ANGIOTOMOGRAFIA
 
 
CIRCULAÇÃO CEREBRAL O encéfalo utiliza cerca de um quinto do sangue bombeado pelo coração A cada minuto passam pelo encéfalo cerca de 800 ml de sangue. O fluxo contínuo é necessário porque o encéfalo extrai energia do metabolismo aeróbio da glicose que lhe é entregue pelo sangue.
CIRCULAÇÃO CEREBRAL A circulação cerebral possui  dois sistemas nutridores :  CAROTÍDEO VERTEBRO BASILAR
Sistema carotídeo Dominante e responsável pela irrigação dos três quartos anteriores dos hemisférios cerebrais, através das artérias cerebrais anterior e média e da artéria coroideana anterior.
Sistema vertebro basilar Vasculariza o tronco cerebral, cerebelo, e a porção posterior dos hemisférios cerebrais através da artéria cerebral posterior.
 
1. Artéria carótida externa (ACE): Origem:  artéria carótida comum se anastomosa com ramos da carótida interna . Ramos:  Esfenopalatina, maxilar, meníngea média, occipital, temporal superficial,RR supretocleares da artéria oftálmica, facial, RR supratrocleares da artéria oftálmica
2. Artéria carótida interna (ACI): Origem:  artéria carótida comum Ramos supraclinóides:   Artéria oftálmica Artéria coroidiana anterior Artéria comunicante posterior Ramos intracerebrais: Artéria cerebral média Artéria cerebral posterior
 
 
 
 
3. Artérias do sistema vértebro-basilar: Tem origem das subclávias Composição: Artéria vertebral direita e esquerda Artéria basilar
artéria basilar  Relações: As vertebrais entram pelos forames da sexta vértebra e sobem pelos foramens transversos atravessando a dura-máter e penetrando pelo forâmen magno. Une-se na junção do bulbo pontina formando a  artéria basilar.
Ramos da basilar Ramos intracranianos laterais:  artéria espinhal anterior Ramos intracranianos mediais:  artéria cerebelar póstero-inferior Ramos basilar:  artéria cerebral posterior
Sistema Vértebro-basilar 2.2.l –  Artérias vertebrais: a. artéria espinhal anterior b. artérias espinhais posteriores c. art. cerebelar inferior posterior 2.2.2 -  Artéria basilar: a. art. cerebelar inferior anterior b. artéria labirintica c. artérias pontinas d. artéria cerebelar superior e. artéria cerebral posterior
Circulo Arterial (Poligono de Willis) É um anel arterial no qual os dois sistemas estão interligados por pequenos ramos  comunicantes posteriores . O círculo é completado pelo ramo  comunicante anterior , que liga as duas artérias anteriores do cérebro.
Circulo arterial Pode funcionar como válvula de segurança sempre que houver diferença de pressão intracraniana.
Circulo arterial do cérebro (Poligono de Willis) 2.3.1 - artérias cerebrais posteriores 2.3.2 - ramos comunicantes posteriores 2.3.3 - artérias cerebrais médias ou as carótidas internas 2.3.4 - artérias cerebrais anteriores 2.3.5 - ramo comunicante anterior
 
 
4. Artéria cerebral anterior: Território: lobo frontal Superfície superior do hemisfério cerebral Superfície medial de ambos hemisférios exceto calcarino Anastomose com ramos da artéria cerebral média
5. Artéria recorrente de Heubner: Origem:  primeira porção da artéria cerebral anterior. Território: perna anterior da cápsula interna Cabeça anterior e inferior do núcleo caudado Porção anterior do globo pálido e putâmen Região anterior do hipotálamo Bulbos e feixes olfativos Fascículo uncinado
6. Artéria coroidiana anterior: Origem:  artéria carótida interna porção supraclinóide. Território: hipocampo anterior Uncus e amígdala Globo pálido Corpo geniculado e tálamo lateral Porção inferior da cápsula interna
7. Artéria cerebral média: Origem:  artéria cerebral inferior . Território: superfície lateral dos hemisférios Putâmen Cabeça e corpo do núcleo caudado Superfície cortical do lobo temporal Fissura de Sylvius
8. Artéria cerebral posterior: Origem:  artéria basilar . Território da divisão anterior: superfície anterior do lobo temporal Território da divisão posterior: lobo occipital Substância negra, pedúnculo cerebelar e hipocampo.
 
Território de irrigação das artérias cerebrais: 2.4.l - Artéria cerebral anterior 2.4.2 - Artéria cerebral média 2.4.3 - Artéria cerebral posterior
9. Artérias vertebrais: Território: pirâmides e olivas inferiores Lemnisco medial e fascículo longitudinal medial Fibras do nervo hipoglosso Principais características: hipostesia facial ipsilateral e ataxia, hemiparesia contralateral, alterações dos nervos cranianos ipsilaterais.
10. Feixe longo da vertebral e cerebelar póstero-inferior: Território: feixes espinotalâmicos Núcleos vestibulares, sensorial facial, vagais e glossofaríngeo.
11. Artéria cerebelar antero-inferior: Território: lateral da ponte  ( 7º e 8º par de nervos cranianos) Raiz do trigêmeo Núcleo coclear e vertebral
12. Artéria cerebelar superior: Território: porção dorsal do mesencéfalo.
 
