SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 48
PROFª.MS. ALEXANDER DE QUADROS
1
Biossegurança
Objetivo da aula
2
Após o termino da aula o aluno deverá ser capaz de:
Definir biossegurança;
Conhecer os riscos de contaminação hospitalar;
Métodos de higienização;
Conhecer os EPIs, utilizados no hospital
Biossegurança
3
Ciência surgida no século XX, voltada para o
controle e a minimização de risco advindos
da prática de diferentes tecnologias.
(ComissãoTécnica Nacional de Biossegurança –
CTNBio).
Biossegurança na Saúde
4
Significa um conjunto de normas relativas à
segurança do trabalhador de saúde,
submetido ao risco potencial de acidente com
material ou instrumentos contaminados com
material biológico.
RISCO e PERIGO
5
RISCO é o perigo mediado pelo conhecimento que
se tem da situação. É o que temos como prevenir.
PERIGO existe enquanto não se conhece a situação.
É o desconhecido ou mal conhecido.
Atividade de risco são as capazes de
proporcionar dano, doença ou morte.
Biossegurança
6
No ambiente hospitalar há RISCOS FÍSICOS ,
QUÍMICOS e BIOLÓGICOS e para cada um
deles há NORMAS específicas disponíveis
visando proteger a CLIENTELA dos
estabelecimentos a saber: o paciente, o
trabalhador de saúde, o acompanhante e
a preservação do meio ambiente.
7
Riscos Físicos (formas de energia como ruídos,
vibrações, pressões anormais, radiações ionizantes
ou não, ultra e infra-som (NR-09 e NR-15).
Riscos Biológicos: bactérias, fungos, bacilos,
parasitas, protozoários, vírus, etc (NR- 09)
8
Riscos Químicos (substâncias, compostos ou
produtos que podem penetrar no organismo por
via respiratória, absorvidos pela pele ou por
ingestão, na forma de gases, vapores, neblinas,
poeiras ou fumos (NR-09, NR-15 e NR-32).
9
EXPOSIÇÕES PROFISSIONAIS
Mais procedimentos nos paciente
Mais tempo com o ambiente
Maior equipe dos servidores de saúde
Equipe de enfermagem: maior nº de
Exposição entre os profissionais
EXPOSIÇÕES PROFISSIONAIS
10
Os odontólogos também são uma categoria
profissional com grande risco de exposição a
material biológico.
Os estudos mostram que a maioria dos dentistas
(quase 85%) tem pelo menos uma exposição
percutânea a cada período de cinco anos.
EXPOSIÇÕES PROFISSIONAIS
11
Médicos = varia com as especialidades.
Médicos de enfermarias clínicas:
Exposições percutâneas = 0,5 a 3,0 ao ano;
Exposições mucocutâneas = 0,5 a 7,0 ao ano
Médicos cirurgiões:
São estimados 80 a 135 contatos com sangue por
ano, sendo 8 a 15 exposições percutâneas.
COMO NOS PROTEGER DURANTE
O TRABALHO EM SAÚDE - Cuidados
12
PRECAUÇÕES PADRÃO
Lavagem das Mãos
Manipulação de Instrumentos e Materiais
Manipulação de Materiais Cortantes e de Punção
Ambiente e Equipamentos
Roupas e Campos de Uso no Paciente
Vacinação
Manipulação de Instrumentos e Materiais
Cortantes e de Punção
13
Instrumentos pérfuro-cortantes devem ser
descartados em caixas apropriadas, rígidas e
impermeáveis que devem ser colocadas
próximo a área em que os materiais são
usados.
14
Manipulação de Instrumentos e
Materiais Cortantes e de Punção15
Nunca deve-se reencapar agulhas após o uso.
Não remover com as mãos agulhas usadas das
seringas descartáveis e não as quebrar ou
entortar.
Para a reutilização de seringa anestésica
descartável reencapar a agulha introduzindo-a
no interior da tampa e pressionando a tampa ao
encontro da parede da bandeja clínica de forma a
nunca utilizar a mão
16
BIOSSEGURANÇA
Como e quando usar luvas?
17
Usar luvas de procedimento, não estéril, quando
houver possibilidade de tocar em sangue, fluídos
corporais, membranas mucosas, pele não íntegra
e qualquer item contaminado, de todos os
clientes;
Lavar as mãos imediatamente após a retirada das
luvas;
Trocar as luvas entre um procedimento e outro;
Calçar as luvas imediatamente antes do cuidado a
ser executado, evitando contaminação prévia das
mesmas;
18
Estando de luvas, não manipule objetos fora do
campo de trabalho;
Retirar as luvas imediatamente após o término da
atividade;
Removê-las sem tocar na parte externa das
mesmas;
