SlideShare uma empresa Scribd logo
www.fee.rs.gov.br
A instabilidade
econômica nacional
e impactos no
mercado
consumidor
www.fee.rs.gov.br
 Cenário Econômico Nacional
 Perspectivas para 2015 e 2016
 Crescimento PIB: BR versus Mundo
 Esgotamento do modelo de crescimento?
 Commodities x Consumo x Crédito
 Abandono dos fundamentos macroeconômicos
 Reflexos sobre o comportamento do consumidor
www.fee.rs.gov.br
6,0
5,0
-0,2
7,6
3,9
1,8
2,7
0,1
-1,0
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*
PIB – Brasil
(Var. % anual)
 Cenário econômico complexo
 Inflação elevada
 Aumento da taxa de juros
 Copa do mundo e eleições
 Desaceleração da demanda
 Crise argentina
 Baixo investimento
 Redução de estímulos fiscais
O que ocorreu em 2014?
Fonte: IBGE. BCB.
 Incertezas
www.fee.rs.gov.br
6,0
5,0
-0,2
7,6
3,9
1,8
2,7
0,1
-1,0
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*
E o resto do mundo?
Expectativa FMI – PIB
2014
Desenvolvidos 1,8%
EUA 2,4%
Europa 0,8%
Emergentes 4,4%
China 7,4%
Am. Latina 1,2%
Mundo 3,3%
Fonte: IBGE. BCB. FMI.
6,4
5,5
3,8
2,3 2,0
1,6
0,5
Brasil Emergentes Mundo China EUA Avançadas Europa
Inflação – 2014
(Var. % anual)
Brasil passa por
momento de
ESTAGFLAÇÃO
PIB – Brasil
(Var. % anual)
www.fee.rs.gov.br
6,0
5,0
-0,2
7,6
3,9
1,8
2,7
0,1
-1,0
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*
Fonte: IBGE. BCB.
6,4
5,5
3,8
2,3 2,0
1,6
0,5
Brasil Emergentes Mundo China EUA Avançadas Europa
Sinais de
esgotamento
do modelo?
PIB – Brasil
(Var. % anual)
Inflação – 2014
(Var. % anual)
Brasil passa por
momento de
ESTAGFLAÇÃO
www.fee.rs.gov.br
6,0
5,0
-0,2
7,6
3,9
1,8
2,7
0,1
-1,0
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*
Fonte: IBGE. BCB.
Sinais de
esgotamento
do modelo?
PIB – Brasil
(Var. % anual)
2,1% a.a.4,5% a.a.
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE. FMI.
1. Fim do superciclo das commodities
PIB e Preço das Commodities
(Variação % em 12 meses)
-3,8
-4,0
1,2
0,2
-2,0
-1,0
0,0
1,0
2,0
3,0
4,0
5,0
6,0
7,0
8,0
9,0
-30,0
-20,0
-10,0
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014
Commodities (ex combustíveis) PIB
www.fee.rs.gov.br
Fonte: FRED. FMI. *Projeção.
1. Fim do superciclo das commodities
Importações chinesas e Preço das Commodities
(Variação % em 12 meses)
O preço das commodities
depende, em grande medida, das
condições da economia chinesa Crescimento do PIB da China e
importações chinesas
(Variação % média)
-30,0
-20,0
-10,0
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
-30,0
-20,0
-10,0
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
50,0
jan/07
jun/07
nov/07
abr/08
set/08
fev/09
jul/09
dez/09
mai/10
out/10
mar/11
ago/11
jan/12
jun/12
nov/12
abr/13
set/13
fev/14
jul/14
dez/14
Importações chinesas
Preço das commodities
10,2
7,6 6,9
16,6
7,8
6,2
2000-2011 2012-2014 2015*-2017*
PIB
Importações
www.fee.rs.gov.br
Consumo das Famílias
(% do PIB - acumulado em 4 trim.)
Fonte: IBGE.
2. Aposta no consumo como mola propulsora do crescimento
Consumo do Governo
(% do PIB - acumulado em 4 trim.)
60,2
59,9
62,0
60,1
61,1
62,1
62,5
I
III
I
III
I
III
I
III
I
III
I
III
I
III
I
III
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014
18,8
19,0
19,4
19,0
18,6
19,3
20,2
I
III
I
III
I
III
I
III
I
III
I
III
I
III
I
III
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014
www.fee.rs.gov.br
0,8
1,2
1,4
1,6 1,6 1,6
mar/07
jun/07
set/07
dez/07
mar/08
jun/08
set/08
dez/08
mar/09
jun/09
set/09
dez/09
mar/10
jun/10
set/10
dez/10
mar/11
jun/11
set/11
dez/11
mar/12
jun/12
set/12
dez/12
mar/13
jun/13
set/13
dez/13
mar/14
jun/14
set/14
dez/14
Fonte: BCB.
Consumidores se
fartaram de crédito...
Endividamento das famílias
(% médio em relação à renda acum. em 12 meses )
Saldo de crédito livre
(R$ trilhões a preços constantes)
 Queda na atividade
 Juros mais elevados
 Aumento da inadimplência
 Reversão do comportamento dos bancos
em relação ao risco
20,6
23,8
27,5
31,9
34,2
38,1
41,4
43,4
45,1 46,0
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
2. Aposta no consumo como mola propulsora do crescimento
www.fee.rs.gov.br
0,5
10,7
jan.08 fev.15
Fonte: BCB.
Participação nas operações de crédito (%)
Créditos concedidos pelo
Tesouro Nacional para
Instituições Financeiras Oficiais
(% do PIB)
3. Restrições à expansão do crédito
62,2
66,0
58,6
45,8
37,8
34,0
40,9
54,4
jan/03
ago/03
mar/04
out/04
mai/05
dez/05
jul/06
fev/07
set/07
abr/08
nov/08
jun/09
jan/10
ago/10
mar/11
out/11
mai/12
dez/12
jul/13
fev/14
set/14
Bancos Privados
Banco Públicos
Funding dos bancos públicos
foi feito com recursos do
Tesouro Nacional
A atual situação das contas públicas
se impõe como restrição à expansão
do crédito pelo lado da oferta
www.fee.rs.gov.br
2,17
2,38
2,22
2,63
3,14
jun/13
jul/13
ago/13
set/13
out/13
nov/13
dez/13
jan/14
fev/14
mar/14
abr/14
mai/14
jun/14
jul/14
ago/14
set/14
out/14
nov/14
dez/14
jan/15
fev/15
mar/15
18,6
80,7
101,5
113,6
jun/2013
ago/2013
out/2013
dez/2013
fev/2014
abr/2014
jun/2014
ago/2014
out/2014
dez/2014
fev/2015
Fonte: BCB.
