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XXª
Recife, 15 de dezembro de 2015
Conjuntura e
perspectivas: 2016
XXª
Recife, 15 de dezembro de 2015
Conjuntura e
perspectivas: 2016
Temas que serão discutidos na XX Análise Ceplan:
1. A economia em 2015:
 Brasil;
 Nordeste, com ênfase em Pernambuco;
2. Síntese e Perspectivas.
1. A economia em 2015:
Ambiente Brasileiro
A gênesis da crise: 2011-2015
 Esgotamento do crescimento do consumo das famílias;
 Intervenções setoriais seletivas: desonerações da folha conduziram à renúncia de receita
 Queda do preço das commodities: minério de ferro, soja, etc.;
 Tibieza do Banco Central em 2011;
 Descontrole fiscal: as “pedaladas, o uso dos bancos públicos e a crise da Previdência Social;
 Medidas de controle do câmbio e de preços administrados: energia elétrica, transporte urbano e
combustíveis;
 Operação lava jato travou as maiores empresas do país, afetando os investimentos, e prendeu lideranças
empresariais, travando decisões;
 Esvaziamento político da Presidência em governo de coalizão onde o Executivo é o principal protagonista;
 Conflitos com o Congresso e disputas entre o Senado e a Câmara;
 Fragmentação da base aliada ao Governo: divisões no PT e no PMDB.
Brasil: Taxa de crescimento do PIB trimestral com respeito ao mesmo período do
ano anterior - (%) - I trimestre de 2010 ao III trimestre de 2015
A variação do PIB na comparação trimestral interanual entrou na zona negativa,
transitando da fase de desaceleração para a de retração da atividade. Estamos
mergulhando em uma profunda recessão sem paralelo desde os anos 30.
A economia em 2015: trajetória de queda
9,2
8,5
6,9
5,7
5,1
4,6
3,5
2,5
1,7
1,0
2,5 2,5
2,8
4,1
2,8
2,4
3,2
-0,8 -1,1
-0,7
-2,0
-3,0
-4,5
-6,0
-4,0
-2,0
0,0
2,0
4,0
6,0
8,0
10,0
2010.I 2010.II 2010.III2010.IV 2011.I 2011.II 2011.III2011.IV 2012.I 2012.II 2012.III2012.IV 2013.I 2013.II 2013.III2013.IV 2014.I 2014.II 2014.III2014.IV 2015.I 2015.II 2015.III
Fonte: Contas Nacionais Trimestrais - IBGE. Elaboração CEPLAN.
Nota: (1) Refere-se ao crescimento com respeito ao mesmo período do ano anterior.
Brasil: Taxa de crescimento do PIB com respeito ao mesmo período do ano anterior
- (%) – Janeiro-Setembro de 2010-2015
Pelo lado da demanda o consumo das famílias desacelera acentuadamente enquanto a variação
do investimento torna-se novamente negativa, conduzindo os investimentos como proporção do
PIB para 18,1%. Pelo lado da oferta, crescimento da agropecuária e retração na indústria e nos
serviços.
A economia em 2015: consumo deixa de ser o
motor e investimento torna-se errático
Setor de atividade 2010 2011 2012 2013 2014 2015
Agropecuária 7,5 4,5 -2,4 9,4 2,1 2,1
Indústria 12,0 4,9 -0,5 1,9 -0,5 -5,6
Serviços 6,0 3,8 2,6 3,0 0,6 -2,1
PIB a preços de mercado 8,2 4,4 1,7 3,2 0,4 -3,2
Consumo das famílias 6,0 5,6 3,0 3,9 1,2 -3,0
Consumo da administração pública 4,3 2,6 2,1 1,2 1,7 -0,4
Formação bruta de capital fixo 21,8 7,2 0,8 6,3 -3,7 -12,7
Exportação de bens e serviços 11,1 5,1 -0,6 1,8 2,5 4,0
Importação de bens e serviços (-) 37,4 10,4 0,4 8,6 0,1 -12,4
Fonte: Contas Nacionais Trimestrais - IBGE. Elaboração CEPLAN.
Nota: (1) Refere-se ao crescimento com respeito ao mesmo período do ano anterior
A economia em 2015: a inflação ameaça mas
não está fora de controle
Brasil: IPCA Acumulado nos últimos 12 meses - (%) - jan/10 a nov/15
Inflação agora acima dos 10% em 12 meses, evidenciando resistência à queda. Em
2015, politica monetária é restritiva e a politica fiscal não conseguiu impor a sua
agenda pelas dificuldades politicas com o Congresso.
A economia em 2015: a crise fiscal
Brasil: Resultados fiscais consolidados do setor público - Jan-Out/13 - Jan-Out/15
A má condução da política fiscal é evidente pela evolução do déficit nominal e
primário. Juros como proporção do PIB elevam-se substancialmente, conduzindo a
aumentos na relação Dívida/PIB.
