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REVISÃO DE HISTÓRIA 1º ANO
GRÉCIA E ROMA ANTIGA
A Grécia Antiga, como é conhecida, abrange não um
domínio, modelo governamental e povo específico,
mas um conjunto de comunidades que se
espalhavam nas proximidades do Mar Mediterrâneo,
sendo uma civilização que se estendia muito além
do país hoje existente. Apesar de dispersos
geograficamente, estes vários povos uniam-se
através de uma cultura comum, com mesmos
costumes, mesmas crenças e uma mesma língua. Por
tal semelhança, esses povos reconheciam-se como
helenos, chamando de bárbaros os estrangeiros que
não dividiam a mesma cultura, sendo esta a palavra-
chave para entender a clássica civilização grega.
A educação na Grécia Antiga
Era muito importante para a civilização que a cultura e o
saber fossem difundidos amplamente, não sendo por
acaso que a filosofia e as ciências ganharam destaque na
Grécia Antiga. Grande parte da sociedade se mostrava
educada, os meninos eram ensinados desde cedo a
pensar e questionar os mistérios do mundo e meninas
que, apesar de não terem os mesmos direitos dos
homens, ainda eram ensinadas pelas mães a serem
cidadãs cultas. O saber era tão importante que mesmo
soldados eram criados para usar não apenas o físico, mas
também a mente, e alguns conhecimentos chegavam a se
estender até mesmo a alguns escravos.
A Grécia Antiga conheceu dois importantes
modelos de pólis: o modelo ateniense
(democrático) e o modelo esparta
uma característica da democracia grega que a
diferencie da democracia atual é que
a democracia atual é representativa; na antiga
Grécia vigorava a democracia direta dos
cidadãos nas Assembleias. Vale lembrar que o
conceito grego de “cidadania” excluía
estrangeiros, mulheres e escravos.
No ano de 2008, aconteceu em Pequim mais
uma Olimpíada e 2016 será no Brasil. No
mundo, peças teatrais estão sendo
continuamente encenadas. Como se sabe,
Olimpíadas e teatro (ocidental) foram uma
criação da Grécia antiga.
Os Jogos Olímpicos eram realizados na cidade
de Olímpia em homenagem a Zeus, senhor do
Olímpo na mitologia helênica. Para os antigos
gregos, significavam ainda a confraternização
entre as cidades-Estado e a celebração da
superioridade do povo grego.
No poema grego Odisséia, que narra as
viagens lendárias do herói Ulisses, esse
personagem chega a um país habitado
por gigantes chamados Ciclopes, que
são descritos como "homens sem leis",
porque "não têm assembleias que
julguem ou deliberem" e "cada um dita
a lei a seus filhos e mulheres sem se
preocuparem uns com os outros".
dois aspectos da cidade-estado
grega que a diferenciava do país
lendário mencionado no texto.
A cidades-estado gregas
diferenciavam-se do país lendário
pela existência do Estado
organizado e de um sistema de leis
para regular as relações sociais
Dentre os legados dos gregos
da Antiguidade Clássica que se
mantêm na vida contemporânea,
podemos citar a promoção do
espírito de confraternização
por intermédio do esporte e de
jogos.
Sólon, legislador ateniense, iniciou uma
reforma que mediou as lutas sociais, entre os
ricos e os pobres, que eclodiram na Ática, na
virada do século VI. Entre as medidas desse
reforma, está a abolição da servidão por
dívidas no campo, o que significou o fim do -
mecanismo pelo qual os pequenos
camponeses caiam nas mãos dos grandes
proprietários fundiários e se tornavam seus
cultivadores dependentes.
A lenda grega de Teseu e o Minotauro
envolve as cidades de Creta e Atenas
onde Teseu matou o Minotauro e livrou
Atenas do tributo anual devido a Creta,
de sete moças e sete rapazes que eram
devorados pelo Minotauro porque
Ariadne, filha de Minos, rei de Creta,
ajudou Teseu a encontrar a saída do
labirinto do Minotauro, dando-lhe um
novelo de lã para marcar o caminho de
volta do labirinto.
