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A ANTIGUIDADE CLÁSSICA: GRÉCIA
1º DIA
A FORMAÇÃO DA GRÉCIA ANTIGA
•A Grécia antiga se desenvolveu na
península balcânica,uma área
montanhosa,de costa recortada e inúmeras
ilhas(o que possibilitou aos gregos um
comercio marítimo). Isso contribuiu para o
isolamento político e criação de cidades-
Estado.
O POVOAMENTO DA GRÉCIA
 A península foi povoada pelos povos arianos
que dominaram seus habitantes primitivos
(os pelasgos). A mistura dos dois povos
resultou no desenvolvimento da cultura
cretense. Desses invasores destacaram-se
os aqueus (fundadores de Micenas). A partir
daí diversos povos arianos alcançaram a
Grécia. Entre eles os eólios e os jônios (que
se fixaram na região balcânica da ática).
 Micenas vinha aos poucos dominando a costa e
derrotando a civilização cretense. É dessa época
a famosa lenda do minotauro. A lenda coincide
com as lutas gregas contra os cretenses: os
governantes de Creta chamavam-se Minos e seu
palácio tinha tantos cômodos e tamanhas
dimensões que mais parecia um labirinto. Os
micênicos chocaram-se
com a cidade de tróia (foi quando se iniciou a
guerra de tróia).
 Por ultimo, chegaram os guerreiros dórios.
Superiores aos outros, os dórios tinham
conhecimento do manuseio do ferro.
Conquistaram e destruíram vários centros
urbanos (incluindo Micenas).
OS TEMPOS HOMÉRICOS
 O nosso conhecimento período posterior á chegada
dos dórios é em sua maior parte proveniente das
obras de Homero: Ilíada (que narra a guerra de
tróia) e a Odisséia (que narra as aventuras do herói
Ulisses/Odisseu).
 A natureza violenta dos dórios incitou a população a
fugir para o interior ou para os arquipélagos do mar
Egeu (o que firmou as bases da colonização grega)
.Esse processo iniciou os tempos homéricos e
recebe o nome de “primeira diáspora grega”.
 No interior grego as populações se isolaram em
cantões (áreas entre as montanhas) formando
pequenas organizações familiares comunitárias.
Esses pequenos agrupamentos humanos possuíam
algumas centenas de pessoas e recebiam o nome
de “genos”.
 Os genos se organizavam da seguinte forma:
Sociedade igualitária, economia coletiva e poder
patriarcal. O paterfamilias (chefe) era dotado de uma
autoridade religiosa e militar, se encarregava das
orações diárias, prever a vontade dos deuses e
comandar os genos diante de guerra. No plano
econômico os bens eram comunitários. Não existiam
diferenças materiais e sim hierárquicas: Em primeiro
vinha o pater,depois o –primogênito,os filhos (pela
ordem de nascimento) e depois os parentes mais
distantes.
 A desintegração desse sistema se deu ao crescimento
demográfico: em determinado momento não havia
mais terras a ocupar. Muitos saíram por livre e
espontânea vontade outros foram expulsos, pois a
crise deixou a justiça mais rígida aumentando o poder
do pater.
 Uma nova colonização grega se
desenvolveu com a demanda de novas terras
(segunda diáspora grega). O expansionismo
resolveu apenas momentaneamente a
questão. O pater distribuiu as terras dando
prioridade aos seus parentes mais próximos,
criando desigualdades sociais.
 Em meio a isso os genos se aglutinaram
formando as fratrias (a união destas originou
tribos e posteriormente cidades-Estado).
O PERÍODO ARCAICO (SÉC. VIII A.C. OU
SÉC. VI A.C)
 Com o final das comunidades gentílicas
iniciou-se um novo período da historia
grega: a formação de polis na Grécia,
cada uma com seu próprio universo
político e econômico. Divididos em,
urbana, denominada acro (estrutura
administrativa), a parte rural denominada
Ágora( praça publica ) e o asty ( mercado)
ESPARTA
 Situada no Peloponeso, as margens do rio
Eurotas. Expulsos pelos dórios(espartanos),
os aqueus passaram a ocupar a periferia de
Lacônia. Os dórios conquistaram a
Messénia, tornaram- se donos das terras,
alem de inúmeros servos chamados Hilotas.
 As propriedades eram divididas em lotes e
doadas aos espartanos e trabalhadas pelos
Hilotos
 Os periecos(aqueus livres sem direitos
políticos) completavam a economia da poli
favorecendo a auto-suficiência e a xenofobia.
