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Quero recolher versões com correções
que ainda não me foram entregues
(se já foram lançadas as correções)
Classificações dos questionários
(gramática e «Sermão»)
são independentes.
No Questionário de gramática, dei dois
valores de compensação (já que havia
duas perguntas que, embora corretas, se
revelaram demasiado difíceis).
Os valores aspetuais imperfetivo e
durativo costumam estar mais presentes
em formas do
a) Futuro do Conjuntivo do que do Presente do
Indicativo.
b) Presente do Conjuntivo do que do Presente
do Indicativo.
c) Imperfeito do Indicativo do que do Perfeito
do Indicativo.
d) Perfeito do Indicativo do que do Presente do
Indicativo.
• andava
• trabalhava
• viajava
O valor aspetual de que a ação está
acabada encontra-se sobretudo em
formas do
a) Futuro do Indicativo.
b) Pretérito Perfeito do Indicativo.
c) Pretérito Imperfeito do Indicativo.
d) Presente do Indicativo.
 
• comi
• escrevi
• disse
Utilidade típica do Pretérito Mais-que-
perfeito é
a) transmitir o valor aspetual habitual.
b) localizar uma ação num momento
posterior ao tempo do verbo-base.
c) conotar um valor aspetual iterativo.
d) localizar uma ação antes de outra
também passada.
À noite estive na conferência. Pouco
antes, estivera a dormitar.
O valor temporal ‘posterioridade’ pode
conseguir-se através de
a) Futuro do Indicativo.
b) Futuro do Indicativo; Presente do Indicativo;
complexo verbal com auxiliar «Ir».
c) Futuro do Indicativo; complexo verbal com
auxiliar «estar».
d) Futuro do Indicativo; Condicional.
Vou jantar às oito.
Janto às oito hoje.
Jantarei às oito.
Não se integra na modalidade epistémica
o verbo em itálico em
epistémico
a) «Deves estar a responder bem se não
escolheres esta alínea».
b) «Não deves escolher esta alínea por nada
deste mundo — é o meu conselho». [deôntico]
c) «Pode ser que seja um mau conselho o que
eu dou em outra alínea destas».
d) «Pode ser que acertes».
Há valor epistémico em «Nas férias de
Natal
deôntico
a) têm de começar a ler um romance de Eça,
Os Maias».
b) podem descansar da Matemática ou da
História».
c) não devem exagerar das filhoses,
rabanadas, bacalhau, gomas e outros doces».
d) poderá nevar em Lisboa».
Em «Ponha aqui o seu pezinho», o verbo
está na
a) 2.ª pessoa do singular do Imperativo,
interpretando-se como uma ordem.
b) 3.ª pessoa do singular do Presente do
Conjuntivo e funciona como Imperativo.
c) 2.ª pessoa do singular do Presente do
Conjuntivo e funciona como Imperativo.
d) 3.ª pessoa do singular do Imperativo,
interpretando-se como uma ordem.
Que eu ponha
Que tu ponhas
Que ele (você) ponha
Não há erros de ortografia em
a) «construído, «reconstruindo», «afáveis».
b) «edifício», «deem», «teem».
c) «vêm», «áquela», «mirá-lo».
d) «deixámos», «deixamos», «util».
Não há erros ortográficos em
a) «bébé», «veem», «leem».
b) «Rúben», «Rubem», «vemos».
c) «parti-mos», «júniores», «estivemos».
d) «começavamos», «exdrúxula», «grave».
Tarefa de leitura — Em folha solta, ao longo da próxima
semana, trazer-me referência bibliográfica (ou referências) — e, já
agora, bem redigida (exemplo de como se faz referência:
Rubem Fonseca, O selvagem da
ópera, Porto, Sextante Editora, 2015) — do
que estão a pensar ler. Se não tiverem ainda ideia, dizer-mo, porventura
assinalando as perspetivas e preferências que tenham ou ideias de que
precisem.
Porém, leiam antes o que deixei escrito em ‘Leituras possíveis
para tarefa em novembro de 2015’ (Gaveta de Nuvens).
Partiste os teus dentes propositadamente?
Sim, parti-mos.
O acento grave assinala
a) situações de gravidade inquestionável (é
uma espécie de cartão vermelho ortográfico).
b) vogal aberta resultante de uma contração.
c) tónica nas palavras graves.
d) a sílaba tónica.