Usar luvas adequadas para cada procedimento.
- Luvas cirúrgicas estéreis;
- Luvas de procedimentos não estéreis.
Luvas
19
Luvas de procedimentos
Luvas de borracha
Luvas cirúrgicas
20
calçados e gorros.
21
O uso do Jaleco
hospitalar é uma
exigência das Comissões
de Infecções
hospitalares
A MELHOR PREVENÇÃOA MELHOR PREVENÇÃO
É NÃOÉ NÃO
SE ACIDENTAR!SE ACIDENTAR!
BIOSSEGURANÇA
Higienização das mãos
23
O QUE É HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS?
24
É a medida individual mais simples e menos
dispendiosa para prevenir a propagação das
infecções relacionadas à assistência à saúde.
Higienização das mãos = lavagem das mãos
Indicação da lavagem das mãos
25
após tocar fluidos, secreções e itens contaminados;
após a retirada das luvas;
antes de procedimentos no paciente;
entre contatos com pacientes;
entre procedimentos num mesmo paciente;
antes e depois de atos fisiológicos;
antes do preparo de soros e medicações.
26
As técnicas de higienização das mãos podem
variar, dependendo do objetivo ao qual se
destinam. Podem ser divididas em:
Higienização simples das mãos.
Higienização anti-séptica das mãos.
Fricção de anti-séptico nas mãos.
Anti-sepsia cirúrgica ou preparo pré-
operatório
A eficácia da higienização das mãos depende
da duração e da técnica empregada.
27
Antes de iniciar qualquer uma dessas
técnicas, é necessário retirar jóias (anéis,
pulseiras, relógio), pois sob tais objetos
podem acumular microrganismos.
(Exigência da NR-32)
Higienização Simples das Mãos
28
Finalidade
Remover os microrganismos que colonizam as
camadas superficiais da pele, assim como o suor,
a oleosidade e as células mortas, retirando a
sujidade que propícia à permanência e à
proliferação de microrganismos.
Duração do procedimento: 40 a 60 seg.
Lavagem das mãos
29
Na lavagem rotineira das mão o uso de sabão neutro
é o suficiente para a remoção da sujeira, da flora
transitória e parte da flora residente.
Maior concentração bacteriana: pontas dos dedos,
meio dos dedos e polegares.
Higienização Anti-séptica das Mãos
30
Finalidade
Promover a remoção de sujidades e de
microrganismos, reduzindo a carga microbiana das
mãos, com auxílio de um anti-séptico.
Duração do procedimento: 40 a 60 segundos
Técnica
31
A técnica de higienização anti-séptica é igual àquela
utilizada para higienização simples das mãos,
substituindo-se o sabão por um anti-séptico.
 Exemplo: anti-séptico degermante.
Fricção anti-séptica das mãos
(com preparações alcoólicas)
32
Álcool Gel ou álcool glicerinado
Finalidade
Reduzir a carga microbiana das mãos (não há
remoção de sujidades). A utilização de gel
alcoólico a 70% ou de solução alcoólica a 70%
com 1-3% de glicerina pode substituir a
higienização com água e sabão quando as mãos
não estiverem visivelmente sujas.
Duração do Procedimento: 20 a 30 segundos.
Anti-sepsia das mãos
33
A anti-sepsia é a utilização de um anti-séptico com
ação bactericida ou bacteriostática que irá agir na
flora residente da pele.
Os anti-sépticos são indicados para a anti-sepsia
das mãos dos profissionais e para pele ou mucosa
do paciente em áreas onde serão realizados
procedimentos invasivos ou cirúrgicos.
Agentes anti-sépticos
34
São substâncias aplicadas à pele para reduzir o
número de agentes da microbiota transitória e
residente.
Entre os principais anti-sépticos utilizados para a
higienização das mãos, destacam-se: Álcoois,
Clorexidina, Compostos de iodo, Iodóforos
e Triclosan.
35
36
37
38
39
40
41
42
43
44
Importante
45
No caso de torneiras com contato manual para
fechamento, sempre utilize papel-toalha
46
47
BIOSSEGURANÇA
BIBLIOGRAFIA
48
OPPERMANN, Carla Maria, Lia Capsi Pires. Manual
de biossegurança para serviços de saúde. Porto
Alegre,PMPA / SMS/CGVS, 2003.
PIANUCCI. Ana, Saber cuidar – Procedimentos
Básicos em Enfermagem. Senac – SP, 2003.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Princípios de biossegurança pdf
Princípios de biossegurança pdfPrincípios de biossegurança pdf
Princípios de biossegurança pdfRherysonn Pantoja
 
