Os deíticos remetem para a) o recetor da mensagem.  b) o espaço.  c) o próprio enunciado.  d) a enunciação.
A deixis pode ser a) espacial e textual.  b) espacial, temporal, causal, pessoal.  c) espacial e terrena.  d) espacial, pessoal, temporal, textual.
A alínea que não tem deíticos é a)  Traz-me aí  a cobra,  aquela  que está ao pé das iguanas.  b) Encontrou o Armando. Este estava furioso.  c)  Ainda agora te vi ali atrás .  d)  Comprei  a caneta na mercearia. Esta ficava  acolá .
Quando um enunciado tem marcas do processo de enunciação, isso significa que a) não tem deíticos.  b) tem apenas elementos cujos referentes são absolutamente compreensíveis, mesmo sem apelo ao contexto.  c) terá decerto algum deítico.  d) tem obrigatoriamente demonstrativos ou possessivos.
O período em que não há deíticos espaciais é a)  Traz -me, José, o próximo adversário político a enforcar.  b) Amanhã vou ser feliz na Lapónia, mas agora estou  aqui .  c)  Aquele  quadro  ali  é bué fofo.  d) Na Lapónia, os coelhos são cozinhados em bonitas caçarolas às riscas verdes.
O período em que há mais deíticos temporais é  a)  Dá -me aí aquele deítico temporal.  b) No dia 3 de Novembro de 2007, às 23 horas da manhã, durante o lanche, Camões será eleito futebolista do ano.  c) Há uns minutos estava com acessos de frases estúpidas, mas, presentemente, as minhas frases gramaticais revelam-se na sua habitual pertinência.  d) No espaço, as narinas incham cerca de três metros na direção dos cangurus que haja por perto.
O período que não contém deíticos pessoais é a)  Estou  muito aborrecido por ainda não ter havido frases com cocó de cão.  b) Setúbal é talvez a cidade portuguesa onde  eu preferia  viver. c) Eça de Queirós é um autor estudado no 11.º ano e consta que era boa pessoa.  d) A  minha  felicidade é, neste momento, enorme:  acabei  de encontrare um deítico.
A alínea em que não há palavras que costumem ter função deítica é a)  ali, este, amanhã . b)  vir, já, agora . c) deítico, Lisboa, dezembro.   d)  isso , hortaliça,  eu .
A alínea em que o demonstrativo não tem uso deítico é: a) Dá-me  aquela  tartaruga, a da direita, a que tem um piercing. b) Vi a Isabel. Esta não me cumprimentou, o que me desiludiu. c)  Esse  tecido é muito transparente. Leve antes  este . d) Dá-me  esses . Os da esquerda estão estragados.
Não há deíticos em a)  Ó Isaltina , não  te  exalt es  com esta  minha  observação.  b) Bocage espancava as anémonas holandesas.  c) Bean trouxe- me  uma recordação de Cannes. d) Se  pusesse  uma pala no  meu  olho esquerdo,  escreveria  como Camões.
O período em que não há deíticos espaciais é a) A oeste da pequena cidade moldava de Zpfgrt, as flores crescem viçosíssimas e tristes.  b) Ontem,  cheguei  tarde.  c) Vê-me o refogado de chocolate e almôndegas que está  aí  à tua esquerda.  d)  Aqui  estou eu,  ali  estás tu,  acolá  está uma fotografia de um panda gigante.
O período em que há menos deíticos temporais é a) Durante a Idade Média, a produção de chocolates Mars foi escassa.  b)  Vou agora  para a arena.  c)  Daqui a pouco   seguimos  para a venda ambulante de gomas com sabor a peixe espada. d)  Dir-me-ás  se sempre  vais ler  as Páginas Amarelas.
A alínea que não contém deíticos pessoais é a) Orlanda estava cada vez mais inteligente. Ela até já sabia deíticos.  b) Não  me   digas  isso,  Sancho . c) Naquele tempo, Conhé, guarda-redes da Cuf, era o  meu  ídolo.  d) Lembr o-me  que o Benje agarrava a bola só com uma mão.
