www.fee.rs.gov.br
2016: o ano da
recuperação?
Caxias do Sul,
28 de setembro de 2015
www.fee.rs.gov.br
 Cenário Econômico Nacional
 O que nos trouxe a essa situação econômica?
 O esgotamento do modelo.
 Como estamos?
 Uma economia fraca.
 Quais os riscos e para onde vamos?
 Nova década perdida?
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE. FMI. *Zona do Euro.
PIB – Brasil
(Var. % anual)
Sinais de
esgotamento
do modelo?
6,0
5,0
-0,2
7,6
3,9
1,8
2,7
0,1
-2,8
-1,0
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*2016*
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE.
Sinais de
esgotamento
do modelo?
PIB – Brasil
(Var. % anual)
2,1% a.a.4,5% a.a.
0,8% a.a.
6,0
5,0
-0,2
7,6
3,9
1,8
2,7
0,1
-2,8
-1,0
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*2016*
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE.
PIB – Brasil
(Var. % anual)
 Intervenção Estatal
O que caracterizava esse
modelo?
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
6,0
5,0
-0,2
7,6
3,9
1,8
2,7
0,1
-2,8
-1,0
2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*2016*
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE.
IPCA – Preços Administrados
(Var.% em 12 meses)
 Intervenção Estatal
O que caracterizava esse
modelo?
1,0
16,0
7,7
jan-00
jan-00
jan-00
jan-00
jan-00
jan-00
jan-00
fev-00
fev-00
fev-00
fev-00
fev-00
mar-00
mar-00
mar-00
mar-00
mar-00
mar-00
mar-00
abr-00
abr-00
Monitorados Livres
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE.
Sistema Financeiro Público
(Em % do PIB)
 Intervenção Estatal
O que caracterizava esse
modelo?
0,9
9,8
jun.08 jun.15
 A maior parte é BNDES
 R$ 519 bilhões em estoque
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
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Fonte: IBGE.
Crédito Total
(Part. %)
 Intervenção Estatal
O que caracterizava esse
modelo?
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
62,2
66,0
58,6
56,0
44,7
37,8
34,0
40,9
45,2
55,3
jan/03
jun/03
nov/03
abr/04
set/04
fev/05
jul/05
dez/05
mai/06
out/06
mar/07
ago/07
jan/08
jun/08
nov/08
abr/09
set/09
fev/10
jul/10
dez/10
mai/11
out/11
mar/12
ago/12
jan/13
jun/13
nov/13
abr/14
set/14
fev/15
jul/15
Bancos Privados
Banco Públicos
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE.
 Intervenção Estatal
O que caracterizava esse
modelo?
Desonerações Fiscais
(Em R$ milhões)
3.095
44.393
76.258
109.255 113.116
77.168
2011
2012
2013
2014
2015
2016
Desde 2011 foram
205
desonerações
fiscais das mais
diversas
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
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Fonte: IBGE.
 Intervenção Estatal
O que caracterizava esse
modelo?
 Automotivo
 Petróleo, Gás e Naval
 Bens de capital
 TIC e complexo eletroeletrônico
 Complexo da saúde
 Defesa, automotivo e espacial
 Celulose e papel
 Energias renováveis
 Indústria da mineração
 Metalurgia
 Higiene pessoal e perfumaria
 Indústria química
 Construção Civil e + 6...
308 reuniões
de conselho
em 4 anos
1 reunião a
cada 3 dias
úteis
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
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Fonte: IBGE.
 Intervenção Estatal
O que caracterizava esse
modelo?
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
Produção Industrial - transformação
(Número índice)
100
117,9
93,0
115,6
109,2
118,9
110,9
99,4
jan/05
jun/05
nov/05
abr/06
set/06
fev/07
jul/07
dez/07
mai/08
out/08
mar/09
ago/09
jan/10
jun/10
nov/10
abr/11
set/11
fev/12
jul/12
dez/12
mai/13
out/13
mar/14
ago/14
jan/15
jun/15
 A indústria voltou ao mesmo nível de
produção de 2005!!
 São 10 anos de estagnação…
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE.