à
às
àquele
àquela
àqueloutra
a + a = à
«Neurónio» é uma
a) esdrúxula falsa (ou aparente).
b) palavra bué fofinha.
c) esdrúxula verdadeira.
d) palavra grave.
Neu | ró | ni | o ou: Neu | ró | nio
Ár | du | o ou: Ár | duo
Ex | plí | ci | to
Es | drú | xu | la
Em «Jogam hoje o Belenenses e o
Sporting.», o sujeito é
a) nulo subentendido.
b) nulo indeterminado.
c) composto.
d) nulo expletivo.
Em «Na quinta-feira choveu a potes», o
sujeito é
a) nulo expletivo.
b) nulo indeterminado.
c) nulo subentendido.
d) «quinta-feira».
Em «Felizmente, as aulas da ESJGF
terminam na quinta!», o sujeito é
a) nulo indeterminado.
b) composto.
c) «as aulas».
d) simples.
Felizmente, as aulas da ESJGF e as da
Pedro terminam na quinta!
A forma correta é:
a) «há-des».
b) «hás de».
c) «há des».
d) «hás-de».
A dificuldade na formação do plural de
«qualquer» (que leva a ouvir-se, por vezes,
«quaisqueres», em vez da boa forma,
«quaisquer») é devida ao facto de
a) uma das palavras de base ser um verbo
(«quer»), não fazendo sentido a sua flexão no
plural.
b) os pronomes não se flexionarem no plural.
c) o plural de «quer» ser «querem».
d) uma das palavras de base ser um pronome (o
plural «quais» é incorreto).
A frase «Antigamente, antes de construída
a ESJGF, haviam muitas cobras nestes
terrenos»
a) está incorreta, porque «muitas cobras» não é
sujeito mas complemento direto.
b) está correta.
c) é agramatical, porque a forma «haviam» não
existe.
d) está correta, sendo «muitas cobras» o sujeito.
«Antigamente, antes de construída a ESJGF,
haviam muitas cobras nestes terrenos»
complemento direto
Sujeito = nulo expletivo
logo não há concordância, não há plural.
«haviam» existe (e é correto como
auxiliar)
Eles haviam comido toda a linguiça.
Haviam de lhe chamar burro… Levavam logo
um banano.
Os atos ilocutórios nos enunciados «Vou
declarar a venda do andar amanhã»,
«Promete que casas comigo» e «Que
bons que são estes rebuçados!» são,
respetivamente,
a) compromissivo, diretivo, expressivo.
b) assertivo, expressivo, declarativo.
c) assertivo, compromissivo, expressivo.
d) declarativo, compromissivo, expressivo.
No Dicionário da Língua Portuguesa (Porto Editora, 2011),
o verbete de «polissemia» reza: «polissemia — s.f.
LINGUÍSTICA qualidade das palavras que possuem mais
de um sentido (Do gr. polýs, ‘muito’ + séma, ‘sinal’ + ia)».
Tendo isto em conta, mas não só, sabemos que
«polissemia» é uma palavra
a) que, ainda que com uma única aceção
registada, terá com certeza vários sentidos
denotativos.
b) monossémica.
c) monossémica, ainda que decerto possa surgir
com diversas conotações.
d) polissémica.
Num dicionário geral temos a seguinte definição
de «merónimo»: «termo que, numa relação de
hierarquia semântica, denota uma parte
relativamente a um todo (holónimo) (ex.: manga
ou punho são merónimos de camisa) (Do gr.
merós, ‘parte’ + ónimo)». Portanto,
a) «camisa» é merónimo de «colarinho».
b) «camisa» é holónimo [hipónimo] de «peça(s)
de vestuário».
c) «termo» é hiperónimo de «merónimo».
d) «merónimo» é um composto morfossintático.
Termo(s) de [semântica]
Hiperónimo
«merónimo», «hiperonímia», «epistémico»
Hipónimos
Um editorial
a) não deve incluir tomada de posição pessoal.
b) não deve ser polémico.
c) estará ancorado em situação de atualidade.
d) é redigido por alguém exterior ao jornal.
Num anúncio publicitário, título e slogan
a) são a mesma coisa.
b) devem ser assertivos.
c) não têm de ter o mesmo objetivo ilocutório.
d) devem ser expressivos.
