A ESCOLA  DIANTE DOS INDICADORES EDUCACIONAIS
AVALIAÇÃO TEMPO FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DIFERENÇAS INDIVIDUAIS/SOCIAIS DESATUALIZAÇÃO NA ÁREA INVERSÃO DE VALORES CONDIÇÕES DE TRABALHO NOVAS TECNOLOGIAS O MUNDO LÁ FORA COMPROMISSO ÉTICO E POLÍTICO ... AVALIAÇÃO: TEM UMA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO?
O distraído nela tropeçou. O bruto a usou como projétil. O empreendedor, construiu. O camponês, cansado da lida, dela fez assento. Para os meninos, foi brinquedo. Drummond a poetizou. E o artista concebeu a mais bela escultura... E em todos esses casos, a diferença não estava na pedra, mas no homem.   ( Hydnéa Ponciano Domingueti Barreto) A PEDRA
“ Quando a avaliação acontece ao longo do processo, com o objetivo de reorientá-lo, recebe o nome de  avaliação formativa  e, quando ocorre ao final do processo, com a finalidade de apreciar o resultado deste, recebe o nome de  avaliação somativa . Uma não é nem pior, nem melhor que a outra, elas apenas têm objetivos diferenciados.”   (Fernandes e Freitas) AVALIAÇÃO:  FORMATIVA OU SOMATIVA?
AVALIAÇÃO FORMATIVA visa ao processo ensino-aprendizagem foco: o aluno A função básica da avaliação formativa é favorecer o desenvolvimento e a aprendizagem de todos os alunos e reorientar o planejamento. AVALIAÇÃO SOMATIVA visa ao resultado do trabalho pedagógico foco: a instituição A função básica da avaliação somativa é monitorar a qualidade do ensino ministrado e permitir ao gestor refletir sobre a eficácia do trabalho realizado e decidir as mudanças para aprimorá-lo. CARÁTER DA AVALIAÇÃO
“ Avaliação não impede o registro nem a quantificação dos dados registrados. A avaliação é a prática subsidiária da construção de resultados satisfatórios; notas e/ou conceitos são modos sintéticos de registrar a qualidade desses resultados”.   (Cipriano Carlos Luckesi) PARA QUE DADOS?
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é um indicador educacional que relaciona, de forma positiva, informações de rendimento escolar (aprovação) e desempenho (proficiências) em exames padronizados, como a Prova Brasil e o Saeb. IDEB Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
Meta do IDEB: 6,0, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, até 2021 Cada sistema deve evoluir segundo pontos de partida distintos, e com esforço maior daqueles que partem em pior situação, com um objetivo implícito de redução da desigualdade educacional.  QUALIDADE COM EQUIDADE IDEB Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
4,3 4,5 Rede Municipal do Rio de Janeiro 2,9 3,8 Estado do Rio de Janeiro 3,8 4,2 Brasil Anos Finais Anos Iniciais REDE Quadro Comparativo do Ensino Fundamental - 2007
PROJEÇÃO PARA O RIO ANOS INICIAIS ANOS FINAIS 6,4 6,1 5,9 5,6 5,3 5,1 4,6 4,3 4,5 4,2 2021 2019 2017 2015 2013 2011 2009 2007 Projeções IDEB 2007 IDEB 2005 5,7 5,5 5,2 5,0 4,6 4,2 3,9 3,8 4,3 3,7 2021 2019 2017 2015 2013 2011 2009 2007 Projeções IDEB 2007 IDEB 2005
Avalia alunos de 4ª e 8ª séries do ensino fundamental. Abrange apenas escolas urbanas públicas da rede de ensino fundamental. Avaliação da totalidade dos estudantes, matriculados em escolas públicas urbanas com 20 ou mais alunos. Foco nas escolas, com resultados de cada unidade escolar da rede pública. Além dos testes, aplicação de questionários que coletam informações sobre as características do aluno e sua trajetória escolar. Periodicidade bienal.