Fluxo
(R$ milhões) %PIB
Fluxo
(R$ milhões) %PIB
Fluxo
(R$ milhões) %PIB
Resultado Nominal 143.769,50 3,38 242.208,26 5,31 446.156,26 9,28
Juros nominais 194.922,92 4,59 230.650,81 5,06 426.203,08 8,86
Resultado Primário -51.153,42 -1,20 11.557,45 0,25 19.953,18 0,41
PIB acumulado no ano 4.251.043,61 - 4.560.729,93 - 4.808.159,24 -
Fonte: BCB. Elaboração Ceplan
Nota: Inclui Governo Central, Governos regionais e Empresas estatais.
Discriminação
Jan-Out/2013 Jan-Out/2014 Jan-Out/2015
A economia em 2015: real se desvaloriza para o
bem e para o mal
Brasil: Índice da taxa de câmbio real – (%) – set/10 a out/15
Dólar se valoriza nos mercados mundiais. Pode se valorizar ainda mais com a possível
elevação dos juros nos EUA. Real apresenta desvalorização também devido ao elevado
déficit externo e ao ambiente de insegurança econômica e política internas.
Brasil: Saldo da Balança Comercial – US$ (bilhões) – 2002-2015¹
Em 2014 déficit. Efeito positivo esperado na balança comercial de 2015 devido a
desvalorização do real.
Conjuntura Econômica 2015
A economia em 2015: Ambiente Brasileiro
Brasil: Saldo da Balança de Transações Correntes (BTC) - US$ (bilhões) - 2000-2015¹
Acentuado déficit nas transações com o exterior (4,4% do PIB) refletindo poupança
externa para compensar a poupança doméstica que se situa em 15,0% e abaixo da
taxa de investimento (18,1%).
-24,2
-23,2
-7,6
4,2
11,7 14,0
13,6
1,6
-28,2
-24,3
-47,3
-52,5
-54,2
-81,1
-103,6
-65,0
-120,0
-100,0
-80,0
-60,0
-40,0
-20,0
0,0
20,0
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015¹
BTC
Fonte: Relatório de Inflação/BCB. Elaboração CEPLAN.
Nota: ¹Projeções do Relatório de Inflação de setembro de 2015 do BCB
A economia em 2015: Ambiente Brasileiro
Brasil: Investimentos diretos no país (líquido) – US$ (milhões) – 2010 -2015¹
Queda no IDP líquido, mas valor é ainda suficiente para cobrir o déficit de transações
correntes em 2015. A despeito das dificuldades o país continua atraindo substanciais
montantes de capitais produtivos para a sua economia. Crise está drenando capitais
especulativos e pode inibir o ingresso de novos investimentos produtivos.
88.452,10
101.157,80
86.606,50
69.181,40
96.894,70
65.000,00
0,00
20.000,00
40.000,00
60.000,00
80.000,00
100.000,00
120.000,00
2010 2011 2012 2013 2014 2015¹
IDP
Fonte: Depec/BCB. Elaboração CEPLAN. Nota: ¹Projeções do Relatório de Inflação de setembro de 2015 do BCB
1. A economia em 2015:
Nordeste, com ênfase em Pernambuco
Brasil e Pernambuco: Taxa de crescimento do PIB com respeito ao mesmo período do ano
anterior – (%) – 1° semestre de 2015
No primeiro semestre andamos para trás, só que um pouco menos do que a economia
brasileira. Destaquem-se impactos na construção civil e no comércio.
Conjuntura Econômica 2015: Pernambuco
Setor de Atividade Brasil Pernambuco
Agropecuária 3,0 7,6
Indústria -4,1 -2,9
Transformação -7,6 -0,7
Construção Civil -5,5 -12,7
Produção e Distribuição de Eletricidade, Gás e Água -8,5 4,4
Serviços -1,3 -1,0
Comércio -6,6 -5,8
Transporte, Armazenagem e Correio -4,8 -0,8
Interm. Financ, Seguros, Prev. Complem. E serv
Relacionados
0,0
Atividades Imobiliárias e Aluguel 2,8
Administração, Saúde e Educação Públicas -0,4 1,4
Outros Serviços -1,2 -0,4
PIB a Preços de Mercado -2,1 -1,1
Fonte:CONDEPE/FIDEM-PE. Elaboração CEPLAN.
Nota: Refere-se ao crescimento com respeito ao mesmo período do ano anterior.
-1,4
Brasil, Bahia, Ceará e Pernambuco: Taxa de crescimento do PIB – (%)
– 3°Tri/2014 - 2°tri/2015
A economia em 2015:
Nordeste, PIB
Área
Geográfica
3° tri 2014 4° tri 2014 1° tri 2015 2° tri 2015
Brasil -0,6 -0,2 -1,6 -2,6
Bahia 0,6 1,3 -1,0 -1,9
Pernambuco 2,5 2,3 0,6 -3,5
Ceará 5,6 2,7 1,1 -5,3
Fonte: IBGE, IPCE-CE, SEI-BA, CONDEPE/FIDEM-PE. Elaboração CEPLAN.
Nota: Refere-se ao crescimento com respeito ao mesmo período do ano anterior.
Forte desaceleração do PIB dos principais estados do NE no segundo trimestre 2015.