A síntese e o resumo distinguem-se por
a) a síntese implicar distância do enunciador
relativamente ao texto-fonte, e o resumo, não.
b) o resumo acolher citações, transcritas com
aspas, e a síntese, não.
c) a síntese, ao contrário do resumo, dever
manter a ordem de abordagem do texto
original.
d) apresentarem órgãos sexuais,
respetivamente, femininos e masculinos.
O exórdio ocorre
a) no final de um discurso, correspondendo a
peroração ao início.
b) a meio de um discurso, sendo a peroração o
final.
c) no início de um discurso, seguindo-se logo a
peroração.
d) no início de um discurso, sendo a peroração
a parte final.
Considerada a estrutura de um discurso,
a captatio benevolentiæ ocorre
a)no exórdio.
b) na peroração.
c) na refutação.
d) no desenvolvimento.
«Pregar» e «Pregar» são palavras
a)convergentes.
b) homógrafas.
c) homónimas.
d) divergentes.
Segundo Vieira, nos dias dos santos, os
pregadores devem
a)imitá-los.
b) criticá-los.
c) pregar a peixes.
d) tê-los como assunto dos seus sermões.
O «Sermão de Santo António aos
Peixes» tem
a)três capítulos.
b) dez capítulos.
c) seis capítulos.
d) cinco capítulos.
As citações (da Bíblia; de teólogos) que
enxameiam o «Sermão» funcionam como
a)argumentos de autoridade.
b) falácias.
c) ironias.
d) perorações.
O conceito predicável do «Sermão de
Santo aos Peixes» é
a)«Vós sois o sol da terra».
b) «Vós sois o sal do mar».
c) «Vós, sol, sois a terra».
d) «Vós sois o sal da terra».
A série que apresenta «peixes» que são
«protagonistas» do «Sermão» é
a) peixe de Tobias, torpedo, roncador.
b) pescadinha de rabo na boca, massada de
garoupa, baleia.
c) rémora, três olhos, raia electrónica.
d) cão, atum, peixe de Tobias.
O «Sermão de Santo António aos
Peixes» foi pregado
a) pelo Padre António Vieira, em São Luís do
Maranhão, em meados do século XVII.
b) pelo Padre António Vieira, em Lisboa, na
Igreja de São Roque, no século XVII.
c) por Santo António, em São Luís do
Maranhão.
d) por Santo António, no Brasil.
Nos capítulos II-V do «Sermão», temos
(segundo esta ordem)
a) elogio dos peixes, em geral; elogio a algumas espécies
de peixes; repreensão dos peixes, em geral; repreensão a
algumas espécies de peixes.
b) repreensão dos peixes, em geral; repreensão a
algumas espécies de peixes; elogio dos peixes, em geral;
elogio a algumas espécies de peixes.
c) elogio a algumas espécies de peixes; elogio dos
peixes, em geral; repreensão a algumas espécies de
peixes; repreensão dos peixes, em geral.
d) elogio dos peixes, em geral; repreensão dos peixes, em
geral; elogio a algumas espécies de peixes; repreensão a
algumas espécies de peixes.
O verdadeiro auditório do «Sermão» era
constituído por
a) colonos.
b) D. João IV e restante corte.
c) peixes.
d) índios.
No final do cap. I do «Sermão» diz-se que
a) «Maria» vem de «Senhora do mar», o que é
uma falsa etimologia.
b) «peixe» vem de «pé», o que não é verdade.
c) «sal» vem de «sol», o que é uma etimologia
correcta.
d) o étimo de «Maria» é «Senhora do mar», o
que é verdade.
«Sermão» é palavra
a) polissémica.
b) monossémica.
c) homónima de «sermão».
d) convergente.
Em aula, considerei que Marlim (À
procura de Nemo) confirmava uma
característica dos peixes evocada por
Santo António:
a) enfrentarem tudo para cumprirem os seus
objetivos.
b) serem indomáveis.
c) fugirem dos homens.
d) serem comestíveis.
Entre polvo e monges a semelhança é
a) o burel de Santo António.
b) a dissimulação.
c) a atitude camaleónica.
d) o capuz dos frades.
A correspondência entre peixes
repreendidos e defeitos dos homens é
(por esta ordem): roncadores,
pegadores, voadores, polvo;
a) bravata, oportunismo, ambição, fingimento.
b) benfiquismo, aderência, aerofagia,
capacidade de dar palpites sobre jogos de
futebol.
c) arrogância, parasitismo, mentira, soberba.
d) vaidade, intromissão, dissimulação,
falsidade.
