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ABSOLUTISMO MONÁRQUICO
SÍMBOLOS DO ESTADO
E DO PODER ABSOLUTO
DOS REIS
LUÍS XIV:
(REI SOL)
REI DA FRANÇA
SÍMBOLO DE
ABSOLUTISMO
DE DIREITO
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Entende –se por ABSOLUTISMO
o sistema em que o rei,
ao encarnar o ideal nacional,
assume (por direito e de fato)
os atributos da soberania:
Poder de DECRETAR LEIS,
de FAZER JUSTIÇA,
de ARRECADAR IMPOSTOS,
de MANTER EXÉRCITOS,
de NOMEAR FUNCIONÁRIOS,
de GOVERNAR ABSOLUTAMENTE.
M
A
U
R
I
C
E
C
R
O
U
Z
E
T
1. Conceito:
o Forma típica de governo das Monarquias
Nacionais.
o Todos os poderes concentrados no rei, que
acumulava funções de Executivo, Legislativo,
Judiciário.
o O rei governava absolutamente com poderes
de criar leis e julgar e fiscalizar o seu
cumprimento.
2. Características:
A – Política:
o Autocracia.
o Repressão.
o Despotismo.
o Tirania.
o Absolutismo.
B – Economia:
Mercantilismo
o Regras adotadas pelo Estado para intervenção
na economia.
o Monopólios, protecionismos, balança
comercial favorável.
o Objetivo: acúmulo de metais preciosos.
C – Sociedade:
o Burguesia aliou – se ao rei na centralização
política.
o No Estado absolutista houve a evolução para
uma sociedade de classes ou ordens do tipo
estamental.
o Nobreza e Clero privilegiados.
o Povo (burguesia, camponeses) era explorado.
Clero
Alto e Baixo
Nobreza
Povo: burguesia
camponeses
3. Fatores motivadores:
A – Socioeconômicos
o Aliança rei e burguesia.
o O rei desejava as terras e a burguesia o fim
do individualismo feudal.
B – Políticos
o Reforma abalou o poder da Igreja e fortaleceu
reis e Estados.
C – Culturais:
o O Renascimento trouxe o racionalismo.
o Houve estímulos ao estudo das leis.
o O Direito Consuetudinário foi sendo
substituído por teorias e leis que legitimaram
o Absolutismo e a teoria do direito divino.
D – Outros:
o Guerras, fome e revoltas que abalaram a
Europa transformaram o rei num herói ou
salvador.
o O Estado mantinha um Exército permanente
como base de apoio.
o Criou – se uma identidade nacional vinculada
ao rei, chefe de Estado.
Idade Média: o poder do cristianismo católico
o Santo Agostinho separava o espaço de poder em
cidade de Deus e cidade dos homens.
o Na aliança do poder eclesiástico com o poder
político a Igreja defendia que o poder é de Deus.
o O rei passou a ser o representante de Deus na
Terra, governando por direito divino.
o A Monarquia seria a melhor forma de governo.
Luís XIV - Rigaud
“O Estado sou eu.”
Jacques Bossuet: Em seu livro chamado “Política
Segundo As Sagradas Escrituras”, ele justifica a
concentração de poder nas mãos do Rei que seria o
representante das forças divinas na Terra. O Rei é
confundido com o próprio Deus e por isso, todos que
forem contra as suas determinações seriam também
contrários às forças divinas e portanto contra Deus.
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O Príncipe (1513 – 1515)
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Não pode e não deve um príncipe prudente manter a palavra
empenhada quando tal observância se volte contra ele e hajam
desaparecido as razões que a motivaram. Nas ações de todos os
homens, especialmente os príncipes, os fins é que contam. Faça,
pois, o príncipe, tudo para alcançar e manter o poder, os meios
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Jean Bodin: o governo nas mãos de um só
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apenas um sol, o Universo só um Deus criador.