Nível aceitável  (PDE – Compromisso Todos pela Educação) 5º Ano de Escolaridade:  200 (LP)  225 (Mat) 9º Ano de Escolaridade:  275 (LP)  300 (Mat) PROVA BRASIL
 
 
ESCALA DE PROFICIÊNCIA 200  A partir de anedotas, fábulas e textos com linguagem gráfica pouco usual, narrativos complexos, poéticos, informativos longos ou com informação científica, os alunos da 4ª e da 8ª séries: •  selecionam entre informações explícitas e implícitas as correspondentes a um personagem; •  inferem o sentido de uma expressão metafórica e o efeito de sentido de uma onomatopéia; •  inferem a intenção implícita na fala de personagens, identificando o desfecho do conflito, a organização temporal da narrativa e o tema de um poema; •  distinguem o fato da opinião relativa a ele e identificam a finalidade de um texto informativo longo; •  estabelecem relações entre partes de um texto pela identificação de substituições pronominais ou lexicais; •  reconhecem diferenças no tratamento dado ao mesmo tema em textos distintos; •  estabelecem relação de causa e consequência explícita entre partes e elementos em textos verbais e não-verbais de diferentes gêneros; •  identificam os efeitos de sentido e humor decorrentes do uso dos sentidos literal e conotativo das palavras e de notações gráficas; e •  identificam a finalidade de um texto informativo longo e de estrutura complexa, característico de publicações didáticas.
ESCALA DE PROFICIÊNCIA 275   Os alunos das duas séries: •  identificam as posições dos lados de quadriláteros (paralelismo); •  estabelecem relação entre frações próprias e impróprias e as suas representações na forma decimal, assim como localizam-nas na reta numérica; •  identificam poliedros e corpos redondos, relacionando-os às suas planificações; •  resolvem problemas: - utilizando multiplicação e divisão, em situação combinatória; - de soma e subtração de números racionais (decimais) na forma do sistema monetário brasileiro, em situações complexas; - estimando medidas de grandezas, utilizando unidades convencionais (L). Na 8ª série: •  efetuam cálculos de números inteiros positivos que requerem o reconhecimento do algoritmo da divisão inexata; •  identificam fração como parte de um todo, sem apoio da figura; •  calculam o valor numérico de uma expressão algébrica, incluindo potenciação; •  identificam a localização aproximada de números inteiros não ordenados, em uma reta onde a escala não é unitária; e •  solucionam problemas de cálculo de área com base em informações sobre os ângulos de uma figura.
PONTOS RELEVANTES Gestão democrática e essencialmente pedagógica. “ Amarrar” o Projeto Político-Pedagógico  (Quem não sabe onde quer chegar fica à deriva!) Estabelecer metas: Prova Brasil/IDEB, Desempenho Escolar e Evasão. Recuperação Paralela: reforço no contraturno, caderno de apoio pedagógico, monitoria, reagrupamento, Sala de Leitura etc. Trabalho coletivo: planejamento, ação e avaliação.  (Cuidado: Onde é cada um por si, Deus é... por ninguém!) TODOS TÊM DE ASSUMIR A RESPONSABILIDADE DO PROCESSO E DOS RESULTADOS
É PROCESSO A SERVIÇO DE UM PROCESSO MAIOR:  O ENSINO-APRENDIZAGEM DE CONHECIMENTOS, ATITUDES, VALORES E SENTIMENTOS QUE FAVOREÇAM A TOMADA DE CONSCIÊNCIA DE DIREITOS E DEVERES PARA UMA VIDA CIDADÃ E DA NECESSIDADE E DAS POSSIBILIDADES DE INTERFERIR NA SOCIEDADE PARA TORNÁ-LA MAIS JUSTA, IGUALITÁRIA E SOLIDÁRIA.
Nós vos pedimos com insistência: Não digam nunca Isso é natural: Sob o familiar, Descubram o insólito. Sob o cotidiano, Desvelem o inexplicável. Que tudo o que é considerado habitual Provoque inquietação. Na regra, descubram o abuso, E sempre que o abuso for encontrado, Encontrem o remédio. Bertolt Brecht UM OLHAR SEMPRE ATENTO
Antonio Augusto Alves Mateus Filho e-mails: antonio.mateus @sme.rio.rj.gov.br aalvesmateusfilho@yahoo.com  tels.: 2503-2334/2503-2287 SME/Coordenadoria de Educação AVALIAÇÃO

A escola diante dos indicadores

  • 1.
    A ESCOLA DIANTE DOS INDICADORES EDUCACIONAIS
  • 2.
