (= bordão) em todas as categorias» (33-36) reporta-se a) aos atletas. b) aos comentadores. c) aos membros da delegação portuguesa. d) a todos os participantes.
  • 8.
    «Isto é arapaziada do desporto, há que dar-lhes o desconto...» (43-44) refere-se a) à delegação portuguesa e aos atletas. b) aos atletas portugueses. c) aos atletas de todos os países. d) aos comentadores.
  • 9.
    O parágrafo entreparênteses nas linhas 45-51 critica a) a condescendência que se costuma ter com a linguagem do jornalismo desportivo. b) o facto de se ser mais exigente em termos linguísticos com os desportistas do que com outros grupos. c) a linguagem de muitos com responsabilidades, o que quase tornaria legítima a complacência com outros erros. d) o desprezo a que se tem votado a linguagem desportiva.
  • 10.
    Nas ll. 52-59,o narrador assume que o bordão linguístico «sempre igual a si próprio» a) já não é corrente. julgo que não, embora talvez me engane b) ainda perdura. c) talvez ainda perdure. d) é uma verdadeira epidemia.
  • 11.
    Para o cronista,conforme se anuncia nas ll. 61-62, o mais trágico é que a) também na Antena 2, em programas culturais, se ouve já «sempre igual a si próprio» . b) a praga do «sempre igual a si próprio» já passou aos programas culturais. c) «ele que» já extravasou dos programas desportivos para os culturais. d) estes tiques linguísticos se revelam definitivos .
  • 12.
    Nas ll. 76-78alude-se a a) produtos com prazos de validade curtos. b) um negregado dia. c) epidemias breves. d) modismos efémeros.
  • 13.
    O que incomodouJoão Aguiar, aquando da divulgação de Mulheres à beira de um ataque de nervos , foi a) o próprio filme de Almodovar. b) a menção que o título continha a «nervos». c) o trocadilho fácil que o título do filme inspirou. d) a escola jornalística dos totós que palravam diante de microfones.
  • 14.
    O «vírus» nal. 101 corresponde a) ao bordão «ele que». b) ao bordão «eles que». c) aos apresentadores-robôs. d) aos comentadores-robôs e aos apresentadores-robôs.
  • 15.
    As formas corretasdas palavras em itálico nas linhas 109-112 seriam: a) «membro»; «quaisquer»; «aversão». b) «membrana»; «qualquer»; «medo». c) «membro»; «quaisquer»; «medo». d) «membro»; «quaisquer»; «atração».
  • 16.
    membro énome sobrecomum qualquer (sing.) > quaisquer (pl.) fobia = 'medo' (queria dizer-se o contrário: «gosto, atração por»
  • 17.
    Nas últimas trêslinhas do texto (115-117), recorre-se a a) três das expressões em moda que o texto mencionara. Um pobre de Cristo não consegue manter-se sempre igual a si próprio e fica, inevitavelmente, à beira de um ataque de nervos . Ele que era tão calmo, pobre rapaz. b) duas das expressões em moda que o texto mencionara. c) uma das expressões em moda que o texto mencionara. d) quatro das expressões em moda que o texto mencionara.
  • 18.
    O texto tratade um fenómeno de a) variação geográfica, que não é seguro se venha a estender a todos os falantes. b) moda, que pode vir a implicar alguma mudança linguística efetiva. c) dialeto do português. d) variante do português.
  • 19.
    Identificam este textocom o género cronístico as seguintes características: a) linguagem informativa e objetiva; atualidade do tema. b) preocupação com o quotidiano; tom pedagógico. c) existência de lead ; referência à atualidade. d) linguagem literária; predomínio da subjetividade.
  • 20.
  • 21.
    Termos antecedente, sucedente,referencial Anáfora, catáfora Referente; c orre ferentes Cadeia de referência.
  • 22.
    A pneumoultramicroscopicos-silicovulcanoconiose é uma doença tramada. Apanhei- a há pouco. Termo antecedente (termo referencial) Anáfora (termo anafórico)
  • 23.
    O termo antecedentee o termo anafórico são co rr eferentes , isto é, têm o mesmo referente (tanto o sintagma nominal «A pneumo...» como o pronome « a » reportam-se ao referente ‘pneumoultra-microscopicossilicovulcanoco-niose’).
  • 24.
    O oftalmotorrinolaringologista chegou atrasado. O pobre do médico tem tido problemas. Termo antecedente (termo referencial) Anáfora (termo anafórico)
  • 25.