AS CIDADES-ESTADOS
- ESPARTA
Características
- Legislação severa
- Militarismo
- Estrutura social rígida. Dividia a sociedade
em 3 grupos.
- Elite: eram os espartanos ou esparciatas. Por
serem os únicos considerados cidadãos,
podiam controlar a religião a política e os
assuntos militares.
- Periecos: eram livres e se dedicavam ao comércio
e ao artesanato. - Hilotas: prisioneiros de guerra,
eram a maioria da população. Os espartanos
temiam rebeliões dos hilotas, por esta razão fizeram
da cidade um verdadeiro campo militar. Aos sete
anos, os meninos passavam a pertencer ao Estado e
eram educados para a guerra, se desobedecessem
eram punidos. Toda essa submissão causava
transtornos entre as famílias, pois o cidadão
espartano servia ao exército até os 60 anos.O
governo espartano era monárquico: dois reis
comandavam os exércitos e representavam os
interesses das principais famílias espartanas.
- ATENAS
Características
- Sociedade dividida em 3 grupos
- cidadãos: eram os proprietários de terra
e o grupo mais poderoso.
- metecos: estrangeiros que se envolviam
com o comércio e artesanato.
- escravos: não tinham direito político,
assim como as mulheres.
- comércio ativo: exportavam:
vinho,azeite,artesanato. Importavam:
cobre,ferro e trigo.
Antes de se tornar
uma Democracia Atenas conheceu
a monarquia,oligarquia ( governo
de poucas pessoas, pertencentes ao
mesmo partido, classe ou família) e a
tirania.
Nos séculos V e IV a.C.(Período Clássico), os gregos
se envolveram em várias guerras.
1) Guerras Médicas: lutaram contra os persas, pois
estes haviam construído um império que ameaçava
as colônias gregas.
2) Guerra do Peloponeso (Atenas X Esparta):
Esparta saiu vencedora.
3) Tebas X Esparta: Tebas saiu vencedora.
CONSEQÜÊNCIAS DESSAS GUERRAS
- Enfraquecimento das cidades gregas
- Enfraquecimento bélico
OS GREGOS E OS MACEDÔNIOS
Os Macedônios viviam no norte da Grécia, sem
acesso para o mar, isolados geograficamente, porém
com a ascensão de Filipe II ao poder, organizaram
um exército e iniciaram uma campanha militar no
intuito de conseguir uma saída para o mar - essa
atitude os levou à conquista da Grécia em 338 a.C.
Foi com Alexandre - O Grande, que o Império
Macedônico expandiu-se ainda mais. Alexandre
derrotou os persas e os fenícios, chegando a invadir
a Mesopotâmia e a dominar o extenso território que
ia do mar Mediterrâneo até o rio Indo.
O império macedônico reunia traços
ocidentais e orientais, ou seja, era
marcado pela variedade cultural. Vários
conhecimentos resultaram desse
intercâmbio cultural, dentre eles
a filosofia.
A mistura de hábitos, idéias e religiões
dos povos que viviam sob o domínio
macedônio ficou conhecido como
cultura helenística.
CULTURA GREGA
- Mitologia
Características
- A mitologia grega incluía deuses, semi-
deuses e heróis.
- Seus deuses tinham emoções parecidas
com os seres-humanos, porém eram
imortais. Zeus era o soberano do Olimpo
(situado ao norte da Grécia).
- Alguns deuses eram homenageados em
templos.
- Os gregos não se preocupavam com a vida após
a morte.
- Corpos eram cremados e os cultos eram
baseados em sacrifícios humanos.
- Outra forma de homenagear os deuses eram
nos jogos pan-helênicos e nas Olimpíadas, feitas
em homenagem a Zeus.
- A mitologia grega trazia ensinamentos e
exemplos para a reflexão.Os gregos procuravam
fornecer explicações para os mistérios da
natureza e dos sentimentos humanos.
CONCLUSÃO
A Grécia fez importantes contribuições ao campo da
arte, da literatura e da filosofia: seus escultores e
arquitetos, poetas e dramaturgos, filósofos e
legisladores lançaram as bases longínquas de toda a
cultura ocidental; suas colônias estenderam-se até
o mar Negro, norte da África e sul da Itália e França,
mas a constante rivalidade, sobretudo entre Esparta e
Atenas, acabou enfraquecendo a civilização grega
permitindo a sua conquista por Filipe da Macedônia
em 338 a.C.