O peixe de Tobias é gabado
a) pelos excrementos fecais (vulgo «cocós»),
que, mastigados com certa demora, curam as
aftas.
b) pelo seu fel, com efeitos benéficos em
termos oftalmológicos.
c) pelas suas escamas, semelhantes a
lentejoulas.
d) pelas espinhas, com mais cálcio
concentrado do que o leite.
No recomeço (2.º período) fecharemos o
sermão (e a oratória):
Cap. VI (= peroração)
Barroco
Argumentação
Ida a igreja de São Roque (manhã de 18 de
janeiro), para assistir a representação de trechos
de Vieira e ver a própria igreja
Classificações no período
Leitura
Escrita
Oral (compreensão & produção)
Gramática
leitura
questionários sobre textos
«O top dos nomes» [aula 3-4];
«Maus tratos» [11-12];
«Bem-vindos às vidas dos outros» [15-16]
capacidade de cada um ir resolvendo
todas as fichas dadas em aula
questionário sobre «Sermão» [47-48]
leituras de livros [gravações]
escrita
texto expositivo em torno de nomes [1-2];
comentário a «Maria Albertina» [3-4];
texto expositivo sobre comunicação [7-8];
resposta em torno de entrevista sobre fraldas e
posição da Quercus [11-12];
fragmentos inspirados em títulos do álbum dos
Anaquim [15-16];
síntese de «Estrelas dos livros» [17-18];
completamento de partes vagas de O Bom
Inverno [21-22];
análise de anúncios a Pedras Salgadas ou
maças [25-26];
comentário a cartoon de Luís Afonso [29-30];
apreciação crítica a Expiação [31-32];
Início de conto [35-36];
louvor a animal [39-40].
tepecês
texto expositivo-argumentativo com dez
conectores [15-16]
editorial sobre telemóveis [23-24];
título e slogan de dois anúncios [27-28];
referência bibliográfica de livro a ler [27-30];
conto a computador [37-38];
reformulação do conto [45-48].
gravações sobre leituras
compreensão e produção orais
compreensão
- - - - - - -
produção
leituras em voz alta [LdC, «Sermão»]
gravação sobre leituras (que é tarefa
também de outras competências)
gramática
questionário [aula 23-24]
questionário [aula 47-48]
assiduidade
incumprimento de trabalho «grande»
Ainda fico com
•desenvolvimento de «Os potentinhos
portugueses» [45-46]
Ainda fico com
•Redação de louvor a um animal [39-40]
Gravações têm de ter mínimo de três
minutos
Não quero resumos (e, de modo nenhum,
usar trechos da net, wikipédia, etc.; texto
é pessoal)
Imagem não era só com a capa do livro
(teria de ter elementos pessoais também)
Leiam as instruções, por favor
Pedira que os trabalhos fossem dados
ainda antes da última semana.
Dentro em breve, não posso comprometer-
me a ver ainda antes de entregar as
avaliações.
Recomendações e tepecê
 
[Aos que fizeram o conto:] Sem grande
demora, enviarem-me, se o não fizeram
ainda:
(1) versão limpa, com pseudónimo no final;
(2) imagem de cartão de cidadão.
[Aos que ainda não enviaram a gravação
sobre livro lido:]
Enviarem-ma.
Aceitá-la-ei sempre, até durante as férias.
Para efeitos de avaliação neste período, só a
terei em conta até uma dada altura (mas não
consigo, nem quereria, comprometer-me
com a exata data). Não esquecer que,
quando recebo mails, agradeço sempre (se
nada disser, é que nada me chegou).
Lembro mais uma vez. Convém ler as
instruções da tarefa. Por exemplo, não
tenciono acolher trabalhos que não tenham
o mínimo de tempo pedido, três minutos.
E, por favor, nada de resumo
(e, de modo nenhum, ir buscar à
net, à wikipédia, trechos).
Ao longo das férias irei lançando pequenas
apreciações a cada gravação.
Problemas técnicos deviam ser
advertidos ao longo destes quinze dias
anteriores.
[A todos:]
Completar, ou melhorar, «definição
telegráfica» com frases sobre «Sermão de
Santo António aos Peixes» (cfr. folha
começada em aula) e trazer-ma no recomeço.
[A todos:]
Ir tendo à mão Os Maias, de Eça de Queirós.