Taxa de câmbio
(R$/US$)
Operações de swap cambial
(US$ bilhões)
4. Deterioração dos fundamentos macroeconômicos
Plano Real
Superávit
Primário
Inflação
Câmbio
Flutuante
O que isso
representa?
www.fee.rs.gov.br
Fonte: BCB.
Câmbio
Taxa de câmbio nominal versus real
(Índice – dez/2006 = 100) Inflação do Brasil retira, em
parte, a competitividade dos
produtos brasileiros porque
representa aumento dos custos
Desvalorização nominal não implica, necessariamente, em aumento de
competitividade dos produtos brasileiros.
1.
13,6
-28,2
-49,7
-81,2
-90,4
jan/07
abr/07
jul/07
out/07
jan/08
abr/08
jul/08
out/08
jan/09
abr/09
jul/09
out/09
jan/10
abr/10
jul/10
out/10
jan/11
abr/11
jul/11
out/11
jan/12
abr/12
jul/12
out/12
jan/13
abr/13
jul/13
out/13
jan/14
abr/14
jul/14
out/14
jan/15
Saldo em Transações Correntes
(R$ bilhões – acum. em 12 meses)
131,0
99,4
70,0
80,0
90,0
100,0
110,0
120,0
130,0
jan/07
jun/07
nov/07
abr/08
set/08
fev/09
jul/09
dez/09
mai/10
out/10
mar/11
ago/11
jan/12
jun/12
nov/12
abr/13
set/13
fev/14
jul/14
dez/14
Câmbio nominal Câmbio real
Em fev/15 com relação a ago/11:
 Desvalorização nominal: 76%
 Desvalorização real: 34%
www.fee.rs.gov.br
Fonte: FRED.
Câmbio
Desvalorização nominal não implica, necessariamente, em aumento de
competitividade dos produtos brasileiros.
1.
É importante lembrar que esse movimento não é exclusivamente devido às
condições internas
2.
 Os movimentos de pressão
para desvalorização podem
persistir independentemente
das decisões e eficácia de
ajuste fiscal
 Os efeitos sobre a inflação
tendem a ser majorados
Dólar frente às principais moedas
(Nº índice)
81,2
84,6
85,0
86,6
103,1
jan/11
jun/11
nov/11
abr/12
set/12
fev/13
jul/13
dez/13
mai/14
out/14
mar/15
Entre jul/14 e mar/15, o
dólar se valorizou 19%
www.fee.rs.gov.br
Fonte: BCB.
Câmbio
Desvalorização nominal não implica, necessariamente, em aumento de
competitividade dos produtos brasileiros.
1.
É importante lembrar que esse movimento não é exclusivamente devido às
condições internas
2.
Repasse cambial para a inflação3.
Desvalorização
cambial de 20%
Impacto sobre
inflação acumulada
em 12 meses<+0,5 p.p. 1,0 p.p.
<
www.fee.rs.gov.br
Fonte: BCB.
4. Deterioração dos fundamentos macroeconômicos
Plano Real
Superávit
Primário
Inflação
Câmbio
Flutuante
4,1
5,7
4,0
5,8
6,7
02/01/2007
13/04/2007
24/07/2007
01/11/2007
15/02/2008
29/05/2008
04/09/2008
11/12/2008
25/03/2009
07/07/2009
15/10/2009
26/01/2010
10/05/2010
17/08/2010
29/11/2010
09/03/2011
17/06/2011
27/09/2011
06/01/2012
18/04/2012
27/07/2012
07/11/2012
20/02/2013
03/06/2013
09/09/2013
17/12/2013
31/03/2014
11/07/2014
17/10/2014
3,0
6,4
4,5 6,0
7,3 6,7
8,1
jan-07
jun-07
nov-07
abr-08
set-08
fev-09
jul-09
dez-09
mai-10
out-10
mar-11
ago-11
jan-12
jun-12
nov-12
abr-13
set-13
fev-14
jul-14
dez-14
4,5
2,5
6,5
Inflação – IPCA
(Var. % em 12M)
Expectativas para próximos 12 meses
(Var. % em 12M)
Para 2015, as
expectativa é de 8,2%
www.fee.rs.gov.br
Fonte: BCB.
4. Deterioração dos fundamentos macroeconômicos
Plano Real
Superávit
Primário
Inflação
Câmbio
Flutuante
3,0
6,4
4,5 6,0
7,3 6,7
8,1
jan-07
jun-07
nov-07
abr-08
set-08
fev-09
jul-09
dez-09
mai-10
out-10
mar-11
ago-11
jan-12
jun-12
nov-12
abr-13
set-13
fev-14
jul-14
dez-14
4,5
2,5
6,5
Inflação – IPCA
(Var. % em 12M)
 Novos reajustes de energia elétrica
 Novas elevações das tarifas de ônibus
 Efeitos defasados da desvalorização
cambial
Para 2015, as
expectativa é de 8,2%
São esperados ainda...
www.fee.rs.gov.br
Fonte: BCB. *Meta Revisada em função da crise.
4. Deterioração dos fundamentos macroeconômicos
Plano Real
Superávit
Primário
Inflação
Câmbio
Flutuante
Resultado primário
(% do PIB)
4,8
4,1 4,1
4,8
1,6
3,4
2,4
1,3
-0,6
4,3
3,8 3,3 3,1 3,1
2005 2006 2007 20082009*2010 2011 2012 2013 2014
Meta "cheia"
56,4 55,9
62,6
56,7
63,4
47,3
37,8
42,8
33,1
36,7
dez/06
mai/07
out/07
mar/08
ago/08
jan/09
jun/09
nov/09
abr/10
set/10
fev/11
jul/11
dez/11
mai/12
out/12
mar/13
ago/13
jan/14
jun/14
nov/14
DBGG
DLSPDívida Líquida do Setor Público
(DLSP) e Dívida Bruta do Governo
Geral (DBGG)
(% do PIB)
www.fee.rs.gov.br
6,5
10,1
0,7
4,1
-1,8
Média
2000-2010
2011 2012 2013 2014
16,1
16,6
17,1
17,7
19,0
Média
2000-2010
2011 2012 2013 2014
Fonte: Receita Federal. STN.
