A EUROPA NOS SÉC.
VI A XII
A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO
Dificuldades de
administração.
Guerras civis.
Anarquia militar.
Descrédito do Imperador.
Pressão dos Hunos.
Fixação dos povos
bárbaros junto às
fronteiras. Inicio do
séc. V – Invasões
Bárbaras.
Rómulo Augusto,
último imperador do
Império do Ocidente.
OS REINOS BÁRBAROS – p.119
Consequências das invasões bárbaras
Guerra/Destruição Convivência/Partilha
Conversão dos
povos bárbaros
ao Cristianismo
Partilha de terras
Casamentos mistos
Algumas leis comuns
Batismo de Clóvis,um rei
bárbaro.
Enfraquecimento do
poder dos reis
As cidades perdem importância.
Em muitas foram construídas muralhas.
Camponeses procuram
proteção nas propriedades
dos grandes senhores
Fortalecimento do poder
dos senhores
Clima de insegurança
O Feudalismo
• A esta época da história da Europa,
marcada por laços de dependência entre
os homens e por uma economia
marcadamente rural, os historiadores
chamam FEUDALISMO.
Conselho e
fidelidade
Defesa
judicial
Sustento
Ajuda
militar
Proteção
militar
Ajuda
económica
Senhor
Pág. 122
O Domínio Senhorial
LEGENDA:
. Castelo do Senhor
. Torreão feudal
. Reserva senhorial
. Moinho
. Floresta
. Aldeia
. Terras arrendadas
. Terras baldia
. Áreas de arroteamento
Pág. 126
A sociedade senhorial
Dirigir
Fortalecimento do poder
dos senhores
Combater
Orar
Trabalhar
Privilegiados
Não
Privilegiados
Pág. 125
O Clero
Funções: serviço religioso, como missas, batizados, funerais; trabalho nos campos e nos
mosteiros; ensino e reprodução de livros; assistência aos peregrinos, aos pobres, aos velhos
e aos doentes.
Privilégios: posse de terras; isenção de impostos ao rei; tribunais próprios; receber rendas
e tributos.
A Nobreza
Poder
MilitarEconómico FiscalJudicial
Posse de
terras
Posse de
exércitos
Aplicação
da justiça
Cobrança de
impostos
O Povo
- Grande parte vivia nas terras
do senhor
- Trabalham para o senhor
- Pagam impostos ao senhor
- Podem, ou não, ser livres
O PAPEL DA IGREJA
Ação do clero
secular nas cidades.
Bispos convertem
reis bárbaros
Admiração dos reis
bárbaros por parte
das populações cristãs
Maior poder dos reis
bárbaros
S. Martinho do Dume converteu
os Suevos à fé católica.
Clóvis, rei
dos francos
entre 465 e
511
Ação do clero
regular junto das
populações rurais
Maior prestígio da
Igreja Católica
Pág. 128
Clóvis, aceita Nosso
Senhor Jesus Cristo que
morreu por nós para nos
salvar!
Vou batizar-me! Assim
posso contar com a
ajuda destes homens
sábios para governar…
O batismo de
Clóvis, o rei dos
Francos pelo bispo
Remígio, em 496.
A IGREJA CATÓLICA
Carlos Magno, rei dos Francos de 768 a
814, foi proclamado imperador no ano 800,
pelo Papa Leão III, como reconhecimento
dos serviços prestados.
Papa
Cardeais
Abades
Abadessas
Arcebispos
Frades
FreirasBispos
Párocos
Leigos
(Católicos que não desempenham
cargos religiosos)
C
L
E
R
O
R
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G
U
L
A
R
C
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S
E
C
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A IGREJA CATÓLICA
Movimento reformista:
Defesa da pureza e
humildade pregadas
por Cristo
Ordem de Cluny
(Valorização da
prática espiritual)
Ordem de Cister
(Valorização da
prática espiritual
e do trabalho
manual)
Não cumprimento dos princípios
do Cristianismo
Os Mosteiros
• Em 529, S. Bento escreveu os primeiros Regulamentos, na abadia de Montecassino.
• Esta Regra serviu de modelo para a maioria da vida dos mosteiros até ao séc. XII e
foi aplicada em Cluny, Cister, Dijon e às ordens militares.
• “O mosteiro era uma escola ao serviço do Senhor”.
• Obrigações dos monges:
• Oficio do culto, oração e trabalho no scriptorium;
• Definição de cargos e tarefas de cada um, muito hierarquizadas;
• Existência de um código penal para faltosos (flagelamentos, isolamentos, jejum,
abstinência, meditação).
Os Mosteiros
Os Mosteiros
As atividades nos Mosteiros
Criam-se as escolas
monásticas e episcopais,
onde se aprendia o
Trivium (gramática,
retórica e dialética) e o
Quadrivium (aritmética,
geometria, astronomia e
música)
As atividades nos Mosteiros

A queda do império romano

  • 1.