 A estrutura política de Esparta serviu para assegurar sua
ordem econômica e social. A organização atribuída ao
lendário Licurgo,constava de uma diarquia (dois reis)
hereditária, com funções executivas e militares. Para
evitar qualquer possibilidade de alteração havia a
gerúsia(senado) a quem cabia as funções legislativas.
 O estado também se da educação dos espartanos,
enfatizando o aprimoramento físico. O espartano deveria
estar sempre pronto para uma possível revolta de servos.
O rigor da educação eliminava a maioria dos jovens,
sobrevivendo apenas os mais fortes.
 Quanto aos hilotas, uma das formas de controle sobre o
crescimento populacional era a kripitia, consistia na
eliminação de servos por espartanos em educação (se
não fosse o suficiente recorria-se á matança em massa).
ATENAS
 Construída na acro de Á tica, a cidade destacou-se como o maior
centro cultural, político e econômico da Grécia. Quando se deu a
desintegração dos genos a população se dividiu em três grupos:
eupátridas (ficaram com a melhores terras).georgóis (piores
terras) e thetas (não receberam terras).
 Os thetas, desempregados, se dedicaram ao comercio e ao
artesanato, desenvolvendo um grande comercio marítimo.
Porem, as desigualdades sociais e políticas do inicio da historia
ateniense motivaram lutas internas sucessivas.
 A fundação da cidade coube aos eupátridas e o comando político
era monárquico,exercido pelo rei Basileu. Depois, um conselho
legislativo (o areópago) assumiu o governo formado por nove
membros (os arcontes). Esse período caracterizou-se como
oligarquia.
 O descontentamento dos georgóis e thetas foi
fortalecendo e impondo mudanças políticas.
Porem, as reformas criadas pelo legislador
Dracón acabaram com a insatisfação (pois, sua
legislação ainda favorecia a aristocracia).
 Foi o legislador Sólon que pôs fim aos privilégios
e á escravidão por divida. Ele dividiu os cidadãos
em classes de acordo com sua renda,
estabelecendo uma republica censitária. Dessa
forma, quanto mais dinheiro, mais direitos, assim,
os aristocratas tomam o poder, instalando uma
tirania.
 O período da tirania se sucedeu até que o
legislador Clístenes fez nascer a revolução
democrática.
 A Eclésia ou boulé (assembléia legislativa) se
tornou o órgão mais importante de Atenas
ficando responsável pelo poder legislativo. A
justiça era aplicada pelos tribunais da Heliae e o
poder executivo passa ás mãos do estrategos
(militares).
 Clístenes também criou o ostracismo( exílio por
10 anos), que o eu desestimulava o
aparecimento de novos tiranos.
 Depois dele, veio seu sucessor Péricles, e seu
governo ficou conhecido como idade de Ouro
Ateniense.
PERÍODO CLÁSSICO
 O gatilho que disparou o processo encontra-se na serie
de guerras pela conquista de território entre gregos e
persas: as Guerras Médicas.
 No reinado de Dario I os persas chegaram á jônia e lá
enfrentaram as defesas de Mileto. Os Atenienses
procuraram auxiliar a resistência,mas foi em vão: os
persas ocuparam a Jonia. O auxilio dos atenienses
serviu de pretexto para uma invasão da Grécia.
 A primeira expedição enviada por Dario I (1ª guerra
medica) não obteve sucesso. A segunda, enviada por
Xerxes, seu sucessor, esteve mais parto da vitoria, após
bater os espartanos de Leônidas e arrasas Atenas,
porem, foram derrotados em Salamina sem suprimentos
nem reforços na batalha de Plateia por atenienses e
espartanos.
 Tal situação permitiu a Atenas elaborar uma liga de
cidades gregas (Confederação de Delos) e levar a guerra
aos persas. Atenas liderou-os libertando o Egeu e a
Jonia, e impondo, a Paz de Címon que lhe dava o
controle do Egeu.
 Em resposta ao crescimento ateniense,Esparta cria sua
própria liga (a Liga do Peloponeso). O conflito entre as
duas cidades cresceu e ,como a cidade de Córcica se
manifestou a favor de Atenas, Esparta interveio,iniciando
a Guerra do Peloponeso.
 Essa luta continuou até que foi assinada a paz de Nícias.