PIB – Brasil
(Part.% do Governo)
 Intervenção Estatal
O que caracterizava esse
modelo?
 O estado cresceu…..
19.6% 19.8%
18.2%
20.1%
1ºT97
3ºT98
1ºT00
3ºT01
1ºT03
3ºT04
1ºT06
3ºT07
1ºT09
3ºT10
1ºT12
3ºT13
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
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Fonte: IBGE.
Dívida Bruta – Governo Federal
(Part.% do PIB)
 Intervenção Estatal
O que caracterizava esse
modelo?
61,13
51,29
64,57
dez/06
jun/07
dez/07
jun/08
dez/08
jun/09
dez/09
jun/10
dez/10
jun/11
dez/11
jun/12
dez/12
jun/13
dez/13
jun/14
dez/14
jun/15
 E precisou de financiamento
 O estado cresceu…..
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE.
Resultado Primário
(Part.% do PIB)
 Intervenção Estatal
O que caracterizava esse
modelo?
 Em um cenário de descontrole
fiscal
2,9% 3,0%
-0,8%
jan/06
ago/06
mar/07
out/07
mai/08
dez/08
jul/09
fev/10
set/10
abr/11
nov/11
jun/12
jan/13
ago/13
mar/14
out/14
mai/15
Sobrava R$
120 bilhões
 O estado cresceu…..
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
 E precisou de financiamento
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE.
O que caracterizava esse
modelo?
2,9% 3,0%
-0,8%
jan/06
ago/06
mar/07
out/07
mai/08
dez/08
jul/09
fev/10
set/10
abr/11
nov/11
jun/12
jan/13
ago/13
mar/14
out/14
mai/15
 É o maior resultado negativo do Plano Real
 O Governo Central gastou R$ 43 bilhões a
mais do que arrecadou…
Resultado Primário
(Part.% do PIB)
 Intervenção Estatal
 Em um cenário de descontrole
fiscal
 O estado cresceu…..
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
 E precisou de financiamento
www.fee.rs.gov.br
14,3% 14,0%
Receitas Despesas
Fonte: IBGE.
O que caracterizava esse
modelo?
E não foi por falta de arrecadação….
Em % do PIB
17,2%
15,0%
Receitas Despesas
18,4% 18,7%
Receitas Despesas
1997:
Havia certo equilíbrio
entre receitas e
despesas....
2003:
A diferença chegava a
R$ 39 bilhões....
2014:
É a primeira vez no
Plano Real que as
despesas são maiores...
 Intervenção Estatal
 Em um cenário de descontrole
fiscal
 O estado cresceu…..
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
 E precisou de financiamento
www.fee.rs.gov.br
Fonte: IBGE.
O que caracterizava esse
modelo?
Rendimento x Imposto de Renda
(ago/2002=100)
151,0
100
202,1
ago/02
jul/03
jun/04
mai/05
abr/06
mar/07
fev/08
jan/09
dez/09
nov/10
out/11
set/12
ago/13
jul/14
jun/15
Rendimento médio real
IR PF + trabalho
 Enquanto a rendimento médio real cresceu
51% acima da inflação, a arrecadação de IR
PF + trabalho aumentou 102%.
 Intervenção Estatal
 Em um cenário de descontrole
fiscal
 O estado cresceu…..
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
 E precisou de financiamento
www.fee.rs.gov.br
89,8
146,0
set/02
ago/03
jul/04
jun/05
mai/06
abr/07
mar/08
fev/09
jan/10
dez/10
nov/11
out/12
set/13
ago/14
jul/15
Fonte: IBGE.
O que caracterizava esse
modelo?
Pessoal Ocupado x Imposto de Renda
(razão)
 A arrecadação de IR PF + trabalho também
cresce em relação ao pessoal ocupado.
 Atualmente está 46% maior que 12 anos
atrás…
 Intervenção Estatal
 Em um cenário de descontrole
fiscal
 O estado cresceu…..
 Preços
 Investimentos
 Gestão microeconômica
 Uso dos bancos públicos para
gerar “desenvolvimento”
 E precisou de financiamento
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Fonte: IBGE. FMI. *Zona do Euro.
Mas, o modelo
era novo?