Seu filho, Alexandre, O Grande difundiu largamente a
civilização helênica, como citado anteriormente.
ROMA
Roma, atual capital da Itália, é o centro de onde
emergiu um dos mais extensos impérios
constituídos durante a Antiguidade. Fixada na
porção central da Península Itálica, esta cidade foi
criada no século VIII a.C. e contou com diferentes
influências culturais e étnicas. Antes de falarmos
sobre a criação da civilização romana, devemos
assinalar os diversos povos que contribuíram para
a sua origem. Entre estes, destacamos os
etruscos, úmbrios, latinos, sabinos,
samnitas e gregos.
Antes da criação da cidade de Roma, os etruscos
se destacavam como uma das principais
civilizações da porção central da Península Itálica.
Os territórios etruscos alcançavam porções do
Lácio e da Campanha. Cerca de doze centros
urbanos eram ali distribuídos, estabelecendo uma
economia bastante estruturada em razão das
intensas atividades comerciais. Esse
desenvolvimento se deu também em virtude das
boas relações firmadas com os fenícios, fixados na
porção norte do continente africano.
A criação de Roma é conhecidamente
marcada pela lenda envolvendo os irmãos
Rômulo e Remo. Segundo a história descrita
na obra Eneida, do poeta Virgilio, o povo
romano é descendente do herói troiano
Eneias. Sua fuga para a Península Itálica se
deu em função da destruição da cidade de
Troia, invadida pelos gregos em 1400 a.C..
Após sua chegada, criou uma nova cidade
chamada Lavínio. Tempos depois, seu filho
Ascânio criou o reino de Alba Longa.
Neste reino ocorreu o enlace entre o deus Marte e a
princesa Rea Sílvia, filha do rei Numitor. O
envolvimento da princesa com a divindade deu
origem aos gêmeos Rômulo e Remo, que deveriam
ter direito de reinar sobre Alba Longa. No entanto, o
ambicioso Amúlio arquitetou um plano para tomar o
governo e, por isso, decidiu lançar as duas crianças
às margens do rio Tibre. Rômulo e Remo
sobreviveram graças aos cuidados de uma loba que
os amamentou e os entregou à proteção de uma
família camponesa.
Quando chegaram à idade adulta, os irmãos
retornaram para Alba Longa e destituíram
Amúlio, logo em seguida decidiram criar a
cidade de Roma. Rômulo, que tinha o favor
dos deuses, traçou o local onde seriam
feitas as primeiras obras da cidade.
Inconformado com a decisão do irmão,
Remo saltou sobre a marca feita por
Rômulo. Em resposta, Rômulo acabou
assassinando Remo, tornando-se o primeiro
monarca da história de Roma.
Essa explicação mítica é contraposta às pesquisas
históricas e arqueológicas que apontam uma
hipótese menos heroica sobre as origens de Roma.
Segundo especialistas, a fundação de Roma
ocorreu a partir da construção de uma fortificação
criada pelos latinos e sabinos. Esses dois povos
tomaram tal iniciativa, pois resistiam às incursões
militares feitas pelos etruscos. No entanto, os
mesmos etruscos vieram a dominar a região no
século VII a.C.. A partir da fixação desses povos,
compreende-se historicamente o início da
civilização romana
……A Civilização Romana foi de extrema
importância, principalmente para o
mundo ocidental, onde mais
influenciou. A herança deixada pelos
romanos ultrapassa os campos da
literatura, arquitetura e direito, e
mostra como uma pequena aldeia foi
capaz de se tornar um grande Império
admirado e respeitado até os dias de
hoje.
Roma demonstrou ser uma potência imperialista,
expandiu seu território e conquistou regiões
importantes para o seu desenvolvimento, o que
possibilitou grande crescimento econômico e o início
de sua ascensão.