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalar
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalarPrecauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalar
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalarGrupo Ivan Ervilha
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurançaRenatbar
 
Biosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagemBiosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagemGabriela Montargil
 
Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saude
Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saudeSlides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saude
Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saudeVeras Reis Reis
 
Aula introdução biossegurança
Aula introdução biossegurança Aula introdução biossegurança
Aula introdução biossegurança laiscarlini
 
Noções básicas sobre primeiros socorros
Noções básicas sobre primeiros socorrosNoções básicas sobre primeiros socorros
Noções básicas sobre primeiros socorrosRocha Neto
 
Biosseguranca
Biosseguranca  Biosseguranca
Biosseguranca UERGS
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurançaclinicansl
 
Limpeza hospitalar
Limpeza hospitalarLimpeza hospitalar
Limpeza hospitalar0100100100
 

Mais procurados (20)

Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
 
Princípios de biossegurança pdf
Princípios de biossegurança pdfPrincípios de biossegurança pdf
Princípios de biossegurança pdf
 
Introdução à Enfermagem do Trabalho
Introdução à Enfermagem do TrabalhoIntrodução à Enfermagem do Trabalho
Introdução à Enfermagem do Trabalho
 
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalar
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalarPrecauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalar
Precauções para prevenção de transmissão de agentes infecciosos intra-hospitalar
 
Aula biossegurança
Aula biossegurançaAula biossegurança
Aula biossegurança
 
Biossegurança enfermagem centro
Biossegurança enfermagem centro   Biossegurança enfermagem centro
Biossegurança enfermagem centro
 
Biosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagemBiosegurança nas ações de enfermagem
Biosegurança nas ações de enfermagem
 
Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saude
Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saudeSlides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saude
Slides nr-32-seguranca-e-saude-no-trabalho-em-servicos-de-saude
 
biossegurança
biossegurançabiossegurança
biossegurança
 
Aula introdução biossegurança
Aula introdução biossegurança Aula introdução biossegurança
Aula introdução biossegurança
 
Nr32
Nr32Nr32
Nr32
 
Isolamento
IsolamentoIsolamento
Isolamento
 
Noções básicas sobre primeiros socorros
Noções básicas sobre primeiros socorrosNoções básicas sobre primeiros socorros
Noções básicas sobre primeiros socorros
 
Palestra+biosegurança
Palestra+biosegurançaPalestra+biosegurança
Palestra+biosegurança
 
Biossegurança 1
Biossegurança 1Biossegurança 1
Biossegurança 1
 
Biosseguranca
Biosseguranca  Biosseguranca
Biosseguranca
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
 
Biossegurana 2012
Biossegurana 2012Biossegurana 2012
Biossegurana 2012
 
Limpeza hospitalar
Limpeza hospitalarLimpeza hospitalar
Limpeza hospitalar
 

Destaque

Biossegurança 1
Biossegurança 1Biossegurança 1
Biossegurança 1Paula Rocha
 
Docslide.com.br aula 1-simbologia-definicoes-rotulagem
Docslide.com.br aula 1-simbologia-definicoes-rotulagemDocslide.com.br aula 1-simbologia-definicoes-rotulagem
Docslide.com.br aula 1-simbologia-definicoes-rotulagemPaula Rocha
 