O que caracterizava esse
modelo?
 Foi o nosso 3º ciclo
“desenvolvimentista”
 1930-1964
 1964-1980
 2003-?
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 Cenário Econômico Nacional
 O que nos trouxe a essa situação econômica?
 O esgotamento do modelo.
 Como estamos?
 Uma economia fraca.
 Quais os riscos e para onde vamos?
 Nova década perdida?
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Rendimento médio real
(Var. % anual)
 Inflação e juros altos
Há diversos problemas na
economia
Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08).
-2,76%
5,70%
-0,01%
out/04
jul/05
abr/06
jan/07
out/07
jul/08
abr/09
jan/10
out/10
jul/11
abr/12
jan/13
out/13
jul/14
abr/15
 A pressão inflacionária reduz a renda real
do trabalhador.
 É a primeira vez em uma década que isso
acontece.
www.fee.rs.gov.br
 Inflação e juros altos
 Incertezas de consumidores
e investidores
Há diversos problemas na
economia
Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08).
Índice de confiança do consumidor
(Nº índice – base fixa = média 2003)
109
94,7
127,8
82,0
jan/07
jul/07
jan/08
jul/08
jan/09
jul/09
jan/10
jul/10
jan/11
jul/11
jan/12
jul/12
jan/13
jul/13
jan/14
jul/14
jan/15
jul/15
Média do período:
110,8
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 Inflação e juros altos
 Incertezas de consumidores
e investidores
Há diversos problemas na
economia
Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08).
88,5
74,7 76,5
69,0
74,8
104,1
mar/09
jun/09
set/09
dez/09
mar/10
jun/10
set/10
dez/10
mar/11
jun/11
set/11
dez/11
mar/12
jun/12
set/12
dez/12
mar/13
jun/13
set/13
dez/13
mar/14
jun/14
set/14
dez/14
mar/15
jun/15
Medo do desemprego
(Nº índice – base fixa = média 2003)
+39,2%
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 Inflação e juros altos
 Incertezas de consumidores
e investidores
Há diversos problemas na
economia
Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08).
Venda do Comércio
(Var.% em 12 meses)
-1,9 -2,9
5,8
9,0
5,5
10,2
5,9
10,4
7,4
3,4
-1,0
mar/03
jul/03
nov/03
mar/04
jul/04
nov/04
mar/05
jul/05
nov/05
mar/06
jul/06
nov/06
mar/07
jul/07
nov/07
mar/08
jul/08
nov/08
mar/09
jul/09
nov/09
mar/10
jul/10
nov/10
mar/11
jul/11
nov/11
mar/12
jul/12
nov/12
mar/13
jul/13
nov/13
mar/14
jul/14
nov/14
mar/15
jul/15
 É primeira queda desde 2003.
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Endividamento das Famílias
((% médio em relação à renda acum. em 12 meses )
 Inflação e juros altos
 Incertezas de consumidores
e investidores
 Famílias e governo
endividados
Há diversos problemas na
economia
Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08).
20,5
23,7
27,3
31,7
34,0
37,8
41,1
43,1
44,8 45,7 46,3
2005
2006
2007
2008
2009
2010
2011
2012
2013
2014
*2015  Incertezas políticas
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 Cenário Econômico Nacional
 O que nos trouxe a essa situação econômica?
 O esgotamento do modelo.
 Como estamos?
 Uma economia fraca.
 Quais os riscos e para onde vamos?
 Nova década perdida?
www.fee.rs.gov.br
Há muito o que temer
Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08).
 Desaceleração econômica
na China
 Mudança na política monetária
nos EUA
PIB Brasil e Preço das Commodities
(Variação % em 12 meses)
-3,8
-10,91,4
-0,9
-2,0
-1,0
0,0
1,0
2,0
3,0
4,0
5,0
6,0
7,0
8,0
9,0
-30,0
-20,0
-10,0
0,0
10,0
20,0
30,0
40,0
I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015
Commodities (ex combustíveis) PIB
Período da “bonança”
www.fee.rs.gov.br
2015 2016
Desenvolvidos 2,1% 2,4%
EUA 2,5% 3,0%
Europa* 1,5% 1,7%
Emergentes 4,2% 4,7%
China 6,8% 6,3%
Am. Latina 0,5% 1,7%
Há muito o que temer
Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08).
