14/14 = Muito Bom 
13/14 = Muito Bom - 
12/14 = Bom + / Muito Bom - 
11/14 = Bom + 
10/14 = Bom 
9/14 = Bom - 
8/14 = Suficiente + 
7/14 = Suficiente (-) 
6/14 = Insuficiente + / Suficiente - 
5/14 = Insuficiente + 
4/14 = Insuficiente 
3/14 = Insuficiente -
«AJ» e «EP» (linhas 1-8) correspondem a 
a) iniciais dos nomes de uma auxiliar 
administrativa e de um técnico de laboratório 
aposentado. 
b) códigos atribuídos para efeitos de um trabalho 
científico. 
c) siglas de Audrey Jackson e de Edward Palin. 
d) hipocorísticos de Ângela e Epaminondas.
«conhecida na bibliografia médica 
simplesmente como “AJ”» 
«denominado “EP”»
Em «Ela terá possivelmente a melhor 
memória do mundo» (ll. 7-8), «melhor» 
equivale a ‘a mais 
a) agradável’. 
b) adequada’. 
c) exaustiva’. (= ‘completa, total’) 
d) compensadora’.
Em «Ele, uma das piores» (8), a vírgula 
a) é lapso. 
b) visa tornar o texto chamativo. 
c) substitui «lembra-se». 
d) deve-se à ausência do verbo.
Ela terá possivelmente a melhor memória 
do mundo. Ele, uma das piores. 
[terá]
A referência ao perfeito penteado de 
risca ao lado (10-11) pretende 
a) indicar a originalidade de EP. 
b) acentuar a pacatez, a normalidade, de EP. 
c) evidenciar a falta de gosto de EP. 
d) valorizar a importância de cuidados 
capilares frequentes.
Em «devorando-o como se fosse uma 
maçã» (14), o pronome «o» 
corresponde a 
a) ‘o seu cérebro’. 
b) ‘o vírus Herpes simplex’. 
c) ‘o avô ideal’. 
d) ‘um manjar confecionado com cocó de cão’.
«o vírus Herpes simplex disseminou-se 
pelo seu cérebro, devorando-o como se 
fosse uma maçã» [o seu cérebro]
«O ataque desferido pelo vírus teve uma 
precisão inusitada» (15-16) significa, em 
termos objectivos, que 
a) houve um ataque desferido por um vírus. 
b) se deu uma batalha como estratégia para uma 
vitória na guerra em curso. 
c) a doença de EP avançou com consequências 
bastante concretas. 
d) o vírus foi absolutamente eficaz no ataque 
que engendrou.
O hipocampo (16-29) 
a) não tem relevância fulcral na capacidade de 
recordarmos. 
b) designa um recinto com pista e bancadas, 
preparado para corridas de cavalos. 
c) é essencial para recordarmos. 
d) é uma câmara de vídeo com a cabeça 
avariada.
Porém, a formação hipocâmpica é a 
região responsável pelo seu 
processamento. O hipocampo de EP 
ficou destruído e, sem ele, EP é como 
uma câmara de vídeo com a cabeça de 
gravação avariada.
«E os seus casos ilustram de maneira mais 
eloquente do que uma TAC [= Tumografia 
Axial Computadorizada] cerebral em que 
medida as nossas memórias fazem de nós 
aquilo que somos» (31-34) significa que 
a) os seus cérebros são mais precisos do que uma 
TAC. 
b) as suas patologias permitem explicar como 
funciona o cérebro. 
c) os seus casos sabem exprimir-se bem. 
d) os seus casos são dois extremos da memória 
humana. [é verdade mas não é o que dito]
«Este quilo e trezentos gramas de matéria 
enrugada» (34-35) reporta-se 
a) ao cérebro de EP. 
b) ao cérebro, visando realçar o seu peso 
considerável. 
c) ao cérebro, contrastando-se a sua aparente 
insignificância e o seu poder. 
d) a um estupendo cocó de cão ainda visível 
perto do portão da ESJGF.
Em «Se quiser uma comparação» (50-51) 
a) há decerto uma gralha. «Se se quiser uma 
comparação» 
b) o enunciador dirige-se-nos (= «se [você, o 
leitor] quiser»). [no resto do texto não há essa 
coloquialidade] 
c) o enunciador dirige-se a EP. 
d) o enunciador dirige-se a AJ.