Brasil e Estados do Nordeste: Taxa de crescimento da Produção Física Industrial –
(%) – Acumulado do ano Jan-Out 2010 - Jan-Out 2015
O impacto na indústria é significativo, especialmente na Bahia e no Ceará.
A economia em 2015:
Nordeste, produção industrial
Setor de
atividade
Acumulada
Jan-Out 2010
Acumulada
Jan-Out 2011
Acumulada
Jan-Out 2012
Acumulada
Jan-Out 2013
Acumulada
Jan-Out 2014
Acumulada
Jan-Out 2015
Brasil 11,5 0,8 -2,5 2,6 -2,8 -7,8
Nordeste 11,5 -4,8 0,3 4,4 0,3 -4,5
Ceará 11,1 -14,1 -1,2 10,9 -2,8 -9,4
Pernambuco 11,2 -1,6 2,8 -1,5 1,7 -3,4
Bahia 11,4 -4,7 1,9 8,3 -2,9 -6,4
Fonte: Pesquisa Industrial Mensal - IBGE. Elaboração CEPLAN.
Nota: (1) Refere-se ao crescimento com respeito ao mesmo período do ano anterior
Brasil e Estados do Nordeste: Crescimento médio mensal do comércio varejista
ampliado – (%) – Acumulado do ano em setembro de 2015
Clara deterioração do varejo ampliado liderado por veículos e material de construção
quando comparado com o mesmo período do ano anterior.
A economia em 2015:
Nordeste, vendas no varejo
-3,6
-4,3
-5,9
-6,8
-7,7
-8,1 -8,4
-8,9
-12,9
-7,4
-14,0
-12,0
-10,0
-8,0
-6,0
-4,0
-2,0
0,0
Rio G. do
Norte
Sergipe Ceará Piaui Bahia Maranhão Pernambuco Alagoas Paraíba
Estados do NE Brasil
Fonte: PMC/IBGE. Elaboração CEPLAN.
Notas:(1) Inclui as atividades de Veículos e de Material de construção, além daquelas que compoem o varejo (2) Base no ano: Igual período do ano anterior = 100
Desemprego em Pernambuco e no Nordeste situa-se acima da média nacional.
Variações para cima na comparação interanual de base trimestral foram superiores a 2
pontos percentuais.
Brasil, Nordeste e Pernambuco: Taxa de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais
de idade, na semana de referência– (%) – 3°trimestre de 2014 e 3°trimestre de 2015
A economia em 2015:
Nordeste, desemprego aberto
Brasil, Nordeste e Estados: Rendimento médio real do trabalho principal, habitualmente recebido
por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com
rendimento de trabalho – Em R$ - Média de Jul/Set 2014 e Média de Jul/Set 2015
Pernambuco e Sergipe apresentam queda acentuada dos rendimentos e se
diferenciam do restante do quadro regional.
A economia em 2015:
Nordeste, rendimentos do trabalho principal
Área Geográfica
Média de
Jul/Set 2014
(Em reais)
Média de
Jul/Set 2015
(Em reais)
Variação
(%)
Maranhão 896,00 953,00 6,4
Rio Grande do Norte 1.295,00 1.350,00 4,2
Alagoas 1.201,00 1.239,00 3,2
Paraíba 1.217,00 1.241,00 2,0
Bahia 1.244,00 1.247,00 0,2
Brasil 1.837,00 1.834,00 -0,2
Piauí 1.105,00 1.097,00 -0,7
Nordeste 1.247,00 1.232,00 -1,2
Ceará 1.190,00 1.175,00 -1,3
Sergipe 1.483,00 1.357,00 -8,5
Pernambuco 1.552,00 1.417,00 -8,7
Fonte: PNAD Contínua trimestral - IBGE. Elaboração CEPLAN.
Nota:
(1) Valores a preços de Agosto de 2015.
(2) O rendimento efetivo se refere ao valor recebido no mês anterior ao da coleta.
Crescimento do emprego formal é discreto em 2 dos 9 estados. Nos demais é
negativo, especialmente em Pernambuco por causa da desmobilização em Suape.
Brasil, Nordeste e Estados: Estoque de empregos formais¹ – estoque
em out/14 e out/15
A economia em 2015:
Nordeste, evolução do emprego formal
Área Geográfica
Estoque de emprego
em outubro de 2014
Estoque de emprego
em outubro de 2015
Taxa de
Crescimento (%)
Alagoas 501.943 507.209 1,0
Piauí 457.214 459.013 0,4
Maranhão 733.091 732.956 0,0
Sergipe 414.792 413.717 -0,3
Ceará 1.541.135 1.533.505 -0,5
Paraíba 674.950 668.428 -1,0
Rio Grande do Norte 630.055 623.839 -1,0
Nordeste 9.073.281 8.958.547 -1,3
Bahia 2.356.917 2.322.336 -1,5
Brasil 49.918.760 48.752.592 -2,3
Pernambuco 1.763.184 1.697.544 -3,7
Fonte: CAGED/RAIS - MTE. Elaboração Ceplan
¹Série ajustada incorpora as informações declaradas fora do prazo de janeiro a setembro de 2014 e 2015.