 Desaceleração econômica
na China
PIB – Mundial
(Var. % anual)
 Mudança na política monetária
nos EUA
 Mas, mesmo assim, a
perspectiva mundial é positiva
Mundo 3,3% 3,8%
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Há muito o que temer
Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08).
 Desaceleração econômica
na China
PIB Brasil – Previsão
(Var. % anual)
 Mudança na política monetária
nos EUA
 Mas, mesmo assim, a
perspectiva mundial é positiva
2015:
Devemos ter a maior
retração econômica do
Plano Real.
2016:
Crise essa que deve se
estender para os
próximos 12 meses.
2017:
E ainda com baixo
crescimento em 2017.
2,48
-2,78
02/01/2014
06/02/2014
17/03/2014
23/04/2014
29/05/2014
04/07/2014
08/08/2014
12/09/2014
17/10/2014
21/11/2014
29/12/2014
03/02/2015
12/03/2015
17/04/2015
26/05/2015
01/07/2015
05/08/2015
10/09/2015
3,00
-1,00
02/01/2014
03/02/2014
07/03/2014
08/04/2014
13/05/2014
12/06/2014
15/07/2014
14/08/2014
15/09/2014
15/10/2014
14/11/2014
16/12/2014
19/01/2015
20/02/2015
24/03/2015
27/04/2015
28/05/2015
30/06/2015
30/07/2015
31/08/2015
3,00
1,03
02/01/2014
03/02/2014
07/03/2014
08/04/2014
13/05/2014
12/06/2014
15/07/2014
14/08/2014
15/09/2014
15/10/2014
14/11/2014
16/12/2014
19/01/2015
20/02/2015
24/03/2015
27/04/2015
28/05/2015
30/06/2015
30/07/2015
31/08/2015
 Enquanto que o Brasil deve
experimentar anos difíceis
www.fee.rs.gov.br
2016: O ano da recuperação?
 Estamos diante de um ciclo perverso
Queda da
renda
Queda da
demanda
Queda das
vendas
Queda na
produção
Aumenta o
desemprego
Piora
expectativas
Maior
inadimplência
Reduz
crédito
Inflação alta
Juros altos
Problemas
fiscais
Reduz
investimento
Ajuste fiscal
Cai a
arrecadação
www.fee.rs.gov.br
2016: O ano da recuperação?
 Estamos diante de um ciclo perverso
Queda da
renda
Queda da
demanda
Queda das
vendas
Queda na
produção
Aumenta o
desemprego
Piora
expectativas
Maior
inadimplência
Reduz
crédito
Inflação alta
Juros altos
Problemas
fiscais
Reduz
investimento
Ajuste fiscal
Cai a
arrecadação
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2016: O ano da recuperação?
 Estamos diante de um ciclo perverso
 Para romper esse ciclo é preciso:
 Governo resgatar a confiança dos agentes econômicos
 O ajuste fiscal tem que vir pelo controle de gastos
 A nossa agenda de reformas estruturais foi esquecida.
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Fundação de Economia e Estatística
Siegfried Emanuel Heuser
Diretoria
Presidente: Igor Alexandre Clemente de Morais
Diretor Técnico: Martinho Roberto Lazzari
Diretora Administrativa: Nóra Angela Gundlach
Kraemer
Rua Duque de Caxias, 1691
Centro Histórico, Porto Alegre
CEP: 90010-283
(51) 3216.9000
Assessoria Econômica
Bruno Breyer Caldas
Guilherme Stein
Jéfferson Colombo
Mariana Bartels
Vanessa Neumann Sulzbach
Estagiárias: Luciane Machim Vieira
Andréa Vieira
Presidente
Igor Morais

2016: O ano da recuperação?

  • 1.
    www.fee.rs.gov.br 2016: o anoda recuperação? Caxias do Sul, 28 de setembro de 2015
  • 2.
    www.fee.rs.gov.br  Cenário EconômicoNacional  O que nos trouxe a essa situação econômica?  O esgotamento do modelo.  Como estamos?  Uma economia fraca.  Quais os riscos e para onde vamos?  Nova década perdida?