Entretanto o desejo de Atenas de estabelecer hegemonia
sobre a Sicília rompe a trégua. Os atenienses foram
definitivamente derrotados em Egos Pótamos.
A antiguidade clássica
A ANTIGUIDADE CLÁSSICA: GRÉCIA
2º DIA
O PERÍODO HELENÍSTICO
(SÉCULOS IV A.C. A II A.C.)
 Aproveitando-se da fraqueza das cidades helênicas, e sob
um pretexto religioso, Filipe II, rei da Macedônia, interveio na
Grécia. Em Atenas, Demóstenes tentava, por meio de suas
“Filípicas”, captar a atenção dos gregos para o perigo
macedônico. Uma velha aspiração macedônica era a
conquista do Império Persa, mas Filipe II não concretizaria
esse sonho. Assassinado em Pela, capital da Macedônia, ele
deixou a seu filho, Alexandre, cognominado “o Grande”
(Magno), a tarefa de realizar esse sonho. Educado por
Aristóteles, Alexandre tinha uma mentalidade tipicamente
grega e profundo respeito e admiração por essa brilhante
civilização. Alexandre cruzou o Helesponto e bateu as tropas
de Dario III, em 334 a.C. Seguiu-se uma série de vitórias e,
em 332 a.C., ele libertou o Egito, onde fundou Alexandria. Em
331 a.C. tornou-se rei dos persas
A CULTURA GREGA E A CULTURA HELENÍSTICA
 Os gregos alcançaram um notável
desenvolvimento artístico-cultural na
Antiguidade, sendo o Século de Péricles (V
a.C.). O pensamento grego tinha por base a
razão humana e, por isso, supervalorizava o
homem (antropocentrismo), o que muito
influenciou o racionalismo ocidental. As
palavras do teatrólogo grego Sófocles
atestam a importância atribuída ao homem
na cultura grega: Há muitas maravilhas, mas
nenhuma é tão maravilhosa quanto o
homem.
A RELIGIÃO GREGA
 A religião grega caracterizou-se pelo
politeísmo antropomórfico; ou seja, os
gregos acreditavam em vários deuses, que
semelhantes aos homens, eram dotados das
mesmas fraquezas, paixões e virtudes
humanas. Para os gregos, muitos de seus
deuses habitavam o monte Olimpo, de onde
comandavam o destino dos homens. As
principais divindades eram: Zeus, Hera,
Atena, Apolo, Afrodite, Dioníso, Poseidon e
Hades.
ARTES, HISTÓRIA E FILOSOFIA NA GRÉCIA
ANTIGA
 A cultura grega é célebre pela riqueza de sua arte,
que ganhou especial dinamismo na época de
Péricles. No teatro, com suas tragédias e
comédias, vemos confirmar-se a genialidade dos
autores gregos, especialmente de: Ésquilo,
Sófocles, Eurípedes e Aristófanes. Na arquitetura,
os grandes nomes foram Ictínio e Calícrates,
responsáveis pela construção de vários
monumentos, dos quais o mais famoso é o
Parthenon, em Atenas. Três estilos arquitetônicos
sobressaíram na Grécia antiga, os quais podiam
ser diferenciados pela forma das colunas e do
capitel: Dórico, Jônico e Coríntio.
A FILOSOFIA
 Para os gregos, filosofia significava “amor à
sabedoria”, ou seja, a busca de explicações racionais
para compreender o universo, a vida, o homem. A
filosofia surgiu no período arcaico, com a Escola de
Mileto, que tinha como representantes Tales,
Anaxímenes e Anaximandro. As explicações sobre o
mundo e a vida deveriam ser fundamentadas no
saber – e não no universo mágico, mitológico e
religioso. Após a Escola de Mileto, destacaram-se os
pitagóricos (seguidores de Pitágoras). No século V
a.C. surgiram os sofistas, que se dedicavam a criticar
as tradições do Estado, a religião e os privilégios.
Eram também defensores da democracia.
A CULTURA HELENÍSTICA.
 A cultura helenística caracterizou-se por uma arte
mais realista, que exprimia violência e dor,
componentes constantes dos novos tempos de
guerra. Na arquitetura predominavam o luxo e a
grandiosidade, reflexo da imponência do Império
Macedônico. Na escultura, turbulência e agitação
eram os traços significativos. O epicurismo foi
fundado por Epicuro de Atenas, pregava a obtenção
do prazer, base da felicidade humana, e defendia o
alheamento dos aspectos negativos da vida; O
ceticismo foi fundado por Pirro, caracterizava-se,
essencialmente, pelo negativismo e afirmava que a
felicidade consiste em não julgar coisa alguma.