Nordeste responde por 21,3% da queima de postos de trabalho do país. Pernambuco
sozinho participa com 40,7% no Nordeste e com quase 9% no país.
Brasil, Nordeste e Estados: Saldo da criação de emprego formal¹ –
acumulado Jan-Out/15
A economia em 2015:
Nordeste, geração líquida de empregos
Área Geográfica
Saldo de emprego
acumulado de jan-out
de 2015
Maranhão -5.870
Piauí 1.283
Ceará -18.942
Rio Grande do Norte -8.301
Paraíba -10.752
Pernambuco -70.999
Alagoas -7.182
Sergipe -3.306
Bahia -50.247
Nordeste -174.316
Brasil -818.918
Fonte: CAGED- MTE. Elaboração Ceplan
¹Série ajustada incorpora as informações declaradas
fora do prazo de janeiro a setembro de 2015.
Só a agropecuária gera alguns poucos empregos. Os outros setores regridem,
especialmente a construção civil.
Pernambuco: Estoque de empregos formais por setor¹ – estoque em
out/14 e out/15
A economia em 2015:
Nordeste, com ênfase em Pernambuco
Setor de Atividade
Estoque de emprego
em Out/14
Estoque de emprego
em Out/15
Taxa de
Crescimento (%)
Agropecuária, extração
vegetal, caça e pesca
50.213 53.105 5,8
Comércio 314.784 311.427 -1,1
Serviços 600.992 590.012 -1,8
Administração Pública 407.416 399.832 -1,9
Indústria de
transformação
235.975 229.745 -2,6
Servicos industriais de
utilidade pública
19.966 19.324 -3,2
Total 1.763.184 1.697.544 -3,7
Extrativa mineral 2.854 2.424 -15,1
Construção Civil 130.984 91.675 -30,0
Fonte: CAGED/RAIS - MTE. Elaboração Ceplan
¹Série ajustada incorpora as informações declaradas fora do prazo de janeiro a setembro de 2014 e 2015.
2. Síntese e Perspectivas
LOGO 2
Síntese e Perspectivas
 Indicadores macroeconômicos indicam aprofundamento da recessão nos meses
finais de 2015, mas em 2016 inflação será menor bem como os juros, PIB pode cair
menos, preços das commodities deverão começar a se recuperar e câmbio se
desvalorizar ainda mais;
 Ameaças de curto prazo: perda do grau de investimento pelas outras duas
agencias de rating e elevação da taxa de juros nos EUA nesta semana;
 Região Nordeste sente com mais intensidade a retração no nível de atividade,
mas construiu a base para se recuperar rapidamente uma vez que se reestabeleça o
equilíbrio macroeconômico;
 As perspectivas para os próximos meses não são de melhora do quadro
econômico, segundo pesquisas que medem confiança de empresários e dos
consumidores, mas essa desconfiança pode mudar com o desfecho da crise política
e com a recuperação da governabilidade.
LOGO 2
Perspectivas
Índice - Sondagem
(Novembro)
Var. % Mensal
(base: mês
imediatamente
anterior)
Var. %
Interanual
(base: mesmo
mês no ano
anterior)
Confiança - Comércio/FGV +7,5% -23,1%
Confiança - Serviços/FGV -1,8% -21,5%
Confiança - Indústria/FGV -1,8% -14,3%
Confiança - Construção/FGV +2,4% -20,2%
Confiança - Consumidor/FGV +1,3% -19,5%
Confiança - Empresário/CNC -3,4% -27,8%
Intenção - Consumo/CNC -2,5% -36,6%
Na comparação mensal interanual, índices de confiança (atual e expectativa) caem
substancialmente; em comparação ao mês anterior algumas melhoras.
Qual é o caminho da recuperação da economia? (na suposição de que a questão
política tenha um desfecho até o final do primeiro semestre de 2016)
A. Agenda Política
 Restaurar a credibilidade da Presidência;
 Dialogar e negociar com o Congresso Nacional;
 Restabelecer a unidade da base de apoio ao governo;
B. Agenda Macroeconômica
 Realizar um ajuste fiscal crível e viável, gerando a poupança para pagar os juros
da dívida;
 Estabilizar a relação Dívida/PIB;
 Baixar os juros; juros mais altos pioram a recessão;
 Eliminar a indexação ainda existente.
Perspectivas 2016
Perspectivas 2016
C. Agenda do Desenvolvimento Econômico
 Retomar os investimentos em parceria com o setor privado, através de PPs e
Concessões em rodovias, portos, aeroportos, etc.;
 Aumentar a produtividade da economia; melhorar a educação e a qualidade da
infraestrutura;
 Apoiar a indústria para que retome seu crescimento e importância na
economia; aumento da produtividade e inovação em produtos e processos;
D. Agenda de Reformas
 Realizar as reformas fiscal, da previdência, tributária e trabalhista.
Coordenação Geral: Jorge Jatobá
Responsável Técnica: Laís Veloso
Equipe
Obrigado!