A alínea que não tem nenhum termo intruso, considerado o campo lexical que dela se infere é  a) alface, tomate, vegetal, verde, verduras, vitaminas,  Afonso Henriques , couve, couve-flor.  [vegetais] b) bruços,  iogurte , touca, piscina, nadar, braçada, água.  [natação] c) Vasco da Gama, Camões,  carica , cantar, ninfa, musa, épico.  [ Lusíadas ] d) casaco, calças, sapato, gravata, chapéu, blusa.
A relação que há entre «advérbio» e «nome» é a de a) hiperonímia.  b) merónimo e holónimo. c) co-hipónimos.   d) holónimo e merónimo.
Merónimo de «palavra» é a) gramática b) frase c) língua  d) letra
A alínea em que não há relação de «hipónimo / hiperónimo» é a) Whistler / impressionista  b) Whistler / pintor  c) Whistler / americano  d) Whistler / impressionismo
Há um holónimo e o seu merónimo em a) laranja / gomo   b) casca / laranja  (merónimo / holónimo) c) fruto / laranja  (hiperónimo / hipónimo) d) cor / laranja  (hiperónimo / hipónimo)
A alínea em que há a sequência «merónimo, holónimo; hipónimo, hiperónimo» é a) CRE, ESJGF; ESJGF, estabelecimento de ensino   b) Madrid, Espanha; Espanha, Europa merónimo,  holónimo;  merónimo, holónimo   c) estômago, corpo humano;  cantor,  Toni Carreira merónimo,  holónimo;  hiperónimo, hipónimo d) cesto, apetrecho de básquete; rede, cesto hipónimo,   hiperónimo;  merónimo, holónimo
O verso que não tem dez sílabas métricas é a) Esta pergunta é difícil, não é? b) Estejam mais atentos doravante, c) Meus sacaninhas tão faladores, d) Que ficarão a saber bem a métrica.
Meus / sa/ca/ni/nhas /tão/ fa/la/do 1  2  3  4  5  6  7  8  9 Es/ta/ per/gun/ ta é / di/fí/cil/, não/ é? 1  2  3  4  5  6 7  8  9  10 Es/te/jam/ mais/ a/ten/tos/ do/ra/van 1  2  3  4  5  6  7  8  9  10 Que/ fi/ca/rão/ a/ sa/ber/ bem/ a/ mé/ 1  2  3  4  5  6  7  8  9  10
O verso que tem obrigatoriamente cinco sílabas métricas é  a) Mas as flores encostam b) Andámos por vales c) Viva o Natal. d) Pintadas de amarelo
An/dá/mos/ por/ va 1  2  3  4  5 Mas/ as/ flo/res/ en/cos 1  2  3  4  5  6 Vi/ va o / Na/tal. 1  2  3  4 Pin/ta/das/  de a /ma/re 1  2  3  4  5  6
O verso que tem seis sílabas métricas é a) Seus energúmenos... b) Comi as caracoletas. c) Evaristo, tens cá disto? d) Go / lo / de /  Por / tu / gal!
Considerada a pergunta «Como está?» — entre pessoas que se cruzassem apressadamente —, a resposta «Estou bem. Mas ontem estive com uma ligeira dor no fígado. E tenho-me ressentido da humidade, o que origina uma impressão desagradável nos ossos da face. Por outro lado, estou melhor das enxaquecas» infringiria a) a máxima de qualidade. b) o princípio de cortesia. c) a máxima de correção.  d) a máxima de paciência.
Se um aluno não tiver trazido livro a Português e se justificar com «Julgava que não se usava livro nesta disciplina», estará a a) infringir a máxima de quantidade. b) infringir a máxima de modo. c) infringir a máxima de qualidade. d) infringir a máxima de relevância.
O tratamento que os alunos da ESJGF usam com os professores é a) artigo + título académico + 3.ª pessoa. b) artigo + título académico + 2.ª pessoa. c) você + 3.ª pessoa. d) 2.ª pessoa.
«Você» tem como étimo a) cê.  (< ocê < você) b) ocê.  (< você) c) Vossa excelência.  d) Vossa mercê.  (> vossemecê > vosmecê > você)
Em geral, um adulto usa o tratamento de 2.ª pessoa do singular, quando se dirige a a) crianças e  a adultos que tenham estatuto social inferior . b) crianças, adultos de quem seja amigo  ou com estatuto social inferior . c)  brasileiros  e crianças. d) alguns dos seus colegas.