Arrecadação das
receitas federais
(Var. % real)
Desonerações fiscais
(Em R$ milhões)
Despesas primárias do
Governo Central
(% do PIB)
3.095
44.393
76.258
109.255 113.116
77.168
2011
2012
2013
2014
2015
2016
Desde 2011 foram
205
desonerações
fiscais das mais
diversas
www.fee.rs.gov.br
Fonte: Receita Federal. STN.
Desonerações fiscais
(Em R$ milhões)
3.095
44.393
76.258
109.255 113.116
77.168
2011
2012
2013
2014
2015
2016
Desde 2011 foram
205
desonerações
fiscais das mais
diversas
 Automotivo
 Petróleo, Gás e Naval
 Bens de capital
 TIC e complexo eletroeletrônico
 Complexo da saúde
 Defesa, automotivo e espacial
 Celulose e papel
 Energias renováveis
 Indústria da mineração
 Metalurgia
 Higiene pessoal e perfumaria
 Indústria química
 Construção Civil e + 6...
308 reuniões
de conselho
em 4 anos
1 reunião a
cada 3 dias
úteis
www.fee.rs.gov.br
Fonte: Receita Federal. STN.
 Automotivo
 Petróleo, Gás e Naval
 Bens de capital
 TIC e complexo eletroeletrônico
 Complexo da saúde
 Defesa, automotivo e espacial
 Celulose e papel
 Energias renováveis
 Indústria da mineração
 Metalurgia
 Higiene pessoal e perfumaria
 Indústria química
 Construção Civil e + 6...
308 reuniões
de conselho
em 4 anos
1 reunião a
cada 3 dias
úteis
100
118,6
93,5
116,6
119,3
108,7
jan/05
ago/05
mar/06
out/06
mai/07
dez/07
jul/08
fev/09
set/09
abr/10
nov/10
jun/11
jan/12
ago/12
mar/13
out/13
mai/14
dez/14
Produção industrial – Brasil
(Nº índice – jan/05 = 100)
 A política industrial parece não
ter surtido efeito...
www.fee.rs.gov.br
12,2
5,0
jun/04
jan/05
ago/05
mar/06
out/06
mai/07
dez/07
jul/08
fev/09
set/09
abr/10
nov/10
jun/11
jan/12
ago/12
mar/13
out/13
mai/14
dez/14
Taxa de desemprego
(média em 12 meses)
Fonte: IBGE.
 A única variável que resistiu foi a taxa de desemprego...
Taxa de desemprego e População ocupada
Demanda versus oferta de mão de obra
(Média em 12 meses – nº índice jun/04=100)
100
106,0
111,4
119,2
123,7 123,4
104,1
107,0
111,5
114,5
116,3
jun/04
dez/04
jun/05
dez/05
jun/06
dez/06
jun/07
dez/07
jun/08
dez/08
jun/09
dez/09
jun/10
dez/10
jun/11
dez/11
jun/12
dez/12
jun/13
dez/13
jun/14
dez/14
Demanda
Oferta
2,9
-0,2
População ocupada
(var. % acum. em 12 meses)
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE.
 A única variável que resistiu foi a taxa de desemprego...
Geração de emprego
(Média em 12 meses – nº índice jun/04=100)
Entretanto, a geração de emprego
tem sido tão baixa, que até a taxa
de desemprego está começando
a mudar de tendência.
1.655
2.097
2.270
869
-222
jan/08
jun/08
nov/08
abr/09
set/09
fev/10
jul/10
dez/10
mai/11
out/11
mar/12
ago/12
jan/13
jun/13
nov/13
abr/14
set/14
fev/15
12,2
5,0
jun/04
jan/05
ago/05
mar/06
out/06
mai/07
dez/07
jul/08
fev/09
set/09
abr/10
nov/10
jun/11
jan/12
ago/12
mar/13
out/13
mai/14
dez/14
Taxa de desemprego
(média em 12 meses)
Taxa de desemprego e População ocupada
2,9
-0,2
População ocupada
(var. % acum. em 12 meses)
www.fee.rs.gov.br
Fonte: FGV. CNI.
 O consumidor já passou a sentir os efeitos
 E passou a temer o desemprego...
O que se pode esperar é que o
consumidor evite fazer comprar
de bens de valores elevados, e
que pare de se endividar.
Índice de confiança do consumidor
(Nº índice – base fixa = média 2003)
88,5
72,2 69,0
74,8
98,8
mar/09
jul/09
nov/09
mar/10
jul/10
nov/10
mar/11
jul/11
nov/11
mar/12
jul/12
nov/12
mar/13
jul/13
nov/13
mar/14
jul/14
nov/14
mar/15
Medo do desemprego
(Nº índice – base fixa = média 2003)
+32,1%
O consumidor passou o ano de
2014 com expectativas baixas
109
94,7
127,8
82,9
jan/07
ago/07
mar/08
out/08
mai/09
dez/09
jul/10
fev/11
set/11
abr/12
nov/12
jun/13
jan/14
ago/14
mar/15Média do período:
111,9
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE.