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Análise da ceplan em dezembro de 2015

  • 1. XXª Recife, 15 de dezembro de 2015 Conjuntura e perspectivas: 2016
  • 2. XXª Recife, 15 de dezembro de 2015 Conjuntura e perspectivas: 2016
  • 3. Temas que serão discutidos na XX Análise Ceplan: 1. A economia em 2015:  Brasil;  Nordeste, com ênfase em Pernambuco; 2. Síntese e Perspectivas.
  • 4. 1. A economia em 2015: Ambiente Brasileiro
  • 5. A gênesis da crise: 2011-2015  Esgotamento do crescimento do consumo das famílias;  Intervenções setoriais seletivas: desonerações da folha conduziram à renúncia de receita  Queda do preço das commodities: minério de ferro, soja, etc.;  Tibieza do Banco Central em 2011;  Descontrole fiscal: as “pedaladas, o uso dos bancos públicos e a crise da Previdência Social;  Medidas de controle do câmbio e de preços administrados: energia elétrica, transporte urbano e combustíveis;  Operação lava jato travou as maiores empresas do país, afetando os investimentos, e prendeu lideranças empresariais, travando decisões;  Esvaziamento político da Presidência em governo de coalizão onde o Executivo é o principal protagonista;  Conflitos com o Congresso e disputas entre o Senado e a Câmara;  Fragmentação da base aliada ao Governo: divisões no PT e no PMDB.
  • 6. Brasil: Taxa de crescimento do PIB trimestral com respeito ao mesmo período do ano anterior - (%) - I trimestre de 2010 ao III trimestre de 2015 A variação do PIB na comparação trimestral interanual entrou na zona negativa, transitando da fase de desaceleração para a de retração da atividade. Estamos mergulhando em uma profunda recessão sem paralelo desde os anos 30. A economia em 2015: trajetória de queda 9,2 8,5 6,9 5,7 5,1 4,6 3,5 2,5 1,7 1,0 2,5 2,5 2,8 4,1 2,8 2,4 3,2 -0,8 -1,1 -0,7 -2,0 -3,0 -4,5 -6,0 -4,0 -2,0 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 10,0 2010.I 2010.II 2010.III2010.IV 2011.I 2011.II 2011.III2011.IV 2012.I 2012.II 2012.III2012.IV 2013.I 2013.II 2013.III2013.IV 2014.I 2014.II 2014.III2014.IV 2015.I 2015.II 2015.III Fonte: Contas Nacionais Trimestrais - IBGE. Elaboração CEPLAN. Nota: (1) Refere-se ao crescimento com respeito ao mesmo período do ano anterior.
  • 7. Brasil: Taxa de crescimento do PIB com respeito ao mesmo período do ano anterior - (%) – Janeiro-Setembro de 2010-2015 Pelo lado da demanda o consumo das famílias desacelera acentuadamente enquanto a variação do investimento torna-se novamente negativa, conduzindo os investimentos como proporção do PIB para 18,1%. Pelo lado da oferta, crescimento da agropecuária e retração na indústria e nos serviços. A economia em 2015: consumo deixa de ser o motor e investimento torna-se errático Setor de atividade 2010 2011 2012 2013 2014 2015 Agropecuária 7,5 4,5 -2,4 9,4 2,1 2,1 Indústria 12,0 4,9 -0,5 1,9 -0,5 -5,6 Serviços 6,0 3,8 2,6 3,0 0,6 -2,1 PIB a preços de mercado 8,2 4,4 1,7 3,2 0,4 -3,2 Consumo das famílias 6,0 5,6 3,0 3,9 1,2 -3,0 Consumo da administração pública 4,3 2,6 2,1 1,2 1,7 -0,4 Formação bruta de capital fixo 21,8 7,2 0,8 6,3 -3,7 -12,7 Exportação de bens e serviços 11,1 5,1 -0,6 1,8 2,5 4,0 Importação de bens e serviços (-) 37,4 10,4 0,4 8,6 0,1 -12,4 Fonte: Contas Nacionais Trimestrais - IBGE. Elaboração CEPLAN. Nota: (1) Refere-se ao crescimento com respeito ao mesmo período do ano anterior
  • 8. A economia em 2015: a inflação ameaça mas não está fora de controle Brasil: IPCA Acumulado nos últimos 12 meses - (%) - jan/10 a nov/15 Inflação agora acima dos 10% em 12 meses, evidenciando resistência à queda. Em 2015, politica monetária é restritiva e a politica fiscal não conseguiu impor a sua agenda pelas dificuldades politicas com o Congresso.