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Em A República, Bodin condenava a tirania, sistema em que
o monarca desprezaria as leis, abusaria das pessoas livres
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o Por natureza nascemos livres e iguais em direitos.
o Circunstâncias nos levaram a abandonar a liberdade
em troca do Estado.
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dentes está o terror...O seu coração é duro como pedra,
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homem para pôr fim à anarquia e ao caos.
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e necessário.
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Cedo e transfiro meu direito de governar-me a mim mesmo a
este homem, ou a esta assembleia de homens, com a condição
de transferires a ele teu direito, autorizando de maneira
semelhante todas as suas ações. Conferir toda sua força e poder
a um homem, ou a uma assembleia de homens, que possa
reduzir suas diversas vontades, por pluralidade de votos, a uma
só vontade. Todos submetendo assim suas vontades à vontade
do representante, e suas decisões a sua decisão. Isto é mais do
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cada homem com todos os homens. (Hobbes – Leviatã).

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Absolutismo Monárquico 2019

  • 2. SÍMBOLOS DO ESTADO E DO PODER ABSOLUTO DOS REIS
  • 3. LUÍS XIV: (REI SOL) REI DA FRANÇA SÍMBOLO DE ABSOLUTISMO DE DIREITO DIVINO
  • 4. Entende –se por ABSOLUTISMO o sistema em que o rei, ao encarnar o ideal nacional, assume (por direito e de fato) os atributos da soberania: Poder de DECRETAR LEIS, de FAZER JUSTIÇA, de ARRECADAR IMPOSTOS, de MANTER EXÉRCITOS, de NOMEAR FUNCIONÁRIOS, de GOVERNAR ABSOLUTAMENTE. M A U R I C E C R O U Z E T
  • 5. 1. Conceito: o Forma típica de governo das Monarquias Nacionais. o Todos os poderes concentrados no rei, que acumulava funções de Executivo, Legislativo, Judiciário. o O rei governava absolutamente com poderes de criar leis e julgar e fiscalizar o seu cumprimento.
  • 6. 2. Características: A – Política: o Autocracia. o Repressão. o Despotismo. o Tirania. o Absolutismo.
  • 7. B – Economia: Mercantilismo o Regras adotadas pelo Estado para intervenção na economia. o Monopólios, protecionismos, balança comercial favorável. o Objetivo: acúmulo de metais preciosos.
  • 8. C – Sociedade: o Burguesia aliou – se ao rei na centralização política. o No Estado absolutista houve a evolução para uma sociedade de classes ou ordens do tipo estamental. o Nobreza e Clero privilegiados. o Povo (burguesia, camponeses) era explorado.
  • 9. Clero Alto e Baixo Nobreza Povo: burguesia camponeses
  • 10. 3. Fatores motivadores: A – Socioeconômicos o Aliança rei e burguesia. o O rei desejava as terras e a burguesia o fim do individualismo feudal. B – Políticos o Reforma abalou o poder da Igreja e fortaleceu reis e Estados.
  • 11. C – Culturais: o O Renascimento trouxe o racionalismo. o Houve estímulos ao estudo das leis. o O Direito Consuetudinário foi sendo substituído por teorias e leis que legitimaram o Absolutismo e a teoria do direito divino.
  • 12. D – Outros: o Guerras, fome e revoltas que abalaram a Europa transformaram o rei num herói ou salvador. o O Estado mantinha um Exército permanente como base de apoio. o Criou – se uma identidade nacional vinculada ao rei, chefe de Estado.
  • 13. Idade Média: o poder do cristianismo católico o Santo Agostinho separava o espaço de poder em cidade de Deus e cidade dos homens. o Na aliança do poder eclesiástico com o poder político a Igreja defendia que o poder é de Deus. o O rei passou a ser o representante de Deus na Terra, governando por direito divino. o A Monarquia seria a melhor forma de governo.
  • 14. Luís XIV - Rigaud “O Estado sou eu.”