Se se quiser uma comparação 
Se quisermos uma comparação 
Se quiser uma comparação 
[subentendido: o leitor, você]
As memórias declarativas (62-87) [= 
conhecimentos] serão mais úteis nas 
aprendizagens de 
a) Educação Física. (andar de bicicleta) 
b) Português. (ler, escrever, falar) 
c) Desenho. (desenhar) 
d) Biologia.
A memória implica (88-107) 
a) precisão (como acontece com a fotografia, 
imagens no espelho, gravações). 
b) transcrição meticulosa das experiências. 
c) diversidade na eficácia dos novos registos. 
d) a utilidade prática do que arquivamos.
Segundo o penúltimo parágrafo do texto 
(88-107), entre o que o cérebro retém e 
a sua importância funcional 
a) haveria bastante coerência e 
proporcionalidade. 
b) não haveria nenhuma relação. 
c) haveria até uma relação de oposição. 
d) haveria uma absoluta aleatoriedade.
O último parágrafo do texto (108-123) 
procura mostrar que 
a) receber muita informação é 
contraproducente. 
b) talvez agíssemos de outro modo, se 
pudéssemos tudo arquivar na memória. 
c) estar exposto a muita informação torna o 
ser humano mais esperto. 
d) a cultura submerge-nos com informação 
desnecessária.
• duríssimas (linha 1) — barbitesas / firmes 
/ obstinadas / amargas 
• propícios (l. 4) — prósperos / 
favoráveis / bonançosos / indulgentes 
• causas (6) — motivos / ideais / sementes 
/ acontecimentos
• olvidados (7) — defuntos / 
desaprendidos / omitidos / esquecidos 
• mesquinha (9-10) — vil / forra-gaitas / 
pobre / sovina 
• santa (10) — santificada / inocente / 
ingénua / eficaz
• satisfação (13) — agrado / desculpa / 
cumprimento / peracumbé 
• culto (14) — cultura / religião / devoção / 
civilização 
• chamariz (15) — apito / chama / negaça / 
engodo
• primitivos (24) — originais / grosseiros / 
toscos / antigos 
• safra (26) — colheita / novidade / seara / 
incude 
• esfolar (31) — arranhar / ferir / despelar / 
explorar
• arrastei (40) — demorei / humilhei / 
retardei / conduzi 
• serventia (43) — abertura / gato-pingado 
/ aplicação / acesso
peso da exterioridade 
(ou da interioridade) 
Memórias 
centra-se na relação com o meio e as 
pessoas (embora se percorra também a 
própria vida do enunciador)
peso da exterioridade 
(ou da interioridade) 
Autobiografia 
centra-se na vida do biografado (embora 
enquadrada no ambiente social, 
histórico, cultural envolvente)
peso da exterioridade 
(ou da interioridade) 
Diário 
regista sobretudo a posição do «eu» 
(relativamente ao mundo ou a si mesmo)
testemunho do tempo e 
do espaço em que viveu 
Memórias 
obrigatório, fundamental 
Autobiografia 
bastante presente 
Diário 
supérfluo, ocasional
recriação seletiva do passado 
Memórias 
guardam-se ocorrências significativas, 
marcantes (talvez também em função dos 
acontecimentos históricos paralelos)
recriação seletiva do passado 
Autobiografia 
relato escolhe factos relevantes 
(sobretudo em função da reconstrução da 
vida do biografado)
recriação seletiva do passado 
Diário 
pode haver, aqui e ali, recuperação de 
um passado, mas o essencial é o 
«presente» a que se reportam as datas 
que abrem cada «página do diário»
F 3.ª pessoa do singular do Futuro do Indicativo Fará 
E 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Escrevo 
R 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Reajas 
N 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo N 
A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo A 
N 1.ª pessoa do plural do Condicional N 
D 2.ª pessoa do plural do Perfeito do Indicativo D 
O 2.ª pessoa do plural do Imperativo O
L 3.ª pessoa do singular do Futuro do Indicativo Lerá 
U 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Ultra-romantizo 
I 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Impacientes 
S 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo Subscreviam 
__________________________________________________________ 
A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo Agudizaste 
N 1.ª pessoa do plural do Condicional Nadaríamos
Kevin 
• O estilo está demasiado uniforme. 