Antero narciso t2 1500971
Antero narciso t2 1500971Antero narciso t2 1500971
Antero narciso t2 1500971anteronarciso
 
01 oficina de relações interpessoais-
01 oficina de relações interpessoais-01 oficina de relações interpessoais-
01 oficina de relações interpessoais-Joice cardoso
 
Introducción a la ingeniería enzo maiolino
Introducción a la ingeniería enzo maiolinoIntroducción a la ingeniería enzo maiolino
Introducción a la ingeniería enzo maiolinoenzo maiolino
 
Casais Inteligentes envelhecem Juntos
Casais Inteligentes envelhecem Juntos Casais Inteligentes envelhecem Juntos
Casais Inteligentes envelhecem Juntos Ev,Israel Leandro
 
Whichtheoriescaniapplytomymusic 170131122644-170203132252
Whichtheoriescaniapplytomymusic 170131122644-170203132252Whichtheoriescaniapplytomymusic 170131122644-170203132252
Whichtheoriescaniapplytomymusic 170131122644-170203132252Jshepherd1460
 
El Educador Neocolonizado
El Educador NeocolonizadoEl Educador Neocolonizado
El Educador Neocolonizadocrazulia
 
Teoria da complexidade reorganizado
Teoria da complexidade reorganizadoTeoria da complexidade reorganizado
Teoria da complexidade reorganizadoLeize Oliveira
 
Aula palestra citologia esfoliativa unitoledo out 16
Aula palestra citologia esfoliativa unitoledo out 16Aula palestra citologia esfoliativa unitoledo out 16
Aula palestra citologia esfoliativa unitoledo out 16Rosana Rossi
 
Detecção precoce e rastriamento do câncer
Detecção precoce e rastriamento do câncerDetecção precoce e rastriamento do câncer
Detecção precoce e rastriamento do câncernnanda4
 
Cancer de endometrio
Cancer de endometrioCancer de endometrio
Cancer de endometriofont Fawn
 
Lesoes escamosas pre cancerosas 003
Lesoes escamosas pre cancerosas 003Lesoes escamosas pre cancerosas 003
Lesoes escamosas pre cancerosas 003Fernanda Amorim
 

Destaque (20)

Normas de Biossegurança
Normas de Biossegurança Normas de Biossegurança
Normas de Biossegurança
 
Biossegurança 1
Biossegurança 1Biossegurança 1
Biossegurança 1
 
Docslide.com.br aula 1-simbologia-definicoes-rotulagem
Docslide.com.br aula 1-simbologia-definicoes-rotulagemDocslide.com.br aula 1-simbologia-definicoes-rotulagem
Docslide.com.br aula 1-simbologia-definicoes-rotulagem
 
Antero narciso t2 1500971
Antero narciso t2 1500971Antero narciso t2 1500971
Antero narciso t2 1500971
 
01 oficina de relações interpessoais-
01 oficina de relações interpessoais-01 oficina de relações interpessoais-
01 oficina de relações interpessoais-
 
Introducción a la ingeniería enzo maiolino
Introducción a la ingeniería enzo maiolinoIntroducción a la ingeniería enzo maiolino
Introducción a la ingeniería enzo maiolino
 
Casais Inteligentes envelhecem Juntos
Casais Inteligentes envelhecem Juntos Casais Inteligentes envelhecem Juntos
Casais Inteligentes envelhecem Juntos
 
Projeto simbiose
Projeto simbioseProjeto simbiose
Projeto simbiose
 
Relações humanas
Relações humanasRelações humanas
Relações humanas
 
Whichtheoriescaniapplytomymusic 170131122644-170203132252
Whichtheoriescaniapplytomymusic 170131122644-170203132252Whichtheoriescaniapplytomymusic 170131122644-170203132252
Whichtheoriescaniapplytomymusic 170131122644-170203132252
 