    O termo antecedentee o termo anafórico têm de novo o mesmo referente (são, portanto, correfe-rentes ). O que permite percebermos essa co rr eferência é o facto de «oftalmotorrinolaringologista» ser um hipónimo do hiperónimo « médico ». Assim, podemos usar como anáfora este último termo, já que ele, englobando-o, nos permite inferir o outro termo.
  • 26.
    O corpo humano é uma máquina. Então o esternocleidomastóideo funciona exemplarmente.
  • 27.
    Podemos considerar que«o esternocleidomastóideo» é entendido como termo anafórico de «o corpo humano» (que será o termo antecedente ), porque entre ambos há uma relação de holonímia-meronímia («corpo humano» é holónimo dos merónimos « esternocleido-mastóideo », «braço», «perna», etc.).
  • 28.
    Que raio, já a perdi! E ainda foi cara a tetrabromometacresolsulfonoftaleína .
  • 29.
    O pronome «a » e o sintagma nominal « a tetrabromometacresol-sulfonoftaleína » são também co r-r eferentes . No entanto, agora o referente está depois do pronome que o substitui. Nestes casos, dizemos que se trata não de uma anáfora , mas de uma catáfora . O termo referencial é sucedente .
  • 30.
    Que raio, já a perdi! E ainda foi cara a tetrabromometacresolsulfonoftaleína . catáfora (termo catafórico) termo sucedente (termo referencial)
  • 31.
    Uma sequência cujainterpretação depende do valor referencial de anáforas ou de catáforas constitui uma cadeia de referência . Às vezes, numa cadeia de referência, o termo anafórico não se realiza lexicalmente (está «subentendido»; houve a sua elipse ). É o que sucede em:
  • 32.
    O comandante Schettino queria ficar no navio, mas Ø tropeçou na escada e Ø caiu num bote. Termo antecedente Elipse Elipse
  • 33.
    Percebemos que osujeito da oração adversativa, embora subentendido (ou «elidido»), é « ele » ou « O comandante Schettino ».
  • 34.
  • 35.
  • 36.
    Autorretrato com umaCamélia faz parte daquilo que a introspeção artística produziu de melhor, introspeção essa que será sempre Lisboa para o pintor. Ao mesmo tempo, o pequeno quadro testemunha o seu conhecimento das reproduções dos rostos que ornamentam os caixões das múmias egípcias dos séculos II a IV da nossa era, tão impressionante com os seus enormes olhos pintados, os seus dentinhos claramente estruturados , as
  • 37.
    suas formas reduzidas e a sua expressão mística enigmática . Para além destas considerações arcaizantes, Modersohn-Becker acentua o contraste de cores nitidamente delimitadas entre os tons sonoros de castanho da figura em busto vista de frente e colocada na sombra e o azul-claro do plano de fundo que irradia
  • 38.
    em redor dasua cabeça como uma auréola . O ramo de camélias que a artista coloca de maneira demonstrativa no eixo mediano é considerado como um símbolo de crescimento e de fecundidade .
  • 39.
  • 40.
    A atitude enérgica , os traços marcantes , o chapéu extravagante dizem muito sobre a personalidade da pintora, uma mulher inteligente e com grande experiência do submundo. As cores vivas aplicadas em grandes pinceladas e os contornos que rodeiam as formas revelam as influências artísticas essenciais para Ricky van Wolfswinkel:
  • 41.
    a dos Nabiços,evidentemente, mas também a da «tintura de iodo» de Edvard Münch. Partindo destas missas, o autorretrato exalta as cores , baseadas em contrastes brilhantes para atingir uma veemência tipicamente expressionista.
  • 42.
    Escreve um curtotrecho a propósito de cada um dos autorretratos na p. 144, de maneira a ficares com um exemplo dos quatro principais tipos de objetivo ilocutório (assertivo, compromissivo, expressivo, diretivo) . Eu próprio fiz frases para os cinco tipos, relativas porém aos autorretratos da p. 145.
  • 43.
    As frases podemter vários registos, como se vê pelos exemplos, mas não deverão ser preguiçosas. (A matéria em causa — atos ilocutórios — está resumida no manual, pp. 321-322.)
  • 44.
  • 45.
  • 46.
  • 47.
  • 48.
    TPC Na próximaaula, deves trazer o conto relativo a cooperação/solida-riedade. Por favor, não uses nada da net. Como se trata de uma primeira versão, ainda a melhorar, podes, se preferires, usar entrelinha mais apertada e, portanto, poupar papel.
  • 49.