1

Cenário econômico
mundial e expectativas
para o Brasil
Carlos Thadeu de Freitas Gomes
Manaus - AM, 07 de novembro de 2013
Congresso Regional do Sicomercio
2

Novo cenário internacional
• Mudança no cenário internacional combinada com fatores internos levou a um ajuste
na percepção de risco:
▫ A partir de maio, quando houve uma sinalização do Federal Reserve de uma
possível retirada de estímulos, os mercados financeiros ao redor do mundo
passaram a apresentar volatilidade elevada.

▫ A autoridade monetária dos Estados Unidos não é bem sucedida no seu forward
guidance e as incertezas continuam em relação à retirada dos estímulos.
▫ Na reunião de outubro, houve sinais de que a decisão de não iniciar a redução do
ritmo de compras é temporária. Contudo, ambas as metas (inflação e emprego)
estão longe de serem alcançadas.
▫ Percepção de risco como canal de transmissão da política monetária.
Comunicação da política monetária se torna um instrumento muito importante na
fronteira de juros zero.
• A percepção da normalização da liquidez internacional que virá com a retirada dos
estímulos terá impactos sobre a alocação e precificação de ativos, reduzindo o fluxo
de capitais para os emergentes.
3

Ajuste de desequilíbrios globais
• A normalização das políticas monetárias, adiada temporariamente, levará a
redução da liquidez internacional, com efeitos na alocação de recursos e
precificação de ativos.
• Mudança nas relações entre “poupadores” e “tomadores”, implica em
ajustes nas contas externas:
▫ Redução dos déficits em conta corrente dos Estados Unidos e alguns
países da zona do Euro;
▫ Redução do ritmo de crescimento da China.
• Impactos para o Brasil:
▫ Ajuste no câmbio e no balanço de pagamentos com redução da
absorção doméstica em relação às exportações.
▫ Prolongamento do aperto monetário
Sinalização do Fed provocou um aperto precoce
Títulos do Tesouro de 10 anos - % a.a.

Mercados antecipam aperto
monetário com a realização
da expectativa de queda de
preços dos ativos

3.50
Estados Unidos
Alemanha

3.00

Reino Unido
França

2.50

2.00

1.50

22-Oct-13

8-Oct-13

24-Sep-13

10-Sep-13

27-Aug-13

13-Aug-13

30-Jul-13

16-Jul-13

2-Jul-13

18-Jun-13

4-Jun-13

7-May-13

23-Apr-13

9-Apr-13

21-May-13

Fonte: BIS Quarterly Review

26-Mar-13

12-Mar-13

26-Feb-13

12-Feb-13

29-Jan-13

15-Jan-13

1-Jan-13

1.00
Ajuste nas contas externas
Resultado na conta corrente do balanço de pagamentos - % do PIB
2008

2009

2010

2011

2012

2013*

2014*

Alemanha

6,21

5,96

6,25

6,18

6,95

5,97

5,72

Irlanda

-5,64

-2,32

1,13

1,23

4,42

2,32

3,05

China

9,31

4,87

4,01

1,86

2,35

2,50

2,65

Espanha

-9,62

-4,83

-4,49

-3,80

-1,12

1,43

2,65

Japão

3,30

2,91

3,71

2,02

1,01

1,22

1,74

Portugal

-12,64

-10,92

-10,57

-7,01

-1,55

0,91

0,86

Itália

-2,85

-1,99

-3,51

-3,06

-0,74

-0,01

0,21

Grécia

-14,92

-11,17

-10,13

-9,90

-3,37

-0,99

-0,46

França

-1,74

-1,33

-1,31

-1,76

-2,19

-1,59

-1,58

Reino Unido

-0,94

-1,42

-2,69

-1,46

-3,79

-2,78

-2,29

Estados Unidos

-4,63

-2,65

-3,01

-2,95

-2,71

-2,70

-2,81

Brasil

-1,71

-1,50

-2,21

-2,12

-2,41

-3,38

-3,16

FMI - WEO Database, Outubro 2013 . *Projeções
6

Trajetória do Câmbio
Taxa de Câmbio R$/US$
2.50

Sinalização de
possível mudança na
política do FED

2.40
2.30
2.20
2.10
2.00
1.90
1.80
1.70
1.60
1.50

Fonte: Banco Central do Brasil
Estimativas do FMI para o desempenho do PIB
2013
Mundo
Economias Avançadas
EUA
Zona do Euro
Alemanha
França
Itália
Espanha
Reino Unido
Japão
Mercados Emergentes
Brasil
Rússia
Índia
China
México
África do Sul