Defende que não há regras para se 
escrever uma autobiografia e pretende 
que em cada capítulo haja diferente 
estilo. 
• [Não leu]
Claire 
• Embora o estilo de escrita (a forma) seja 
um tanto pesado (rebuscado), o que se 
relata é fascinante. 
• Está giro, mas ainda são apenas as cem 
páginas iniciais. Raphaël não terá vivido 
o suficiente para poder fazer um bom 
romance.
Muriel 
• [Não leu] 
• É um livro falhado. Falta-lhe 
sinceridade, há demasiada técnica. 
Sugere que Raphaël escreva outro.
Raphaël 
• O estilo de uma autobiografia (como a 
que escreve para Kevin) deve 
obedecer a certas «noções de 
coerência». 
• Está inseguro quanto ao seu valor 
como escritor «literário», mas, no 
fundo, tem expectativas de que a 
avaliação seja encomiástica.
TPC — Continua e conclui a tarefa de 
escreveres, com as iniciais dos teus 
nomes, formas verbais nas pessoas e 
tempos que indico (só escolhi tempos 
simples). Se, por teres um nome 
grande, a lista de tempos se esgotar, 
continua com infinitivos impessoais. No 
exemplo, usei o nome completo de 
Fernando Pessoa e só lancei os verbos 
para as três primeiras letras.
Escolhe sempre verbos diferentes e, 
de preferência, que tenham alguma 
coisa a ver contigo. Faz o trabalho numa 
folha solta.
F 3.ª pessoa do singular do Futuro do Indicativo Fará 
E 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Escrevo 
R 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Reajas 
N 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo N 
A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo A 
N 1.ª pessoa do plural do Condicional N 
D 2.ª pessoa do plural do Perfeito do Indicativo D 
O 2.ª pessoa do plural do Imperativo O
L 3.ª pessoa do singular do Futuro do Indicativo Lerá 
U 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Ultra-romantizo 
I 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Impacientes 
S 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo Subscreviam 
__________________________________________________________ 
A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo Agudizaste 
N 1.ª pessoa do plural do Condicional Nadaríamos

Apresentação para décimo ano de 2014 5, aula 9-10

  • 2.
    14/14 = MuitoBom 13/14 = Muito Bom - 12/14 = Bom + / Muito Bom - 11/14 = Bom + 10/14 = Bom 9/14 = Bom - 8/14 = Suficiente + 7/14 = Suficiente (-) 6/14 = Insuficiente + / Suficiente - 5/14 = Insuficiente + 4/14 = Insuficiente 3/14 = Insuficiente -
  • 3.
    «AJ» e «EP»(linhas 1-8) correspondem a a) iniciais dos nomes de uma auxiliar administrativa e de um técnico de laboratório aposentado. b) códigos atribuídos para efeitos de um trabalho científico. c) siglas de Audrey Jackson e de Edward Palin. d) hipocorísticos de Ângela e Epaminondas.
  • 4.
    «conhecida na bibliografiamédica simplesmente como “AJ”» «denominado “EP”»
  • 5.
    Em «Ela terápossivelmente a melhor memória do mundo» (ll. 7-8), «melhor» equivale a ‘a mais a) agradável’. b) adequada’. c) exaustiva’. (= ‘completa, total’) d) compensadora’.
  • 6.
    Em «Ele, umadas piores» (8), a vírgula a) é lapso. b) visa tornar o texto chamativo. c) substitui «lembra-se». d) deve-se à ausência do verbo.
  • 7.
    Ela terá possivelmentea melhor memória do mundo. Ele, uma das piores. [terá]
  • 8.
    A referência aoperfeito penteado de risca ao lado (10-11) pretende a) indicar a originalidade de EP. b) acentuar a pacatez, a normalidade, de EP. c) evidenciar a falta de gosto de EP. d) valorizar a importância de cuidados capilares frequentes.
  • 9.
    Em «devorando-o comose fosse uma maçã» (14), o pronome «o» corresponde a a) ‘o seu cérebro’. b) ‘o vírus Herpes simplex’. c) ‘o avô ideal’. d) ‘um manjar confecionado com cocó de cão’.