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Versão passada a limpo
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Apresentação para décimo primeiro ano de 2015 6, aula 49-50

  • 1.
  • 2. Quero recolher versões com correções que ainda não me foram entregues (se já foram lançadas as correções)
  • 3.
  • 4. Classificações dos questionários (gramática e «Sermão») são independentes.
  • 5. No Questionário de gramática, dei dois valores de compensação (já que havia duas perguntas que, embora corretas, se revelaram demasiado difíceis).
  • 6. Os valores aspetuais imperfetivo e durativo costumam estar mais presentes em formas do a) Futuro do Conjuntivo do que do Presente do Indicativo. b) Presente do Conjuntivo do que do Presente do Indicativo. c) Imperfeito do Indicativo do que do Perfeito do Indicativo. d) Perfeito do Indicativo do que do Presente do Indicativo.
  • 8. O valor aspetual de que a ação está acabada encontra-se sobretudo em formas do a) Futuro do Indicativo. b) Pretérito Perfeito do Indicativo. c) Pretérito Imperfeito do Indicativo. d) Presente do Indicativo.  
  • 10. Utilidade típica do Pretérito Mais-que- perfeito é a) transmitir o valor aspetual habitual. b) localizar uma ação num momento posterior ao tempo do verbo-base. c) conotar um valor aspetual iterativo. d) localizar uma ação antes de outra também passada.
  • 11. À noite estive na conferência. Pouco antes, estivera a dormitar.
  • 12. O valor temporal ‘posterioridade’ pode conseguir-se através de a) Futuro do Indicativo. b) Futuro do Indicativo; Presente do Indicativo; complexo verbal com auxiliar «Ir». c) Futuro do Indicativo; complexo verbal com auxiliar «estar». d) Futuro do Indicativo; Condicional.
  • 13. Vou jantar às oito. Janto às oito hoje. Jantarei às oito.
  • 14. Não se integra na modalidade epistémica o verbo em itálico em epistémico a) «Deves estar a responder bem se não escolheres esta alínea». b) «Não deves escolher esta alínea por nada deste mundo — é o meu conselho». [deôntico] c) «Pode ser que seja um mau conselho o que eu dou em outra alínea destas». d) «Pode ser que acertes».
  • 15. Há valor epistémico em «Nas férias de Natal deôntico a) têm de começar a ler um romance de Eça, Os Maias». b) podem descansar da Matemática ou da História». c) não devem exagerar das filhoses, rabanadas, bacalhau, gomas e outros doces». d) poderá nevar em Lisboa».
  • 16. Em «Ponha aqui o seu pezinho», o verbo está na a) 2.ª pessoa do singular do Imperativo, interpretando-se como uma ordem. b) 3.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo e funciona como Imperativo. c) 2.ª pessoa do singular do Presente do Conjuntivo e funciona como Imperativo. d) 3.ª pessoa do singular do Imperativo, interpretando-se como uma ordem.
  • 17. Que eu ponha Que tu ponhas Que ele (você) ponha
  • 18. Não há erros de ortografia em a) «construído, «reconstruindo», «afáveis». b) «edifício», «deem», «teem». c) «vêm», «áquela», «mirá-lo». d) «deixámos», «deixamos», «util».
  • 19. Não há erros ortográficos em a) «bébé», «veem», «leem». b) «Rúben», «Rubem», «vemos». c) «parti-mos», «júniores», «estivemos». d) «começavamos», «exdrúxula», «grave».
  • 20. Tarefa de leitura — Em folha solta, ao longo da próxima semana, trazer-me referência bibliográfica (ou referências) — e, já agora, bem redigida (exemplo de como se faz referência: Rubem Fonseca, O selvagem da ópera, Porto, Sextante Editora, 2015) — do que estão a pensar ler. Se não tiverem ainda ideia, dizer-mo, porventura assinalando as perspetivas e preferências que tenham ou ideias de que precisem. Porém, leiam antes o que deixei escrito em ‘Leituras possíveis para tarefa em novembro de 2015’ (Gaveta de Nuvens).
  • 21. Partiste os teus dentes propositadamente? Sim, parti-mos.
  • 22. O acento grave assinala a) situações de gravidade inquestionável (é uma espécie de cartão vermelho ortográfico). b) vogal aberta resultante de uma contração. c) tónica nas palavras graves. d) a sílaba tónica.