2014

Atual
2,9
1,2
1,6
-0,4
0,5
0,2
-1,8
-1,3
1,4
2,0
4,5
2,5
1,5
3,8
7,6
1,2

jul/13
3,1
1,2
1,7
-0,6
0,3
-0,2
-1,8
-1,6
0,9
2,0
5,0
2,5
2,5
5,6
7,8
2,9

Atual
3,6
2,0
2,6
1,0
1,4
1,0
0,7
0,2
1,9
1,2
5,1
2,5
3,0
5,1
7,3
3,0

jul/13
3,8
2,1
2,7
0,9
1,3
0,8
0,7
0,0
1,5
1,2
5,4
3,2
3,3
6,3
7,7
3,2

2,0

2,0

2,9

2,9

Fonte: FMI - World Economic Outlook (outubro/2013).
8

Sólidos Fundamentos Macroeconômicos
Dívida Líquida do Setor Público (% PIB)
60
52

55

51

48

47

46
39

42

39

36

35

Dívida externa líquida (US$ bilhões)
250
200
2001

2003

2005

2007

2009

2011

150
100

Reservas internacionais (US$ bilhões)

50
373

400
350
300
250
200
150
100
50
0

0
-50
-100
1984 1987 1990 1993 1996 1999 2002 2005 2008 2011

Fonte: Banco Central
Maiores receptores de Investimento Estrangeiro
2010

2011

Estados Unidos

197.9

China

114.7

2012

Estados Unidos

226.9

Estados Unidos

China

124

China

103.3

146.7

Hong Kong

Bélgica

85.7

Bélgica

Hong Kong

82.7

Hong Kong

96.1

119.7
72.5

Brasil

65.3

Reino Unido

50.6

Brasil

66.7

Reino Unido

62.5

Singapura

48.6

Austrália

65.8

França

58.9

Brasil

48.5

Singapura

64

Singapura

Alemanha

46.9

Rússia

52.9

Austrália

48.5

Rússia

43.3

Reino Unido

51.1

Canadá

47.2

Irlanda

42.8

Canadá

41.4

Rússia

44.1

Espanha

40.8

França

40.9

Irlanda

Austrália

35.2

Alemanha

40.4

Índia

27.3

Suíça

32.5

Itália

34.3

Chile

26.4

França

30.6

Índia

31.6

Luxemburgo

22.6

Arábia Saudita

29.2

Espanha

29.5

Bélgica

19.3

Fonte: Banco Central do Brasil

54.4

39.6
Fluxo de Capitais
Investimento Externo
Investimento estrangeiro direto (líquido) acumulado em 12 meses - US$ milhões
Renda fixa LP e CP negociado no país (líquido) acumulado em 12 meses - US$ milhões
90,000.00
80,000.00
70,000.00
US$ Milhões

60,000.00
50,000.00
40,000.00
30,000.00
20,000.00
10,000.00
0.00
-10,000.00
Sep/07Feb/08 Jul/08 Dec/08May/09Oct/09 Mar/10Aug/10 Jan/11 Jun/11 Nov/11 Apr/12 Sep/12Feb/13 Jul/13
Fonte: Banco Central do Brasil
Indicadores de Endividamento Externo
Dívida, Passivo Externo e Reservas Internacionais
Dívida externa bruta/PIB (%) - anual - %

Reservas/PIB

Passivo Externo Líquido/PIB

44.4
41.1

39.2
36.6

35.5

33.5

32.7

30.3

29.8

19.2
15.9

8.0

2004

33.8

6.1

2005

16.9
14.1
13.2

1211.7

14.7
12.2

13.5
12

2008

2009

2010

14.2

16.6
13.9

2011

2012

12

16.5
13.8

7.9

2006

2007

Fonte: Banco Central do Brasil e DE/CNC. *Até setembro/13

2013*
12

Cenário Doméstico
•
13

Projeções
Principais Variáveis
2011

2012

2013*

Volume de Vendas do Varejo1 (var. %)

6,7

8,4

4,5

Produção Industrial (var. %)

0,4

-2,6

1,8

IPCA (var. - %)

6,50

5,84

5,83

Taxa de Juros Selic - Fim de Período (%a.a.)