……………Após a crise que afetou a República devido
o grande número de escravos e o desequilíbrio
social, Roma conheceu um de seus maiores
governantes: Julio César. Julio César instaurou uma
série de reformas a República e foi de suma
importância na fase de transição para o
Império.
Os Triunviratos de Roma
O Triunvirato , em suma, é um governo
formado por 3 representantes. O
Primeiro Triunvirato
No ano de 59 a.C , Roma se via
governada por Gaius Julius César,
Pompeu e Marco Lucínio Crasso, que se
juntaram para formar uma aliança forte.
Julio César era um cônsul que fora eleito por volta de
50a.C, Pompeu foi um grande general, aclamado por
suas conquistas e Crasso era reconhecido como o
homem mais rico de Roma. Os motivos dessa junção
era de puro interesse, onde Pompeu precisava de
terras para distribuir à suas Legiões veteranas de
combate, Crasso queria apoio para uma guerra contra
os Persas e Julio César apoio para combater os
Gauleses ao norte. De fato isto aconteceu, onde Julio
César conseguiu terras para as legiões veteranas,
Pompeu incentivou a batalha de César contra os
Gauleses e Crasso fora beneficiado judicialmente a
partir de tudo isso.
O primeiro Triunvirato, que já havia
se dissolvido com a morte de
Crasso, agora se tornava uma
Ditadura (diferente dos conceitos
atuais) comandada por Gaius Julius
César, e com Marco Antônio como
Magister equestris, que faria um
papel importante depois no
Segundo Triunvirato.
O primeiro Triunvirato foi um sinal inequívoco
da crise vivida pela República romana.
Apenas três homens, Pompeu, César e
Crasso, acumularam quase todos os títulos e
cargos importantes. O fim dessa aliança,
marcado pela morte de Crasso em 53 a.C.,
representou imediatamente
o aumento da rivalidade entre os dois
sobreviventes, César e Pompeu, que
resultou em uma violenta guerra civil.
A expansão romana pelo Mar
Mediterrâneo gerou importantes
transformações políticas,
econômicas e sociais.
Dentre elas temos grande número
de escravos; predomínio do
comércio; êxodo rural, gerando o
empobrecimento da plebe
O Edito de Milão (313), no processo de
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Revisão hist. 1º ano

  • 1. REVISÃO DE HISTÓRIA 1º ANO GRÉCIA E ROMA ANTIGA
  • 2. A Grécia Antiga, como é conhecida, abrange não um domínio, modelo governamental e povo específico, mas um conjunto de comunidades que se espalhavam nas proximidades do Mar Mediterrâneo, sendo uma civilização que se estendia muito além do país hoje existente. Apesar de dispersos geograficamente, estes vários povos uniam-se através de uma cultura comum, com mesmos costumes, mesmas crenças e uma mesma língua. Por tal semelhança, esses povos reconheciam-se como helenos, chamando de bárbaros os estrangeiros que não dividiam a mesma cultura, sendo esta a palavra- chave para entender a clássica civilização grega.
  • 3. A educação na Grécia Antiga Era muito importante para a civilização que a cultura e o saber fossem difundidos amplamente, não sendo por acaso que a filosofia e as ciências ganharam destaque na Grécia Antiga. Grande parte da sociedade se mostrava educada, os meninos eram ensinados desde cedo a pensar e questionar os mistérios do mundo e meninas que, apesar de não terem os mesmos direitos dos homens, ainda eram ensinadas pelas mães a serem cidadãs cultas. O saber era tão importante que mesmo soldados eram criados para usar não apenas o físico, mas também a mente, e alguns conhecimentos chegavam a se estender até mesmo a alguns escravos.
  • 4. A Grécia Antiga conheceu dois importantes modelos de pólis: o modelo ateniense (democrático) e o modelo esparta uma característica da democracia grega que a diferencie da democracia atual é que a democracia atual é representativa; na antiga Grécia vigorava a democracia direta dos cidadãos nas Assembleias. Vale lembrar que o conceito grego de “cidadania” excluía estrangeiros, mulheres e escravos.