  • 24. «Neurónio» é uma a) esdrúxula falsa (ou aparente). b) palavra bué fofinha. c) esdrúxula verdadeira. d) palavra grave.
  • 25. Neu | ró | ni | o ou: Neu | ró | nio Ár | du | o ou: Ár | duo Ex | plí | ci | to Es | drú | xu | la
  • 26. Em «Jogam hoje o Belenenses e o Sporting.», o sujeito é a) nulo subentendido. b) nulo indeterminado. c) composto. d) nulo expletivo.
  • 27. Em «Na quinta-feira choveu a potes», o sujeito é a) nulo expletivo. b) nulo indeterminado. c) nulo subentendido. d) «quinta-feira».
  • 28. Em «Felizmente, as aulas da ESJGF terminam na quinta!», o sujeito é a) nulo indeterminado. b) composto. c) «as aulas». d) simples.
  • 29. Felizmente, as aulas da ESJGF e as da Pedro terminam na quinta!
  • 30. A forma correta é: a) «há-des». b) «hás de». c) «há des». d) «hás-de».
  • 31. A dificuldade na formação do plural de «qualquer» (que leva a ouvir-se, por vezes, «quaisqueres», em vez da boa forma, «quaisquer») é devida ao facto de a) uma das palavras de base ser um verbo («quer»), não fazendo sentido a sua flexão no plural. b) os pronomes não se flexionarem no plural. c) o plural de «quer» ser «querem». d) uma das palavras de base ser um pronome (o plural «quais» é incorreto).
  • 32. A frase «Antigamente, antes de construída a ESJGF, haviam muitas cobras nestes terrenos» a) está incorreta, porque «muitas cobras» não é sujeito mas complemento direto. b) está correta. c) é agramatical, porque a forma «haviam» não existe. d) está correta, sendo «muitas cobras» o sujeito.
  • 33. «Antigamente, antes de construída a ESJGF, haviam muitas cobras nestes terrenos» complemento direto Sujeito = nulo expletivo logo não há concordância, não há plural.
  • 34. «haviam» existe (e é correto como auxiliar) Eles haviam comido toda a linguiça. Haviam de lhe chamar burro… Levavam logo um banano.
  • 35. Os atos ilocutórios nos enunciados «Vou declarar a venda do andar amanhã», «Promete que casas comigo» e «Que bons que são estes rebuçados!» são, respetivamente, a) compromissivo, diretivo, expressivo. b) assertivo, expressivo, declarativo. c) assertivo, compromissivo, expressivo. d) declarativo, compromissivo, expressivo.
  • 36. No Dicionário da Língua Portuguesa (Porto Editora, 2011), o verbete de «polissemia» reza: «polissemia — s.f. LINGUÍSTICA qualidade das palavras que possuem mais de um sentido (Do gr. polýs, ‘muito’ + séma, ‘sinal’ + ia)». Tendo isto em conta, mas não só, sabemos que «polissemia» é uma palavra a) que, ainda que com uma única aceção registada, terá com certeza vários sentidos denotativos. b) monossémica. c) monossémica, ainda que decerto possa surgir com diversas conotações. d) polissémica.
  • 37. Num dicionário geral temos a seguinte definição de «merónimo»: «termo que, numa relação de hierarquia semântica, denota uma parte relativamente a um todo (holónimo) (ex.: manga ou punho são merónimos de camisa) (Do gr. merós, ‘parte’ + ónimo)». Portanto, a) «camisa» é merónimo de «colarinho». b) «camisa» é holónimo [hipónimo] de «peça(s) de vestuário». c) «termo» é hiperónimo de «merónimo». d) «merónimo» é um composto morfossintático.
  • 38. Termo(s) de [semântica] Hiperónimo «merónimo», «hiperonímia», «epistémico» Hipónimos
  • 39.
  • 40. Um editorial a) não deve incluir tomada de posição pessoal. b) não deve ser polémico. c) estará ancorado em situação de atualidade. d) é redigido por alguém exterior ao jornal.
  • 41. Num anúncio publicitário, título e slogan a) são a mesma coisa. b) devem ser assertivos. c) não têm de ter o mesmo objetivo ilocutório. d) devem ser expressivos.