Retorno Venoso As veias que drenam o tronco encefálico e o cerebelo seguem mais ou menos as artérias dessa região. As veias que drenam o cérebro nem sempre tem trajetos paralelos as suas artérias. Essa drenagem é feita por meio de veias profundas e seios da dura-máter que desembocam nas veias jugulares.
 
 
Veias cerebrais: Sistema venoso superficial:   córtex cerebral Veias  superficiais superiores Veias superficiais inferiores DRENAGEM VENOSA:
 
1.2 -  Sistema profundo:  (centro branco medular, tronco e cerebelo)
 
 
As veias corticais drenam para o  seio sagital superior
As estruturas mais profundas drenam para o  seio sagital inferior e para a grande veia cerebral ou de Galleno , que se unem ao seio reto
Este corre posteriormente ao longo da intersecção da foice cerebral e do território unindo-se ao seio sagital superior dos quais surgem os  dois seios transversos que por sua vez formam o seio sigmóide  que drena a jugular interna
Patologias AVC (AVE) Isquêmico / hemorrágico Aneurisma
AVE ou AVC O termo acidente vascular cerebral (AVC) significa o comprometimento súbito da função cerebral causado por inúmeras alterações histopatológicas que envolvem um ou vários vasos sangüíneos intracranianos ou extracranianos. Estas doenças cerebrovasculares constituem a  terceira causa de morte no mundo , perdendo somente das cardiopatias em geral e o câncer.
AVE ou AVC O acidente vascular cerebral pode ser definido como um déficit neurológico focal súbito devido a uma lesão vascular.
AVE ou AVC Aproximadamente  80%  dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) são causados por um  baixo fluxo  sangüíneo cerebral (isquemia)  Os outros  20%  por  hemorragias  tanto intraparenquimatosas como subaracnóideas
acidente vascular isquêmico Ocorre oclusão de um vaso sangüíneo que interrompe o fluxo de sangue a uma região específica do cérebro, interferindo com as funções neurológicas dependentes daquela região afetada, produzindo uma sintomatologia ou déficits característicos
acidente vascular hemorrágico Ocorre hemorragia (sangramento) local, com outros fatores complicadores tais como aumento da pressão intracraniana, edema (inchaço) cerebral, entre outros, levando a sinais nem sempre focais
A figura 6A mostra o estreitamento acentuado da bifurcação da carótida com prometendo o fluxo sangüíneo. A 6B mostra ulceração de placa de ateroma que provoca liberação de fragmentos do trombo.
 
 
O grande problema desta patologia não se encontra apenas no elevado índice de mortalidade, mas, sim, na incapacitação que impõe ao indivíduo, como por exemplo, não se alimentar ou locomover sozinho além do problema social
Cerca de 40 a 50% dos indivíduos que sofrem um acidente vascular cerebral estarão mortos após 6 meses. A maioria dos sobreviventes exibirá deficiências neurológicas e incapacidades residuais significativas.
FATORES DE RISCO   1. hipertensão arterial sistêmica (HAS); 2. diabetes; 3. dislipidemia e obesidade; 4. tabagismo; 5. álcool; 6. anticoncepcional oral; 7. doenças associadas que acarretem aumento no estado de coagulabilidade (coagulação do sangue) do indivíduo
- perda da visão de um olho; - hemi ou homoparesia; - hemi ou homoplegia; - disfasia; - déficits sensitivos em  hemicorpo.   Sintomas do sistema carotídeo:
Sintomas do sistema vertebral: - diplopia; - disartria; - disfagia; - desequilíbrio; - sintomas do território carotídeo
1. Fraqueza: O início agudo de uma fraqueza em um dos membros ou face é o sintoma mais comum dos AVC
2. Distúrbios visuais: A perda da visão em um dos olhos, principalmente aguda, alarma os pacientes geralmente os leva a procurar avaliação médica. O paciente pode ter uma sensação de sombra ou cortina ao enxergar ou ainda pode apresentar cegueira transitória (amaurose fugaz).
3. Perda sensitiva: A dormência ocorre mais comumente junto com a diminuição de força, confundindo o paciente; a sensibilidade é subjetiva.
4. Linguagem, deglutição e fala (afasias): É comum os pacientes apresentarem alterações de linguagem e fala, podendo ou não estar afetada a linguagem compreensiva.
5. Convulsões: nos casos de hemorragia intracerebral, do acidente vascular dito hemorrágico, os sintomas podem se manifestar como os já descritos acima, geralmente mais graves e de rápida evolução.
6. Perda de consciência Pacientes com qualquer grau de perturbação da consciência   devem ser vistos como exibindo alto risco de vida, as causas dessa perda de consciência devida o AVC podem ser inúmeras.
TRATAMENTO Inicialmente deve-se diferenciar entre AVC isquêmico ou hemorrágico.   O tratamento inclui a identificação e controle dos fatores de risco, o uso de terapia antitrombótica e endarterectomia (cirurgia para a retirada do coágulo da artéria) de carótida . O AVC em evolução constitui uma emergência, devendo ser tratado em ambiente hospitalar com o auxílio de uma equipe multiprofissional.
ANEURISMA O  aneurisma  pode ser induzido pela hipertensão, pelo depósito excessivo de  gordura  nas artérias, ou por traumatismo craniano, como quedas. Nos casos do  traumatismo craniano , a lesão decorrente da queda é a causadora do aneurisma, devido à criação de um  abcesso  no local.
Sintomas  Um pequeno aneurisma, em fase inicial não produz  sintomas . Ao aumentar, o indivíduo pode ter sintomas como  dor de cabeça , sensibilidade a luz,  náusea ,  vômito  e perda de  consciência . A ruptura do aneurisma é perigosa e geralmente causa sangramento dentro do cérebro podendo causar morte. Está situação é um dos tipos de  derrame cerebral . A  morte  pode ocorrer, se houver o comprometimento de áreas vitais como as de controle da  respiração  ou da  pressão arterial .
Tratamento  O tratamento deve ser rápido e é  cirúrgico , sendo complicada devido às dificuldades no acesso ao local sem lesar mais o cérebro, e como manter íntegra a  circulação sanguínea  da parte antes irrigada por esta artéria. Dependendo do local deste aneurisma no cérebro, a cirurgia pode ser mais ou menos arriscada. É tratada pelo  neurocirurgião . Existem duas formas básicas de tratamento: por microcirurgia e por via endovascular. Quando o aneurisma é descoberto antes de ocorrer rupturas, uma  cirurgia  chamada  microcoil trombosis  pode ser realizada . O processo do  balão de embolização  só é recomendado em pacientes em que cirurgia pode ser muito arriscada
Prognóstico Depende da extensão e da posição do aneurisma Da idade da pessoa, da saúde geral e da sua condição neurológica. Dos 30.000 novos casos de Aneurisma Cerebral existentes nos Estados Unidos da América por ano, apenas  20%   ficam vivos   e bem de saúde ,  20% ficam vivos mas incapacitados  e  60% morrem.
ANEURISMA ANEURISMA ROTO
ANEURISMA HEMORRAGIA
microcoil trombosis
DIAGNÓSTICO POR IMAGEM ARTERIOGRAFIA ANGIO RM DOPPLER ANGIO TC
ARTERIOGRAFIA MÉTODO INVASIVO GRANDE QUANTIDADE DE CONTRASTE ALTAS DOSES DE RADIAÇÃO LOCAL ESPECÍFICO POSSIBILITA TRATAMENTO  MÉTODO “OURO” NO DIAGNÓSTICO VASCULAR
 