O período com pontuação correcta é  a) E [,]  se o jogador do Dínamo de Zagreb não tivesse sido expulso, o Lyon não ganhava por tantos.  b) Quando o árbitro [,]  não expulsou o jogador russo, adivinhei que o Porto não ganharia. c) E, quando estou a escrever esta frase, ainda está 0-0. d) Moutinho [,]  o melhor portista [,]  intercetou a bola e prosseguiu pela linha de fundo.
No período «Professor Manuel Esperança, digníssimo diretor da ESJGF, apresento-lhe a minha demissão, porque as cortinas brancas cheiram mal.», os constituintes «Professor Manuel Esperança» e «digníssimo diretor da ESJGF» são, respectivamente, a) sujeito e modificador apositivo. b) vocativo e sujeito. c) vocativo e modificador apositivo. d) sujeito e vocativo.
Confere valor de pequenez o diminutivo em a) Querid ucha , você está cada vez mais linda! b) Comprei uma ilh ota  ainda grande ao largo da Grécia. c) Vamos abrir um vinh inho  mesmo bom. d) O 10.º 10.ª é uma turm inha  difícil.
O grau diminutivo pode ocorrer em a) adjetivos, nomes, advérbios. b) preposições e adjetivos. c) nomes e adjetivos. d) nomes e pronomes.
O período que tem uma preposição é a) Comi a laranja e a maçã. b) Scordia ficou sem braço. c) Como tu sabes, vou-me embora. d) Diziam sempre a verdade.
No período «O ensaísta e poeta Vasco Graça Moura tem sido um dos mais acérrimos opositores do acordo ortográfico — muitos o admiram por isso.», o antecedente do pronome «o» é a) «Vasco Graça Moura». b) «O ensaísta e poeta Vasco Graça Moura». c) «o acordo». d) «muitos».
No trecho « Responde  a esta pergunta, circundando a alínea que seja a mais a correta. Para isso,  deves fazer  um círculo em torno da letra respectiva, de modo claro», predomina o tipo textual a) expositivo-explicativo. b) explicativo. c) instrucional-injuntivo.  d) preditivo.
Numa carta, o remetente é a) o destinatário da carta. b) quem escreveu a carta.   c) o carteiro. d) para quem a carta é remetida.
A 1.ª pessoa do plural do Pretérito Imperfeito do Conjuntivo de «ficar» é a) ficássemos. b) ficáramos.  (Pret. Mais-que-perfeito) c) ficava-mos.  (Pretérito Asneirento) d) ficávamos.  (Pret. Imperf. do Indicativo)
As palavras «rio» («O rio Tejo desagua no Porto»; étimo: lat.  rivum ) e «rio» («Rio com todos os dentes, exceto com os cariados»; étimo: lat.  rideo ) são a) parónimas. b) convergentes e homónimas.   c) divergentes e homónimas.  d) homófonas.
Em «Dona Noémia, não me arranja um rato?» e «Vi um rato enorme no parapeito das janela da sala D9», «rato» e «rato» são a) evidências de polissemia. b) palavras monossémicas. c) palavras homónimas. d) elementos do campo lexical de «queijo».
As palavras do meio em «Vou  à  praia» e «Hoje  há  peixe» são exemplos de a) homografia. b) homonímia.  c) polissemia. d) homofonia.
As palavras «estufar» e «estofar» são   [u]  [u]   a) homónimas. b) parónimas.  c) homógrafas. d) homófonas.