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A antiguidade clássica

  • 1. A ANTIGUIDADE CLÁSSICA: GRÉCIA 1º DIA
  • 2. A FORMAÇÃO DA GRÉCIA ANTIGA •A Grécia antiga se desenvolveu na península balcânica,uma área montanhosa,de costa recortada e inúmeras ilhas(o que possibilitou aos gregos um comercio marítimo). Isso contribuiu para o isolamento político e criação de cidades- Estado.
  • 3. O POVOAMENTO DA GRÉCIA  A península foi povoada pelos povos arianos que dominaram seus habitantes primitivos (os pelasgos). A mistura dos dois povos resultou no desenvolvimento da cultura cretense. Desses invasores destacaram-se os aqueus (fundadores de Micenas). A partir daí diversos povos arianos alcançaram a Grécia. Entre eles os eólios e os jônios (que se fixaram na região balcânica da ática).
  • 4.  Micenas vinha aos poucos dominando a costa e derrotando a civilização cretense. É dessa época a famosa lenda do minotauro. A lenda coincide com as lutas gregas contra os cretenses: os governantes de Creta chamavam-se Minos e seu palácio tinha tantos cômodos e tamanhas dimensões que mais parecia um labirinto. Os micênicos chocaram-se com a cidade de tróia (foi quando se iniciou a guerra de tróia).  Por ultimo, chegaram os guerreiros dórios. Superiores aos outros, os dórios tinham conhecimento do manuseio do ferro. Conquistaram e destruíram vários centros urbanos (incluindo Micenas).
  • 5. OS TEMPOS HOMÉRICOS  O nosso conhecimento período posterior á chegada dos dórios é em sua maior parte proveniente das obras de Homero: Ilíada (que narra a guerra de tróia) e a Odisséia (que narra as aventuras do herói Ulisses/Odisseu).  A natureza violenta dos dórios incitou a população a fugir para o interior ou para os arquipélagos do mar Egeu (o que firmou as bases da colonização grega) .Esse processo iniciou os tempos homéricos e recebe o nome de “primeira diáspora grega”.  No interior grego as populações se isolaram em cantões (áreas entre as montanhas) formando pequenas organizações familiares comunitárias. Esses pequenos agrupamentos humanos possuíam algumas centenas de pessoas e recebiam o nome de “genos”.
  • 6.  Os genos se organizavam da seguinte forma: Sociedade igualitária, economia coletiva e poder patriarcal. O paterfamilias (chefe) era dotado de uma autoridade religiosa e militar, se encarregava das orações diárias, prever a vontade dos deuses e comandar os genos diante de guerra. No plano econômico os bens eram comunitários. Não existiam diferenças materiais e sim hierárquicas: Em primeiro vinha o pater,depois o –primogênito,os filhos (pela ordem de nascimento) e depois os parentes mais distantes.  A desintegração desse sistema se deu ao crescimento demográfico: em determinado momento não havia mais terras a ocupar. Muitos saíram por livre e espontânea vontade outros foram expulsos, pois a crise deixou a justiça mais rígida aumentando o poder do pater.
  • 7.  Uma nova colonização grega se desenvolveu com a demanda de novas terras (segunda diáspora grega). O expansionismo resolveu apenas momentaneamente a questão. O pater distribuiu as terras dando prioridade aos seus parentes mais próximos, criando desigualdades sociais.  Em meio a isso os genos se aglutinaram formando as fratrias (a união destas originou tribos e posteriormente cidades-Estado).
  • 8. O PERÍODO ARCAICO (SÉC. VIII A.C. OU SÉC. VI A.C)  Com o final das comunidades gentílicas iniciou-se um novo período da historia grega: a formação de polis na Grécia, cada uma com seu próprio universo político e econômico. Divididos em, urbana, denominada acro (estrutura administrativa), a parte rural denominada Ágora( praça publica ) e o asty ( mercado)
  • 9. ESPARTA  Situada no Peloponeso, as margens do rio Eurotas. Expulsos pelos dórios(espartanos), os aqueus passaram a ocupar a periferia de Lacônia. Os dórios conquistaram a Messénia, tornaram- se donos das terras, alem de inúmeros servos chamados Hilotas.  As propriedades eram divididas em lotes e doadas aos espartanos e trabalhadas pelos Hilotos  Os periecos(aqueus livres sem direitos políticos) completavam a economia da poli favorecendo a auto-suficiência e a xenofobia.