11,00

7,25

10,00

Balança Comercial (US$ bilhões)

29,8

19,4

2,0

Taxa de Câmbio - Fim de Período (RS/US$)

1,876

2,04

2,25

*Projeções
¹PMC Restrita
Fonte: IBGE, Funcex, Banco Central e Divisão Econômica - CNC
14

Expectativa de crescimento do PIB é revisada
PIB
7.5%
6.1%
5.2%
4.0%
3.2%

2.7%

2.5%
0.9%

-0.3%
2005

2006

2007

2008

2009

2010

Fonte: IBGE e Banco Central do Brasil
* Projeção para 2013 do Relatório Focus de 25/10/2013

2011

2012

2013 *
Fonte: IBGE
* Até setembro de 2013

6.0%

4.0%

May-13

Jan-13

8.0%

Sep-12

May-12

Jan-12

Sep-11

May-11

Jan-11

Sep-10

May-10

Jan-10

Sep-09

May-09

Jan-09

Sep-08

May-08

Jan-08

Sep-07

May-07

Jan-07

Sep-06

May-06

Jan-06

Sep-05

May-05

Jan-05

Sep-04

May-04

Jan-04

var. % acumulada em 12 meses

15

Principais determinantes da
demanda doméstica - Emprego
Massa Real de Salário - Habitualmente recebido

10.0%

Jan/13
6,3%
Set/13
4,0%

2.0%

0.0%

-2.0%

-4.0%

-6.0%

-8.0%
Principais determinantes da
demanda doméstica - Crédito

set/13

Livres

Crescimento do crédito às famílias
Livres x Direcionados

Direcionados

39%

35.0%

61%

25.0%

20.0%

15.0%

10.0%

5.0%

Saldo da carteira de crédito com recursos livres - Pessoas físicas - Var. % anual

Sep-13

Jul-13

May-…

Mar-13

Jan-13

Nov-12

Sep-12

Jul-12

May-…

Mar-12

Jan-12

Nov-11

Sep-11

Jul-11

May-…

Mar-11

Jan-11

Nov-10

Sep-10

Jul-10

May-…

Mar-10

Jan-10

Fonte: Banco Central do Brasil

Nov-09

Sep-09

Jul-09

May-…

Mar-09

Jan-09

Nov-08

Sep-08

Jul-08

0.0%

May-…

Saldo da carteira de crédito com recursos direcionados - Pessoas físicas - Var. % anual
Mar-08

Var. acumulada em 12 m - % a.a.

30.0%
17

Endividamento Público
65

Dívida Bruta do
Brasil é de cerca de
60% do PIB, a maior
entre os emergentes

60

55

50

45

Dívida Líquida do Setor Público (% PIB)
Dívida bruta do governo geral (% PIB)

40

30

Jan…
Ma…
Ma…
Jul-…
Se…
No…
Jan…
Ma…
Ma…
Jul-…
Se…
No…
Jan…
Ma…
Ma…
Jul-…
Se…
No…
Jan…
Ma…
Ma…
Jul-…
Se…
No…
Jan…
Ma…
Ma…
Jul-…
Se…
No…
Jan…
Ma…
Ma…
Jul-…
Se…
No…
Jan…
Ma…
Ma…
Jul-…
Se…

35

Fonte: Banco Central do Brasil
Inflação represada
Livres x Monitorados
9.0%
8.0%

7.0%
6.0%
5.0%
4.0%
3.0%

IPCA - Var. acum. Em 12 meses

2.0%

Preços monitorados - Total - Var. acum. Em 12 meses

1.0%

Itens livres - Var. acum. Em 12 meses

0.0%

Fonte: IBGE

Controle de preços
administrados gera
expectativa de alta
no futuro
Redução do ritmo de crescimento do comércio
Volume de Vendas do Varejo
(Var. % acumulado no ano)
10.9
9.7

9.1
8.4
6.7

6.2

5.9
5.1

4.8

2005

Determinantes da
desaceleração do varejo:
• Efeito IPI 2012
• Inflação e renda real
• Endividamento e
crédito
• Volatilidade Cambial e
aperto monetário

2006

2007

2008

2009

2010

Fonte: PMC/ IBGE e DE/ CNC.
* Variação acumulada em 12 meses em agosto de 2013
** Projeções