 
funcionamento da língua   [= gramática] Variação e normalização linguística; Variedades do português Propriedades prosódicas (altura, duração, intensidade); Constituintes prosódicos (entoação, pausa) Estruturas lexicais (campos lexical e semântico)  Relações semânticas entre palavras (hiperonímia, hiponímia; holonímia, meronímia)
Deíticos (pessoais, espaciais, temporais) Actos ilocutórios (diretos e indiretos; assertivos, diretivos, compromissivos, expressivos, declarativos) Princípios reguladores da interação discursiva (de cooperação; de cortesia) Formas de tratamento Oral e escrito; Registos formal e informal
Modos de relato do discurso (direto, indireto, indireto livre); Verbos introdutores Coesão textual; Anáfora e catáfora; Co-referência  Coerência Protótipos textuais (descritivo, narrativo,  argumentativo, expositivo, instrucional, conversacional, preditivo ) Paratextos (título, índice, prefácio, posfácio, rodapé, bibliografia) Dicionário, glossário, enciclopédia, terminologia,  thesaurus
leitura & escrita
1.º período 3. Espelhos do eu  textos de caráter autobiográfico 2.º período 3. Espelhos do eu  Camões lírico 3.º período 5. Conto eu contos do séc. XX   | sem cronologia 0. O que sei eu?  1. Eu e os outros textos transacionais e educativos 2. Eu com o Mundo textos dos  media 4. (M)eu Mundo textos expressivos e criativos poetas do século XX
2.º período poesia lírica de Camões (3)   textos transacionais e educativos (1) textos dos  media  (2) textos expressivos (4) 3.º período Contos do século XX (5) restos de 1 restos de 2 restos de 4
2.º e 3.º período leituras combinadas  («contrato de leitura») [proximamente direi]
compreensão oral   [= ouvir] Entrevista (radiofónica e televisiva) Crónica radiofónica
expressão oral   [= falar] Reconto Relato de vivências/experiências Descrição/Retrato Entrevista
Falar & Ouvir [= Compreensão oral & Expressão oral] ques tioná rios  de  com preen são  (de  gra va ções  áu di o  ou  ví de o) leitura em voz alta,  recitação , etc. (em geral, preparados em casa) trabalhos que impliquem gravação da fala (  , gravações áudio)
Vai até à p. 142
[ Sou ] «Sou o indivíduo com o BI n.º 10244230 do Arquivo Nacional de Lisboa» /  V  resposta demasiado literal
«mas eu estiquei-me todo» / F  caricatura para se ridicularizar   «sou um idiota» / F /  idem
«sou um “workaholic” moderado» /  V   antítese, paradoxo
«ando a pensar contratar um gestor de tempo» /  F absurdo (profissão não existe nestes termos)
«sou mesquinho» /  F   absurdo de enunciar defeito que é mesmo defeito (contra o estereótipo da resposta a inquéritos)
«ainda gosto de levar a minha namorada às costas até ao segundo andar» /  F estereótipo do romantismo
«estive quatro anos apaixonado por uma rapariga que não queria nada comigo» /  F   estereótipo do obsessivo
«[envergonha-me] ficar com farinha na boca quando como pão em público» /  F escolhe um exemplo ridículo, quando se esperaria verdadeiros motivos de vergonha
«o meu espelho vê-me pouco» /  V troca de papel; personificação
«tenho um cabelo bizarro» /  V hipérbole (= exagero) «é a minha pior característica física» /  V   hipérbole
[ Quero ser ] «Quero ser nome de beco» /  F ridiculariza-se quem quer ver o seu nome em lápides
«Quero ser dono de um avião, para viajar como quem anda a pé» /  V paradoxo, embora a comparação se justifique
«Na velhice desejaria ser o Capitão Iglo» /  V metáfora inesperada torna a frase risível
«[Desejaria ser um velho de barbas brancas, simpático, [...] que diverte as crianças com os seus douradinhos» /  F desmonta-se a figura de estilo anterior
[ Pareço ser ] «Um sobredotado. Um homem inteligentíssimo. Um visionário. Bonito e  sexy . Um Galileu pós-moderno com poderes extrassensoriais» /  F gaba-se excessivamente para se perceber de imediato que está a ser irónico
«Os meus detratores consideram-me afetado, tonto» /  V ‘ detratores’ possibilita negar e afirmar ao mesmo tempo — «tonto» cria efeito risível por ser de outro registo
«O que parece fazer de mim um palerma» /  V  cfr. «idiota» — caracterização abrupta cria surpresa por ir contra o registo de linguagem usado até aí
 
É do conhecimento geral que gostas de motas... Gostas mais de fazer rádio ou televisão?
TPC [Recuperação de trabalhos anteriores para quem não tenha feito:]   (1) completar ainda trabalho de microfilme autobiográfico;  (2) escrever história de/vida.

Apresentação para décimo ano de 2011 2, aula 27

  • 1.
  • 2.
    Os deíticos remetempara a) o recetor da mensagem. b) o espaço. c) o próprio enunciado. d) a enunciação.
  • 3.