  • 42. A síntese e o resumo distinguem-se por a) a síntese implicar distância do enunciador relativamente ao texto-fonte, e o resumo, não. b) o resumo acolher citações, transcritas com aspas, e a síntese, não. c) a síntese, ao contrário do resumo, dever manter a ordem de abordagem do texto original. d) apresentarem órgãos sexuais, respetivamente, femininos e masculinos.
  • 43. O exórdio ocorre a) no final de um discurso, correspondendo a peroração ao início. b) a meio de um discurso, sendo a peroração o final. c) no início de um discurso, seguindo-se logo a peroração. d) no início de um discurso, sendo a peroração a parte final.
  • 44. Considerada a estrutura de um discurso, a captatio benevolentiæ ocorre a)no exórdio. b) na peroração. c) na refutação. d) no desenvolvimento.
  • 45.
  • 46. «Pregar» e «Pregar» são palavras a)convergentes. b) homógrafas. c) homónimas. d) divergentes.
  • 47. Segundo Vieira, nos dias dos santos, os pregadores devem a)imitá-los. b) criticá-los. c) pregar a peixes. d) tê-los como assunto dos seus sermões.
  • 48. O «Sermão de Santo António aos Peixes» tem a)três capítulos. b) dez capítulos. c) seis capítulos. d) cinco capítulos.
  • 49. As citações (da Bíblia; de teólogos) que enxameiam o «Sermão» funcionam como a)argumentos de autoridade. b) falácias. c) ironias. d) perorações.
  • 50. O conceito predicável do «Sermão de Santo aos Peixes» é a)«Vós sois o sol da terra». b) «Vós sois o sal do mar». c) «Vós, sol, sois a terra». d) «Vós sois o sal da terra».
  • 51. A série que apresenta «peixes» que são «protagonistas» do «Sermão» é a) peixe de Tobias, torpedo, roncador. b) pescadinha de rabo na boca, massada de garoupa, baleia. c) rémora, três olhos, raia electrónica. d) cão, atum, peixe de Tobias.
  • 52. O «Sermão de Santo António aos Peixes» foi pregado a) pelo Padre António Vieira, em São Luís do Maranhão, em meados do século XVII. b) pelo Padre António Vieira, em Lisboa, na Igreja de São Roque, no século XVII. c) por Santo António, em São Luís do Maranhão. d) por Santo António, no Brasil.
  • 53. Nos capítulos II-V do «Sermão», temos (segundo esta ordem) a) elogio dos peixes, em geral; elogio a algumas espécies de peixes; repreensão dos peixes, em geral; repreensão a algumas espécies de peixes. b) repreensão dos peixes, em geral; repreensão a algumas espécies de peixes; elogio dos peixes, em geral; elogio a algumas espécies de peixes. c) elogio a algumas espécies de peixes; elogio dos peixes, em geral; repreensão a algumas espécies de peixes; repreensão dos peixes, em geral. d) elogio dos peixes, em geral; repreensão dos peixes, em geral; elogio a algumas espécies de peixes; repreensão a algumas espécies de peixes.
  • 54. O verdadeiro auditório do «Sermão» era constituído por a) colonos. b) D. João IV e restante corte. c) peixes. d) índios.
  • 55. No final do cap. I do «Sermão» diz-se que a) «Maria» vem de «Senhora do mar», o que é uma falsa etimologia. b) «peixe» vem de «pé», o que não é verdade. c) «sal» vem de «sol», o que é uma etimologia correcta. d) o étimo de «Maria» é «Senhora do mar», o que é verdade.
  • 56. «Sermão» é palavra a) polissémica. b) monossémica. c) homónima de «sermão». d) convergente.
  • 57. Em aula, considerei que Marlim (À procura de Nemo) confirmava uma característica dos peixes evocada por Santo António: a) enfrentarem tudo para cumprirem os seus objetivos. b) serem indomáveis. c) fugirem dos homens. d) serem comestíveis.
  • 58. Entre polvo e monges a semelhança é a) o burel de Santo António. b) a dissimulação. c) a atitude camaleónica. d) o capuz dos frades.
  • 59. A correspondência entre peixes repreendidos e defeitos dos homens é (por esta ordem): roncadores, pegadores, voadores, polvo; a) bravata, oportunismo, ambição, fingimento. b) benfiquismo, aderência, aerofagia, capacidade de dar palpites sobre jogos de futebol. c) arrogância, parasitismo, mentira, soberba. d) vaidade, intromissão, dissimulação, falsidade.