 Impactos sobre o mercado interno começaram a ser verificados
Vendas do comércio varejista
(Var. % acum. em 12 meses)
6,2
10,7
6,7
8,6
4,8
1,8
jan/10
mai/10
set/10
jan/11
mai/11
set/11
jan/12
mai/12
set/12
jan/13
mai/13
set/13
jan/14
mai/14
set/14
jan/15
www.fee.rs.gov.br
Perspectivas para 2015: Um ano de
incertezas
 Política:
 Cenário Impeachment é difícil
 Maior problema: os projetos de reforma param e não há ambiente para criar
agenda positiva  efeito sobre os investimentos
 Economia:
 Inflação, juros e câmbio são as variáveis que ainda inspiram cuidados
 Impacto dos juros maiores e da majoração das alíquotas sobre o crédito
 Deterioração do mercado de trabalho
 O ajuste fiscal será suficiente?
www.fee.rs.gov.br
 Resultados do 1ºT de 2015 estão colocando em cheque o ajuste
fiscal
5,7 5,5
7,7 7,9
4,9 4,9
3,4
4,0
5,3
3,6
2,7
2,2
2010 2011 2012 2013 2014 2015
Jan Fev
Resultado primário em 2015
(% do PIB – acumulado no ano)
Fonte: BCB.
 Os resultados de janeiro são
sazonalmente melhores
 Ainda assim, em 2015 não se viu
nos dados a melhora necessária para
que a meta do Governo seja
alcançada
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Vale lembrar que é necessário recuperar
o déficit de 2014 (0,6% do PIB), o que
exige um esforço de 1,8% do PIB
 O ajuste fiscal Comprometimento do Governo
com o superávit primário:
R$ 66 bilhões – 1,2% do PIB
Como será
possível?
Despesas Receitas
Total: R$ 53 bilhões
Fonte: Ministério da Fazenda. Ministério do Planejamento.
Medida
Impacto
(R$ bi)
Alterações no Seguro
Desemprego
9,0
Alterações no Abono Salarial 5,4
Reversão da desoneração
sobre folha de pagamentos
5,4
Pensões por morte 2,0
Total 21,8
Medida
Impacto
(R$ bi)
PIS/Cofins e CIDE sobre
combustíveis
12,2
Aumento de IOF sobre PF 7,4
IPI Bebidas 6,0
Pis/Cofins sobre receitas
financeiras
2,7
Mudança no Reintegra 1,8
Pis/Cofins sobre importação 0,7
IPI Cosméticos 0,4
Total 31,2
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Despesas
Medida
Impacto
(R$ bi)
Alterações no Seguro
Desemprego
9,0
Alterações no Abono Salarial 5,4
Reversão da desoneração
sobre folha de pagamentos
5,4
Pensões por morte 2,0
Total 21,8
 O ajuste fiscal
Como será
possível?
Fonte: Ministério da Fazenda. Ministério do Planejamento.
Até o momento mais de 600 emendas já foram apresentadas,
aumentando as chances da MP ou não ser aprovada ou ser aprovada
com muitas modificações. E isso reduz o potencial de contribuição
no ajuste fiscal
Comprometimento do Governo
com o superávit primário:
R$ 66 bilhões – 1,2% do PIB
www.fee.rs.gov.br
Despesas
Medida
Impacto
(R$ bi)
Alterações no Seguro
Desemprego
9,0
Alterações no Abono Salarial 5,4
Reversão da desoneração
sobre folha de pagamentos
5,4
Pensões por morte 2,0
Total 21,8
Comprometimento do Governo
com o superávit primário:
R$ 66 bilhões – 1,2% do PIB
 O ajuste fiscal
Como será
possível?
Fonte: Ministério da Fazenda. Ministério do Planejamento.
 É de 1 salário mínimo e pago a
trabalhadores que recebem até 2
mínimos e estiveram empregados por
pelo menos 30 dias
 Corrige uma distorção importante,
pois recebe esse abono quem
trabalhou 30 dias ou 360
 Agora tem carência mínima de 6
meses
 Mas, tem impacto limitado no
orçamento
www.fee.rs.gov.br
Despesas
Medida
Impacto
(R$ bi)
Alterações no Seguro
Desemprego
9,0
Alterações no Abono Salarial 5,4
Reversão da desoneração
sobre folha de pagamentos
5,4
Pensões por morte 2,0
Total 21,8
Comprometimento do Governo
com o superávit primário:
R$ 66 bilhões – 1,2% do PIB
 O ajuste fiscal
Como será
possível?
Fonte: Ministério da Fazenda. Ministério do Planejamento.
Tem mesma implicação política do Seguro
Desemprego, ou seja, precisa ser aprovado
pelo Congresso para realmente virar lei
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 O ajuste fiscal
Como será
possível?
Fonte: SIAFI.
 Sobra sempre para os investimentos:
22,3
15,6
1T2014 1T2015
 Queda real de 30%
Investimentos do Governo Central
(R$ bilhões, a preços de mar/15)
Comprometimento do Governo
com o superávit primário:
R$ 66 bilhões – 1,2% do PIB
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Perspectivas para 2015: Um ano de
incertezas
 Política:
 Cenário Impeachment é difícil.
 Maior problema: os projetos de reforma param e não há ambiente para criar
agenda positiva
 Economia:
 Inflação, juros e câmbio são as variáveis que ainda inspiram cuidados
 Impacto dos juros maiores e da majoração das alíquotas sobre o crédito
 Deterioração do mercado de trabalho
 O ajuste fiscal é crível?
 Cenário internacional  Aumento dos juros nos EUA e instabilidade na Europa
(Grécia)
Impacta o câmbio
e expectativas
Realimenta
a inflação
DESEQUILÍBRIOS
MACROECONÔMICOS
www.fee.rs.gov.br
-1,0
1,1
2015 2016
Expectativas FOCUS – PIB BR
(Variação % real)
Fonte: BCB.
Em 2015:
1,6%
-2,8%
-0,2%
A indústria deve persistir
com dificuldades e os
serviços passarão a
contribuir negativamente
Indústria:
Serviços:
Agropecuária:
Perspectivas para 2015 e 2016:
www.fee.rs.gov.br
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2015 2016
Expectativas FOCUS – PIB BR
(Variação % real)
Fonte: BCB.
 Espera-se que no ano que vem já
se possa vislumbrar uma
retomada (tímida) do crescimento
 O crescimento dependerá de quão
profunda será a queda de 2015
 Entretanto, o baixo crescimento
não é suficiente para melhorar as
condições em termos de PIB per
capita
Perspectivas para 2015 e 2016:
www.fee.rs.gov.br
-1,0
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2015 2016
Expectativas FOCUS – PIB BR
(Variação % real)
Fonte: BCB.