ANGIO RM Ótima resolução espacial,  Avaliação em 3 planos, Estudo do parênquima encefálico com uso concomitante de técnicas funcionais como difusão, perfusão, ativação cerebral, espectroscopia.  A angio-RM é realizada quando há tempo e indicação para melhor caracterização da lesão. Estudo dos sistemas arterial e/ou venoso intracranianos
ANGIO RM ARTERIAL
ANGIO RM VENOSA
TÉCNICAS FUNCIONAIS
DOPPLER O estudo ultra-sonográfico permite a caracterização precisa de placas de ateroma e também a estimativa do grau de estenose vascular
DOPPLER
ANGIO TC Vantagens:   Maior disponibilidade  Menor custo  Maior rapidez do exame, que são  fatos importantes visto que se trata de pacientes muitas vezes não cooperativos.
Equipamentos A angio-TC pode ser obtida com equipamento  helicoidal  ou preferencialmente  multi-slice , para obtenção de imagens seqüenciais na região de interesse.
Multslice x single-slice
CT spiralé monocoupe    CT spiralé multicoupes
Aquisição de maior volume de informações em menor tempo Melhor resolução espacial multislice
Contraste Iodado Contraste iodado e.v. Bomba injetora de infusão Velocidade de no mínimo 3 ml/seg. De 80 a 100 ml de contraste por exame
Planejamento temporal É importante, pois a aquisição é ultra-rápida e deve coincidir com o momento de maior opacificação dos vasos.
Tempo de contraste Bolus tracker Smart prep
Escala de HOUNSFIELD
Bolus tracker
Smart prep
Pré-contraste Pós-contraste A leitura do bolus de contraste deve ser feita na aorta descendente
Área de interesse Na angio tc de vasos cervicais devemos sempre incluir na aquisição, a crossa da aorta
PUNÇÃO A PUNÇÃO DEVE SER SEMPRE NO  MSD , PARA EVITAR ARTEFATO DO FLUXO DO CONTRASTE PURO NA VEIA BRAQUIOCEFÁLICA  ESQUERDA.
PUNÇÃO  MSD , CONTRASTE VEIA BRAQUIOCEFÁLICA DIREITA.
PUNÇÃO  MSE , CONTRASTE VEIA BRAQUIOCEFÁLICA ESQUERDA.
CONTRASTE E.V. MSE O CONTRASTE INJETADO PELO MSE, PROVOCA ARTEFATO DIFICULTANDO A VISUALIZAÇÃO DE ESTRUTURAS IMPORTANTES COMO A EMINÊNCIA DOS 3 GRANDES VASOS SUPRA AÓRTICOS
Posicionamento
O posicionamento deve ser  Planejado, de modo a evitar que os artefatos, principalmente metálicos  atrapalhem a imagem
Posicionamento correto,com hiperextensão do  pescoço, evitando sobreposição de artefatos metálicos na região das carótidas
errado correto
artefatos
Sem artefato de straiker
 