  • 9. A economia em 2015: a crise fiscal Brasil: Resultados fiscais consolidados do setor público - Jan-Out/13 - Jan-Out/15 A má condução da política fiscal é evidente pela evolução do déficit nominal e primário. Juros como proporção do PIB elevam-se substancialmente, conduzindo a aumentos na relação Dívida/PIB. Fluxo (R$ milhões) %PIB Fluxo (R$ milhões) %PIB Fluxo (R$ milhões) %PIB Resultado Nominal 143.769,50 3,38 242.208,26 5,31 446.156,26 9,28 Juros nominais 194.922,92 4,59 230.650,81 5,06 426.203,08 8,86 Resultado Primário -51.153,42 -1,20 11.557,45 0,25 19.953,18 0,41 PIB acumulado no ano 4.251.043,61 - 4.560.729,93 - 4.808.159,24 - Fonte: BCB. Elaboração Ceplan Nota: Inclui Governo Central, Governos regionais e Empresas estatais. Discriminação Jan-Out/2013 Jan-Out/2014 Jan-Out/2015
  • 10. A economia em 2015: real se desvaloriza para o bem e para o mal Brasil: Índice da taxa de câmbio real – (%) – set/10 a out/15 Dólar se valoriza nos mercados mundiais. Pode se valorizar ainda mais com a possível elevação dos juros nos EUA. Real apresenta desvalorização também devido ao elevado déficit externo e ao ambiente de insegurança econômica e política internas.
  • 11. Brasil: Saldo da Balança Comercial – US$ (bilhões) – 2002-2015¹ Em 2014 déficit. Efeito positivo esperado na balança comercial de 2015 devido a desvalorização do real. Conjuntura Econômica 2015
  • 12. A economia em 2015: Ambiente Brasileiro Brasil: Saldo da Balança de Transações Correntes (BTC) - US$ (bilhões) - 2000-2015¹ Acentuado déficit nas transações com o exterior (4,4% do PIB) refletindo poupança externa para compensar a poupança doméstica que se situa em 15,0% e abaixo da taxa de investimento (18,1%). -24,2 -23,2 -7,6 4,2 11,7 14,0 13,6 1,6 -28,2 -24,3 -47,3 -52,5 -54,2 -81,1 -103,6 -65,0 -120,0 -100,0 -80,0 -60,0 -40,0 -20,0 0,0 20,0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015¹ BTC Fonte: Relatório de Inflação/BCB. Elaboração CEPLAN. Nota: ¹Projeções do Relatório de Inflação de setembro de 2015 do BCB
  • 13. A economia em 2015: Ambiente Brasileiro Brasil: Investimentos diretos no país (líquido) – US$ (milhões) – 2010 -2015¹ Queda no IDP líquido, mas valor é ainda suficiente para cobrir o déficit de transações correntes em 2015. A despeito das dificuldades o país continua atraindo substanciais montantes de capitais produtivos para a sua economia. Crise está drenando capitais especulativos e pode inibir o ingresso de novos investimentos produtivos. 88.452,10 101.157,80 86.606,50 69.181,40 96.894,70 65.000,00 0,00 20.000,00 40.000,00 60.000,00 80.000,00 100.000,00 120.000,00 2010 2011 2012 2013 2014 2015¹ IDP Fonte: Depec/BCB. Elaboração CEPLAN. Nota: ¹Projeções do Relatório de Inflação de setembro de 2015 do BCB
  • 14. 1. A economia em 2015: Nordeste, com ênfase em Pernambuco
  • 15. Brasil e Pernambuco: Taxa de crescimento do PIB com respeito ao mesmo período do ano anterior – (%) – 1° semestre de 2015 No primeiro semestre andamos para trás, só que um pouco menos do que a economia brasileira. Destaquem-se impactos na construção civil e no comércio. Conjuntura Econômica 2015: Pernambuco Setor de Atividade Brasil Pernambuco Agropecuária 3,0 7,6 Indústria -4,1 -2,9 Transformação -7,6 -0,7 Construção Civil -5,5 -12,7 Produção e Distribuição de Eletricidade, Gás e Água -8,5 4,4 Serviços -1,3 -1,0 Comércio -6,6 -5,8 Transporte, Armazenagem e Correio -4,8 -0,8 Interm. Financ, Seguros, Prev. Complem. E serv Relacionados 0,0 Atividades Imobiliárias e Aluguel 2,8 Administração, Saúde e Educação Públicas -0,4 1,4 Outros Serviços -1,2 -0,4 PIB a Preços de Mercado -2,1 -1,1 Fonte:CONDEPE/FIDEM-PE. Elaboração CEPLAN. Nota: Refere-se ao crescimento com respeito ao mesmo período do ano anterior. -1,4
  • 16. Brasil, Bahia, Ceará e Pernambuco: Taxa de crescimento do PIB – (%) – 3°Tri/2014 - 2°tri/2015 A economia em 2015: Nordeste, PIB Área Geográfica 3° tri 2014 4° tri 2014 1° tri 2015 2° tri 2015 Brasil -0,6 -0,2 -1,6 -2,6 Bahia 0,6 1,3 -1,0 -1,9 Pernambuco 2,5 2,3 0,6 -3,5 Ceará 5,6 2,7 1,1 -5,3 Fonte: IBGE, IPCE-CE, SEI-BA, CONDEPE/FIDEM-PE. Elaboração CEPLAN. Nota: Refere-se ao crescimento com respeito ao mesmo período do ano anterior. Forte desaceleração do PIB dos principais estados do NE no segundo trimestre 2015.