    AVALIAÇÃO TEMPO FORMAÇÃOINICIAL E CONTINUADA DIFERENÇAS INDIVIDUAIS/SOCIAIS DESATUALIZAÇÃO NA ÁREA INVERSÃO DE VALORES CONDIÇÕES DE TRABALHO NOVAS TECNOLOGIAS O MUNDO LÁ FORA COMPROMISSO ÉTICO E POLÍTICO ... AVALIAÇÃO: TEM UMA PEDRA NO MEIO DO CAMINHO?
  • 3.
    O distraído nelatropeçou. O bruto a usou como projétil. O empreendedor, construiu. O camponês, cansado da lida, dela fez assento. Para os meninos, foi brinquedo. Drummond a poetizou. E o artista concebeu a mais bela escultura... E em todos esses casos, a diferença não estava na pedra, mas no homem. ( Hydnéa Ponciano Domingueti Barreto) A PEDRA
  • 4.
    “ Quando aavaliação acontece ao longo do processo, com o objetivo de reorientá-lo, recebe o nome de avaliação formativa e, quando ocorre ao final do processo, com a finalidade de apreciar o resultado deste, recebe o nome de avaliação somativa . Uma não é nem pior, nem melhor que a outra, elas apenas têm objetivos diferenciados.” (Fernandes e Freitas) AVALIAÇÃO: FORMATIVA OU SOMATIVA?
  • 5.
    AVALIAÇÃO FORMATIVA visaao processo ensino-aprendizagem foco: o aluno A função básica da avaliação formativa é favorecer o desenvolvimento e a aprendizagem de todos os alunos e reorientar o planejamento. AVALIAÇÃO SOMATIVA visa ao resultado do trabalho pedagógico foco: a instituição A função básica da avaliação somativa é monitorar a qualidade do ensino ministrado e permitir ao gestor refletir sobre a eficácia do trabalho realizado e decidir as mudanças para aprimorá-lo. CARÁTER DA AVALIAÇÃO
  • 6.
    “ Avaliação nãoimpede o registro nem a quantificação dos dados registrados. A avaliação é a prática subsidiária da construção de resultados satisfatórios; notas e/ou conceitos são modos sintéticos de registrar a qualidade desses resultados”. (Cipriano Carlos Luckesi) PARA QUE DADOS?
  • 7.
    O Índice deDesenvolvimento da Educação Básica (IDEB) é um indicador educacional que relaciona, de forma positiva, informações de rendimento escolar (aprovação) e desempenho (proficiências) em exames padronizados, como a Prova Brasil e o Saeb. IDEB Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
  • 8.
    Meta do IDEB:6,0, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, até 2021 Cada sistema deve evoluir segundo pontos de partida distintos, e com esforço maior daqueles que partem em pior situação, com um objetivo implícito de redução da desigualdade educacional. QUALIDADE COM EQUIDADE IDEB Índice de Desenvolvimento da Educação Básica
  • 9.
    4,3 4,5 RedeMunicipal do Rio de Janeiro 2,9 3,8 Estado do Rio de Janeiro 3,8 4,2 Brasil Anos Finais Anos Iniciais REDE Quadro Comparativo do Ensino Fundamental - 2007
  • 10.
    PROJEÇÃO PARA ORIO ANOS INICIAIS ANOS FINAIS 6,4 6,1 5,9 5,6 5,3 5,1 4,6 4,3 4,5 4,2 2021 2019 2017 2015 2013 2011 2009 2007 Projeções IDEB 2007 IDEB 2005 5,7 5,5 5,2 5,0 4,6 4,2 3,9 3,8 4,3 3,7 2021 2019 2017 2015 2013 2011 2009 2007 Projeções IDEB 2007 IDEB 2005
  • 11.
    Avalia alunos de4ª e 8ª séries do ensino fundamental. Abrange apenas escolas urbanas públicas da rede de ensino fundamental. Avaliação da totalidade dos estudantes, matriculados em escolas públicas urbanas com 20 ou mais alunos. Foco nas escolas, com resultados de cada unidade escolar da rede pública. Além dos testes, aplicação de questionários que coletam informações sobre as características do aluno e sua trajetória escolar. Periodicidade bienal.
  • 12.
    Nível aceitável (PDE – Compromisso Todos pela Educação) 5º Ano de Escolaridade: 200 (LP) 225 (Mat) 9º Ano de Escolaridade: 275 (LP) 300 (Mat) PROVA BRASIL
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  • 15.