  • 3.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. FMI.*Zona do Euro. PIB – Brasil (Var. % anual) Sinais de esgotamento do modelo? 6,0 5,0 -0,2 7,6 3,9 1,8 2,7 0,1 -2,8 -1,0 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*2016*
  • 4.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. Sinais de esgotamento domodelo? PIB – Brasil (Var. % anual) 2,1% a.a.4,5% a.a. 0,8% a.a. 6,0 5,0 -0,2 7,6 3,9 1,8 2,7 0,1 -2,8 -1,0 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*2016*
  • 5.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. PIB –Brasil (Var. % anual)  Intervenção Estatal O que caracterizava esse modelo?  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento” 6,0 5,0 -0,2 7,6 3,9 1,8 2,7 0,1 -2,8 -1,0 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015*2016*
  • 6.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. IPCA –Preços Administrados (Var.% em 12 meses)  Intervenção Estatal O que caracterizava esse modelo? 1,0 16,0 7,7 jan-00 jan-00 jan-00 jan-00 jan-00 jan-00 jan-00 fev-00 fev-00 fev-00 fev-00 fev-00 mar-00 mar-00 mar-00 mar-00 mar-00 mar-00 mar-00 abr-00 abr-00 Monitorados Livres  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento”
  • 7.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. Sistema FinanceiroPúblico (Em % do PIB)  Intervenção Estatal O que caracterizava esse modelo? 0,9 9,8 jun.08 jun.15  A maior parte é BNDES  R$ 519 bilhões em estoque  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento”
  • 8.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. Crédito Total (Part.%)  Intervenção Estatal O que caracterizava esse modelo?  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento” 62,2 66,0 58,6 56,0 44,7 37,8 34,0 40,9 45,2 55,3 jan/03 jun/03 nov/03 abr/04 set/04 fev/05 jul/05 dez/05 mai/06 out/06 mar/07 ago/07 jan/08 jun/08 nov/08 abr/09 set/09 fev/10 jul/10 dez/10 mai/11 out/11 mar/12 ago/12 jan/13 jun/13 nov/13 abr/14 set/14 fev/15 jul/15 Bancos Privados Banco Públicos
  • 9.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE.  IntervençãoEstatal O que caracterizava esse modelo? Desonerações Fiscais (Em R$ milhões) 3.095 44.393 76.258 109.255 113.116 77.168 2011 2012 2013 2014 2015 2016 Desde 2011 foram 205 desonerações fiscais das mais diversas  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento”
  • 10.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE.  IntervençãoEstatal O que caracterizava esse modelo?  Automotivo  Petróleo, Gás e Naval  Bens de capital  TIC e complexo eletroeletrônico  Complexo da saúde  Defesa, automotivo e espacial  Celulose e papel  Energias renováveis  Indústria da mineração  Metalurgia  Higiene pessoal e perfumaria  Indústria química  Construção Civil e + 6... 308 reuniões de conselho em 4 anos 1 reunião a cada 3 dias úteis  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento”
  • 11.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE.  IntervençãoEstatal O que caracterizava esse modelo?  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento” Produção Industrial - transformação (Número índice) 100 117,9 93,0 115,6 109,2 118,9 110,9 99,4 jan/05 jun/05 nov/05 abr/06 set/06 fev/07 jul/07 dez/07 mai/08 out/08 mar/09 ago/09 jan/10 jun/10 nov/10 abr/11 set/11 fev/12 jul/12 dez/12 mai/13 out/13 mar/14 ago/14 jan/15 jun/15  A indústria voltou ao mesmo nível de produção de 2005!!  São 10 anos de estagnação…
  • 12.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. PIB –Brasil (Part.% do Governo)  Intervenção Estatal O que caracterizava esse modelo?  O estado cresceu….. 19.6% 19.8% 18.2% 20.1% 1ºT97 3ºT98 1ºT00 3ºT01 1ºT03 3ºT04 1ºT06 3ºT07 1ºT09 3ºT10 1ºT12 3ºT13  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento”