  • 17. Brasil e Estados do Nordeste: Taxa de crescimento da Produção Física Industrial – (%) – Acumulado do ano Jan-Out 2010 - Jan-Out 2015 O impacto na indústria é significativo, especialmente na Bahia e no Ceará. A economia em 2015: Nordeste, produção industrial Setor de atividade Acumulada Jan-Out 2010 Acumulada Jan-Out 2011 Acumulada Jan-Out 2012 Acumulada Jan-Out 2013 Acumulada Jan-Out 2014 Acumulada Jan-Out 2015 Brasil 11,5 0,8 -2,5 2,6 -2,8 -7,8 Nordeste 11,5 -4,8 0,3 4,4 0,3 -4,5 Ceará 11,1 -14,1 -1,2 10,9 -2,8 -9,4 Pernambuco 11,2 -1,6 2,8 -1,5 1,7 -3,4 Bahia 11,4 -4,7 1,9 8,3 -2,9 -6,4 Fonte: Pesquisa Industrial Mensal - IBGE. Elaboração CEPLAN. Nota: (1) Refere-se ao crescimento com respeito ao mesmo período do ano anterior
  • 18. Brasil e Estados do Nordeste: Crescimento médio mensal do comércio varejista ampliado – (%) – Acumulado do ano em setembro de 2015 Clara deterioração do varejo ampliado liderado por veículos e material de construção quando comparado com o mesmo período do ano anterior. A economia em 2015: Nordeste, vendas no varejo -3,6 -4,3 -5,9 -6,8 -7,7 -8,1 -8,4 -8,9 -12,9 -7,4 -14,0 -12,0 -10,0 -8,0 -6,0 -4,0 -2,0 0,0 Rio G. do Norte Sergipe Ceará Piaui Bahia Maranhão Pernambuco Alagoas Paraíba Estados do NE Brasil Fonte: PMC/IBGE. Elaboração CEPLAN. Notas:(1) Inclui as atividades de Veículos e de Material de construção, além daquelas que compoem o varejo (2) Base no ano: Igual período do ano anterior = 100
  • 19. Desemprego em Pernambuco e no Nordeste situa-se acima da média nacional. Variações para cima na comparação interanual de base trimestral foram superiores a 2 pontos percentuais. Brasil, Nordeste e Pernambuco: Taxa de desocupação das pessoas de 14 anos ou mais de idade, na semana de referência– (%) – 3°trimestre de 2014 e 3°trimestre de 2015 A economia em 2015: Nordeste, desemprego aberto
  • 20. Brasil, Nordeste e Estados: Rendimento médio real do trabalho principal, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos ou mais de idade, ocupadas na semana de referência, com rendimento de trabalho – Em R$ - Média de Jul/Set 2014 e Média de Jul/Set 2015 Pernambuco e Sergipe apresentam queda acentuada dos rendimentos e se diferenciam do restante do quadro regional. A economia em 2015: Nordeste, rendimentos do trabalho principal Área Geográfica Média de Jul/Set 2014 (Em reais) Média de Jul/Set 2015 (Em reais) Variação (%) Maranhão 896,00 953,00 6,4 Rio Grande do Norte 1.295,00 1.350,00 4,2 Alagoas 1.201,00 1.239,00 3,2 Paraíba 1.217,00 1.241,00 2,0 Bahia 1.244,00 1.247,00 0,2 Brasil 1.837,00 1.834,00 -0,2 Piauí 1.105,00 1.097,00 -0,7 Nordeste 1.247,00 1.232,00 -1,2 Ceará 1.190,00 1.175,00 -1,3 Sergipe 1.483,00 1.357,00 -8,5 Pernambuco 1.552,00 1.417,00 -8,7 Fonte: PNAD Contínua trimestral - IBGE. Elaboração CEPLAN. Nota: (1) Valores a preços de Agosto de 2015. (2) O rendimento efetivo se refere ao valor recebido no mês anterior ao da coleta.
  • 21. Crescimento do emprego formal é discreto em 2 dos 9 estados. Nos demais é negativo, especialmente em Pernambuco por causa da desmobilização em Suape. Brasil, Nordeste e Estados: Estoque de empregos formais¹ – estoque em out/14 e out/15 A economia em 2015: Nordeste, evolução do emprego formal Área Geográfica Estoque de emprego em outubro de 2014 Estoque de emprego em outubro de 2015 Taxa de Crescimento (%) Alagoas 501.943 507.209 1,0 Piauí 457.214 459.013 0,4 Maranhão 733.091 732.956 0,0 Sergipe 414.792 413.717 -0,3 Ceará 1.541.135 1.533.505 -0,5 Paraíba 674.950 668.428 -1,0 Rio Grande do Norte 630.055 623.839 -1,0 Nordeste 9.073.281 8.958.547 -1,3 Bahia 2.356.917 2.322.336 -1,5 Brasil 49.918.760 48.752.592 -2,3 Pernambuco 1.763.184 1.697.544 -3,7 Fonte: CAGED/RAIS - MTE. Elaboração Ceplan ¹Série ajustada incorpora as informações declaradas fora do prazo de janeiro a setembro de 2014 e 2015.