    A deixis podeser a) espacial e textual. b) espacial, temporal, causal, pessoal. c) espacial e terrena. d) espacial, pessoal, temporal, textual.
  • 4.
    A alínea quenão tem deíticos é a) Traz-me aí a cobra, aquela que está ao pé das iguanas. b) Encontrou o Armando. Este estava furioso. c) Ainda agora te vi ali atrás . d) Comprei a caneta na mercearia. Esta ficava acolá .
  • 5.
    Quando um enunciadotem marcas do processo de enunciação, isso significa que a) não tem deíticos. b) tem apenas elementos cujos referentes são absolutamente compreensíveis, mesmo sem apelo ao contexto. c) terá decerto algum deítico. d) tem obrigatoriamente demonstrativos ou possessivos.
  • 6.
    O período emque não há deíticos espaciais é a) Traz -me, José, o próximo adversário político a enforcar. b) Amanhã vou ser feliz na Lapónia, mas agora estou aqui . c) Aquele quadro ali é bué fofo. d) Na Lapónia, os coelhos são cozinhados em bonitas caçarolas às riscas verdes.
  • 7.
    O período emque há mais deíticos temporais é a) Dá -me aí aquele deítico temporal. b) No dia 3 de Novembro de 2007, às 23 horas da manhã, durante o lanche, Camões será eleito futebolista do ano. c) Há uns minutos estava com acessos de frases estúpidas, mas, presentemente, as minhas frases gramaticais revelam-se na sua habitual pertinência. d) No espaço, as narinas incham cerca de três metros na direção dos cangurus que haja por perto.
  • 8.
    O período quenão contém deíticos pessoais é a) Estou muito aborrecido por ainda não ter havido frases com cocó de cão. b) Setúbal é talvez a cidade portuguesa onde eu preferia viver. c) Eça de Queirós é um autor estudado no 11.º ano e consta que era boa pessoa. d) A minha felicidade é, neste momento, enorme: acabei de encontrare um deítico.
  • 9.
    A alínea emque não há palavras que costumem ter função deítica é a) ali, este, amanhã . b) vir, já, agora . c) deítico, Lisboa, dezembro. d) isso , hortaliça, eu .
  • 10.
    A alínea emque o demonstrativo não tem uso deítico é: a) Dá-me aquela tartaruga, a da direita, a que tem um piercing. b) Vi a Isabel. Esta não me cumprimentou, o que me desiludiu. c) Esse tecido é muito transparente. Leve antes este . d) Dá-me esses . Os da esquerda estão estragados.
  • 11.
    Não há deíticosem a) Ó Isaltina , não te exalt es com esta minha observação. b) Bocage espancava as anémonas holandesas. c) Bean trouxe- me uma recordação de Cannes. d) Se pusesse uma pala no meu olho esquerdo, escreveria como Camões.
  • 12.
    O período emque não há deíticos espaciais é a) A oeste da pequena cidade moldava de Zpfgrt, as flores crescem viçosíssimas e tristes. b) Ontem, cheguei tarde. c) Vê-me o refogado de chocolate e almôndegas que está aí à tua esquerda. d) Aqui estou eu, ali estás tu, acolá está uma fotografia de um panda gigante.
  • 13.
    O período emque há menos deíticos temporais é a) Durante a Idade Média, a produção de chocolates Mars foi escassa. b) Vou agora para a arena. c) Daqui a pouco seguimos para a venda ambulante de gomas com sabor a peixe espada. d) Dir-me-ás se sempre vais ler as Páginas Amarelas.
  • 14.
    A alínea quenão contém deíticos pessoais é a) Orlanda estava cada vez mais inteligente. Ela até já sabia deíticos. b) Não me digas isso, Sancho . c) Naquele tempo, Conhé, guarda-redes da Cuf, era o meu ídolo. d) Lembr o-me que o Benje agarrava a bola só com uma mão.
  • 15.
    A alínea quenão tem nenhum termo intruso, considerado o campo lexical que dela se infere é a) alface, tomate, vegetal, verde, verduras, vitaminas, Afonso Henriques , couve, couve-flor. [vegetais] b) bruços, iogurte , touca, piscina, nadar, braçada, água. [natação] c) Vasco da Gama, Camões, carica , cantar, ninfa, musa, épico. [ Lusíadas ] d) casaco, calças, sapato, gravata, chapéu, blusa.