Expectativa FMI – PIB
2015 2016
Desenvolvidos 2,4% 2,4%
EUA 3,6% 3,3%
Europa 1,2% 1,4%
Emergentes 4,3% 4,7%
China 6,8% 6,3%
Am. Latina 1,3% 2,3%
Mundo 3,5% 3,7%
Perspectivas para 2015 e 2016:
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Fundação de Economia e Estatística
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Diretoria
Presidente: Igor Alexandre Clemente de Morais
Diretor Técnico: Martinho Roberto Lazzari
Diretora Administrativa: Nóra Angela Gundlach Kraemer
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A instabilidade econômica nacional e impactos no mercado consumidor

  • 2. www.fee.rs.gov.br  Cenário Econômico Nacional  Perspectivas para 2015 e 2016  Crescimento PIB: BR versus Mundo  Esgotamento do modelo de crescimento?  Commodities x Consumo x Crédito  Abandono dos fundamentos macroeconômicos  Reflexos sobre o comportamento do consumidor
  • 3. www.fee.rs.gov.br 6,0 5,0 -0,2 7,6 3,9 1,8 2,7 0,1 -1,0 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015* PIB – Brasil (Var. % anual)  Cenário econômico complexo  Inflação elevada  Aumento da taxa de juros  Copa do mundo e eleições  Desaceleração da demanda  Crise argentina  Baixo investimento  Redução de estímulos fiscais O que ocorreu em 2014? Fonte: IBGE. BCB.  Incertezas
  • 4. www.fee.rs.gov.br 6,0 5,0 -0,2 7,6 3,9 1,8 2,7 0,1 -1,0 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015* E o resto do mundo? Expectativa FMI – PIB 2014 Desenvolvidos 1,8% EUA 2,4% Europa 0,8% Emergentes 4,4% China 7,4% Am. Latina 1,2% Mundo 3,3% Fonte: IBGE. BCB. FMI. 6,4 5,5 3,8 2,3 2,0 1,6 0,5 Brasil Emergentes Mundo China EUA Avançadas Europa Inflação – 2014 (Var. % anual) Brasil passa por momento de ESTAGFLAÇÃO PIB – Brasil (Var. % anual)
  • 5. www.fee.rs.gov.br 6,0 5,0 -0,2 7,6 3,9 1,8 2,7 0,1 -1,0 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015* Fonte: IBGE. BCB. 6,4 5,5 3,8 2,3 2,0 1,6 0,5 Brasil Emergentes Mundo China EUA Avançadas Europa Sinais de esgotamento do modelo? PIB – Brasil (Var. % anual) Inflação – 2014 (Var. % anual) Brasil passa por momento de ESTAGFLAÇÃO
  • 6. www.fee.rs.gov.br 6,0 5,0 -0,2 7,6 3,9 1,8 2,7 0,1 -1,0 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015* Fonte: IBGE. BCB. Sinais de esgotamento do modelo? PIB – Brasil (Var. % anual) 2,1% a.a.4,5% a.a.
  • 7. www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. FMI. 1. Fim do superciclo das commodities PIB e Preço das Commodities (Variação % em 12 meses) -3,8 -4,0 1,2 0,2 -2,0 -1,0 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 9,0 -30,0 -20,0 -10,0 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Commodities (ex combustíveis) PIB
  • 8. www.fee.rs.gov.br Fonte: FRED. FMI. *Projeção. 1. Fim do superciclo das commodities Importações chinesas e Preço das Commodities (Variação % em 12 meses) O preço das commodities depende, em grande medida, das condições da economia chinesa Crescimento do PIB da China e importações chinesas (Variação % média) -30,0 -20,0 -10,0 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 -30,0 -20,0 -10,0 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 50,0 jan/07 jun/07 nov/07 abr/08 set/08 fev/09 jul/09 dez/09 mai/10 out/10 mar/11 ago/11 jan/12 jun/12 nov/12 abr/13 set/13 fev/14 jul/14 dez/14 Importações chinesas Preço das commodities 10,2 7,6 6,9 16,6 7,8 6,2 2000-2011 2012-2014 2015*-2017* PIB Importações
  • 9. www.fee.rs.gov.br Consumo das Famílias (% do PIB - acumulado em 4 trim.) Fonte: IBGE. 2. Aposta no consumo como mola propulsora do crescimento Consumo do Governo (% do PIB - acumulado em 4 trim.) 60,2 59,9 62,0 60,1 61,1 62,1 62,5 I III I III I III I III I III I III I III I III 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 18,8 19,0 19,4 19,0 18,6 19,3 20,2 I III I III I III I III I III I III I III I III 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014
  • 10. www.fee.rs.gov.br 0,8 1,2 1,4 1,6 1,6 1,6 mar/07 jun/07 set/07 dez/07 mar/08 jun/08 set/08 dez/08 mar/09 jun/09 set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 set/11 dez/11 mar/12 jun/12 set/12 dez/12 mar/13 jun/13 set/13 dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 Fonte: BCB. Consumidores se fartaram de crédito... Endividamento das famílias (% médio em relação à renda acum. em 12 meses ) Saldo de crédito livre (R$ trilhões a preços constantes)  Queda na atividade  Juros mais elevados  Aumento da inadimplência  Reversão do comportamento dos bancos em relação ao risco 20,6 23,8 27,5 31,9 34,2 38,1 41,4 43,4 45,1 46,0 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2. Aposta no consumo como mola propulsora do crescimento