2011

2012

ago/13*

4.5

2013**

4.0

2014**

Carlos thadeu

  • 1.
    1 Cenário econômico mundial eexpectativas para o Brasil Carlos Thadeu de Freitas Gomes Manaus - AM, 07 de novembro de 2013 Congresso Regional do Sicomercio
  • 2.
    2 Novo cenário internacional •Mudança no cenário internacional combinada com fatores internos levou a um ajuste na percepção de risco: ▫ A partir de maio, quando houve uma sinalização do Federal Reserve de uma possível retirada de estímulos, os mercados financeiros ao redor do mundo passaram a apresentar volatilidade elevada. ▫ A autoridade monetária dos Estados Unidos não é bem sucedida no seu forward guidance e as incertezas continuam em relação à retirada dos estímulos. ▫ Na reunião de outubro, houve sinais de que a decisão de não iniciar a redução do ritmo de compras é temporária. Contudo, ambas as metas (inflação e emprego) estão longe de serem alcançadas. ▫ Percepção de risco como canal de transmissão da política monetária. Comunicação da política monetária se torna um instrumento muito importante na fronteira de juros zero. • A percepção da normalização da liquidez internacional que virá com a retirada dos estímulos terá impactos sobre a alocação e precificação de ativos, reduzindo o fluxo de capitais para os emergentes.
  • 3.
    3 Ajuste de desequilíbriosglobais • A normalização das políticas monetárias, adiada temporariamente, levará a redução da liquidez internacional, com efeitos na alocação de recursos e precificação de ativos. • Mudança nas relações entre “poupadores” e “tomadores”, implica em ajustes nas contas externas: ▫ Redução dos déficits em conta corrente dos Estados Unidos e alguns países da zona do Euro; ▫ Redução do ritmo de crescimento da China. • Impactos para o Brasil: ▫ Ajuste no câmbio e no balanço de pagamentos com redução da absorção doméstica em relação às exportações. ▫ Prolongamento do aperto monetário
  • 4.
    Sinalização do Fedprovocou um aperto precoce Títulos do Tesouro de 10 anos - % a.a. Mercados antecipam aperto monetário com a realização da expectativa de queda de preços dos ativos 3.50 Estados Unidos Alemanha 3.00 Reino Unido França 2.50 2.00 1.50 22-Oct-13 8-Oct-13 24-Sep-13 10-Sep-13 27-Aug-13 13-Aug-13 30-Jul-13 16-Jul-13 2-Jul-13 18-Jun-13 4-Jun-13 7-May-13 23-Apr-13 9-Apr-13 21-May-13 Fonte: BIS Quarterly Review 26-Mar-13 12-Mar-13 26-Feb-13 12-Feb-13 29-Jan-13 15-Jan-13 1-Jan-13 1.00
  • 5.
    Ajuste nas contasexternas Resultado na conta corrente do balanço de pagamentos - % do PIB 2008 2009 2010 2011 2012 2013* 2014* Alemanha 6,21 5,96 6,25 6,18 6,95 5,97 5,72 Irlanda -5,64 -2,32 1,13 1,23 4,42 2,32 3,05 China 9,31 4,87 4,01 1,86 2,35 2,50 2,65 Espanha -9,62 -4,83 -4,49 -3,80 -1,12 1,43 2,65 Japão 3,30 2,91 3,71 2,02 1,01 1,22 1,74 Portugal -12,64 -10,92 -10,57 -7,01 -1,55 0,91 0,86 Itália -2,85 -1,99 -3,51 -3,06 -0,74 -0,01 0,21 Grécia -14,92 -11,17 -10,13 -9,90 -3,37 -0,99 -0,46 França -1,74 -1,33 -1,31 -1,76 -2,19 -1,59 -1,58 Reino Unido -0,94 -1,42 -2,69 -1,46 -3,79 -2,78 -2,29 Estados Unidos -4,63 -2,65 -3,01 -2,95 -2,71 -2,70 -2,81 Brasil -1,71 -1,50 -2,21 -2,12 -2,41 -3,38 -3,16 FMI - WEO Database, Outubro 2013 . *Projeções