  • 10.  A estrutura política de Esparta serviu para assegurar sua ordem econômica e social. A organização atribuída ao lendário Licurgo,constava de uma diarquia (dois reis) hereditária, com funções executivas e militares. Para evitar qualquer possibilidade de alteração havia a gerúsia(senado) a quem cabia as funções legislativas.  O estado também se da educação dos espartanos, enfatizando o aprimoramento físico. O espartano deveria estar sempre pronto para uma possível revolta de servos. O rigor da educação eliminava a maioria dos jovens, sobrevivendo apenas os mais fortes.  Quanto aos hilotas, uma das formas de controle sobre o crescimento populacional era a kripitia, consistia na eliminação de servos por espartanos em educação (se não fosse o suficiente recorria-se á matança em massa).
  • 11. ATENAS  Construída na acro de Á tica, a cidade destacou-se como o maior centro cultural, político e econômico da Grécia. Quando se deu a desintegração dos genos a população se dividiu em três grupos: eupátridas (ficaram com a melhores terras).georgóis (piores terras) e thetas (não receberam terras).  Os thetas, desempregados, se dedicaram ao comercio e ao artesanato, desenvolvendo um grande comercio marítimo. Porem, as desigualdades sociais e políticas do inicio da historia ateniense motivaram lutas internas sucessivas.  A fundação da cidade coube aos eupátridas e o comando político era monárquico,exercido pelo rei Basileu. Depois, um conselho legislativo (o areópago) assumiu o governo formado por nove membros (os arcontes). Esse período caracterizou-se como oligarquia.
  • 12.  O descontentamento dos georgóis e thetas foi fortalecendo e impondo mudanças políticas. Porem, as reformas criadas pelo legislador Dracón acabaram com a insatisfação (pois, sua legislação ainda favorecia a aristocracia).  Foi o legislador Sólon que pôs fim aos privilégios e á escravidão por divida. Ele dividiu os cidadãos em classes de acordo com sua renda, estabelecendo uma republica censitária. Dessa forma, quanto mais dinheiro, mais direitos, assim, os aristocratas tomam o poder, instalando uma tirania.  O período da tirania se sucedeu até que o legislador Clístenes fez nascer a revolução democrática.
  • 13.  A Eclésia ou boulé (assembléia legislativa) se tornou o órgão mais importante de Atenas ficando responsável pelo poder legislativo. A justiça era aplicada pelos tribunais da Heliae e o poder executivo passa ás mãos do estrategos (militares).  Clístenes também criou o ostracismo( exílio por 10 anos), que o eu desestimulava o aparecimento de novos tiranos.  Depois dele, veio seu sucessor Péricles, e seu governo ficou conhecido como idade de Ouro Ateniense.
  • 14. PERÍODO CLÁSSICO  O gatilho que disparou o processo encontra-se na serie de guerras pela conquista de território entre gregos e persas: as Guerras Médicas.  No reinado de Dario I os persas chegaram á jônia e lá enfrentaram as defesas de Mileto. Os Atenienses procuraram auxiliar a resistência,mas foi em vão: os persas ocuparam a Jonia. O auxilio dos atenienses serviu de pretexto para uma invasão da Grécia.  A primeira expedição enviada por Dario I (1ª guerra medica) não obteve sucesso. A segunda, enviada por Xerxes, seu sucessor, esteve mais parto da vitoria, após bater os espartanos de Leônidas e arrasas Atenas, porem, foram derrotados em Salamina sem suprimentos nem reforços na batalha de Plateia por atenienses e espartanos.
  • 15.  Tal situação permitiu a Atenas elaborar uma liga de cidades gregas (Confederação de Delos) e levar a guerra aos persas. Atenas liderou-os libertando o Egeu e a Jonia, e impondo, a Paz de Címon que lhe dava o controle do Egeu.  Em resposta ao crescimento ateniense,Esparta cria sua própria liga (a Liga do Peloponeso). O conflito entre as duas cidades cresceu e ,como a cidade de Córcica se manifestou a favor de Atenas, Esparta interveio,iniciando a Guerra do Peloponeso.  Essa luta continuou até que foi assinada a paz de Nícias. Entretanto o desejo de Atenas de estabelecer hegemonia sobre a Sicília rompe a trégua. Os atenienses foram definitivamente derrotados em Egos Pótamos.