  • 13.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. Dívida Bruta– Governo Federal (Part.% do PIB)  Intervenção Estatal O que caracterizava esse modelo? 61,13 51,29 64,57 dez/06 jun/07 dez/07 jun/08 dez/08 jun/09 dez/09 jun/10 dez/10 jun/11 dez/11 jun/12 dez/12 jun/13 dez/13 jun/14 dez/14 jun/15  E precisou de financiamento  O estado cresceu…..  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento”
  • 14.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. Resultado Primário (Part.%do PIB)  Intervenção Estatal O que caracterizava esse modelo?  Em um cenário de descontrole fiscal 2,9% 3,0% -0,8% jan/06 ago/06 mar/07 out/07 mai/08 dez/08 jul/09 fev/10 set/10 abr/11 nov/11 jun/12 jan/13 ago/13 mar/14 out/14 mai/15 Sobrava R$ 120 bilhões  O estado cresceu…..  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento”  E precisou de financiamento
  • 15.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. O quecaracterizava esse modelo? 2,9% 3,0% -0,8% jan/06 ago/06 mar/07 out/07 mai/08 dez/08 jul/09 fev/10 set/10 abr/11 nov/11 jun/12 jan/13 ago/13 mar/14 out/14 mai/15  É o maior resultado negativo do Plano Real  O Governo Central gastou R$ 43 bilhões a mais do que arrecadou… Resultado Primário (Part.% do PIB)  Intervenção Estatal  Em um cenário de descontrole fiscal  O estado cresceu…..  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento”  E precisou de financiamento
  • 16.
    www.fee.rs.gov.br 14,3% 14,0% Receitas Despesas Fonte:IBGE. O que caracterizava esse modelo? E não foi por falta de arrecadação…. Em % do PIB 17,2% 15,0% Receitas Despesas 18,4% 18,7% Receitas Despesas 1997: Havia certo equilíbrio entre receitas e despesas.... 2003: A diferença chegava a R$ 39 bilhões.... 2014: É a primeira vez no Plano Real que as despesas são maiores...  Intervenção Estatal  Em um cenário de descontrole fiscal  O estado cresceu…..  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento”  E precisou de financiamento
  • 17.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. O quecaracterizava esse modelo? Rendimento x Imposto de Renda (ago/2002=100) 151,0 100 202,1 ago/02 jul/03 jun/04 mai/05 abr/06 mar/07 fev/08 jan/09 dez/09 nov/10 out/11 set/12 ago/13 jul/14 jun/15 Rendimento médio real IR PF + trabalho  Enquanto a rendimento médio real cresceu 51% acima da inflação, a arrecadação de IR PF + trabalho aumentou 102%.  Intervenção Estatal  Em um cenário de descontrole fiscal  O estado cresceu…..  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento”  E precisou de financiamento
  • 18.
    www.fee.rs.gov.br 89,8 146,0 set/02 ago/03 jul/04 jun/05 mai/06 abr/07 mar/08 fev/09 jan/10 dez/10 nov/11 out/12 set/13 ago/14 jul/15 Fonte: IBGE. O quecaracterizava esse modelo? Pessoal Ocupado x Imposto de Renda (razão)  A arrecadação de IR PF + trabalho também cresce em relação ao pessoal ocupado.  Atualmente está 46% maior que 12 anos atrás…  Intervenção Estatal  Em um cenário de descontrole fiscal  O estado cresceu…..  Preços  Investimentos  Gestão microeconômica  Uso dos bancos públicos para gerar “desenvolvimento”  E precisou de financiamento
  • 19.
    www.fee.rs.gov.br Fonte: IBGE. FMI.*Zona do Euro. Mas, o modelo era novo? O que caracterizava esse modelo?  Foi o nosso 3º ciclo “desenvolvimentista”  1930-1964  1964-1980  2003-?
  • 20.
    www.fee.rs.gov.br  Cenário EconômicoNacional  O que nos trouxe a essa situação econômica?  O esgotamento do modelo.  Como estamos?  Uma economia fraca.  Quais os riscos e para onde vamos?  Nova década perdida?