  • 11. www.fee.rs.gov.br 0,5 10,7 jan.08 fev.15 Fonte: BCB. Participação nas operações de crédito (%) Créditos concedidos pelo Tesouro Nacional para Instituições Financeiras Oficiais (% do PIB) 3. Restrições à expansão do crédito 62,2 66,0 58,6 45,8 37,8 34,0 40,9 54,4 jan/03 ago/03 mar/04 out/04 mai/05 dez/05 jul/06 fev/07 set/07 abr/08 nov/08 jun/09 jan/10 ago/10 mar/11 out/11 mai/12 dez/12 jul/13 fev/14 set/14 Bancos Privados Banco Públicos Funding dos bancos públicos foi feito com recursos do Tesouro Nacional A atual situação das contas públicas se impõe como restrição à expansão do crédito pelo lado da oferta
  • 13. www.fee.rs.gov.br Fonte: BCB. Câmbio Taxa de câmbio nominal versus real (Índice – dez/2006 = 100) Inflação do Brasil retira, em parte, a competitividade dos produtos brasileiros porque representa aumento dos custos Desvalorização nominal não implica, necessariamente, em aumento de competitividade dos produtos brasileiros. 1. 13,6 -28,2 -49,7 -81,2 -90,4 jan/07 abr/07 jul/07 out/07 jan/08 abr/08 jul/08 out/08 jan/09 abr/09 jul/09 out/09 jan/10 abr/10 jul/10 out/10 jan/11 abr/11 jul/11 out/11 jan/12 abr/12 jul/12 out/12 jan/13 abr/13 jul/13 out/13 jan/14 abr/14 jul/14 out/14 jan/15 Saldo em Transações Correntes (R$ bilhões – acum. em 12 meses) 131,0 99,4 70,0 80,0 90,0 100,0 110,0 120,0 130,0 jan/07 jun/07 nov/07 abr/08 set/08 fev/09 jul/09 dez/09 mai/10 out/10 mar/11 ago/11 jan/12 jun/12 nov/12 abr/13 set/13 fev/14 jul/14 dez/14 Câmbio nominal Câmbio real Em fev/15 com relação a ago/11:  Desvalorização nominal: 76%  Desvalorização real: 34%
  • 14. www.fee.rs.gov.br Fonte: FRED. Câmbio Desvalorização nominal não implica, necessariamente, em aumento de competitividade dos produtos brasileiros. 1. É importante lembrar que esse movimento não é exclusivamente devido às condições internas 2.  Os movimentos de pressão para desvalorização podem persistir independentemente das decisões e eficácia de ajuste fiscal  Os efeitos sobre a inflação tendem a ser majorados Dólar frente às principais moedas (Nº índice) 81,2 84,6 85,0 86,6 103,1 jan/11 jun/11 nov/11 abr/12 set/12 fev/13 jul/13 dez/13 mai/14 out/14 mar/15 Entre jul/14 e mar/15, o dólar se valorizou 19%
  • 15. www.fee.rs.gov.br Fonte: BCB. Câmbio Desvalorização nominal não implica, necessariamente, em aumento de competitividade dos produtos brasileiros. 1. É importante lembrar que esse movimento não é exclusivamente devido às condições internas 2. Repasse cambial para a inflação3. Desvalorização cambial de 20% Impacto sobre inflação acumulada em 12 meses<+0,5 p.p. 1,0 p.p. <
  • 16. www.fee.rs.gov.br Fonte: BCB. 4. Deterioração dos fundamentos macroeconômicos Plano Real Superávit Primário Inflação Câmbio Flutuante 4,1 5,7 4,0 5,8 6,7 02/01/2007 13/04/2007 24/07/2007 01/11/2007 15/02/2008 29/05/2008 04/09/2008 11/12/2008 25/03/2009 07/07/2009 15/10/2009 26/01/2010 10/05/2010 17/08/2010 29/11/2010 09/03/2011 17/06/2011 27/09/2011 06/01/2012 18/04/2012 27/07/2012 07/11/2012 20/02/2013 03/06/2013 09/09/2013 17/12/2013 31/03/2014 11/07/2014 17/10/2014 3,0 6,4 4,5 6,0 7,3 6,7 8,1 jan-07 jun-07 nov-07 abr-08 set-08 fev-09 jul-09 dez-09 mai-10 out-10 mar-11 ago-11 jan-12 jun-12 nov-12 abr-13 set-13 fev-14 jul-14 dez-14 4,5 2,5 6,5 Inflação – IPCA (Var. % em 12M) Expectativas para próximos 12 meses (Var. % em 12M) Para 2015, as expectativa é de 8,2%
  • 17. www.fee.rs.gov.br Fonte: BCB. 4. Deterioração dos fundamentos macroeconômicos Plano Real Superávit Primário Inflação Câmbio Flutuante 3,0 6,4 4,5 6,0 7,3 6,7 8,1 jan-07 jun-07 nov-07 abr-08 set-08 fev-09 jul-09 dez-09 mai-10 out-10 mar-11 ago-11 jan-12 jun-12 nov-12 abr-13 set-13 fev-14 jul-14 dez-14 4,5 2,5 6,5 Inflação – IPCA (Var. % em 12M)  Novos reajustes de energia elétrica  Novas elevações das tarifas de ônibus  Efeitos defasados da desvalorização cambial Para 2015, as expectativa é de 8,2% São esperados ainda...