El Educador Neocolonizado
El Educador NeocolonizadoEl Educador Neocolonizado
El Educador Neocolonizado
 
Teoria da complexidade reorganizado
Teoria da complexidade reorganizadoTeoria da complexidade reorganizado
Teoria da complexidade reorganizado
 
EBD Rm 16- Relacionamento interpessoal
EBD   Rm 16- Relacionamento interpessoalEBD   Rm 16- Relacionamento interpessoal
EBD Rm 16- Relacionamento interpessoal
 
Aula palestra citologia esfoliativa unitoledo out 16
Aula palestra citologia esfoliativa unitoledo out 16Aula palestra citologia esfoliativa unitoledo out 16
Aula palestra citologia esfoliativa unitoledo out 16
 
Detecção precoce e rastriamento do câncer
Detecção precoce e rastriamento do câncerDetecção precoce e rastriamento do câncer
Detecção precoce e rastriamento do câncer
 
Cancer de endometrio
Cancer de endometrioCancer de endometrio
Cancer de endometrio
 
Cancer do cólo do útero pronto
Cancer do cólo do útero prontoCancer do cólo do útero pronto
Cancer do cólo do útero pronto
 
Papanicolaou
PapanicolaouPapanicolaou
Papanicolaou
 
Lesoes escamosas pre cancerosas 003
Lesoes escamosas pre cancerosas 003Lesoes escamosas pre cancerosas 003
Lesoes escamosas pre cancerosas 003
 
conteudo programatico unip
conteudo programatico unipconteudo programatico unip
conteudo programatico unip
 

Semelhante a Biossegurança hospitalar: Higienização das mãos e EPIs

Semelhante a Biossegurança hospitalar: Higienização das mãos e EPIs (20)

2ªaula - biossegurana.ppt
2ªaula  -  biossegurana.ppt2ªaula  -  biossegurana.ppt
2ªaula - biossegurana.ppt
 
Biosseguranca 2012
Biosseguranca 2012Biosseguranca 2012
Biosseguranca 2012
 
Biossegurana 2012
Biossegurana 2012Biossegurana 2012
Biossegurana 2012
 
BIOSSEGURANÇA.ppt
BIOSSEGURANÇA.pptBIOSSEGURANÇA.ppt
BIOSSEGURANÇA.ppt
 
Biossegurança pdf
Biossegurança pdfBiossegurança pdf
Biossegurança pdf
 
03 específicos auxiliar de saúde bucal
03   específicos auxiliar de saúde bucal 03   específicos auxiliar de saúde bucal
03 específicos auxiliar de saúde bucal
 
BIOSSEGURANÇA slides PDF.pdf
BIOSSEGURANÇA slides PDF.pdfBIOSSEGURANÇA slides PDF.pdf
BIOSSEGURANÇA slides PDF.pdf
 
BIOSSEGURANÇA.ppt
BIOSSEGURANÇA.pptBIOSSEGURANÇA.ppt
BIOSSEGURANÇA.ppt
 
Aula biossegurança dna
Aula biossegurança   dnaAula biossegurança   dna
Aula biossegurança dna
 
Aula Biossegurança[5473].pdf
Aula Biossegurança[5473].pdfAula Biossegurança[5473].pdf
Aula Biossegurança[5473].pdf
 
CAMPANHA MÃOS.pptx
CAMPANHA MÃOS.pptxCAMPANHA MÃOS.pptx
CAMPANHA MÃOS.pptx
 
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM  E FARMÁCIAAULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM  E FARMÁCIA
AULA DE BISSEGURANÇA TURMA DE ENFERMAGEM E FARMÁCIA
 
Biossegurança
BiossegurançaBiossegurança
Biossegurança
 
Biossegurança dental care
Biossegurança dental careBiossegurança dental care
Biossegurança dental care
 
Biosegurança em imobilização ortopédica
Biosegurança em imobilização ortopédicaBiosegurança em imobilização ortopédica
Biosegurança em imobilização ortopédica
 
Controle de infecção
Controle de infecçãoControle de infecção
Controle de infecção
 
hAula 5 higienização de maos
hAula 5   higienização de maoshAula 5   higienização de maos
hAula 5 higienização de maos
 