  • 5. No ano de 2008, aconteceu em Pequim mais uma Olimpíada e 2016 será no Brasil. No mundo, peças teatrais estão sendo continuamente encenadas. Como se sabe, Olimpíadas e teatro (ocidental) foram uma criação da Grécia antiga. Os Jogos Olímpicos eram realizados na cidade de Olímpia em homenagem a Zeus, senhor do Olímpo na mitologia helênica. Para os antigos gregos, significavam ainda a confraternização entre as cidades-Estado e a celebração da superioridade do povo grego.
  • 6. No poema grego Odisséia, que narra as viagens lendárias do herói Ulisses, esse personagem chega a um país habitado por gigantes chamados Ciclopes, que são descritos como "homens sem leis", porque "não têm assembleias que julguem ou deliberem" e "cada um dita a lei a seus filhos e mulheres sem se preocuparem uns com os outros".
  • 7. dois aspectos da cidade-estado grega que a diferenciava do país lendário mencionado no texto. A cidades-estado gregas diferenciavam-se do país lendário pela existência do Estado organizado e de um sistema de leis para regular as relações sociais
  • 8. Dentre os legados dos gregos da Antiguidade Clássica que se mantêm na vida contemporânea, podemos citar a promoção do espírito de confraternização por intermédio do esporte e de jogos.
  • 9. Sólon, legislador ateniense, iniciou uma reforma que mediou as lutas sociais, entre os ricos e os pobres, que eclodiram na Ática, na virada do século VI. Entre as medidas desse reforma, está a abolição da servidão por dívidas no campo, o que significou o fim do - mecanismo pelo qual os pequenos camponeses caiam nas mãos dos grandes proprietários fundiários e se tornavam seus cultivadores dependentes.
  • 10. A lenda grega de Teseu e o Minotauro envolve as cidades de Creta e Atenas onde Teseu matou o Minotauro e livrou Atenas do tributo anual devido a Creta, de sete moças e sete rapazes que eram devorados pelo Minotauro porque Ariadne, filha de Minos, rei de Creta, ajudou Teseu a encontrar a saída do labirinto do Minotauro, dando-lhe um novelo de lã para marcar o caminho de volta do labirinto.
  • 11. AS CIDADES-ESTADOS - ESPARTA Características - Legislação severa - Militarismo - Estrutura social rígida. Dividia a sociedade em 3 grupos. - Elite: eram os espartanos ou esparciatas. Por serem os únicos considerados cidadãos, podiam controlar a religião a política e os assuntos militares.
  • 12. - Periecos: eram livres e se dedicavam ao comércio e ao artesanato. - Hilotas: prisioneiros de guerra, eram a maioria da população. Os espartanos temiam rebeliões dos hilotas, por esta razão fizeram da cidade um verdadeiro campo militar. Aos sete anos, os meninos passavam a pertencer ao Estado e eram educados para a guerra, se desobedecessem eram punidos. Toda essa submissão causava transtornos entre as famílias, pois o cidadão espartano servia ao exército até os 60 anos.O governo espartano era monárquico: dois reis comandavam os exércitos e representavam os interesses das principais famílias espartanas.
  • 13. - ATENAS Características - Sociedade dividida em 3 grupos - cidadãos: eram os proprietários de terra e o grupo mais poderoso. - metecos: estrangeiros que se envolviam com o comércio e artesanato. - escravos: não tinham direito político, assim como as mulheres.
  • 14. - comércio ativo: exportavam: vinho,azeite,artesanato. Importavam: cobre,ferro e trigo. Antes de se tornar uma Democracia Atenas conheceu a monarquia,oligarquia ( governo de poucas pessoas, pertencentes ao mesmo partido, classe ou família) e a tirania.