  • 10.
    «o vírus Herpessimplex disseminou-se pelo seu cérebro, devorando-o como se fosse uma maçã» [o seu cérebro]
  • 11.
    «O ataque desferidopelo vírus teve uma precisão inusitada» (15-16) significa, em termos objectivos, que a) houve um ataque desferido por um vírus. b) se deu uma batalha como estratégia para uma vitória na guerra em curso. c) a doença de EP avançou com consequências bastante concretas. d) o vírus foi absolutamente eficaz no ataque que engendrou.
  • 12.
    O hipocampo (16-29) a) não tem relevância fulcral na capacidade de recordarmos. b) designa um recinto com pista e bancadas, preparado para corridas de cavalos. c) é essencial para recordarmos. d) é uma câmara de vídeo com a cabeça avariada.
  • 13.
    Porém, a formaçãohipocâmpica é a região responsável pelo seu processamento. O hipocampo de EP ficou destruído e, sem ele, EP é como uma câmara de vídeo com a cabeça de gravação avariada.
  • 14.
    «E os seuscasos ilustram de maneira mais eloquente do que uma TAC [= Tumografia Axial Computadorizada] cerebral em que medida as nossas memórias fazem de nós aquilo que somos» (31-34) significa que a) os seus cérebros são mais precisos do que uma TAC. b) as suas patologias permitem explicar como funciona o cérebro. c) os seus casos sabem exprimir-se bem. d) os seus casos são dois extremos da memória humana. [é verdade mas não é o que dito]
  • 15.
    «Este quilo etrezentos gramas de matéria enrugada» (34-35) reporta-se a) ao cérebro de EP. b) ao cérebro, visando realçar o seu peso considerável. c) ao cérebro, contrastando-se a sua aparente insignificância e o seu poder. d) a um estupendo cocó de cão ainda visível perto do portão da ESJGF.
  • 16.
    Em «Se quiseruma comparação» (50-51) a) há decerto uma gralha. «Se se quiser uma comparação» b) o enunciador dirige-se-nos (= «se [você, o leitor] quiser»). [no resto do texto não há essa coloquialidade] c) o enunciador dirige-se a EP. d) o enunciador dirige-se a AJ.
  • 17.
    Se se quiseruma comparação Se quisermos uma comparação Se quiser uma comparação [subentendido: o leitor, você]
  • 18.
    As memórias declarativas(62-87) [= conhecimentos] serão mais úteis nas aprendizagens de a) Educação Física. (andar de bicicleta) b) Português. (ler, escrever, falar) c) Desenho. (desenhar) d) Biologia.
  • 19.
    A memória implica(88-107) a) precisão (como acontece com a fotografia, imagens no espelho, gravações). b) transcrição meticulosa das experiências. c) diversidade na eficácia dos novos registos. d) a utilidade prática do que arquivamos.
  • 20.
    Segundo o penúltimoparágrafo do texto (88-107), entre o que o cérebro retém e a sua importância funcional a) haveria bastante coerência e proporcionalidade. b) não haveria nenhuma relação. c) haveria até uma relação de oposição. d) haveria uma absoluta aleatoriedade.
  • 21.
    O último parágrafodo texto (108-123) procura mostrar que a) receber muita informação é contraproducente. b) talvez agíssemos de outro modo, se pudéssemos tudo arquivar na memória. c) estar exposto a muita informação torna o ser humano mais esperto. d) a cultura submerge-nos com informação desnecessária.
  • 23.
    • duríssimas (linha1) — barbitesas / firmes / obstinadas / amargas • propícios (l. 4) — prósperos / favoráveis / bonançosos / indulgentes • causas (6) — motivos / ideais / sementes / acontecimentos
  • 24.
    • olvidados (7)— defuntos / desaprendidos / omitidos / esquecidos • mesquinha (9-10) — vil / forra-gaitas / pobre / sovina • santa (10) — santificada / inocente / ingénua / eficaz
  • 25.
    • satisfação (13)— agrado / desculpa / cumprimento / peracumbé • culto (14) — cultura / religião / devoção / civilização • chamariz (15) — apito / chama / negaça / engodo
  • 26.