  • 18. www.fee.rs.gov.br Fonte: BCB. *Meta Revisada em função da crise. 4. Deterioração dos fundamentos macroeconômicos Plano Real Superávit Primário Inflação Câmbio Flutuante Resultado primário (% do PIB) 4,8 4,1 4,1 4,8 1,6 3,4 2,4 1,3 -0,6 4,3 3,8 3,3 3,1 3,1 2005 2006 2007 20082009*2010 2011 2012 2013 2014 Meta "cheia" 56,4 55,9 62,6 56,7 63,4 47,3 37,8 42,8 33,1 36,7 dez/06 mai/07 out/07 mar/08 ago/08 jan/09 jun/09 nov/09 abr/10 set/10 fev/11 jul/11 dez/11 mai/12 out/12 mar/13 ago/13 jan/14 jun/14 nov/14 DBGG DLSPDívida Líquida do Setor Público (DLSP) e Dívida Bruta do Governo Geral (DBGG) (% do PIB)
  • 19. www.fee.rs.gov.br 6,5 10,1 0,7 4,1 -1,8 Média 2000-2010 2011 2012 2013 2014 16,1 16,6 17,1 17,7 19,0 Média 2000-2010 2011 2012 2013 2014 Fonte: Receita Federal. STN. Arrecadação das receitas federais (Var. % real) Desonerações fiscais (Em R$ milhões) Despesas primárias do Governo Central (% do PIB) 3.095 44.393 76.258 109.255 113.116 77.168 2011 2012 2013 2014 2015 2016 Desde 2011 foram 205 desonerações fiscais das mais diversas
  • 20. www.fee.rs.gov.br Fonte: Receita Federal. STN. Desonerações fiscais (Em R$ milhões) 3.095 44.393 76.258 109.255 113.116 77.168 2011 2012 2013 2014 2015 2016 Desde 2011 foram 205 desonerações fiscais das mais diversas  Automotivo  Petróleo, Gás e Naval  Bens de capital  TIC e complexo eletroeletrônico  Complexo da saúde  Defesa, automotivo e espacial  Celulose e papel  Energias renováveis  Indústria da mineração  Metalurgia  Higiene pessoal e perfumaria  Indústria química  Construção Civil e + 6... 308 reuniões de conselho em 4 anos 1 reunião a cada 3 dias úteis
  • 21. www.fee.rs.gov.br Fonte: Receita Federal. STN.  Automotivo  Petróleo, Gás e Naval  Bens de capital  TIC e complexo eletroeletrônico  Complexo da saúde  Defesa, automotivo e espacial  Celulose e papel  Energias renováveis  Indústria da mineração  Metalurgia  Higiene pessoal e perfumaria  Indústria química  Construção Civil e + 6... 308 reuniões de conselho em 4 anos 1 reunião a cada 3 dias úteis 100 118,6 93,5 116,6 119,3 108,7 jan/05 ago/05 mar/06 out/06 mai/07 dez/07 jul/08 fev/09 set/09 abr/10 nov/10 jun/11 jan/12 ago/12 mar/13 out/13 mai/14 dez/14 Produção industrial – Brasil (Nº índice – jan/05 = 100)  A política industrial parece não ter surtido efeito...
  • 22. www.fee.rs.gov.br 12,2 5,0 jun/04 jan/05 ago/05 mar/06 out/06 mai/07 dez/07 jul/08 fev/09 set/09 abr/10 nov/10 jun/11 jan/12 ago/12 mar/13 out/13 mai/14 dez/14 Taxa de desemprego (média em 12 meses) Fonte: IBGE.  A única variável que resistiu foi a taxa de desemprego... Taxa de desemprego e População ocupada Demanda versus oferta de mão de obra (Média em 12 meses – nº índice jun/04=100) 100 106,0 111,4 119,2 123,7 123,4 104,1 107,0 111,5 114,5 116,3 jun/04 dez/04 jun/05 dez/05 jun/06 dez/06 jun/07 dez/07 jun/08 dez/08 jun/09 dez/09 jun/10 dez/10 jun/11 dez/11 jun/12 dez/12 jun/13 dez/13 jun/14 dez/14 Demanda Oferta 2,9 -0,2 População ocupada (var. % acum. em 12 meses)
  • 23. www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE.  A única variável que resistiu foi a taxa de desemprego... Geração de emprego (Média em 12 meses – nº índice jun/04=100) Entretanto, a geração de emprego tem sido tão baixa, que até a taxa de desemprego está começando a mudar de tendência. 1.655 2.097 2.270 869 -222 jan/08 jun/08 nov/08 abr/09 set/09 fev/10 jul/10 dez/10 mai/11 out/11 mar/12 ago/12 jan/13 jun/13 nov/13 abr/14 set/14 fev/15 12,2 5,0 jun/04 jan/05 ago/05 mar/06 out/06 mai/07 dez/07 jul/08 fev/09 set/09 abr/10 nov/10 jun/11 jan/12 ago/12 mar/13 out/13 mai/14 dez/14 Taxa de desemprego (média em 12 meses) Taxa de desemprego e População ocupada 2,9 -0,2 População ocupada (var. % acum. em 12 meses)
  • 24. www.fee.rs.gov.br Fonte: FGV. CNI.  O consumidor já passou a sentir os efeitos  E passou a temer o desemprego... O que se pode esperar é que o consumidor evite fazer comprar de bens de valores elevados, e que pare de se endividar. Índice de confiança do consumidor (Nº índice – base fixa = média 2003) 88,5 72,2 69,0 74,8 98,8 mar/09 jul/09 nov/09 mar/10 jul/10 nov/10 mar/11 jul/11 nov/11 mar/12 jul/12 nov/12 mar/13 jul/13 nov/13 mar/14 jul/14 nov/14 mar/15 Medo do desemprego (Nº índice – base fixa = média 2003) +32,1% O consumidor passou o ano de 2014 com expectativas baixas 109 94,7 127,8 82,9 jan/07 ago/07 mar/08 out/08 mai/09 dez/09 jul/10 fev/11 set/11 abr/12 nov/12 jun/13 jan/14 ago/14 mar/15Média do período: 111,9
  • 25. www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE.  Impactos sobre o mercado interno começaram a ser verificados Vendas do comércio varejista (Var. % acum. em 12 meses) 6,2 10,7 6,7 8,6 4,8 1,8 jan/10 mai/10 set/10 jan/11 mai/11 set/11 jan/12 mai/12 set/12 jan/13 mai/13 set/13 jan/14 mai/14 set/14 jan/15
  • 26. www.fee.rs.gov.br Perspectivas para 2015: Um ano de incertezas  Política:  Cenário Impeachment é difícil  Maior problema: os projetos de reforma param e não há ambiente para criar agenda positiva  efeito sobre os investimentos  Economia:  Inflação, juros e câmbio são as variáveis que ainda inspiram cuidados  Impacto dos juros maiores e da majoração das alíquotas sobre o crédito  Deterioração do mercado de trabalho  O ajuste fiscal será suficiente?