  • 6.
    6 Trajetória do Câmbio Taxade Câmbio R$/US$ 2.50 Sinalização de possível mudança na política do FED 2.40 2.30 2.20 2.10 2.00 1.90 1.80 1.70 1.60 1.50 Fonte: Banco Central do Brasil
  • 7.
    Estimativas do FMIpara o desempenho do PIB 2013 Mundo Economias Avançadas EUA Zona do Euro Alemanha França Itália Espanha Reino Unido Japão Mercados Emergentes Brasil Rússia Índia China México África do Sul 2014 Atual 2,9 1,2 1,6 -0,4 0,5 0,2 -1,8 -1,3 1,4 2,0 4,5 2,5 1,5 3,8 7,6 1,2 jul/13 3,1 1,2 1,7 -0,6 0,3 -0,2 -1,8 -1,6 0,9 2,0 5,0 2,5 2,5 5,6 7,8 2,9 Atual 3,6 2,0 2,6 1,0 1,4 1,0 0,7 0,2 1,9 1,2 5,1 2,5 3,0 5,1 7,3 3,0 jul/13 3,8 2,1 2,7 0,9 1,3 0,8 0,7 0,0 1,5 1,2 5,4 3,2 3,3 6,3 7,7 3,2 2,0 2,0 2,9 2,9 Fonte: FMI - World Economic Outlook (outubro/2013).
  • 8.
    8 Sólidos Fundamentos Macroeconômicos DívidaLíquida do Setor Público (% PIB) 60 52 55 51 48 47 46 39 42 39 36 35 Dívida externa líquida (US$ bilhões) 250 200 2001 2003 2005 2007 2009 2011 150 100 Reservas internacionais (US$ bilhões) 50 373 400 350 300 250 200 150 100 50 0 0 -50 -100 1984 1987 1990 1993 1996 1999 2002 2005 2008 2011 Fonte: Banco Central
  • 9.
    Maiores receptores deInvestimento Estrangeiro 2010 2011 Estados Unidos 197.9 China 114.7 2012 Estados Unidos 226.9 Estados Unidos China 124 China 103.3 146.7 Hong Kong Bélgica 85.7 Bélgica Hong Kong 82.7 Hong Kong 96.1 119.7 72.5 Brasil 65.3 Reino Unido 50.6 Brasil 66.7 Reino Unido 62.5 Singapura 48.6 Austrália 65.8 França 58.9 Brasil 48.5 Singapura 64 Singapura Alemanha 46.9 Rússia 52.9 Austrália 48.5 Rússia 43.3 Reino Unido 51.1 Canadá 47.2 Irlanda 42.8 Canadá 41.4 Rússia 44.1 Espanha 40.8 França 40.9 Irlanda Austrália 35.2 Alemanha 40.4 Índia 27.3 Suíça 32.5 Itália 34.3 Chile 26.4 França 30.6 Índia 31.6 Luxemburgo 22.6 Arábia Saudita 29.2 Espanha 29.5 Bélgica 19.3 Fonte: Banco Central do Brasil 54.4 39.6
  • 10.
    Fluxo de Capitais InvestimentoExterno Investimento estrangeiro direto (líquido) acumulado em 12 meses - US$ milhões Renda fixa LP e CP negociado no país (líquido) acumulado em 12 meses - US$ milhões 90,000.00 80,000.00 70,000.00 US$ Milhões 60,000.00 50,000.00 40,000.00 30,000.00 20,000.00 10,000.00 0.00 -10,000.00 Sep/07Feb/08 Jul/08 Dec/08May/09Oct/09 Mar/10Aug/10 Jan/11 Jun/11 Nov/11 Apr/12 Sep/12Feb/13 Jul/13 Fonte: Banco Central do Brasil
  • 11.
    Indicadores de EndividamentoExterno Dívida, Passivo Externo e Reservas Internacionais Dívida externa bruta/PIB (%) - anual - % Reservas/PIB Passivo Externo Líquido/PIB 44.4 41.1 39.2 36.6 35.5 33.5 32.7 30.3 29.8 19.2 15.9 8.0 2004 33.8 6.1 2005 16.9 14.1 13.2 1211.7 14.7 12.2 13.5 12 2008 2009 2010 14.2 16.6 13.9 2011 2012 12 16.5 13.8 7.9 2006 2007 Fonte: Banco Central do Brasil e DE/CNC. *Até setembro/13 2013*
  • 12.
  • 13.