  • 16.
    A relação quehá entre «advérbio» e «nome» é a de a) hiperonímia. b) merónimo e holónimo. c) co-hipónimos. d) holónimo e merónimo.
  • 17.
    Merónimo de «palavra»é a) gramática b) frase c) língua d) letra
  • 18.
    A alínea emque não há relação de «hipónimo / hiperónimo» é a) Whistler / impressionista b) Whistler / pintor c) Whistler / americano d) Whistler / impressionismo
  • 19.
    Há um holónimoe o seu merónimo em a) laranja / gomo b) casca / laranja (merónimo / holónimo) c) fruto / laranja (hiperónimo / hipónimo) d) cor / laranja (hiperónimo / hipónimo)
  • 20.
    A alínea emque há a sequência «merónimo, holónimo; hipónimo, hiperónimo» é a) CRE, ESJGF; ESJGF, estabelecimento de ensino b) Madrid, Espanha; Espanha, Europa merónimo, holónimo; merónimo, holónimo c) estômago, corpo humano; cantor, Toni Carreira merónimo, holónimo; hiperónimo, hipónimo d) cesto, apetrecho de básquete; rede, cesto hipónimo, hiperónimo; merónimo, holónimo
  • 21.
    O verso quenão tem dez sílabas métricas é a) Esta pergunta é difícil, não é? b) Estejam mais atentos doravante, c) Meus sacaninhas tão faladores, d) Que ficarão a saber bem a métrica.
  • 22.
    Meus / sa/ca/ni/nhas/tão/ fa/la/do 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Es/ta/ per/gun/ ta é / di/fí/cil/, não/ é? 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Es/te/jam/ mais/ a/ten/tos/ do/ra/van 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Que/ fi/ca/rão/ a/ sa/ber/ bem/ a/ mé/ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
  • 23.
    O verso quetem obrigatoriamente cinco sílabas métricas é a) Mas as flores encostam b) Andámos por vales c) Viva o Natal. d) Pintadas de amarelo
  • 24.
    An/dá/mos/ por/ va1 2 3 4 5 Mas/ as/ flo/res/ en/cos 1 2 3 4 5 6 Vi/ va o / Na/tal. 1 2 3 4 Pin/ta/das/ de a /ma/re 1 2 3 4 5 6
  • 25.
    O verso quetem seis sílabas métricas é a) Seus energúmenos... b) Comi as caracoletas. c) Evaristo, tens cá disto? d) Go / lo / de / Por / tu / gal!
  • 26.
    Considerada a pergunta«Como está?» — entre pessoas que se cruzassem apressadamente —, a resposta «Estou bem. Mas ontem estive com uma ligeira dor no fígado. E tenho-me ressentido da humidade, o que origina uma impressão desagradável nos ossos da face. Por outro lado, estou melhor das enxaquecas» infringiria a) a máxima de qualidade. b) o princípio de cortesia. c) a máxima de correção. d) a máxima de paciência.
  • 27.
    Se um alunonão tiver trazido livro a Português e se justificar com «Julgava que não se usava livro nesta disciplina», estará a a) infringir a máxima de quantidade. b) infringir a máxima de modo. c) infringir a máxima de qualidade. d) infringir a máxima de relevância.
  • 28.
    O tratamento queos alunos da ESJGF usam com os professores é a) artigo + título académico + 3.ª pessoa. b) artigo + título académico + 2.ª pessoa. c) você + 3.ª pessoa. d) 2.ª pessoa.
  • 29.
    «Você» tem comoétimo a) cê. (< ocê < você) b) ocê. (< você) c) Vossa excelência. d) Vossa mercê. (> vossemecê > vosmecê > você)
  • 30.
    Em geral, umadulto usa o tratamento de 2.ª pessoa do singular, quando se dirige a a) crianças e a adultos que tenham estatuto social inferior . b) crianças, adultos de quem seja amigo ou com estatuto social inferior . c) brasileiros e crianças. d) alguns dos seus colegas.
  • 31.
    O período compontuação correcta é a) E [,] se o jogador do Dínamo de Zagreb não tivesse sido expulso, o Lyon não ganhava por tantos. b) Quando o árbitro [,] não expulsou o jogador russo, adivinhei que o Porto não ganharia. c) E, quando estou a escrever esta frase, ainda está 0-0. d) Moutinho [,] o melhor portista [,] intercetou a bola e prosseguiu pela linha de fundo.