Paciente edentolo
Nas angio CT de  vasos intracranianos O posicionamento deve obedecer o plano orbito-meatal, como uma  CT de crânio rotina
Uma dica!
Protocolos de aquisição Angio tc de vasos cervicais Angio tc de vasos intracranianos Angio tc de vasos intracranianos e cervicais
Parâmetros técnicos espessura de corte  deve ser a menor possível, com interpolação de imagem Incremento  50% da espessura de corte MA / KV  devem ser o máximo permitido pelo aparelho tempo de aquisição  deve ser o necessário para acompanhar o percurso do contraste (Pitch / tempo de rotação)
Espessura de corte Nos aparelhos multislice a espessura de corte pode ser de até 0,6 mm e o incremento de até 0,3 mm.
MA / KV Devido a mínima espessura de corte, é  necessário que a aquisição seja realizada com potente feixe de raios X para  evitar-se artefatos de ruído  nas imagens
Tempo de aquisição Pitch = Incremento (mm) por rotação do gantry    ---------------------------------------------------- colimação (mm)
pitch Quanto  maior  o pitch menor o tempo de aquisição  Quanto  menor  o pitch melhor a resolução de imagem
 
Pós-processamento A reconstrução tridimensional das imagens pelas técnicas : Projeção de intensidade máxima   (MIP) Reconstrução de   superfície   ou de   volume
Work station
Documentação A documentação, deve incluir todos os principais vasos, utilizando das ferramentas de  pós-processamento (VR, MIP, Reformatações MP etc.)  evidenciando cada um em sua melhor projeção.
(MIP) carótidas Carótida direita comum Carótida esquerda comum
(MIP) Tronco braquiocefálico Tronco braquiocefálico
(MIP) SUBCLAVIA ESQUERDA SUBCLAVIA ESQUERDA
(MIP) VERTEBRAIS ARTÉRIA VERTEBRAL DIREITA ARTÉRIA VERTEBRAL ESQUERDA
(MIP) 3 GRANDES RAMOS CROSSA DA AORTA SUBCLAVIA ESQUERDA CARÓTIDA ESQUERDA COMUM TRONCO BRAQUIOCEFÁLICO
(MIP) VERTEBRAIS VERTEBRAIS
(MIP) CARÓTIDAS CARÓTIDAS
PROJEÇÃO LATERAL VERTEBRAL  E  CARÓTIDA ESQ
PROJEÇÃO LATERAL VERTEBRAL  E  CARÓTIDA ESQ
COMUM INTERNA EXTERNA CARÓTIDAS
RECONSTRUÇÃO DE VOLUME
ANGIO CT INTRACRANIANA VERTEBRAIS
CEREBRAL MÉDIA ESQ. BASILAR VERTEBRAL ESQ . ANGIO CT INTRACRANIANA
ANGIO CT INTRACRANIANA BASILAR
ANGIO CT INTRACRANIANA BASILAR CEREBRAL POSTERIOR
ANGIO CT INTRACRANIANA CEREBRAL MÉDIA ESQ.
PROJEÇÃO LATERAL VEIA DE GALENO
 
 
 
 
 
ALTERAÇÕES NORMAL
VERTEBRAL ESQ.?
VERTEBRAIS NORMAIS
VERTEBRAL DIR.?
 
 
ANEURISMA
ANEURISMA
Dificuldades técnicas Dificuldades técnicas, como por exemplo, a semelhança dos coeficientes de atenuação do osso e do contraste não permite em muitos casos a precisa delimitação das lesões entre estas duas interfaces. Nestes pontos a análise baseia-se nos imagens fonte, bidimensionais
IMAGEM FONTE  BIDIMENCIONAL
Contra-indicações são as mesmas do uso de radiação ionizante e/ou de contraste iodado.
Pesquisa de Aneurismas A angio-TC ainda tem indicação restrita. As pequenas dimensões dos mesmos muitas vezes não permitem o diagnóstico. A angio-TC, como referido anteriormente, tem como limitação a proximidade do polígono de Willis, sede da maior parte dos aneurismas intracranianos, com os ossos da base do crânio.
Angio-TC carótidas A angio-TC é mais um método disponível para o estudo da bifurcação carotídea e constitue a melhor opção para a análise fidedigna do grau de estenose quando existem placas calcificadas extensas que dificultam o estudo ultra-sonográfico e que também são subestimadas na angio-RM. A TC permite a  caracterização do material  que constitui a placa, além de oferecer no plano axial a melhor análise do grau de estenose
PLACA CALCIFICADA
Conclusão Os estudos de TC e RM permitem a avaliação detalhada da circulação arterial intra e extracraniana com suas diversas aplicações.