  • 15. Nos séculos V e IV a.C.(Período Clássico), os gregos se envolveram em várias guerras. 1) Guerras Médicas: lutaram contra os persas, pois estes haviam construído um império que ameaçava as colônias gregas. 2) Guerra do Peloponeso (Atenas X Esparta): Esparta saiu vencedora. 3) Tebas X Esparta: Tebas saiu vencedora. CONSEQÜÊNCIAS DESSAS GUERRAS - Enfraquecimento das cidades gregas - Enfraquecimento bélico
  • 16. OS GREGOS E OS MACEDÔNIOS Os Macedônios viviam no norte da Grécia, sem acesso para o mar, isolados geograficamente, porém com a ascensão de Filipe II ao poder, organizaram um exército e iniciaram uma campanha militar no intuito de conseguir uma saída para o mar - essa atitude os levou à conquista da Grécia em 338 a.C. Foi com Alexandre - O Grande, que o Império Macedônico expandiu-se ainda mais. Alexandre derrotou os persas e os fenícios, chegando a invadir a Mesopotâmia e a dominar o extenso território que ia do mar Mediterrâneo até o rio Indo.
  • 17. O império macedônico reunia traços ocidentais e orientais, ou seja, era marcado pela variedade cultural. Vários conhecimentos resultaram desse intercâmbio cultural, dentre eles a filosofia. A mistura de hábitos, idéias e religiões dos povos que viviam sob o domínio macedônio ficou conhecido como cultura helenística.
  • 18. CULTURA GREGA - Mitologia Características - A mitologia grega incluía deuses, semi- deuses e heróis. - Seus deuses tinham emoções parecidas com os seres-humanos, porém eram imortais. Zeus era o soberano do Olimpo (situado ao norte da Grécia). - Alguns deuses eram homenageados em templos.
  • 19. - Os gregos não se preocupavam com a vida após a morte. - Corpos eram cremados e os cultos eram baseados em sacrifícios humanos. - Outra forma de homenagear os deuses eram nos jogos pan-helênicos e nas Olimpíadas, feitas em homenagem a Zeus. - A mitologia grega trazia ensinamentos e exemplos para a reflexão.Os gregos procuravam fornecer explicações para os mistérios da natureza e dos sentimentos humanos.
  • 20. CONCLUSÃO A Grécia fez importantes contribuições ao campo da arte, da literatura e da filosofia: seus escultores e arquitetos, poetas e dramaturgos, filósofos e legisladores lançaram as bases longínquas de toda a cultura ocidental; suas colônias estenderam-se até o mar Negro, norte da África e sul da Itália e França, mas a constante rivalidade, sobretudo entre Esparta e Atenas, acabou enfraquecendo a civilização grega permitindo a sua conquista por Filipe da Macedônia em 338 a.C. Seu filho, Alexandre, O Grande difundiu largamente a civilização helênica, como citado anteriormente.
  • 21. ROMA Roma, atual capital da Itália, é o centro de onde emergiu um dos mais extensos impérios constituídos durante a Antiguidade. Fixada na porção central da Península Itálica, esta cidade foi criada no século VIII a.C. e contou com diferentes influências culturais e étnicas. Antes de falarmos sobre a criação da civilização romana, devemos assinalar os diversos povos que contribuíram para a sua origem. Entre estes, destacamos os etruscos, úmbrios, latinos, sabinos, samnitas e gregos.
  • 22. Antes da criação da cidade de Roma, os etruscos se destacavam como uma das principais civilizações da porção central da Península Itálica. Os territórios etruscos alcançavam porções do Lácio e da Campanha. Cerca de doze centros urbanos eram ali distribuídos, estabelecendo uma economia bastante estruturada em razão das intensas atividades comerciais. Esse desenvolvimento se deu também em virtude das boas relações firmadas com os fenícios, fixados na porção norte do continente africano.
  • 23. A criação de Roma é conhecidamente marcada pela lenda envolvendo os irmãos Rômulo e Remo. Segundo a história descrita na obra Eneida, do poeta Virgilio, o povo romano é descendente do herói troiano Eneias. Sua fuga para a Península Itálica se deu em função da destruição da cidade de Troia, invadida pelos gregos em 1400 a.C.. Após sua chegada, criou uma nova cidade chamada Lavínio. Tempos depois, seu filho Ascânio criou o reino de Alba Longa.
  • 24. Neste reino ocorreu o enlace entre o deus Marte e a princesa Rea Sílvia, filha do rei Numitor. O envolvimento da princesa com a divindade deu origem aos gêmeos Rômulo e Remo, que deveriam ter direito de reinar sobre Alba Longa. No entanto, o ambicioso Amúlio arquitetou um plano para tomar o governo e, por isso, decidiu lançar as duas crianças às margens do rio Tibre. Rômulo e Remo sobreviveram graças aos cuidados de uma loba que os amamentou e os entregou à proteção de uma família camponesa.