  • 22. Nordeste responde por 21,3% da queima de postos de trabalho do país. Pernambuco sozinho participa com 40,7% no Nordeste e com quase 9% no país. Brasil, Nordeste e Estados: Saldo da criação de emprego formal¹ – acumulado Jan-Out/15 A economia em 2015: Nordeste, geração líquida de empregos Área Geográfica Saldo de emprego acumulado de jan-out de 2015 Maranhão -5.870 Piauí 1.283 Ceará -18.942 Rio Grande do Norte -8.301 Paraíba -10.752 Pernambuco -70.999 Alagoas -7.182 Sergipe -3.306 Bahia -50.247 Nordeste -174.316 Brasil -818.918 Fonte: CAGED- MTE. Elaboração Ceplan ¹Série ajustada incorpora as informações declaradas fora do prazo de janeiro a setembro de 2015.
  • 23. Só a agropecuária gera alguns poucos empregos. Os outros setores regridem, especialmente a construção civil. Pernambuco: Estoque de empregos formais por setor¹ – estoque em out/14 e out/15 A economia em 2015: Nordeste, com ênfase em Pernambuco Setor de Atividade Estoque de emprego em Out/14 Estoque de emprego em Out/15 Taxa de Crescimento (%) Agropecuária, extração vegetal, caça e pesca 50.213 53.105 5,8 Comércio 314.784 311.427 -1,1 Serviços 600.992 590.012 -1,8 Administração Pública 407.416 399.832 -1,9 Indústria de transformação 235.975 229.745 -2,6 Servicos industriais de utilidade pública 19.966 19.324 -3,2 Total 1.763.184 1.697.544 -3,7 Extrativa mineral 2.854 2.424 -15,1 Construção Civil 130.984 91.675 -30,0 Fonte: CAGED/RAIS - MTE. Elaboração Ceplan ¹Série ajustada incorpora as informações declaradas fora do prazo de janeiro a setembro de 2014 e 2015.
  • 24. 2. Síntese e Perspectivas
  • 25. LOGO 2 Síntese e Perspectivas  Indicadores macroeconômicos indicam aprofundamento da recessão nos meses finais de 2015, mas em 2016 inflação será menor bem como os juros, PIB pode cair menos, preços das commodities deverão começar a se recuperar e câmbio se desvalorizar ainda mais;  Ameaças de curto prazo: perda do grau de investimento pelas outras duas agencias de rating e elevação da taxa de juros nos EUA nesta semana;  Região Nordeste sente com mais intensidade a retração no nível de atividade, mas construiu a base para se recuperar rapidamente uma vez que se reestabeleça o equilíbrio macroeconômico;  As perspectivas para os próximos meses não são de melhora do quadro econômico, segundo pesquisas que medem confiança de empresários e dos consumidores, mas essa desconfiança pode mudar com o desfecho da crise política e com a recuperação da governabilidade.
  • 26. LOGO 2 Perspectivas Índice - Sondagem (Novembro) Var. % Mensal (base: mês imediatamente anterior) Var. % Interanual (base: mesmo mês no ano anterior) Confiança - Comércio/FGV +7,5% -23,1% Confiança - Serviços/FGV -1,8% -21,5% Confiança - Indústria/FGV -1,8% -14,3% Confiança - Construção/FGV +2,4% -20,2% Confiança - Consumidor/FGV +1,3% -19,5% Confiança - Empresário/CNC -3,4% -27,8% Intenção - Consumo/CNC -2,5% -36,6% Na comparação mensal interanual, índices de confiança (atual e expectativa) caem substancialmente; em comparação ao mês anterior algumas melhoras.
  • 27. Qual é o caminho da recuperação da economia? (na suposição de que a questão política tenha um desfecho até o final do primeiro semestre de 2016) A. Agenda Política  Restaurar a credibilidade da Presidência;  Dialogar e negociar com o Congresso Nacional;  Restabelecer a unidade da base de apoio ao governo; B. Agenda Macroeconômica  Realizar um ajuste fiscal crível e viável, gerando a poupança para pagar os juros da dívida;  Estabilizar a relação Dívida/PIB;  Baixar os juros; juros mais altos pioram a recessão;  Eliminar a indexação ainda existente. Perspectivas 2016
  • 28. Perspectivas 2016 C. Agenda do Desenvolvimento Econômico  Retomar os investimentos em parceria com o setor privado, através de PPs e Concessões em rodovias, portos, aeroportos, etc.;  Aumentar a produtividade da economia; melhorar a educação e a qualidade da infraestrutura;  Apoiar a indústria para que retome seu crescimento e importância na economia; aumento da produtividade e inovação em produtos e processos; D. Agenda de Reformas  Realizar as reformas fiscal, da previdência, tributária e trabalhista.
  • 29. Coordenação Geral: Jorge Jatobá Responsável Técnica: Laís Veloso Equipe

Notas do Editor

  1. Transações corr./PIB (-4,4% em 2014) (-3,7% previsão de 2015) Taxa de poupança do 3°trimestre de 2015 – 15,0% Taxa de investimento do 3°trimestre de 2015 – 18,1%