    • primitivos (24)— originais / grosseiros / toscos / antigos • safra (26) — colheita / novidade / seara / incude • esfolar (31) — arranhar / ferir / despelar / explorar
  • 27.
    • arrastei (40)— demorei / humilhei / retardei / conduzi • serventia (43) — abertura / gato-pingado / aplicação / acesso
  • 29.
    peso da exterioridade (ou da interioridade) Memórias centra-se na relação com o meio e as pessoas (embora se percorra também a própria vida do enunciador)
  • 30.
    peso da exterioridade (ou da interioridade) Autobiografia centra-se na vida do biografado (embora enquadrada no ambiente social, histórico, cultural envolvente)
  • 31.
    peso da exterioridade (ou da interioridade) Diário regista sobretudo a posição do «eu» (relativamente ao mundo ou a si mesmo)
  • 32.
    testemunho do tempoe do espaço em que viveu Memórias obrigatório, fundamental Autobiografia bastante presente Diário supérfluo, ocasional
  • 33.
    recriação seletiva dopassado Memórias guardam-se ocorrências significativas, marcantes (talvez também em função dos acontecimentos históricos paralelos)
  • 34.
    recriação seletiva dopassado Autobiografia relato escolhe factos relevantes (sobretudo em função da reconstrução da vida do biografado)
  • 35.
    recriação seletiva dopassado Diário pode haver, aqui e ali, recuperação de um passado, mas o essencial é o «presente» a que se reportam as datas que abrem cada «página do diário»
  • 37.
    F 3.ª pessoado singular do Futuro do Indicativo Fará E 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Escrevo R 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Reajas N 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo N A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo A N 1.ª pessoa do plural do Condicional N D 2.ª pessoa do plural do Perfeito do Indicativo D O 2.ª pessoa do plural do Imperativo O
  • 38.
    L 3.ª pessoado singular do Futuro do Indicativo Lerá U 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Ultra-romantizo I 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Impacientes S 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo Subscreviam __________________________________________________________ A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo Agudizaste N 1.ª pessoa do plural do Condicional Nadaríamos
  • 40.
    Kevin • Oestilo está demasiado uniforme. Defende que não há regras para se escrever uma autobiografia e pretende que em cada capítulo haja diferente estilo. • [Não leu]
  • 41.
    Claire • Emborao estilo de escrita (a forma) seja um tanto pesado (rebuscado), o que se relata é fascinante. • Está giro, mas ainda são apenas as cem páginas iniciais. Raphaël não terá vivido o suficiente para poder fazer um bom romance.
  • 42.
    Muriel • [Nãoleu] • É um livro falhado. Falta-lhe sinceridade, há demasiada técnica. Sugere que Raphaël escreva outro.
  • 43.
    Raphaël • Oestilo de uma autobiografia (como a que escreve para Kevin) deve obedecer a certas «noções de coerência». • Está inseguro quanto ao seu valor como escritor «literário», mas, no fundo, tem expectativas de que a avaliação seja encomiástica.
  • 45.
    TPC — Continuae conclui a tarefa de escreveres, com as iniciais dos teus nomes, formas verbais nas pessoas e tempos que indico (só escolhi tempos simples). Se, por teres um nome grande, a lista de tempos se esgotar, continua com infinitivos impessoais. No exemplo, usei o nome completo de Fernando Pessoa e só lancei os verbos para as três primeiras letras.
  • 46.
    Escolhe sempre verbosdiferentes e, de preferência, que tenham alguma coisa a ver contigo. Faz o trabalho numa folha solta.
  • 47.
    F 3.ª pessoado singular do Futuro do Indicativo Fará E 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Escrevo R 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Reajas N 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo N A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo A N 1.ª pessoa do plural do Condicional N D 2.ª pessoa do plural do Perfeito do Indicativo D O 2.ª pessoa do plural do Imperativo O
  • 48.
    L 3.ª pessoado singular do Futuro do Indicativo Lerá U 1.ª pessoa do singular do Presente do Indicativo Ultra-romantizo I 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo Impacientes S 3.ª pessoa do plural do Imperfeito do Indicativo Subscreviam __________________________________________________________ A 2.ª pessoa do singular do Perfeito do Indicativo Agudizaste N 1.ª pessoa do plural do Condicional Nadaríamos