    A EUROPA NOSSÉC. VI A XII
  • 2.
    A QUEDA DOIMPÉRIO ROMANO Dificuldades de administração. Guerras civis. Anarquia militar. Descrédito do Imperador. Pressão dos Hunos. Fixação dos povos bárbaros junto às fronteiras. Inicio do séc. V – Invasões Bárbaras. Rómulo Augusto, último imperador do Império do Ocidente.
  • 4.
  • 5.
    Consequências das invasõesbárbaras Guerra/Destruição Convivência/Partilha Conversão dos povos bárbaros ao Cristianismo Partilha de terras Casamentos mistos Algumas leis comuns Batismo de Clóvis,um rei bárbaro.
  • 8.
    Enfraquecimento do poder dosreis As cidades perdem importância. Em muitas foram construídas muralhas. Camponeses procuram proteção nas propriedades dos grandes senhores Fortalecimento do poder dos senhores Clima de insegurança
  • 9.
    O Feudalismo • Aesta época da história da Europa, marcada por laços de dependência entre os homens e por uma economia marcadamente rural, os historiadores chamam FEUDALISMO. Conselho e fidelidade Defesa judicial Sustento Ajuda militar Proteção militar Ajuda económica Senhor Pág. 122
  • 11.
    O Domínio Senhorial LEGENDA: .Castelo do Senhor . Torreão feudal . Reserva senhorial . Moinho . Floresta . Aldeia . Terras arrendadas . Terras baldia . Áreas de arroteamento Pág. 126
  • 12.
    A sociedade senhorial Dirigir Fortalecimentodo poder dos senhores Combater Orar Trabalhar Privilegiados Não Privilegiados Pág. 125
  • 13.
    O Clero Funções: serviçoreligioso, como missas, batizados, funerais; trabalho nos campos e nos mosteiros; ensino e reprodução de livros; assistência aos peregrinos, aos pobres, aos velhos e aos doentes. Privilégios: posse de terras; isenção de impostos ao rei; tribunais próprios; receber rendas e tributos.
  • 14.
    A Nobreza Poder MilitarEconómico FiscalJudicial Possede terras Posse de exércitos Aplicação da justiça Cobrança de impostos
  • 15.
    O Povo - Grandeparte vivia nas terras do senhor - Trabalham para o senhor - Pagam impostos ao senhor - Podem, ou não, ser livres
  • 16.
    O PAPEL DAIGREJA Ação do clero secular nas cidades. Bispos convertem reis bárbaros Admiração dos reis bárbaros por parte das populações cristãs Maior poder dos reis bárbaros S. Martinho do Dume converteu os Suevos à fé católica. Clóvis, rei dos francos entre 465 e 511 Ação do clero regular junto das populações rurais Maior prestígio da Igreja Católica Pág. 128
  • 17.
    Clóvis, aceita Nosso SenhorJesus Cristo que morreu por nós para nos salvar! Vou batizar-me! Assim posso contar com a ajuda destes homens sábios para governar… O batismo de Clóvis, o rei dos Francos pelo bispo Remígio, em 496.
  • 18.
    A IGREJA CATÓLICA CarlosMagno, rei dos Francos de 768 a 814, foi proclamado imperador no ano 800, pelo Papa Leão III, como reconhecimento dos serviços prestados. Papa Cardeais Abades Abadessas Arcebispos Frades FreirasBispos Párocos Leigos (Católicos que não desempenham cargos religiosos) C L E R O R E G U L A R C L E R O S E C U L A R
  • 19.
    A IGREJA CATÓLICA Movimentoreformista: Defesa da pureza e humildade pregadas por Cristo Ordem de Cluny (Valorização da prática espiritual) Ordem de Cister (Valorização da prática espiritual e do trabalho manual) Não cumprimento dos princípios do Cristianismo
  • 20.
    Os Mosteiros • Em529, S. Bento escreveu os primeiros Regulamentos, na abadia de Montecassino. • Esta Regra serviu de modelo para a maioria da vida dos mosteiros até ao séc. XII e foi aplicada em Cluny, Cister, Dijon e às ordens militares. • “O mosteiro era uma escola ao serviço do Senhor”. • Obrigações dos monges: • Oficio do culto, oração e trabalho no scriptorium; • Definição de cargos e tarefas de cada um, muito hierarquizadas; • Existência de um código penal para faltosos (flagelamentos, isolamentos, jejum, abstinência, meditação).
  • 21.
  • 22.
  • 23.
    As atividades nosMosteiros Criam-se as escolas monásticas e episcopais, onde se aprendia o Trivium (gramática, retórica e dialética) e o Quadrivium (aritmética, geometria, astronomia e música)
  • 24.