  • 21.
    www.fee.rs.gov.br Rendimento médio real (Var.% anual)  Inflação e juros altos Há diversos problemas na economia Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08). -2,76% 5,70% -0,01% out/04 jul/05 abr/06 jan/07 out/07 jul/08 abr/09 jan/10 out/10 jul/11 abr/12 jan/13 out/13 jul/14 abr/15  A pressão inflacionária reduz a renda real do trabalhador.  É a primeira vez em uma década que isso acontece.
  • 22.
    www.fee.rs.gov.br  Inflação ejuros altos  Incertezas de consumidores e investidores Há diversos problemas na economia Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08). Índice de confiança do consumidor (Nº índice – base fixa = média 2003) 109 94,7 127,8 82,0 jan/07 jul/07 jan/08 jul/08 jan/09 jul/09 jan/10 jul/10 jan/11 jul/11 jan/12 jul/12 jan/13 jul/13 jan/14 jul/14 jan/15 jul/15 Média do período: 110,8
  • 23.
    www.fee.rs.gov.br  Inflação ejuros altos  Incertezas de consumidores e investidores Há diversos problemas na economia Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08). 88,5 74,7 76,5 69,0 74,8 104,1 mar/09 jun/09 set/09 dez/09 mar/10 jun/10 set/10 dez/10 mar/11 jun/11 set/11 dez/11 mar/12 jun/12 set/12 dez/12 mar/13 jun/13 set/13 dez/13 mar/14 jun/14 set/14 dez/14 mar/15 jun/15 Medo do desemprego (Nº índice – base fixa = média 2003) +39,2%
  • 24.
    www.fee.rs.gov.br  Inflação ejuros altos  Incertezas de consumidores e investidores Há diversos problemas na economia Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08). Venda do Comércio (Var.% em 12 meses) -1,9 -2,9 5,8 9,0 5,5 10,2 5,9 10,4 7,4 3,4 -1,0 mar/03 jul/03 nov/03 mar/04 jul/04 nov/04 mar/05 jul/05 nov/05 mar/06 jul/06 nov/06 mar/07 jul/07 nov/07 mar/08 jul/08 nov/08 mar/09 jul/09 nov/09 mar/10 jul/10 nov/10 mar/11 jul/11 nov/11 mar/12 jul/12 nov/12 mar/13 jul/13 nov/13 mar/14 jul/14 nov/14 mar/15 jul/15  É primeira queda desde 2003.
  • 25.
    www.fee.rs.gov.br Endividamento das Famílias ((%médio em relação à renda acum. em 12 meses )  Inflação e juros altos  Incertezas de consumidores e investidores  Famílias e governo endividados Há diversos problemas na economia Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08). 20,5 23,7 27,3 31,7 34,0 37,8 41,1 43,1 44,8 45,7 46,3 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 *2015  Incertezas políticas
  • 26.
    www.fee.rs.gov.br  Cenário EconômicoNacional  O que nos trouxe a essa situação econômica?  O esgotamento do modelo.  Como estamos?  Uma economia fraca.  Quais os riscos e para onde vamos?  Nova década perdida?
  • 27.
    www.fee.rs.gov.br Há muito oque temer Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08).  Desaceleração econômica na China  Mudança na política monetária nos EUA PIB Brasil e Preço das Commodities (Variação % em 12 meses) -3,8 -10,91,4 -0,9 -2,0 -1,0 0,0 1,0 2,0 3,0 4,0 5,0 6,0 7,0 8,0 9,0 -30,0 -20,0 -10,0 0,0 10,0 20,0 30,0 40,0 I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I III I 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 Commodities (ex combustíveis) PIB Período da “bonança”
  • 28.
    www.fee.rs.gov.br 2015 2016 Desenvolvidos 2,1%2,4% EUA 2,5% 3,0% Europa* 1,5% 1,7% Emergentes 4,2% 4,7% China 6,8% 6,3% Am. Latina 0,5% 1,7% Há muito o que temer Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08).  Desaceleração econômica na China PIB – Mundial (Var. % anual)  Mudança na política monetária nos EUA  Mas, mesmo assim, a perspectiva mundial é positiva Mundo 3,3% 3,8%
  • 29.