  • 27. www.fee.rs.gov.br  Resultados do 1ºT de 2015 estão colocando em cheque o ajuste fiscal 5,7 5,5 7,7 7,9 4,9 4,9 3,4 4,0 5,3 3,6 2,7 2,2 2010 2011 2012 2013 2014 2015 Jan Fev Resultado primário em 2015 (% do PIB – acumulado no ano) Fonte: BCB.  Os resultados de janeiro são sazonalmente melhores  Ainda assim, em 2015 não se viu nos dados a melhora necessária para que a meta do Governo seja alcançada
  • 28. www.fee.rs.gov.br Vale lembrar que é necessário recuperar o déficit de 2014 (0,6% do PIB), o que exige um esforço de 1,8% do PIB  O ajuste fiscal Comprometimento do Governo com o superávit primário: R$ 66 bilhões – 1,2% do PIB Como será possível? Despesas Receitas Total: R$ 53 bilhões Fonte: Ministério da Fazenda. Ministério do Planejamento. Medida Impacto (R$ bi) Alterações no Seguro Desemprego 9,0 Alterações no Abono Salarial 5,4 Reversão da desoneração sobre folha de pagamentos 5,4 Pensões por morte 2,0 Total 21,8 Medida Impacto (R$ bi) PIS/Cofins e CIDE sobre combustíveis 12,2 Aumento de IOF sobre PF 7,4 IPI Bebidas 6,0 Pis/Cofins sobre receitas financeiras 2,7 Mudança no Reintegra 1,8 Pis/Cofins sobre importação 0,7 IPI Cosméticos 0,4 Total 31,2
  • 29. www.fee.rs.gov.br Despesas Medida Impacto (R$ bi) Alterações no Seguro Desemprego 9,0 Alterações no Abono Salarial 5,4 Reversão da desoneração sobre folha de pagamentos 5,4 Pensões por morte 2,0 Total 21,8  O ajuste fiscal Como será possível? Fonte: Ministério da Fazenda. Ministério do Planejamento. Até o momento mais de 600 emendas já foram apresentadas, aumentando as chances da MP ou não ser aprovada ou ser aprovada com muitas modificações. E isso reduz o potencial de contribuição no ajuste fiscal Comprometimento do Governo com o superávit primário: R$ 66 bilhões – 1,2% do PIB
  • 30. www.fee.rs.gov.br Despesas Medida Impacto (R$ bi) Alterações no Seguro Desemprego 9,0 Alterações no Abono Salarial 5,4 Reversão da desoneração sobre folha de pagamentos 5,4 Pensões por morte 2,0 Total 21,8 Comprometimento do Governo com o superávit primário: R$ 66 bilhões – 1,2% do PIB  O ajuste fiscal Como será possível? Fonte: Ministério da Fazenda. Ministério do Planejamento.  É de 1 salário mínimo e pago a trabalhadores que recebem até 2 mínimos e estiveram empregados por pelo menos 30 dias  Corrige uma distorção importante, pois recebe esse abono quem trabalhou 30 dias ou 360  Agora tem carência mínima de 6 meses  Mas, tem impacto limitado no orçamento
  • 31. www.fee.rs.gov.br Despesas Medida Impacto (R$ bi) Alterações no Seguro Desemprego 9,0 Alterações no Abono Salarial 5,4 Reversão da desoneração sobre folha de pagamentos 5,4 Pensões por morte 2,0 Total 21,8 Comprometimento do Governo com o superávit primário: R$ 66 bilhões – 1,2% do PIB  O ajuste fiscal Como será possível? Fonte: Ministério da Fazenda. Ministério do Planejamento. Tem mesma implicação política do Seguro Desemprego, ou seja, precisa ser aprovado pelo Congresso para realmente virar lei
  • 32. www.fee.rs.gov.br  O ajuste fiscal Como será possível? Fonte: SIAFI.  Sobra sempre para os investimentos: 22,3 15,6 1T2014 1T2015  Queda real de 30% Investimentos do Governo Central (R$ bilhões, a preços de mar/15) Comprometimento do Governo com o superávit primário: R$ 66 bilhões – 1,2% do PIB
  • 33. www.fee.rs.gov.br Perspectivas para 2015: Um ano de incertezas  Política:  Cenário Impeachment é difícil.  Maior problema: os projetos de reforma param e não há ambiente para criar agenda positiva  Economia:  Inflação, juros e câmbio são as variáveis que ainda inspiram cuidados  Impacto dos juros maiores e da majoração das alíquotas sobre o crédito  Deterioração do mercado de trabalho  O ajuste fiscal é crível?  Cenário internacional  Aumento dos juros nos EUA e instabilidade na Europa (Grécia) Impacta o câmbio e expectativas Realimenta a inflação DESEQUILÍBRIOS MACROECONÔMICOS
  • 34. www.fee.rs.gov.br -1,0 1,1 2015 2016 Expectativas FOCUS – PIB BR (Variação % real) Fonte: BCB. Em 2015: 1,6% -2,8% -0,2% A indústria deve persistir com dificuldades e os serviços passarão a contribuir negativamente Indústria: Serviços: Agropecuária: Perspectivas para 2015 e 2016:
  • 35. www.fee.rs.gov.br -1,0 1,1 2015 2016 Expectativas FOCUS – PIB BR (Variação % real) Fonte: BCB.  Espera-se que no ano que vem já se possa vislumbrar uma retomada (tímida) do crescimento  O crescimento dependerá de quão profunda será a queda de 2015  Entretanto, o baixo crescimento não é suficiente para melhorar as condições em termos de PIB per capita Perspectivas para 2015 e 2016:
  • 36. www.fee.rs.gov.br -1,0 1,1 2015 2016 Expectativas FOCUS – PIB BR (Variação % real) Fonte: BCB. Expectativa FMI – PIB 2015 2016 Desenvolvidos 2,4% 2,4% EUA 3,6% 3,3% Europa 1,2% 1,4% Emergentes 4,3% 4,7% China 6,8% 6,3% Am. Latina 1,3% 2,3% Mundo 3,5% 3,7% Perspectivas para 2015 e 2016:
  • 37. www.fee.rs.gov.br Fundação de Economia e Estatística Siegfried Emanuel Heuser Diretoria Presidente: Igor Alexandre Clemente de Morais Diretor Técnico: Martinho Roberto Lazzari Diretora Administrativa: Nóra Angela Gundlach Kraemer Rua Duque de Caxias, 1691 Centro Histórico, Porto Alegre CEP: 90010-283 (51) 3216.9000 Vanessa Neumann Sulzbach Economista Assessoria Econômica Bruno Breyer Caldas Guilherme Stein Mariana Bartels Rodrigo de Sá Vanessa Neumann Sulzbach

Notas do Editor

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