  • 32.
    No período «ProfessorManuel Esperança, digníssimo diretor da ESJGF, apresento-lhe a minha demissão, porque as cortinas brancas cheiram mal.», os constituintes «Professor Manuel Esperança» e «digníssimo diretor da ESJGF» são, respectivamente, a) sujeito e modificador apositivo. b) vocativo e sujeito. c) vocativo e modificador apositivo. d) sujeito e vocativo.
  • 33.
    Confere valor depequenez o diminutivo em a) Querid ucha , você está cada vez mais linda! b) Comprei uma ilh ota ainda grande ao largo da Grécia. c) Vamos abrir um vinh inho mesmo bom. d) O 10.º 10.ª é uma turm inha difícil.
  • 34.
    O grau diminutivopode ocorrer em a) adjetivos, nomes, advérbios. b) preposições e adjetivos. c) nomes e adjetivos. d) nomes e pronomes.
  • 35.
    O período quetem uma preposição é a) Comi a laranja e a maçã. b) Scordia ficou sem braço. c) Como tu sabes, vou-me embora. d) Diziam sempre a verdade.
  • 36.
    No período «Oensaísta e poeta Vasco Graça Moura tem sido um dos mais acérrimos opositores do acordo ortográfico — muitos o admiram por isso.», o antecedente do pronome «o» é a) «Vasco Graça Moura». b) «O ensaísta e poeta Vasco Graça Moura». c) «o acordo». d) «muitos».
  • 37.
    No trecho «Responde a esta pergunta, circundando a alínea que seja a mais a correta. Para isso, deves fazer um círculo em torno da letra respectiva, de modo claro», predomina o tipo textual a) expositivo-explicativo. b) explicativo. c) instrucional-injuntivo. d) preditivo.
  • 38.
    Numa carta, oremetente é a) o destinatário da carta. b) quem escreveu a carta. c) o carteiro. d) para quem a carta é remetida.
  • 39.
    A 1.ª pessoado plural do Pretérito Imperfeito do Conjuntivo de «ficar» é a) ficássemos. b) ficáramos. (Pret. Mais-que-perfeito) c) ficava-mos. (Pretérito Asneirento) d) ficávamos. (Pret. Imperf. do Indicativo)
  • 40.
    As palavras «rio»(«O rio Tejo desagua no Porto»; étimo: lat. rivum ) e «rio» («Rio com todos os dentes, exceto com os cariados»; étimo: lat. rideo ) são a) parónimas. b) convergentes e homónimas. c) divergentes e homónimas. d) homófonas.
  • 41.
    Em «Dona Noémia,não me arranja um rato?» e «Vi um rato enorme no parapeito das janela da sala D9», «rato» e «rato» são a) evidências de polissemia. b) palavras monossémicas. c) palavras homónimas. d) elementos do campo lexical de «queijo».
  • 42.
    As palavras domeio em «Vou à praia» e «Hoje há peixe» são exemplos de a) homografia. b) homonímia. c) polissemia. d) homofonia.
  • 43.
    As palavras «estufar»e «estofar» são [u] [u] a) homónimas. b) parónimas. c) homógrafas. d) homófonas.
  • 44.
  • 45.
    funcionamento da língua [= gramática] Variação e normalização linguística; Variedades do português Propriedades prosódicas (altura, duração, intensidade); Constituintes prosódicos (entoação, pausa) Estruturas lexicais (campos lexical e semântico) Relações semânticas entre palavras (hiperonímia, hiponímia; holonímia, meronímia)
  • 46.
    Deíticos (pessoais, espaciais,temporais) Actos ilocutórios (diretos e indiretos; assertivos, diretivos, compromissivos, expressivos, declarativos) Princípios reguladores da interação discursiva (de cooperação; de cortesia) Formas de tratamento Oral e escrito; Registos formal e informal
  • 47.
    Modos de relatodo discurso (direto, indireto, indireto livre); Verbos introdutores Coesão textual; Anáfora e catáfora; Co-referência Coerência Protótipos textuais (descritivo, narrativo, argumentativo, expositivo, instrucional, conversacional, preditivo ) Paratextos (título, índice, prefácio, posfácio, rodapé, bibliografia) Dicionário, glossário, enciclopédia, terminologia, thesaurus
  • 48.