Angiotomografia

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4.
    CIRCULAÇÃO CEREBRAL Oencéfalo utiliza cerca de um quinto do sangue bombeado pelo coração A cada minuto passam pelo encéfalo cerca de 800 ml de sangue. O fluxo contínuo é necessário porque o encéfalo extrai energia do metabolismo aeróbio da glicose que lhe é entregue pelo sangue.
  • 5.
    CIRCULAÇÃO CEREBRAL Acirculação cerebral possui dois sistemas nutridores : CAROTÍDEO VERTEBRO BASILAR
  • 6.
    Sistema carotídeo Dominantee responsável pela irrigação dos três quartos anteriores dos hemisférios cerebrais, através das artérias cerebrais anterior e média e da artéria coroideana anterior.
  • 7.
    Sistema vertebro basilarVasculariza o tronco cerebral, cerebelo, e a porção posterior dos hemisférios cerebrais através da artéria cerebral posterior.
  • 8.
  • 9.
    1. Artéria carótidaexterna (ACE): Origem: artéria carótida comum se anastomosa com ramos da carótida interna . Ramos: Esfenopalatina, maxilar, meníngea média, occipital, temporal superficial,RR supretocleares da artéria oftálmica, facial, RR supratrocleares da artéria oftálmica
  • 10.
    2. Artéria carótidainterna (ACI): Origem: artéria carótida comum Ramos supraclinóides: Artéria oftálmica Artéria coroidiana anterior Artéria comunicante posterior Ramos intracerebrais: Artéria cerebral média Artéria cerebral posterior
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
    3. Artérias dosistema vértebro-basilar: Tem origem das subclávias Composição: Artéria vertebral direita e esquerda Artéria basilar
  • 16.
    artéria basilar Relações: As vertebrais entram pelos forames da sexta vértebra e sobem pelos foramens transversos atravessando a dura-máter e penetrando pelo forâmen magno. Une-se na junção do bulbo pontina formando a artéria basilar.
  • 17.
    Ramos da basilarRamos intracranianos laterais: artéria espinhal anterior Ramos intracranianos mediais: artéria cerebelar póstero-inferior Ramos basilar: artéria cerebral posterior
  • 18.
    Sistema Vértebro-basilar 2.2.l– Artérias vertebrais: a. artéria espinhal anterior b. artérias espinhais posteriores c. art. cerebelar inferior posterior 2.2.2 - Artéria basilar: a. art. cerebelar inferior anterior b. artéria labirintica c. artérias pontinas d. artéria cerebelar superior e. artéria cerebral posterior
  • 19.
    Circulo Arterial (Poligonode Willis) É um anel arterial no qual os dois sistemas estão interligados por pequenos ramos comunicantes posteriores . O círculo é completado pelo ramo comunicante anterior , que liga as duas artérias anteriores do cérebro.
  • 20.
    Circulo arterial Podefuncionar como válvula de segurança sempre que houver diferença de pressão intracraniana.
  • 21.
    Circulo arterial docérebro (Poligono de Willis) 2.3.1 - artérias cerebrais posteriores 2.3.2 - ramos comunicantes posteriores 2.3.3 - artérias cerebrais médias ou as carótidas internas 2.3.4 - artérias cerebrais anteriores 2.3.5 - ramo comunicante anterior
  • 22.
  • 23.
  • 24.
    4. Artéria cerebralanterior: Território: lobo frontal Superfície superior do hemisfério cerebral Superfície medial de ambos hemisférios exceto calcarino Anastomose com ramos da artéria cerebral média
  • 25.
    5. Artéria recorrentede Heubner: Origem: primeira porção da artéria cerebral anterior. Território: perna anterior da cápsula interna Cabeça anterior e inferior do núcleo caudado Porção anterior do globo pálido e putâmen Região anterior do hipotálamo Bulbos e feixes olfativos Fascículo uncinado
  • 26.
    6. Artéria coroidianaanterior: Origem: artéria carótida interna porção supraclinóide. Território: hipocampo anterior Uncus e amígdala Globo pálido Corpo geniculado e tálamo lateral Porção inferior da cápsula interna
  • 27.
    7. Artéria cerebralmédia: Origem: artéria cerebral inferior . Território: superfície lateral dos hemisférios Putâmen Cabeça e corpo do núcleo caudado Superfície cortical do lobo temporal Fissura de Sylvius
  • 28.
    8. Artéria cerebralposterior: Origem: artéria basilar . Território da divisão anterior: superfície anterior do lobo temporal Território da divisão posterior: lobo occipital Substância negra, pedúnculo cerebelar e hipocampo.
  • 29.
  • 30.
    Território de irrigaçãodas artérias cerebrais: 2.4.l - Artéria cerebral anterior 2.4.2 - Artéria cerebral média 2.4.3 - Artéria cerebral posterior
  • 31.
    9. Artérias vertebrais:Território: pirâmides e olivas inferiores Lemnisco medial e fascículo longitudinal medial Fibras do nervo hipoglosso Principais características: hipostesia facial ipsilateral e ataxia, hemiparesia contralateral, alterações dos nervos cranianos ipsilaterais.