  • 60. O peixe de Tobias é gabado a) pelos excrementos fecais (vulgo «cocós»), que, mastigados com certa demora, curam as aftas. b) pelo seu fel, com efeitos benéficos em termos oftalmológicos. c) pelas suas escamas, semelhantes a lentejoulas. d) pelas espinhas, com mais cálcio concentrado do que o leite.
  • 61.
  • 62. No recomeço (2.º período) fecharemos o sermão (e a oratória): Cap. VI (= peroração) Barroco Argumentação Ida a igreja de São Roque (manhã de 18 de janeiro), para assistir a representação de trechos de Vieira e ver a própria igreja
  • 63.
  • 65. Leitura Escrita Oral (compreensão & produção) Gramática
  • 66. leitura questionários sobre textos «O top dos nomes» [aula 3-4]; «Maus tratos» [11-12]; «Bem-vindos às vidas dos outros» [15-16] capacidade de cada um ir resolvendo todas as fichas dadas em aula questionário sobre «Sermão» [47-48] leituras de livros [gravações]
  • 67. escrita texto expositivo em torno de nomes [1-2]; comentário a «Maria Albertina» [3-4]; texto expositivo sobre comunicação [7-8]; resposta em torno de entrevista sobre fraldas e posição da Quercus [11-12]; fragmentos inspirados em títulos do álbum dos Anaquim [15-16]; síntese de «Estrelas dos livros» [17-18]; completamento de partes vagas de O Bom Inverno [21-22];
  • 68. análise de anúncios a Pedras Salgadas ou maças [25-26]; comentário a cartoon de Luís Afonso [29-30]; apreciação crítica a Expiação [31-32]; Início de conto [35-36]; louvor a animal [39-40].
  • 69. tepecês texto expositivo-argumentativo com dez conectores [15-16] editorial sobre telemóveis [23-24]; título e slogan de dois anúncios [27-28]; referência bibliográfica de livro a ler [27-30]; conto a computador [37-38]; reformulação do conto [45-48]. gravações sobre leituras
  • 70. compreensão e produção orais compreensão - - - - - - - produção leituras em voz alta [LdC, «Sermão»] gravação sobre leituras (que é tarefa também de outras competências)
  • 73.
  • 74. Ainda fico com •desenvolvimento de «Os potentinhos portugueses» [45-46]
  • 75. Ainda fico com •Redação de louvor a um animal [39-40]
  • 76.
  • 77.
  • 78. Gravações têm de ter mínimo de três minutos Não quero resumos (e, de modo nenhum, usar trechos da net, wikipédia, etc.; texto é pessoal) Imagem não era só com a capa do livro (teria de ter elementos pessoais também)
  • 79. Leiam as instruções, por favor Pedira que os trabalhos fossem dados ainda antes da última semana. Dentro em breve, não posso comprometer- me a ver ainda antes de entregar as avaliações.
  • 80.
  • 81. Recomendações e tepecê   [Aos que fizeram o conto:] Sem grande demora, enviarem-me, se o não fizeram ainda: (1) versão limpa, com pseudónimo no final; (2) imagem de cartão de cidadão.
  • 82. [Aos que ainda não enviaram a gravação sobre livro lido:] Enviarem-ma. Aceitá-la-ei sempre, até durante as férias. Para efeitos de avaliação neste período, só a terei em conta até uma dada altura (mas não consigo, nem quereria, comprometer-me com a exata data). Não esquecer que, quando recebo mails, agradeço sempre (se nada disser, é que nada me chegou).
  • 83. Lembro mais uma vez. Convém ler as instruções da tarefa. Por exemplo, não tenciono acolher trabalhos que não tenham o mínimo de tempo pedido, três minutos. E, por favor, nada de resumo (e, de modo nenhum, ir buscar à net, à wikipédia, trechos). Ao longo das férias irei lançando pequenas apreciações a cada gravação.
  • 84. Problemas técnicos deviam ser advertidos ao longo destes quinze dias anteriores.
  • 85. [A todos:] Completar, ou melhorar, «definição telegráfica» com frases sobre «Sermão de Santo António aos Peixes» (cfr. folha começada em aula) e trazer-ma no recomeço.
  • 86. [A todos:] Ir tendo à mão Os Maias, de Eça de Queirós. Ensaiar começar a ler.
  • 87. Cartão de cidadão + Versão passada a limpo (com pseudónimo)