    www.fee.rs.gov.br Há muito oque temer Fonte: IBGE. Relatório Focus*(24/08).  Desaceleração econômica na China PIB Brasil – Previsão (Var. % anual)  Mudança na política monetária nos EUA  Mas, mesmo assim, a perspectiva mundial é positiva 2015: Devemos ter a maior retração econômica do Plano Real. 2016: Crise essa que deve se estender para os próximos 12 meses. 2017: E ainda com baixo crescimento em 2017. 2,48 -2,78 02/01/2014 06/02/2014 17/03/2014 23/04/2014 29/05/2014 04/07/2014 08/08/2014 12/09/2014 17/10/2014 21/11/2014 29/12/2014 03/02/2015 12/03/2015 17/04/2015 26/05/2015 01/07/2015 05/08/2015 10/09/2015 3,00 -1,00 02/01/2014 03/02/2014 07/03/2014 08/04/2014 13/05/2014 12/06/2014 15/07/2014 14/08/2014 15/09/2014 15/10/2014 14/11/2014 16/12/2014 19/01/2015 20/02/2015 24/03/2015 27/04/2015 28/05/2015 30/06/2015 30/07/2015 31/08/2015 3,00 1,03 02/01/2014 03/02/2014 07/03/2014 08/04/2014 13/05/2014 12/06/2014 15/07/2014 14/08/2014 15/09/2014 15/10/2014 14/11/2014 16/12/2014 19/01/2015 20/02/2015 24/03/2015 27/04/2015 28/05/2015 30/06/2015 30/07/2015 31/08/2015  Enquanto que o Brasil deve experimentar anos difíceis
  • 30.
    www.fee.rs.gov.br 2016: O anoda recuperação?  Estamos diante de um ciclo perverso Queda da renda Queda da demanda Queda das vendas Queda na produção Aumenta o desemprego Piora expectativas Maior inadimplência Reduz crédito Inflação alta Juros altos Problemas fiscais Reduz investimento Ajuste fiscal Cai a arrecadação
  • 31.
    www.fee.rs.gov.br 2016: O anoda recuperação?  Estamos diante de um ciclo perverso Queda da renda Queda da demanda Queda das vendas Queda na produção Aumenta o desemprego Piora expectativas Maior inadimplência Reduz crédito Inflação alta Juros altos Problemas fiscais Reduz investimento Ajuste fiscal Cai a arrecadação
  • 32.
    www.fee.rs.gov.br 2016: O anoda recuperação?  Estamos diante de um ciclo perverso  Para romper esse ciclo é preciso:  Governo resgatar a confiança dos agentes econômicos  O ajuste fiscal tem que vir pelo controle de gastos  A nossa agenda de reformas estruturais foi esquecida.
  • 33.
    www.fee.rs.gov.br Fundação de Economiae Estatística Siegfried Emanuel Heuser Diretoria Presidente: Igor Alexandre Clemente de Morais Diretor Técnico: Martinho Roberto Lazzari Diretora Administrativa: Nóra Angela Gundlach Kraemer Rua Duque de Caxias, 1691 Centro Histórico, Porto Alegre CEP: 90010-283 (51) 3216.9000 Assessoria Econômica Bruno Breyer Caldas Guilherme Stein Jéfferson Colombo Mariana Bartels Vanessa Neumann Sulzbach Estagiárias: Luciane Machim Vieira Andréa Vieira Presidente Igor Morais

Notas do Editor

  • #2 Template de capa Em coletivas, a capa deve conter o nome do Núcleo e do Centro realizador da pesquisa. A equipe é listada na página final.
  • #3 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #4 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #5 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #6 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #7 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #8 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #9 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #10 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #11 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #12 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #13 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #14 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #15 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #16 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #17 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #18 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #19 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #20 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #21 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #22 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #23 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #24 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #25 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #26 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #27 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #28 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #29 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #30 Margem de segurança: Todo texto, figuras, gráficos e tabelas não devem ultrapassar essa margem, a fim de tornar o layout mais limpo e compreensível.
  • #34 Inserir Núcleo e Centro. Após, nome do apresentador e email. Por fim, nome da equipe (quando houver).