  • 32.
    10. Feixe longoda vertebral e cerebelar póstero-inferior: Território: feixes espinotalâmicos Núcleos vestibulares, sensorial facial, vagais e glossofaríngeo.
  • 33.
    11. Artéria cerebelarantero-inferior: Território: lateral da ponte ( 7º e 8º par de nervos cranianos) Raiz do trigêmeo Núcleo coclear e vertebral
  • 34.
    12. Artéria cerebelarsuperior: Território: porção dorsal do mesencéfalo.
  • 35.
  • 36.
    Retorno Venoso Asveias que drenam o tronco encefálico e o cerebelo seguem mais ou menos as artérias dessa região. As veias que drenam o cérebro nem sempre tem trajetos paralelos as suas artérias. Essa drenagem é feita por meio de veias profundas e seios da dura-máter que desembocam nas veias jugulares.
  • 37.
  • 38.
  • 39.
    Veias cerebrais: Sistemavenoso superficial: córtex cerebral Veias superficiais superiores Veias superficiais inferiores DRENAGEM VENOSA:
  • 40.
  • 41.
    1.2 - Sistema profundo: (centro branco medular, tronco e cerebelo)
  • 42.
  • 43.
  • 44.
    As veias corticaisdrenam para o seio sagital superior
  • 45.
    As estruturas maisprofundas drenam para o seio sagital inferior e para a grande veia cerebral ou de Galleno , que se unem ao seio reto
  • 46.
    Este corre posteriormenteao longo da intersecção da foice cerebral e do território unindo-se ao seio sagital superior dos quais surgem os dois seios transversos que por sua vez formam o seio sigmóide que drena a jugular interna
  • 47.
    Patologias AVC (AVE)Isquêmico / hemorrágico Aneurisma
  • 48.
    AVE ou AVCO termo acidente vascular cerebral (AVC) significa o comprometimento súbito da função cerebral causado por inúmeras alterações histopatológicas que envolvem um ou vários vasos sangüíneos intracranianos ou extracranianos. Estas doenças cerebrovasculares constituem a terceira causa de morte no mundo , perdendo somente das cardiopatias em geral e o câncer.
  • 49.
    AVE ou AVCO acidente vascular cerebral pode ser definido como um déficit neurológico focal súbito devido a uma lesão vascular.
  • 50.
    AVE ou AVCAproximadamente 80% dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) são causados por um baixo fluxo sangüíneo cerebral (isquemia) Os outros 20% por hemorragias tanto intraparenquimatosas como subaracnóideas
  • 51.
    acidente vascular isquêmicoOcorre oclusão de um vaso sangüíneo que interrompe o fluxo de sangue a uma região específica do cérebro, interferindo com as funções neurológicas dependentes daquela região afetada, produzindo uma sintomatologia ou déficits característicos
  • 52.
    acidente vascular hemorrágicoOcorre hemorragia (sangramento) local, com outros fatores complicadores tais como aumento da pressão intracraniana, edema (inchaço) cerebral, entre outros, levando a sinais nem sempre focais
  • 53.
    A figura 6Amostra o estreitamento acentuado da bifurcação da carótida com prometendo o fluxo sangüíneo. A 6B mostra ulceração de placa de ateroma que provoca liberação de fragmentos do trombo.
  • 54.
  • 55.
  • 56.
    O grande problemadesta patologia não se encontra apenas no elevado índice de mortalidade, mas, sim, na incapacitação que impõe ao indivíduo, como por exemplo, não se alimentar ou locomover sozinho além do problema social
  • 57.
    Cerca de 40a 50% dos indivíduos que sofrem um acidente vascular cerebral estarão mortos após 6 meses. A maioria dos sobreviventes exibirá deficiências neurológicas e incapacidades residuais significativas.
  • 58.
    FATORES DE RISCO 1. hipertensão arterial sistêmica (HAS); 2. diabetes; 3. dislipidemia e obesidade; 4. tabagismo; 5. álcool; 6. anticoncepcional oral; 7. doenças associadas que acarretem aumento no estado de coagulabilidade (coagulação do sangue) do indivíduo
  • 59.
    - perda davisão de um olho; - hemi ou homoparesia; - hemi ou homoplegia; - disfasia; - déficits sensitivos em hemicorpo. Sintomas do sistema carotídeo:
  • 60.
    Sintomas do sistemavertebral: - diplopia; - disartria; - disfagia; - desequilíbrio; - sintomas do território carotídeo
  • 61.
    1. Fraqueza: Oinício agudo de uma fraqueza em um dos membros ou face é o sintoma mais comum dos AVC
  • 62.
    2. Distúrbios visuais:A perda da visão em um dos olhos, principalmente aguda, alarma os pacientes geralmente os leva a procurar avaliação médica. O paciente pode ter uma sensação de sombra ou cortina ao enxergar ou ainda pode apresentar cegueira transitória (amaurose fugaz).
  • 63.
    3. Perda sensitiva:A dormência ocorre mais comumente junto com a diminuição de força, confundindo o paciente; a sensibilidade é subjetiva.