    ESCALA DE PROFICIÊNCIA200 A partir de anedotas, fábulas e textos com linguagem gráfica pouco usual, narrativos complexos, poéticos, informativos longos ou com informação científica, os alunos da 4ª e da 8ª séries: • selecionam entre informações explícitas e implícitas as correspondentes a um personagem; • inferem o sentido de uma expressão metafórica e o efeito de sentido de uma onomatopéia; • inferem a intenção implícita na fala de personagens, identificando o desfecho do conflito, a organização temporal da narrativa e o tema de um poema; • distinguem o fato da opinião relativa a ele e identificam a finalidade de um texto informativo longo; • estabelecem relações entre partes de um texto pela identificação de substituições pronominais ou lexicais; • reconhecem diferenças no tratamento dado ao mesmo tema em textos distintos; • estabelecem relação de causa e consequência explícita entre partes e elementos em textos verbais e não-verbais de diferentes gêneros; • identificam os efeitos de sentido e humor decorrentes do uso dos sentidos literal e conotativo das palavras e de notações gráficas; e • identificam a finalidade de um texto informativo longo e de estrutura complexa, característico de publicações didáticas.
  • 16.
    ESCALA DE PROFICIÊNCIA275 Os alunos das duas séries: • identificam as posições dos lados de quadriláteros (paralelismo); • estabelecem relação entre frações próprias e impróprias e as suas representações na forma decimal, assim como localizam-nas na reta numérica; • identificam poliedros e corpos redondos, relacionando-os às suas planificações; • resolvem problemas: - utilizando multiplicação e divisão, em situação combinatória; - de soma e subtração de números racionais (decimais) na forma do sistema monetário brasileiro, em situações complexas; - estimando medidas de grandezas, utilizando unidades convencionais (L). Na 8ª série: • efetuam cálculos de números inteiros positivos que requerem o reconhecimento do algoritmo da divisão inexata; • identificam fração como parte de um todo, sem apoio da figura; • calculam o valor numérico de uma expressão algébrica, incluindo potenciação; • identificam a localização aproximada de números inteiros não ordenados, em uma reta onde a escala não é unitária; e • solucionam problemas de cálculo de área com base em informações sobre os ângulos de uma figura.
  • 17.
    PONTOS RELEVANTES Gestãodemocrática e essencialmente pedagógica. “ Amarrar” o Projeto Político-Pedagógico (Quem não sabe onde quer chegar fica à deriva!) Estabelecer metas: Prova Brasil/IDEB, Desempenho Escolar e Evasão. Recuperação Paralela: reforço no contraturno, caderno de apoio pedagógico, monitoria, reagrupamento, Sala de Leitura etc. Trabalho coletivo: planejamento, ação e avaliação. (Cuidado: Onde é cada um por si, Deus é... por ninguém!) TODOS TÊM DE ASSUMIR A RESPONSABILIDADE DO PROCESSO E DOS RESULTADOS
  • 18.
    É PROCESSO ASERVIÇO DE UM PROCESSO MAIOR: O ENSINO-APRENDIZAGEM DE CONHECIMENTOS, ATITUDES, VALORES E SENTIMENTOS QUE FAVOREÇAM A TOMADA DE CONSCIÊNCIA DE DIREITOS E DEVERES PARA UMA VIDA CIDADÃ E DA NECESSIDADE E DAS POSSIBILIDADES DE INTERFERIR NA SOCIEDADE PARA TORNÁ-LA MAIS JUSTA, IGUALITÁRIA E SOLIDÁRIA.
  • 19.
    Nós vos pedimoscom insistência: Não digam nunca Isso é natural: Sob o familiar, Descubram o insólito. Sob o cotidiano, Desvelem o inexplicável. Que tudo o que é considerado habitual Provoque inquietação. Na regra, descubram o abuso, E sempre que o abuso for encontrado, Encontrem o remédio. Bertolt Brecht UM OLHAR SEMPRE ATENTO
  • 20.
    Antonio Augusto AlvesMateus Filho e-mails: antonio.mateus @sme.rio.rj.gov.br aalvesmateusfilho@yahoo.com tels.: 2503-2334/2503-2287 SME/Coordenadoria de Educação AVALIAÇÃO