  • 25. Quando chegaram à idade adulta, os irmãos retornaram para Alba Longa e destituíram Amúlio, logo em seguida decidiram criar a cidade de Roma. Rômulo, que tinha o favor dos deuses, traçou o local onde seriam feitas as primeiras obras da cidade. Inconformado com a decisão do irmão, Remo saltou sobre a marca feita por Rômulo. Em resposta, Rômulo acabou assassinando Remo, tornando-se o primeiro monarca da história de Roma.
  • 26. Essa explicação mítica é contraposta às pesquisas históricas e arqueológicas que apontam uma hipótese menos heroica sobre as origens de Roma. Segundo especialistas, a fundação de Roma ocorreu a partir da construção de uma fortificação criada pelos latinos e sabinos. Esses dois povos tomaram tal iniciativa, pois resistiam às incursões militares feitas pelos etruscos. No entanto, os mesmos etruscos vieram a dominar a região no século VII a.C.. A partir da fixação desses povos, compreende-se historicamente o início da civilização romana
  • 27. ……A Civilização Romana foi de extrema importância, principalmente para o mundo ocidental, onde mais influenciou. A herança deixada pelos romanos ultrapassa os campos da literatura, arquitetura e direito, e mostra como uma pequena aldeia foi capaz de se tornar um grande Império admirado e respeitado até os dias de hoje.
  • 28. Roma demonstrou ser uma potência imperialista, expandiu seu território e conquistou regiões importantes para o seu desenvolvimento, o que possibilitou grande crescimento econômico e o início de sua ascensão. ……………Após a crise que afetou a República devido o grande número de escravos e o desequilíbrio social, Roma conheceu um de seus maiores governantes: Julio César. Julio César instaurou uma série de reformas a República e foi de suma importância na fase de transição para o Império.
  • 29. Os Triunviratos de Roma O Triunvirato , em suma, é um governo formado por 3 representantes. O Primeiro Triunvirato No ano de 59 a.C , Roma se via governada por Gaius Julius César, Pompeu e Marco Lucínio Crasso, que se juntaram para formar uma aliança forte.
  • 30. Julio César era um cônsul que fora eleito por volta de 50a.C, Pompeu foi um grande general, aclamado por suas conquistas e Crasso era reconhecido como o homem mais rico de Roma. Os motivos dessa junção era de puro interesse, onde Pompeu precisava de terras para distribuir à suas Legiões veteranas de combate, Crasso queria apoio para uma guerra contra os Persas e Julio César apoio para combater os Gauleses ao norte. De fato isto aconteceu, onde Julio César conseguiu terras para as legiões veteranas, Pompeu incentivou a batalha de César contra os Gauleses e Crasso fora beneficiado judicialmente a partir de tudo isso.
  • 31. O primeiro Triunvirato, que já havia se dissolvido com a morte de Crasso, agora se tornava uma Ditadura (diferente dos conceitos atuais) comandada por Gaius Julius César, e com Marco Antônio como Magister equestris, que faria um papel importante depois no Segundo Triunvirato.
  • 32. O primeiro Triunvirato foi um sinal inequívoco da crise vivida pela República romana. Apenas três homens, Pompeu, César e Crasso, acumularam quase todos os títulos e cargos importantes. O fim dessa aliança, marcado pela morte de Crasso em 53 a.C., representou imediatamente o aumento da rivalidade entre os dois sobreviventes, César e Pompeu, que resultou em uma violenta guerra civil.
  • 33. A expansão romana pelo Mar Mediterrâneo gerou importantes transformações políticas, econômicas e sociais. Dentre elas temos grande número de escravos; predomínio do comércio; êxodo rural, gerando o empobrecimento da plebe
  • 34. O Edito de Milão (313), no processo de desenvolvimento histórico de Roma, reveste-se de grande significado, tendo em vista que proclamou a liberdade do culto cristão passando Constantino a ser o protetor da Igreja