  • 64.
    4. Linguagem, deglutiçãoe fala (afasias): É comum os pacientes apresentarem alterações de linguagem e fala, podendo ou não estar afetada a linguagem compreensiva.
  • 65.
    5. Convulsões: noscasos de hemorragia intracerebral, do acidente vascular dito hemorrágico, os sintomas podem se manifestar como os já descritos acima, geralmente mais graves e de rápida evolução.
  • 66.
    6. Perda deconsciência Pacientes com qualquer grau de perturbação da consciência devem ser vistos como exibindo alto risco de vida, as causas dessa perda de consciência devida o AVC podem ser inúmeras.
  • 67.
    TRATAMENTO Inicialmente deve-sediferenciar entre AVC isquêmico ou hemorrágico. O tratamento inclui a identificação e controle dos fatores de risco, o uso de terapia antitrombótica e endarterectomia (cirurgia para a retirada do coágulo da artéria) de carótida . O AVC em evolução constitui uma emergência, devendo ser tratado em ambiente hospitalar com o auxílio de uma equipe multiprofissional.
  • 68.
    ANEURISMA O aneurisma pode ser induzido pela hipertensão, pelo depósito excessivo de gordura nas artérias, ou por traumatismo craniano, como quedas. Nos casos do traumatismo craniano , a lesão decorrente da queda é a causadora do aneurisma, devido à criação de um abcesso no local.
  • 69.
    Sintomas Umpequeno aneurisma, em fase inicial não produz sintomas . Ao aumentar, o indivíduo pode ter sintomas como dor de cabeça , sensibilidade a luz, náusea , vômito e perda de consciência . A ruptura do aneurisma é perigosa e geralmente causa sangramento dentro do cérebro podendo causar morte. Está situação é um dos tipos de derrame cerebral . A morte pode ocorrer, se houver o comprometimento de áreas vitais como as de controle da respiração ou da pressão arterial .
  • 70.
    Tratamento Otratamento deve ser rápido e é cirúrgico , sendo complicada devido às dificuldades no acesso ao local sem lesar mais o cérebro, e como manter íntegra a circulação sanguínea da parte antes irrigada por esta artéria. Dependendo do local deste aneurisma no cérebro, a cirurgia pode ser mais ou menos arriscada. É tratada pelo neurocirurgião . Existem duas formas básicas de tratamento: por microcirurgia e por via endovascular. Quando o aneurisma é descoberto antes de ocorrer rupturas, uma cirurgia chamada microcoil trombosis pode ser realizada . O processo do balão de embolização só é recomendado em pacientes em que cirurgia pode ser muito arriscada
  • 71.
    Prognóstico Depende daextensão e da posição do aneurisma Da idade da pessoa, da saúde geral e da sua condição neurológica. Dos 30.000 novos casos de Aneurisma Cerebral existentes nos Estados Unidos da América por ano, apenas 20% ficam vivos e bem de saúde , 20% ficam vivos mas incapacitados e 60% morrem.
  • 72.
  • 73.
  • 74.
  • 75.
    DIAGNÓSTICO POR IMAGEMARTERIOGRAFIA ANGIO RM DOPPLER ANGIO TC
  • 76.
    ARTERIOGRAFIA MÉTODO INVASIVOGRANDE QUANTIDADE DE CONTRASTE ALTAS DOSES DE RADIAÇÃO LOCAL ESPECÍFICO POSSIBILITA TRATAMENTO MÉTODO “OURO” NO DIAGNÓSTICO VASCULAR
  • 77.
  • 78.
    ANGIO RM Ótimaresolução espacial, Avaliação em 3 planos, Estudo do parênquima encefálico com uso concomitante de técnicas funcionais como difusão, perfusão, ativação cerebral, espectroscopia. A angio-RM é realizada quando há tempo e indicação para melhor caracterização da lesão. Estudo dos sistemas arterial e/ou venoso intracranianos
  • 79.
  • 80.
  • 81.
  • 82.
    DOPPLER O estudoultra-sonográfico permite a caracterização precisa de placas de ateroma e também a estimativa do grau de estenose vascular
  • 83.
  • 84.
    ANGIO TC Vantagens: Maior disponibilidade Menor custo Maior rapidez do exame, que são fatos importantes visto que se trata de pacientes muitas vezes não cooperativos.
  • 85.
    Equipamentos A angio-TCpode ser obtida com equipamento helicoidal ou preferencialmente multi-slice , para obtenção de imagens seqüenciais na região de interesse.
  • 86.
  • 87.
    CT spiralé monocoupe   CT spiralé multicoupes
  • 88.
    Aquisição de maiorvolume de informações em menor tempo Melhor resolução espacial multislice
  • 89.
    Contraste Iodado Contrasteiodado e.v. Bomba injetora de infusão Velocidade de no mínimo 3 ml/seg. De 80 a 100 ml de contraste por exame
  • 90.
    Planejamento temporal Éimportante, pois a aquisição é ultra-rápida e deve coincidir com o momento de maior opacificação dos vasos.
  • 91.
    Tempo de contrasteBolus tracker Smart prep
  • 92.
  • 93.
  • 94.
  • 95.
    Pré-contraste Pós-contraste Aleitura do bolus de contraste deve ser feita na aorta descendente