  • 17. A ANTIGUIDADE CLÁSSICA: GRÉCIA 2º DIA
  • 18. O PERÍODO HELENÍSTICO (SÉCULOS IV A.C. A II A.C.)  Aproveitando-se da fraqueza das cidades helênicas, e sob um pretexto religioso, Filipe II, rei da Macedônia, interveio na Grécia. Em Atenas, Demóstenes tentava, por meio de suas “Filípicas”, captar a atenção dos gregos para o perigo macedônico. Uma velha aspiração macedônica era a conquista do Império Persa, mas Filipe II não concretizaria esse sonho. Assassinado em Pela, capital da Macedônia, ele deixou a seu filho, Alexandre, cognominado “o Grande” (Magno), a tarefa de realizar esse sonho. Educado por Aristóteles, Alexandre tinha uma mentalidade tipicamente grega e profundo respeito e admiração por essa brilhante civilização. Alexandre cruzou o Helesponto e bateu as tropas de Dario III, em 334 a.C. Seguiu-se uma série de vitórias e, em 332 a.C., ele libertou o Egito, onde fundou Alexandria. Em 331 a.C. tornou-se rei dos persas
  • 19. A CULTURA GREGA E A CULTURA HELENÍSTICA  Os gregos alcançaram um notável desenvolvimento artístico-cultural na Antiguidade, sendo o Século de Péricles (V a.C.). O pensamento grego tinha por base a razão humana e, por isso, supervalorizava o homem (antropocentrismo), o que muito influenciou o racionalismo ocidental. As palavras do teatrólogo grego Sófocles atestam a importância atribuída ao homem na cultura grega: Há muitas maravilhas, mas nenhuma é tão maravilhosa quanto o homem.
  • 20. A RELIGIÃO GREGA  A religião grega caracterizou-se pelo politeísmo antropomórfico; ou seja, os gregos acreditavam em vários deuses, que semelhantes aos homens, eram dotados das mesmas fraquezas, paixões e virtudes humanas. Para os gregos, muitos de seus deuses habitavam o monte Olimpo, de onde comandavam o destino dos homens. As principais divindades eram: Zeus, Hera, Atena, Apolo, Afrodite, Dioníso, Poseidon e Hades.
  • 21. ARTES, HISTÓRIA E FILOSOFIA NA GRÉCIA ANTIGA  A cultura grega é célebre pela riqueza de sua arte, que ganhou especial dinamismo na época de Péricles. No teatro, com suas tragédias e comédias, vemos confirmar-se a genialidade dos autores gregos, especialmente de: Ésquilo, Sófocles, Eurípedes e Aristófanes. Na arquitetura, os grandes nomes foram Ictínio e Calícrates, responsáveis pela construção de vários monumentos, dos quais o mais famoso é o Parthenon, em Atenas. Três estilos arquitetônicos sobressaíram na Grécia antiga, os quais podiam ser diferenciados pela forma das colunas e do capitel: Dórico, Jônico e Coríntio.
  • 22. A FILOSOFIA  Para os gregos, filosofia significava “amor à sabedoria”, ou seja, a busca de explicações racionais para compreender o universo, a vida, o homem. A filosofia surgiu no período arcaico, com a Escola de Mileto, que tinha como representantes Tales, Anaxímenes e Anaximandro. As explicações sobre o mundo e a vida deveriam ser fundamentadas no saber – e não no universo mágico, mitológico e religioso. Após a Escola de Mileto, destacaram-se os pitagóricos (seguidores de Pitágoras). No século V a.C. surgiram os sofistas, que se dedicavam a criticar as tradições do Estado, a religião e os privilégios. Eram também defensores da democracia.
  • 23. A CULTURA HELENÍSTICA.  A cultura helenística caracterizou-se por uma arte mais realista, que exprimia violência e dor, componentes constantes dos novos tempos de guerra. Na arquitetura predominavam o luxo e a grandiosidade, reflexo da imponência do Império Macedônico. Na escultura, turbulência e agitação eram os traços significativos. O epicurismo foi fundado por Epicuro de Atenas, pregava a obtenção do prazer, base da felicidade humana, e defendia o alheamento dos aspectos negativos da vida; O ceticismo foi fundado por Pirro, caracterizava-se, essencialmente, pelo negativismo e afirmava que a felicidade consiste em não julgar coisa alguma.