  • 49.
    1.º período 3.Espelhos do eu textos de caráter autobiográfico 2.º período 3. Espelhos do eu Camões lírico 3.º período 5. Conto eu contos do séc. XX | sem cronologia 0. O que sei eu? 1. Eu e os outros textos transacionais e educativos 2. Eu com o Mundo textos dos media 4. (M)eu Mundo textos expressivos e criativos poetas do século XX
  • 50.
    2.º período poesialírica de Camões (3) textos transacionais e educativos (1) textos dos media (2) textos expressivos (4) 3.º período Contos do século XX (5) restos de 1 restos de 2 restos de 4
  • 51.
    2.º e 3.ºperíodo leituras combinadas («contrato de leitura») [proximamente direi]
  • 52.
    compreensão oral [= ouvir] Entrevista (radiofónica e televisiva) Crónica radiofónica
  • 53.
    expressão oral [= falar] Reconto Relato de vivências/experiências Descrição/Retrato Entrevista
  • 54.
    Falar & Ouvir[= Compreensão oral & Expressão oral] ques tioná rios de com preen são (de gra va ções áu di o ou ví de o) leitura em voz alta, recitação , etc. (em geral, preparados em casa) trabalhos que impliquem gravação da fala ( , gravações áudio)
  • 55.
  • 56.
    [ Sou ]«Sou o indivíduo com o BI n.º 10244230 do Arquivo Nacional de Lisboa» / V resposta demasiado literal
  • 57.
    «mas eu estiquei-metodo» / F caricatura para se ridicularizar «sou um idiota» / F / idem
  • 58.
    «sou um “workaholic”moderado» / V antítese, paradoxo
  • 59.
    «ando a pensarcontratar um gestor de tempo» / F absurdo (profissão não existe nestes termos)
  • 60.
    «sou mesquinho» / F absurdo de enunciar defeito que é mesmo defeito (contra o estereótipo da resposta a inquéritos)
  • 61.
    «ainda gosto delevar a minha namorada às costas até ao segundo andar» / F estereótipo do romantismo
  • 62.
    «estive quatro anosapaixonado por uma rapariga que não queria nada comigo» / F estereótipo do obsessivo
  • 63.
    «[envergonha-me] ficar comfarinha na boca quando como pão em público» / F escolhe um exemplo ridículo, quando se esperaria verdadeiros motivos de vergonha
  • 64.
    «o meu espelhovê-me pouco» / V troca de papel; personificação
  • 65.
    «tenho um cabelobizarro» / V hipérbole (= exagero) «é a minha pior característica física» / V hipérbole
  • 66.
    [ Quero ser] «Quero ser nome de beco» / F ridiculariza-se quem quer ver o seu nome em lápides
  • 67.
    «Quero ser donode um avião, para viajar como quem anda a pé» / V paradoxo, embora a comparação se justifique
  • 68.
    «Na velhice desejariaser o Capitão Iglo» / V metáfora inesperada torna a frase risível
  • 69.
    «[Desejaria ser umvelho de barbas brancas, simpático, [...] que diverte as crianças com os seus douradinhos» / F desmonta-se a figura de estilo anterior
  • 70.
    [ Pareço ser] «Um sobredotado. Um homem inteligentíssimo. Um visionário. Bonito e sexy . Um Galileu pós-moderno com poderes extrassensoriais» / F gaba-se excessivamente para se perceber de imediato que está a ser irónico
  • 71.
    «Os meus detratoresconsideram-me afetado, tonto» / V ‘ detratores’ possibilita negar e afirmar ao mesmo tempo — «tonto» cria efeito risível por ser de outro registo
  • 72.
    «O que parecefazer de mim um palerma» / V cfr. «idiota» — caracterização abrupta cria surpresa por ir contra o registo de linguagem usado até aí
  • 73.
  • 74.
    É do conhecimentogeral que gostas de motas... Gostas mais de fazer rádio ou televisão?
  • 75.
    TPC [Recuperação detrabalhos anteriores para quem não tenha feito:] (1) completar ainda trabalho de microfilme autobiográfico; (2) escrever história de/vida.