  • 96.
    Área de interesseNa angio tc de vasos cervicais devemos sempre incluir na aquisição, a crossa da aorta
  • 97.
    PUNÇÃO A PUNÇÃODEVE SER SEMPRE NO MSD , PARA EVITAR ARTEFATO DO FLUXO DO CONTRASTE PURO NA VEIA BRAQUIOCEFÁLICA ESQUERDA.
  • 98.
    PUNÇÃO MSD, CONTRASTE VEIA BRAQUIOCEFÁLICA DIREITA.
  • 99.
    PUNÇÃO MSE, CONTRASTE VEIA BRAQUIOCEFÁLICA ESQUERDA.
  • 100.
    CONTRASTE E.V. MSEO CONTRASTE INJETADO PELO MSE, PROVOCA ARTEFATO DIFICULTANDO A VISUALIZAÇÃO DE ESTRUTURAS IMPORTANTES COMO A EMINÊNCIA DOS 3 GRANDES VASOS SUPRA AÓRTICOS
  • 101.
  • 102.
    O posicionamento deveser Planejado, de modo a evitar que os artefatos, principalmente metálicos atrapalhem a imagem
  • 103.
    Posicionamento correto,com hiperextensãodo pescoço, evitando sobreposição de artefatos metálicos na região das carótidas
  • 104.
  • 105.
  • 106.
  • 107.
  • 108.
  • 109.
    Nas angio CTde vasos intracranianos O posicionamento deve obedecer o plano orbito-meatal, como uma CT de crânio rotina
  • 110.
  • 111.
    Protocolos de aquisiçãoAngio tc de vasos cervicais Angio tc de vasos intracranianos Angio tc de vasos intracranianos e cervicais
  • 112.
    Parâmetros técnicos espessurade corte deve ser a menor possível, com interpolação de imagem Incremento 50% da espessura de corte MA / KV devem ser o máximo permitido pelo aparelho tempo de aquisição deve ser o necessário para acompanhar o percurso do contraste (Pitch / tempo de rotação)
  • 113.
    Espessura de corteNos aparelhos multislice a espessura de corte pode ser de até 0,6 mm e o incremento de até 0,3 mm.
  • 114.
    MA / KVDevido a mínima espessura de corte, é necessário que a aquisição seja realizada com potente feixe de raios X para evitar-se artefatos de ruído nas imagens
  • 115.
    Tempo de aquisiçãoPitch = Incremento (mm) por rotação do gantry ---------------------------------------------------- colimação (mm)
  • 116.
    pitch Quanto maior o pitch menor o tempo de aquisição Quanto menor o pitch melhor a resolução de imagem
  • 117.
  • 118.
    Pós-processamento A reconstruçãotridimensional das imagens pelas técnicas : Projeção de intensidade máxima (MIP) Reconstrução de superfície ou de volume
  • 119.
  • 120.
    Documentação A documentação,deve incluir todos os principais vasos, utilizando das ferramentas de pós-processamento (VR, MIP, Reformatações MP etc.) evidenciando cada um em sua melhor projeção.
  • 121.
    (MIP) carótidas Carótidadireita comum Carótida esquerda comum
  • 122.
    (MIP) Tronco braquiocefálicoTronco braquiocefálico
  • 123.
    (MIP) SUBCLAVIA ESQUERDASUBCLAVIA ESQUERDA
  • 124.
    (MIP) VERTEBRAIS ARTÉRIAVERTEBRAL DIREITA ARTÉRIA VERTEBRAL ESQUERDA
  • 125.
    (MIP) 3 GRANDESRAMOS CROSSA DA AORTA SUBCLAVIA ESQUERDA CARÓTIDA ESQUERDA COMUM TRONCO BRAQUIOCEFÁLICO
  • 126.
  • 127.
  • 128.
  • 129.
  • 130.
  • 131.
  • 132.
  • 133.
    CEREBRAL MÉDIA ESQ.BASILAR VERTEBRAL ESQ . ANGIO CT INTRACRANIANA
  • 134.
  • 135.
    ANGIO CT INTRACRANIANABASILAR CEREBRAL POSTERIOR
  • 136.
    ANGIO CT INTRACRANIANACEREBRAL MÉDIA ESQ.
  • 137.
  • 138.
  • 139.
  • 140.
  • 141.
  • 142.
  • 143.
  • 144.
  • 145.
  • 146.
  • 147.
  • 148.
  • 149.
  • 150.
  • 151.
    Dificuldades técnicas Dificuldadestécnicas, como por exemplo, a semelhança dos coeficientes de atenuação do osso e do contraste não permite em muitos casos a precisa delimitação das lesões entre estas duas interfaces. Nestes pontos a análise baseia-se nos imagens fonte, bidimensionais
  • 152.
    IMAGEM FONTE BIDIMENCIONAL
  • 153.
    Contra-indicações são asmesmas do uso de radiação ionizante e/ou de contraste iodado.
  • 154.
    Pesquisa de AneurismasA angio-TC ainda tem indicação restrita. As pequenas dimensões dos mesmos muitas vezes não permitem o diagnóstico. A angio-TC, como referido anteriormente, tem como limitação a proximidade do polígono de Willis, sede da maior parte dos aneurismas intracranianos, com os ossos da base do crânio.
  • 155.
    Angio-TC carótidas Aangio-TC é mais um método disponível para o estudo da bifurcação carotídea e constitue a melhor opção para a análise fidedigna do grau de estenose quando existem placas calcificadas extensas que dificultam o estudo ultra-sonográfico e que também são subestimadas na angio-RM. A TC permite a caracterização do material que constitui a placa, além de oferecer no plano axial a melhor análise do grau de estenose
  • 156.
  • 157.
    Conclusão Os estudosde TC e RM permitem a avaliação detalhada da circulação arterial intra e extracraniana com suas diversas aplicações.