Controle de infecção
Controle de infecçãoControle de infecção
Controle de infecção
 
Manual biosseguranca
Manual biossegurancaManual biosseguranca
Manual biosseguranca
 
Aula o processo infeccioso - cl ii
Aula   o processo infeccioso - cl iiAula   o processo infeccioso - cl ii
Aula o processo infeccioso - cl ii
 

Último

PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTOPROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTOvilcielepazebem
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfEduardoSilva185439
 
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdfAULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptxAula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptxAndersonMoreira538200
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdfHELLEN CRISTINA
 
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptxAULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptxEnfaVivianeCampos
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfMarceloMonteiro213738
 
GlicolÃ_se -MEDICINA GERAL PIAGET-2023-2024 - AULA 2 -ESTUDANTE.pdf
GlicolÃ_se -MEDICINA GERAL PIAGET-2023-2024 - AULA 2 -ESTUDANTE.pdfGlicolÃ_se -MEDICINA GERAL PIAGET-2023-2024 - AULA 2 -ESTUDANTE.pdf
GlicolÃ_se -MEDICINA GERAL PIAGET-2023-2024 - AULA 2 -ESTUDANTE.pdfamaroalmeida74
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdfHELLEN CRISTINA
 
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdfAULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdfNutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdfThiagoAlmeida458596
 
ELETIVA ensino médio / corpo e saude....
ELETIVA ensino médio / corpo e saude....ELETIVA ensino médio / corpo e saude....
ELETIVA ensino médio / corpo e saude....TharykBatatinha
 

Último (13)

PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTOPROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
PROCESSOS PSICOLOGICOS LINGUAGEM E PENSAMENTO
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
 
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdfAULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
AULA_08 SAÚDE E ALIMENTAÇÃO DO IDOSO.pdf
 
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
 
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptxAula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
Aula de Anatomia e fisiologia socorrista .pptx
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdf
 
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptxAULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
AULA 12 DESENVOLVIMENTO FETAL E MUDANÇAS NO CORPO DA MULHER.pptx
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
 
GlicolÃ_se -MEDICINA GERAL PIAGET-2023-2024 - AULA 2 -ESTUDANTE.pdf
GlicolÃ_se -MEDICINA GERAL PIAGET-2023-2024 - AULA 2 -ESTUDANTE.pdfGlicolÃ_se -MEDICINA GERAL PIAGET-2023-2024 - AULA 2 -ESTUDANTE.pdf
GlicolÃ_se -MEDICINA GERAL PIAGET-2023-2024 - AULA 2 -ESTUDANTE.pdf
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
 
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdfAULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
AULA__04_Sinais_Vitais CUIDADOR DE IDOSOS.pdf
 
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdfNutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
Nutrição Enteral e parenteral para enfermagem .pdf
 
ELETIVA ensino médio / corpo e saude....
ELETIVA ensino médio / corpo e saude....ELETIVA ensino médio / corpo e saude....
ELETIVA ensino médio / corpo e saude....
 