  • 15. Jacques Bossuet: Em seu livro chamado “Política Segundo As Sagradas Escrituras”, ele justifica a concentração de poder nas mãos do Rei que seria o representante das forças divinas na Terra. O Rei é confundido com o próprio Deus e por isso, todos que forem contra as suas determinações seriam também contrários às forças divinas e portanto contra Deus.
  • 16. Maquiavel – “os fins justificam os meios” O Príncipe (1513 – 1515) o Fundador do pensamento político moderno. o Havia grande distância entre a política ideal e a real. o O poder político tem a função de regular as lutas e tensões entre os poderosos e o povo. o As lutas e tensões sempre existiram inviabilizando o bem comum.
  • 18. Objetivo da Política: o Manutenção do poder do Estado. o Ao manter o poder o governante deve conter as forças e tensões, utilizando todas as armas possíveis. o A ação política não deve combinar com juízo moral. o A lógica do poder justifica qualquer ato do príncipe. o O que realmente importa são os resultados. o “Os fins justificam os meios”.
  • 19. Não pode e não deve um príncipe prudente manter a palavra empenhada quando tal observância se volte contra ele e hajam desaparecido as razões que a motivaram. Nas ações de todos os homens, especialmente os príncipes, os fins é que contam. Faça, pois, o príncipe, tudo para alcançar e manter o poder, os meios de que se valer serão sempre julgados honrosos e louvados por todos, porque o povo atenta sempre para aquilo que parece ser e para os resultados. Maquiavel, Nicolau – O Príncipe.
  • 21. Jean Bodin: o governo nas mãos de um só o Em A República construiu o conceito do governo soberano, perpétuo, divino e absoluto. o A monarquia seria a forma de governo adequada à natureza das coisas. o Para Bodin a família tem apenas um chefe, o céu apenas um sol, o Universo só um Deus criador. o A soberania e a coesão social seriam possíveis na Monarquia.
  • 23. Em A República, Bodin condenava a tirania, sistema em que o monarca desprezaria as leis, abusaria das pessoas livres como de escravos e dos bens dos súditos como seus. Quanto as leis divinas e naturais (direito à liberdade e à propriedade), todos na terra estão sujeitos a elas. O rei não tem o poder de transgredi – las.
  • 24. Contratualismo: pacto ou contrato social o Justificativa racional para a existência da sociedade e para a criação do Estado. o Pensar a natureza e o estado natural. o Explicar a existência e a legitimação do poder. o Por natureza nascemos livres e iguais em direitos. o Circunstâncias nos levaram a abandonar a liberdade em troca do Estado.
  • 25. Thomas Hobbes (1588 – 1679) Obras: Sobre o Cidadão e Leviatã. o Vivendo em sociedade o homem não é sociável. o A competição e a disputa regem as relações. o A natureza gerou o estado de guerra de todos contra todos: “homo homini lúpus.” o A sociedade abriu mão da liberdade em troca de paz e segurança que o Estado poderia oferecer.
  • 27. Leviatã: “O seu corpo é como escudos de bronze fundido. Em seus dentes está o terror...O seu coração é duro como pedra, no seu pescoço está a força.” (Jó – 40,41) o O Estado forte colocaria ordem no caos. o O Estado comparado ao monstro criado pelo homem para pôr fim à anarquia e ao caos. o Hobbes legitimava o poder absoluto, um mal cruel e necessário.
  • 29. Cedo e transfiro meu direito de governar-me a mim mesmo a este homem, ou a esta assembleia de homens, com a condição de transferires a ele teu direito, autorizando de maneira semelhante todas as suas ações. Conferir toda sua força e poder a um homem, ou a uma assembleia de homens, que possa reduzir suas diversas vontades, por pluralidade de votos, a uma só vontade. Todos submetendo assim suas vontades à vontade do representante, e suas decisões a sua decisão. Isto é mais do que consentimento, ou concórdia, é uma verdadeira unidade de todos eles, numa só e mesma pessoa, realizada por um pacto de cada homem com todos os homens. (Hobbes – Leviatã).