    13 Projeções Principais Variáveis 2011 2012 2013* Volume deVendas do Varejo1 (var. %) 6,7 8,4 4,5 Produção Industrial (var. %) 0,4 -2,6 1,8 IPCA (var. - %) 6,50 5,84 5,83 Taxa de Juros Selic - Fim de Período (%a.a.) 11,00 7,25 10,00 Balança Comercial (US$ bilhões) 29,8 19,4 2,0 Taxa de Câmbio - Fim de Período (RS/US$) 1,876 2,04 2,25 *Projeções ¹PMC Restrita Fonte: IBGE, Funcex, Banco Central e Divisão Econômica - CNC
  • 14.
    14 Expectativa de crescimentodo PIB é revisada PIB 7.5% 6.1% 5.2% 4.0% 3.2% 2.7% 2.5% 0.9% -0.3% 2005 2006 2007 2008 2009 2010 Fonte: IBGE e Banco Central do Brasil * Projeção para 2013 do Relatório Focus de 25/10/2013 2011 2012 2013 *
  • 15.
    Fonte: IBGE * Atésetembro de 2013 6.0% 4.0% May-13 Jan-13 8.0% Sep-12 May-12 Jan-12 Sep-11 May-11 Jan-11 Sep-10 May-10 Jan-10 Sep-09 May-09 Jan-09 Sep-08 May-08 Jan-08 Sep-07 May-07 Jan-07 Sep-06 May-06 Jan-06 Sep-05 May-05 Jan-05 Sep-04 May-04 Jan-04 var. % acumulada em 12 meses 15 Principais determinantes da demanda doméstica - Emprego Massa Real de Salário - Habitualmente recebido 10.0% Jan/13 6,3% Set/13 4,0% 2.0% 0.0% -2.0% -4.0% -6.0% -8.0%
  • 16.
    Principais determinantes da demandadoméstica - Crédito set/13 Livres Crescimento do crédito às famílias Livres x Direcionados Direcionados 39% 35.0% 61% 25.0% 20.0% 15.0% 10.0% 5.0% Saldo da carteira de crédito com recursos livres - Pessoas físicas - Var. % anual Sep-13 Jul-13 May-… Mar-13 Jan-13 Nov-12 Sep-12 Jul-12 May-… Mar-12 Jan-12 Nov-11 Sep-11 Jul-11 May-… Mar-11 Jan-11 Nov-10 Sep-10 Jul-10 May-… Mar-10 Jan-10 Fonte: Banco Central do Brasil Nov-09 Sep-09 Jul-09 May-… Mar-09 Jan-09 Nov-08 Sep-08 Jul-08 0.0% May-… Saldo da carteira de crédito com recursos direcionados - Pessoas físicas - Var. % anual Mar-08 Var. acumulada em 12 m - % a.a. 30.0%
  • 17.
    17 Endividamento Público 65 Dívida Brutado Brasil é de cerca de 60% do PIB, a maior entre os emergentes 60 55 50 45 Dívida Líquida do Setor Público (% PIB) Dívida bruta do governo geral (% PIB) 40 30 Jan… Ma… Ma… Jul-… Se… No… Jan… Ma… Ma… Jul-… Se… No… Jan… Ma… Ma… Jul-… Se… No… Jan… Ma… Ma… Jul-… Se… No… Jan… Ma… Ma… Jul-… Se… No… Jan… Ma… Ma… Jul-… Se… No… Jan… Ma… Ma… Jul-… Se… 35 Fonte: Banco Central do Brasil
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    Inflação represada Livres xMonitorados 9.0% 8.0% 7.0% 6.0% 5.0% 4.0% 3.0% IPCA - Var. acum. Em 12 meses 2.0% Preços monitorados - Total - Var. acum. Em 12 meses 1.0% Itens livres - Var. acum. Em 12 meses 0.0% Fonte: IBGE Controle de preços administrados gera expectativa de alta no futuro
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    Redução do ritmode crescimento do comércio Volume de Vendas do Varejo (Var. % acumulado no ano) 10.9 9.7 9.1 8.4 6.7 6.2 5.9 5.1 4.8 2005 Determinantes da desaceleração do varejo: • Efeito IPI 2012 • Inflação e renda real • Endividamento e crédito • Volatilidade Cambial e aperto monetário 2006 2007 2008 2009 2010 Fonte: PMC/ IBGE e DE/ CNC. * Variação acumulada em 12 meses em agosto de 2013 ** Projeções 2011 2012 ago/13* 4.5 2013** 4.0 2014**