Biossegurança hospitalar: Higienização das mãos e EPIs

  • 1. PROFª.MS. ALEXANDER DE QUADROS 1 Biossegurança
  • 2. Objetivo da aula 2 Após o termino da aula o aluno deverá ser capaz de: Definir biossegurança; Conhecer os riscos de contaminação hospitalar; Métodos de higienização; Conhecer os EPIs, utilizados no hospital
  • 3. Biossegurança 3 Ciência surgida no século XX, voltada para o controle e a minimização de risco advindos da prática de diferentes tecnologias. (ComissãoTécnica Nacional de Biossegurança – CTNBio).
  • 4. Biossegurança na Saúde 4 Significa um conjunto de normas relativas à segurança do trabalhador de saúde, submetido ao risco potencial de acidente com material ou instrumentos contaminados com material biológico.
  • 5. RISCO e PERIGO 5 RISCO é o perigo mediado pelo conhecimento que se tem da situação. É o que temos como prevenir. PERIGO existe enquanto não se conhece a situação. É o desconhecido ou mal conhecido. Atividade de risco são as capazes de proporcionar dano, doença ou morte.
  • 6. Biossegurança 6 No ambiente hospitalar há RISCOS FÍSICOS , QUÍMICOS e BIOLÓGICOS e para cada um deles há NORMAS específicas disponíveis visando proteger a CLIENTELA dos estabelecimentos a saber: o paciente, o trabalhador de saúde, o acompanhante e a preservação do meio ambiente.
  • 7. 7 Riscos Físicos (formas de energia como ruídos, vibrações, pressões anormais, radiações ionizantes ou não, ultra e infra-som (NR-09 e NR-15). Riscos Biológicos: bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, etc (NR- 09)
  • 8. 8 Riscos Químicos (substâncias, compostos ou produtos que podem penetrar no organismo por via respiratória, absorvidos pela pele ou por ingestão, na forma de gases, vapores, neblinas, poeiras ou fumos (NR-09, NR-15 e NR-32).
  • 9. 9 EXPOSIÇÕES PROFISSIONAIS Mais procedimentos nos paciente Mais tempo com o ambiente Maior equipe dos servidores de saúde Equipe de enfermagem: maior nº de Exposição entre os profissionais
  • 10. EXPOSIÇÕES PROFISSIONAIS 10 Os odontólogos também são uma categoria profissional com grande risco de exposição a material biológico. Os estudos mostram que a maioria dos dentistas (quase 85%) tem pelo menos uma exposição percutânea a cada período de cinco anos.
  • 11. EXPOSIÇÕES PROFISSIONAIS 11 Médicos = varia com as especialidades. Médicos de enfermarias clínicas: Exposições percutâneas = 0,5 a 3,0 ao ano; Exposições mucocutâneas = 0,5 a 7,0 ao ano Médicos cirurgiões: São estimados 80 a 135 contatos com sangue por ano, sendo 8 a 15 exposições percutâneas.
  • 12. COMO NOS PROTEGER DURANTE O TRABALHO EM SAÚDE - Cuidados 12 PRECAUÇÕES PADRÃO Lavagem das Mãos Manipulação de Instrumentos e Materiais Manipulação de Materiais Cortantes e de Punção Ambiente e Equipamentos Roupas e Campos de Uso no Paciente Vacinação
  • 13. Manipulação de Instrumentos e Materiais Cortantes e de Punção 13 Instrumentos pérfuro-cortantes devem ser descartados em caixas apropriadas, rígidas e impermeáveis que devem ser colocadas próximo a área em que os materiais são usados.
  • 14. 14
  • 15. Manipulação de Instrumentos e Materiais Cortantes e de Punção15 Nunca deve-se reencapar agulhas após o uso. Não remover com as mãos agulhas usadas das seringas descartáveis e não as quebrar ou entortar. Para a reutilização de seringa anestésica descartável reencapar a agulha introduzindo-a no interior da tampa e pressionando a tampa ao encontro da parede da bandeja clínica de forma a nunca utilizar a mão
  • 17. Como e quando usar luvas? 17 Usar luvas de procedimento, não estéril, quando houver possibilidade de tocar em sangue, fluídos corporais, membranas mucosas, pele não íntegra e qualquer item contaminado, de todos os clientes; Lavar as mãos imediatamente após a retirada das luvas; Trocar as luvas entre um procedimento e outro; Calçar as luvas imediatamente antes do cuidado a ser executado, evitando contaminação prévia das mesmas;
