Maquiavel rejeita a moral cristã como fundamento da política e defende que os fins justificam os meios para obter e manter o poder. Ele via o mundo de forma realista, sem acreditar em governantes virtuosos. Para Maquiavel, a virtù é a capacidade de adaptação aos acontecimentos para permanecer no poder, enquanto a fortuna representa forças alheias ao homem.