A GOVERNAÇÃO DO MARQUÊS DE POMBAL
Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal
A GOVERNAÇÃO DO MARQUÊS DE POMBAL
PORTUGAL NA
SEGUNDA METADE DO
SÉCULO XVIII
Com a subida de D. José I
ao trono português, em
1750, ascendeu ao
governo um homem da
sua confiança que viria a
marcar, de forma
relevante, todo o seu
reinado: Sebastião José
de Carvalho e Melo,
futuro Marquês de
Pombal. A sua
governação seguiu as
linhas do Despotismo
Esclarecido, associando o
poder absoluto às ideias
de progresso e
modernização.
D. José I, rei de
Portugal (1750-77).
POLITICAS POMBALINAS – o 2º Mercantilismo português
Renovação e criação de
manufaturas
Investimentos do
Estado
Isenções fiscais e
concessão de
monopólios
Integração de técnicos e
equipamentos
estrangeiros
Criação de companhias
monopolistas
Ex.: Companhia Geral da
Agricultura das Vinhas do
Alto Douro para controlar a
produção e venda do vinho
do Porto
Atraiu capitais da nobreza e
da burguesia concedendo
privilégios e títulos aos
investidores
- Crescimento da grande burguesia capitalista
- Proteção do comércio e da indústria face à concorrência
estrangeira
Para fortalecer o poder
real, Pombal criou o Erário
Régio, com a função de
controlar as finanças do
Reino; a Real Mesa
Censória, que exercia a
censura sobre a produção
literária e reduzia os
poderes da Inquisição; e a
Intendência-Geral da
Polícia de Lisboa, com o
objetivo de garantir a
segurança e vigiar os
costumes.
No dia 1 de novembro de 1755, registou-se um violento terramoto que destruiu grande
parte da cidade de Lisboa.
A reconstrução da cidade de Lisboa reforçou o papel de liderança e
iniciativa desempenhado pelo Marquês de Pombal. Na verdade, o
plano urbanístico concebido por Carvalho e Melo e pela equipa que
com ele trabalhou é inovador e reflete o poder absoluto do rei, visível
na estátua equestre de D. José I situada na Praça do Comércio e na
uniformização arquitetónica dos edifícios que não permite a distinção
social.
Planta geométrica e simétrica
Ruas retilíneas e largas
Praça central e ampla com a
estátua do rei D. José I no centro e
os edifícios ligados à administração
central em seu redor
Casas com estrutura antissísmica
construídas em sistema de gaiola
Casas com fachadas iguais, sem
sinais de distinção social
De que modo o projeto urbanístico de Lisboa refletiu o
espírito da política de Pombal?
Reforço e
modernização do
Estado
Modernização e
laicização do
ensino
Execução dos Távora, 1759.
Expulsão dos jesuítas, 1759.
Luís António Verney
defendeu a
modernização do
ensino através da
introdução do
método
experimental.
Qual foi a influência das ideias iluministas na
governação pombalina?

A governação do Marquês de Pombal

  • 1.
    A GOVERNAÇÃO DOMARQUÊS DE POMBAL Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal
  • 2.
    A GOVERNAÇÃO DOMARQUÊS DE POMBAL PORTUGAL NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XVIII Com a subida de D. José I ao trono português, em 1750, ascendeu ao governo um homem da sua confiança que viria a marcar, de forma relevante, todo o seu reinado: Sebastião José de Carvalho e Melo, futuro Marquês de Pombal. A sua governação seguiu as linhas do Despotismo Esclarecido, associando o poder absoluto às ideias de progresso e modernização. D. José I, rei de Portugal (1750-77).
  • 3.
    POLITICAS POMBALINAS –o 2º Mercantilismo português Renovação e criação de manufaturas Investimentos do Estado Isenções fiscais e concessão de monopólios Integração de técnicos e equipamentos estrangeiros Criação de companhias monopolistas Ex.: Companhia Geral da Agricultura das Vinhas do Alto Douro para controlar a produção e venda do vinho do Porto Atraiu capitais da nobreza e da burguesia concedendo privilégios e títulos aos investidores - Crescimento da grande burguesia capitalista - Proteção do comércio e da indústria face à concorrência estrangeira Para fortalecer o poder real, Pombal criou o Erário Régio, com a função de controlar as finanças do Reino; a Real Mesa Censória, que exercia a censura sobre a produção literária e reduzia os poderes da Inquisição; e a Intendência-Geral da Polícia de Lisboa, com o objetivo de garantir a segurança e vigiar os costumes.
  • 4.
    No dia 1de novembro de 1755, registou-se um violento terramoto que destruiu grande parte da cidade de Lisboa. A reconstrução da cidade de Lisboa reforçou o papel de liderança e iniciativa desempenhado pelo Marquês de Pombal. Na verdade, o plano urbanístico concebido por Carvalho e Melo e pela equipa que com ele trabalhou é inovador e reflete o poder absoluto do rei, visível na estátua equestre de D. José I situada na Praça do Comércio e na uniformização arquitetónica dos edifícios que não permite a distinção social.
  • 5.
    Planta geométrica esimétrica Ruas retilíneas e largas Praça central e ampla com a estátua do rei D. José I no centro e os edifícios ligados à administração central em seu redor Casas com estrutura antissísmica construídas em sistema de gaiola Casas com fachadas iguais, sem sinais de distinção social De que modo o projeto urbanístico de Lisboa refletiu o espírito da política de Pombal?
  • 6.
    Reforço e modernização do Estado Modernizaçãoe laicização do ensino Execução dos Távora, 1759. Expulsão dos jesuítas, 1759. Luís António Verney defendeu a modernização do ensino através da introdução do método experimental. Qual foi a influência das ideias iluministas na governação pombalina?