  • 18. 18 Estando de luvas, não manipule objetos fora do campo de trabalho; Retirar as luvas imediatamente após o término da atividade; Removê-las sem tocar na parte externa das mesmas; Usar luvas adequadas para cada procedimento. - Luvas cirúrgicas estéreis; - Luvas de procedimentos não estéreis.
  • 19. Luvas 19 Luvas de procedimentos Luvas de borracha Luvas cirúrgicas
  • 21. 21 O uso do Jaleco hospitalar é uma exigência das Comissões de Infecções hospitalares
  • 22. A MELHOR PREVENÇÃOA MELHOR PREVENÇÃO É NÃOÉ NÃO SE ACIDENTAR!SE ACIDENTAR! BIOSSEGURANÇA
  • 24. O QUE É HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS? 24 É a medida individual mais simples e menos dispendiosa para prevenir a propagação das infecções relacionadas à assistência à saúde. Higienização das mãos = lavagem das mãos
  • 25. Indicação da lavagem das mãos 25 após tocar fluidos, secreções e itens contaminados; após a retirada das luvas; antes de procedimentos no paciente; entre contatos com pacientes; entre procedimentos num mesmo paciente; antes e depois de atos fisiológicos; antes do preparo de soros e medicações.
  • 26. 26 As técnicas de higienização das mãos podem variar, dependendo do objetivo ao qual se destinam. Podem ser divididas em: Higienização simples das mãos. Higienização anti-séptica das mãos. Fricção de anti-séptico nas mãos. Anti-sepsia cirúrgica ou preparo pré- operatório A eficácia da higienização das mãos depende da duração e da técnica empregada.
  • 27. 27 Antes de iniciar qualquer uma dessas técnicas, é necessário retirar jóias (anéis, pulseiras, relógio), pois sob tais objetos podem acumular microrganismos. (Exigência da NR-32)
  • 28. Higienização Simples das Mãos 28 Finalidade Remover os microrganismos que colonizam as camadas superficiais da pele, assim como o suor, a oleosidade e as células mortas, retirando a sujidade que propícia à permanência e à proliferação de microrganismos. Duração do procedimento: 40 a 60 seg.
  • 29. Lavagem das mãos 29 Na lavagem rotineira das mão o uso de sabão neutro é o suficiente para a remoção da sujeira, da flora transitória e parte da flora residente. Maior concentração bacteriana: pontas dos dedos, meio dos dedos e polegares.
  • 30. Higienização Anti-séptica das Mãos 30 Finalidade Promover a remoção de sujidades e de microrganismos, reduzindo a carga microbiana das mãos, com auxílio de um anti-séptico. Duração do procedimento: 40 a 60 segundos
  • 31. Técnica 31 A técnica de higienização anti-séptica é igual àquela utilizada para higienização simples das mãos, substituindo-se o sabão por um anti-séptico.  Exemplo: anti-séptico degermante.
  • 32. Fricção anti-séptica das mãos (com preparações alcoólicas) 32 Álcool Gel ou álcool glicerinado Finalidade Reduzir a carga microbiana das mãos (não há remoção de sujidades). A utilização de gel alcoólico a 70% ou de solução alcoólica a 70% com 1-3% de glicerina pode substituir a higienização com água e sabão quando as mãos não estiverem visivelmente sujas. Duração do Procedimento: 20 a 30 segundos.
  • 33. Anti-sepsia das mãos 33 A anti-sepsia é a utilização de um anti-séptico com ação bactericida ou bacteriostática que irá agir na flora residente da pele. Os anti-sépticos são indicados para a anti-sepsia das mãos dos profissionais e para pele ou mucosa do paciente em áreas onde serão realizados procedimentos invasivos ou cirúrgicos.
  • 34. Agentes anti-sépticos 34 São substâncias aplicadas à pele para reduzir o número de agentes da microbiota transitória e residente. Entre os principais anti-sépticos utilizados para a higienização das mãos, destacam-se: Álcoois, Clorexidina, Compostos de iodo, Iodóforos e Triclosan.
  • 35. 35
  • 36. 36
  • 37. 37
  • 38. 38
  • 39. 39
  • 40. 40
  • 41. 41
  • 42. 42
  • 43. 43
  • 44. 44
  • 45. Importante 45 No caso de torneiras com contato manual para fechamento, sempre utilize papel-toalha
  • 46. 46
  • 48. BIBLIOGRAFIA 48 OPPERMANN, Carla Maria, Lia Capsi Pires. Manual de biossegurança para serviços de saúde. Porto Alegre,PMPA / SMS/CGVS, 2003. PIANUCCI. Ana, Saber cuidar – Procedimentos Básicos em Enfermagem. Senac – SP, 2003.